ANEXO V. Princípios Fundamentais na Atenção a Adolescentes e Jovens que nortearam o debate:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANEXO V. Princípios Fundamentais na Atenção a Adolescentes e Jovens que nortearam o debate:"

Transcrição

1 ANEXO V 111 CONSENSO SOBRE QUESTÕES TÉCNICAS, ÉTICAS E LEGAIS REFERENTES AO ATENDIMENTO DO ADOLESCENTE NAS UNIDADES MUNICIPAIS DE SAÚDE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE CURITIBA CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE Este documento sintetiza o consenso elaborado pelos representantes do Município de Curitiba, através da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba (SMS), Sociedade Paranaense de Pediatria (SPP), Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Paraná (SOGIPA), Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM) e 1ª Vara da Infância e da Juventude de Curitiba Área de Risco, sobre questões que dificultam ou impedem a atenção integral à saúde do adolescente, na faixa etária de 10 a 20 anos incompletos, por parte das equipes de saúde das unidades municipais de saúde. Princípios Fundamentais na Atenção a Adolescentes e Jovens que nortearam o debate: Ética a relação profissional de saúde com os adolescentes e jovens deve ser pautada pelos princípios de respeito, autonomia e liberdade, prescritos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e pelos Códigos de Ética das diferentes categorias. Ética não é sinônimo de moral ou valores religiosos mas de ethos costumes - comportamentos que se tornam normativos para determinado grupo social, procurando conferir-lhe um caráter nacional e universal que ultrapassa a arbitrariedade individual. Privacidade adolescentes e jovens podem ser atendidos sozinhos, caso desejem, independente da idade, em um espaço privado de consulta, em que são reconhecidas sua autonomia e individualidade, e será estimulada sua responsabilidade crescente com a sua saúde integral. Privacidade, no entanto, não significa diminuição da responsabilidade familiar ou sonegação do direito dos pais de participar das vivências do adolescente. É importante que se estabeleça, num momento adequado, uma relação pactuada e esclarecida entre o médico, enfermeiro, a família e o adolescente. Devem ser consideradas as situações de exceção como déficit intelectual importante, falta de crítica (alguns distúrbios psiquiátricos, toxicomania, etc), desejo do adolescente de não ficar só, entre outras. A privacidade não está, obrigatoriamente, ligada à confidencialidade. Confidencialidade e Sigilo adolescentes e jovens devem ter garantido o direito ao sigilo das informações obtidas durante atendimento de saúde. A quebra do sigilo deve ser feita sempre que houver risco de vida ou outros riscos relevantes tanto para o cliente quanto para terceiros, a exemplo de situações como abuso ou exploração sexual, risco ou tentativa de suicídio, risco ou tentativa de aborto, informações de homicídios, dependência de drogas, gravidez e outros. Nestes casos, a necessidade da quebra de sigilo deverá ser comunicada ao adolescente e a maneira e o momento de tal revelação aos pais ou responsáveis legais deverão ser individualizados a cada situação. O Artigo 102 do Código de Ética Médica (CEM) informa que é vedado ao médico revelar fato que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente. O princípio da confidencialidade é relativo ao nível de maturidade, autonomia e risco do adolescente e estes aspectos devem ser avaliados em conjunto com o adolescente. Tanto a aderência cega à confidencialidade como a ausência total da mesma são comportamentos indesejáveis para a ética e para a lei. Quanto à questão legal, o princípio de beneficência é soberano. No caso da confidencialidade, é reconhecido seu benefício no atendimento do adolescente, pois favorece a formação de vínculo e a realização de medidas de prevenção. É importante lembrar que o casamento torna a pessoa capaz para todos os atos da vida civil, fixando a lei à idade mínima de 16 anos para o matrimônio, desde que com a anuência dos pais (suprível mediante autorização judicial).

2 112 As questões debatidas foram: 1-Quanto ao atendimento médico ou de enfermagem do adolescente menor de 14 anos, desacompanhado dos pais ou responsável com 18 anos ou mais. O acesso à consulta é um direito do adolescente, previsto na lei Federal n.º 8069, de 13 de Julho de 1990, no Código de Ética Médica (CEM), na Constituição Federal Brasileira (CFB) de 1988, no Sistema Único de Saúde (SUS) e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), artigos 3º,4º,5º,11º,15º,16º,17º e 18º. O não atendimento de menores de 18 anos desacompanhados pode caracterizar discriminação (capítulo IV, artigo 47 do CEM; ECA). No atendimento do adolescente desacompanhado de seus pais ou responsável de no mínimo 18 anos, prevalece o princípio da confidencialidade e privacidade. Durante o atendimento, deve-se avaliar a capacidade do adolescente de discernir e assumir o autocuidado. Se houver prejuízo desta capacidade, a presença de um responsável é necessária e deve ser informada ao adolescente. A realização de exame físico deverá ocorrer na presença de outro profissional da saúde. Quando houver indicação de um procedimento invasivo, torna-se necessária a presença de um dos pais ou responsável, excluindo-se as situações de urgência, quando há risco de vida iminente. É indispensável comunicar, esclarecer e acordar com o adolescente sobre quando e o que vai ser realizado. Garantir o acesso do adolescente à consulta é um ato de acolhimento e humanização das equipes de saúde e de respeito aos princípios do Sistema Único de Saúde 2 Quanto a quem atende o adolescente, quais os eixos principais da atenção e qual a importância da capacitação continuada dos profissionais de saúde. A atenção integral ao adolescente abrange o contexto bio-psico-social por meio de equipe multiprofissional e interdisciplinar. O Ministério da Saúde preconiza que todas as categorias profissionais podem se qualificar para o atendimento de adolescentes e jovens. O processo de educação permanente é de responsabilidade das instituições, da equipe e da própria pessoa, pois deve visar, além do domínio de conhecimento e habilidades técnicas, à transformação da prática profissional e da qualidade do serviço. Ressalta-se a importância da capacitação continuada dos profissionais de saúde para o atendimento preventivo e assistencial, situando-os em relação aos direitos do adolescente previstos na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, no Estatuto da Criança e do Adolescente, nas Políticas Nacionais de Saúde e nos Protocolos institucionais. Apesar de cada membro da equipe de saúde atuar dentro da sua formação profissional específica, todos devem conhecer e respeitar os princípios da ética, privacidade e confidencialidade do ECA, e as principais mudanças que ocorrem no corpo, no emocional, no ambiente familiar e social dos adolescentes. No eixo da Promoção da Saúde e Prevenção de Agravos, as ações podem ser realizadas por membros da equipe habilitados. No eixo da Assistência, o Protocolo de Atenção à Saúde do Adolescente, da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, estabelece o que cabe a cada profissional, respeitando a legislação vigente.

