O PROJETO SISFRON: SUA JUSTIFICATIVA, SUA CONCEPÇÃO, SUAS OPORTUNIDADES E OS BENEFÍCIOS ESPERADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PROJETO SISFRON: SUA JUSTIFICATIVA, SUA CONCEPÇÃO, SUAS OPORTUNIDADES E OS BENEFÍCIOS ESPERADOS"

Transcrição

1 O PROJETO SISFRON: SUA JUSTIFICATIVA, SUA CONCEPÇÃO, SUAS OPORTUNIDADES E OS BENEFÍCIOS ESPERADOS APRESENTAÇÃO NO FÓRUM FIEP A INDÚSTRIA DE DEFESA NO ESTADO DO PARANÁ 21 JUL 14

2 OBJETIVOS Apresentar o Projeto SISFRON à Federação das Indústrias do Estado do Paraná ENFATIZANDO: - O seu alinhamento com a Estratégia Nacional de Defesa (END) e o Plano Estratégico de Fronteiras; - A sua concepção de emprego interagências; - A sua contribuição para a implementação do Plano Nacional de Fronteiras; e - A sua importância na geração de emprego e renda para o mercado nacional. E CONCLUINDO QUANTO: O papel do Projeto como indutor de desenvolvimento regional e os benefícios esperados.

3

4 Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército

5 5

6 Assegurar a eficácia do Sistema de Comunicações e Guerra Eletrônica, cooperando com a capacitação dos recursos humanos, o adestramento, a formulação doutrinária, o desenvolvimento científico-tecnológico e a eficiente gestão da Logística do Material Classe VII, em benefício do Exército e do Estado Brasileiro.

7 O PROJETO SISFRON

8 JUSTIFICATIVAS

9 A L I N HAMENTO E S T R ATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO DE FRONTEIRAS Decreto N 7.496, de 8 de junho de 2011 O Plano Estratégico de Fronteiras prevê: - a atuação integrada dos órgãos de segurança pública e das Forças Armadas; - a implementação de projetos estruturantes para o fortalecimento da presença estatal na região de fronteira. ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA Decreto N 6703, de 18 de dezembro de 2008 A END pauta-se pela diretriz de desenvolver as capacidades de monitorar e controlar o espaço aéreo, o território e as águas jurisdicionais brasileiras.

10 MUNICÍPIOS NA FRONTEIRA FAIXA DE FRONTEIRA km x 150 km ( Km²) 570 Municípios/11 Estados 10 países vizinhos

11 LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999 modificada pelas Leis Complementares 117/2004 e 136/ Art. 16A. Cabe às Forças Armadas, além de outras ações pertinentes, também como atribuições subsidiárias, preservadas as competências exclusivas das polícias judiciárias, atuar, por meio de ações preventivas e repressivas, na faixa de fronteira terrestre, no mar e nas águas interiores, independentemente da posse, da propriedade, da finalidade ou de qualquer gravame que sobre ela recaia, contra delitos transfronteiriços e ambientais, isoladamente ou em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, executando, dentre outras, as ações de: I - patrulhamento; II - revista de pessoas, de veículos terrestres, de embarcações e de aeronaves; e III - prisões em flagrante delito.

12

13

14 SISFRON: Justificativa do Projeto Fonte: - Estudos das Nações Unidas apontam a América Latina e Caribe como a região do mundo com maiores taxas de violência. - Relatório do Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (UNODC), publicado em 26 de junho de 2013, reporta: Forte correlação existente entre as altas taxas de violência e o tráfico de drogas na América Latina Grande produção de drogas em países limítrofes, evidenciando a natureza transfronteiriça do problema Brasil é um importante entreposto, ponto de transito, para tráfico internacional de cocaína, principalmente para Europa e África Ocidental. (pág. 43) Brasil encabeça a lista como origem de cocaína e crack apreendidas no mundo, à frente de Colômbia, Bolívia e Peru, que produzem 100% da folha de coca mundial. (anexo II; viii) Produção mundial da folha de coca: 17,5% Bolívia; 41,1% Peru; 41,4% Colômbia (anexo II, xiii) Origem da folha de coca, da cocaína e do crack no Brasil: 54% Bolívia; 38% Peru; 7,5% Colômbia (pág. 42) Fontes:

15 SISFRON: Justificativa do Projeto Fonte: 2012: Pesquisa do IPEA aponta a Violência como o principal problema do País; 2007: Estudo do IPEA apurou o Custo anual da Violência no Brasil equivalendo a 5,09% do PIB Fonte: PIB 2013 = R$ 4,84 trilhões Fonte: Custo da Violência ~ 5,09% do PIB = R$ 246,36 bilhões/ano MJ: Departamento Penitenciário Nacional: População Carcerária (2009) 22% dos presos com tipificação criminal como narcotráfico Indeterminado o número de homicídios, roubos, furtos e outros crimes motivados somente pelo narcotráfico (min.) 22% de 5,09% do PIB 2013 = R$ 54,2 bilhões Custo Anual mínimo da Violência decorrente do Narcotráfico = R$ 54,2 bilhões N Fontes: - DEPEN - Departamento Penitenciário Nacional - Dados Consolidados 2008/2009, p. 42

16 EVENTOS CRIMINOSOS NA FRONTEIRA EVENTOS CRIMINOSOS GRAU DE PRIORIDADE DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO Estados ALTA MÉDIA Presentes AP RS MS SC AM RR PR AC RO MT PA Tráfico de drogas 11 Roubo de cargas, veículos 10 Tráfico de Armas e Munições 9 Crimes ambientais 9 Refugio de criminosos 9 Contrabando e descaminho 9 Exploração sexual infanto-juvenil 7 Tráfico de pessoas 4 Rota de veículos roubados 4 Abigeato (roubo de gado) 4 Pistolagem 3 Evasão de divisas 2 Turismo sexual 1 Eventos Criminosos Presentes Fonte: Eventos Criminosos Relacionados à Zona de Fronteira Segundo UF (Brasil 2008), Secretaria de Segurança Publica de Santa Catarina,

17 Forte Correlação entre o crescimento econômico do Brasil e o consumo de drogas ilícitas PIB vs Mortes por Drogas Ilícitas no Brasil PIB Brasil (US$Milhões) Mortes por Drogas Ilícitas no Brasil PIB Brasil (US$Milhões) Mortes por Drogas Ilícitas no Brasil Fontes: Acesso a Drogas Ilícitas, e seu uso, é crescente no Brasil: 48,7% dos universitários brasileiros relataram ter feito, na vida, uso de drogas ilícitas. 59,8% dos universitários brasileiros acima de 35 anos relataram ter feito, na vida, uso de drogas ilícitas. Fonte:

18 SISFRON: Justificativa do Projeto Forte Correlação entre o crescimento econômico do Brasil e o consumo de drogas ilícitas Projeções apontam para agravamento da violência e seus custos Projeções de Crescimento do PIB Brasileiro: Fonte: OECD Economic Outlook Potencial Crescimento do PIB Brasil 4.1% 3.9% 3.6% Fonte: (pág 202) Relação CUSTO vs BENEFÍCIO do SISFRON SISFRON tem custo estimado de R$ 12 bilhões, em 10 anos; Crescimento anual do PIB, em 10 anos (hipóteses) 0% 1% 3,6% Custo, em 10 anos = (em R$ bilhões) (violência decorrente de narcotráfico = 22% *5,09% * PIB) Taxa Efetividade mínima do SISFRON = (Custo SISFRON / Custo Violência Narcotráfico) R$ 493 B R$ 521 B R$ 602 B 2,43% 2,30% 1,99% Taxa de Efetividade calculada somente como proporção necessária à redução de entrada de drogas ilícitas pela fronteira ocidental do Brasil, desprezando-se todos os demais benefícios do SISFRON.

