ENECONT GERSON STOCCO DE SIQUEIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ENECONT 2013. GERSON STOCCO DE SIQUEIRA gerson@gaiasilvagaede.com.br"

Transcrição

1 ENECONT 2013 GERSON STOCCO DE SIQUEIRA

2 RETENÇÃO DE TALENTOS - MERCADO CRESCIMENTO SIGNIFICATIVO DO NÚMERO DE PARTICIPANTES DE EMPRESAS EM INCENTIVOS DE LONGO PRAZO (ILP) VISÃO DE NEGÓCIO DO PRÓPRIO COLABORADOR QUE MAIS PREPARADO INTELECTURALMENTE SE AFASTA DA RELAÇÃO DO CONCEITO DE HIPOSSUFICIÊNCIA DO DIREITO DO TRABALHO

3 RETENÇÃO DE TALENTOS - MERCADO GESTÃO MAIS PROFISSIONAL, MESMO DAS EMPRESAS MENORES (INCLUSIVE PRESTADORES DE SERVIÇO), PERMITE OFERECER MECANISMOS QUE LEVA EM CONSIDERAÇÃO O COMPARTILHAMENTO DOS RISCOS PENSANDO EM CRIAR LIDERANÇAS E CONTINUIDADE, EMPRESAS REVISITAM SUAS ESTRATÉTÉGIAS DE REMUNERAÇÃO FIXA

4 Pesquisa sobre Remuneração de Executivos no Brasil

5 CONCEITOS STOCK OPTIONS: Os funcionários recebem opções de compra de ações da empresa no futuro. Se as ações valorizarem, eles podem exercer a opção, obtendo lucro. Se as ações desvalorizarem, eles não exercem as opções e não perdem nada. RESTRICTED STOCK: Compensação de remuneração oferecida pela empresa a funcionário sob a forma de ações da empresa. O empregado não recebe o estoque imediatamente, mas de acordo com plano de distribuição depois de atingir metas de desempenho requerido. Aqui o empregado, a rigor, fica com as ações. PERFORMANCE SHARE: Empresa oferece um lote de ações ligado a uma meta num certo período. Quando os objetivos são alcançados naquele prazo, os funcionários recebem em dinheiro o equivalente ao número de ações que tem e fica sem os papéis. BÔNUS DIFERIDO E BÔNUS DE LONGO PRAZO: BD são incentivos a ser pago no futuro, mas por resultados obtidos no momento. BLP são incentivos atrelados ao cumprimento de metas futuras. PHANTON SHARES: Esse modelo é quase sempre adotado por empresas de capital fechado ou por aquelas que não querem oferecer as ações negociadas em bolsa. Criam uma unidade de valor que poderá ser corrigida de acordo com diferentes indicadores de variação do crescimento da empresa: lucro, geração de riqueza, etc

6 Pesquisa sobre Remuneração de Executivos no Brasil

7 Pesquisa sobre Remuneração de Executivos no Brasil

8 Pesquisa sobre Remuneração de Executivos no Brasil

9 PRL PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGADOS NOS LUCROS Possibilidade Legal: Lei /2000 Requisitos e Critérios: Definição de Objetivos e Metas Alcançáveis; Negociação entre a empresa e seus empregados, mediante Comissão Paritária; Necessidade de Representante de Sindicado ou constar de Convenção ou Acordo Coletivo. Periodicidade do pagamento: No máximo uma vez a cada semestre. Forma de Pagamento: Normalmente em dinheiro, mas não tem objeção de ser paga em bens (inclusive quotas e ações). Benefícios Tributários: Não compõe o salário e não há contribuição previdenciária ou FGTS. O IRF é isento até o limite de R$ 6.000,00. Parcelas adicionais são tributadas de 7,5% até 27,5%, mas o cálculo é feito em separado dos demais rendimentos.

10 Stock Option Plans Previsão Legal Artigo 168, 3º, da Lei nº 6.404/76 Deliberação CVM nº 650/2010 e 695/2012 Instrução CVM nº 390/2003 Ofício Circular CVM/SNC/SEP nº 1/2007 Comitê de Pronunciamento Contábil - CPC 33 R1 e 10 R1

11 Stock Option Plans Defesa para não incidência previdenciária Operação Comercial Inexistência de caráter remuneratório Facultatividade (vontade do empregado) Risco para o empregado Indeterminação da Base de Cálculo Diretor Estatutário x CLT Opção na Controladora

12 Stock Option Plans Risco de incidência previdenciária A empresa concede desconto na contratação Estabelece prazo exíguo entre a contrato e a opção A empresa financia a compra para o empregado A empresa reembolsa a perda sofrida na venda do papel PERDE A NATUREZA COMERCIAL RISCO INERENTE

