Prof. Sandro Wambier

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Sandro Wambier"

Transcrição

1 Prof. Sandro Wambier

2 A segurança da informação é alcançada implementando-se um grupo adequado de controles: Políticas de segurança; Boas práticas; Estruturas organizacionais; Funções de softwares e hardwares.

3 Depois de identificado o potencial de ataque, as organizações têm que decidir o nível de segurança para uma rede ou sistema, assim como os recursos físicos e lógicos que necessitarão de proteção. No nível de segurança, devem ser quantificados os custos associados aos ataques e os associados à implementação de mecanismos de proteção para minimizar a probabilidade de ocorrência de um ataque.

4 Uma política de segurança consiste num conjunto formal de regras que devem ser seguidas pelos usuários dos recursos de uma organização. Devem ter implementação realista, e definir claramente as áreas de responsabilidade dos usuários, do pessoal de gestão de sistemas e redes e da direção. Deve também adaptar-se a alterações na organização.

5 Funções das políticas de segurança: implantação de mecanismos de segurança; definir procedimentos de segurança; definir processos de auditoria; estabelecer uma base para procedimentos legais em caso de ataques.

6 Documentação: O documento que define a política de segurança deve deixar de fora todos os aspectos técnicos de implementação dos mecanismos de segurança, pois essa implementação pode variar ao longo do tempo; Deve ser de fácil leitura e compreensão; Deve ser resumido.

7 Normas: Algumas normas definem aspectos que devem ser levados em consideração ao elaborar políticas de segurança. A ISO começou a publicar a série de normas 27000, em substituição à ISO (e à BS 7799) A primeira, ISO 27001, foi publicada em 2005.

8 As organizações podem seguir diferentes modelos de Sistemas de Gestão (SG): ISO 9000 Gestão da Qualidade; ISO Gestão Ambiental; ISO Gestão da Segurança. ISO 27001, sistema de gestão orientado para a proteção dos recursos informativos da organização, sendo por isso designado de Sistema de Gestão da Segurança da Informação ou SGSI, a que corresponde em inglês ao acrônimo de ISMS (Information Security Management System).

9 ISO Cobre todos os tipos de organizações (empreendimentos comerciais, agências governamentais, organizações sem fins lucrativos, etc). Especifica os requisitos para estabelecer, implementar, operar, monitorar, analisar criticamente, manter e melhorar um SGSI documentado dentro do contexto dos riscos de negócio globais da organização. Especifica requisitos para a implementação de controles de segurança personalizados para as necessidades individuais de organizações ou suas partes.

10

11 Plan (planejar) (estabelecer o SGSI) Estabelecer a política, objetivos, processos e procedimentos do SGSI, relevantes para a gestão de riscos e a melhoria da segurança da informação para produzir resultados de acordo com as políticas e objetivos globais de uma organização. Do (fazer) (implementar e operar o SGSI) Implementar e operar a política, controles, processos e procedimentos do SGSI. Check (checar) (monitorar e analisar criticamente o SGSI) Avaliar e, quando aplicável, medir o desempenho de um processo frente à política, objetivos e experiência prática do SGSI e apresentar os resultados para a análise crítica pela direção. Act (agir) (manter e melhorar o SGSI) Executar as ações corretivas e preventivas, com base nos resultados da auditoria interna do SGSI e da análise crítica pela direção ou outra informação pertinente, para alcançar a melhoria contínua do SGSI.

12 Quais os requisitos de um SGSI? Um SGSI para ser passível de ser certificado tem de obedecer a um conjunto de requisitos definidos pela norma ISO Estes requisitos podem ser classificados como obrigatórios e seletivos.

13 Requisitos obrigatórios Assumindo a ótica de processos, num hipotético SGSI poderão coexistir os seguintes processos: (a) gestão do âmbito, (b) gestão de inventário, (c) gestão do risco, (d) gestão da formação e de ações de sensibilização de segurança, (e) gestão de registros de incidentes e eventos de segurança, (f) auditorias internas, (g) ações preventivas e corretivas. Todos estes processos são suportados pelo: (h) processo planejamento e revisão de segurança (designado como revisão de gestão), (i) processo de definição, aprovação, publicação e comunicação de documentos e registros do SGSI, (j) deverão existir mecanismos de monitoramento contínuo dos vários processos de segurança.

14 Requisitos obrigatórios Os 10 processos mencionados resultam da aplicação das cláusulas obrigatórias (do capítulo 4 ao 7) da norma ISO/IEC Esta lista não é fixa e, em organizações específicas, os processos citados podem ser agrupados ou decompostos em outros.

15 Requisitos seletivos Das 136 medidas de proteção da ISO/IEC medidas são caracterizadas como aplicáveis na maior parte das organizações. Elas são seletivas, porém com grau de aplicabilidade reforçado. As outras 126 medidas são muito específicas a determinados assuntos, sendo a sua escolha de opção de cada organização.

16 Requisitos do ISO/IEC 27001

17 ISO Vocabulário de Gestão da Segurança da Informação; ISO SGSI - Publicada em Outubro de 2005 e substituiu a norma BS ; ISO É um código de boas práticas com um conjunto completo de controles que auxiliam aplicação do SGSI ISO 27004: Defini métricas de medição para a gestão da segurança da informação.mecanismos de mediação e de relatório; ISO 27005: cobre a gestão de riscos segurança da informação. ISO 27017: controles específicos para cloud computing. Ao todo são 45 normas da família ISO 27000!