19 O SISFRON é um sistema de sensoriamento, apoio à decisão e apoio à atuação integrada, para fortalecer a presença e a capacidade de ação do Estado na faixa de fronteira terrestre. S I S F R O N

20 O SISFRON é um sistema de sensoriamento, apoio à decisão e apoio à atuação integrada, para fortalecer a presença e a capacidade de ação do Estado na faixa de fronteira. Sensoriamento Apoio à decisão Apoio à atuação Análise e integração das informações Visão atualizada da situação Coordenação I nteragências

21 Importância do SISFRON Projeto FX2 Projeto Submarino Nuclear Projeto SISFRON

22 Porque Interagências? O Poder Militar é capaz de neutralizar, temporariamente, os efeitos de uma determinada situação que afete os poderes constitucionais, a lei e a ordem, mas só a atuação integrada de todas as expressões do Poder Nacional é capaz de eliminar as causas daquela situação.

23 CENTROS DE OPERAÇÃO COC - MD CC2FTER - COTER CGL CIS CGM CCS CMFron CRGL CRIS COp - C Mil A CRM CR Interação GGIF COp - DE COp - Brigada Decreto Nr Plano Estratégico de Fronteiras COp - Brigada COp - Batalhão COp - Batalhão OM Fronteira Sensores OM Fronteira Sensores

24 INTEGRAÇÃO DE ESFORÇOS Min Justiça SENASP/PF/PRF/FUNAI MRE Min Fazenda - SRF Min Saúde/Educação MD - EXÉRCITO GSI/PR SAE SIPAM MMA- IBAMA Polícias Militares Organizações Estaduais e Municipais...

25 BENEFÍCIOS ESPERADOS

26 BENEFÍCIOS ESPERADOS Instrumento de integração regional Ferramenta de cooperação militar com Forças Armadas vizinhas POLÍTICO Aumento da presença do Estado Integração entre órgãos de governo

27 BENEFÍCIOS ESPERADOS Aumento da capacidade de vigilância e monitoramento Efetivação da Estratégia da Presença MILITAR Aumento da capacidade de atuação no Amplo Espectro das operações Presteza no atendimento de emergências (Defesa Civil) Salto tecnológico

28 BENEFÍCIOS ESPERADOS Geração de empregos na indústria nacional de defesa ECONÔMICO Elevar a capacitação tecnológica da base industrial de defesa Diversificação da pauta de exportação

29 BENEFÍCIOS ESPERADOS Vetor de melhoria na qualidade de vida Ampliar a presença do Estado junto a populações de regiões desassistidas SOCIEDADE Aumento da segurança Empregar os recursos de TI e comunicações para atividades como telesaúde e ensino a distância

30 BENEFÍCIOS ESPERADOS Preservação Ambiental Proteção da Biodiversidade SÓCIO AMBIENTAIS Combate aos ilícitos ambientais Proteção das populações indígenas

31 BENEFÍCIOS ESPERADOS Combate ao narcotráfico Combate ao contrabando de armas SEGURANÇA PÚBLICA Combate aos ilícitos transfronteiriços Combate ao crime organizado Aumento da segurança dos centros urbanos Combate à imigração ilegal

32 - Maior presença do Estado nas áreas de fronteira - Maior efetividade no combate aos ilícitos transfronteiriços, contribuindo para o aumento da segurança nos centros urbanos - Maior capacidade de atuação em operações interagências - Contribuição à preservação ambiental - Cooperar no apoio a populações desassistidas com inclusão digital, ensino à distância e telesaúde - Estímulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação, incrementando a capacidade tecnológica da indústria nacional - Incremento na geração de empregos (expectativa de /ano) e renda (expectativa de R$ 240 milhões/ano) - Contribuição ao incremento da atividade econômica (expectativa de inserção de R$ 1,2 bilhões/ano)

33 PLANEJAMENTO Projeto Básico Início Projeto Piloto CMO Término Piloto/CMO Início CMA/CMS Continuação CMA CMO CMS SISFRON CUSTO ESTIMADO DE R$ 11,992 BI: Sistema de Sensoriamento e Apoio à decisão: R$ 5,930 bi (49,46%); Sistema de Apoio à atuação: R$ 3,060 bi (25,52%); e Obras de infraestrutura: R$ 3,002 bi (25,02%). Fontes de financiamento: por enquanto, somente recursos do Orçamento, a fim de privilegiar a indústria nacional, conforme preconizado na END.

34 Plano Orçamentário CMA CMO CMS CMP (+FARE) TOTAL (R$) Sensoriamento TIC SIC Apoio à Decisão Logística Infraestrutura Apoio à Atuação Total Geral (R$) Os valores do Subsistema de Simulação e Capacitação estão incluídos nos Subsistemas de Sensoriamento, TIC, SIC e Apoio à Decisão

35 Gasto Anual (R$) Cronograma Físico Financeiro Ano de Implantação ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 ANO 5 ANO 6 ANO 7 ANO 8 ANO 9 ANO (23%) (52%) (25%)

36 Gasto Anual (R$) Planejamento de Implantação PROJETO PILOTO - 1º Ano 4ª Bda C Mec CMO (40%) Dourados- MS Cmdo CMO (20%) Campo Grande-MS Cmdo CMP (10%) Brasília-DF FARE 10% PROJETO PILOTO - 2º Ano 4ª Bda C Mec CMO (50%) Dourados- MS Cmdo CMO (30%) Campo Grande-MS Cmdo CMP (30%) Brasilia - DF FARE 10% º Ano Implantação 4ª Bda C Mec CMO (10%) Dourados- MS 17ª Bda Inf Sl CMA (60%) Porto Velho-AM 13ª Bda Inf Mtz CMO Cuiabá Cmdo CMP (20%) Brasiia - DF Cmdo CMO (20%) Campo Grande-MS Cmdo CMA (40%) Manaus-AM FARE 10% ANO 1 ANO 2 ANO (23%)

37 Gasto Anual (R$) Planejamento de Implantação 4º Ano Implantação 17ª Bda Inf Sl CMA (40%) Porto Velho-AM 15ª Bda Inf Mtz CMS Cascavel-PR Cmdo 5ª RM/DE CMS Curitiba - PR Cmdo CMP (30%) Brasiia - DF Cmdo CMO (20%) Campo Grande-MS Cmdo CMA (15%) Manaus-AM Cmdo CMS (30%) Porto Alegre-RS FARE 20% 5º Ano Implantação 1ª Bda Inf Sl CMA Boa Vista - RR 16ª Bda Inf Sl CMA Tefé-AM Cmdo CMP (10%) Brasiia - DF Cmdo CMA (25%) Manaus-AM Cmdo CMO (10%) Campo Grande-MS Cmdo CMS (20%) Porto Alegre-RS FARE 30% 6º Ano Implantação 18ª Bda Inf Fron CMO (25%) Corumbá-MS 2ª Bda Inf Sl CMA S G Cachoeira-AM 1ª Bda C Mec CMS Santiago-RS Cmdo 3ª DE CMS Santa Maria-RS Cmdo CMA (20%) Manaus-AM Cmdo CMS (30%) Porto Alegre-RS FARE 20% ANO 4 ANO 5 ANO 6 ANO º Ano Implantação 18ª Bda Inf Fron CMO (50%) Corumbá-MS Cmdo 8ª RM/DE CMA Belém - PA Cmdo CMS (20%) Porto Alegre-RS 6ª Bda Inf Bld CMS Santa Maria-RS Cmdo 6ª DE CMS Porto Alegre-RS Novos PEF CMA (52%)

