EM CONTROLADORIA E GESTÃO TRIBUTÁRIA

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1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DACEC - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO POS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM CONTROLADORIA E GESTÃO TRIBUTÁRIA VANESSA ADRIANE BARTH HARMONIZAÇÃO CONTÁBIL: TESTE DE RECUPERABILIDADE EM UMA TRANSPORTADORA (Trabalho de Conclusão de Curso) IJUÍ (RS) 2014

2 1 VANESSA ADRIANE BARTH HARMONIZAÇÃO CONTÁBIL: TESTE DE RECUPERABILIDADE EM UMA TRANSPORTADORA Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de monografia, apresentado no Curso de Pós Graduação em Controladoria e Gestão Tributária da Unijuí. Professora Orientadora: Msc. Maria Margarete Baccin Brizolla IJUÍ (RS), JANEIRO/2014

3 2 RESUMO BARTH, Vanessa Adriane. HARMONIZAÇÃO CONTÁBIL: TESTE DE RECUPERABILIDADE EM UMA TRANSPORTADORA fls. Ciências Contábeis. Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul O estudo objetivou identificar se a aplicação do teste de recuperabilidade gera impactos nas demonstrações contábeis, quando aplicado na frota de caminhões de uma transportadora. Para tanto os principais tópicos de abordagem teórica pesquisados foram os princípios e normas contábeis, as principais mudanças promovidas pela Leis das S/As e as Demonstrações Contábeis obrigatórias. No sentido de atender o objetivo proposto utilizou-se como procedimentos metodológicos uma pesquisa aplicada, quantos aos objetivos classificou-se como descritiva, quanto aos procedimentos utilizou-se do estudo de caso, pesquisa bibliográfica e documental, e por fim no que se refere a abordagem do problema a mesma foi qualitativa. Os resultados encontrados neste estudo a partir do caso estudado é que a aplicação do teste de recuperabilidade gerou impactos na posição econômica das demonstrações, em razão da necessidade de ajustes feitos para identificar o valor residual o que consequentemente provocou diminuição no valor de depreciação, isto é diminuindo as despesas e o ajuste do valor recuperável que provocou um aumento nas despesas. Em suma o impacto gerado neste caso foi um aumento nos resultados e no Ativo Não Circulante, uma vez que houve uma diminuição nas despesas considerando o ajuste de depreciação e do valor recuperável. Palavras-chave: Harmonização. Teste de recuperabilidade. Valor residual. Normas contábeis.

4 3 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Posição dos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas do CPC Quadro 2: Comparativo do Balanço Patrimonial - BP Quadro 3: Exemplo Teste de Recuperabilidade Quadro 4: Estrutura do Balanço Patrimonial Quadro 5: Estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Quadro 6: Estrutura da Demonstração do Resultado Abrangente Quadro 7: Estrutura da Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados - DLPA Quadro 8: Estrutura da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - DMPL Quadro 9: Demonstração dos Fluxos de Caixa - Método Indireto Quadro 10: Demonstração dos Fluxos de Caixa - Método Direto Quadro 11: Estrutura da Demonstração do Valor Adicionado - DVA Quadro 12: Composição do Ativo Não Circulante Quadro 13: Composição Cavalos Mecânicos e Semi Reboques com Valor Residual Quadro 14: Lançamentos de Ajuste do Ativo Quadro 15: Demonstração do Resultado do Exercício Quadro 16: Demonstração do Resultado do Exercício em Percentual Quadro 17: Fluxo de Caixa Médio Quadro 18: Projeção de Fluxo de Caixa do Ano 0 ao Ano Quadro 19: Valor Presente do Fluxo de Caixa Quadro 20: Grupos de Ativos Quadro 21: Desvalorização dos Ativos Quadro 22: Lançamento de Ajuste de Desvalorização Quadro 23: Cálculo da Depreciação Quadro 24: Comparativo do Ativo não Circulante com o ajuste do valor recuperável... 56