18 Japan 4152 Netherlands 24 Belgium 3 UK 573 Saudi Arabia 24 Gibraltar 3 India 546 UAE 19 Lithuania 3 Taiwan 461 Bulgaria 18 Macau 3 China 393 Iran 18 Albania 3 Germany 228 Portugal 18 Bosnia Herzegovina 2 Czech Republic 112 Argentina 17 Cyprus 2 Korea 107 Philippines 16 Ecuador 2 USA 105 Indonesia 15 Jersey 2 Italy 82 Pakistan 15 Kazakhstan 2 Spain 72 Colombia 14 Luxembourg 2 Hungary 71 Russian Federation 14 Macedonia 2 Malaysia 66 Vietnam 14 Malta 2 Poland 61 Iceland 13 Mauritius 2 Thailand 59 Kuwait 11 Ukraine 2 Greece 50 Canada 10 Armenia 1 Ireland Austria Norway Sweden 10 Bangladesh 10 Belarus 1 1 Turkey 35 Switzerland 9 Bolivia 1 Turkey 35 Bahrain 8 Denmark 1 France 34 Peru 7 Estonia 1 Hong Kong 32 Chile 5 Kyrgyzstan 1 Australia 30 Egypt 5 Lebanon 1 Singapore 29 Oman 5 Moldova 1 Croatia 27 Qatar 5 New Zealand 1 Slovenia 26 Sri Lanka 5 Sudan 1 Mexico 25 South Africa 5 Uruguay 1 Slovakia 25 Dominican Republic 4 Yemen 1 Brazil 24 Morocco 4 Total 7940

19 CISM - Certified Information Security Manager CISA - Certified Information Systems Auditor Para se certificar o candidato deve ter: Pelo menos 5 anos de experiência em Segurança da Informação com pelo menos 3 anos ligados a Gestão da Segurança; 80% de sucesso no exame (250 questões de múltipla escolha). Focado em Gerência de Risco; Emitido pelo ISACA (Information Systems Audit and Control Association); Em 2005, o governo norte-americano estabeleceu o CISM como legítimo certificado para Segurança da Informação.

20 CISSP - Certified Information System Security Professional Primeira certificação profissional a receber esta designação em caráter mundial; Mais de profissionais de segurança certificados em mais de 120 países; Para se certificar o candidato deve ter: passar em um exame de conhecimentos específico; aceitar o Código de Ética do ISC2; comprovar um tempo mínimo de experiência na área; ser "apadrinhado" por outro profissional. Emitido pelo (ISC)² - International Information Systems Security Certification Consortium Empresa norte-americana sem fins lucrativos.

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 2700:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

Original page: VISTO E1 (comerciantes do tratado) e E2 (investidores do tratado)

Original page: VISTO E1 (comerciantes do tratado) e E2 (investidores do tratado) PDF Acrobat www.drmoises.com 1 Original page: VISTO E1 (comerciantes do tratado) e E2 (investidores do tratado) Os comerciantes do tratado são Vistos E-1, investidores do tratado são Vistos E-2. Estes

Leia mais

A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos

A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos Realidade Operacional e Gerencial do Poder Judiciário de Mato Grosso Na estrutura organizacional, existe a COPLAN que apoia administrativamente e oferece

Leia mais

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5.

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5. RE: Visto E1 O E2 Visto E1 O E2 Q :Preciso contratar um advogado para solicitar o Visto E2? R: Sim, o visto E2 requer o conhecimento especializado da legislacao migratória e a experiência de um advogado

Leia mais

CREBi Media Kit. Site CREBI Conforme relatórios de visitas emtidos em dezembro de 2008, temos os seguintes dados médios:

CREBi Media Kit. Site CREBI Conforme relatórios de visitas emtidos em dezembro de 2008, temos os seguintes dados médios: CREBi Media Kit Atualmente, somos a mais representativa mídia eletrônica do setor de jóias e afins e também já superamos em muito as maiores médias de outras categorias de mídia. O CREBi oferece três canais

Leia mais

FAQ Obrigatoriedade do GTIN

FAQ Obrigatoriedade do GTIN FAQ Obrigatoriedade do GTIN 1. O que é o GTIN? GTIN, acrônimo para Global Trade Item Number é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1, antiga EAN/UCC. GTINs, anteriormente

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES Eduardo Augusto Guimarães Maio 2012 Competitividade Brasil 2010: Comparação com Países Selecionados. Uma chamada para a ação África

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável EDUCAÇÃO Base do Desenvolvimento Sustentável 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais

Leia mais

Cenário e Oportunidade de vendas nas óticas

Cenário e Oportunidade de vendas nas óticas Cenário e Oportunidade de vendas nas óticas Claudia Bindo Gerente de Novos Negócios GfK 2013 1 Empresas de Ótica & Eyewear Pesquisa do Mercado Global feita para você TM Apresentação corporativa GfK 2013

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007 FaculdadedeEconomia João Salgueiro João Amador Seminário de Economia Europeia Economia Portuguesa e Europeia Exame de 1 a época 5 de Janeiro de 2007 Atenção:

Leia mais

Exportar para Crescer. Novos Caminhos para o Mercado Externo

Exportar para Crescer. Novos Caminhos para o Mercado Externo Exportar para Crescer Novos Caminhos para o Mercado Externo Panorama Coface 30 06 2011 Denise Cortez Grupo Coface Visão Global Empresa de Origem francesa especializada no Gerenciamento de Risco de Crédito:

Leia mais

Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007

Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007 Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007 1. Visitações Diárias ( Y ) Visitas ( X ) Dia do mês 1.1) Janeiro 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento EDUCAÇÃO Base para o desenvolvimento 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais de escolaridade.