3 3 Quanto ao acesso a orientações e à prescrição de métodos anticoncepcionais de rotina e de emergência sem o conhecimento dos pais ou responsável legal, inclusive a adolescentes menores de 14 anos. O adolescente tem direito à orientação sobre anticoncepção, ao acesso a preservativos masculinos e femininos e à prescrição de outros métodos anticoncepcionais (anticoncepcionais hormonais orais e injetáveis, anticoncepção de emergência e DIU), de acordo com indicação médica. Todos os profissionais de saúde devem estar habilitados a prestar orientações aos adolescentes quanto aos métodos anticoncepcionais disponíveis nas unidades. A prescrição de anticoncepcionais deve respeitar tanto a solicitação dos adolescentes, independente de sua idade, quanto os critérios de elegibilidade médica da Organização Mundial da Saúde (OMS, 1996). Quando houver risco de gravidez, a idade ginecológica (tempo pós-menarca) não deve ser fator limitante para a prescrição do anticoncepcional. 113 O sigilo é direito do adolescente e dever da equipe de saúde. 4 Quanto ao temor do(a) médico(a) em prescrever ou do(a) enfermeiro(a) em orientar anticoncepcionais e preservativos a adolescentes menores de 14 anos desacompanhados e se tornar cúmplice de violência sexual presumida. Todos os adolescentes, independente da faixa etária, têm assegurado o direito à anticoncepção de rotina e de emergência, conforme mencionado na questão anterior. Segundo o CEM, artigo 47: é vedado ao médico discriminar o ser humano de qualquer forma ou sob qualquer pretexto; artigo 103: é vedado ao médico revelar segredo profissional referente a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e de conduzir-se por seus próprios meios para solucioná-lo, salvo quando a não revelação possa acarretar danos ao paciente. Atualmente, a atividade sexual consentida pelo adolescente menor de 14 anos pode não caracterizar violência. No entanto, a equipe de saúde deve observar continuamente as situações que indiquem abuso e exploração sexual em todos os adolescentes. Em todas as situações, o registro no prontuário do cliente deve ser o mais completo possível. Um parecer do CRM-PR acerca desta questão faz as seguintes orientações: Menor de 14 anos: procurar obter aprovação dos pais, se não for possível, ponderar o risco e benefício de contrair doenças sexualmente transmissíveis e estar exposta a uma gravidez precoce não planejada. Maior de 14 anos: qualificar a menor como responsável, registrando no prontuário -Que a paciente deseja manter segredo sobre sua atividade sexual; -Que corre o risco de engravidar e contrair DST, estando indicada a orientação e prescrição do contraceptivo e preservativos; -Registrar que a anamnese e exame físico foram realizados e que foram explicados os riscos e benefícios dos métodos contraceptivos e que os mesmos foram compreendido. Arquivos do Conselho Regional de Medicina do Paraná 14 (54):

4 114 5 Quanto à orientação para pais de adolescentes menores de 14 anos ou não que buscam orientação nas unidades de saúde devido ao início de atividade sexual de seus filhos. Quanto ao adolescente, a equipe de saúde deve realizar os procedimentos clínicos previstos em protocolos da SMS de Curitiba, visando sempre a assistência à saúde integral. Quanto aos familiares, a equipe de saúde deve esclarecer as principais dúvidas, orientar sobre sexualidade e saúde reprodutiva e convidar a participar de grupos de educação em saúde. A denúncia de violência sexual só deve ser orientada quando há relato de abuso ou exploração sexual. Procedimentos e encaminhamentos desnecessários são traumáticos para o adolescente e sua família. 6 - Quanto à orientação para o profissional de saúde na identificação de suspeita ou confirmação de violência sexual. Em primeiro lugar, a equipe de saúde deverá realizar todos os procedimentos clínicos de sua responsabilidade, previstos nos protocolos da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, assim como os encaminhamentos legais necessários à proteção do adolescente: Notificação Obrigatória (ECA, artigo 245) e o acompanhamento pela Rede Local de Proteção. Perante a lei, a violência sexual é considerada um crime contra a liberdade sexual e há dois procedimentos que são realizados de acordo com o tipo do agressor: 1- Quando o crime é cometido por abuso de pátrio poder, ou o agressor for padrasto, tutor ou curador e a vítima menor de 18 anos, a instauração de inquérito será uma ação pública, segundo o artigo 225 do Código Penal Brasileiro. 2- Quando o agressor for diferente dos acima citados, é necessária manifestação inequívoca do desejo da vítima e/ou seu representante legal de instauração de procedimento criminal contra o agressor. A relação equipe de saúde / adolescente / família praticada dentro da ética, e de respeito aos princípios de privacidade e confidencialidade, é um desafio para o crescimento da cidadania, de todos os envolvidos. 7 Quanto à identificação de violência sexual pela equipe de saúde e os pais se recusam a tomar as providências. A equipe de saúde deverá fazer a notificação obrigatória, acionar o Conselho Tutelar e o Serviço de Atendimento ao Vitimizado - SAV (antigo SOS Criança) e encaminhar o caso para o acompanhamento pela Rede Local de Proteção. O médico e a equipe de saúde devem realizar o procedimento legal sem deixar de realizar também os procedimentos clínicos e laboratoriais, de sua responsabilidade previsto nos protocolos, no que se refere ao adolescente e sua família. 8 Quanto à solicitação de atestado de comprovação de virgindade da adolescente por parte dos pais ou responsáveis. Cabe à equipe de saúde avaliar o motivo e o contexto da solicitação e fazer as orientações pertinentes aos pais e à adolescente. Deve-se oportunizar o retorno da adolescente e da sua família à unidade de saúde, tanto para atividades educativas quanto para avaliações específicas de saúde. Não cabe ao médico (ginecologista-obstetra, pediatra, clínico ou generalista), das Unidades de Saúde, fornecer este laudo pericial. Esta responsabilidade é do Instituto Médico Legal. A atenção integral ao adolescente será efetiva e eficaz se forem praticados três cuidados fundamentais: - Acolher o adolescente e sua demanda. - Avaliar cada demanda dentro do cenário em que ela ocorre. - Registrar sistematicamente em prontuário médico.