13 Stock Option Plans Decisões do CARF no campo previdenciário Duas únicas decisões Contrárias aos contribuintes Todas através de voto de qualidade Situações muito específicas 1ª Turma da 3ª Câmara Processo nº / ª Turma da 4ª Câmara Processo nº /

14 Hiring Bonus Luvas ou Bônus de Contratação Incentivar o funcionário a tomar a decisão de deixar a empresa onde trabalha Indenizar o funcionário por ter deixado seu antigo posto de trabalho Indenizar a perda do PLR a que teria direito na antiga empresa Indenizar a perda na área de previdência complementar

15 Hiring Bonus Não incidência previdenciária Natureza indenizatória e não remuneratória O pagamento é efetuado antes do início das atividades laborais Ausência de habitualidade Atrelado à entrada do profissional na empresa, e não ao período trabalhado ou à performance/rendimento do seu trabalho Acórdão nº , Sessão de 20/09/2012 do CARF e TST Recurso de Revista 907/ pela não incidência previdenciária e vínculo trabalhista. (Outro caso recente no Carf: BTG: 1ª Turma da 3ª Câmara da 2ª Seção)

16 Retainer Fee Bônus de Retenção Objetivo Incentivar a permanência do profissional na empresa retenção de talentos Incidência da contribuição previdenciária? Possível incidência pela caracterização da natureza remuneratória (Acórdão CARF , Sessão de ) Possível elisão da contribuição previdenciária Firmar contrato expresso Inserir Cláusula de permanência do trabalhador na companhia Inserir Imposição de penalidades Não habitualidade

17 Indenização por Quarentena Objetivo Evitar concorrência Indenização pelo consequente afastamento do trabalhador do mercado de trabalho em período pré determinado Assegurar que informações a que determinado colaborador teve acesso, tidas como confidenciais, não sejam indevidamente expostas

18 Indenização por Quarentena Não incidência previdenciária Não há mais vínculo trabalhista entre o empregado e o empregador, porque deve ser paga depois da saída Não há prestação de um serviço, tampouco tempo à disposição do empregador Ausência de habitualidade Analogia com os precedentes do Aviso Prévio Indenizado: AgRg no Resp nº e , Resp nº e

19 Participação no Capital nas sociedade de serviços Objetivo Ganhos Incentivar o colaborador a participar do negócio com a responsabilidade de um sócio. Não incidência da contribuição previdenciária e FGTS sobre a parcela dos lucros distribuídos. Incidência previdência de 20% somente sobre o pro-labore. Não incidência do IR sobre os lucros recebidos.

20 Participação no Capital nas sociedade de serviços Possibilidade Jurídica Cuidados Previsão de pagamento de lucros de modo desproporcional ao capital social - Necessidade de cláusula específica no contrato social (art. 1007, do C.C) Não pagamento de valor fixo mensal como lucros. Pagamento fixo é pro-labore (ou salário!!) Não imposição de jornada de trabalho. Subordinação a órgãos de gestão da sociedade (diretorias, comitês), mas não hierárquica típica de patrão para empregado. Os sócios devem comprar a participação societária, ainda que o pagamento seja em parcelas, com o próprio lucro. (ver exemplo: Acórdão do TST-SP AIRR nº )

21 CUIDADOS GERAIS PARA EVITAR VÍNCULO EMPREGATÍCIO OU INTEGRAÇÃO À REMUNERAÇÃO Sócios assinam propostas; empregados, normalmente não! Sócios não tem férias com 1/3 a mais! Os lucros são societários e devem ser comprovados pelo Balanço, ainda que se sejam feitas antecipações. Sócios não estão situados em nenhuma categoria de cargos e salários. Remuneração fixa é salário.

22 OBRIGADO! GERSON STOCCO DE SIQUEIRA

Entendimento do CARF sobre a Incidência da Contribuição Previdenciária

Entendimento do CARF sobre a Incidência da Contribuição Previdenciária Lucros distribuídos pelas sociedades, Stock options plan, bônus de retenção e indenização por quarentena Entendimento do CARF sobre a Incidência da Contribuição Previdenciária Lucros Distribuídos pelas

Leia mais

Tributação nos Planos de Participação nos Lucros e Resultados, Stock Options, Hiring e Retainer Fee. Elidie Palma Bifano

Tributação nos Planos de Participação nos Lucros e Resultados, Stock Options, Hiring e Retainer Fee. Elidie Palma Bifano Tributação nos Planos de Participação nos Lucros e Resultados, Stock Options, Hiring e Retainer Fee Elidie Palma Bifano Conceitos necessários Contrapartida ao trabalho ou esforço humano: salário, objeto