Leia mais

A importância e desafios da agricultura na economia regional. Assessoria Econômica

A importância e desafios da agricultura na economia regional. Assessoria Econômica A importância e desafios da agricultura na economia regional Assessoria Econômica A Agricultura é importante para o crescimento e desenvolvimento econômico ou é apenas fornecedora de alimentos? Taxa Média

Leia mais

Evolução da renda no Governo Lula: Cinco conclusões definitivas. Reinaldo Gonçalves 1 4 março 2011

Evolução da renda no Governo Lula: Cinco conclusões definitivas. Reinaldo Gonçalves 1 4 março 2011 Evolução da renda no Governo Lula: Cinco conclusões definitivas Reinaldo Gonçalves 1 4 março 2011 A divulgação dos dados de evolução da renda do Brasil pelo IBGE e a base de dados do FMI permitem algumas

Leia mais

Programa Mais Médicos

Programa Mais Médicos II ENCONTRO NACIONAL DE MUNICÍPIOS Programa Mais Médicos Brasília- 02/03/16 Lançado em julho de 2013 para atender demanda histórica da insuficiência de médicos no Brasil, em especial, no SUS e na Atenção

Leia mais

CIESP SOROCABA Riscos Comerciais e Políticos e Seguro de Crédito à Exportação. Denise Cortez Executiva de Negocios

CIESP SOROCABA Riscos Comerciais e Políticos e Seguro de Crédito à Exportação. Denise Cortez Executiva de Negocios CIESP SOROCABA Riscos Comerciais e Políticos e Seguro de Crédito à Exportação 26 04 2012 Denise Cortez Executiva de Negocios Panorama Mundial Desta vez, a crise é realmente diferente Crescimento mundial

Leia mais

www.dalecarnegie.com. Programa de Treinamentos De Alta Performance

www.dalecarnegie.com. Programa de Treinamentos De Alta Performance www.dalecarnegie.com. Programa de Treinamentos De Alta Performance Copyright 2007 Dale Carnegie & Associates, Inc. 290 Motor Parkway Hauppauge, New York 11788 All rights reserved. Tabela de Conteúdos 1.

Leia mais

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIF_SGS Funchal, 4 de Junho de 2008

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIF_SGS Funchal, 4 de Junho de 2008 Certificação de Sistemas de Gestão ACIF_SGS Funchal, 4 de Junho de 2008 Sumário 1. Certificação de Sistemas de Gestão Qualidade (ISO 9001:2000); 2. Certificação de Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001:2004);

Leia mais

PROJETO SERIALIZAÇÃO. Projeto Serialização DHL

PROJETO SERIALIZAÇÃO. Projeto Serialização DHL PROJETO SERIALIZAÇÃO Projeto Serialização DHL 1 Serialização SETRM 2015 DEUTSCHE POST DHL DHL Supply Chain é parte do Grupo Deutsche Post com presença global e extensivo portifólio em serviços Logísticos

Leia mais

Associação KNX Portugal

Associação KNX Portugal Associação KNX Portugal Organização KNX e rede de parceiros KNX Association International Page No. 3 Associações Nacionais: Membros Membros KNX Nacionais: Fabricantes: Empresas fabricantes ou representantes

Leia mais

PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTO E MELHORIAS NA GESTÃO PORTUÁRIA. Priscila Santiago CNT

PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTO E MELHORIAS NA GESTÃO PORTUÁRIA. Priscila Santiago CNT PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTO E MELHORIAS NA GESTÃO PORTUÁRIA Priscila Santiago CNT Setor de transporte no Brasil Agente indutor de desenvolvimento e integração Histórico de baixos investimentos em infraestrutura

Leia mais

Revitalização da Indústria Fonográfica no Brasil

Revitalização da Indústria Fonográfica no Brasil Revitalização da Indústria Fonográfica no Brasil Impacto Positivo de uma Redução de Tributos para Empresas e Consumidores Rio de Janeiro, 27 de maio de 2009 Em 2008, o mercado brasileiro de CDs e DVDs

Leia mais

STADIS. ADITIVO DISSIPADOR DE ESTÁTICA O melhor em segurança de combustíveis

STADIS. ADITIVO DISSIPADOR DE ESTÁTICA O melhor em segurança de combustíveis STADIS ADITIVO DISSIPADOR DE ESTÁTICA O melhor em segurança de combustíveis STADIS ADITIVO DISSIPADOR DE ESTÁTICA O melhor em segurança de combustíveis DESEMPENHO COMPROVADO E CONFIÁVEL EM TECNOLOGIA O

Leia mais

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras Existem muitas empresas e investimentos espanhóis no Brasil. É a hora de ter investimentos brasileiros na Espanha Presidente Lula da Silva,

