CVM convoca audiência pública para revisão de pronunciamentos contábeis

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1 CVM convoca audiência pública para revisão de pronunciamentos contábeis 02 CVM, Receita Federal do Brasil e BM&FBOVESPA lançam ferramenta que visa agilizar o atendimento a investidores estrangeiros 02 CVM busca convergir com parâmetros internacionais as normas contábeis aplicáveis a fundos de investimentos 03 CVM promove ajustes na Instrução CVM nº 555, que dispõe sobre fundos de investimento e edita o ofício-circular nº 1/2015/SIN/CVM 04 Instruções CVM nº 554 e nº 555 têm sua entrada em vigor adiada 04 Lei da Arbitragem (Lei nº 9.307/96) é reformada 05 CVM edita instrução alterando as normas para operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria A 07 Sócio do Moreira Menezes, Martins, Miranda Advogados é convidado para integrar a Comissão de Juristas da Câmara dos Deputados que examina o projeto de Código Comercial Brasileiro 07 Jurisprudência 08

2 CVM CONVOCA AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA REVISÃO DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS Em , a Comissão de Valores Mobiliários CVM divulgou o Edital de Audiência Pública SNC nº 01/2015 Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº 08 do CPC ( Edital SNC nº 01/2015 ), que tem por objetivo analisar minuta de Deliberação que revisará os procedimentos contábeis brasileiros para alinhá-los com as alterações realizadas pelo International Accounting Standards Board IASB. São propostas mudanças nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC relacionadas, direta ou indiretamente, aos seguintes aspectos: (i) contabilização de plantas portadoras, de aquisições de participação em operações conjuntas, e de venda ou contribuição de ativos entre investidor e coligada ou empreendimento controlado em conjunto; (ii) esclarecimentos sobre métodos de depreciação e amortização; (iii) revisão anual do IASB, ciclo ; (iv) aplicação de exceção na consolidação de entidades de investimento; e (v) aplicação prática do conceito de materialidade/relevância. Serão alterados os seguintes Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC: CPC 01 (R1), CPC 04 (R1), CPC 06 (R1), CPC 18 (R2), CPC 19 (R2), CPC 20 (R1), CPC 21 (R1), CPC 22, CPC 26 (R1), CPC 27, CPC 28, CPC 29, CPC 31, CPC 33 (R1), CPC 36 (R3), CPC 37 (R1), CPC 40 (R1) e CPC 45. Caso aprovadas, as propostas de mudanças serão aplicadas aos exercícios sociais anuais que se iniciarem a partir de 1º de janeiro de Maiores informações, bem como a íntegra do Edital SNC nº 01/2015, estão disponíveis no sítio da CVM na rede mundial de computadores <http://www.cvm.gov.br>. CVM, RECEITA FEDERAL DO BRASIL E BM&FBOVESPA LANÇAM FERRAMENTA QUE VISA AGILIZAR O ATENDIMENTO A INVESTIDORES ESTRANGEIROS A Comissão de Valores Mobiliários CVM, a Receita Federal do Brasil ( RFB ) e a BM&FBovespa disponibilizaram, em , ferramenta que visa agilizar o atendimento de investidores estrangeiros. Trata-se de novo sistema para registro, cujo público alvo consiste nos representantes de investidores não residentes, sob a disciplina da Resolução CMN nº 4.373/14 e da Instrução CVM nº 325/00. 2

3 De acordo com notícias divulgadas nos sites da CVM e da RFB, o sistema visa trazer mais agilidade na realização e cancelamento de registros, alterações cadastrais e consultas à base de dados da CVM pelos representantes de investidores não residentes. Maiores informações podem ser encontradas nos sítios da CVM ou da RFB na rede mundial de computadores, nos endereços <http://www.cvm.gov.br> e <http:// idg.receita.fazenda.gov.br>. CVM BUSCA CONVERGIR COM PARÂMETROS INTERNACIONAIS AS NORMAS CONTÁBEIS APLICÁVEIS A FUNDOS DE INVESTIMENTOS Em , foi publicado pela Comissão de Valores Mobiliários CVM o Edital de Audiência Pública SNC 02/2015 Instrução Alteradora do Plano Contábil dos Fundos de Investimento ( Edital SNC 02/2015 ), cujo propósito é tornar públicos os debates acerca das alterações propostas para o Plano Contábil de Fundos de Investimento COFI e, em última análise, orientar as alterações a serem implementadas no anexo da Instrução CVM nº 438/06. O referido Plano Contábil dispõe sobre as normas de escrituração, avaliação de ativos, reconhecimento de receitas e apropriação de despesas e elaboração das demonstrações contábeis dos Fundos de Investimento e Fundos de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento. Em linhas gerais, as principais alterações submetidas à análise são: (i) introdução do conceito e das metodologias de mensuração do valor justo, conforme previsto no Pronunciamento Técnico CPC nº 46; e (ii) alteração da taxa de câmbio utilizada para a conversão diária dos ativos e passivos financeiros em moeda estrangeira. Nesse sentido, com base no que dispõe o referido CPC, a definição de valor justo consiste no preço recebido pela venda de um ativo, ou pago pela transferência de um passivo, em transação não forçada realizada entre participantes do mercado na data de aferição desse valor. Para tanto, se leva em conta a condição e a localização do ativo, e restrições, se houver, para a venda ou o uso do mesmo. No que diz respeito ao item ii acima, o escopo é alterar a taxa de câmbio utilizada para a conversão diária dos ativos e passivos financeiros denominados em moeda estrangeira, passando a utilizar a Taxa de Câmbio Referencial divulgada pela BM&FBovespa. Dessa forma, restam atendidas as demandas dos agentes envolvidos para que a taxa de câmbio utilizada esteja em consonância com as condições de mercado próximas ao horário de fechamento das movimentações dos fundos. 3

