RELAÇÃO ENTRE DURAÇÃO SEGMENTAL E PERCEPÇÃO DE FRICATIVAS SURDAS E SONORAS

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1 3378 RELAÇÃO ENTRE DURAÇÃO SEGMENTAL E PERCEPÇÃO DE FRICATIVAS SURDAS E SONORAS Audinéia Silva (UESB/ FAPESB) Vera PACHECO (UESB) 1) CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1) Duração segmental Em algumas línguas, como o inglês, a duração de vogais e consoantes é um parâmetro fonético que apresenta estreita relação com a distintividade entre consoantes surdas e sonoras (KENT; READ, 2002). Além da sonoridade, Carlson e Granström (1975) afirmam que existem determinados fatores tidos como importantes para determinar a duração segmental, tais como o acento, a qualidade vocálica, grau de ênfase, posição dentro da palavra ou frase etc. Segundo House e Fairbanks (1953), apud Meneses e Pacheco (2006) no Inglês, por exemplo, a duração vocálica varia de acordo com o número e a natureza das consoantes adjacentes. De acordo com Cagliari (1999), apud Oliveira e Pacheco (2007), a duração segmental pode sofrer influencia de elementos prosódicos, como o ritmo, acento, pausa, concatenação e velocidade da fala. Segundo Martins (1998), apud Oliveira e Pacheco (2007), a duração segmental também pode sofrer influência da posição que o segmento ocupa em cadeias mais longas de fala. O segmento pode sofrer alteração de 20% a 50% dependendo da posição que ele ocupa na frase. Para o Português do Brasil, de acordo com Souza e Pacheco (2007), a duração segmental não é fonológica, mas também não é aleatória. Segundo Pacheco (2004), a duração do VOT das oclusivas pode variar em função da estrutura silábica, ou em função da proximidade e distância de pausas, conforme dados de Meneses e Pacheco (2007). A duração do ruído das fricativas no Português do Brasil, à semelhança das oclusivas, não tem relação com a sonoridade da consoante: fricativas surdas e sonoras possuem o mesmo tamanho de ruído. Diferentemente das oclusivas, contudo, as fricativas não mostraram ter duração diferenciada em função da estrutura silábica ou do contexto sentencial de proximidade ou distância de pausa (OLIVEIRA; PACHECO, 2007). 1.2) Percepção da fala O processo de percepção da fala consiste na extração, por parte do ouvinte, de significado do sinal acústico produzido pelo falante. De acordo com Hawkins (1999) apud Pacheco (2006), a maioria das pesquisas em percepção da linguagem era baseada apenas na identificação de fonemas, por parte do ouvinte, em sílabas simples, e muitas vezes contextualmente isoladas. Contudo, de acordo ainda com esse autor, ao se examinar o processo de percepção da linguagem, é preciso considerar não só os sinais acústicos, mas como esses sinais associam-se a suas funções de ordem lingüísticas, a gramática, escolhas das palavras etc. Dentre os modelos usados para explicar a percepção da fala, a Teoria Quântica (STEVENS, 1972, 1989) propõe que a percepção da fala se dá pelo sinal acústico, sem qualquer ligação com a forma como som é produzido, já que a relação entre os parâmetros articulatórios e o output acústico não é linear, uma vez que parâmetros acústicos são relativamente insensíveis a uma mudança grande no parâmetro articulatório (PACHECO, 2006, p. 236).