Leia mais

Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação

Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação André Portela Souza EESP/FGV Rio de Janeiro 13 de maio de 2011 Estrutura da Apresentação 1. Porque Educação? Educação e Crescimento 2. Educação

Leia mais

Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado

Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado Patrícia Jardim da Palma Professora Universitária no ISCSP Coordenadora do Hélios Directora do INTEC ppalma@iscsp.utl.pt Agenda O empreendedorismo

Leia mais

76% das empresas portuguesas prevê novas contratações em 2016

76% das empresas portuguesas prevê novas contratações em 2016 76% das empresas portuguesas prevê novas contratações em 2016 LISBOA (17 Dezembro, 2015) O Estudo Workforce+Pay 2016 lançado pela Korn Ferry (NYSE:KFY), a consultora global na gestão organizacional e de

Leia mais

NBR ISO/IEC 2700. I. Políticas de segurança da informação. Organizando a Segurança da Informação; Gestão de Ativos; Segurança em Recursos Humanos;

NBR ISO/IEC 2700. I. Políticas de segurança da informação. Organizando a Segurança da Informação; Gestão de Ativos; Segurança em Recursos Humanos; NBR ISO/IEC 2700 ISO/IEC 27000: Esta norma apresenta a descrição, vocabulário e correspondência entre a família de normas que tratam de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI), proporcionando

Leia mais

Bem-vindos à Conferência de Imprensa da EMO. Dr. Wolfram von Fritsch Presidente do Conselho de Administração. 24 de Maio de 2011 no Porto.

Bem-vindos à Conferência de Imprensa da EMO. Dr. Wolfram von Fritsch Presidente do Conselho de Administração. 24 de Maio de 2011 no Porto. Bem-vindos à Conferência de Imprensa da EMO Dr. Wolfram von Fritsch Presidente do Conselho de Administração 24 de Maio de 2011 no Porto Seite 1 Feiras no mix dos meios de comunicação Global Fairs Global

Leia mais

CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO

CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café P CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO RELATÓRIO SOBRE O MERCADO CAFEEIRO

Leia mais

Políticas para Inovação no Brasil

Políticas para Inovação no Brasil Políticas para Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho Centro de Políticas Públicas do Insper Baixa Produtividade do trabalho no Brazil Relative Labor Productivity (GDP per Worker) - 2010 USA France UK

Leia mais

Serviços de telefonia. condições de prestação

Serviços de telefonia. condições de prestação Serviços de telefonia móvel: preços e condições de prestação Audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal Ercio Alberto Zilli Presidente Executivo

Leia mais

Ações da EUREPGAP para a garantia da rastreabilidade dos produtos que certifica.

Ações da EUREPGAP para a garantia da rastreabilidade dos produtos que certifica. II Simpósio Brasileiro de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos Ações da EUREPGAP para a garantia da rastreabilidade dos produtos que certifica. EUREPGAP Segurança a Alimentar Proteção do Meio-ambiente

Leia mais

Renovar Idéias: Política Monetária e o Crescimento Econômico no Brasil PSDB-ITV 16/2/2006

Renovar Idéias: Política Monetária e o Crescimento Econômico no Brasil PSDB-ITV 16/2/2006 Renovar Idéias: Política Monetária e o Crescimento Econômico no Brasil PSDB-ITV 16/2/2006 Julio Gomes de Almeida Diretor-Executivo IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial Motor do Crescimento

Leia mais

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas 19 de Dezembro de 2011 O IRC na receita fiscal -5,3% IRC Page 2/28 Artigos alterados 8.º - Período de tributação 10.º - Isenções 29.º - Depreciações 52.º

Leia mais

Projeto GeoCONVIAS abril 2009

Projeto GeoCONVIAS abril 2009 Projeto GeoCONVIAS abril 2009 Logica 2008. All rights reserved Agenda 1 2 3 4 5 6 7 8 Instituições Participantes Objetivo do Projeto Fluxo de Trabalho de CONVIAS Benefícios Escopo do Projeto Arquitetura

Leia mais

useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior

useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior Headquarters: Rua Senhor da Paciência, 39 6200-158 Covilhã Portugal Telephone: +351 275 319 530 Fax: +351 275

Leia mais

Estrutura de gerenciamento do risco de mercado

Estrutura de gerenciamento do risco de mercado 1. Sistema Sicoob Estrutura de gerenciamento do risco de mercado A estrutura de gerenciamento do risco de mercado das cooperativas do Sicoob é composta da seguinte forma: 2. Principais competências dos

Leia mais

Métricas de Software Importância e Aplicação

Métricas de Software Importância e Aplicação Métricas de Software Importância e Aplicação Mauricio Aguiar PSM Qualified Instructor Presidente da ti MÉTRICAS IFPUG Past President USC Visiting Associate www.metricas.com.br 1 Agenda Definindo e Alcançando

Leia mais

SGA. Introdução. Qualidade ISO 14001. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática. Manuel Duarte Pinheiro SGA. Introdução. Qualidade ...

SGA. Introdução. Qualidade ISO 14001. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática. Manuel Duarte Pinheiro SGA. Introdução. Qualidade ... por RESPONSABILIDADE SOCIAL E SUSTENTABILIDADE NOVAS DIMENSÕES por SA SIGMA SISTEMAS DE GESTÃO DO AMBIENTE 2003/2004 GRI por Nível 1 Nível 2 PROACTIVIDADE CRESCENTE Nível 3 ISSO EMAS I Excelência Ambiental...