Leia mais

STOCK OPTION PLANS. Maio de 2015

STOCK OPTION PLANS. Maio de 2015 STOCK OPTION PLANS Maio de 2015 CONCEITO E OBJETIVO: Opção de compra ou subscrição de ações: Outorga de opções de compra ou subscrição de ações de acordo com critérios pré-estabelecidos; e ganho financeiro

Leia mais

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP PLR: pressupostos para caracterização conforme jurisprudência do CARF e a tributação dos planos de stock option Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP A TRIBUTAÇÃO DOS PLANOS DE STOCK OPTION Hipótese

Leia mais

Título: Tributação nos Planos de Participação nos Lucros e Resultados, Stock Option, Hiring Bônus, Retainer Fee OSWALDO OTHON DE PONTES SARAIVA FILHO

Título: Tributação nos Planos de Participação nos Lucros e Resultados, Stock Option, Hiring Bônus, Retainer Fee OSWALDO OTHON DE PONTES SARAIVA FILHO Título: Tributação nos Planos de Participação nos Lucros e Resultados, Stock Option, Hiring Bônus, Retainer Fee OSWALDO OTHON DE PONTES SARAIVA FILHO A Regra é a incidência do IR e das contribuições para

Leia mais

Stock Optionse HiringBonus: sua tributação e a incidência de contribuições da seguridade social. Carla de Lourdes Gonçalves Mestre e doutora PUC/SP

Stock Optionse HiringBonus: sua tributação e a incidência de contribuições da seguridade social. Carla de Lourdes Gonçalves Mestre e doutora PUC/SP Stock Optionse HiringBonus: sua tributação e a incidência de contribuições da seguridade social Carla de Lourdes Gonçalves Mestre e doutora PUC/SP CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 195. A seguridade social será

Leia mais

Programa de Participação dos Empregados em Lucros ou Resultados

Programa de Participação dos Empregados em Lucros ou Resultados Programa de Participação dos Empregados em Lucros ou Resultados Não integram o salário-de-contribuição para os fins desta Lei, exclusivamente: (...) j) a participação nos lucros ou resultados da empresa,

Leia mais

STOCK OPTIONS E DE HIRING BONUS

STOCK OPTIONS E DE HIRING BONUS SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE DIREITO TRIBUTÁRIO A QUESTÃO DA INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS SOBRE PARCELAS PAGAS A TÍTULO DE STOCK OPTIONS E DE HIRING BONUS NCEO RELEVÂNCIA ECONÔMICA DO TEMA

Leia mais

NO RADAR DA FISCALIZAÇÃO

NO RADAR DA FISCALIZAÇÃO Agosto / 2012 NO RADAR DA FISCALIZAÇÃO Fiscalização nas Pessoas Físicas: por que? Em manifestações recentes o Subsecretário de Fiscalização da Receita Federal declarou que dentre as operações prioritárias

Leia mais

Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo e Região

Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo e Região 1 Entidades proponentes: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté Sindicato dos Químicos e Plásticos

Leia mais

Planos de Opções de Compra de Ações Aspectos Tributários

Planos de Opções de Compra de Ações Aspectos Tributários Planos de Opções de Compra de Ações Aspectos Tributários Alessandro Amadeu da Fonseca ASPECTOS PREVIDENCIÁRIOS E TRIBUTÁRIOS ANTES DA EFICÁCIA DA LEI Nº 12.973/14 Aspectos Tributários e Previdenciários

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Durante o ano de 2014 contribuí para a Previdência Social como autônoma. Como devo fazer para deduzir esses valores? Qual campo preencher? Se pedirem CNPJ, qual devo

Leia mais

ASSOCIADO SÓCIO DE SERVIÇO 20.05.2011

ASSOCIADO SÓCIO DE SERVIÇO 20.05.2011 IMPOSTO DE RENDA e INSS: ASSOCIADO SÓCIO DE SERVIÇO IMPOSTO SOBRE SERVIÇO ISS José Henrique Longo 20.05.2011 IMPOSTO DE RENDA e INSS: ASSOCIADO SÓCIO DE SERVIÇO Associado Regulamento do Estatuto da OAB

Leia mais

INSS/FGTS/IRRF - TABELA DE INCIDÊNCIAS Tabela de incidências

INSS/FGTS/IRRF - TABELA DE INCIDÊNCIAS Tabela de incidências INSS/FGTS/IRRF - TABELA DE INCIDÊNCIAS Tabela de incidências Evento Descrição INSS FGTS IRRF Abonos de qualquer natureza Acidente de Trabalho - Típico - Trajeto - Doença Laboral Acidente de Trabalho -

Leia mais

2. Acerca do conteúdo das Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA.

2. Acerca do conteúdo das Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. 1. Considerando os conceitos de passivos e provisões, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Provisões são passivos com prazo ou valor incertos.