2 3379 Assim, para essa teoria, a percepção da fala se dá basicamente a partir das regiões quânticas do sinal acústico. 1.3 Consoantes fricativas As fricativas são consoantes produzidas por uma forte constrição do trato vocal. Nesse sentido, a produção dessas consoantes conta com a participação da fonte de ruído, resultante da turbulência de ar gerada pela constrição do trato vocal. As fricativas sonoras contam, ainda, com a fonte laríngea. Acusticamente falando, as fricativas se caracterizam basicamente pela presença de ruído concentrado em altas energias (KENT; READ, 2002). De acordo com Kent e Read (2002), as fricativas sibilantes [s, z, S e Z] possuem uma maior concentração de ruído em altas energias do que as fricativas não-sibilantes [f e v]. Essa diferença, segundo os autores, a quantidade de energia do ruído, parece ser particularmente importante para a percepção do contraste entre as fricativas surdas e sonoras. Além da diferença de energia encontrada entre as sibilantes e as não sibilantes, as fricativas tendem a ter diferença de duração em função da sonoridade: as fricativas sonoras possuem a duração do ruído menor do que as surdas (KENT; READ, 2002), resultado que não é encontrado para o Português do Brasil (SOUZA; PACHECO, 2007). 2 OBJETIVOS PROPOSTOS Considerando que a) a duração das fricativas no Português do Brasil é um parâmetro fonético que não está atrelada à distinção de surda e sonora e b) de acordo com a Teoria Quântica a percepção da fala se dá a partir de sinal acústico; o objetivo do presente trabalho é investigar a relação entre a duração do ruído fricativo e a percepção de fricativas surdas e sonoras. A pergunta que se coloca é se o tamanho do ruído da fricativa interfere na identificação de fricativa surda ou sonora. Tendo por base a consideração feita no item a, qual seja, a duração das fricativas no Português do Brasil é um parâmetro fonético que não está atrelada à distinção de surda e sonora, a hipótese de trabalho assumida é a de que a duração do ruído fricativo não interfere na percepção de fricativas surdas e sonoras. 3 MATERIAL E MÉTODOS Buscando responder a pergunta colocada e com vistas a alcançar o objetivo proposto, a realização deste trabalho contou com as seguintes etapas e procedimentos metodológicos: 3.1 Montagem do corpus Foi constituído um corpus composto por monossílabos CV, cujo onset foi ocupado pelos pares de fricativas surdas e sonoras labiodentais, alveolares e pós-alveolares e, no núcleo, as vogais /a/, /i/ e /u/. 3.2 Design experimental Os monossílabos do corpus foram inseridos na frase-veículo Digo X baixinho com vistas a homogeneizar o ambiente fonético no qual as fricativas estavam inseridas. 3.3 Obtenção do sinal acústico As frases veículos foram impressas em cartões e apresentadas a um locutor que as leu em voz alta, momento em que foi realizada a gravação dessa leitura através do gravador digital Olympus. 3.4 Manipulação do ruído fricativo

3 3380 Após a realização da gravação digital das frases-veículos, foi realizada, por meio do programa Praat, a redução e ampliação do ruído fricativo a taxas de 75%, 50% e 25% da duração do sinal original. 3.5 Montagem do arquivo sonoro: Foi montado um arquivo sonoro no qual gravações das frases-veículos com as fricativas com o ruído reduzido e ampliado nas três taxas mais a duração original do ruído foram dispostas aleatoriamente em três repetições. 3.6 Aplicação do teste de percepção O arquivo sonoro com as fricativas manipuladas foi tocado para três informantes que, após ouvir tais gravações, deveriam repeti-las em voz alta, tempo em que as mesmas foram gravadas. Os informantes desta pesquisa não apresentavam qualquer problema de audição. 3.7 Tabulação dos dados As gravações com as respostas dos informantes foram ouvidas cautelosamente com vistas a identificar as fricativas que estavam em suas respostas, as quais foram contrastadas com as fricativas manipuladas do sinal sonoro. 3.8 Análises estatísticas As médias das taxas de identificação de fricativas surdas e sonoras para as diferentes manipulações de ruído foram submetidas ao teste t com vistas a identificar se as diferenças entre essas médias eram significativas. Foram consideradas diferenças significativas para valores de p <0.05, com alfa igual a RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados encontrados evidenciam que 4.1 Ampliação do ruído e a percepção de fricativas surdas e sonoras Se se considerar que a) ao ampliar o ruído da fricativa, as suas características acústicas se tornam ainda mais acentuadas, b) em termos de produção, o ruído das fricativas surdas e sonoras não apresentam diferença significativa (SOUZA; PACHECO, 2007), esperar-se-ia, portanto, que a ampliação desse ruído não afetaria a percepção de distintividade de sonoridade desses segmentos. E, tal como esperado, verifica-se, a partir dos resultados encontrados neste trabalho, que a ampliação do ruído da fricativa não afeta a percepção de surdas de sonoras, como apresentado nas tabelas 1 e 2. TABELA 1 Avaliação da taxa média de percepção de fricativas surdas e sonoras com ampliações do ruído em 0% e 25% A ampliação do ruído fricativo a 0% (ou seja, manutenção da duração original do ruído) e a 25% não afeta a percepção de fricativas surdas sonoras. Fricativas surdas e sonoras apresentam taxas de percepção semelhantes (valores de p = 1; 1; 1; 0,3; 0,1; 1; 0, 1; 0,4 para 0% e 1; 0,4; 1; 1; 0,2; 0,4; 0,4; 0,2; 1 para 25%), que variam 88,83% a 100%, conforme tabela 1

