Demonstrações Financeiras Espírito Santo Property Brasil S.A. e Empresas Controladas

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1 Demonstrações Financeiras Espírito Santo Property Brasil S.A. e Empresas Controladas com Relatório dos Auditores Independentes

2 Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras... 1 Demonstrações financeiras auditadas Balanços patrimoniais... 3 Demonstrações dos resultados... 5 Demonstrações dos resultados abrangentes... 6 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido... 7 Demonstrações dos fluxos de caixa

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5 Balanços patrimoniais (Em milhares de reais) Ativo Controladora Consolidado Notas 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Circulante Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Imóveis a comercializar Impostos e contribuições a compensar Títulos disponíveis para negociação Demais contas a receber Não circulante Contas a receber de clientes LP Títulos disponíveis para negociação Créditos de empresas ligadas Investimentos em controladas 9(b) Imobilizado Intangível Total do ativo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

6 Passivo Controladora Consolidado Notas 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Circulante Fornecedores Empréstimos e Financiamentos Debêntures Contas a pagar por aquisição de imóveis Impostos e contribuições a recolher Salários, encargos sociais e participações Adiantamento de Clientes Demais contas a pagar Não circulante Empréstimos e Financiamentos LP Debêntures Imposto de renda e contribuição social diferidos Contas a pagar por aquisição de imóveis LP Partes relacionadas LP Patrimônio líquido Capital Social Reserva de Capital Prejuízos Acumulados (39.271) (454) (39.271) (454) Participação de não controladores Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

7 Demonstrações dos resultados Exercícios findos em (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação, expresso em reais) Controladora Consolidado Notas 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 Receita Líquida Total Custo dos imóveis vendidos - - (58.717) (49.133) Lucro Bruto Receitas (despesas) operacionais Com vendas 19 (239) (29) (8.850) (5.975) Salarios e Encargos sociais 19 (9.941) (7.479) (12.748) (9.597) Ocupação 19 (1.170) (883) (1.488) (1.247) Serviços de terceiros 19 (2.170) (1.776) (4.959) (5.624) Depreciação e amortização 10 (537) (184) (1.698) (807) Gerais e administrativas 19 (795) (2.376) (5.777) (6.439) Honorários da administração 19 (2.122) (2.015) (2.449) (2.094) Equivalência patrimonial 9(b) (5.264) Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas - (16) Resultado antes das despesas e receitas financeiras (22.238) (37.969) (28.006) Receitas financeiras Despesas financeiras 20 (21.916) (15.490) (27.884) (22.924) Resultado financeiro (17.929) (9.694) (22.088) (14.869) Lucro antes do imposto de renda e contribuição social (38.817) (39.325) Imposto de renda e contribuição social Diferido 16(c) (617) Corrente 16(b) - - (2.911) (4.318) - - (2.138) (4.935) Lucro (prejuízo) líquido antes da participações de não controladores (38.817) (41.463) Participação de não controladores (9.152) Lucro (prejuízo) líquido do exercício (38.817) (38.817) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

8 Demonstrações dos resultados abrangentes Exercícios findos em (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação, expresso em reais) Controladora Consolidado Lucro (prejuízo) líquido do exercício (38.817) (38.817) Outros resultados abrangentes Resultado abrangente do exercício (38.817) (38.817) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

9 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em (Em milhares de reais) Capital social Reserva Prejuízos Participação de Inegralizado de capital acumulados Total não controladores Total Em 31 de dezembro de (6.154) Aumento de Capital PEC Aquisição da joint venture Bascol Brasil (974) (974) Pagamentos de dividendos (5.752) (5.752) Participação de acionistas não controladores (3.881) (3.881) Lucro líquido do exercício Em 31 de dezembro de (454) Pagamentos de Dividendos (3.986) (3.986) Prejuízo do exercício - - (38.817) (38.817) (2.646) (41.463) Em 31 de dezembro de (39.271) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras

10 Demonstrações dos fluxos de caixa Exercícios findos em (Em milhares de reais) Controladora Consolidado Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro (prejuízo) líquido do exercício (38.817) (38.817) Ajustes para conciliar o lucro líquido ao caixa gerado pelas atividades operacinais: Depreciação de bens do ativo imobilizado Juros e variações monetárias líquidas Equivalência patrimonial (29.580) - - Impostos diferidos (11.100) (11.960) (13.443) Diminuição (aumento) de ativos operacionais Contas a receber de clientes (31) (63) (27.005) Imóveis a comercializar (67.971) (51.015) Partes relacionadas (461) (3.707) (2.002) 329 Outros ativos (519) (807) (3.545) (1.120) (1.011) (70.037) (78.811) Aumento (diminuição) de passivos operacionais Fornecedores Contas a pagar por aquisição de imóveis (10.591) (5.345) (3.648) Contas a pagar por aquisição de investimentos - (10.689) - (10.689) Partes relacionadas (847) 731 Impostos e contribuições a recolher - - (421) Outros passivos (6.738) (6.311) (6.380) 886 (15.622) (7.899) Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades operacionais (27.733) (91.379) (50.639) Das atividades de investimento: Aquisição de bens de ativo imobilizado (650) (400) (859) (5.123) Alienação de bens de ativo imobilizado Aquisição de investimento (12.683) (61.223) - - Aumento no ativo intangível - (9.505) - (4.962) Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (13.333) (71.004) (859) (8.202) Das atividades de financiamento: Ingresso de novos empréstimos, financiamentos e debêntures Pagamento de empréstimos e financiamentos (15.000) (18.531) (15.000) (41.953) Dividendos pagos por controladoras e coligadas em conjunto Aumento (diminuição) na participação de minoritários (1.380) Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamento Aumento (redução) em caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício Aumento (redução) em caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

11 1. Contexto operacional A Espírito Santo Property Brasil S.A. ( Companhia ), sociedade anônima de capital fechado com sede em São Paulo - SP foi constituída em 15 de agosto de 2008 por meio de uma organização societária visando agrupar as participações societárias em operações de imóveis detidas pelos sócios Rioforte Investment Holding Brasil S/A (anteriormente designada por Interatlântico S.A. e a seguir também designada por Rioforte), Cisalpina Participações Ltda. e Agropecuária Maloan Ltda. Os acionistas estabeleceram o plano de negócios da Companhia e determinaram sua atuação como holding das sociedades com propósito específico SPEs e empresas mencionadas na nota 9. A Companhia, através de suas controladas, mantém preponderantemente caracterizado em seu objeto social: (a) a incorporação e comercialização de empreendimentos imobiliários de qualquer natureza, inclusive por meio de financiamento; (b) a administração e locação de imóveis próprios; (c) o loteamento de terrenos; (d) a construção de condomínios; (e) a prestação de serviços relativos a construção, supervisão, estudos e projetos e a execução de quaisquer obras e serviços de engenharia civil em todas as suas modalidades técnicas e econômicas; e (f) a participação em outras sociedades, empresárias ou não, na qualidade de sócia, quotista ou acionista. A Companhia, através de suas controladas, integra projetos imobiliários já lançados como o Condomínio Praças Villa Lobos, Condomínio Quintas da Baroneza, Parque Empresarial Campinas, Arte de Viver e incorpora adicionalmente um conjunto significativo de novos projetos como, por exemplo, Pedra Branca (Santa Catarina) e Novo Rio (Rio de Janeiro). O desenvolvimento dos empreendimentos de incorporação imobiliária dos imóveis são efetuados diretamente pela Companhia, pelas controladas ou por outros parceiros. A participação de parceiros ocorre de forma direta no empreendimento, por meio de participação nas sociedades em conta de participação, consórcios e sociedades com propósitos específicos para desenvolver o empreendimento.

12 2. Base de preparação das demonstrações financeiras A autorização para conclusão da preparação destas demonstrações contábeis ocorreu na reunião de diretoria realizada em 7 de março de Declaração de conformidade com relação às normas do CPC As demonstrações financeiras individuais foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ( CPC ). As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil que compreendem os Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidos pelo CPC incluindo a Orientação OCPC-04 Aplicação da Interpretação Técnica ICPC-02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras - no que diz respeito ao reconhecimento de receitas e respectivos custos e despesas decorrentes de operações de incorporação imobiliária durante o andamento da obra (método do percentual de conclusão POC). a) Base de mensuração As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base no custo histórico, exceto pela valorização de certos ativos e passivos como instrumentos financeiros, os quais são mensurados pelo valor justo. b) Moeda funcional e moeda de apresentação As demonstrações financeiras individuais e consolidadas são apresentadas em milhares de reais, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma. c) Uso de estimativa e julgamento A preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, de acordo com as normas IFRS e as normas CPC, exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas.