4 Até o dia 31 de agosto de 2015, a Superintendência de Normas Contábeis e de Auditoria SNC da CVM irá receber as propostas e comentários de participantes do mercado. O intuito é que as mudanças propostas passem a vigorar a partir de Maiores informações, bem como a íntegra do Edital SNC 02/2015, estão disponíveis aos interessados no sítio da CVM na rede mundial de computadores <http://www.cvm.gov.br>. CVM PROMOVE AJUSTES NA INSTRUÇÃO CVM Nº 555, QUE DISPÕE SOBRE FUNDOS DE INVESTIMENTO E EDITA O OFÍCIO-CIRCULAR Nº 1/2015/SIN/CVM A Comissão de Valores Mobiliários CVM editou, no dia , a Instrução CVM nº 563 ( ICVM nº 563/15 ), para fins de ajustar certos termos e condições da Instrução CVM nº 555 ( ICVM nº 555/14 ) e acrescentar à ICVM nº 555/14 novos dispositivos acerca da constituição, administração, funcionamento e divulgação de informações dos fundos de investimento. Os ajustes, em sua grande maioria, envolvem a correção de erros formais e ajustes nas definições de termos previstos na ICVM nº 555/14, a exemplo do que ocorre com o termo taxa de administração, constante do artigo 2º, XLIII, ICVM nº 563/15. Adicionalmente, a Superintendência de Relações com Investidores da CVM divulgou, no mesmo dia , o Ofício-Circular nº 1/2015/SIN/CVM ( Ofício Circular nº 1/15 ), que tem por objetivo esclarecer eventuais dúvidas quanto à aplicação e interpretação dos dispositivos da ICVM nº 555/14. Maiores informações, bem como a íntegra da ICVM nº 555/14, da ICVM nº 563/15 e do Ofício Circular nº 1/15, podem ser encontradas no sítio da Instituição na rede mundial de computadores <http://www.cvm.gov.br>. INSTRUÇÕES CVM Nº 554 E Nº 555 TEM SUA ENTRADA EM VIGOR ADIADA Em , a CVM editou a Instrução CVM nº 564/2015 ( ICVM nº 564 ), disciplinando: (i) o adiamento da entrada em vigor das Instruções CVM nº 554 e 555; e (ii) modulando os efeitos das alterações introduzidas na Instrução CVM nº 539, de forma gradativa, até a sua efetiva entrada em vigor. Nesse sentido, a entrada em vigor das Instruções CVM nº 554 e 555, originalmente prevista para , foi adiada para o dia , estendendo-se, também, o prazo para a adaptação dos fundos já em funcionamento às novas normas, que passa a ser em

