Sinopse Contábil & Tributária 2009

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1 Sinopse Contábil & Tributária 2009 DEPARTAMENTO DE PRÁTICAS PROFISSIONAIS (DPP) AUDITORIA E IMPOSTOS Resumo das principais normas de contabilidade e legislação tributária emitidas em 2009 AUDIT TAX ADVISORY

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3 Sumário Normativos de Contabilidade e Divulgação aos Mercados 05 Editorial 06 Normas Nacionais 08 Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) 08 Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 52 Conselho Federal de Contabilidade (CFC) 56 Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON) 62 BMF&Bovespa 62 Normas Internacionais 64 Pronunciamentos (Standards) 64 International Financial Reporting Interpretations Committee (IFRIC) 64 Alterações (Amendments) 65 Exposure Drafts (ED) 67 Cronograma de trabalho do IASB 68 Normas Norte-Americanas 70 Accounting Standards Update 70 Securities and Exchange Commission (SEC) 75 Public Company Accounting Oversight Board (PCAOB) 75 Normas Tributárias Federais 77 Editorial 78 Leis 80 Medidas Provisórias 84 Decretos 87 Portarias 91 Instruções Normativas 93 Atos Declaratórios Interpretativos 96 Ato Declaratório COANA 96 Anexo: Tabela de Índices 97

4 4 - Sinopse Contábil & Tributária 2009

5 Normativos de Contabilidade e Divulgação aos Mercados Sinopse Contábil & Tributária

6 Editorial Essa nona edição da nossa publicação Sinopse Contábil e Tributária apresenta em sua primeira parte um sumário das principais normas relacionadas à preparação e apresentação de demonstrações e informações financeiras emitidas em 2009 emitidas pelos órgãos profissionais e reguladores no Brasil e no exterior. A segunda parte dessa publicação apresenta uma síntese das principais alterações da legislação tributária no Brasil. No ano de 2009 o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu pronunciamentos e interpretações correlacionados com as Normas Internacionais de Contabilidade emanadas do International Accounting Standards Board (IASB), os quais tendo sido aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e outros órgãos reguladores locais, asseguram as bases do processo de convergência às International Financial Reporting Standards (IFRSs). Para 2010 tem-se a expectativa da consolidação desse processo de convergência com as companhias abertas sendo requeridas a apresentar pela primeira vez demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as IFRSs. Vislumbramos a adoção dos CPCs e das IFRSs para o exercício 2010 como um significativo evento que já deve estar incorporado ao cronograma de trabalhos das empresas brasileiras, tendo em vista os significativos esforços e recursos que tais demandas requerem. Também para 2010 passa a vigorar um novo padrão de divulgação de informações pelas companhias abertas conforme requerido pela Instrução CVM 480. No âmbito do IASB destaca-se o cronograma de trabalho para os anos de 2010 e 2011, onde vislumbra-se a revisão e emissão de vários CPCs que devem estar no radar das empresas brasileiras em função da adoção direta das IFRSs ou via alterações nos correspondentes CPCs. 6 - Sinopse Contábil & Tributária 2009

7 Em relação às normas de contabilidade norte-americanas destaca-se a aprovação em 2009 do projeto do Financial Accounting Standards Board (FASB) relacionado à codificação das normas contábeis norte-americanas, mudando significativamente a apresentação e disposição dessas normas (de um modelo baseado em pronunciamentos individuais para um modelo baseado em tópicos). A KPMG, nos diversos segmentos em que atua, continua mantendo o compromisso indelegável de aumentar a confiança dos participantes do mercado de capitais, prestando serviços de alto padrão e contribuindo para o aprimoramento e entendimento da legislação e regulação local. Esperamos que a leitura desse material possa contribuir com esse nosso propósito. Atenciosamente, Danilo Simões Sócio Departamento de Práticas Profissionais (DPP) Sinopse Contábil & Tributária

8 Normas Nacionais CPC Comitê de Pronunciamentos Contábeis A íntegra dos pronunciamentos a seguir relacionados poderá ser obtida em Segue a relação de Pronunciamentos, Interpretações e Orientações emitidos pelo CPC em 2009, vigentes a partir de com aplicação retroativa ao período de 2009 para fins comparativos. É vedada a aplicação parcial de Pronunciamentos, Interpretações ou Orientações nas Demonstrações Financeiras (DFs) de 2009, exceto a aplicação completa de todos os referidos normativos inclusive para o período comparativo de 2008, ou quando requerido em algum Pronunciamento ou Interpretação. Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC Status das Aprovações Pronunciamento, Interpretações e Orientações Correlação com CVM CFC Demais Normas Internacionais aprovações * CPC 15 - Combinação de Negócios IFRS 3 Deliberação NBC T ANS 580/09 Res /09 CPC 16 - Estoques IAS 2 Deliberação NBC T ANS 575/09 Res /09 CPC 17 - Contratos de Construção IAS 11 Deliberação NBC T ANS 576/09 Res /09 CPC 18 - Investimento em Coligada IAS 28 Deliberação NBC T ANS 605/09 Res /09 CPC 19 - Participação em Empreendimento IAS 31 Deliberação NBC T ANS Controlado em Conjunto (Joint Venture) 606/09 Res /09 CPC 20 - Custos de Empréstimos IAS 23 Deliberação NBC T ANS 577/09 Res /09 CPC 21 - Demonstração Intermediária IAS 34 Deliberação NBC T ANS 581/09 Res /09 CPC 22 - Informações por Segmento IFRS 8 Deliberação NBC T ANS 582/09 Res /09 CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de IAS 8 Deliberação NBC T ANS Estimativa e Retificação de Erro 592/09 Res /09 CPC 24 - Evento Subsequente IAS 10 Deliberação NBC T ANS 593/09 Res /09 CPC 25 - Provisão e Passivo e IAS 37 Deliberação NBC T 19.7 ANS e Bacen Ativo Contingentes 594/09 Res / Sinopse Contábil & Tributária 2009