5 4 LISTA DE SIGLAS ABRASCA Associação Brasileira das Companhias Abertas APIMEC NACIONAL Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais BOVESPA Bolsa de Valores de São Paulo CFC Conselho Federal de Contabilidade CPC Comitê de Pronunciamentos Contábeis CRC Conselho Regional de Contabilidade CT Comunicado Técnico CVM Comissão de Valores Mobiliários DFC Demonstração dos Fluxos de Caixa DLPA Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados DMPL Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DRA Demonstração do Resultado Abrangente DRE Demonstração do Resultado do Exercício DUT Documento Único de Transferência DVA Demonstração do Valor Adicionado FIPECAFI Fundação Instituto de Pesquisa Contábeis, Atuariais e Financeiras IASB International Accounting Standards Board IBRACON Instituto dos Auditores Independentes do Brasil IFRS International Financial Reporting Standards IGP-DI Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna Impairment Valor Recuperável de Ativos IT Interpretações Técnicas NBC Normas Brasileiras de Contabilidade NBC P Normas Brasileiras de Contabilidade Profissional NBC PA Normas Brasileiras de Contabilidade Profissional do Auditor Independente NBC PG Normas Brasileiras de Contabilidade Profissional Geral NBC PI Normas Brasileiras de Contabilidade Profissional do Auditor Interno NBC PP Normas Brasileiras de Contabilidade Profissional do Perito NBC T Normas Brasileiras de Contabilidade Técnica NBC TG Normas Brasileiras de Contabilidade Técnica Geral

6 5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO ÁREA DE CONHECIMENTO CONTEMPLADA CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA RAMO DE ATIVIDADE CONTABILIDADE Princípios Contábeis Normas Brasileiras de Contabilidade PRINCIPAIS MUDANÇAS PROMOVIDAS PELA LEI DAS S/A s Classificação do Ativo e do Passivo Extinção do Grupo Ativo Permanente Restrição e Extinção do subgrupo Ativo Diferido Criação do Subgrupo Intangível no grupo do Ativo Não Circulante Proibição da prática da reavaliação espontânea de ativos Teste de Recuperabilidade Arrendamento mercantil financeiro (leasing) Extinção do grupo Resultados de Exercícios Futuros Destinação do saldo de Lucros Acumulados para S/A Contabilização das doações e subvenções fiscais Contabilização dos prêmios nas emissões de debêntures... 29

7 Extinção da classificação das Receitas e Despesas Não Operacionais Ajuste a Valor Presente de elementos do Ativo e do Passivo DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATÓRIAS Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados DLPA Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Demonstração do Valor Adicionado DVA Notas Explicativas PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA COLETA DE DADOS ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS ESTUDO APLICADO ITENS QUE COMPÕE O ATIVO NÃO CIRCULANTE APLICAÇÃO DO TESTE DE RECUPERABILIDADE AJUSTES DE DESVALORIZAÇÃO E IMPACTOS GERADOS NAS DEMONSTRAÇÕES CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 59