5 Participantes do Consenso Conselho Regional de Medicina do Paraná Dr. Donizetti Dimer Giamberardino Filho, Secretário Geral do Conselho Regional de Medicina do Paraná CRM-PR. 115 Sociedade Paranaense de Pediatria Dra. Darci Vieira da Silva Bonetto, Presidente do Departamento de Adolescência da Sociedade Paranaense de Pediatria e representando a Dra. Eliane Cesário Maluf, presidente da Sociedade Paranaense de Pediatria - SPP. Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná Dr. Fernando César de Oliveira Júnior, Presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná. 1 a Vara da Infância e da Juventude de Curitiba Área de Risco Dra. Lídia Munhoz Mattos Guedes, Juíza da Vara da Infância e Juventude de Curitiba. Dra. Cynthia Pierri, Promotora de Justiça da Vara da Infância e Juventude de Curitiba. Secretaria Municipal da Saúde Dra. Eliane Chomatas, Diretora do Centro de Informação em Saúde (CIS) Dra. Regina Bagatin, Assessora Técnica do CIS Dra. Júlia V. F. Cordellini, Coordenadora do Programa Adolescente Saudável. Dra. Hedi Martha S. Muraro, Pediatra da Coordenação do Programa Adolescente Saudável. Psicóloga Cristiane H. Venetikides, Coordenadora do Programa de Saúde Mental. Psicólogo Vanderley Antonio Alves, Autoridade Sanitária Local do CAPS Centro Vida. Dr. Marcelo L. Martins, Psiquiatra da Coordenação de Saúde Mental. Dra. Ana Maria Cavalcanti, Coordenadora da Saúde do Adulto e do Idoso. Dr. Ademar Cezar Volpi, Coordenador da Atenção Básica. Enfermeira Maria Terumi M. Kami, da Atenção Básica. Enfermeira Soriane K. Martins, Coordenadora de Enfermagem. Enfermeira Leda Maria Albuquerque, do Distrito Sanitário Bairro Novo. Enfermeira Inês Kultchek Marty, Coordenadora de Informação do CIS Dra. Cristiane Vardana Marangon, Coordenadora da Saúde da Criança. Dra. Liange Araújo, Pediatra da coordenação da Saúde da Criança. Dra. Mariana Thomaz, Coordenadora de. DST/AIDS Dr. Edvin Javier Boza Jimenez, Coordenador do Mãe Curitibana. Dra. Raquel Uhlig - Ginecologista da coordenação da Mãe Curitibana. Dra. Vera Lídia Alves de Oliveira, Coordenadora da Rede de Proteção.

6 116 Referências Bibliográficas: 1.Protocolo de Atenção à Saúde do Adolescente - SMS 2.Protocolo da Rede de Proteção à Criança e o Adolescente em Situação de Risco para Violência - PMC 3.Fórum 2002: Contracepção, Adolescência e Ética, documento elaborado pelo Instituto de Criança de São Paulo. 4.Manual do Ministério da Saúde: Anticoncepção de Emergência Brasília Adolescência, Anticoncepção e Ética Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, Jornal de Pediatria, Volume 8, nº 1, janeiro / fevereiro, Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, Código de Ética Médica - Conselho Federal de Medicina, 2ª edição, Código Penal Brasileiro 9.Fornecimento de contracepção de emergência para adolescentes: posição da Sociedade de Medicina de Adolescentes. Artigo de atualização na Revista Correios da SBP, ano 11 nº Manual do Ministério da Saúde: Marco Legal - saúde, um direito de adolescentes. Brasília, Manual do Ministério da Saúde: Saúde Integral de Adolescentes e Jovens Orientações para a Organização de Serviços de Saúde. Brasília, 2005 Anexos Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA Capítulo II, Artigo 17 - O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. Constituição Federal Brasileira de CFB Artigo 196 A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção. Sistema Único de Saúde - SUS Artigo 7 - As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da CFB, obedecendo a XIII princípios, onde destacamos: I - Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência; II - Integralidade da assistência, entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos par cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; III - Preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral; IV - Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. V - Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde; VI - Divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário. Artigo 198 As ações e serviços de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único,organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I descentralização, com direção única em cada esfera de governo; II atendimento integral, com prioridade par as atividades preventivas, sem prejuízos dos serviços assistenciais; III participação da comunidade.

7 Código Penal Brasileiro CPB Artigo 154 Revelar alguém, sem justa causa, segredo de que tenha ciência, em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem. Pena: detenção de três meses a um ano. 117 Consideração da Dra Lídia Munhoz Mattos Guedes A presunção de violência prevista no artigo 224, I do Código Penal (vítima menor de 14 anos) é, segundo julgados recentes de nossos tribunais, relativa, não podendo ser considerado crime de estupro qualquer relação sexual praticada por menor de 14 anos, quando consentida por essa. Tendo o médico dever de sigilo, a não notificação do fato, quando claramente não existir qualquer tipo de violência real, não implica em qualquer responsabilização do profissional de saúde, muito menos em possível participação em crime de estupro. Obviamente com todas as ressalvas já debatidas. Código de Ética Médica - CEM Capítulo IV Artigo 47 é vedado ao médico discriminar o ser humano de qualquer forma ou sob qualquer pretexto. Capítulo V Artigo 67 é vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente de decidir livremente sobre método contraceptivo ou conceptivo, devendo o médico sempre esclarecer sobre a indicação, a segurança, a reversibilidade e o risco de cada método. Capítulo IX Artigo é vedado ao médico revelar fato que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, dever legal ou autorização expressa do paciente. Parágrafo único permanece essa proibição: a. Mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falado. b. Quando do depoimento como testemunha. Nesta hipótese o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento Artigo 103 é vedado ao médico revelar segredo profissional referente a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e de conduzir-se por seus próprios meios para solucioná-lo, salvo quando a não revelação possa acarretar danos ao paciente. Artigo 107 É vedado ao médico deixar de orientar seus auxiliares e de zelar para que respeitem o segredo profissional a que estão ligados.

8 118 Referências Bibliográficas 1.IV CONFERÊNCIA MUNDIAL DA MULHER. Declaração de Beijing Internet: 2.BRASIL, Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei n , de 13 de Julho de BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria Nacional de Programas Especiais de Saúde, Divisão Nacional de DST/Aids. Programa Nacional de Atenção Integral ao Adolescente BRASIL. Normas de Atenção à Saúde Integral do Adolescente. Brasília: Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde, v. 1, 2 e 3. 5.BEMFAM. Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde Rio de Janeiro: IBGE-Censos Demográficos e Contagem Populacional- MS/SE/Datasus,2002 internet : 7.MADEIRA,F., BERCOVICH, A. A Onda Jovem e Seu Impacto na População Economicamente Ativa Masculina em São Paulo. Revista planejamento e políticas públicas, Rio de Janeiro: n.8, Rio de janeiro, jan./dez ERIKSON.E. Identidade, juventude e crise. Rio de Janeiro: Guanabara, ABERASTURY, A. & KNOBEL, M. Adolescência normal. Porto Alegre: Artes Médicas, ARIÈS, P. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro: Zahar, BECKER, D. O Que é a Adolescência. São Paulo, Brasiliense, GÜNTHER, I. A. Adolescência e Projeto de Vida. In: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Ca-dernos Juventude, Saúde e Desenvolvimento. Vol. I. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas Públicas, BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Saúde do adolescente. Bases programáticas.2ª edição, Brasília ; MARSHALL WA, TANNER JM. PUBERTY. IN: DAVIS JA,DOBBING J. Scientific Foundations of paediatrics.philadelphia,saunders, BADOCH, A.T.C. Perfil de 287 Estudantes de Escolas Públicas da Cidade de Curitiba e Região Metropolitana no Aspecto da Sexualidade e Drogas. Curitiba: Monografia de Pós-Graduação em Adolescência. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. 16.RAMOS E.M.P, Desenvolvimento da Identidade Sexual Erótica e Homossexualidade. Trabalho apresentado na escola paulista de psicodrama. 17.DIAS,V.C.S. Análise Psicodramática e Teoria da programação Cenestésica.São Paulo: Ágora, BERENSON AB,WIEMANN CM. Patient Satisfaction and Side Effects With Levonorgestrel Implant (Norplant) Use in Adolescents 18 Years Old Or younger.in Pediatrics 1993;92: HATCHER,R.A, et all. Pontos Essenciais da Tecnologia da Anticoncepção.Baltimore, Escola de Saúde Pública Johns Hopkins, Programa de Informação de População, 2001.