38 SUBSISTEMAS DO SISFRON LOGÍSTICA SENSORIAMENTO CAPACITAÇÃO E SIMULAÇÃO APOIO À DECISÃO SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E DAS COMUNICAÇÕES TI E COMUNICAÇÕES (TIC)

39 Índice TÉCNICO Seleção da Integradora 1 Pontuação TEPRO Processo Seletivo composto por: 1. Critérios de Habilitação 2. Critérios Técnicos e Logísticos: 5000 requisitos 3. Critérios Comerciais 0,8 0,6 Fronteiras Genesys 0,4 0,2 CMO Rondon Synergy 0 OAS 0,4 0,6 0,8 1 Índice PREÇO Selecionado Consórcio TEPRO: SAVIS BRADAR único grupo sem alianças prédefinidas com grandes conglomerados internacionais Mais alto Índice de Conteúdo Nacional (ICN) Diferenciado domínio das tecnologias envolvidas

40 Fornecedores Resp. Técnica Consórcio TEPRO Seleção de Subfornecedores obedece a rígidos critérios de seleção: técnica, comercial, compensação comercial e análise de riscos, livre de componentes políticos CONSÓRCIO TEPRO Optrônicos SVMR COMINT SAD Com. Táticas Com. Satélite Com. Estratégicas Centros C2 Infra- Estrutura SGL

41 Empregos N de Etapas p/ ano N de Etapas p/ ano to SISFRON ução Geração de Emprego e Renda Modelo de geração de empregos criados em decorrência de aumento de demanda, desenvolvido pelo departamento econômico BNDES Somente a continuidade do SISFRON, 400 com os recursos orçamentários adequados, Geração Empregos - Piloto SISFRON em 9 anos de execução garantem a manutenção e geração de novos empregos 400 Geração de Empregos (Fase Piloto) em 9 anos de execução N Etapas Indiretos Diretos Empregos em Tecnologia Empregos em Infraestrutura Anos Ano N Etapas Diretos Indiretos Ef Renda Diretos Indiretos Ef Renda N Etapas Indiretos Diretos

42 IMPLANTAÇÃO CONTRATADA 75% CONTEÚDO NACIONAL CONSÓRCIO TEPRO (EMBRAER)

43 SENSORES ÓTICOS E OPTRÔNICOS Binóculo Termal Multifuncional (BTM) - Cmt de Unidade/GU - Imageamento termal - permite captura de imagens, detecção de alvos - GPS integrado permite georeferenciamento da posição - Montado em plataforma Pan e Tilt - Controle remoto BO Binóculo Ótico OV Óculos de Visão Noturna LEGENDA BT Binóculo Termal BTM Binóculo Termal Multifuncional

44 RADAR DE VIGILÂNCIA TERRESTRE (RVT) CTEX/ORBISAT Saber M20

45 RADAR DE VIGILÂNCIA TERRESTRE (RVT)

46 SENSORIAMENTO ELETROMAGNÉTICO PROJETOS DE NÚCLEO (CITEX) - CAÇADOR - AURORA

47 SENSORIAMENTO ELETROMAGNÉTICO Configuração C Antenna-HVUHF-DF- A0029 SLA

48 COMUNICAÇÕES TÁTICAS Falcon III Falcon III V RF-7800M-MP RF-7800M-V Intercomunicador RF-7800S RF-7800W HCLOS

49 COMUNICAÇÕES POR SATÉLITE - Banda X Star One C2 Star One C1 Móvel / S-394 Transportável Portátil Banda: X ERJ X X C Ku ECB

50 COMUNICAÇÕES ESTRATÉGICAS INFOVIA High Capacity Line Of Sight Network(s)

51 Guaira Guapore Palmarito Sao Simao COMUNICAÇÕES ESTRATÉGICAS Legenda Porto Indio BR 163 BR 163 Sonora BR 163 Localidade com OM Ponto de Repetidora em localidade com OM Ponto de Repetidora em localidade sem OM Infovia MT Campo Grande Infovia MS - Campo Grande Saida Satelite Forte Coimbra Campo Grande Antonio Joao Índice de Conteúdo Nacional (ICN) Item Índice Modalidade de Produção Equipamento 100,0% Produção nacional Software 0,0% Não aplicável Serviço 100,0% Serviço nacional Índice médio 100,0% Dourados Aral Moreira Amambai Iguatemi Mundo Novo

52 COMUNICAÇÕES ESTRATÉGICAS

53 CENTROS DE COMANDO E CONTROLE MÓVEIS INTERLIGAÇÃO POR FIBRA ÓPTICA ENTRE PC E MTO

54 CENTROS DE COMANDO E CONTROLE MÓVEIS SALA DE AUTORIDADES

55 Teste Operacional, integrando os diversos subsistemas work(s)

56 COMPENSAÇÃO (OFFSET) TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA E PROCESSOS INDUSTRIAIS

57 COMPENSAÇÃO (OFFSET)

58 Suporte Logístico Estrutura de Suporte Logístico Integrado em implantação para fase Piloto Subcontratadas Téc Campo Centros de Sup Infovia Téc Campo TI Oficina Agrale Oficina Volkswagen Materiais das Subcontratadas Matérias EB Matérias Savis Centros de Manutenção Centros de Suporte Infovia Apoio Logístico Savis

59 PRÓXIMO CONTRATO PLANEJADO PARA Nov14/Mar15 (novas capacidades)

60 15ª Bda Inf Mec 3 Mtz Mtz Mtz X 15 Mtz Mtz 16 Mec XX 5 14 Mec XX 5 CRM XXX CMS

61 AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA (ARP) Categoria 1 Categoria 3

62 DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS - INTEGRAÇÃO E FUSÃO DE DADOS - - Funcionalidade de Inteligência do SAD (requisitos do Hermes/CIE) - Entre as Forças (interoperabilidade) - Entre as Agências de Governo (interagências)

63 COMUNICAÇÕES ESTRATÉGICAS -Fibra ótica - Satélites de Comunicações e Vigilância

64 COMBATENTE DO FUTURO C2 EM CMB SOLUÇÃO INTEGRADA

65

66

67 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO OPERACIONAL

68 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO OPERACIONAL TABLET PDA Processador ARM Cortex-A9 de 1.0 GHz, com quatro núcleos, 1 ou 2 Gbytes de RAM, 8 Gbytes de HD Com uma tela de 10 (5) polegadas, Resolução de 800x480 GPS e bússola Um conector USB que também vai servir como conector de energia e uma conexão LAN