9 Status das Aprovações Pronunciamento, Interpretações e Orientações Correlação com CVM CFC Demais Normas Internacionais aprovações * CPC 26 - Apresentação das IAS 1 Deliberação NBC T ANS Demonstrações Contábeis 595/09 Res /09 CPC 27 - Ativo Imobilizado IAS 16 Deliberação NBC T 19.1 ANS 583/09 Res /09 CPC 28 - Propriedade para Investimento IAS 40 Deliberação NBC T ANS 584/09 Res /09 CPC 29 - Ativo Biológico e Produto Agrícola IAS 41 Deliberação NBC T ANS 596/09 Res /09 CPC 30 - Receitas IAS 18 Deliberação NBC T ANS 597/09 Res /09 CPC 31 - Ativo Não-Circulante Mantido IFRS 5 Deliberação NBC T ANS para Venda e Operação Descontinuada 598/09 Res /09 CPC 32 - Tributos sobre Lucro IAS 12 Deliberação NBC T 19.2 ANS 599/09 Res /09 CPC 33 - Benefícios a Empregados IAS 19 Deliberação NBC T ANS 600/09 Res /09 CPC 35 - Demonstrações Separadas IAS 27 Deliberação NBC T ANS 607/09 Res /09 CPC 36 - Demonstrações Consolidadas IAS 27 Deliberação NBC T ANS 608/09 Res /09 CPC 37 - Adoção Inicial das Normas IFRS 1 Deliberação NBC T ANS Internacionais de Contabilidade 609/09 Res /09 CPC 38 - Instrumento Financeiros: IAS 39 Deliberação NBC T ANS Reconhecimento e Mensuração 604/09 Res /09 CPC 39 - Instrumentos Financeiros: Apresentação IAS 32 Deliberação NBC T ANS 604/09 Res /09 CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação IFRS 7 Deliberação NBC T ANS 604/09 Res /09 CPC 43 - Adoção Inicial dos CPCs 15 e 40 IFRS 1 Deliberação NBC T ANS 610/09 Res /09 Pronunciamento Técnico PME - Contabilidade IFRS for SMEs NBC T ANS para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) Res /09 ICPC 01 - Contratos de Concessão IFRIC 12 Deliberação IT /09 Res /09 ICPC 02 - Contrato de Construção do IFRIC 15 Deliberação IT 13 Setor Imobiliário 612/09 Res /09 ICPC 03 - Aspectos Complementares IFRIC 4, SIC 15 e SIC 27 Deliberação IT 03 das Operações de Arrendamento Mercantil 613/09 Res /09 ICPC 04 - Alcance do CPC 10 IFRIC 8 Deliberação IT 04 Pagamento Baseado em Ações 614/09 Res /09 ICPC 05 - CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações IFRIC 11 Deliberação IT 05 Transações de Ações do Grupo e em Tesouraria 615/09 Res /09 ICPC 06 - Hedges de Investimentos Líquidos em IFRIC 16 Deliberação IT 06 uma Operação no Exterior 616/09 Res /09 ICPC 07 - Distribuição de Dividendos in Natura IFRIC 17 Deliberação IT /19 Res /09 ICPC 08 - Contabilização da Proposta de Não possui correlação Deliberação IT 01 Pagamento de Dividendos 601/09 Res /09 Sinopse Contábil & Tributária