8 7 INTRODUÇÃO A contabilidade, por ser uma ciência social passou e passa por constantes mudanças, principalmente nos últimos cinco anos. E um dos grandes eventos na contabilidade nesses últimos anos foi a aprovação da Lei /07 que alterou a Lei nº 6.404/76. Depois desta grande mudança, teve outra: a medida provisória nº 449/08 que logo após se converteu na Lei nº /09 vindo complementar a Lei nº /07. Com a globalização e integração cada vez mais forte entre os diversos mercados do mundo, surge a necessidade de se adotar normas e padrões de contabilidade unificados. As Leis nº /07 e nº /09 buscam a harmonização das demonstrações contábeis das empresas dos mais diversos países, apresentando demonstrações que fornecem informações úteis e confiáveis a todos os usuários, satisfazendo as suas necessidades. Os padrões contábeis aplicáveis às demonstrações são emitidos pelo International Financial Reporting Standards (IFRS). No Brasil, as novas normas brasileiras de contabilidade são emitidas pelos CPCs Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Este trabalho visa estudar as principais mudanças promovidas pelas Lei das S/As e a aplicação do teste de recuperabilidade em uma empresa de transportes, que é tratado pelo CPC 01, IAS 36/ NBC TG 01, que foi aprovada pela resolução do CFC nº 1.292/10. No primeiro capítulo deste estudo, apresenta-se a definição do tema, o problema, os objetivos geral e específicos e a justificativa do tema. O Segundo capítulo apresenta o referencial teórico, onde procura entender aspectos referentes ao ramo de atividade, conceitos e importância da contabilidade, os princípios contábeis, as normas brasileiras de contabilidade, e as principais mudanças ocorridas com a nova Lei das S/A. No terceiro capítulo, é apresentada a metodologia utilizada para a realização do trabalho. Na sequencia, apresenta-se o estudo de caso, sendo o quarto capítulo do estudo, onde foi aplicado o teste de recuperabilidade nos grupos Cavalos Mecânicos e Semirreboques, que estão no grupo dos Ativos Não Circulantes da organização, verificando se há ou não a necessidade de ajustes de desvalorização, bem como os impactos gerados nas demonstrações contábeis. Por fim encontra-se a conclusão e as referências consultadas, as quais visam dar suporte teórico ao estudo aplicado.

9 8 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO 1.1 ÁREA DE CONHECIMENTO CONTEMPLADA Por muito tempo a contabilidade foi influenciada pela legislação fiscal, sendo vista e utilizada apenas para o cumprimento de determinações fiscais. Porém aos poucos ela foi ganhando uma visão mais ampla do seu papel, obtendo espaço no desempenho de funções administrativas e gerenciais, e assim tornou-se independente da contabilidade fiscal. Com globalização e o crescimento dos mercados internacionais surge a necessidade do uso de técnicas padrões, permitindo que as informações apresentadas nos demonstrativos contábeis se tornem transparentes, confiáveis e comparáveis. Para suprir essa demanda de harmonização o International Accounting Standards Board IASB emitiu um conjunto de normas contábeis denominado International Financial Reporting Standards IFRS. No Brasil, o órgão que regulamenta o processo de convergência é o Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC). O processo de convergência não abrange somente as empresas de capital aberto. O uso de uma única linguagem contábil pelas empresas de pequeno e médio porte é regulamentado através da resolução CFC nº 1.255/2009, que prova a NBC-TG-1000 (antiga NBC-T-19.41). O CPC emitiu o Pronunciamento Técnico CPC 01, baseado nas Normas Internacionais de Contabilidade IAS 36 e o CFC emitiu a NBC TG 01, aprovada através da Resolução nº 1.292/10, tratando sobre a redução do valor recuperável dos ativos, o qual foi aplicado no estudo de caso desse trabalho. 1.2 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO O objeto de estudo deste trabalho é uma empresa do ramo de transportes que atua no mercado há 25 anos. Iniciou atuando no transporte de líquidos e granéis, para escoar os principais produtos da região (leite e grãos). Com o passar dos anos, com uma visão de ampliação e investimentos, passou a operar também com carretas do tipo Sider, para atender os mais diferentes mercados nacionais e internacionais, para cargas palletizadas e volumosas, garantindo ao cliente maior segurança e principalmente agilidade no transporte. A empresa tem a política de renovação constante da frota de veículos e investimentos em tecnologias, que tragam avanço no que diz respeito ao transporte e logística.