69 SRX2000 SISTEMA DE COMUNICAÇÕES CRÍTICAS (SISTEMA RÁDIO DIGITAL TRONCALIZADO) XTS2500 APX2000 XTL2500

70 COMO COORDENAR UMA OPERAÇÃO INTERAGÊNCIAS

71 SISTEMA EM CONDOMÍNIO INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA GERENCIAMENTO DA REDE PADRONIZAÇÃO DE TECNOLOGIA EXPANSÃO GESTÃO DE CANAIS CAPACITAÇÃO

72 SISTEMA NACIONAL DE COMUNICAÇÕES CRÍTICAS

73 RESULTADO DESEJADO

74 A CONVERGÊNCIA É UMA EXIGÊNCIA DA SOCIEDADE CUSTOS PADRONIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS COMPARTILHAMENTO DA INFRAESTRUTURA ESCALA CONTEÚDO NACIONAL INTEROPERABILIDADE LOGÍSTICA INTEGRADA GERENCIAMENTO DA REDE PROCEDIMENTOS LEGISLAÇÃO GOVERNANÇA EFICÁCIA DOS SERVIÇOS PRESTADOS AO CIDADÃO

75 IMPORTÂNCIA PARA A PREPARAÇÃO DAS AGÊNCIAS NO MOMENTO QUE SERÁ LIBERADA A FAIXA DE 700 MHZ LTE 4G

76 Testemunhando a história Papal em... 80

77 CIDADES MAIS SEGURAS TRAZEM PROSPERIDADE DADOS E VÍDEOS SÃO O FUTURO DA COMUNICAÇÃO CRÍTICA PARA A DEFESA E SEGURANÇA PÚBLICA DA SOCIEDADE. SÃO ESSENCIAIS PARA TRAZER EFICÁCIA AOS ÓRGÃOS DE ESTADO.

78 EMPREGO EXPERIMENTAL PELO EXÉRCITO

79 INSTALAÇÃO EM MOTOCICLETA

80 INSTALAÇÃO VEICULAR

81 LTE (4G) Faixa de 700MHZ REPETIDORAS TERMINAIS MÓVEIS TERMINAIS PORTÁTEIS

82 ÁREA DE RESPONSABILIDADE DO CRM DE CURITIBA POSTOS FIXOS POSTOS MÓVEIS MAGE DF QTD LOCAL MAGE DF QTD LOCAL HF/VHF/UHF VHF/UHF 3 CASCAVEL FOZ DO IGUAÇÚ SÃO MIGUEL DO OESTE HF/VHF/UHF VHF/UHF 2 CURITIBA HF/VHF/UHF HF/VHF/UHF 1 FRANCISCO BELTRÃO HF/VHF/UHF HF/VHF/UHF 0

83 COM TAT MUDANCA DE PLATAFORMA MNT ESTRUTURA DE REDE

84 Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa Repetidor Veicular Portátil Fixa TOTAL 30 HF 2 VHF 12 Multibanda 1 5 UHF 3 70 X Mec HF 4 1 VHF 24 Multibanda 2 22 UHF HF 23 4 VHF Multibanda 3 98 UHF Mec Apucarana Mtz Guaíra LO G HF 3 1 VHF 5 Multibanda 4 3 HF 1 VHF 1 5 Multibanda 1 UHF 34 Mec 33 Mec 26 UHF 50 Foz do Iguaçu Cascavél 16 HF 5 1 VHF 36 Multibanda 3 32 UHF Guarapuava HF 1 VHF Multibanda 1 UHF 80 Francisco Beltrão 15 E HF 4 1 VHF 24 Multibanda 2 22 UHF Palmas HF 2 VHF 12 Multibanda 1 11 UHF 3 70 HF 1 VHF Multibanda 1 UHF 60

85 Implantação faseada INFOVIA CMA, CMN, CMS e complemento CMO Conectividade CMS Enlaces terrestres operadoras e expansão de rede do EB; CMA e CMN Enlaces terrestres e satelitais. Estudo de soluções alternativas EWBHF da ordem de 120 kbps; Aeróstato Prova de conceito até final de 2014 em localidades do Acre.

86 2ª FASE CRM CTB

87 CENTROS DE C2 Virtualização de desktops Incluir construção dos COp no contrato OM - Localidade CC2 Fixo (GU) CC2 Móvel 18a Bda Inf Fron X X 17o B Fron X X 47o BI Mtz X X 2a Cia Inf X 3a Cia Inf X OM - Cidade Fixo Móvel 5ª DE - Curitiba/PR X X CRM - Curitiba/PR X - Cmdo 15 Bda Inf Mot - Cascavel/PR X X 33 BI Mtz - Cascavel/PR X X 34 BI Mtz - Foz do Iguaçu/PR X X 3 Cia Inf Mtz/34 BI Mtz - Guaíra/PR - X 15 Esq C Mec - Francisco Beltrão/PR X X 30 BI Mtz - Apucarana/PR X X 26 GAC - Guarapuava/PR X X 14 R C Mec/5 DE - São Miguel D Oeste/SC X X OM - Localidade CC2 Fixo (GU) CC2 Móvel 13a Bda inf Mtz - Cuiabá X X 2o B Fron - Cárceres X X 44o BI Mtz - Cuiabá X X 58o BI Mtz - Aragarças X X 18o GAC - Rondonópolis X X OM - Localidade CC2 Fixo CC2 Móvel CMA - Manaus X CRM / CMA - Porto Velho X CRM/CMA - Manaus X 17a Bda Inf Sl - Porto Velho X X Cmdo Fron AC/4º BIS - Rio Branco X X Cmdo Fron RO/6º BIS - Guajará-Mirim X X 54º BIS - Humaitá X X 61º BIS - Cruzeiro do Sul X X 17ª Ba Log - Porto Velho X

88 INFRA Manter escopo Incluir Energia Solar seletivamente

89 Integração de Sensores SARP Comunicações Criticas NOVAS TECNOLOGIAS Plataformas (embarcações, blindados)

90 - Maior presença do Estado nas áreas de fronteira - Maior efetividade no combate aos ilícitos transfronteiriços, contribuindo para o aumento da segurança nos centros urbanos - Maior capacidade de atuação em operações interagências - Contribuição à preservação ambiental - Cooperar no apoio a populações desassistidas com inclusão digital, ensino à distância e telesaúde - Estímulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação, incrementando a capacidade tecnológica da indústria nacional - Incremento na geração de empregos (expectativa de /ano) e renda (expectativa de R$ 240 milhões/ano) - Contribuição ao incremento da atividade econômica (expectativa de inserção de R$ 1,2 bilhões/ano)

91 O QUE É NECESSÁRIO: APOIO DE GOVERNO LOA DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES LEGISLAÇÃO INTERESSE EMPRESARIAL Senado e Câmara Federais Movimento Brasil Competitivo Ministério da Justiça Casa Civil CNI FIEP BUSCA DE ADESÕES Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (CONSESP) Conselho Nacional das Guardas Municipais (CNGM) Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC) Conselho Nacional de Perícia Criminal (PERÍCIA CRIMINAL) Conselho Nacional de Secretários e Gestores Municipais de Segurança Pública (CONSEMS) Liga Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (LIGABOM) Polícia Rodoviária Federal (PRF)

92 OBJETIVOS Apresentar o Projeto SISFRON à Federação das Indústrias do Estado do Paraná ENFATIZANDO: - O seu alinhamento com a Estratégia Nacional de Defesa (END) e o Plano Estratégico de Fronteiras; - A sua concepção de emprego interagências; - A sua contribuição para a implementação do Plano Nacional de Fronteiras; e - A sua importância na geração de emprego e renda para o mercado nacional. E CONCLUINDO QUANTO: O papel do Projeto como indutor de desenvolvimento regional e os benefícios esperados.

Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras

Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras 1. INTRODUÇÃO 2. PLANO ESTRATÉGICO DE FRONTEIRAS 3. O SISFRON a. ESTUDO DE VIABILIDADE b. ASPECTOS TÉCNICOS c. SUBSISTEMAS d. O PROJETO PILOTO 4. CONCLUSÃO

Leia mais

CICLO DE DEBATES PROMOVIDO PELA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DEFESA NACIONAL SISTEMA DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS

CICLO DE DEBATES PROMOVIDO PELA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DEFESA NACIONAL SISTEMA DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS CICLO DE DEBATES PROMOVIDO PELA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DEFESA NACIONAL SISTEMA DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS S I S F R O N SENSORES SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS CONCEPÇÃO

Leia mais

S I S F R O N SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS C R E D N / C D. 06 Mai 14 SENSORES

S I S F R O N SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS C R E D N / C D. 06 Mai 14 SENSORES S I S F R O N C R E D N / C D 06 Mai 14 SENSORES SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS O SISFRON é um sistema de sensoriamento, apoio à decisão e apoio à atuação integrada, para fortalecer a

Leia mais

Presentation Title Presentation Subtitle

Presentation Title Presentation Subtitle Presentation Title Presentation Subtitle SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 ASPECTOS LEGAIS 3 ASPECTOS ESTRATÉGICOS 4 SISFRON Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica,

Leia mais

GENERAL SANTOS GUERRA EXÉRCITO BRASILEIRO

GENERAL SANTOS GUERRA EXÉRCITO BRASILEIRO AS CONSEQUÊNCIAS DA ALOCAÇÃO DA BANDA DE FREQUÊNCIA EM 700 MHz, ATUALMENTE OCUPADA PELA TV ABERTA, E A ELABORAÇÃO DO EDITAL DE LICITAÇÃO PARA OS SERVIÇOS DE BANDA LARGA MÓVEL DE QUARTA GERAÇÃO GENERAL

Leia mais

Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal

Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal Novembro 2013 Marcus Tollendal Diretor Presidente SAVIS Tecnologia e Sistemas S.A. Roteiro Quem: Sobre a SAVIS Porque: Seleção para Implantação

Leia mais

VII Curso de Extensão em Defesa Nacional / UFMS. A segurança das áreas de fronteira Brasileira. Campo Grande - MS, 05 a 07 de junho de 2013

VII Curso de Extensão em Defesa Nacional / UFMS. A segurança das áreas de fronteira Brasileira. Campo Grande - MS, 05 a 07 de junho de 2013 SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA VII Curso de Extensão em Defesa Nacional / UFMS A segurança das áreas de fronteira Brasileira Campo Grande - MS, 05 a 07 de junho de 2013 Fronteira, aqui começa

Leia mais

Operações Interagências na Faixa de Fronteira e Relações Internacionais

Operações Interagências na Faixa de Fronteira e Relações Internacionais Operações Interagências na Faixa de Fronteira e Relações Internacionais Cláudio Medeiros Leopoldino Coordenador-Geral Adjunto Brasil: 16.886 km de fronteiras terrestres 10 países vizinhos fronteiras plenamente

Leia mais

Audiência Pública CFFC - Comissão de Fiscalização Financeira e Controle

Audiência Pública CFFC - Comissão de Fiscalização Financeira e Controle Audiência Pública CFFC - Comissão de Fiscalização Financeira e Controle Brasília, 17 de abril de 2012 Visão Geral AC Rio Branco Venezuela Boa Vista Manaus AM Hub Satélite RR Porto Velho Rede de fibra ótica

Leia mais

A ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NAS AÇÕES SUBSIDIÁRIAS

A ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NAS AÇÕES SUBSIDIÁRIAS MINISTÉRIO DA DEFESA A ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NAS AÇÕES SUBSIDIÁRIAS Almirante-de-Esquadra Ademir Sobrinho Chefe de Operações Conjuntas do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas MINISTÉRIO DA DEFESA

Leia mais

CONSIDERAÇÕES O ESPECTRO COMO PATRIMÔNIO DA SOCIEDADE; OS ÓRGÃOS PÚBLICOS SÃO MAIS LENTOS NA PRODUÇÃO DE SOLUÇÕES ALTERNATIVAS;

CONSIDERAÇÕES O ESPECTRO COMO PATRIMÔNIO DA SOCIEDADE; OS ÓRGÃOS PÚBLICOS SÃO MAIS LENTOS NA PRODUÇÃO DE SOLUÇÕES ALTERNATIVAS; CONSIDERAÇÕES O ESPECTRO COMO PATRIMÔNIO DA SOCIEDADE; OS ÓRGÃOS PÚBLICOS SÃO MAIS LENTOS NA PRODUÇÃO DE SOLUÇÕES ALTERNATIVAS; O SETOR PÚBLICO, COM DEMANDAS MENORES QUE O SETOR PRIVADO, TERÃO QUE SUPORTAR

Leia mais

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS ESCRITÓRIO DE PROJETOS DO EXÉRCITO

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS ESCRITÓRIO DE PROJETOS DO EXÉRCITO ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS ESCRITÓRIO DE PROJETOS DO EXÉRCITO 03.11.2015 SUMÁRIO INTRODUÇÃO GESTÃO DE PORTFÓLIO ESTRUTURA DO EPEX ESTRUTURA DA SACI PEE CONCLUSÃO INTRODUÇÃO Port

Leia mais

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA Rússia, China e Índia

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA Rússia, China e Índia PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA Rússia, China e Índia Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 19/02/2014.

Leia mais

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA EUA e México REPUBLICAÇÃO

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA EUA e México REPUBLICAÇÃO PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA EUA e México REPUBLICAÇÃO Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia

Leia mais

BANDA LARGA PARA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

BANDA LARGA PARA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE TELEMÁTICA Polícia Militar do Estado de São Paulo Diretoria de Telemática Centro de Processamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 97, DE 9 DE JUNHO DE 1999 Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas.

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA

MINISTÉRIO DA DEFESA MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO INDÚSTRIA DE DEFESA DO BRASIL SISTEMA NACIONAL DE COMUNICAÇÕES CRÍTICAS (SISNACC) EM DEFESA DOS IDEAIS DE LIBERDADE E DEMOCRACIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe

A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe Cap João André França da Silva 1 RESUMO O presente trabalho visa apresentar alguns aspectos relacionados a modernização da artilharia antiaérea. Esta modernização

Leia mais

A AMAZÔNIA NA INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA Convergências e Divergências

A AMAZÔNIA NA INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA Convergências e Divergências A AMAZÔNIA NA INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA Convergências e Divergências Principais Biomas Sul-Americanos Amazônia: mais de 40% da América do Sul Vegetação da Grandeá Regiões Amazônicas dos países sul-americanos

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NA SEGURANÇA INTEGRADA AMPARO LEGAL Art 142/CF 88....destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa

Leia mais

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy

Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Pesquisa sobre municipalização do trânsito e regulamentação do exercício da atividade de moto taxista e de moto boy Tabulação dos Resultados da Pesquisa Objetivos: Diagnosticar a situação atual dos municípios

Leia mais

Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil.

Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil. Centro de Treinamento de Combate Sul Santa Maria / RS Brasil. OBJETIVO Apresentar aos participantes do de Demandas Logísticas da Guarnição de Santa Maria/RS o projeto do Centro de Treinamento de Combate

Leia mais

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. MODELO

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. MODELO PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. MODELO Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 19/02/2014. ASSUNTO DO E-MAIL:

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

Plano de Ação do Governo Federal para o período de chuvas. Sul e Sudeste

Plano de Ação do Governo Federal para o período de chuvas. Sul e Sudeste Plano de Ação do Governo Federal para o período de chuvas Sul e Sudeste Plano de Ação do Governo Federal para o período de chuvas Sul e Sudeste 1. Prognóstico Climático 2. Municípios Monitorados 3. Preparação

Leia mais

Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 27/04/2014.

Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 27/04/2014. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA União Européia REPUBLICAÇÃO** Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o

Leia mais

Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 19/02/2014.

Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 19/02/2014. Edital para publicação no site período de 09 a 19 de fevereiro de 2014 PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. SISTEMATIZAÇÃO Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO CURSO DE AUTOAVALIAÇÃO NA MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO CURSO DE AUTOAVALIAÇÃO NA MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO ORDEM DE SERVIÇO N o 21 - SI.2 / 2ªSCh, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2011. CURSO DE AUTOAVALIAÇÃO NA MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA 1. FINALIDADE

Leia mais

O Crack na Fronteira Brasileira

O Crack na Fronteira Brasileira O Crack na Fronteira Brasileira Brasília, setembro de 2013 2 O Crack nos Municípios brasileiros Observatório do crack nos Municípios de Fronteira O Observatório do crack após lançar seu terceiro estudo

Leia mais

Políticas públicas para a Faixa de Fronteira. Marcus Vinicius Rego Gerente Nacional Gerência Nacional de Segmentos

Políticas públicas para a Faixa de Fronteira. Marcus Vinicius Rego Gerente Nacional Gerência Nacional de Segmentos Políticas públicas para a Faixa de Fronteira Marcus Vinicius Rego Gerente Nacional Gerência Nacional de Segmentos Fonte: Rel. Administração 2011 153 Anos de existência 71,7 milhões de clientes 67,5 mil

Leia mais

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA-AMERICA DO SUL

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA-AMERICA DO SUL PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. PPPA-AMERICA DO SUL Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 19/02/2014.

Leia mais

ROTEIRO. Apresentação de propriedade da ABIMDE (Associação das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) 2

ROTEIRO. Apresentação de propriedade da ABIMDE (Associação das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) 2 A INDÚSTRIA DE DEFESA E SEGURANÇA NO BRASIL 2013 ROTEIRO ABIMDE e a Base Industrial de Defesa Cenário Nacional Transferência de Tecnologia Protecionismo e Comércio Internacional Defesa e Desenvolvimento

Leia mais

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF Dezembro de 2013 OBJETIVO Promover a competitividade das micro e pequenas empresas

Leia mais

ERA INDUSTRIAL ERA DO CONHECIMENTO

ERA INDUSTRIAL ERA DO CONHECIMENTO ERA INDUSTRIAL TRANSFORMAÇÃO DO EXÉRCITO Talvez a guerra não vos interesse, mas a -se se por vós. ERA DO CONHECIMENTO - ADAPTAÇÃO e MODERNIZAÇÃO seriam lentas e insuficientes. - Demandava-se um processo

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Assuntos de interesse das OM, gerenciados pelo DCT

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Assuntos de interesse das OM, gerenciados pelo DCT DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Assuntos de interesse das OM, gerenciados pelo DCT EPCOM 2013 1 Planejar, organizar, dirigir e controlar as atividades científicas e tecnológicas no âmbito do Exército.

Leia mais

Eduardo Stranz Mariana Boff Barreto Rosângela Ribeiro Virna Limongi

Eduardo Stranz Mariana Boff Barreto Rosângela Ribeiro Virna Limongi O Crack na Fronteira Brasileira Eduardo Stranz Mariana Boff Barreto Rosângela Ribeiro Virna Limongi Resumo: O Observatório do Crack, projeto elaborado e mantido pela Confederação Nacional de Municípios

Leia mais

Investe São Paulo. Campinas, 17 de março de 2015

Investe São Paulo. Campinas, 17 de março de 2015 Investe São Paulo Campinas, 17 de março de 2015 Missão Ser a porta de entrada para novos investimentos e a expansão dos negócios existentes, gerando inovação tecnológica, emprego e renda. Promover a competitividade

Leia mais

Combate à Pobreza, Crescimento Inclusivo e Nova Agenda Social. Centro de Políticas Sociais FGV Wanda Engel Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2015

Combate à Pobreza, Crescimento Inclusivo e Nova Agenda Social. Centro de Políticas Sociais FGV Wanda Engel Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2015 Combate à Pobreza, Crescimento Inclusivo e Nova Agenda Social Centro de Políticas Sociais FGV Wanda Engel Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2015 Marcos da Política de Combate à Pobreza Antecedentes: Assistência

Leia mais

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015 Governança Pública O Desafio do Brasil Contra a corrupção e por mais desenvolvimento Governança de Municípios Março/2015 João Augusto Ribeiro Nardes Ministro do TCU Sumário I. Introdução-OTCUeocombateàcorrupção

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO TEMA. Figura 1. Diagrama do SISFRON. Fonte: Plano de Gerenciamento do Programa 2012

APRESENTAÇÃO DO TEMA. Figura 1. Diagrama do SISFRON. Fonte: Plano de Gerenciamento do Programa 2012 SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRA- SISFRON E SEUS BENEFÍCIOS PARA O MATO GROSSO DO SUL Adaías Rodrigues Souza, Acadêmico do Curso de Geografia da UEMS/UUCG, email: adaias07@yahoo.com.br;

Leia mais

Ações de enfrentamento ao crack Proposta de Plano Saúde e Segurança Pública

Ações de enfrentamento ao crack Proposta de Plano Saúde e Segurança Pública Ações de enfrentamento ao crack Proposta de Plano Saúde e Segurança Pública Eixo 1: Cuidado Eixo 2: Autoridade Eixo 3: Prevenção Rede de Atenção à Saúde Comunidades Terapêuticas Intervenção nas Cracolândias

Leia mais

Brasília, agosto de 2012.