10 Status das Aprovações Pronunciamento, Interpretações e Orientações Correlação com CVM CFC Demais Normas Internacionais aprovações * ICPC 09 - Demonstrações Contábeis Individuais, Não possui correlação Deliberação IT 09 Demonstrações Separadas, Demonstrações 618/09 Res /09 Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial ICPC 10 - Esclarecimentos sobre o CPC 27 Não possui correlação Deliberação IT 10 Ativo Imobilizado e CPC 28 - Propriedade para 619/09 Res /09 Investimento ICPC 11 - Recebimento em Transferência de IFRIC 18 Deliberação IT 11 Ativos dos Clientes 620/09 Res /09 ICPC 12 - Mudanças em Passivos por Desativação, IFRIC 1 Deliberação IT 12 Restauração e Outros Passivos Similares 621/09 Res /09 OCPC 01 - Entidades de Incorporação Imobiliária Não possui correlação Deliberação NBC T /08 Res /09 OCPC 02 - Esclarecimentos sobre Não possui correlação Ofício-Circular CT 03 ANTT e SUSEP as Demonstrações Contábeis de 2008 CVM/SNC/ Res /09 SEP 01/09 OCPC 03 - Instrumentos Financeiros: Referência a IAS 32, Ofício-Circular IT 02 Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação IAS 39 e IFRS 7 CVM/SNC/ Res /09 SEP 03/09 * Legenda ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar ANTT - Agência Nacional de Transportes Terrestres Bacen - Banco Central do Brasil SUSEP - Superintendência de Seguros Privados CPC 15 Combinação de Negócios Correlacionado às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 Business Combination Este CPC tem por objetivo estabelecer princípios e exigência da forma como uma entidade que adquire o controle de um negócio: a. reconhece e mensura, em suas DFs, os ativos identificáveis adquiridos, os passivos assumidos e as participações societárias de não controladores na adquirida; b. reconhece e mensura o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) da combinação de negócios ou o ganho proveniente de compra vantajosa (deságio); e c. determina as informações que devem ser divulgadas relativas a uma combinação de negócios. De acordo com este Pronunciamento um negócio consiste de inputs (entradas de recursos) e processos capazes de gerar outputs (saídas) que geram retornos na forma de dividendos, redução de custos ou outros benefícios econômicos diretamente aos seus investidores, proprietários, membros ou participantes. Uma combinação de negócios é uma operação ou outro evento em que o adquirente obtém o controle de um ou mais negócios por meio de transferência de caixa ou equivalentes de caixa, assunção de passivo, emissão de instrumentos patrimoniais e outras formas de contraprestação Sinopse Contábil & Tributária 2009

11 O conceito de combinação de negócios exclui aquisições de ativos que não constituam um negócio e também combinações entre entidades sob controle comum (há uma presunção de não independência entre as partes e/ou ausência de substância econômica) e joint ventures (não há aquisição de controle ). A aplicação do método da aquisição exige: (i) identificação do adquirente, (ii) determinação da data da aquisição, (iii) reconhecimento e mensuração de ativos identificáveis adquiridos, dos passivos assumidos e das participações societárias de não controladores, e (iv) reconhecimento e mensuração do ágio por rentabilidade futura (goodwill) ou ganho proveniente de compra vantajosa (deságio). Numa combinação de negócios os ativos identificáveis e os passivos assumidos são avaliados ao valor justo na data da aquisição, com limitadas exceções como, por exemplo, ativos contingentes. As participações de não controladores são também avaliadas ao valor justo na data da aquisição ou proporcionalmente ao valor justo dos ativos líquidos adquiridos, sendo esta última uma alternativa eletiva podendo resultar num goodwill diferente. As despesas relativas à aquisição de um negócio são reconhecidas no resultado, exceto os gastos com emissões de títulos patrimoniais que são reconhecidos como conta redutora no patrimônio líquido conforme o CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários. Uma combinação de negócios pode ocorrer em mais de uma etapa, isto é, o adquirente adquire o controle de uma entidade a qual já detinha uma participação societária. Neste caso a participação inicial deve ser reavaliada ao valor justo na data da aquisição, com o respectivo reconhecimento de eventuais ganhos ou perdas no resultado. A entidade adquirente para fins de avaliação dos ativos identificáveis e dos passivos assumidos ao valor justo pode assumir valores provisórios, mas deve no prazo máximo de um ano ajustar retrospectivamente tais avaliações na data da aquisição. Principais disposições transitórias: combinações de negócios anteriores são mantidas conforme políticas contábeis anteriores; e deságios não alocados anteriores à adoção devem ser baixados contra lucros acumulados no balanço de abertura. CPC 16 Estoques Correlacionado às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 - Inventories Este CPC tem por objetivo definir os procedimentos contábeis relativos ao reconhecimento e mensuração de ativos de estoques até a sua realização por meio de venda ou baixa. Estoques são ativos mantidos para venda no curso normal dos negócios, em processo de produção para venda ou na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou na prestação de serviços. Se aplica a todos os estoques com exceção de produção em andamento de contratos de construção, instrumentos financeiros, ativos biológicos relacionados com atividade agrícola. Também não se aplica na mensuração de estoques mantidos por produtores de: produtos agrícolas e florestais; produtos agrícolas após ponto de colheita; minerais e produtos minerais e estoques mantidos por comerciantes de commodities que mensuram seus estoques pelo valor justo deduzido dos custos de venda. Sinopse Contábil & Tributária

