IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE RELATÓRIOS FINANCEIROS

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1 PARTE 1 - IFRS NORMATIVOS E SEUS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS PARTE 2 MENSURAÇÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

2 IFRS GRUPO APLICABILIDADE IFRS FULL ENTIDADES SUJEITAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS IFRS for SME IFRS PME - ENTIDADES NÃO SUJEITAS A PRESTAÇÃO DE CONTAS

3 GRUPO IFRS CATEGORIA EMISSÃO DESCRIPTION DESCRIÇÃO IFRS NORMAS [DIVERSAS] APÓS ABRIL 2001 INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD NORMAS INTERNACIONALDE RELATÓRIO FINANCEIRO IAS NORMAS [DIVERSAS] ATÉ ABRIL 2001 INTERNATIONAL ACCOUNTING STANDARD NORMAINTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IFRS FULL IFRIC INTERPRETAÇÕES [DIVERSAS] APÓS JANEIRO 2002 INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING INTERPRETATIONS COMMITTEE COMITE DE INTERPRETAÇÃO DO IFRS SIC INTERPRETAÇÕES ATÉ JANEIRO STANDINGINTERPRETATIONS COMITE DE INTERPRETAÇÃO [DIVERSAS] 2002 COMMITTEE IAS IFRS for SME IFRSfor SME NORMA [ÚNICA] EMISSÃO JUL 2009 IFRS SMALL AND MEDIUM-SIZED ENTITIES IFRS PMEPEQUENAS E MÉDIAS ENTIDADES

4 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS SEPARADAS CONSOLIDADAS COMPANHIAS LISTADAS EM BOLSAS GAAP LOCAL IFRS FULL IFRS FULL INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS GAAP LOCAL IFRS FULL IFRS FULL SEGURADORAS E ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA PRIVADA GAAP LOCAL IFRS FULL IFRS FULL DEMAIS COMPANHIAS GAAP LOCAL IFRS SME IFRS SME

5 IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD

6 IFRS - UNIÃO EUROPÉIA UNIÃO EUROPEIA (UE) APROVOU EM 2002 UMA REGULAMENTAÇÃO CONTÁBIL EXIGINDO QUE TODAS AS COMPANHIAS ABERTAS DA UE LISTADAS EM MERCADOS REGULAMENTADOS (CERCA DE NO TOTAL) ADOTASSEM O IFRS NA ELABORAÇÃO DE SUAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS A PARTIR DE 2005.

7 IFRS ASIA E PACÍFICO (FONTE IASPLUS.COM) AUSTRALIA HONG KONG NOVA ZELÂNDIA SRI LANKA NOVA ZELÂNDIA FILIPINAS CINGAPURA INDONÉSIA-JAPÃO TAIWAN - VIETNÃ TODOS OS PRINCÍPIOS CONTÁBEIS LOCAIS, SÃO PRATICAMENTE IDÊNTICOS AOS IFRS. ELIMINOU ALGUMAS ALTERNATIVAS DE POLÍTICAS CONTÁBEIS E ADICIONAL ALGUMAS DIVULGAÇÕES E DIRETRIZES. QUASE TODOS PRINCÍPIOS CONTÁBEIS LOCAIS, SÃO PRATICAMENTE IDÊNTICOS AOS IFRS. CINGAPURA ANUNCIOU QUE PRETENDE CONVERGIR TOTALMENTE ATÉ 2012 DESENVOLVIMENTO DOS PRINCÍPIOS LOCAIS ESPELHA SE NOS IFRS. MAS EXISTEM DIFERENÇAS SIGNIFICATIVAS.

8 IFRS ASIA E PACÍFICO (FONTE IASPLUS.COM) CHINA JAPÃO EM FEVEREIRO DE 2006 A CHINA ADOTOU UMA NOVA NORMA BÁSICA E 38 NOVAS NORMAS CHINESAS DE CONTABILIDADE CONSISTENTES COM O IFRS, COM POUCAS EXCEÇÕES. EM DEZEMBRO DE 2009, O JAPÃO COMEÇOU A PERMITIR QUE COMPANHIAS LISTADAS QUE ATENDEM A CRITÉRIOS ESPECÍFICOS ADOTEM OS IFRSS A PARTIR DE O JAPÃO PRETENDE ESTUDAR, PORVOLTADE2012,SEEXIGIRÁAADOÇÃODOSIFRSSPORPARTEDE TODASASEMPRESASLISTADASAPARTIRDE2015OU2016.