Brasília, agosto de 2012. Brasília, agosto de 2012. Contas de Governo Cap. 4 (Análise Setorial) Execução do gasto Orçamentário (OFSS + RPNP) Gasto tributário (renúncia de receita) Resultado da atuação governamental no exercício

Leia mais

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal

Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES DA CTI 1

RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES DA CTI 1 RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES DA CTI 1 1. INTRODUÇÃO A discussão em torno do tema criminalidade e violência é um assunto recorrente e atual em nossa sociedade. Aliado também ao crescente tráfico e uso

Leia mais

DF formaliza adesão ao Programa Crack

DF formaliza adesão ao Programa Crack Editado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública / Ministério da Justiça Ano 2 Número 6 Dezembro/ 2012 DF formaliza adesão ao Programa Crack Foto: Isaac Amorim O Governo Federal vai investir, nos

Leia mais

CRIMINALIDADE NO BRASIL DIAGNÓSTICO E CUSTOS

CRIMINALIDADE NO BRASIL DIAGNÓSTICO E CUSTOS CRIMINALIDADE NO BRASIL DIAGNÓSTICO E CUSTOS Ministério da Justiça Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública DIAGNÓSTICO DA CRIMINALIDADE 24 Evolução dos

Leia mais

Seminário O controle interno governamental no Brasil. A articulação entre os órgãos de controle interno e o foco nos resultados

Seminário O controle interno governamental no Brasil. A articulação entre os órgãos de controle interno e o foco nos resultados Seminário O controle interno governamental no Brasil A articulação entre os órgãos de controle interno e o foco nos resultados Ronald da Silva Balbe CGU 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

POTENCIAL DO SETOR DE TI, E O DESENVOLVIMENTO DOS APL s

POTENCIAL DO SETOR DE TI, E O DESENVOLVIMENTO DOS APL s POTENCIAL DO SETOR DE TI, E O DESENVOLVIMENTO DOS APL s POR LUÍS MÁRIO LUCHETTA VICE- PRESIDENTE DE ARTICULAÇÃO POLÍTICA DA ASSESPRO NACIONAL 29.10.2009. QUEM É ASSESPRO Associação das Empresas Brasileiras

Leia mais

Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares

Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares Campinas, Abril de 2014 Violência contra as Mulheres: dados Internacional: 1 de cada

Leia mais

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Brasília, 06/03/2014 Contextualização Em 2008, a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua apontou que 76,15% da população

Leia mais

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DA AMAZÔNIA E DA FAIXA DE FRONTEIRA 1º PAINEL

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DA AMAZÔNIA E DA FAIXA DE FRONTEIRA 1º PAINEL SUBCOMISSÃO PERMANENTE DA AMAZÔNIA E DA FAIXA DE FRONTEIRA RELATÓRIO: TEMA I FRONTEIRAS E SEGURANÇA NACIONAL 1º PAINEL Realizado no dia 24 de maio de 2011, pela Subcomissão Permanente da Amazônia e da

Leia mais

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas (Anexo IV) LINHAS TEMÁTICAS EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas Metodologia, blocos e ferramentas específicas de projeto que

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL SOLUÇÕES JÁ DISPONÍVEIS

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL SOLUÇÕES JÁ DISPONÍVEIS APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL DESENVOLVENDO SOLUÇÕES INOVADORAS DE TI PARA O MONITORAMENTO, OPERAÇÃO E GESTÃO DE PROCESSOS, AGREGANDO PRODUTIVIDADE E QUALIDADE ÀS ATIVIDADES DOS NOSSOS CLIENTES. 01 Gerenciamento

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A sensação de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar Parcerias: PeNSE 1. Introdução Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar O IBGE, em parceria com o Ministério da Saúde e da Educação realizará, em 2015, a 3ª edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA CÂMARA FEDERAL

AUDIÊNCIA PÚBLICA CÂMARA FEDERAL APRESENTAÇÃO ADELAR ANDERLE COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA AUDIÊNCIA PÚBLICA CÂMARA FEDERAL Cenário da criminalidade e ameaça ao estado de direito Características do Brasil X experiências

Leia mais

Programa Complexo Industrial da Defesa

Programa Complexo Industrial da Defesa Programa Complexo Industrial da Defesa Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Junho/2010 Gestor: Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld Secretário

Leia mais

Página 1 de 8 IPI - Jurisdição - Regiões fiscais 18 de Maio de 2012 Em face da publicação da Portaria MF nº 203/2012 - DOU 1 de 17.05.2012, este procedimento foi atualizado (novas disposições - tópico

Leia mais

Apresentação da Companhia. Setembro de 2010

Apresentação da Companhia. Setembro de 2010 Apresentação da Companhia Setembro de 2010 Comprovada capacidade de execução Visão geral da Inpar Empreendimentos por segmento (1) Modelo de negócios integrado (incorporação, construção e venda) Comercial

Leia mais

UN 4 0,00 Catraca pedestal com cofre com leitor smart card

UN 4 0,00 Catraca pedestal com cofre com leitor smart card ITEM 1 - Município - Rio de Janeiro - RJ ANEXO II DO TERMO DE REFERÊNCIA QT Valor Unitário R$ Valor Total R$ 1 - Projeto (verba para infraestrutura e ativação local) VB 1 Software de Acesso - Licença Web

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMANDANTE DO EXÉRCITO ÓRGÃOS DE ASSESSORAMENTO DO COMANDANTE Gabinete do Comandante do Exército Secretaria-Geral do Exército Centro de Inteligência do Exército Centro de Comunicação Social do Exército

Leia mais

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012

Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Pesquisa de Informações Básicas Estaduais 2012 Informações Básicas Recursos Humanos Foram pesquisadas as pessoas que trabalhavam na administração direta e indireta por vínculo empregatício e escolaridade;

Leia mais

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador Coordenador: SEGURANÇA Visão: Que Santa Maria tenha os melhores indicadores de Segurança Pública, entre os municípios do Rio Grande do Sul com mais de 100 mil habitantes, garantindo a prevenção e o controle

Leia mais

Controle de Fronteiras na Copa do Mundo

Controle de Fronteiras na Copa do Mundo Sindireceita - Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil Controle de Fronteiras na Copa do Mundo Uma breve análise do abandono da Aduana brasileira Fronteiras Abertas 1

Leia mais

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO Diversos problemas levaram à situação atual O problema sempre foi tratado com uma série de OUs Natureza ou policial ou social Responsabilidade ou

Leia mais

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial

Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Impacto do Fundo Social na Ciência e Tecnologia e Política Industrial Ronaldo Mota Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Comissão Especial Pré-Sal / Fundo Social Câmara dos Deputados 6 de

Leia mais

Crack, é possível vencer

Crack, é possível vencer Crack, é possível vencer Prevenção Educação, Informação e Capacitação Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Leia mais

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios Prof. José Carlos Vaz EACH-USP 1 1. A importância da democratização do acesso à TI A desigualdade no acesso à tecnologia é um fator adicional

Leia mais

O papel dos governos nacionais na promoção da integração na América do Sul Bruno Dalcolmo Superintendente de Relações Internacionais

O papel dos governos nacionais na promoção da integração na América do Sul Bruno Dalcolmo Superintendente de Relações Internacionais O papel dos governos nacionais na promoção da integração na América do Sul Bruno Dalcolmo Superintendente de Relações Internacionais Oficina sobre Integração Aérea 10 a 11 de setembro de 2014 Rio de Janeiro

Leia mais

Boas Práticas na prestação de serviços em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados

Boas Práticas na prestação de serviços em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados Reunião Ordinária da Câmara Setorial de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados - CSPAF Boas Práticas na prestação de serviços em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados Leonardo

Leia mais

Programas de Apoio à Exportação

Programas de Apoio à Exportação INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL / MERCOSUL Programas de Apoio à Exportação ENCOMEX JARAGUÁ DO SUL Flávio Martins Pimentel Coordenação-Geral de Programas de Apoio à Exportação MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. SAUDE VAGAS: 08 (OITO)

PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. SAUDE VAGAS: 08 (OITO) PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. SAUDE VAGAS: 08 (OITO) Os currículos e as fichas de cadastro deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br

Leia mais

14º Encontro Nacional dos Interlocutores do Programa de Regionalização. 05 a 07 de Outubro de 2009 Brasília DF

14º Encontro Nacional dos Interlocutores do Programa de Regionalização. 05 a 07 de Outubro de 2009 Brasília DF 14º Encontro Nacional dos Interlocutores do Programa de Regionalização 05 a 07 de Outubro de 2009 Brasília DF Demanda 13 º Encontro dos Interlocutores - Emendas Parlamentares UF Destino Projeto prioritário

Leia mais

3.5 - RADIOAMADOR é a pessoa habilitada a executar o Serviço de Radioamador.