10 9 1.3 PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA A harmonização às normas internacionais de contabilidade é importante e necessário no mundo globalizado, além de trazer inúmeros benefícios para as empresas, principalmente com relação aos usuários das demonstrações. Por outro lado, esse processo exige um grande esforço no que se refere à interpretação e correta adoção das normas. O CPC emite os pronunciamentos, baseado nas normas emitidas pelo IASB, interpretando e traduzindo as normas para orientar os contadores no processo de harmonização. Considerando a importância e relevância do assunto, o tema deste trabalho é a harmonização contábil, focando no teste de recuperabilidade, que será a parte aplicada do estudo, tratado pelo CPC 01, IAS 36: O Comitê de Pronunciamentos Contábeis, através do Pronunciamento Técnico CPC 01, baseado nas Normas Internacionais de Contabilidade IAS 36 (IASB) estabelece que os Ativos não estejam registrados contabilmente por um valor superior àquele passível de ser recuperado por uso ou por venda. Caso existam evidências claras de que Ativos serão avaliados por valor não recuperável no futuro, a entidade deverá imediatamente reconhecer a desvalorização por meio da Constituição de provisão para perdas. (IUDÍCIBUS; MARION, 2009, p. 197) Atualmente, a empresa objeto deste estudo, não utiliza valor residual para calcular a depreciação dos bens, e também não aplica a teste de recuperabilidade no Ativo Não Circulante. Diante do exposto questiona-se: A aplicação do teste de recuperabilidade gera impactos nas demonstrações contábeis, quando aplicado na frota de caminhões de uma transportadora? 1.4 OBJETIVOS Para atender o tema proposto, são definidos os objetivos da realização do estudo Objetivo Geral Identificar se a aplicação do teste de recuperabilidade gera impactos nas demonstrações contábeis, quando aplicado na frota de caminhões de uma transportadora.

11 Objetivos Específicos Revisar a literatura específica das principais abordagens relacionadas ao tema proposto, buscando responder a questão de pesquisa; Aplicar o teste de recuperabilidade na frota de caminhões da empresa; Identificar os ajustes de desvalorização e as devidas contabilizações; e Apresentar os impactos gerados na posição econômica e financeira com a aplicação do teste de recuperabilidade. 1.5 JUSTIFICATIVA No contexto atual, entende ser imprescindível que as empresas estejam preparadas para enfrentar as mudanças e se manterem competitivas no mercado. Além disso, os profissionais precisam estar preparados e se manter atualizados nas mudanças que ocorrem no mundo contábil. Considerando a importância do tema tratado, para a acadêmica, a realização deste trabalho possibilitou conhecimentos no que tange ao assunto de harmonização contábil, além de oportunizar a aplicação prática da teoria. Enquanto profissional, é uma oportunidade para me atualizar e me interar nas mudanças que estão acontecendo na Ciência Contábil, e com isso me inserir nesta área de atuação. Para a Universidade e os acadêmicos, o estudo serve como fonte de pesquisa a quem tiver interesse, compartilhando o conhecimento e aprofundamento do tema, além de estimular novos trabalhos nesta área. Para a empresa, objeto desta pesquisa, visa evidenciar a importância da adoção das Normas Internacionais de Contabilidade, almejando demonstrações fidedignas aos usuários internos e externos e buscar a diferenciação no mercado do setor.

12 11 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Na revisão bibliográfica apresenta-se um estudo aprofundado do tema proposto, buscando compreender e analisar o problema definido para alcançar o objetivo proposto. 2.1 RAMO DE ATIVIDADE Transporte Rodoviário é aquele que se realiza em estradas de rodagem, com utilização de veículos como caminhões e carretas. O transporte rodoviário pode ser em território nacional ou internacional, inclusive utilizando estradas de vários países na mesma viagem. O transporte rodoviário de cargas no Brasil tem se constituído, nos últimos 50 anos, no principal meio de movimentação de bens, quer nos fluxos intra-estaduais como nos interestaduais. Deve-se destacar também sua importante participação no fluxo de cargas internacionais quando é considerado o comércio com os países do Cone Sul, especialmente Argentina, Uruguai e Chile. (CBTU, 2013). 2.2 CONTABILIDADE Segundo Berti (2001) a contabilidade surgiu nos primórdios da existência humana, devido a busca pela sobrevivência e a necessidade de se manter memorizado as descobertas. Assim, o homem primitivo iniciou, através de inscrições rudimentares, o controle daquilo que possuía. Mais tarde foram surgindo as aldeias e cidades, e com isso também, a ideia de propriedade dos bens. Assim, pode-se dizer que a contabilidade nasceu devido a necessidade de registrar e controlar o patrimônio e suas mutações, fornecendo as informações necessárias para o seu controle. Para Basso (2011), contabilidade é uma ciência social, cujo objeto de estudo o patrimônio das entidades, seus fenômenos e variações, nos aspectos quantitativo e qualitativo. O patrimônio é definido como um conjunto de bens, direitos e obrigações. A finalidade básica da contabilidade é gerar informações para a tomada de decisões sendo seus principais usuários: os administradores, diretores e executivos, que usam as informações contábeis no processo decisório, garantindo o maior grau de acerto possível; os sócios e/ou acionistas, para se certificarem da real situação do patrimônio da empresa; os bancos, financiadores e investidores, que visam avaliar as reais garantias oferecidas quando

13 12 da concessão de empréstimos e das aplicações de dinheiro na entidade; os fornecedores, os quais verificam a capacidade da organização de liquidar obrigações; e os Governos federal, estaduais e municipais, que efetuam estudos sobre os dados contábeis para planejamento e controle de suas receitas tributárias, bem como das políticas macroeconômicas (BASSO, 2011). Pode-se notar que a contabilidade está se tornando cada vez mais importante e indispensável, pois serve de apoio para a tomada de decisão dos seus usuários. E daí que surge a importância de as informações por ela apresentadas serem confiáveis e fidedignas à real situação da entidade e seu patrimônio Princípios Contábeis A Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 750/93, modificada pela Resolução CFC nº 1.282/10, dispõe que a observância dos Princípios de Contabilidade é obrigatória no exercício da profissão, além de constituir condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). Dispõe ainda que na aplicação dos Princípios de Contabilidade em situações concretas, deve prevalecer a essência sobre a forma. Antes denominados de Princípios Fundamentais de Contabilidade passam a ser chamados Princípios de Contabilidade com a nova redação dada pela Resolução CFC nº 1.282/10, que considera os Princípios de Contabilidade como sendo: I Entidade; II Continuidade; III Oportunidade; IV Registro Pelo Valor Original; V Competência; VI Prudência; Observa-se que o princípio da atualização monetária foi revogado pela Resolução CFC nº 1.282/10. De acordo com Basso (2011) os Princípios de Contabilidade representam o núcleo central da Contabilidade enquanto ciência social, valendo para todos os patrimônios. Os princípios fundamentam e justificam a ação, enquanto que as normas a dirigem na prática.

14 13 I Princípio da Entidade O Princípio da entidade reconhece o patrimônio como objeto da contabilidade e estabelece que o patrimônio da empresa não deve se confundir com o de seus sócios. Segundo o artigo 4º da resolução CFC nº 750/93, modificada pela Resolução CFC nº 1.282/10: O Princípio da ENTIDADE reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por consequência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição. Este conceito evidencia que a contabilidade da empresa deve registrar somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da mesma e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. Não se misturam transações de uma empresa com as de outra, mesmo que ambas sejam do mesmo grupo empresarial, deve ser respeitada a individualidade. II - Princípio da Continuidade O princípio da continuidade pressupõe que a entidade terá sua vida continuada ao longo do tempo, operando por tempo indeterminado. De acordo com o artigo 5º da Resolução CFC nº 1.282/10, o Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância. Segundo Basso (2011) o princípio da continuidade afirma que o patrimônio depende das condições prováveis do desenvolvimento das operações da entidade, sendo que a suspensão das atividades pode provocar efeitos no uso de alguns ativos. Assim a cessação integral das atividades ou mesmo a alteração do volume de operações afeta o valor econômico de determinados componentes patrimoniais, a partir do momento que estes perdem a condição de ativo.