9 IFRS NAS AMÉRICAS (FONTE IASPLUS.COM) ARGENTINA CANADA O GOVERNO DA ARGENTINA ADOTOU UM PLANO PARA EXIGIR A ADOÇÃO DO IFRS PELAS EMPRESAS LISTADAS A PARTIR DE, SENDO OPCIONAL A ADOÇÃO PARA EMPRESAS NÃO LISTADAS ATUALMENTE, AS EMPRESAS DO CANADÁ LISTADAS NOS ESTADOS UNIDOS PODEM USAR O US GAAP PARA ELABORAÇÃO DE SEUS RELATÓRIOS NACIONAIS. EMISSORES ESTRANGEIROS NO CANADÁ PODEM EMITIR SEUS RELATÓRIOS FINANCEIROS DE ACORDO COM O IFRS. ENTIDADES CANADENSES OBRIGADAS A PUBLICAR SEUS BALANÇOS FINANCEIROS DEVERÃO ADOTAR O IFRS PARA OS EXERCÍCIOS FISCAIS QUE INICIAM EM 1º DE JANEIRO DE OU APÓS ESSA DATA.

10 IFRS NAS AMÉRICAS (FONTE: IASPLUS.COM) CHILE MÉXICO AS EMPRESAS NO CHILE LISTADAS EM BOLSA COMEÇARAM A ADOTAR O IFRS DE FORMA GRADUAL A PARTIR DE A COMISSÃO DE BANCOS E VALORES MOBILIÁRIOS DO MÉXICO ANUNCIOU QUE TODAS AS EMPRESAS LISTADAS DEVEM ADOTAR O IFRS APARTIRDE2012.

11 IFRS AMÉRICAS (FONTE: IASPLUS.COM) USA NOV-2007 USA NOV-2008 A SEC DEU SEU VOTO FAVORÁVEL PARA PERMITIR QUE EMISSORES ESTRANGEIROS PRIVADOS APRESENTASSEM SUAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS COM BASE NO IFRS CONFORME EMITIDO PELO IASB, SEM NECESSIDADE DE APRESENTAR A RECONCILIAÇÃO DOS VALORES DO IFRS COMOSDOUSGAAP. ASECPROPÔSAOPÚBLICOUM ROTEIRODE IMPLEMENTAÇÃO DO IFRS. O ROTEIRO DESCREVE AS ETAPAS IMPORTANTES QUE, SE CUMPRIDAS, PODEM LEVAR A UMA TRANSIÇÃO OBRIGATÓRIA DO IFRS, A PARTIR DOS EXERCÍCIOS FISCAIS FINDOS EM 15 DEDEZEMBRODE2014OUAPÓSESSADATA.

12 IFRS AMÉRICAS (FONTE: IASPLUS.COM) USA 2010 ORIENTA A SUA EQUIPE A DESENVOLVER E EXECUTAR UM PLANO DE TRABALHO PARA MELHORAR O ENTENDIMENTO DA PROPOSTA DA COMISSÃO E TRANSPARÊNCIA PÚBLICA NESTA ÁREA COM O OBJETIVO DE CAPACITAR A SEC, APÓS A CONCLUSÃO DO PLANO DE TRABALHO E DOS PROJETOS DE CONVERGÊNCIA DA FASB E IASB, A TOMAR UMA DECISÃO COM RELAÇÃO À INCORPORAÇÃO DO IFRS NO SISTEMA DE DIVULGAÇÃO FINANCEIRA PARA EMISSORES NORTE-AMERICANOS. A SEC EXPRESSA SUA VISÃO DE QUE AS EMPRESAS AMERICANAS ESTARIAM EMITINDO RELATÓRIOS PELA PRIMEIRA VEZ EM IFRS SERIA APROXIMANDAMENTE ENTRE2015E2016.

13

14 CVM ENDOSSO NORMAS IFRS CPC COMITE DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. EMISSÃO DE PRONUNCIAMENTOS CONVERGENTES COM AS NORMAS INTERNACIONAIS ENDOSSO CVM IFRS FULL COMPANHIAS ABERTAS CMN ENDOSSO INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS SUSEP ENDOSSO SEGURADORA E PREVIDÊNCIA PRIVADA CFC ENDOSSO DEMAIS COMPANHIAS DE GRANDE PORTE IFRS PME CFC ENDOSSO-DEMAIS COMPANHIAS