4 3381 O mesmo resultado é observado para a ampliação do ruído a 50% e 75%, como apresentado na tabela 2. TABELA 2 Avaliação da taxa média de percepção de fricativas surdas e sonoras com ampliações do ruído em 50% e 75%,, A ampliação do ruído às taxas de 50% e 75% leva a uma alta porcentagem (de 93,3 a 100%) de percepção de fricativas surdas e sonoras estatisticamente sem diferenças (valores de p = 1; 0,4; 1; 1; 0,5; 1; 1; 0,2; 1para 50% e 1; 0,2; 1; 0,3; 0,3; 1; 1; 0,3; 0,4 para 75%), semelhante ao que se verifica para à ampliação à 0% e 25%. Os resultados encontrados são fortes evidências de que um ruído maior não interfere na processo de percepção de fricativas surdas e sonoras, à semelhança do que ocorre com as oclusivas quando têm o seu VOT ampliado (DIAS; PACHECO, 2007). Nesse sentido, esses resultados corroboram os resultados de produção, obtidos por Souza e Pacheco (2007) que mostram que a duração do ruído não está associada ao vozeamento da fricativa. 4.2 Redução do ruído e a percepção de fricativas surdas e sonoras Se por um lado a ampliação do ruído não afeta a percepção de fricativas surdas e sonoras, por outro a redução parece prejudicar a percepção de fricativas surdas em algumas taxas de redução. Conforme dados apresentados na tabela 3, a porcentagem de percepção de fricativas surdas e sonoras para taxas de redução de ruído a 0% e 25% não apresentam diferença significativa (valores de p =1; 1; 1; 0,3; 0,1; 1; 1; 0,1; 0,4 para 0% e 0,5; 1; 0,4; 1; 0,1;1; 0,4; 0,6; 0,4 para 25%). Com uma redução de 25%, conforme dados da tabela 3, o ouvinte é ainda capaz de recuperar com alta porcentagem (de 92,5% a 100%) a distinção entre as fricativas surdas e sonoras. TABELA 3 Avaliação da taxa média de percepção de fricativas surdas e sonoras com redução do ruído em 0% e 25% Para uma redução de 50% e 75%, contudo, a percepção de algumas fricativas surdas, diante de certas vogais pode ser comprometida, sendo significativamente menor que a porcentagem de percepção de sua contra parte sonora, como pode ser observado na tabela 4.

5 3382 TABELA 4 Avaliação da taxa média de percepção de fricativas surdas e sonoras com redução do ruído em 50% e 75% Conforme dados da tabela 4, as fricativas surdas tanto sibilantes quanto as não sibilantes sofrem queda significativa na sua porcentagem de percepção se comparadas às porcentagens das sonoras, na condição experimental de redução de ruído em 50% e 75%. Analisando, ainda, os resultados apresentados na tabela 4, observa-se que a percepção das fricativas surdas é severamente comprometida quando ocorrem essas reduções, exceção somente para as fricativas alveolares com redução de ruído em 50%, cujas porcentagens de percepção de surdas e sonoras não são estatisticamente diferentes para as três vogais que lhes seguem. A porcentagem de percepção das fricativas surdas também não é comprometida em outras quatro situações: a) quando as fricativas labiodentais, com ruído reduzido em 50%, antecedem a vogal /u/ (p= 0.5); b) quando as fricativas pós-alveolares, com ruído reduzido em 50%, antecedem a vogal /i/ (p=0.4); c) quando as fricativas alveolares, com ruído reduzido em 75%, antecedem a vogal /i/ (p=0.8); e, d) quando as fricativas pós-alveolares, com ruído reduzido em 75%, antecedem a vogal /i/ (p=0.51). Em todas essas situações, tem-se que as vogais que seguem a fricativa é produzida em regiões próximas ao ponto de articulação das consoantes que as antecedem. Assim, a vogal /i/ é produzida próxima à região alveolar e pós-alveolar, regiões onde ocorrem as constrições das fricativas surdas que não têm a sua porcentagem de percepção comprometida quando antecedem essas vogais. Essa observação pode se igualmente estendida para fricativa labiodental surda, com ruído reduzido em 50% quando antecedida pela vogal /u/. Essa vogal é um segmento produzido com o arredondamento dos lábios, região na qual ocorre a constrição da consoante que lhe antecede. Considerando-se essas análises, é possível aventar a hipótese de que, em caso de redução do ruído fricativo, a queda na percepção da fricativa surda pode ser atenuada quando fricativa e vogal tiverem regiões de produção próximas. De qualquer forma, os dados encontrados evidenciam que a duração do ruído é uma pista importante para a percepção de fricativas surdas, mesmo que, em termos de produção, a diferença de duração do ruído das fricativas surdas e sonoras seja não significativa. CONSIDERAÇÕES FINAIS Considerando o objetivo proposto e a pergunta colocada, pode-se afirmar que a duração do ruído fricativo é um parâmetro acústico importante para a percepção de fricativas surdas e sonoras. Ruídos fricativos menores comprometem a percepção de fricativas surdas.

6 3383 Assim, os resultados encontrados na pesquisa não suportam a hipótese de que a duração do ruído não afeta a percepção de sonoridade das fricativas, apesar de em termos de produção não haver diferença significativa entre a duração de ruído das fricativas surdas e sonoras. REFERÊNCIAS CAGLIARI, L. C. Acento em Português. 1. ed. Campinas: Edição do Autor, v p. CARLSON, R.; GRANSTROM, B. Perception of Segmental duration. Eindhoven: Jornal STL-QPSR, 1975, [s.p.] DIAS, M.D. S. ; PACHECO, V.. ESTUDO PERCEPTUAL DA NATUREZA DURACIONAL DAS CONSOANTES OCLUSIVAS EM MONOSSÍLABOS CV NO PORTUGUÊS DO BRASIL:IMPLICAÇÃO FONÉTICA OU FONOLÓGICA?. In: Congresso de Pesquisa e Extensão Cultura, Ciência e Tecnologia para o Crescimento- Conpex, X, 2007, Vitória da Conquista. Anais.., 2007 HAWKINS, S. Looking for invariant correlates of linguistics units: two classical theories of speech perception. In: PICKETT, J.M.(org.)The acoustics of speech communication: Fundamentals, speech perception theory, and technology Boston: Allyn and Bacon., p HOUSE, A.; FAIRBANKS, G. The influence of Consonant Environment upon the Secondary Acoustical Characteristics of Vowels. The Journal of the Acoustical Society of America, 25, 1953, p KENT, R. D.; READ, C. Acoustic analysis of speech. 2ª ed. Thomson Learning, 2002, p MARTINS, M. R. D. Ouvir Falar: Introdução à Fonética do Português. 3 ed. Lisboa: Caminho, Série Lingüística, 1998, 187 p. MENESES, F. O. ; PACHECO, V.. A relação Duração Segmental e a posição de Ênfase na sentença: O caso Oclusivas. In: Seminário Interno de Iniciação Científica em Estudos da Língua(gem), I, 2006, Vitória da Conquista. Anais.., v. 1. p MENESES, F. O. ; PACHECO, V.. Pausa Duração Segmental: O caso da Oclusivas. In: Reunião da SBPC, 59o, 2007, Belém. Anais.., 2007 OLIVEIRA, P. F. ; PACHECO, V. A relação entre posição de ênfase sentencial/proximidade de pausa e duração segmental no PB: o caso das fricativas. In: FONSECA-SILVA, M.C.; PACHECO, V. SILVA, E.G. (Org.). Pesquisas em Estudos da Linguagem. Vitória da Conquista: Edições Uesb, 2007, v. III, p PACHECO, V.. Micro-prosódia segmental e estrutura silábica: o caso das oclusivas - dados preliminares -. Inventário, v. 3, p. 4-14, PACHECO. V. O efeito dos estímulos auditivo e visual na percepção de marcadores prosódicos lexicais e gráficos usados na escrita do Português do Brasil f. Tese (Doutorado). Instituto de Estudos da Linguagem. Universidade Estadual de Campinas. Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2006 SOUZA, L. C. S.; PACHECO, V. Uma investigação acerca da natureza duracional dos segmetnos vocálico e consonantal em monossílabos CV no PB: uma informação fonética ou Fonológica?. In: FONSECA-SILVA, M.C.; PACHECO, V. SILVA, E.G. (Org.). Pesquisas em Estudos da Linguagem III. Vitória da Conquista: Edições Uesb, 2007, v. 3, p STEVENS, K. N The quantal nature of speech: Evidence from Articulatory-Acoustic data. In: DAVID, E. E. Jr.; DENES, P. B. (Eds.) Human communication: a unified view. New York: 1972, 51-66p. STEVENS, K. N. On the quantal nature of speech. In: Journal of Phonetics, vol. 17, 1989, p

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