Leia mais

Sistema de Barras Auto-Perfurante DYWI Drill

Sistema de Barras Auto-Perfurante DYWI Drill Sistema de Barras Auto-Perfurante DYWI Drill 2 DYWI Drill Barra Auto-Perfurante Conteúdo Introdução... 3 Campos de Aplicação... 4 Principais Vantagens... 5 Descrição do Sistema... 5 Componentes do Sistema...

Leia mais

BARRAS DYWIDAG GRP Enfilagem, Pregamento e Tirantes em Fibra de Vidro

BARRAS DYWIDAG GRP Enfilagem, Pregamento e Tirantes em Fibra de Vidro BARRAS DYWIDAG GRP Enfilagem, Pregamento e Tirantes em Fibra de Vidro 2 Conteúdo Introdução... 3 Campos de Aplicação... 4 Principais Vantagens... 4 Descrição do Sistema... 4 Componentes do Sistema... 4

Leia mais

SISTEMAS DYWIDAG ST 85/105

SISTEMAS DYWIDAG ST 85/105 Sistemas DYWIDAG SISTEMAS DYWIDAG ST 85/105 As barras e componentes DYWIDAG excedem os limites requeridos pelas normas brasileiras. Sua rosca robusta proporciona máxima aderência aço/concreto, única no

Leia mais

Indicadores Ambientais

Indicadores Ambientais Indicadores Ambientais De que forma a empresa analisa seus indicadores de desempenho ambiental e desenvolve ações de produção mais limpa nos processos produtivos Valéria Soares Amorim Pereira Gerente de

Leia mais

CISCO ETHERNET PARA A FÁBRICA

CISCO ETHERNET PARA A FÁBRICA OVERVIEW CISCO ETHERNET PARA A FÁBRICA A solução Ethernet para a Fábrica (EttF) da Cisco é um componente da visão Rede Inteligente para Manufatura (INM) da Cisco. Ela elimina a distância entre o escritório

Leia mais

MVNO Operadoras Virtuais no Brasil. Conhecendo o usuário brasileiro. Valter Wolf 18 de Novembro de 2010

MVNO Operadoras Virtuais no Brasil. Conhecendo o usuário brasileiro. Valter Wolf 18 de Novembro de 2010 MVNO Operadoras Virtuais no Brasil Conhecendo o usuário brasileiro Valter Wolf 18 de Novembro de 2010 O estudo A&R contempla 17 países com mais de 20 mil entrevistas, agrupadas em 3 categorias: Mature,

Leia mais

2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável? Marcelo Neri -Ipea

2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável? Marcelo Neri -Ipea 2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável? Marcelo Neri -Ipea Evolução segundo a ótica do Relatório Stiglitz-Sen: http://www.stiglitz-sen-fitoussi.fr/documents/rapport_anglais.pdf Recomendações Enfatizarrenda

Leia mais

Longevidade e Impactos na Previdência Social Desenvolvimentos Recentes

Longevidade e Impactos na Previdência Social Desenvolvimentos Recentes Longevidade e Impactos na Previdência Social Desenvolvimentos Recentes Seminário Valor Econômico: O Futuro do Mercado de Previdência, Seguros e Resseguros Rio de Janeiro, 28 de maio de 2014 Por: Helmut

Leia mais

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA 1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no

Leia mais

A Nova Classe Média: O Seguro e o Lado Brilhante da Base da Pirâmide. Marcelo Neri mcneri@fgv.br

A Nova Classe Média: O Seguro e o Lado Brilhante da Base da Pirâmide. Marcelo Neri mcneri@fgv.br A Nova Classe Média: O Seguro e o Lado Brilhante da Base da Pirâmide Marcelo Neri mcneri@fgv.br Percentil de da Distribuição Mundial de Renda Comparando Distribuições de Renda Países Selecionados e o Mundo

Leia mais

Mercado das Sombras. Estudo Global de Pirataria de Software BSA 2011. Publicado em maio de 2012

Mercado das Sombras. Estudo Global de Pirataria de Software BSA 2011. Publicado em maio de 2012 Mercado das Sombras Estudo Global de Pirataria de Software BSA 2011 Publicado em maio de 2012 Conteúdo Resumo Executivo...1 Tendências Globais...2 Hábitos de Piratas Autodeclarados...2 Economias Emergentes

Leia mais

Protocolo Facultativo para Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis

Protocolo Facultativo para Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Protocolo Facultativo para Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Os Estados Partes no presente Protocolo, Considerando que, para melhor

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança

Sistemas Integrados de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança Sistemas Integrados de Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança Um SIG-QAS é um sistema global de uma organização, que inclui práticas, processos e recursos para desenvolvimento e implementação do seu

Leia mais

Fundamentos de Teste de Software

Fundamentos de Teste de Software Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 1- Visão Geral de Testes de Software Aula 2 Estrutura para o Teste de Software SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Vertentes

Leia mais

Global leader in hospitality consulting. Global Hotel Market Sentiment Survey 1 Semestre 2014 BRASIL

Global leader in hospitality consulting. Global Hotel Market Sentiment Survey 1 Semestre 2014 BRASIL Global leader in hospitality consulting Global Hotel Market Sentiment Survey 1 Semestre 2014 BRASIL % DE RESPOSTAS POR REGIÃO INTRODUÇÃO Américas 19% Ásia 31% A pesquisa global de opinião sobre o mercado

Leia mais

Human Capital: Education and Health in economic development.