15 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS SEPARADAS CONSOLIDADAS COMPANHIAS LISTADAS EM BOLSAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS SEGURADORAS E ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA PRIVADA DEMAIS COMPANHIAS (GRANDE PORTE) DEMAIS COMPANHIAS - GAAP LOCAL ENDOSSOINTEGRAL DAS CPC S GAAP LOCAL ENDOSSOPARCIAL DOS CPC S GAAP LOCAL ENDOSSO INTEGRAL DOS CPC S GAAP LOCAL ENDOSSO INTEGRAL DOS CPC S GAAP LOCAL ENDOSSO INTEGRAL IFRS PME IFRS FULL [=] CPC`S IFRS FULL [DIFERENTE] BACEN IFRS FULL [=]CPC S IFRS FULL [DIFERENTE] CPC S IFRS FULL IFRS FULL [=] CPC S [=]CPC S IFRS SME [=] CPC S IFRS PME [=]CPC PME IFRS SME [=]CPC S IFRS PME [=] CPC PME

16 IFRS IAS DESCRIÇÃO PRONUNCIA MENTO CPC ENDOSSO REGULATÓRIO CVM CMN SUSEP CFC ESTRUTURA CONCEITUAL CPC 00 X X X IAS 1 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. CPC 26 X X X IAS 2 ESTOQUES. CPC 16 X X X IAS 7 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA. CPC 3 X X X X IAS 8 POLÍTICAS CONTÁBEIS, ALTERAÇÕES NAS ESTIMATIVAS CONTÁBEIS E ERROS. CPC 23 X X X X IAS 10 EVENTOS SUBSEQÜENTES À DATA DO BALANÇO PATRIMONIAL. CPC 24 X X X X IAS 11 CONTRATOS DE CONSTRUÇÃO. CPC 17 X X X IAS 12 IMPOSTO DE RENDA. CPC 32 X X X IAS 16 ATIVO IMOBILIZADO. CPC 27 X X X IAS 17 ARRENDAMENTOS (LEASES). CPC 6 X X X IAS 18 RECEITA. CPC 30 X X X IAS 19 BENEFÍCIOS AOS EMPREGADOS. CPC 33 X X X IAS 20 CONTABILIDADE DE CONCESSÕES GOVERNAMENTAIS E DIVULGAÇÃO DE CPC 7 X X X ASSISTÊNCIA GOVERNAMENTAL. IAS 21 EFEITOS DAS ALTERAÇÕES NAS TAXAS DE CÂMBIO. CPC 2 X X X IAS 23 CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS. CPC 20 X X X IAS 24 DIVULGAÇÃO DE PARTES RELACIONADAS. CPC 5 X X X X AS 26 RELATÓRIOS PARA PLANOS DE BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA.

17 IFRS IAS DESCRIÇÃO PRONUNCIA MENTO CPC ENDOSSO REGULATÓRIO CVM CMN SUSEP CFC IAS 27 CONSOLIDAÇÃO E DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CPC X X X SEPARADAS. IAS 28 INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS. CPC 18 X X X IAS 29 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM ECONOMIAS HIPER X X X INFLACIONÁRIAS. IAS 31 PARTICIPAÇÃO EM EMPREENDIMENTOS CONTROLADOS EM CONJUNTO. (JOINT VENTURES). CPC 19 X X X IAS 32 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: APRESENTAÇÃO. CPC 39 X X X IAS 33 RESULTADO POR AÇÃO. CPC 41 X X X IAS 34 RELATÓRIOS FINANCEIROS INTERMEDIÁRIOS. CPC 22 X X X IAS 36 IMPARIDADES DE ATIVOS. IMPARMENTS CPC 1 X X X X IAS 37 PROVISÕES, PASSIVOS, E ATIVOS CONTINGENTES. CPC 25 X X X X IAS 38 ATIVOS INTANGÍVEIS. CPC 4 X X X IAS 39 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: RECONHECIMENTO E CPC 38 X X X MENSURAÇÃO. IAS 40 PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO. CPC 28 X X X IAS 41 AGRICULTURA. CPC 29 X X X