12 Os estoques devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor, com reavaliações feitas a cada período de reporte. Qualquer redução do saldo de um estoque para o valor realizável líquido, e todas as perdas de estoque devem ser reconhecidas como despesas do período em que estas perdas ocorrerem. Qualquer reversão de redução do valor do estoque, proveniente de aumento no valor realizável líquido, deve ser registrada como redução do item em que foi reconhecida a despesa ou a perda, no período em que a reversão ocorrer. O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais (inclui tributos não recuperáveis, custos de manuseio, transporte e seguro e outros diretamente atribuíveis aos estoques). Custos fixos indiretos são alocados com base na capacidade normal de produção sendo ociosidade alocada em resultado, juntamente com perdas e armazenagem, por exemplo. Requerido uso de método do Primeiro que Entra, Primeiro que Sai (PEPS) ou do custo médio ponderado (exceto quando for apropriado uso de custo específico). O método do Último que Entra, Primeiro que Sai (UEPS) não é permitido. Consistência é requerida no critério de custeio para estoques que tenham mesma natureza e uso semelhantes. Custo de empréstimos e ajuste a valor presente são reconhecidos conforme os CPC 20 Custos de Empréstimos e CPC 12 Ajuste a Valor Presente, respectivamente, não sendo reconhecido nenhum efeito na mensuração dos estoques. Alguns itens de estoques podem ser transferidos para outras contas do ativo, como por exemplo, estoques usados como componentes de ativos imobilizados de construção própria. Os estoques alocados ao custo de outro ativo devem ser reconhecidos como despesa durante a vida útil do ativo que passam a fazer parte, e na proporção da realização deste ativo por depreciação, exaustão, alienação ou redução ao valor recuperável. CPC 17 Contratos de Construção Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 11 Construction Contracts O objetivo deste CPC é estabelecer o tratamento contábil das receitas e despesas associadas a contratos de construção, restauração ou destruição de ativos, pela ótica da contratada, isto é, da empresa que prestará os serviços de construção. Um ponto crítico relativo ao procedimento contábil deste tipo de serviço é o reconhecimento de receitas e despesas correspondentes durante os períodos de execução da obra. Contrato de construção é um contrato especificamente negociado para a construção de ativo ou de combinação de ativos que sejam inter-relacionados ou interdependentes em função da sua concepção, tecnologia e função do seu propósito ou uso final. Contratos de construção devem ser combinados ou segregados para fins de contabilização, dependendo das características específicas. O reconhecimento da receita e da despesa é feito pelo método da porcentagem completada, calculada pela proporção dos custos contratuais incorridos em cada etapa e dos custos totais orçados, ou pela execução de proporção física do trabalho contratado ou pela medição do trabalho executado, conforme a natureza do contrato e dos custos de sua execução. Pagamentos efetuados em favor de fornecedores e recebimento de clientes não devem servir de parâmetro para mensuração de receitas e custos Sinopse Contábil & Tributária 2009

13 Quando o encerramento do contrato de construção não puder ser confiavelmente estimado, a receita é reconhecida até o ponto em que for provável que os custos incorridos do contrato serão recuperados e os custos do contrato devem ser reconhecidos como despesa no período em que são incorridos, ou seja, não há reconhecimento do lucro até que essa incerteza seja retirada. Perda esperada no contrato de construção deve ser reconhecida imediatamente. Contratos de construção em geral podem ser confiavelmente estimados, quando a receita (inclusive potenciais variações decorrentes de aditivos, indenizações, etc) é mensurada confiavelmente, seja provável que os benefícios econômicos fluirão para a entidade contratada e as despesas incorridas e a incorrer sejam confiavelmente mensuradas. CPC 18 Investimento em Coligada e Controlada Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 28 Investments in Associates Aplicável a contabilização de investimentos em coligadas e controladas (investidas), exceto os investimentos mantidos por organizações de capital de risco, fundos mútuos, fundos de investimentos e semelhantes, os quais no reconhecimento inicial tenham sido designados pelo valor justo por meio do resultado ou classificados como instrumento financeiro mantidos para negociação nos termos do CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. As seguintes definições são utilizadas neste pronunciamento: coligada é uma entidade sobre a qual o investidor tem influência significativa, mas não controla ou controla em conjunto; controlada é uma entidade, incluindo aquela não constituída sob a forma de sociedade tal como uma parceria, na qual a controladora, diretamente ou por meio de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e poder de eleger a maioria dos administradores; influência significativa é o poder de participar nas decisões financeiras e operacionais de uma entidade, sem controlar de forma individual ou conjunta essas políticas. Se o investidor detém participação de capital acima de 20%, presume-se que ele tenha influência significativa. A existência de direito de voto prontamente exercíveis ou conversíveis devem ser considerados para fim de julgamento sobre a existência ou não de influência significativa. Investimentos em coligadas e controladas são inicialmente reconhecidos pelo custo de aquisição e posteriormente avaliados pelo método da equivalência patrimonial, exceto quando o investimento for mantido para venda conforme o CPC 31 Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada e em outras raras situações. As DFs das investidas podem ter defasagem de até 60 dias de acordo com a Lei das S.A. (IFRSs até 90 dias), e devem ser ajustadas de acordo com as políticas contábeis do investidor. Na aquisição de um investimento em coligada e controlada a diferença entre o custo da aquisição e a participação de capital adquirida deve ser segregada entre valor justo dos ativos líquidos adquiridos e ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), o qual se positivo será incluído no valor total do investimento e não será amortizado, e se negativo será reconhecido como receita no resultado do investidor no período em que o investimento tiver sido adquirido. O método da equivalência patrimonial não deixará de ser aplicado quando a coligada ou controlada estiver operando sob severas restrições, mas apenas quando o investidor deixar de ter o controle ou influência significativa. Quando o valor do investimento em coligada avaliado pela equivalência patrimonial atingir zero em decorrência de prejuízos sucessivos da investida, o investidor suspende o reconhecimento de perdas futuras, exceto se tiver obrigações legais Sinopse Contábil & Tributária