13 2. Base de preparação das demonstrações financeiras--continuação d) Uso de estimativa e julgamento--continuação Estimativas e premissas são revistas de maneira contínua. Revisões com relação às estimativas contábeis são reconhecidas no período em que as mesmas são revisadas e em quaisquer períodos futuros afetados. As informações sobre incertezas quanto às premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício estão relacionadas, principalmente, aos seguintes aspectos: determinação de taxas de desconto a valor presente utilizada na mensuração de certos ativos e passivos de curto e longo prazo, provisões para contingências fiscais, cíveis e trabalhistas e provisões para garantias (passivos eventuais), custo orçado dos empreendimentos, e a elaboração de projeções para realização de imposto de renda e contribuição social diferidos, as quais, apesar de refletirem o julgamento da melhor estimativa possível por parte da Administração da Companhia e de suas controladas, relacionadas à probabilidade de eventos futuros, podem eventualmente apresentar variações em relação aos dados e valores reais. e) Pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações adotadas a partir de 2012 A Companhia adotou todos os pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações emitidas pelo CPC que estavam em vigor em 31 de dezembro de Em relação a adoção dos pronunciamentos e interpretações listados abaixo, que passaram a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2012, os mesmos não impactaram as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia em 31 de dezembro de São eles: CPC 17 (R1) Contratos de Construção CPC 18 (R1) Investimento em Controlada e em Coligada CPC 30 (R1) Receitas CPC 35 (R2) Demonstrações Separadas CPC 40 (R1) Instrumentos Financeiros: Evidenciação ICPC 08 (R1) Contabilização da proposta de pagamento de dividendos CPC 09 (R1) Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial

14 2. Base de preparação das demonstrações financeiras--continuação f) Pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações aplicáveis para exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2013 Os pronunciamentos (novos ou revisados) e as interpretações listados a seguir, que foram emitidos pelo CPC e deliberados pela CVM, possuem aplicação obrigatória para os exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de São eles: CPC 18 (R2) Investimento em coligada, em controlada e em empreendimento controlado em conjunto CPC 19 (R2) Negócios em conjunto CPC 33 (R1) Benefícios a empregados CPC 36 (R3) Demonstrações consolidadas CPC 45 Divulgação de participações em outras entidades CPC 46 Mensuração do valor justo A Companhia não adotou de forma antecipada os referidos pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações em suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 31 de dezembro de A Administração, com base em análises preliminares realizadas até o presente momento, estima que a adoção dos CPCs 19 (R2) e 36 (R3) impactarão de forma significativa as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia em 2013, uma vez que certos investimentos em controladas com controle em conjunto deixarão de ser consolidados proporcionalmente e passarão a ser contabilizados pelo método de equivalência patrimonial. Conforme requerido pelo CPC 23 Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erros, em suas demonstrações financeiras consolidadas de 2013, a Companhia adotará os CPCs 19 (R2) e 36 (R3) de forma retrospectiva (ajustando os saldos comparativos de 2012) e a Administração, com base em análises preliminares realizadas até o presente momento, identifica abaixo a melhor estimativa dos possíveis impactos nos saldos apresentados de 2012.

15 2. Base de preparação das demonstrações financeiras--continuação f) Pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações aplicáveis para exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de Continuação Saldos Impacto da adoção Saldos após adoção apresentados do CPC 19 (R2) do CPC 19 (R2) em 2012 e CPC 36 (R3) e CPC 36 (R3) em 2012 Balanço patrimonial Ativo circulante ( ) Outros ativos não circulante (45.464) Investimentos Imobilizado e intangível (6.562) Total do ativo ( ) Passivo circulante (50.609) Passivo não circulante (52.789) Total do passivo ( ) Patrimônio líquido (37.208) Total do passivo e do patrimônio líquido ( ) Demonstração do resultado Receita operacional líquida (43.918) Custos operacionais (58.717) (25.713) (Despesas) / receitas operacionais (37.969) (29.297) Resultado de equivalência patrimônial Resultado financeiro (22.088) 394 (21.694) Imposto de renda e contribuição social (2.138) (940) Acionistas não controladores (218) Lucro líquido do exercício (38.817) - (38.817) Fluxo de caixa Atividades operacionais (91.379) (63.844) Atividades de investimento (859) (3) (862) Atividades de financiamento (73.611) Exceto quanto aos potenciais impactos advindos da adoção do CPC 19 (R2) e CPC 36 (R3) identificados acima, a Administração estima que a adoção dos demais pronunciamentos (novos ou revisados) e interpretações, não deverá impactar de forma significativa as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia de 2013.