Human Capital: Education and Health in economic development. Human Capital: Education and Health in economic development. Referências Básicas: Economic Development, Todaro & Smith, Capítulo 8 e Human Development Report 2011. Vítor Wilher www.vitorwilher.com Pontos

Leia mais

http://www.amoportugal.org/

http://www.amoportugal.org/ OBJETIVOS A promoção de eventos de âmbito nacional com recurso à mobilização de Voluntários e ao envolvimento de parcerias públicas e privadas gratuitas. O desenvolvimento da cooperação e da solidariedade

Leia mais

Soluções Completas de Suspensão

Soluções Completas de Suspensão Soluções Completas Aplicações em Veículos Com mais 20 anos experiencia na indústria automóvel, a Drive-Rite tornou-se lír em fornecimento soluções suspensão pneumática. O centro produção da Drive-Rite

Leia mais

Estratégias Kodak para Brasil e Região. Emerson Stein

Estratégias Kodak para Brasil e Região. Emerson Stein Estratégias Kodak para Brasil e Região Emerson Stein Agenda Um pouco sobre a Kodak Mercado Gráfico Brasileiro Estratégias Kodak Planos de Crescimento no Brasil O mercado gráfico tem percebido uma maior

Leia mais

ThyssenKrupp GfT do Brasil. Tirantes DYWIDAG para Estruturas Marítimas

ThyssenKrupp GfT do Brasil. Tirantes DYWIDAG para Estruturas Marítimas ThyssenKrupp GfT do Brasil Tirantes DYWIDAG para Estruturas Marítimas Tirantes DYWIDAG para Estruturas Marítimas Tirantes de barra de aço GEWI e DYWIDAG podem ser utilizados para uma variedade de aplicações

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Luis Barrinha - Gestor de Ambiente e Segurança SGS ICS - International Certification Services Funchal, 28 de Novembro de 2002 SOCIÉTÉ

Leia mais

Qualidade de Software nas MPE ISO/IEC 29110

Qualidade de Software nas MPE ISO/IEC 29110 Qualidade de Software nas MPE ISO/IEC 29110 A Hipótese em 2004 Uso de normas de ES nas PMEs A indústria de Software Austrália Reunião Plenária (2004) Reconhecimento das Necessidades e Problemas + 90% das

Leia mais

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL Súmula dos dados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional, IPCTN, 2007 I DESPESA 1. Despesa em I&D nacional total

Leia mais

e-freight Apresentação Sindicomis IATA 13 de Junho de 2011

e-freight Apresentação Sindicomis IATA 13 de Junho de 2011 e-freight Apresentação Sindicomis IATA 13 de Junho de 2011 Agenda Sobre a IATA O que é e-freight Mensagens Padronizadas Requerimentos básicos para a Aduana Conhecimento Aéreo Eletrônico (e-awb) 2 IATA

Leia mais

ED 2068/09. 16 junho 2009 Original: inglês. Obstáculos ao consumo

ED 2068/09. 16 junho 2009 Original: inglês. Obstáculos ao consumo ED 2068/09 16 junho 2009 Original: inglês P Obstáculos ao consumo 1. Cumprimentando os Membros, o Diretor-Executivo recorda-lhes que, de acordo com o Artigo 33 do Convênio Internacional do Café de 2001

Leia mais

FISIPE a via Europeia para entrar no negócio da Fibra de Carbono. Março 2012 Instituto de Defesa Nacional 1

FISIPE a via Europeia para entrar no negócio da Fibra de Carbono. Março 2012 Instituto de Defesa Nacional 1 FISIPE a via Europeia para entrar no negócio da Fibra de Carbono Março 2012 Instituto de Defesa Nacional 1 Fibra de Carbono um negócio com fortes barreiras à entrada Precursor Custos de Operação Tecnologia

Leia mais

Serviços de Credit Management. Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira 21 de Janeiro de 2014 - Corinthia Hotel Lisbon -

Serviços de Credit Management. Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira 21 de Janeiro de 2014 - Corinthia Hotel Lisbon - Serviços de Credit Management Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira 21 de Janeiro de 2014 - Corinthia Hotel Lisbon - O Export Pack é o primeiro conceito em Portugal a agregar numa única solução

Leia mais

ISO 27001:2013 Quais os impactos e O que muda para as organizações?

ISO 27001:2013 Quais os impactos e O que muda para as organizações? Iluminando mentes, capacitando profissionais e protegendo negócios. AGENDA A DARYUS O que é a CONSUMERIZAÇÃO de TI? ISO 27001:2013 Quais os impactos e O que muda para as organizações? benefícios das atualizações

Leia mais

PESQUISA GLOBAL Job:11521

PESQUISA GLOBAL Job:11521 PESQUISA GLOBAL Job:11521 1 2 GLOBAL BAROMETER ON NUCLEAR ENERGY After Japan Earthquake Global WIN Survey Amostra global de 34,122 respondentes Homens e mulheres de todas as classes sociais Entrevistas

Leia mais

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras Existem muitas empresas e investimentos espanhóis no Brasil. É a hora de ter investimentos brasileiros na Espanha Presidente Lula da