15 14 III Princípio da Oportunidade O princípio da oportunidade refere-se à integridade e tempestividade dos registros contábeis. O artigo 6º da Resolução CFC nº 1.282/10 dispõe que, o Princípio da Oportunidade refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas. O artigo 6º dispõe ainda que a integridade e tempestividade da informação contábil são essenciais para sua relevância, fazendo-se necessário ponderar a relação entre a oportunidade e a confiabilidade da informação. Para Basso (2011, p. 361), o princípio da oportunidade abarca dois aspectos distintos, mas integrados: a integridade e a tempestividade [...]. Portanto o princípio da oportunidade abrange os aspectos integridade e tempestividade, que são essenciais para a relevância das informações contábeis. IV Princípio do Registro Pelo Valor Original O princípio do registro pelo valor original estabelece que os componentes do patrimônio sejam expressos em moeda nacional e registrados pelos valores originais. De acordo com o Art. 7º da Resolução CFC nº 1.282/10, o Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional. O Art. 7º da Resolução CFC nº 1.282/10 dispõe que os ativos devem ser registrados pelos valores pagos ou a serem pagos para adquiri-los na data da aquisição e os passivos devem ser registrados pelos valores ou recursos recebidos em troca da obrigação. Uma vez registrados, os ativos e passivos podem sofrer variações decorrentes de alguns fatores, como: custo corrente, valor realizável, valor presente, valor justo e atualização monetária. Segundo Basso (2011, p. 367), [...] os valores originais devem ser ajustados segundo a sua perda de valor econômico. Mesmo tal ajuste, porém, não implica, em essência, modificação do valor original. O princípio do registro pelo valor original determina que o patrimônio seja registrado inicialmente pelo valor original na data da transação e em moeda nacional corrente, contudo pode sofrer variações decorrentes de alguns fatores, porém sem alterar o registro original.

16 15 V Princípio da Competência O princípio da competência determina que as receitas e despesas devem ser registradas no período em que ocorreram. De acordo com o Art. 9º da Resolução CFC nº 1.282/10, o Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento. O princípio da competência está relacionado com o reconhecimento das receitas geradas e despesas incorridas no período, e não com o recebimento ou pagamento. Esse princípio é aplicado nas mais variadas situações, considerando as diferenciadas transações das entidades, gerando assim muitas dúvidas ao profissional contábil. (BASSO, 2011). O princípio da competência está ligado ao registro de todas as receitas e despesas de acordo com o fato gerador, no período de competência, independente de terem sido recebidas as receitas ou pagas as despesas. VI Princípio da Prudência O princípio da prudência determina que deve-e reconhecer o menor valor para o ativo e o maior valor para o passivo, conforme Art. 10º da Resolução CFC nº 750/93, alterado pela Resolução CFC nº 1.282/10: Art. 10º O Princípio da Prudência determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior para os do Passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o Patrimônio Líquido. Parágrafo único. O Princípio da Prudência pressupõe o emprego de certo grau de precaução no exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de incerteza, no sentido de que ativos e receitas não sejam superestimados e que passivos e despesas não sejam subestimados, atribuindo maior confiabilidade ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais. Quando existir um ativo ou passivo já escriturado por determinados valores surgem dúvidas sobre a sua correção. Sempre que houver formas alternativas de calcular os novos valores, deve-se optar sempre o menor do que o inicial para os ativos e o maior para os passivos, considerando que as hipóteses sejam igualmente razoáveis. Um exemplo da aplicação do princípio da prudência é a provisão para créditos de liquidação duvidosa. (BASSO, 2011).