16 3. Principais políticas contábeis As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações da Companhia e das seguintes controladas e controladas em conjunto, cuja participação percentual na data do balanço é assim resumida: Espírito Santo Primavera Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% Espírito Santo Itatiba Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% Espírito Santo Cachoeira Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% Espírito Santo Guarujá Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% Espírito Santo Indaiatuba Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% MTA Engenharia Ltda 50,00% 50,00% Parque Empresarial Campinas Incorporações Ltda 75,00% 75,00% Pedra Branca Empreendimentos Imobiliários S.A. 33,33% 33,33% Novo Rio Empreendimentos Imobiliários S.A. 50,00% 50,00% Espírito Santo Itatiba II Desenvolvimento Imobiliário Ltda 6,15% 0,06% Espírito Santo Itatiba III Desenvolvimento Imobiliário Ltda 49,23% 45,72% Espírito Santo Itatiba IV Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% LOGBRAS Participações e Desenvolvimento Logistico S.A. 49,45% 49,45% Sintra Empreendimentos Imobiliários Ltda 75,00% 75,00% Espírito Santo Sorocaba Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% Quintas da Baroneza Empreendimentos e Participações Ltda 75,00% 75,00% Terras de Bragança Participações 61,09% 61,09% MZM 10 Incorporadora Ltda 40,00% 40,00% Bascol Brasil - Incorporação Imobiliaria S.A. 41,18% 41,18% Bascol Brasil - Participações e Investimentos Imobiliarios Ltda 15,00% 15,00% Espírito Santo Asturias Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% ESPB 01 Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% ESPB 02 Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% ESPB 03 Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% ESPB 04 Desenvolvimento Imobiliário Ltda 100,00% 100,00% Cartagena Empreendimentos Imobiliarios Ltda 100,00% 0,00% Guaraiuva Empreendimentos Imobiliarios Ltda 100,00% 0,00% Sirmione Empreendimentos Imobiliarios Ltda 100,00% 0,00% Baeza Empreendimentos Imobiliarios Ltda 100,00% 0,00% Cainga Empreendimentos Imobiliarios Ltda 100,00% 0,00% ESPB Administração e Participações Ltda 100,00% 0,00%

17 3. Principais políticas contábeis--continuação a) Base de consolidação Bases de consolidação em controladas e controladas em conjunto As demonstrações financeiras consolidadas compreendem a Companhia, suas controladas e suas controladas em conjunto, criadas para o propósito específico de desenvolvimento do empreendimento imobiliário através de SPEs, foram preparadas de acordo com os seguintes principais critérios: (i) eliminação dos saldos entre as empresas objeto da consolidação; (ii) eliminação dos investimentos entre as empresas consolidadas contra o respectivo patrimônio líquido da empresa investida; (iii) eliminação das receitas e despesas decorrentes de negócios entre as empresas consolidadas; (iv) eliminação do lucro nos estoques, quando aplicável, oriundo de vendas entre as empresas consolidadas; e (v) cálculo de participação de acionistas minoritários no patrimônio líquido e no resultado consolidado, quando relevante. Para as controladas em conjunto mediante acordo de sócios, a consolidação incorpora as contas de ativos, passivos e resultados, proporcionalmente à respectiva participação da Companhia no seu capital social. Na consolidação proporcional foram eliminadas as parcelas correspondentes aos saldos proporcionais dos ativos e passivos, bem como as receitas e despesas decorrentes de transações entre as sociedades. Diferenças de práticas contábeis entre as controladas e a controladora, quando aplicável, são ajustadas às práticas contábeis da controladora, para fins de consolidação. Participação em empreendimentos em conjunto ( joint ventures ) A Companhia apresenta suas participações em entidades controladas em conjunto, nas suas demonstrações financeiras consolidadas, usando o método de consolidação proporcional, conforme mencionado no item anterior. As participações da Companhia nos ativos, passivos e resultados das controladas em conjunto são combinados com os correspondentes itens nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia linha a linha. Quando uma empresa da Companhia realiza transações com suas controladas em conjunto, os lucros e prejuízos resultantes das transações são reconhecidos nas demonstrações financeiras consolidadas, apenas na medida das participações da Companhia nas suas controladas em conjunto.