3.5 - RADIOAMADOR é a pessoa habilitada a executar o Serviço de Radioamador. NORMA DE ATIVAÇÃO E EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS DA REDE NACIONAL DE EMERGÊNCIA DE RADIOAMADORES - RENER 1. INTRODUÇÃO 1.1 - A presente norma estabelece as condições de ativação e execução da Rede Nacional de

Leia mais

Luciano Coutinho Presidente

Luciano Coutinho Presidente O papeldo BNDES napromoçãodo desenvolvimento econômico e social do Brasil IV Fórum Internacional de comunicação e sustentabilidade Brasília, 26 de maio de 2011 Luciano Coutinho Presidente O Brasil ingressa

Leia mais

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar PMERJ/CETIC Novas Tecnologias na Polícia Militar Apresentação pessoal CEL PM DJALMA JOSÉ BELTRAMI TEIXEIRA PMERJ Coordenador do CETIC Coordenadoria Especializada em Tecnologia e Comunicações Atribuições

Leia mais

TECNOLOGIA PARA OS DESAFIOS DO BRASIL

TECNOLOGIA PARA OS DESAFIOS DO BRASIL TECNOLOGIA PARA OS DESAFIOS DO BRASIL Consultoria, tecnologia e outsourcing indracompany.com INDRA NO BRASIL UMA DAS PRINCIPAIS EMPRESAS DE CONSULTORIA E TECNOLOGIA DO PAÍS BRASIL. PRINCIPAL MERCADO INTERNACIONAL

Leia mais

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe

Leia mais

CAFÉ DA MANHÃ FRENTE PARLAMENTAR

CAFÉ DA MANHÃ FRENTE PARLAMENTAR CAFÉ DA MANHÃ FRENTE PARLAMENTAR Situação Atual do Setor Têxtil e de Confecção Aguinaldo Diniz Filho Presidente da Abit Brasília, 19 de junho de 2013 PERFIL DO SETOR ESTRUTURA DA CADEIA TEXTIL E DE CONFECÇÃO

Leia mais

368 municípios visitados

368 municípios visitados TURISTAS INTERNACIONAIS 60,3% visitaram o Brasil pela primeira vez 91,4 % Copa como o principal motivo da viagem 83% o Brasil atendeu plenamente ou superou suas expectativas 95% tem intenção de retornar

Leia mais

EXÉRCITO BRASILEIRO A SERVIÇO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

EXÉRCITO BRASILEIRO A SERVIÇO DA SOCIEDADE BRASILEIRA EXÉRCITO BRASILEIRO A SERVIÇO DA SOCIEDADE BRASILEIRA O RÁDIO É UM DOS MELHORES EQUIPAMENTOS PARA QUEM TRABALHA NA SEGURANÇA DO CIDADÃO, SEJA ELE MILITAR DAS FORÇAS ARMADAS, BOMBEIRO OU POLICIAL. É O ÚNICO

Leia mais

Situação da Tuberculose no Brasil

Situação da Tuberculose no Brasil Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Programa Nacional de Controle da Tuberculose Situação da Tuberculose no Brasil Draurio Barreira Coordenador

Leia mais

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL Nº PROPOSTA UF e Nº Original da Proposta 01 Garantir os 20% das vagas, e a efetivação das condições de acesso e permanência AC/08 necessárias para pessoas

Leia mais

Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas

Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Marta Maria Alves da Silva CGDANT/DASIS/SVS/MS Brasília/DF, 13 de setembro de 2012 2009:

Leia mais

Gen Bda Mosqueira Diretor de Fabricação mauroguedes@globo.com EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DIRETORIA DE FABRICAÇÃO

Gen Bda Mosqueira Diretor de Fabricação mauroguedes@globo.com EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DIRETORIA DE FABRICAÇÃO EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DIRETORIA DE FABRICAÇÃO "Ciência, Tecnologia, Inovação e Suporte Logístico: possibilidades, estratégias e reais situações para o Exército Brasileiro

Leia mais

AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO

AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO 1 / 23 OBJETIVO

Leia mais

Documento de Definição do Programa Amazônia Conectada

Documento de Definição do Programa Amazônia Conectada Documento de Definição do Programa Amazônia Conectada Desenvolvido por: Cap Luciano Sales Versão: 3.0 Aprovado por: Gen Decílio Data: 01/07/2015 1. Contexto do Programa Em muitas partes do mundo, ainda

Leia mais

Workshop Saneamento Básico Fiesp. Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa

Workshop Saneamento Básico Fiesp. Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa Workshop Saneamento Básico Fiesp Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa Presidente da Funasa Henrique Pires São Paulo, 28 de outubro de 2015 Fundação Nacional de

Leia mais

O SISTEMA DE IMAGENS E INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS. DO EXÉRCITO ( SIMAGEx) Gen Div PAIVA DE SÁS

O SISTEMA DE IMAGENS E INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS. DO EXÉRCITO ( SIMAGEx) Gen Div PAIVA DE SÁS e 1 2º ENCONTRO DE USUÁRIOS DE SENSORIAMENTO REMOTO O SISTEMA DE IMAGENS E INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS DO EXÉRCITO ( ) Gen Div PAIVA DE SÁS Diretor do Serviço Geográfico e 2 Introdução Objetivos Visão Contextual

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Nota Técnica elaborada em 01/2014 pela CGAN/DAB/SAS. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº15/2014-CGAN/DAB/SAS/MS

Leia mais

Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140

Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140 Licenciamento Ambiental nos Municípios: a Lei Complementar nº 140 I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável Brasília, 29 de março de 2012 SISTEMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - SISNAMA O

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A falta de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada pelos

Leia mais

Programa Nacional de Banda Larga

Programa Nacional de Banda Larga Programa Nacional de Banda Larga Metas e eixos de ação Comissão de Ciência e Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal Brasília, 31 de agosto de 2011 Dados de acesso à Internet em

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

REDE DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA, JUSTIÇA E FISCALIZAÇÃO

REDE DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA, JUSTIÇA E FISCALIZAÇÃO Rede InfoSeg REDE DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA, JUSTIÇA E FISCALIZAÇÃO Situação da Rede INFOSEG (novembro/2003) Defasagem de atualização dos dados; Pouca participação dos

Leia mais