14 ou construtivas de fazer pagamentos em nome da coligada, situação em que deverá ser constituída uma provisão para perda de investimento. No caso de controlada, a controladora em qualquer hipótese constituirá provisão para perda de investimentos se o patrimônio líquido da investida estiver descoberto (patrimônio líquido negativo). Um investidor deve suspender a avaliação com base no método da equivalência patrimonial se perder influência significativa numa coligada, e a partir de então deve contabilizar o investimento como um instrumento financeiro avaliado pelo valor justo de acordo com os requisitos do CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Em investimentos em coligadas após a aplicação do método da equivalência patrimonial, o investidor deve aplicar os requisitos do CPC 38 para determinar a necessidade de reconhecer alguma perda adicional por redução ao valor recuperável do investimento líquido total. Em função de o goodwill integrar o valor contábil do investimento em uma coligada, ele não será testado separadamente em relação ao seu valor recuperável, isto é, o valor contábil total do investimento (inclusive com o ágio) será testado como um único ativo. O valor recuperável de um investimento em uma coligada é determinado para cada entidade investida, a menos que a entidade não gere entradas de caixa de forma independente de outras entidades. Os resultados decorrentes de venda de ativos do investidor para a controlada devem ser eliminados na proporção da participação de capital que este investidor tem na coligada, isto é, o investidor reconhecerá somente a parcela do resultado relativa a participação dos demais investidores no empreendimento, não reconhecendo o resultado auferido relativo a sua parcela, a qual subentende-se não ser realizada. Na hipótese do controlador efetuar venda de ativos para a controlada ou a controlada vender ativos para o controlador, o resultado da transação será totalmente eliminado por não ser considerado realizado. CPC 19 Participação em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture - JV) Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 31 Interests in Joint Ventures Aplicável na contabilização das participações em JV e na divulgação dos ativos, passivos, receitas e despesas desses empreendimentos nas DFs dos empreendedores e investidores, independentemente da estrutura ou forma sob a qual as atividades do empreendimento controlado em conjunto são executadas. Similarmente ao CPC 18 Investimentos em coligadas e controladas, este CPC não é aplicável aos investimentos em controladas em conjunto mantidas por organizações de capital de risco, fundos mútuos, trustes e entidades similares, e também não se aplica em investimentos classificados como instrumentos financeiros mantidos para negociação conforme o CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Controle conjunto é o compartilhamento do controle, contratualmente estabelecido, sobre uma atividade econômica e que existe somente quando as decisões estratégicas, financeiras e operacionais relativas à atividade exigirem o consentimento unânime das partes que compartilham o controle (os empreendedores). Empreendedores devem reconhecer suas participações em JV por meio de consolidação proporcional e, no caso de DFs individuais pelo método da equivalência patrimonial Sinopse Contábil & Tributária 2009

15 Na consolidação proporcional o investidor pode reconhecer sua parte no empreendimento linha a linha junto com os demais itens das DFs, ou cada item do empreendimento separadamente. A defasagem de data das DFs da investida e dos investidores não deve ser superior a 60 dias e os investidores devem ajustar as DFs da primeira de acordo com as suas políticas contábeis. Exceções à consolidação proporcional ou a equivalência patrimonial ocorrem quando a JV for classificada como disponível para venda, ou a entidade deixar de ser controlada em conjunto. Na hipótese da JV deixar de ser controlada em conjunto, mas o empreendedor manter influência significativa deve ser observado o CPC 18 - Investimento em Controladas e Coligadas, caso contrário deve ser observado o CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Na hipótese da JV tornar-se controlada deverão ser observados os pronunciamentos CPC 35 Demonstrações Separadas ou CPC 36 Demonstrações Consolidadas e o CPC 15 Combinação de Negócios. Quando um empreendedor efetua transações com a JV deve reconhecer ganhos ou perdas somente relativos a parte dos demais controladores em conjunto. Quando um empreendedor compra ativos da JV ele não deverá reconhecer a sua parte nos lucros até que o produto adquirido seja revendido a uma parte não relacionada, entretanto deve reconhecer sua parte no prejuízo imediatamente a transação. CPC 20 Custos de Empréstimos Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 23 Borrowing Costs Aplicável em situações em que ativos qualificáveis são adquiridos, construídos ou produzidos por uma entidade que utiliza recursos de terceiros, isto é empréstimos, para o financiamento das suas atividades. Ativo qualificável é um ativo que, necessariamente, demanda um período de tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda. São exemplos de ativo qualificável, estoques, planta industrial, usina de geração de energia, ativos intangíveis e propriedades para investimento. Não são considerados ativos qualificáveis: ativos biológicos, estoque produzidos em larga escala, ativos financeiros, e ativos prontos para uso ou venda. Custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou a produção de um ativo qualificável são parte integrante do custo deste ativo e, portanto devem ser capitalizados. Os custos dos empréstimos objeto de capitalização incluem encargos financeiros calculados com base no método da taxa efetiva de juros, encargos financeiros relativos a contratos de arrendamento mercantil financeiro e variações cambiais positivas ou negativas referentes aos juros (mas não ao principal) dos empréstimos em moeda estrangeira. Na medida em que a entidade toma emprestados recursos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável, deve determinar o montante de custos dos empréstimos elegíveis para capitalização como sendo aquele incorrido durante o período necessário para completar o ativo qualificável, menos qualquer receita financeira derivada da aplicação temporária dos recursos. A medida que a entidade toma recursos emprestados de maneira genérica e utiliza-os com o propósito de obter um ativo qualificável, a entidade deve utilizar uma taxa de capitalização com base na média ponderada dos custos de empréstimos aplicáveis aos empréstimos da entidade que estiverem vigentes durante o período da conclusão do ativo qualificável. Sinopse Contábil & Tributária