9 20.POLANECZKY M.O CONNOR K. Pregnancy.In:Coupey SM. Primary Care of Adolescents Girls. Philadelfhia, Medical Publishers,pp ,2000..IN Sexualidade e Saúde Reprodutiva na Adolescência p Ed Atheneu BRASIL. Programa de Prevenção da Gravidez Precoce. Brasília: Ministério da Saúde, RIBEIRO, A. C. L. Projeto de Vida e Gestação na Adolescência: analisando sua ocorrência no contexto das relações. Dissertação de Mestrado em Psicologia da Infância e Adolescência. Departamento de Psicologia. Universidade Federal do Paraná GUIMARÃES, E. M. B.; COLLI,A.S. Gravidez na Adolescência Goiânia : Ed da UFG,1988 p CHAVES JUNIOR, E. de O. Políticas de juventude: evolução histórica e definição. In: Cadernos Juventude, Saúde e Desenvolvimento. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, VITTIELO, N. Gravidez na adolescência. In: RIBEIRO, M. Educação Sexual: Novas Idéias, Novas Con-quistas. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos,1993. p CORRÊA, M. M. & COATES, V. Implicações Sociais e o Papel de Pai. In: MAAKAROUM, M. F. Tratado de Adolescência: um Estudo Multidisciplinar. Rio de Janeiro: Cultura Médica, p OTTERBLAD OLAUSSON, P. M.; CNATTINGIUS S.; GOLDENBERG R. L. Determinants Of Poor Pregnancy Outcomes Among Teenagers in Sweden Obstetrics & Gynecology vol89, nº3 march 1997.p NÓBREGA FJ, BRASIL ALD, LOPES FA et AL. Recém Nascidos de Mães Adolescentes Brasileiras. Antropometria e Outras Variáveis. International Society pediatric Nutrition ( Suppl.1):31, PINTO JLP. Contribuição ao Estudo da Gravidez na Adolescência. Ginecol. Obstet Bras 6: 3733, RODRIGUES. A.; SOUZA, M.; CAVALCANTI. R. & CARAKUSHANSK Y.G. Gravidez na adolescência. Femina, v. 3, n. 21, p CRESPIN J. Gravidez e Abortamento na Adolescência- Novos Dados, Velhos Desafios. Rev Paul Pediatr 16:197, PAIVA, A.; CALDAS, M. L. C. S. & CUNHA, A. A. C. Perfil Psicossocial da Gravidez na Adolescência. IN: MONTEIRO, D. L. M.; CUNHA, A. A. & 33.PAULA, D. B. Gravidez na Adolescência: Estratégias de Inserção no Mundo Adulto. São Paulo: Dissertação (Mestrado em Psicologia Social)- PUC/SP. 34.SILBER, T. G. El embarazo em la adolescente: uma nueva perspectiva. In: ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. Salud Materno Infantil y Atención Primaria en las Américas: Washington, DC: p SARMENTO R. Paternidade na Adolescência in:adolescência Prevenção e Risco : Editora Atheneu,2001.p BRASIL,Programa de Atenção à Saúde do Adolescente. Saúde e Desenvolvimento da Juventude Brasileira.Brasília: Ministério da Saúde; 1999.

10 BRASIL, Manual de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Brasília. Ministério da saúde,1999-3ª edição. 38.BRASIL, Programa Nacional de DST/AIDS.A Epidemia da AIDS no Brasil: Situações e Tendência:13ª Conferência internacional de AIDS, África-Durban CARVALHO (2001), M. F. Avaliação do Uso do Preservativo, segundo a Experiência com Drogas Lícitas e Ilícitas com Conscritos do Exército Brasileiro em Regiões Metropolitanas selecionadas e Distrito Federal. Boletim Epidemiológico Aids. Ano XIV n.01 1ª a 3ª Semanas Epidemiológicas - jan-mar ISSN: Coutinho, M.F.G;Barros R.R Adolescência : Uma abordagem prática São Paulo: Ed Atheneu p SAITO, M. I.; SILVA, L. E. V. ADOLESCÊNCIA Prevenção e Risco. São Paulo: Atheneu,p NIDA-EUA. Levantamentos Domiciliares Sobre o Uso de Drogas SCIVOLETTO S,Tratamento Psiquiátrico Ambulatorial de Adolescentes Usuários de Drogas - Características Sócio-demográficas, a Progressão do Consumo de Substâncias Psicoativas e Fatores Preditivos de Aderência e Evolução no Tratamento. São Paulo,1977,127p.Tese (Doutorado)-Faculdade de medicina, Universidade de São Paulo 44.CANNON,R.C.et al. Saúde e Desenvolvimento da Juventude Brasileira: Construindo uma Agenda Nacional. Brasília: Ministério da saúde, Secretaria de políticas de Saúde, CONTRIM, B. C. A Prevenção ao Uso Indevido de Drogas nas Escolas. IN: SEIDL, E. M. F. (org.) Prevenção ao Uso Indevido de Drogas. Diga Sim à Vida. Brasília: CEAD/UnB; SENAD/SGI/PR, YUNES & RAJS., 1994 IN: SAUER,MTN., O Adolescente e a morte Anais II congresso de adolescência do Cone Sul, Londrina, BRASIL, A adolescente grávida e os serviços de Saúde no Município. Brasília. Ministério da Saúde, FRANÇOSO, L. A., et all Sexualidade e Saúde Reprodutiva na Adolescência. São Paulo: ed. Atheneu, BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez Passos para uma Alimentação Saudável. Brasília, BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia Alimentar para a População Brasileira. Brasília, ALDRIGHI, J. M.; PETTA C.A. Anticoncepção Aspectos Contemporâneos. Belo Horizonte: Editora Atheneu, p BRASIL, Ministério da Saúde, Programa Nacional DST e Aids. Caderno instrucional do curso de formação de instrutor/facilitador em manejo de doenças sexualmente transmissíveis ( DST ). Brasília, p. 53. RAMOS, F.R.S.; MONTICELLI, M. ; NITSCHKE, R. G. Projeto Acolher : um encontro da enfermagem com o adolescente brasileiro. Brasília : ABEn/Governo Federal, p