5 Por sua vez, no que se refere à Instrução CVM nº 539, a ICVM nº 564 determina a entrada em vigor progressiva das alterações nela introduzidas pela Instrução CVM nº 554, disciplinado as normas de transição a serem aplicadas até a efetiva entrada em vigor do novo texto normativo. Maiores informações, bem como a íntegra da Instrução CVM nº 564/2015, estão disponíveis aos interessados no sítio da CVM na rede mundial de computadores <http://www.cvm.gov.br>. LEI DA ARBITRAGEM (LEI Nº 9.307/96) É REFORMADA Em , foi publicada a Lei nº /15, promovendo importantes alterações na Lei nº 9.307/96 ( Lei da Arbitragem ). Conhecida como a reforma da Lei de Arbitragem, a Lei nº /15 foi sancionada pela Presidente da República com 3 (três) vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional, referentes à aplicação da arbitragem em causas trabalhistas, para relações de consumo e para litígios relacionados a contratos de adesão. Tais vetos ainda podem ser derrubados pelo Congresso Nacional, nos termos do art. 66, 4º da Constituição Federal. A Lei nº /15 busca imprimir maior celeridade nos processos arbitrais e na instituição da Carta Arbitral, além de autorizar a Administração Pública, direta e indireta, a utilizar esse método alternativo de resolução de controvérsias, desde que observado o princípio da publicidade. Dentre as inúmeras alterações no texto legal, merece destaque o art. 3º da Lei nº /15, responsável por acrescentar o art. 136-A à Lei das Sociedades Anônimas (Lei nº 6.404/76), que busca disciplinar a aprovação e produção de efeitos da cláusula compromissória, quando incluída no estatuto social da companhia, nos seguintes termos: Art. 136-A. A aprovação da inserção de convenção de arbitragem no estatuto social, observado o quórum do art. 136, obriga a todos os acionistas, assegurado ao acionista dissidente o direito de retirar-se da companhia mediante o reembolso do valor de suas ações, nos termos do art º A convenção somente terá eficácia após o decurso do prazo de 30 (trinta) dias, contado da publicação da ata da assembleia geral que a aprovou. 2º O direito de retirada previsto no caput não será aplicável: I - caso a inclusão da convenção de arbitragem no estatuto social represente condição para que os valores mobiliários de emissão da companhia sejam admitidos à negociação em segmento de listagem de bolsa de valores ou de mercado de balcão organizado que exija dispersão acionária mínima de 25% (vinte e cinco por cento) das ações de cada espécie ou classe; 5

6 II - caso a inclusão da convenção de arbitragem seja efetuada no estatuto social de companhia aberta cujas ações sejam dotadas de liquidez e dispersão no mercado, nos termos das alíneas a e b do inciso II do art. 137 desta Lei. Nessa linha, a novel legislação disciplina os efeitos da inclusão da convenção de arbitragem no estatuto, concedendo o direito de retirada ao acionista dissidente. Além disso, convém registrar os vetos realizados pela Presidência da República em relevantes artigos previstos na Lei nº /15, conforme aprovada pelo Congresso Nacional. Nesse cenário, destacam-se os vetos aos artigos que previam a possibilidade de inclusão de cláusula compromissória em contratos de trabalho, ainda que apenas por iniciativa do trabalhador e em cargos de confiança ou de executivos, bem como em contratos de adesão, sob expressa autorização do consumidor ou quando por ele requisitada. Tais vetos encontram-se dispostos e justificados na Mensagem nº 162 de , a seguir resumidas: (i) No que se refere às relações consumeristas, as razões para o veto sustentaram-se na tese de que a ampliação do espaço da arbitragem poderia significar um retrocesso e ofensa ao princípio norteador de proteção do consumidor; e (ii) Quanto às relações trabalhistas, as razões de veto pautaram-se no argumento de que tal dispositivo poderia causar uma distinção indesejada entre empregados, além de mencionar termo não definido tecnicamente na legislação trabalhista. Convém registrar que os referidos vetos tiveram por escopo reduzir o espectro de aplicação da arbitragem, como método alternativo de solução de controvérsias, de forma que, em geral, não foram bem recebidos pelos aplicadores do direito arbitral, que enxergam na arbitragem uma forma alternativa de se distribuir justiça aos cidadãos. Ainda assim, não se pode negar o avanço prático introduzido em nosso ordenamento jurídico pela Lei nº /15, a qual entrará em vigor em 60 (sessenta) dias contados de sua publicação, ocorrida em Maiores informações, bem como a íntegra da Lei nº /15 e da Mensagem nº 162 de , onde são expostas as razões dos vetos, podem ser encontradas no sítio da Presidência da República na rede mundial de computadores <http://www.planalto.gov.br>. 6