16 O montante capitalizado está limitado ao custo de empréstimos incorridos durante o período. CPC 21 Demonstração Intermediária Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 34 Interim Financial Reporting Aplicável à preparação e divulgação de DFs completas ou condensadas relativas a um período inferior ao exercício social completo da entidade. O conteúdo mínimo de uma DF intermediária condensada é composto por balanço patrimonial, demonstração do resultado, demonstração do resultado abrangente, demonstração dos fluxos de caixa (DFC), demonstração das mutações do patrimônio líquido (DMPL) e notas explicativas. A DF intermediária condensada presume que o leitor tem acesso à DF anual e, portanto, foca em novas atividades e/ou fatos relevantes ocorridos no período, mas não duplica informações previamente reportadas. Se a entidade está sujeita à apresentação de lucro por ação básico e diluído, tal apresentação deve ser feita. A DF intermediária deve ser consolidada se a DF anual for consolidada. A CPC 21 - Demonstração Intermediária não requer nem proíbe DF separada ou individual da controladora. Apresentação das DFs intermediárias: balanço patrimonial intermediário deve ser comparado com o do final do exercício social anterior; demonstração do resultado e do resultado abrangente devem se referir ao período intermediário corrente e ao acumulado do ano a serem comparadas com iguais períodos do exercício social anterior; a DMPL e o DFC devem conter pelo menos as informações acumuladas do ano e do exercício social anterior com o qual se comparam. A entidade deve aplicar as mesmas políticas contábeis no seu relatório intermediário que as das DFs anuais, isto é, a freqüência dos relatórios intermediários, trimestral, ou semestral, não deve afetar a mensuração dos resultados anuais. Por exemplo, reduções de preço por volume ou descontos comerciais e outras formas de alterações de preços de matérias primas, mão-de-obra ou outros bens e serviços são reconhecidos nas DFs intermediárias, tanto pelo adquirente quanto pelo vendedor, caso seja provável que as referidas reduções se tornarão efetivas. Entretanto, reduções ou descontos discricionários não são antecipados, mas reconhecidos somente quando ocorrem de fato. Alteração de política contábil requer reapresentação das DFs de períodos intermediários anteriores do ano corrente e períodos comparativos de anos anteriores (quando impraticável, a partir da 1ª data praticável). CPC 22 Informações por Segmento Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 8 Operating Segments Aplicável as DFs individuais, consolidadas ou separadas de uma entidade que tenha (i) instrumentos de dívidas ou patrimoniais negociados em mercado de capitais local ou do exterior ou (ii) depositado ou esteja em vias de depositar suas DFs na CVM ou outra organização semelhante, tendo por objetivo emitir qualquer categoria de valores mobiliários em algum mercado de capitais. Um segmento operacional é um ramo de negócio dentro da entidade o qual: (i) desenvolve atividades das quais pode obter receitas e incorrer em despesas (inclusive receitas e despesas com outros segmentos operacionais da mesma 16 - Sinopse Contábil & Tributária 2009