18 IFRS IAS DESCRIÇÃO PRONUNCIA ENDOSSO REGULATÓRIO MENTO CPC CVM CMN SUSEP CFC IFRS 1 PRIMEIRO ANO DE ADOÇÃO DAS NORMAS IFRS. CPC X X X IFRS 2 PAGAMENTOS COM BASE EM AÇÕES. CPC 10 X X X X IFRS 3 COMBINAÇÕES DE NEGÓCIOS. CPC 15 X X X IFRS 4 CONTRATOS DE SEGUROS. CPC 11 X X X IFRS 5 ATIVOS NÃO CORRENTES MANTIDOS PARA VENDA E UNIDADES OPERACIONAIS DESCONTINUADAS. CPC 31 X X X IFRS 6 EXPLORAÇÃO E PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS. CPC 34 X X X IFRS 7 INSTRUMENTOS FINANCEIROS DIVULGAÇÃO. CPC 40 X X X IFRS 8 RELATÓRIO POR SEGMENTO CPC 22 X X X IFRS SME IFRS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS CPC PME NA NA NA X

19 PRINCIPAIS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE EMPRESAS

20 PRINCIPAIS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE EMPRESAS ESSÊNCIA ECONÔMICA SOBRE A FORMA JURÍDICA NEGÓCIO FINANÇAS ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA ENGENHARIA MARKETING RECURSOS HUMANOS APLICABILIDADE DO VALOR JUSTO ALTERAÇÃO NA DEFINIÇÃO DE ATIVOS DIREITOS DE PROPRIEDADE ALTERÇÃO NA DEFINIÇÃO DE PASSIVOS OBRIGAÇÃO PRESENTE (LEGAL E CONSTRUTIVA) PASSIVO CONTINGENTE

21 PRINCIPAIS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE EMPRESAS QUESTÕES ESPECÍFICAS PROPRIEDADE DE INVESTIMENTOS ATIVOS BIOLÓGICOS ATIVOS INTANGÍVEIS IMPAIRMENTS ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS HEDGE ACCOUNTING CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES UNIDADES OPERACIONAIS DESCONTINUADAS SEGMENTOS OPERACIONAIS APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO INFORMAÇÕES DIVULGADAS

22 PARTE 2 Mensuração de Riscos E Gerenciamento de Projetos de Recuperação de Empresas

23 Conceito e Definições de Risco AGENDA Definição de Políticas para Gestão de Riscos Identificação e Classificação Aceitabilidade Abordagem Metodológica Principais Efeitos das Abordagens Fases de Implementação

24 CONCEITO E DEFINIÇÕES DE RISCO RISCO O risco é o potencial avaliado das conseqüências prejudiciais que podem resultar de um perigo, expressa em termos de Probabilidade e Severidade, tomando como referência a pior condição possível. GESTÃO DE RISCOS é Identificação, análise e eliminação ou mitigação, a um nível aceitável, dos perigos, e os conseguintes riscos, que ameaçam a viabilidade de uma organização.

25 QUESTÕES ESPECÍFICAS PROPRIEDADE DE INVESTIMENTOS ATIVOS BIOLÓGICOS ATIVOS INTANGÍVEIS IMPAIRMENTS ATIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS HEDGE ACCOUNTING CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES UNIDADES OPERACIONAIS DESCONTINUADAS SEGMENTOS OPERACIONAIS IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS Competência da Alta Administração

26 DEFINIÇÃO DE POLÍTICAS PARA GESTÃO DE RISCOS GERENCIAMANTO DE RISCOS FINANCEIROS E DE CREDITO / INSTRUMENTOS FNANCEIROS CAMBIO/VARIAÇÃO CAMBIAL PREÇOS TAXAS OPERACIONAL INVESTIMENTO / PAYBACK / REPUTAÇÃO SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO

27 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS

28 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS

29 IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS

30 ACEITABILIDADE DE RISCOS

31 ABORDAGEM METODOLOGICA

32 PRINCIPAIS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS ESSÊNCIA ECONÔMICA SOBRE A FORMA JURÍDICA NEGÓCIO FINANÇAS ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA ENGENHARIA MARKETING RECURSOS HUMANOS ALTERAÇÃO NA DEFINIÇÃO DE ATIVOS DIREITOS DE PROPRIEDADE ALTERÇÃO NA DEFINIÇÃO DE PASSIVOS OBRIGAÇÃO PRESENTE (LEGAL E CONSTRUTIVA) PASSIVO CONTINGENTE Dov Seidman, HSM : Valores, integridade e confiança guiam empresas na Era do Comportamento

33 FASE IMPLEMENTAÇÃO ACERTE O ALVO...mas como?!!

34 FASE IMPLEMENTAÇÃO

35 FASE IMPLEMENTAÇÃO

36 JOÃO JOSÉ DOS SANTOS IFRS.COM.BR + CORPORATE REPORTING CONSULTORIA DEBORA SANTILLE THOREYSA SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA E NEGÓCIOS + THOREY FINANCE CONSULTORIA

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