17 16 O Princípio da Prudência está relacionado ao conservadorismo, determinando a adoção do menor valor para os componentes do ativo e do maior para os do passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o Patrimônio Líquido Normas Brasileiras de Contabilidade As normas brasileiras de contabilidade (NBC) são um conjunto de regras e procedimentos de conduta que devem ser observados e cumpridos no exercício da profissão contábil, que são emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) seguindo os mesmos padrões de elaboração das normas internacionais. Para auxiliar os profissionais de contabilidade o Conselho Federal de Contabilidade criou o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que tem por objetivo o estudo, o preparo e emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade, permitindo que a entidade reguladora brasileira emita normas, visando à centralização e uniformização, considerando sempre a convergência da contabilidade brasileira aos padrões internacionais. (CRC, 2010). A norma brasileira de contabilidade profissional é identificada pela sigla NBC P, enquanto que a sigla NBC T representa as normas brasileiras técnicas. A interpretação técnica e o comunicado técnico seguem a mesma estrutura, sendo a sigla IT representa interpretação técnica e a sigla CT, comunicado técnico. De acordo com a Resolução CFC nº 1.328/11 classificam-se em Profissionais e Técnicas e se estruturam da seguinte forma: I Geral NBC PG são as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas indistintamente a todos os profissionais de Contabilidade; II do Auditor Independente NBC PA são as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas, especificamente, aos contadores que atuam como auditores independentes; III do Auditor Interno NBC PI são as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas especificamente aos contadores que atuam como auditores internos; IV do Perito NBC PP são as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas especificamente aos contadores que atuam como peritos contábeis. As normas brasileiras técnicas também possuem uma estrutura por área de atuação geral, pública, auditoria, perícia, entre outros, segundo a Resolução CFC nº 1.328/11, sendo que as NBC TG são as Normas Brasileiras de Contabilidade convergentes com as normas internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB); e as Normas

18 17 Brasileiras de Contabilidade editadas por necessidades locais, sem equivalentes internacionais. Quanto ao cumprimento das normas, a Resolução CFC nº 1.328/11 dispõe que: Art. 9º A inobservância às Normas Brasileiras de Contabilidade constitui infração disciplinar sujeita às penalidades previstas nas alíneas de c a g do art. 27 do Decreto-Lei n.º 9.295/46, alterado pela Lei n.º /10, e ao Código de Ética Profissional do Contador. A seguir apresenta-se um quadro com a posição atual dos pronunciamentos, interpretações e orientações técnicas emitidas pelo CPC, de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e resoluções do Conselho Federal de Contabilidade: Quadro 1: Posição dos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas do CPC CPC CONCEITO NBC RESOLUÇÃO CFC CPC 00 Estrutura Conceitual para Elaboração e NBC TG ESTRUTURA Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro CONCEITUAL 1.374/11 CPC 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos (Impairment) NBC TG /10 CPC 02 Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis NBC TG /10 CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) NBC TG /10 CPC 04 Ativo Intangível NBC TG /10 CPC 05 Divulgação sobre Partes Relacionadas NBC TG /10 CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil NBC TG /10 CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais NBC TG /10 CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado (DVA) NBC TG 09 NBC TG / /08 e 1.162/09 CPC 10 Pagamento Baseado em Ações NBC TG /10 CPC 11 Contratos de Seguro NBC TG /09 CPC 12 Ajuste a Valor Presente NBC TG /09 CPC 13 Adoção Inicial da Lei nº /07 e da Medida Provisória nº 449/08 NBC TG /09 Este Pronunciamento foi atualizado e Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, corresponde à Orientação OCPC 03 e deixa CPC 14 Mensuração e Evidenciação de ter aplicabilidade após a utilização do CPC 38, CPC 39 e CPC 40. CPC 15 Combinação de Negócios NBC TG /11 CPC 16 Estoques NBC TG /09 alt /10 CPC 17 Contratos de Construção NBC TG /12 CPC 18 Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto CPC 19 Negócios em Conjunto CPC 20 Custos de Empréstimos NBC TG /09 alt /11 CPC 21 Demonstrações Intermediárias NBC TG /09 alt /11 CPC 22 Informações por Segmento NBC TG /09