Leia mais

ANEXO - CAPÍTULO III - Modelo de Publicação BALANÇO PATRIMONIAL - ATIVO

ANEXO - CAPÍTULO III - Modelo de Publicação BALANÇO PATRIMONIAL - ATIVO BALANÇO PATRIMONIAL - ATIVO 200Y 200X ATIVO Contas ATIVO CIRCULANTE 12 Disponível 121 Realizável 122+123+124+125+126+127+128+129 Aplicações Financeiras 122 Aplicações Vinculadas a Provisões Técnicas 1221

Leia mais

INSS/FGTS/IRRF TABELA DE INCIDÊNCIAS

INSS/FGTS/IRRF TABELA DE INCIDÊNCIAS INSS/FGTS/IRRF TABELA DE INCIDÊNCIAS Abonos de qualquer natureza Evento Descrição INSS FGTS IRRF Acidente de Trabalho - Típico - Trajeto - Doença Laboral Acidente de Trabalho - Típico - Trajeto - Doença

Leia mais

A Questão da Incidência de Contribuições Previdenciárias sobre Parcelas Pagas a Título de Stock Options e de Hiring Bonus.

A Questão da Incidência de Contribuições Previdenciárias sobre Parcelas Pagas a Título de Stock Options e de Hiring Bonus. A Questão da Incidência de Contribuições Previdenciárias sobre Parcelas Pagas a Título de Stock Options e de Hiring Bonus Elias Freire REMUNERAÇÃO O legislador elegeu a remuneração como elemento nuclear

Leia mais

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da CLT Abono pecuniário de férias Arts. 28, 9º, e, 6

Leia mais

Gestão estratégica de PJs e autônomos em empresas de TI

Gestão estratégica de PJs e autônomos em empresas de TI Gestão estratégica de PJs e autônomos em empresas de TI 2009 Renato da Veiga Advogados Titular: Renato da Veiga OAB/RS 24.681 Especialidades: Direito da Informática e Tecnologia Início das atividades:1987

Leia mais

1ª REUNIÃO DA APET EM 2014

1ª REUNIÃO DA APET EM 2014 1ª REUNIÃO DA APET EM 2014 Data 29/04/2014 Tema: Participação nos lucros e resultados e as recentes decisões do CARF. Palestrante: Thiago Taborda Simões Doutorando em direito tributário pela PUC/SP. Mestre

Leia mais

Expatriados. Como lidar com os aspectos fiscais. Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci

Expatriados. Como lidar com os aspectos fiscais. Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci Expatriados Como lidar com os aspectos fiscais Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci 1 Residência Fiscal 2 Caracterização de Residência Fiscal Art. 2

Leia mais

Gestão de contratos de limpeza e vigilância. Práticas realizadas no Ministério da Integração Nacional

Gestão de contratos de limpeza e vigilância. Práticas realizadas no Ministério da Integração Nacional Gestão de contratos de limpeza e vigilância Práticas realizadas no Ministério da Integração Nacional Gestão de contratos de limpeza Palestrantes: e vigilância Ana Lilia Lima dos Santos Chefe da Divisão

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias Avaliação de Investimentos em Participações Societárias CONTABILIDADE AVANÇADA I 7º Termo de Ciências Contábeis Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Regulamentação do Método da Equivalência Patrimonial

Leia mais

Multas e pagamentos baseados em ações

Multas e pagamentos baseados em ações Multas e pagamentos baseados em ações Multas relativas à ECF / LALUR 2 Multas ECF é o LALUR (art. 180, parágrafo 3º, da IN RFB 1.515). Não apresentação ou apresentação em atraso do LALUR (art. 8º-A do

Leia mais

ABVCAP. Política de Recursos Humanos. Remuneração de Executivos nas Empresas Investidas. 8 de agosto de 2012

ABVCAP. Política de Recursos Humanos. Remuneração de Executivos nas Empresas Investidas. 8 de agosto de 2012 ABVCAP Política de Recursos Humanos Remuneração de Executivos nas Empresas Investidas 8 de agosto de 2012 1 Crescimento da Indústria de Private Equity no Brasil Captação e Investimentos (US$m) 1º Q Fonte:

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS Data Vencimento 07 Obrigação Salário Mensal Fato Gerador e Fundamento Legal Pagamento mensal da remuneração. (ver nota 1) Salário-Mínimo Valor atual de R$ 788,00 - Decreto nº 8.381/14. Pró-labore Código

Leia mais

Carlos Roberto Occaso Subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil

Carlos Roberto Occaso Subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil Ofício nº. 071/2014 PRE Brasília, 29 de maio de 2014. Ilmo. Sr. Carlos Roberto Occaso Subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil Marcelo de Melo Souza Subsecretário de Gestão