Leia mais

Impresso em 26/08/2015 13:39:41 (Sem título)

Impresso em 26/08/2015 13:39:41 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Andrea Gaspar/BRA/VERITAS em 02/12/2013 Verificado por Cristiane Muniz em 05/12/2013 Aprovado por Denis Fortes/BRA/VERITAS em 06/12/2013 ÁREA GRH Tipo Procedimento Regional Número

Leia mais

CERTIFICAÇÃO. Sistema de Gestão

CERTIFICAÇÃO. Sistema de Gestão CERTIFICAÇÃO Sistema de Gestão A Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) tem implementados e certificados os Sistemas de Gestão da Qualidade, Segurança Alimentar e Ambiente, em alinhamento com as

Leia mais

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES NORMA Nº NIE-CGCRE-039 APROVADA EM ABR/2013 Nº 01/ SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Documentos Complementares 5 Histórico

Leia mais

Global leader in hospitality consulting. Global Hotel Market Sentiment Survey 1 Semestre 2015 BRASIL

Global leader in hospitality consulting. Global Hotel Market Sentiment Survey 1 Semestre 2015 BRASIL Global leader in hospitality consulting Global Hotel Market Sentiment Survey 1 Semestre 2015 BRASIL INTRODUÇÃO Europe 43% % DE RESPOSTAS POR REGIÃO Americas 9% Asia 48% A pesquisa global de opinião sobre

Leia mais

Cirurgia Robótica. Enfermeiro Rodrigo Pinheiro Clinical Sales Manager

Cirurgia Robótica. Enfermeiro Rodrigo Pinheiro Clinical Sales Manager Cirurgia Robótica Enfermeiro Rodrigo Pinheiro Clinical Sales Manager Décadas de mudanças na formação cirúrgica 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Anfiteatros Cirúrgicos Cirurgia Experimental Indústria de pesquisa

Leia mais

Conteúdo. Introdução. Introdução... 3. Campos de Aplicação... 4. Principais Vantagens... 4. Descrição do Sistema... 4. Componentes do Sistema...

Conteúdo. Introdução. Introdução... 3. Campos de Aplicação... 4. Principais Vantagens... 4. Descrição do Sistema... 4. Componentes do Sistema... AT - TUBESPILE TM 2 Conteúdo Introdução... 3 Campos de Aplicação... 4 Principais Vantagens... 4 Descrição do Sistema... 4 Componentes do Sistema... 5 Especificações... 5 Características Técnicas... 5 Procedimento

Leia mais

MOBILIDADE na Rede Federal

MOBILIDADE na Rede Federal MOBILIDADE na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica FÓRUM RNP 2015 MOBILIDADE Brasília Professora Lia Pachalski 1 Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica SETEC/MEC Conselho Nacional

Leia mais

DESCRITORES (TÍTULOS E TERMOS)

DESCRITORES (TÍTULOS E TERMOS) SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE FAMÍLIA NBR ISO 9000 INDEXAÇÃO TEMÁTICA Abordagem de processo [VT: Princípios de Gestão da Qualidade] 0.2 / 2.4 0.2 / 4.3 0.2 Abordagem de sistemas de gestão da qualidade

Leia mais

Podemos definir o risco como a condição que aumenta ou diminui o potencial de perdas.

Podemos definir o risco como a condição que aumenta ou diminui o potencial de perdas. O que é Risco? Podemos definir o risco como a condição que aumenta ou diminui o potencial de perdas. Esta condição deve ser incerta, fortuita e de conseqüências negativas ou danosas. O risco então é uma

Leia mais

Emergency Phone List for Sao Paulo

Emergency Phone List for Sao Paulo Emergency Phone List for Sao Paulo Emergency Phone Numbers Police: Dial 190 Medical Emergencies (ambulance): Dial 192 *If you desire a private hospital, you must notify the responders of this. Fire: Dial

Leia mais

Global leader in hospitality consulting. Global Hotel Market Sentiment Survey 2 Semestre 2013 BRASIL

Global leader in hospitality consulting. Global Hotel Market Sentiment Survey 2 Semestre 2013 BRASIL Global leader in hospitality consulting Global Hotel Market Sentiment Survey 2 Semestre 2013 BRASIL 50 40 30 20 10 0-10 -20-30 -40-50 Fev 2009 Jul 2009 SENTIMENT NÍVEL GLOBAL Jan 2010 % DE RESPOSTAS POR

Leia mais

Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Esta é uma área essencial para aumentar as taxas de sucesso dos projetos, pois todos eles possuem riscos e precisam ser gerenciados, ou seja, saber o

Leia mais

O MUNDO EM 2050 E OS DESAFIOS E OPORTUNIDADES NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO. Antônio da Luz Economista

O MUNDO EM 2050 E OS DESAFIOS E OPORTUNIDADES NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO. Antônio da Luz Economista O MUNDO EM 2050 E OS DESAFIOS E OPORTUNIDADES NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Antônio da Luz Economista EVOLUÇÃO E PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL - 2050 POPULAÇÃO MUNDIAL RURAL X URBANA (%) HÁ50 ANOS, TÍNHAMOS

Leia mais

SENSIBILIZAÇÃO PARA WORKSHOP DAS NORMAS ABNT NBR ISO 10015:2001 E ABNT NBR ISO 10002:2005

SENSIBILIZAÇÃO PARA WORKSHOP DAS NORMAS ABNT NBR ISO 10015:2001 E ABNT NBR ISO 10002:2005 SENSIBILIZAÇÃO PARA WORKSHOP DAS NORMAS ABNT NBR ISO 10015:2001 E ABNT NBR ISO 10002:2005 1 ABNT NBR IS O 10002:2005 S atisfação do cliente Diretrizes para o tratamento de reclamações nas organizações.