18 3. Principais políticas contábeis--continuação b) Apuração do resultado de incorporação imobiliária e venda de imóveis As receitas e os custos das vendas de imóveis obedecem aos procedimentos e normas estabelecidas pelas orientações OCPC-01 R1 e OCPC-04 e são registrados da seguinte forma: Vendas de imóveis concluídos - as receitas de vendas e os custos incorridos são apropriados no resultado no momento da assinatura do título translativo (instrumento público ou particular de compra e venda), independentemente do recebimento do valor contratado. Vendas de imóveis em construção - as receitas de vendas e os custos dos imóveis vendidos são apropriados no resultado, como segue: (i) as receitas de vendas são apropriadas ao resultado utilizando-se o método do percentual de conclusão de cada empreendimento, sendo esse percentual mensurado em razão do custo incorrido em relação ao custo total orçado dos respectivos empreendimentos; (ii) as receitas de vendas apuradas conforme o item (i), incluindo a atualização monetária, líquido das parcelas já recebidas, são contabilizadas como contas a receber, ou como adiantamentos de clientes, em função da relação entre as receitas contabilizadas e os valores recebidos; (iii) os custos de terrenos e de construção inerentes às respectivas incorporações são apropriados ao resultado utilizando-se o método do percentual de vendas de cada empreendimento, sendo esse percentual mensurado em razão da fração ideal das unidades vendidas dos respectivos empreendimentos. Receitas com serviços, demais receitas e despesas são apropriadas ao resultado do exercício de acordo com o regime de competência. As receitas de vendas e o contas a receber de clientes foram ajustados a valor presente em conformidade com a orientação OCPC-01 R1.

19 3. Principais políticas contábeis--continuação c) Estoques Incluem os imóveis em construção pelo custo incorrido durante a fase de construção dos empreendimentos, unidades concluídas e terrenos. Os saldos em aberto nas datas de encerramento dos exercícios não excedem os respectivos valores líquidos de realização. A Companhia e suas controladas adquirem parte dos terrenos através de operações, nas quais, em troca dos terrenos adquiridos, compromete-se a: i) entregar unidades imobiliárias de empreendimentos em construção; ou ii) entregar o percentual da parcela de contas a receber provenientes das vendas das unidades imobiliárias dos empreendimentos. De acordo com a orientação OCPC-01 R1, na existência de permutas de unidades imobiliárias que não tenham a mesma natureza e valor, esta é considerada uma transação com substância comercial e, portanto, gera ganho ou perda. A Companhia e suas controladas contabilizam a permuta pelo valor justo, como um componente de estoque de terrenos a comercializar, em contrapartida a obrigações por compra de imóveis no passivo, no momento da assinatura do instrumento particular ou do contrato relacionado à referida transação. Os juros dos empréstimos e financiamentos diretamente ligados aos empreendimentos imobiliários são capitalizados como custo dos imóveis a comercializar quando as atividades necessárias para preparar o imóvel para comercialização e/ou construção estão em progresso. Os juros capitalizados são apropriados ao resultado observando o mesmo critério adotado para reconhecimento dos custos das unidades vendidas. A classificação de terrenos entre circulante e não circulante é realizada pela Administração com base na expectativa de prazo do lançamento dos empreendimentos imobiliários. A Administração revisa periodicamente as estimativas de lançamentos.