19 18 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e CPC 23 NBC TG /09 Retificação de Erro CPC 24 Evento Subsequente NBC TG /09 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos CPC 25 NBC TG /09 Contingentes CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis NBC TG /09 alt /11 CPC 27 Ativo Imobilizado NBC TG /09 CPC 28 Propriedade para Investimento NBC TG /09 CPC 29 Ativo Biológico e Produto Agrícola NBC TG /09 CPC 30 Receitas NBC TG /12 CPC 31 Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada NBC TG /09 CPC 32 Tributos sobre o Lucro NBC TG /09 CPC 33 Benefícios a Empregados CPC 35 Demonstrações Separadas NBC TG /12 CPC 36 Demonstrações Consolidadas CPC 37 Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade NBC TG /10 CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração NBC TG /09 CPC 39 Instrumentos Financeiros: Apresentação NBC TG /09 CPC 40 Instrumentos Financeiros: Evidenciação NBC TG /12 CPC 41 Resultado por Ação NBC TG /10 Adoção inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 43 CPCs 15 a 41 CPC 45 Divulgação de Participação em Outras Entidades CPC 46 Mensuração do Valor Justo CPC PME Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas NBC TG 1000 ICPC 01 Contratos de Concessão ITG 01 NBC TG / /09, 1.285/10 e 1.319/ /09 alt 1.376/11 ICPC 02 Contrato de Construção do Setor Imobiliário. ITG /09 Aspectos Complementares das Operações de ICPC 03 ITG /09 Arrendamento Mercantil ICPC 04 ICPC 05 ICPC 06 Alcance do Pronunciamento Técnico CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações Pronunciamento Técnico CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações Transações de Ações do Grupo e Em Tesouraria Hedge de Investimento Líquido em Operação no Exterior O texto desta Interpretação está contido no Pronunciamento Técnico CPC 10 Pagamento Baseado em Ações O texto desta Interpretação está contido no Pronunciamento Técnico CPC 10 Pagamento Baseado em Ações ITG /09 ICPC 07 Distribuição de Lucros in Natura ITG /09 ICPC 08 Contabilização da Proposta de Pagamento de Dividendos ITG /12 ICPC 09 Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial ITG /09 ICPC 10 ICPC 11 ICPC 12 Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27, 28, 37 e 43 Recebimento em Transferência de Ativos dos Clientes Mudanças em Passivos por Desativação, Restauração e Outros Passivos Similares ITG /09 ITG /09 ITG /09

20 19 ICPC 13 ICPC 15 ICPC 16 ICPC 17 Direitos a Participações Decorrentes de Fundos de Desativação, Restauração e Reabilitação Ambiental Passivo Decorrente de Participação em Mercado Específico Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos Extinção de Passivos Financeiros com Instrumentos Patrimoniais ITG /10 ITG /10 ITG /10 Contratos de Concessão: Evidenciação ITG /11 OCPC 01 Entidades de Incorporação Imobiliária CTG /09 e 1.273/10 OCPC 02 Esclarecimentos sobre as Demonstrações Contábeis de 2008 CTG /09 OCPC 03 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação CTG /09 OCPC 04 Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras CTG /10 OCPC 05 Contratos de Concessão CTG /10 Fonte: CPC (2013) Os Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas são emitidas pelo CPC a aprovadas pelas seguintes entidades: ABRASCA, APIMEC NACIONAL, BOVESPA, Conselho Federal de Contabilidade, FIPECAFI e IBRACON, sendo que o CPC foi idealizado a partir da união de esforços e comunhão de objetivos destas entidades, em função das necessidades de convergência internacional das normas contábeis, centralização na emissão de normas dessa natureza e representação e processo democráticos na produção dessas informações. 2.3 PRINCIPAIS MUDANÇAS PROMOVIDAS PELA LEI DAS S/A s Desde 1976 vigorava no Brasil a Lei 6.404, mais conhecida como Lei das S/As, que juntamente com outros atos normativos emanados do Conselho Federal de Contabilidade e da Comissão de Valores Mobiliários, norteia a prática contábil para esse tipo de sociedade. À medida que o mercado de ações foi evoluindo em todo o mundo, surgiram novas situações, que precisaram ser normatizadas para esse tipo de mercado. Para atender as necessidades, a Lei das S/A s no Brasil sofreu diversas alterações introduzidas pela Lei nº /07 que possibilitaram melhorar as formas de evidenciação do patrimônio das entidades. Essas alterações refletem diretamente nas atividades desenvolvidas pelos profissionais contábeis que executam e são responsáveis pela escrituração contábil das empresas. Entre as modificações introduzidas estão novos critérios de avaliação de ativos e passivos, novas demonstrações contábeis e a obrigatoriedade da observância da primazia da

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