Leia mais

Manutenção volante. A DDS SERVIÇOS possui muita experiência com este modelo de manutenção com resultados altamente satisfatórios.

Manutenção volante. A DDS SERVIÇOS possui muita experiência com este modelo de manutenção com resultados altamente satisfatórios. Manutenção volante O que é a Manutenção Volante? A Manutenção Volante é uma modalidade de manutenção móvel que visa atender clientes que possuam várias unidades prediais distribuídas por uma determinada

Leia mais

Benchmarking Hospitalar

Benchmarking Hospitalar Seminário Governança e Gestão dos hospitais de atendimento público no Brasil Rio de Janeiro, 20 de Outubro de 2014 Benchmarking Hospitalar Uma ferramenta para a melhoria do desempenho Bernard F. Couttolenc

Leia mais

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula MBA em Gerenciamento de Projetos Teoria Geral do Planejamento Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula SOBRAL - CE 2014 O que é Planejamento É um processo contínuo e dinâmico que consiste em um

Leia mais

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde 1º Encontro Nacional - Desafios do presente e do futuro Alexandre Lourenço www.acss.min-saude.pt Sumário Organizações do Terceiro Sector Necessidade

Leia mais

A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web

A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web ALGUNS EVENTOS E DADOS IMPORTANTES DA INTERNET NO BRASIL E NO MUNDO NO BRASIL Primeira conexão à redes (Bitnet) => Outubro 88 Domínio.br foi registrado

Leia mais

Tecnologia Conectividade

Tecnologia Conectividade Funcionalidade de Alimentos como Ferramenta de Marketing Mª Engª Alexia Hoppe I Mostra de Ciência e Tecnologia TecnoDohms Porto Alegre, Maio 2012 Tecnologia Conectividade Geração Y: valores e atitudes

Leia mais

SEGURANÇA FÍSICA & LÓGICA DE REDES. Material Complementar de Estudos

SEGURANÇA FÍSICA & LÓGICA DE REDES. Material Complementar de Estudos SEGURANÇA FÍSICA & LÓGICA DE REDES Material Complementar de Estudos O que é a Organização ISO A ISO - Internacional Organization for Stardardization - é maior organização para Desenvolvimento e publicação

Leia mais

Fresas Interpoladoras de Rosca em Metal Duro

Fresas Interpoladoras de Rosca em Metal Duro Fresas Interpoladoras de Rosca em Metal Duro Introdução O programa de fresas de metal duro para interpolar rosca da Dormer é abrangente e as ferramentas são de alta performance oferecendo ao usuário uma

Leia mais

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 1. A Norma NBR ISO 9001:2000 A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 A ISO International Organization for Standardization, entidade internacional responsável

Leia mais

Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC

Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC de TIC Escritório de Gerenciamento de Processos de Tecnologia da Informação e Comunicação EGPr-TIC João Pessoa 2016 Versão 1.0 Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região Desembargador Presidente Ubiratan

Leia mais

Tendências Econômicas e seu Impacto na Área Educacional

Tendências Econômicas e seu Impacto na Área Educacional Tendências Econômicas e seu Impacto na Área Educacional Antonio Delfim Netto 25/03/2009 São Paulo, SP I. A Economia de Mercado A. O que ela produziu 1. Melhoria nas condições de vida 2. Tecnologia e crescimento

Leia mais

Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais. OECD e da Europa. Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012

Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais. OECD e da Europa. Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012 Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais sobre assistência à saúde da OECD e da Europa Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012 Por que a qualidade do cuidado

Leia mais

Teléfonos para casos de emergencia en São Paulo

Teléfonos para casos de emergencia en São Paulo Teléfonos para casos de emergencia en São Paulo Números para emergencias Policía: Marcar 190 Urgencias médicas (ambulancia): Marcar 192 *Indicar si desea que lo transporten a un hospital privado. Bomberos:

Leia mais

Bra Top: BT 3331 Color: 160 Short: SH 4069 Color: 160

Bra Top: BT 3331 Color: 160 Short: SH 4069 Color: 160 Rio Collection 1 2 3 4 Bra Top: BT 3331 Color: 160 Short: SH 4069 Color: 160 5 6 Tank Top: TT 4286 Color: 477 Bra Top: BT 3331 Color: 160 Legging: LE 4069 Color: 160 Rio Collection Bra Top: BT 3331 Color:

Leia mais

Conversores de frequência componentes ABB ACS150, 0,37 a 4 kw / 0,5 a 5 hp

Conversores de frequência componentes ABB ACS150, 0,37 a 4 kw / 0,5 a 5 hp Conversores de frequência componentes ABB ACS150, 0,7 a 4 kw / 0,5 a 5 hp Catálogo técnico PERFIL INDUSTRIAS PRODUTOS APLICAÇÕES EXPERIÊNCIA PARCEIROS SERVIÇOS Conversores de frequência componentes ABB

Leia mais