17 entidade); (ii) cujos resultados operacionais são regularmente reportados ao principal gestor das operações da entidade e (iii) para o qual haja informação financeira individual e disponível. A expressão principal gestor das operações da entidade significa uma função que pode ser exercida por um indivíduo ou um grupo de profissionais, independentemente do(s) título(s) do(s) cargo(s). Determinadas áreas da entidade tais como centro corporativo ou determinados departamentos funcionais podem não obter receitas ou obter receitas de modo ocasional em relação as atividades da entidade e portanto não são considerados segmentos operacionais. Uma entidade deve divulgar separadamente as informações sobre o segmento operacional que atenda a qualquer um dos seguintes requisitos: a receita de vendas, tanto para clientes externos quanto para outros segmentos, é maior ou igual a 10% da receita combinada, interna e externa, de todos os segmentos operacionais; o montante do lucro ou prejuízo absoluto é igual ou superior a 10% do maior, em termos absolutos, dos seguintes montantes: - lucro combinado de todos os segmentos operacionais que não apresentaram prejuízos; ou - prejuízo combinado de todos os segmentos operacionais que apresentaram prejuízos. seus ativos são iguais ou superiores a 10% dos ativos combinados de todos os segmentos operacionais. Embora um segmento não atenda os critérios de divulgação acima, poderá ser divulgado se a administração da entidade julgar que a informação possa ser útil aos usuários externos das DFs. Caso o total das receitas externas reconhecidas nos segmentos operacionais seja inferior a 75% da receita total da entidade, novos segmentos operacionais deverão ser identificados até que o percentual supra seja atingido. Dois ou mais segmentos operacionais podem ser agregados em um único segmento operacional se a agregação for compatível com o princípio básico desse CPC; se tiverem características econômicas semelhantes e se forem semelhantes em relação a natureza dos produtos e serviços, natureza dos processos de produção, tipo ou categoria de clientes dos seus produtos e serviços, métodos usados para distribuir os seus produtos ou prestar serviços; e do ambiente regulatório, por exemplo, bancos, seguros, ou serviços de utilidade pública. Quando houver dúvida na definição dos segmentos (estrutura matricial, por exemplo), a decisão deve levar em conta o princípio básico desse CPC. A entidade deve também apresentar para cada segmento divulgável uma explicação dos critérios de mensurações do lucro ou do prejuízo e dos ativos e passivos de cada segmento, assim como prover conciliações das informações por segmento relativas a receitas, lucro ou prejuízo, ativos, passivos e quaisquer informações evidenciadas dos segmentos divulgáveis em relação aos totais divulgados pela entidade nas suas DFs. Mesmo que a entidade seja toda ela um único segmento, informações geográficas relativas a receitas e ativos devem ser divulgadas por país ou grupo de países, e as informações por regiões no Brasil, desde que relevantes e se utilizadas gerencialmente. Por fim, a entidade deve fornecer informações sobre o grau de independência em relação aos seus principais clientes, sem a obrigatoriedade de identificá-los. Sinopse Contábil & Tributária

18 CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Erros. Políticas contábeis são os princípios, as bases, as convenções, as regras e as práticas específicas aplicadas pela entidade na preparação e na apresentação de DFs. Este CPC é aplicável na definição de critérios e alterações de políticas contábeis, mudanças de estimativas contábeis e correção de erros nas DFs. Políticas contábeis devem ser definidas com base nos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações aplicáveis a transações geradas pela entidade e/ou a situações ou eventos a que esta última esteja sujeita. Na ausência de um Pronunciamento, Interpretação ou Orientação aplicável a administração da entidade deve exercer julgamento na definição de uma política contábil. Dentro deste contexto, a seguinte hierarquia de fontes de informação para seleção de políticas contábeis deve ser utilizada: Pronunciamentos, Interpretações e Orientações aplicáveis; definições e critérios de reconhecimento e mensuração de ativos, passivos, receitas e despesas contidas no Pronunciamento Conceitual Básico; e posicionamentos técnicos assumidos por outros órgãos emissores de normas contábeis que considerem uma estrutura conceitual semelhante a do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Mudança de política contábil ocorre quando for exigida por um Pronunciamento, Interpretação ou Orientação ou resultar em informações mais confiáveis, e deverá gerar efeitos retrospectivos nas DFs. Este procedimento requer divulgação ampla, inclusive com a reapresentação das DFs afetadas por esta mudança. Quando a entidade não antecipar adoção de nova norma já emitida, deverá divulgar tal fato e o possível impacto decorrente de sua aplicação, ou explicação acerca da impossibilidade. Mudança na estimativa contábil é um ajuste nos saldos contábeis de ativo ou de passivo, ou nos montantes relativos ao consumo periódico de ativos, que decorrem de nova informação ou inovações. Mudanças de estimativas contábeis geram efeitos prospectivos e requerem divulgação de efeitos nos períodos subsequentes. Erros de períodos anteriores são omissões e incorreções nas DFs de um ou mais períodos anteriores decorrentes da falta de uso, ou do uso incorreto, de informação confiável que estava disponível quando da autorização para divulgação das DFs e pudesse ter sido razoavelmente obtida e levada em consideração. Erros geram efeitos retrospectivos e requerem divulgação e reapresentação das DFs corrigidas ou ajuste dos saldos de abertura do período mais antigo apresentado, se o erro ocorreu antes desse período. CPC 24 Evento Subseqüente Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 10 Events after the Reporting Period Evento subseqüente ao período a que se referem às DFs é aquele que afeta a entidade e ocorre entre a data base do final do período apresentado e a data na qual é autorizada a emissão dessas DFs. Dois tipos de eventos subseqüentes podem ser identificados: os que evidenciam condições que já existiam na data do final do período a que se referem as DFs e que originam ajustes nas DFs; 18 - Sinopse Contábil & Tributária 2009