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO. PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO. PISO SALARIAL inglês.espanhol Acordo Coletivo de Trabalho, com vigência entre 02/05/2014 a 31/04/2015, que entre si fazem o Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar do Estado do Rio de Janeiro, com sede à Rua

Leia mais

GESTÃO DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO NO BRASIL

GESTÃO DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO NO BRASIL GESTÃO DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO NO BRASIL Versão Resumida Práticas de gestão e contabilização de planos de stock options e outros tipos de ILP - Incentivos de Longo Prazo Pesquisa PRIS 2014 www.pris.com.br

Leia mais

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL (EI) 1ª Parte

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL (EI) 1ª Parte EMPREENDEDOR INDIVIDUAL (EI) 1ª Parte É o empresário individual (sem sócio) que aufere receita bruta anual de até R$ 60.000,00 (Média de R$ 5 mil/mês); Não participe de outra empresa (titular, sócio ou

Leia mais

Tabela de incidência Tributária

Tabela de incidência Tributária Tabela de incidência Tributária INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da CLT Abono pecuniário de férias Não. Arts. 28, 9º, e,

Leia mais

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da CLT Abono pecuniário de férias Arts. 28, 9º, e, 6

Leia mais

Remuneração estratégica e benefícios

Remuneração estratégica e benefícios agenda 4ª Edição Remuneração estratégica e benefícios Aplicação das melhores práticas e políticas de remuneração, benefícios e programas motivacionais. A importância de um programa de remuneração e benefícios

Leia mais

Programas de Participação nos Lucros ou Resultados da ECT 2013/2014/2015

Programas de Participação nos Lucros ou Resultados da ECT 2013/2014/2015 ACORDO DE PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS DA ECT RELATIVOS À 2013, 2014 e 2015 Empresa: Representantes dos Empregados: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS, entidade pública federal da Administração

Leia mais

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso

CONTRATO DE TRABALHO. Empregado Preso CONTRATO DE TRABALHO Empregado Preso Muitas dúvidas surgem quando o empregador toma conhecimento que seu empregado encontra-se preso. As dúvidas mais comuns são no sentido de como ficará o contrato de

Leia mais

Remuneração de Sócios e Advogados. Lara Selem

Remuneração de Sócios e Advogados. Lara Selem Remuneração de Sócios e Advogados Lara Selem Lara Selem Advogada, Escritora e Consultora em Gestão de Serviços Jurídicos. Executive MBA pela B-W College (EUA), especialista em Gestão de Serviços Jurídicos

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão do Recibo Pagamento de Autônomo (RPA)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão do Recibo Pagamento de Autônomo (RPA) 30/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Lei Complementar nº 87 de 13 de setembro de 1996.... 4 3.2 Convênio ICMS

Leia mais

IRPF 2015 Imposto de Renda Pessoa Física

IRPF 2015 Imposto de Renda Pessoa Física CIRCULAR Nº 13/2015 São Paulo, 23 de Fevereiro de 2015. IRPF 2015 Imposto de Renda Pessoa Física Ano-Base 2014 Prezado cliente, No dia 03 de fevereiro de 2015 a Receita Federal publicou a Instrução Normativa

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Tipo M - Mudança de regime juridico estatutario

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Tipo M - Mudança de regime juridico estatutario 16/10/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 6 5. Informações Complementares... 7 6. Referências... 7 7.

Leia mais

COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE

COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE Ano Calendário/ 2010 Quer entender um pouco mais sobre este documento? Conheça as informações que devem constar em cada quadro

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

REDUÇÃO DOS ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS NOVAS TESES

REDUÇÃO DOS ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS NOVAS TESES REDUÇÃO DOS ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS NOVAS TESES INCIDÊNCIAS SOBRE A FOLHA-DE-SALÁRIOS EMPRESAS DE LIMPEZA (CNAE 81.21-4-00 + 81.29-0-00) (FPAS 515) 20% - COTA PATRONAL 3,0% - SAT 5,8% - ENTIDADES TERCEIRAS

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da Abono pecuniário de férias Não. Arts. 28, 9º, e,

Leia mais

Tributação em planos de benefício previdenciário

Tributação em planos de benefício previdenciário Tributação em planos de benefício previdenciário Julia Menezes Nogueira Mestre e Doutora PUC/SP Lei 11.053/04 2014 10 anos da lei (conversão da MP 209/04) Tributação regressiva Isenção de IR na fase de

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal 03/02/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão...