20 3. Principais políticas contábeis--continuação d) Imobilizado É registrado pelo custo de aquisição, construção ou reavaliação, deduzidos da depreciação calculada pelo método linear, com base nas taxas mencionadas na nota 10. Em linha com a orientação do OCPC-01 R1, os gastos incorridos com a construção dos estandes de vendas, apartamentos-modelo e respectivas mobílias, passam a incorporar o ativo imobilizado da Companhia e de suas controladas e a depreciação está registrada no resultado do exercício na rubrica de despesas com vendas. As taxas de depreciação utilizadas pela Companhia e suas controladas refletem adequadamente a melhor estimativa de vida útil-econômica para os bens do ativo imobilizado. e) Intangível Os ativos intangíveis com vida útil definida são amortizados de acordo com sua vida útil econômica estimada e, quando são identificadas indicações de perda de seu valor recuperável, submetidos a teste para análise de perda no seu valor recuperável. Ativos intangíveis com vida útil indefinida são testados em relação à perda por redução ao valor recuperável anualmente em 31 de dezembro, individualmente ou no nível da unidade geradora de caixa, conforme o caso ou quando as circunstancias indicarem perda por desvalorização do valor contábil.

21 3. Principais políticas contábeis--continuação f) Avaliação do valor recuperável dos ativos No final de cada exercício, a Companhia revisa o valor contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis de vida útil definida para determinar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, se houver. Ativos com vida útil indefinida não são amortizados, mas são testados anualmente em relação a perdas por redução ao valor recuperável, individualmente ou no nível de unidade geradora de caixa. A avaliação de vida útil indefinida é revisada anualmente para determinar se esta avaliação continua a ser justificável. Caso contrário, a mudança na vida útil de indefinida para definida é feita de forma prospectiva. Quando não for possível estimar o montante recuperável de um ativo individualmente, a Companhia calcula o montante recuperável da unidade geradora de caixa à qual pertence o ativo. Quando uma base de alocação razoável e consistente pode ser identificada, os ativos corporativos também são alocados às unidades geradoras de caixa individuais ou ao menor grupo de unidades geradoras de caixa para o qual uma base de alocação razoável e consistente possa ser identificada. O montante recuperável é o maior valor entre o valor justo menos os custos na venda ou o valor em uso. Na avaliação do valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao valor presente pela taxa de desconto, antes dos impostos, que reflita uma avaliação atual de mercado do valor da moeda no tempo e dos riscos específicos do ativo para o qual a estimativa de fluxos de caixa futuros não foi ajustada. Se o montante recuperável de um ativo (ou unidade geradora de caixa) calculado for menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é reduzido ao seu valor recuperável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. Quando a perda por redução ao valor recuperável é revertida subsequentemente, ocorre o aumento do valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) para a estimativa revisada de seu valor recuperável, desde que não exceda o valor contábil que teria sido determinado caso nenhuma perda por redução ao valor recuperável tivesse sido reconhecida para o ativo (ou unidade geradora de caixa) em exercícios anteriores. A reversão da perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado.

22 3. Principais políticas contábeis--continuação g) Ajuste a valor presente de ativos e passivos Os saldos de contas a receber a prazo de unidades foram calculados considerando o prazo até a entrega das chaves dos imóveis comercializados, utilizando como base a taxa de juros para remuneração de títulos públicos, NTN-B - Nota do Tesouro Nacional, indexados pelo IPCA. A taxa utilizada pela Companhia é compatível com a natureza, o prazo e os riscos de transações similares em condições de mercado. O valor do ajuste a valor presente do contas a receber é registrado no resultado na rubrica receita de vendas, conforme a orientação do OCPC-01 R1. As reversões dos ajustes a valor presente de contas a receber foram apropriadas como receitas financeiras. h) Custo dos empréstimos Os juros dos empréstimos e financiamentos vinculados à execução de empreendimentos são capitalizados como custo dos imóveis em construção para posterior apropriação ao resultado, de acordo com o percentual de venda de cada empreendimento. i) Obrigações por compra de imóveis São demonstradas por obrigações contratualmente estabelecidas nas aquisições dos terrenos, acrescidas, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias, ajustadas a valor presente em conformidade com a orientação OCPC-01 R1. j) Obrigações por compras de terrenos As obrigações na aquisição de imóveis são reconhecidas pelos valores correspondentes às obrigações contratuais assumidas. Em seguida, são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos, quando aplicável, de encargos e juros proporcionais ao período incorrido até a data do balanço.

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