19 os que são indicadores de condições que surgiram após o período contábil a que se referem as DFs e que não originam ajustes nas DFs, exceto questões relacionadas a continuidade (going concern). A entidade deve divulgar a natureza do evento subseqüente e a estimativa de seu efeito financeiro, ou uma declaração de que tal estimativa não pode ser feita. Exemplos de eventos subseqüente que geram ajustes nas DFs: a entidade deve ajustar qualquer provisão relacionada a um processo judicial cujo desfecho ou decisão de pagamento após o final do período contábil resulte num valor diferente do provisionado; obtenção de informação após o período contábil indicando que um ativo está super-avaliado (desvalorizado), devendo neste caso ser constituída provisão para redução ao valor recuperável. Exemplos de eventos subseqüente que não originam ajustes nas DFs: flutuação de valor de mercado de investimentos; plano de descontinuidade de uma operação; plano de reestruturação. Na hipótese de deterioração dos resultados operacionais e da situação financeira da entidade após o período contábil a que se referem as DFs, pode levar a conclusão que o principio da continuidade não é mais válido e portanto este CPC requer a revisão dos os critérios contábeis de avaliação de ativos e passivos. CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 37 Provisions, Contingent Liabilities and Contingent Assets Aplicado a todas as entidades na contabilização de provisões, passivos e ativos contingentes, exceto os que resultem de contratos a executar, a menos que o contrato seja oneroso ou coberto por outros CPCs. Contrato oneroso é um contrato em que os custos inevitáveis (custo de cumprir o contrato ou custo de penalidade por não cumpri-lo) de satisfazer as obrigações do contrato excedem os benefícios econômicos que se esperam sejam recebidos do mesmo. Este CPC não se aplica a situações cobertas por outras normas, por exemplo, instrumentos financeiros abrangidos pelo CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração, determinadas provisões tratadas pelo CPC 17 Contratos de Construção, CPC 32 Tributos sobre o Lucro, CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil, CPC 15 Combinação de Negócios, etc. Definições aplicáveis a este CPC: provisão é um passivo de prazo ou de valor incerto; passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos já incorridos, cuja liquidação se espera que resulte em saída de recursos da entidade capazes de gerar benefícios econômicos; obrigação legal é uma obrigação que deriva de contrato, legislação, ou outra ação de lei; obrigação não formalizada (constructive obligation) é uma obrigação que decorre das ações da entidade em que por via de padrão estabelecido de práticas passadas, de políticas publicadas ou de declaração atual suficientemente específica, a entidade tenha indicado a outras partes que aceitará certas responsabilidades, e consequentemente cria expectativa válida que cumprirá com essas responsabilidades. Sinopse Contábil & Tributária

20 Uma provisão deve ser reconhecida quando: a entidade tem uma obrigação presente, legal ou não formalizada, como resultado de um evento passado; seja provável que será necessária uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos para liquidar a obrigação; e possa ser feita uma estimativa confiável do valor desta obrigação. Um passivo contigente é uma obrigação que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade; ou uma obrigação presente que resulta de eventos passados, mas que não é reconhecida porque não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja exigida para liquidar a obrigação; ou valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade. A entidade não deve reconhecer um passivo contingente, mas deve divulgá-lo em nota explicativa, a menos que seja remota a possibilidade de uma saída de recursos. Ativo contingente é um ativo possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. A entidade não deve reconhecer contabilmente um ativo contingente, enquanto não for praticamente certa a realização do ganho, mas deve divulgá-lo quando a chance de ganho for possível. Ativos e passivos contingentes devem ser avaliados em cada data de balanço quanto aos critérios acima e, quando ocorrerem fatos novos que justifiquem mudança fundamentada de posicionamento, tais mudanças devem ser refletidas prospectivamente nas DFs. Este CPC ainda define e orienta quanto ao tratamento contábil a ser dado para reestruturações. CPC 26 Apresentação das Demonstrações Contábeis Correlação as Normas de Contabilidade IAS 1 Presentation of Financial Statements Este CPC tem por objetivo definir as bases de apresentação das DFs, assegurando a comparabilidade tanto em relação a períodos anteriores quanto as DFs de outras entidades. Um conjunto completo de DFs inclui o balanço patrimonial, a demonstração do resultado, demonstração do resultado abrangente, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado quando legalmente exigida (*) e as notas explicativas. (*) A Lei 6.404/76, artigo 176, item V, após as alterações promovidas pela Lei /07, requer a elaboração da demonstração do valor adicionado (DVA) para as companhias abertas. As DFs devem ser apresentadas no mínimo anualmente evidenciando a posição patrimonial, financeira e o desempenho econômico da entidade. A entidade deve divulgar resumo das políticas contábeis relevantes, os principais pressupostos relativos ao futuro e incertezas relevantes. De acordo com a Estrutura Conceitual, deverá ser observado o regime da competência na preparação e elaboração das DFs, e devem ser consideradas as informações relevantes e materiais e não devem ser compensados valores que não possam legal ou contratualmente serem compensados. DFs e demais informações comparativas devem ser divulgadas em relação ao período anterior. A entidade deve apresentar ativos e passivos separados em circulante e não circulante, e os ativos e passivos fiscais diferidos devem ser reconhecidos nos grupos não circulantes. Ativos e passivos circulantes são os montantes a realizar no decurso normal do ciclo operacional da entidade, ou no caso do ativo 20 - Sinopse Contábil & Tributária 2009

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