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

EDITAL - BOLSA DE ESTUDO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR

EDITAL - BOLSA DE ESTUDO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR EDITAL - BOLSA DE ESTUDO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR Inscrições disponíveis no site da Prefeitura Municipal de Joinville Entrega de formulário preenchido e documentação exigida: Servidores Lotados nas demais

Leia mais

Contratualização de Serviços de Saúde. Gestão de Contratos

Contratualização de Serviços de Saúde. Gestão de Contratos Contratualização de Serviços de Saúde Gestão de Contratos C0NTROLE DA ADMISTRAÇÃO PÚBLICA O CONTROLE CONSTITUI PODER-DEVER DOS ÓRGÃOS A QUE A LEI ATRIBUI ESSA FUNÇÃO, PRECISAMENTE PELA SUA FINALIDADE CORRETIVA;

Leia mais

Programas de Participação nos Lucros ou Resultados da ECT 2013/2014/2015

Programas de Participação nos Lucros ou Resultados da ECT 2013/2014/2015 Clausula 01 - PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS - PLR 2013 A ECT assegura aos seus empregados o pagamento de Participação nos Lucros ou Resultados PLR, referente ao exercício de 2013, como incentivo

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo do Imposto de Renda na Fonte sobre o complemento de 13º Salário

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo do Imposto de Renda na Fonte sobre o complemento de 13º Salário complemento de 13º Salário 01/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão... 5 5. Informações Complementares...

Leia mais

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB AULA 10: Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB Amparo legal: art. 7º, II da CRFB. * urbanos e rurais: Lei nº 7.998/90, Lei nº 8.900/94 e Resolução do CODEFAT 467/05. * domésticos: artigo 6º-A da Lei

Leia mais

MARISOL S.A. Companhia Aberta - CVM n 8486 CNPJ n 84.429.752/0001-62 NIRE 42300009351 REGULAMENTO DO PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

MARISOL S.A. Companhia Aberta - CVM n 8486 CNPJ n 84.429.752/0001-62 NIRE 42300009351 REGULAMENTO DO PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES MARISOL S.A. Companhia Aberta - CVM n 8486 CNPJ n 84.429.752/0001-62 NIRE 42300009351 REGULAMENTO DO PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES O presente Regulamento estabelece as regras relativas ao Plano de

Leia mais

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01)

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) HOMOLOGNET Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) Portaria Nº 1.620, de 14/07/2010: Institui o sistema Homolognet; Portaria Nº 1.621, de 14/07/2010: Aprova modelos de TRCT e Termos de Homologação; Instrução

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização São Paulo, 28 de Abril de 2015 Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização Objetivos da Terceirização Aumentar a produtividade e reduzir custos. Aumento de qualidade em razão da especialização das empresas

Leia mais

AGENDA T R A B A L H I S T A E P R E V I D E N C I Á R I A

AGENDA T R A B A L H I S T A E P R E V I D E N C I Á R I A AGENDA T R A B A L H I S T A E P R E V I D E N C I Á R I A JANEIRO / 2015 D S T Q Q S S 01 02 03 04 05 06 07 07 08 09 09 10 11 12 13 14 15 15 16 17 18 19 20 20 21 22 23 23 24 25 26 27 28 29 31 31-1 - AGENDA

Leia mais

INFORMATIVO GFIP/SEFIP

INFORMATIVO GFIP/SEFIP PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS Diretoria de Receitas Previdenciárias DIREP Coordenação Geral de Arrecadação CGA Divisão de Declarações INFORMATIVO GFIP/SEFIP Nº 003 SALÁRIO-MATERNIDADE

Leia mais

Desenvolvendo e avaliando programas de incentivos de remuneração de curto prazo

Desenvolvendo e avaliando programas de incentivos de remuneração de curto prazo Desenvolvendo e avaliando programas de incentivos de remuneração de curto prazo Com a competição por talentos e a cobrança maior por resultados financeiros, as empresas vem procurando criar ou alterar

Leia mais

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE

CLÁUSULA TERCEIRA VALE TRANSPORTE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 PELO PRESENTE INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DE UM LADO O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE RÁDIODIFUSÃO DO ESTADO DO PARANÁ, A SEGUIR DENOMINADO

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10. Pagamento Baseado em Ações

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10. Pagamento Baseado em Ações COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 10 Pagamento Baseado em Ações Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 2 Descrição Item Objetivo 1 Escopo 2 6 Reconhecimento

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

Para acessar diretamente o texto referente a cada um desses temas, clique: Contribuições Previdenciárias Planos stock option - Remuneração

Para acessar diretamente o texto referente a cada um desses temas, clique: Contribuições Previdenciárias Planos stock option - Remuneração Prezados Leitores: A publicação Nota Tributária # Conselho Administrativo de Recursos Fiscais tem por objetivo atualizar nossos clientes e demais interessados sobre os principais assuntos que estão sendo

Leia mais

PROJETO IN$TRUIR - 2014

PROJETO IN$TRUIR - 2014 PROJETO IN$TRUIR - 2014 DÚVIDAS ESCLARECIMENTOS Impostos incidentes sobre a emissão da NF para os convênios Pagamentos dos médicos associados à clínica. Alteração no relatório DMED. (Declaração de Serviços