7 CVM EDITA INSTRUÇÃO ALTERANDO AS NORMAS PARA OPERAÇÕES DE FUSÃO, CISÃO, INCORPORAÇÃO E INCORPORAÇÃO DE AÇÕES ENVOLVENDO EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS REGISTRADOS NA CATEGORIA A Em , foi editada pela Comissão de Valores Mobiliários CVM a Instrução CVM nº 565 ( ICVM nº 565 ), revogando a Instrução CVM nº 319/99 e alterando as regras aplicáveis para as operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria. Nesse sentido, destacam-se as disposições da ICVM nº 565 sobre: (i) o conteúdo mínimo das comunicações da companhia para o mercado sobre uma operação de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações (arts. 3º e 4º); (ii) os deveres fiduciários dos administradores de companhias no que se refere à qualidade das informações divulgadas nas operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações (art. 5º); (iii) as demonstrações financeiras e informações financeiras pro forma a serem divulgadas em razão das operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações (arts. 6º e 7º); (iv) os critérios e o conteúdo mínimo dos laudos de avaliação elaborados para os fins do art. 264 da Lei nº 6.404/76 (art. 8º); e (v) regulamenta as condições de liquidez necessárias para a exclusão do direito de retirada, nos termos do art. 137, II, a da Lei nº 6.404/76. Além disso, a ICVM nº 565 alterou pontualmente a Instrução CVM nº 481, no que se refere à especificação dos documentos e informações obrigatórios, a serem divulgados ao mercado pela companhia registrada na categoria A, quando da convocação de assembleia geral em que conste em sua ordem do dia a aprovação de operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações. Maiores informações, bem como a íntegra da ICVM nº 565, estão disponíveis aos interessados no sítio da CVM na rede mundial de computadores <http://www.cvm.gov.br>. SÓCIO DO MOREIRA MENEZES, MARTINS, MIRANDA ADVOGADOS É CONVIDADO PARA INTEGRAR A COMISSÃO DE JURISTAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS QUE EXAMINA O PROJETO DE CÓDIGO COMERCIAL BRASILEIRO Mauricio Moreira Menezes, sócio de Moreira Menezes, Martins, Miranda Advogados, foi convidado pelo Presidente da Comissão Especial da Câmara dos Deputados para integrar o seleto corpo de juristas da referida Comissão, para fins de elaboração de parecer técnico e apresentação de possíveis propostas de alteração ao Projeto de Lei da Câmara nº 1.572/2011 ( PL 1.572/11 ), que institui o Código Comercial Brasileiro. 7

8 Na Comissão estão reunidos juristas com notório conhecimento e experiência no Direito Empresarial, sendo-lhes atribuída a função de formular sugestões para emendas ao PL 1.572/11, que, caso aprovado, impactará a vida dos empresários e empreendedores de todo País. A integra do PL 1.572/11 está à disposição dos interessados no sítio da Câmara dos Deputados na rede mundial de computadores <http://www2.camara.leg.br>. JURISPRUDÊNCIA >> Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL. DIREITO EMPRESARIAL E PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE TERCEIRO. PENHORA DE BENS PARA GARANTIA DA AÇÃO DE EXECUÇÃO. CISÃO PARCIAL DA EMPRESA DEVEDORA. APLICAÇÃO SUBSIDIÁRIA DA LEI DAS SOCIEDADES ANÔNIMAS. SOLIDARIEDADE PASSIVA ENTRE A EMPRESA CINDIDA E A RESULTANTE DA CISÃO. 1. Os princípios contidos na Lei de Introdução ao Código Civil, por terem assumido contornos nitidamente constitucionais, não podem ser objeto de recurso especial, sob pena de, se analisados nessa via, ferir-se a esfera de distribuição de competência jurisdicional estabelecida pela Constituição Federal. 2. Viabilidade de aplicação subsidiária da Lei das Sociedades Anônimas (Lei 6404/76) às sociedades limitadas para suprir as lacunas da sua regulamentação legal. 3. Possibilidade de ser excepcionada a regra da solidariedade passiva entre as empresas na cisão parcial mediante a estipulação de cláusula expressa no protocolo de cisão acerca das responsabilidades sociais da empresa cindida e da resultante da cisão. 4. Nessa hipótese, pode haver o repasse às sociedades que absorveram o patrimônio da cindida apenas das obrigações que lhes forem expressamente transferidas, afastando a solidariedade passiva relativamente às obrigações anteriores à cisão. 5. Necessidade, porém, de cláusula expressa no pacto de cisão na forma do art. 233, e seu parágrafo único, da Lei n.º 6.404/ Não reconhecimento, no caso dos autos, pelas instâncias de origem da existência de cláusula de exclusão da solidariedade passiva no pacto de cisão. Súmulas 05 e 07 do STJ. 7. Precedente específico desta Corte. 8. RECURSO ESPECIAL DESPROVIDO. (STJ. REsp nº , Min. Rel. Paulo de Tarso Sanseverino, julg. em 24 mar. de 2015, publicado no DJe em 30 de mar. de 2015). A Newsletter Moreira Menezes, Martins, Miranda Advogados é uma publicação exclusivamente informativa, não devendo ser considerada, para quaisquer fins, como opinião legal, sugestão ou orientação emitida pelo Escritório. 8

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