11 ORGANIZADORA DO PROTOCOLO Júlia Valéria Ferreira Cordellini Coordenadora do Programa Adolescente Saudável da SMS. EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PROTOCOLO Júlia Valéria Ferreira Cordellini - Programa Adolescente Saudável Hedi Martha Soeder Muraro - Programa Adolescente Saudável Raquel Ferreira Scholz Uhlig - Programa Mãe Curitibana CO-AUTORES Andréia Carolina Litwinski Ribeiro /SMS Ângela Cristina Lucas de Oliveira/SMS Cristiane Aparecida Azevedo de Assis Machado/ Nutricionista Cristiane M. L. Vardana Marangon/ Coordenadora do Programa Saúde da Criança Danuza Menezes Maceno/ SMS Darci Vieira da Silva Bonetto/ Sociedade Paranaense de Pediatria Edvin Javier Boza Jiménez/ Coordenador do Programa Mãe Curitibana Elza Fávaro Velozo / SMS Fernando César de Oliveira Júnior/Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná Geraldo Miranda Graça Filho / Sociedade Paranaense de Pediatria Gislaine Maria Thomaz/ SMS Inês Kultchek Marty/ Coordenadora de Informação da SMS Jane Lúcia O. Tulio/ Estagiária Karin Regina Luhm/ Diretora do Centro de Epidemiologia Lenita Antônia Vaz/ SMS Lenita Scheidt Sucupira/ SMS Lucimara Gomes Baggio / Sociedade Paranaense de Pediatria Luzia Viviane Fabre/ SMS Márcia Biscaia Virtuoso / SMS Márcia Cristina Krempel/ Coordenadora do Programa Gente Saudável Márcia Luiza Krajden/ SMS Margarete Solá Soares/ SMS Maria Alice Pedotti /SMS Maria da Conceição A. Sabbatini /SMS Maria Emi Shimazaki/ SMS Maria Goretti David Lopes/ SMS Mariana Thomaz Coordenadora do Programa DST/Aids Maria Rita C. B. de Almeida/ SMS Mário Augusto Gori Gomes/ SMS Marisa M. Giacomini/ SMS Nilton Willrich / SMS Raquel Ferraro Cubas/ SMS Regina Celi Passagnolo Sérgio Piazzetta/ SMS Simone Marie Perotta/ SMS Renato Rocha da Cruz/ SMS Rilene Maria de Oliveira Figueiredo / SMS Tereza Cristina Andrigueto/ SMS

12

Aspectos legais do atendimento ao adolescente - em busca da saúde integral

Aspectos legais do atendimento ao adolescente - em busca da saúde integral Aspectos legais do atendimento ao adolescente - em busca da saúde integral Luiz Claudio Campos Núcleo de Populações mais vulneráveis Gerência de Prevenção - CE DST/Aids Legislação e Direitos do Adolescente

Leia mais

PARECER CRM/MS N 30/2012 PROCESSO CONSULTA CRMMS N 18/2012 INTERESSADO: DR. J.C.A. CONSULTA:

PARECER CRM/MS N 30/2012 PROCESSO CONSULTA CRMMS N 18/2012 INTERESSADO: DR. J.C.A. CONSULTA: PARECER CRM/MS N 30/2012 PROCESSO CONSULTA CRMMS N 18/2012 INTERESSADO: DR. J.C.A. CONSULTA: O Dr. J.C.A., Diretor Clínico/Técnico do Hospital Unimed Campo Grande, solicita parecer a respeito do atendimento

Leia mais

Ivana Fernandes Souza. Declaração de conflito de interesse

Ivana Fernandes Souza. Declaração de conflito de interesse Ivana Fernandes Souza Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA SAÚDE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ VOCÊ É A PEÇA PRINCIPAL PARA ENFRENTAR ESTE PROBLEMA Brasília - DF 2008

Leia mais

Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Saúde Área Técnica de Saúde da Mulher

Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Saúde Área Técnica de Saúde da Mulher Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Saúde Área Técnica de Saúde da Mulher PROTOCOLO PARA O FORNECIMENTO DE CONTRACEPTIVOS REVERSÍVEIS NA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 PROCESSO CONSULTA CRM-MT Nº 17/2013 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 22/2013 DATA DA ENTRADA: 22 de abril de 2013 INTERESSADA:COORDENADORIA DE VIGILANCIA SANITÁRIA DE CUIABÁ

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA

CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA CÓDIGO PENAL Artigo 154. Revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem: Pena detenção,

Leia mais

Acesso à anticoncepção de emergência: direito das mulheres e dever do Estado Beatriz Galli

Acesso à anticoncepção de emergência: direito das mulheres e dever do Estado Beatriz Galli Acesso à anticoncepção de emergência: direito das mulheres e dever do Estado Beatriz Galli A anticoncepção, ou contracepção de emergência é um método contraceptivo que pode evitar a gravidez após a relação

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 134 138 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ PORTO, Adriana Vianna Costa 1

Leia mais

do Idoso Portaria 104/2011

do Idoso Portaria 104/2011 DEVER DE NOTIFICAR- do Idoso Portaria 104/2011 Lei 6.259/75l Lei 10.778/03, ECA, Estatuto n Médicos n Enfermeiros n Odontólogos n Biólogos n Biomédicos n Farmacêuticos n Responsáveis por organizações e

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA, SIGILO E REGISTRO ELETRÔNICO DO PACIENTE. Curitiba, 21 de novembro de 2012

CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA, SIGILO E REGISTRO ELETRÔNICO DO PACIENTE. Curitiba, 21 de novembro de 2012 CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA, SIGILO E REGISTRO ELETRÔNICO DO PACIENTE Curitiba, 21 de novembro de 2012 CONFLITO DE INTERESSES Declaro não haver conflito de interesses na apresentação desta palestra, sendo que

Leia mais

Saúde, Adolescência e Juventude:promovendo a equidade e construindo habilidades para a vida Seminário Internacional, - Brasília, 15 a 18 de outubro

Saúde, Adolescência e Juventude:promovendo a equidade e construindo habilidades para a vida Seminário Internacional, - Brasília, 15 a 18 de outubro Saúde, Adolescência e Juventude:promovendo a equidade e construindo habilidades para a vida Seminário Internacional, - Brasília, 15 a 18 de outubro 2013 Dimensão demográfica População em 2010: 190.755.799

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS.