Leia mais

MANUAL DO APOSENTADO E PENSIONISTA PLANO SGC PREV PLANO DE BENEFÍCIOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DA SOCIEDADE GOIANA DE CULTURA

MANUAL DO APOSENTADO E PENSIONISTA PLANO SGC PREV PLANO DE BENEFÍCIOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DA SOCIEDADE GOIANA DE CULTURA MANUAL DO APOSENTADO E PENSIONISTA PLANO SGC PREV PLANO DE BENEFÍCIOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DA SOCIEDADE GOIANA DE CULTURA SUMÁRIO Qual é o significado de aposentado e pensionista?...3 Quando é realizado

Leia mais

IRPF 2012 Imposto de Renda Pessoa Física

IRPF 2012 Imposto de Renda Pessoa Física CIRCULAR Nº 09/2012 São Paulo, 10 de Fevereiro de 2012. IRPF 2012 Imposto de Renda Pessoa Física Ano-Base 2011 Prezado cliente, No dia 06 de Fevereiro de 2012 a Receita Federal publicou a Instrução Normativa

Leia mais

13. REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES

13. REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF Nº 73.178.600/0001-18 Rua Professor Manoelito de Ornellas, 303, 7º andar, cj.71, Chácara Santo Antonio CEP 04719-917, São Paulo - SP 13.

Leia mais

RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA FÍSICA E DO EXTERIOR PELOS DEPENDENTES

RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA FÍSICA E DO EXTERIOR PELOS DEPENDENTES IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE Nome: ESMERALDA ROCHA Data de Nascimento: 19/02/1964 Título Eleitoral: 0153835060116 Houve mudança de endereço? Sim Um dos declarantes é pessoa com doença grave ou portadora

Leia mais

Faz parte de um grupo empresarial nacional voltado para a prestação de serviços às empresas privadas e públicas.

Faz parte de um grupo empresarial nacional voltado para a prestação de serviços às empresas privadas e públicas. A NK Assessoria Contábil e Fiscal Ltda. Faz parte de um grupo empresarial nacional voltado para a prestação de serviços às empresas privadas e públicas. Nossa organização iniciou suas atividades em 1977,

Leia mais

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI COMENTÁRIOS AO ACÓRDÃO DO STJ RESP 1322945

EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI COMENTÁRIOS AO ACÓRDÃO DO STJ RESP 1322945 EDUARDO RAFAEL WICHINHEVSKI COMENTÁRIOS AO ACÓRDÃO DO STJ RESP 1322945 CURITIBA 2013 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 DISCUSSÃO ANALISADA NO RECURSO ESPECIAL NÚMERO 1.322.945-DF.. 4 3 NÃO INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÃO

Leia mais

TREINAMENTO: DEPARTAMENTO PESSOAL COMPLETO-ATENÇÃO AS RECENTES ALTERAÇÕES

TREINAMENTO: DEPARTAMENTO PESSOAL COMPLETO-ATENÇÃO AS RECENTES ALTERAÇÕES TREINAMENTO: DEPARTAMENTO PESSOAL COMPLETO-ATENÇÃO AS RECENTES ALTERAÇÕES PROGRAMA Módulo I - Processo Admissional Providências da Empresa, Documentação Exigida, Exame Médico na Admissão, CAGED, Registro

Leia mais

FAQ - PERGUNTAS E RESPOSTAS

FAQ - PERGUNTAS E RESPOSTAS FAQ - PERGUNTAS E RESPOSTAS ESCRITA FISCAL A nota eletrônica é melhor do que a nota em papel? Sim a nota eletrônica não possui custo para emissão, necessitando apenas de um computador, um certificado digital

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO NO BRASIL:

TERCEIRIZAÇÃO NO BRASIL: TERCEIRIZAÇÃO NO BRASIL: Qual trabalho para o desenvolvimento sustentável Painel: A Evolução da Terceirização no Brasil e no Mundo Seminário Terceirização, Evolução e Marco Legal Valor Econômico Artur

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Remuneração in natura - Cesta Básica 25/08/15

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Remuneração in natura - Cesta Básica 25/08/15 Parecer Consultoria Tributária Segmentos Remuneração in natura - Cesta Básica 25/08/15 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Remuneração, Incentivos e Benefícios Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame Visão do Futuro

Remuneração, Incentivos e Benefícios Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame Visão do Futuro Remuneração, Incentivos e Benefícios Profª Ma. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame Visão do Futuro A Empresa será reconhecida como uma organização comprometida com a valorização do homem O Significado dos

Leia mais

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Há vários tipos de estruturas societárias possíveis; Análise da realidade de cada empresa; Objetivos dos

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DAS EMPRESAS NA. Formas de Redução Marco Aurélio Carvalho Gomes

TRIBUTAÇÃO DAS EMPRESAS NA. Formas de Redução Marco Aurélio Carvalho Gomes TRIBUTAÇÃO DAS EMPRESAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Formas de Redução Marco Aurélio Carvalho Gomes I Da Exclusão do ISSQN da Base de Cálculo do PIS/COFINS Conforme prescrito nas Leis Complementares nº`s 07/70

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR

DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2015 DETALHES A OBSERVAR Muito embora não seja uma novidade, já que a maioria das pessoas estejam obrigadas a entregar a Declaração de Imposto de Renda, trazemos aqui alguns

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

Intercâmbio Nova Sistemática de Contabilização

Intercâmbio Nova Sistemática de Contabilização Nova Sistemática de Contabilização Impactos financeiros, contábeis, operacionais e fiscais Lycia Braz Moreira (lycia@fblaw.com.br) Assessoria Jurídica Unimed Federação Rio Definição O que é Intercâmbio?

Leia mais

Filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;

Filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; O que é a Dirf? A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Dirf é a declaração feita pela fonte pagadora, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita Federal do Brasil os rendimentos

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014

DELIBERAÇÃO CVM Nº 728, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014 Aprova o Documento de Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº 06 referente aos Pronunciamentos CPC 04, CPC 05, CPC 10, CPC 15, CPC 22, CPC 25, CPC 26, CPC 27, CPC 28, CPC 33, CPC 38, CPC 39 e CPC 46 emitidos

Leia mais

expert PDF Trial PMEs: Contabilização da Folha de Pagamento Agosto 2014 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

expert PDF Trial PMEs: Contabilização da Folha de Pagamento Agosto 2014 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

Pesquisa Salarial - Presidentes e Diretores Executivos Brasil 2015. www.pageexecutive.com

Pesquisa Salarial - Presidentes e Diretores Executivos Brasil 2015. www.pageexecutive.com Pesquisa Salarial Presidentes e Diretores Executivos Brasil 2015 1 Índice Apresentação Metodologia Destaques Benefícios Outros Benefícios Forma de contratação Seguro D&O Presidente Diretor Financeiro Diretor

Leia mais

COMO SÃO DEFINIDOS OS 2. NOSSOS SALÁRIOS

COMO SÃO DEFINIDOS OS 2. NOSSOS SALÁRIOS COMO SÃO DEFINIDOS OS 2. NOSSOS SALÁRIOS Fazendo uma analogia, podemos afirmar que salário é um preço pago pelo trabalho realizado, assim como se paga um preço por qualquer mercadoria na praça. A força

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Câmara de Com. Ind. Japonesa do Brasil. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta - CPRB: Principais Aspectos da IN RFB 1.

Câmara de Com. Ind. Japonesa do Brasil. Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta - CPRB: Principais Aspectos da IN RFB 1. Câmara de Com. Ind. Japonesa do Brasil Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta - CPRB: Principais Aspectos da IN RFB 1.436/13 Reunião Mensal de 23 de janeiro de 2014 Programa: 1. Introdução;

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL RIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL RIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁ RIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE

Leia mais

Proposta da Administração

Proposta da Administração COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS CEDAE CNPJ: 33.352.394/0001-04 Sumário EM SEDE DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA: Eleição de Membro do Conselho de Administração... 3 Fixação da remuneração do membro

Leia mais

AÇÕES COLETIVAS PREVIDENCIÁRIAS SINPRO/RS. a) Repetição de Indébito incidência de contribuição previdenciária em verba indenizatória

AÇÕES COLETIVAS PREVIDENCIÁRIAS SINPRO/RS. a) Repetição de Indébito incidência de contribuição previdenciária em verba indenizatória AÇÕES COLETIVAS PREVIDENCIÁRIAS SINPRO/RS a) Repetição de Indébito incidência de contribuição previdenciária em verba indenizatória A contribuição previdenciária só incide sobre o salário (espécie) e não

Leia mais

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS 11 MODELO DE PLANO DE CONTAS Apresentamos a seguir uma sugestão de plano de contas, para as empresas de construção civil, utilizável também por aquelas que trabalham com obras por empreitada MODELO DE

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ PÁGINA: 1 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO - 2005 ANEXO 14 ATIVO ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL 450.323.096,72 CAIXA 47.294,31 BANCOS CONTA MOVIMENTO 210.194.091,20

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte BALANÇO PATRIMONIAL 1. CRITÉRIO DE DISPOSIÇÃO DAS CONTAS NO ATIVO E NO PASSIVO (ART. 178 DA LEI 6.404/76): a. No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos

Leia mais