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. AREA TEMÁTICA: Saúde. COORDENADORA: Prof.ª Dr.ª Denise

Leia mais

A.B.P. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA

A.B.P. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A.B.P. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA Talvane M. de Moraes Médico especialista em psiquiatria forense Livre Docente e Doutor em Psiquiatria Professor de psiquiatria forense da Escola da Magistratura

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10.

LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10. LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10. DISPÕE SOBRE A CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA EMERGENCIAL DE PROFISSIONAIS PARA ÁREA MÉDICA ESPECIALIZADA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. IRANI LEONARDO CHERINI PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Interesse. declarado.

Interesse. declarado. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a ser declarado. Ética em Medicina Laboratorial Ética no relacionamento inter-profissional Alvaro Rodrigues Martins Cenário Organizações Equipamentos\Insumos Mercado

Leia mais

Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde

Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde 1 Considerando o art. 196, da Constituição Federal, que garante o acesso universal e igualitário a ações e serviços para promoção proteção e recuperação da saúde;

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 PARECER DEFISC Nº 09/2012 Porto Alegre, 11 de maio de 2012. Laudo para teste rápido de gravidez por profissionais de Enfermagem. I - Relatório Trata-se de solicitação de dúvida, encaminhada por profissional

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Cartilha de Direitos e Deveres dos Usuários das Unidades de Saúde da SMS

Cartilha de Direitos e Deveres dos Usuários das Unidades de Saúde da SMS Cartilha de Direitos e Deveres dos Usuários das Unidades de Saúde da SMS 1 2 OS USUÁRIOS EM TRATAMENTO NOS HOSPITAIS E POSTOS DE ATENDIMENTO DA REDE MUNICIPAL DEVERÃO TER ASSEGURADO OS SEGUINTES DIREITOS:

Leia mais

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO:

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: Dra. B. F. D./SECRETARIA DE ESTADO DA SAUDE/MS ASSUNTO/PALAVRA CHAVE: Sigilo medico. Prontuário Médico. Registro de Câncer de Base Populacional.

Leia mais

O Paraná Está Ligado!

O Paraná Está Ligado! VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER O Paraná Está Ligado! Lançamento de rede estadual marca o enfrentamento à violência contra a mulher no Paraná O lançamento simbólico de uma rede de atenção à mulher em situação

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPB0178 QUEBRA DO SIGILO PROFISSIONAL EM CASOS DE PEDOFILIA GABRIELE

Leia mais

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes 1. Introdução Fenômeno dos mais graves de nosso tempo, a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes não deve ser

Leia mais

PARECER CREMEC Nº 10/2014

PARECER CREMEC Nº 10/2014 1 PARECER CREMEC Nº 10/2014 14/04/2014 Processo Consulta Protocolo CREMEC 2860/2014 ASSUNTO: Segredo Médico e remessa de laudos de exames para Operadora de planos de saúde. RELATOR: Dr. Ivan de Araújo

Leia mais

NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS DOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE VIOLÊNCIAS PRATICADAS CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE

NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS DOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE VIOLÊNCIAS PRATICADAS CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS DOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE VIOLÊNCIAS PRATICADAS CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE Márcia Regina Ribeiro Teixeira Promotora de Justiça de Salvador Agosto de 2014 VIOLÊNCIA:

Leia mais

FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP

FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP Betina Durovni Subsecretária de Atenção Primária, Vigilância e Promoção de Saúde 1 Introdução A violência contra

Leia mais

Abortamento Pós Violência Sexual: Conceitos e Legislação

Abortamento Pós Violência Sexual: Conceitos e Legislação Abortamento Pós Violência Sexual: Conceitos e Legislação Abortamento Previsto em Lei: Conceitos e Legislação No BRASIL, estima-se a ocorrência de mais de um milhão de abortamentos inseguros ao ano, representando

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006 CARLOS CABRAL CABRERA Membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Paulista UNIP. ROBERTO MENDES DE FREITAS JUNIOR Membro

Leia mais

ANÚNCIOS PROFISSIONAIS É OBRIGATÓRIO INCLUIR O NÚMERO DO CRM EM ANÚNCIOS

ANÚNCIOS PROFISSIONAIS É OBRIGATÓRIO INCLUIR O NÚMERO DO CRM EM ANÚNCIOS Destaques do Novo Código de Ética Médica 14/04/2010 ABANDONO DE PACIENTE O MÉDICO NÃO PODE ABANDONAR O PACIENTE É vedado ao médico abandonar paciente sob seus cuidados. ( Cap. 5, art. 36) 1º Ocorrendo

Leia mais

Of. Circular nº 16/12-CAO/Saúde-i (c./) Curitiba, 17 de outubro de 2012.

Of. Circular nº 16/12-CAO/Saúde-i (c./) Curitiba, 17 de outubro de 2012. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção à Saúde Pública Of. Circular nº 16/12-CAO/Saúde-i (c./) Curitiba, 17 de outubro de 2012. Prezada(o) Colega.

Leia mais

AS OCORRÊNCIAS EMOCIONAIS E NUTRICIONAIS EM ADOLESCENTES GRÁVIDAS

AS OCORRÊNCIAS EMOCIONAIS E NUTRICIONAIS EM ADOLESCENTES GRÁVIDAS AS OCORRÊNCIAS EMOCIONAIS E NUTRICIONAIS EM ADOLESCENTES GRÁVIDAS Aline Aparecida de Souza 1, Camila Oliveira de Souza¹, Joana Ercilia Aguiar 2 RESUMO: A Adolescência é marcada por transformações biopsicossocial

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência CURSO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE INTERVENÇÃO BREVE E ACONSELHAMENTO MOTIVACIONAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS Rede de Atenção e

Leia mais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais ENUNCIADOS Suspensão Condicional do Processo Enunciado nº 01 (001/2011): Nos casos de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher não se aplica a suspensão condicional do processo. (Aprovado

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a)

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Parecer CoBi 008/2011 Consulta sobre a solicitação de exames de rotina para detectar vírus HIV e uso de drogas ilícitas. Termo de responsabilidade

Leia mais

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria Atualização de Condutas em Pediatria nº 63 Departamentos Científicos SPSP - gestão 2010-2013 Janeiro 2013 Departamento de Neonatologia Doença perinatal pelo estreptococo do grupo B Consulta do adolescente

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional CAPÍTULO I PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º Os procedimentos em saúde mental a serem adotados

Leia mais

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO:

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO: PARECER TÉCNICO ASSUNTO: Solicitação de parecer acerca de Técnico de Enfermagem lotado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de transtorno mental acompanhar paciente internado em outra instituição,

Leia mais

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 12/2009

RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 12/2009 RECOMENDAÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 12/2009 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ, pelas Promotoras de Justiça adiante assinadas, nos autos de Inquérito Civil Público nº40/2009, instaurado para acompanhamento

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: Qualificação Técnica de Nível Médio

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL DE MULHERES COM IDADE FÉRTIL EM MUNICÍPIOS NO VALE PARAÍBA.

AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL DE MULHERES COM IDADE FÉRTIL EM MUNICÍPIOS NO VALE PARAÍBA. AVALIAÇÃO PRÉ-CONCEPCIONAL DE MULHERES COM IDADE FÉRTIL EM MUNICÍPIOS NO VALE PARAÍBA. Mirielle Ravache Machado Dias; Vanessa Felix Da Hora ; Maria Conceição Furtado Lancia Faculdade de Ciências da Saúde

Leia mais

ANEXO I. PROJETO De Extensão de Curta Duração

ANEXO I. PROJETO De Extensão de Curta Duração MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA REITORIA ANEXO I. PROJETO De Extensão de Curta Duração 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Sexualidade, corporeidade e direitos humanos na adolescência.

Leia mais

PONTOS MAIS RELEVANTES DA LEI DO PLANEJAMENTO FAMILIAR

PONTOS MAIS RELEVANTES DA LEI DO PLANEJAMENTO FAMILIAR ESTUDO PONTOS MAIS RELEVANTES DA LEI DO PLANEJAMENTO FAMILIAR Mariza Lacerda Shaw Consultora Legislativa da Área XVI Saúde Pública, Sanitarismo ESTUDO NOVEMBRO/2005 Câmara dos Deputados Praça 3 Poderes

Leia mais

Belo Horizonte, 1º de dezembro de 2014 MANIFESTO

Belo Horizonte, 1º de dezembro de 2014 MANIFESTO Belo Horizonte, 1º de dezembro de 2014 MANIFESTO O cenário social, político e legal no Brasil, a partir da Constituição de 1988, sofreu grandes e importantes avanços no que tange aos direitos humanos de

Leia mais

Perfil das gestantes adolescentes na assistência ao pré-natal na clinica materno infantil em Sarandi - PR

Perfil das gestantes adolescentes na assistência ao pré-natal na clinica materno infantil em Sarandi - PR Perfil das gestantes adolescentes na assistência ao pré-natal na clinica materno infantil em Sarandi - PR ADRIANA SANT ANA GASQUEZ (UNINGÁ)¹ SANDRA MARISA PELLOSO (UEM)² EVERTON FERNANDO ALVES (G-UNINGÁ)³

Leia mais

RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA TRATAMENTO E ACOLHIMENTO

RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA TRATAMENTO E ACOLHIMENTO RELATÓRIO DO GRUPO DE TRABALHO NO SUBTEMA TRATAMENTO E ACOLHIMENTO Coordenadora Deputada Iracema Portella Membros: Deputadas Carmen Zanotto e Rosane Ferreira e Deputado Pastor Eurico 1 Propostas do grupo

Leia mais

VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA A MULHER E AS REDES DE ATENDIMENTO

VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA A MULHER E AS REDES DE ATENDIMENTO CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X VIOLÊNCIA INTRAFAMILIAR CONTRA A MULHER E AS REDES DE ATENDIMENTO

Leia mais

FORUM Inter-profissional sobre Violência sexual e Aborto previsto na lei. 18 anos de história

FORUM Inter-profissional sobre Violência sexual e Aborto previsto na lei. 18 anos de história FORUM Inter-profissional sobre Violência sexual e Aborto previsto na lei. 18 anos de história Dr. Anibal Faundes XVIII Forum inter-profissional sobre Violencia Sexual e Aborto Previsto na Lei São Paulo,

Leia mais

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL MEDIDAS CONCRETAS PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO ÂMBITO DOMÉSTICO/FAMILIAR A presente Matriz insere-se no

Leia mais

F. Tratamento fora do domicílio

F. Tratamento fora do domicílio F. Tratamento fora do domicílio artigos 197 e 198 da Constituição Federal de 1988; Lei Orgânica da Saúde nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, disciplinada pela Portaria Federal nº 055, de 24 de fevereiro

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Cargo: ENFERMEIRO/ÁREA 1. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos

Leia mais

CENTRO DE ATENDIMENTO E PROTEÇÃO AO JOVEM USUÁRIO DE TÓXICOS CAPUT

CENTRO DE ATENDIMENTO E PROTEÇÃO AO JOVEM USUÁRIO DE TÓXICOS CAPUT CENTRO DE ATENDIMENTO E PROTEÇÃO AO JOVEM USUÁRIO DE TÓXICOS CAPUT Projeto enviado por Valéria da Silva Rodrigues - Juíza de Direito Titular da Vara de Atos Infracionais Local de funcionamento Belo Horizonte,

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Josefa Adelaide Clementino Leite 1 Maria de Fátima Melo do Nascimento 2 Waleska Ramalho Ribeiro 3 RESUMO O direito à proteção social

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRÍCULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRÍCULO FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA LORENA - SP Curso: Enfermagem Disciplina: Enfermagem Saúde da Criança e do Adolescente Ano letivo 2011 Série 3º Ano Carga Horária Total h/a T 90 h/a P 54 h/a En. Cl.

Leia mais

Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012.

Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012. Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) NORMAS DE FUNCIONAMENTO E HABILITAÇÃO DO SERVIÇO HOSPITALAR DE REFERÊNCIA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Diário Oficial da União

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Por meio do Programa Rede Judicial de Proteção objetiva-se reduzir a reprodução de infrações penais semelhantes às cometidas, a partir de intervenções orientadas para

Leia mais

Valores Propostos para o Programa no Período 2002 a 2005 2.002 2.003 2.004 2.005 Total Recursos 77,5 79,1 82,3 86,4 325,3

Valores Propostos para o Programa no Período 2002 a 2005 2.002 2.003 2.004 2.005 Total Recursos 77,5 79,1 82,3 86,4 325,3 Plano Plurianual 2.002 2.005 Saúde Objetivo Geral Principais secretarias envolvidas: SMS A Secretaria Municipal de Saúde, cumprindo o programa do Governo da Reconstrução, implantará o SUS no município.

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002.

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. Cria e extingue cargos na estrutura do Quadro Permanente de Cargos, lei Municipal 1338/98, e dá outras providências. WOLMIR ÂNGELO DALL`AGNOL, Prefeito

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS Ato Infracional: é tudo o que para um adulto seria crime ou contravenção penal. Se praticado por criança, serão aplicadas as medidas protetivas. Se for cometido

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Departamento de Políticas Temáticas dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: prof. Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Dra Hedi Martha Soeder Muraro

Dra Hedi Martha Soeder Muraro Dra Hedi Martha Soeder Muraro REDE DE PROTEÇÃO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE X REDE DE ATENÇÃO ÀS MULHERES CONCEITO DE VIOLÊNCIA Violência é o o uso da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

PORTARIA 295/04 - SMS - Publicada em DOM de 19 de Maio de 2.004

PORTARIA 295/04 - SMS - Publicada em DOM de 19 de Maio de 2.004 PORTARIA 295/04 - SMS - Publicada em DOM de 19 de Maio de 2.004 GONZALO VECINA NETO, Secretário Municipal da Saúde, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, Considerando que a porcentagem

Leia mais

Relação Médico Paciente: Segurança e risco

Relação Médico Paciente: Segurança e risco Relação Médico Paciente: Segurança e risco Tão importante quanto conhecer a doença que o homem tem, é conhecer o homem que tem a doença. (Osler) Conselheiro Fábio Augusto de Castro Guerra Vice-Presidente

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 Disciplina a Política Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes

Leia mais

PORTARIA Nº 37, DE 04 DE ABRIL DE 2008 DODF de 08.04.2008

PORTARIA Nº 37, DE 04 DE ABRIL DE 2008 DODF de 08.04.2008 PORTARIA Nº 37, DE 04 DE ABRIL DE 2008 DODF de 08.04.2008 O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o inciso X do artigo 204, do Regimento Interno

Leia mais

Art. 99. As medidas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo.

Art. 99. As medidas previstas neste Capítulo poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente, bem como substituídas a qualquer tempo. Conforme o Estatuto da Criança e do Adolesecente Art. 98. As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados: I -

Leia mais

RE396 Rev01 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA CIRURGIA DE ESTERILIZAÇÃO VOLUNTÁRIA LAQUEADURA TUBÁRIA Página: 1 de 6

RE396 Rev01 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA CIRURGIA DE ESTERILIZAÇÃO VOLUNTÁRIA LAQUEADURA TUBÁRIA Página: 1 de 6 Página: 1 de 6 Prezado Cliente, Este documento tem por objetivo informar-lhe sobre o procedimento de esterilização voluntária escolhido por V.Sa, bem como os riscos da técnica a ser utilizada. Seu (sua)

Leia mais

CONSELHOS TUTELARES FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES

CONSELHOS TUTELARES FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES CONSELHOS TUTELARES FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES Conselho Tutelar Órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente,

Leia mais

RE397 Rev01 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA CIRURGIA DE ESTERILIZAÇÃO VOLUNTÁRIA VASECTOMIA Página: 1 de 6

RE397 Rev01 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PARA CIRURGIA DE ESTERILIZAÇÃO VOLUNTÁRIA VASECTOMIA Página: 1 de 6 Página: 1 de 6 Prezado Cliente, Este documento tem por objetivo informar-lhe sobre o procedimento de esterilização voluntária escolhido por V.Sa., bem como os riscos da técnica a ser utilizada. Seu (sua)

Leia mais

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA

EMENTA: Auditoria Hospitalar Relação Contratual entre Hospitais e Operadoras de Saúde CONSULTA PARECER Nº 2442/2014 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N. º 157/2010 PROTOCOLO N. º 20097/2010 ASSUNTO: AUDITORIA HOSPITALAR RELAÇÃO CONTRATUAL ENTRE HOSPITAIS E OPERADORAS DE SAÚDE PARECERISTA: CONS.º DONIZETTI

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase

Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase Registro de reuniões setoriais Setor: Serviço Social Unidade Dom Bosco Data: 29.05.2009

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2010

PROJETO DE LEI Nº, DE 2010 PROJETO DE LEI Nº, DE 2010 (Da Sra. Jô Moraes) Prevê o pagamento, pelo Poder Público, de danos morais e pensão indenizatória aos dependentes das vítimas fatais de crimes de violência sexual e violência

Leia mais

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus ERRATA Secretaria de Saúde do DF AUXILIAR EM saúde - Patologia Clínica Sistema Único de Sáude - SUS Autora: Dayse Amarílio D. Diniz Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais

Leia mais

O Adolescentro Paulo Freire e suas estratégias para a promoção e prevenção de saúde valorizando o protagonismo juvenil

O Adolescentro Paulo Freire e suas estratégias para a promoção e prevenção de saúde valorizando o protagonismo juvenil O Adolescentro Paulo Freire e suas estratégias para a promoção e prevenção de saúde valorizando o protagonismo juvenil DANIELA FALCI PEREIRA DÁRBIO ANDRÉ DE LIMA Apresentação O Adolescentro Paulo Freire

Leia mais

A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e

A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e interdisciplinares, visando à melhoria da qualidade de vida

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

Cerca de 30% das mulheres em idade fertil sao vitimas

Cerca de 30% das mulheres em idade fertil sao vitimas Violência de gênero Imagem: Sad Woman, Vassiliki Koutsothanasi (licença royalties Free) Cerca de 30% das mulheres em idade fertil sao vitimas Atos que resultam em danos físicos, sexuais e psicológicos,

Leia mais

Ipas Brasil São Paulo, 12 novembro 2009

Ipas Brasil São Paulo, 12 novembro 2009 Cladem Brasil Ipas Brasil São Paulo, 12 novembro 2009 Acesso à CE no Brasil Dados do CLAE Consorcio Latinoamericano de Anticoncepción de Emergencia: O Brasil, em termos de acesso ao método, é o país onde

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

Parecer 006/2015 CREFITO-4

Parecer 006/2015 CREFITO-4 Parecer 006/2015 CREFITO-4 ASSUNTO: Parecer do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região acerca do prontuário fisioterapêutico e/ou multidisciplinar do paciente e do direito

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde

Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde documenta Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde Letter of Rights for Health Services Users Carta de los Derechos de los Usuarios de Servicios de Salud Ministério da Saúde* A carta que você tem nas mãos

Leia mais

Portaria SMS.G Nº 295, de 19 de maio de 2004

Portaria SMS.G Nº 295, de 19 de maio de 2004 LEGISLAÇÃO MUNICIPAL Portaria SMS.G Nº 295, de 19 de maio de 2004 GONZALO VECINA NETO, Secretário Municipal da Saúde, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, Considerando que a porcentagem

Leia mais

ATOS NORMATIVOS PARA A ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL

ATOS NORMATIVOS PARA A ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação Geral de Saúde das Mulheres INFORME Nº 1 ATOS NORMATIVOS PARA A ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais