BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA"

Transcrição

1 ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA FORMAÇÃO DE INVESTIGADORES EM INÍCIO DE CARREIRA [VERSÃO MONOCONTRATANTE] III.1 - Definições Além das previstas no artigo II.1, aplicam-se ao presente contrato as seguintes definições: 1. Acordo: o acordo escrito celebrado entre o contratante e um investigador, nos termos do disposto no artigo III Local de origem: o local onde o investigador reside ou desenvolve a sua actividade principal na data da entrada em funções no início das actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito, excepto se tiver residido ou desenvolvido a sua actividade principal nesse local por um período inferior a 12 meses imediatamente antes dessa data. Nesse caso, o local de origem é a capital do país da sua nacionalidade. No que se refere ao investigador com mais do que uma nacionalidade, o local de origem é a capital do país no qual o investigador residiu pelo período mais longo nos 5 anos anteriores à sua nomeação. 3. Licença parental: o período de licença por motivos de maternidade ou paternidade a que o investigador tem direito ao abrigo da lei referida no artigo III.4.1.g). 4. Instituição parceira: uma instituição terceira parte num acordo de parceria celebrado com o contratante. 5. Acordo de parceria: um acordo de parceria estratégica assinado pelo contratante e a(s) instituição(ões) terceira(s) que acolhe(m) investigadores. 6. Plano pessoal de progressão na carreira: um plano elaborado por cada investigador nomeado para um período superior a 6 meses, juntamente com o cientista responsável pela supervisão das actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito, indicando as suas necessidades de formação e os objectivos científicos, bem como as medidas previstas para realizar tais objectivos e uma descrição das actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito. 7. Investigador: um investigador elegível seleccionado e nomeado por um contratante para beneficiar das actividades de recursos humanos e mobilidade do projecto. 1

2 8. Actividades de formação pela investigação: as actividades do projecto relativas ao investigador descritas, quando aplicável, no plano pessoal de progressão na carreira ou no acordo, nos casos em que não é exigido um plano pessoal de progressão na carreira. 9. Período de destacamento: um período despendido por um investigador numa instituição parceira. PARTE A: EXECUÇÃO DO PROJECTO III.2 - Obrigações de desempenho Além das obrigações identificadas no artigo II.3.1, o contratante deve: a) assegurar que não é afectada uma percentagem superior a 30% do esforço expresso em investigadores-mês apoiado pelo financiamento comunitário no âmbito do projecto a nacionais de países terceiros, objecto de um tratamento distinto dos nacionais de Estados- Membros ou Estados Associados, em conformidade com o disposto no artigo III.3.2.a). A Comissão pode autorizar a afectação de uma percentagem superior, numa base casuística e mediante pedido escrito previamente apresentado pelo contratante; b) tomar todas as medidas necessárias e razoáveis para seleccionar, pelo menos, 40% de investigadores do sexo feminino para o projecto; a) seleccionar cada investigador de acordo com os critérios de elegibilidade estabelecidos no artigo III.3, assegurando que cada investigador preenche os critérios de elegibilidade no momento da nomeação pelo contratante no âmbito do projecto em causa; d) celebrar um acordo escrito com cada investigador nomeado para o projecto e acolher o investigador pelo(s) período(s) especificado(s) no acordo; e) assegurar que o investigador é coberto pelo regime de segurança social aplicável aos trabalhadores no país do contratante ou por um regime de segurança social que garanta um nível e âmbito de protecção adequados, desde que o referido regime ofereça a cobertura do investigador em todos os locais de realização das actividades de formação pela investigação; f) assegurar que o investigador beneficia, em todos os locais de realização das actividades de formação pela investigação, das normas de saúde e segurança no trabalho aplicadas aos investigadores locais em situação semelhante; g) executar nos prazos estabelecidos em conformidade com o acordo previsto no artigo III.4 todos os pagamentos da sua responsabilidade; h) assegurar que, no momento da nomeação, é elaborado um plano pessoal de progressão na carreira por cada investigador nomeado para um período superior a 6 meses, juntamente com o cientista responsável pelas actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito, bem como que cada investigador será formado no âmbito do projecto, de acordo com o seu plano pessoal de progressão na carreira; 2

3 i) dispor, ao longo do período de vigência do contrato, dos meios, da infraestrutura, dos equipamentos e produtos para a execução do projecto nos domínios científicos e técnicos em causa e, se necessário, disponibilizar esses meios aos investigadores; j) assegurar que a(s) instituição(ões) parceiras dispõem dos meios referidos na alínea i) do presente número e os disponibilizam ao investigador, se necessário, durante o período de destacamento; k) proporcionar uma assistência razoável aos investigadores em todos os procedimentos administrativos exigidos pelas autoridades competentes do contratante, assim como em todos os procedimentos administrativos, como a obtenção de vistos e autorizações de trabalho, exigidos pelas autoridades competentes da instituição parceira junto da qual o investigador efectue um período de destacamento; l) assegurar que a assistência referida na alínea k) do presente número é igualmente oferecida ao investigador pela instituição parceira durante o período de destacamento; m) assegurar a formação de cada investigador no âmbito do projecto pelo período de tempo especificado no acordo; n) adoptar medidas para assegurar que cada investigador completa os questionários de avaliação previstos pela Comissão no final das actividades de formação pela investigação; o) contactar cada investigador dois anos após a conclusão do projecto para o convidar a completar os questionários de seguimento previstos pela Comissão; p) registar e actualizar, durante um período mínimo de três anos a contar da conclusão do projecto, as coordenadas dos investigadores; q) transmitir à Comissão os questionários completados mencionados na alínea n) e o) do presente número, tal como as informações referidas na alínea p), mediante pedido; r) em conformidade com os requisitos relativos à apresentação de relatórios previstos no artigo II.7, comunicar todas as alterações da distribuição periódica indicativa entre as categorias de prestações do projecto relativas aos investigadores, apresentada no Anexo I. No entanto, quando se traduzem numa alteração superior a 35% da distribuição indicativa entre as categorias, como previsto no quadro relevante constante do Anexo I, tais alterações implicam o acordo prévio da Comissão. III.3 - Selecção do(s) investigador(es) 1. No respeito das condições infra, o contratante seleccionará o número necessário de investigadores, de acordo com os objectivos do projecto e a distribuição indicativa apresentada no Anexo I. 2. Critérios de elegibilidade do(s) investigador(es) Para ser elegível, cada investigador deve preencher os critérios cumulativos a seguir apresentados no momento da nomeação pelo contratante envolvido no âmbito do projecto em causa. 3

4 a) Nacionalidade O investigador deve ser nacional de um Estado-Membro da Comunidade ou de um Estado Associado ou de um país terceiro, no respeito do limite estabelecido no artigo III.2.a). O investigador de um país terceiro que resida legalmente e/ou desenvolva a sua actividade principal na Comunidade ou num ou em vários Estados Associados durante um período mínimo (total) de 4 anos nos cinco anos imediatamente anteriores à sua nomeação deve ser tratado como nacional do Estado-Membro ou Estado Associado no qual tenha residido durante mais tempo. b) Mobilidade O investigador não pode ser nacional do Estado no qual o contratante está estabelecido. Caso tenha mais do que uma nacionalidade, o investigador pode ser acolhido por um contratante estabelecido no país da sua nacionalidade no qual não tenha residido nos 5 anos anteriores. À data da nomeação, o investigador não pode ter residido ou desenvolvido a sua actividade principal no país do contratante por um período superior a 12 meses nos 3 anos imediatamente anteriores. Não são tidas em conta pequenas estadias, como, por exemplo, férias. Em excepção à regra geral, o investigador nacional de um Estado-Membro ou Estado Associado Candidato à adesão pode realizar as actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito no país da sua nacionalidade caso possa provar que residiu e desenvolveu a sua actividade principal num país terceiro durante, pelo menos, quatro dos cinco anos imediatamente anteriores à sua nomeação. Estas regras de mobilidade não se aplicam quando o investigador é nomeado por uma organização internacional de interesse europeu, uma organização internacional ou pelo CCI. c) Habilitações e experiência de investigação O investigador deve encontrar-se nos primeiros 4 anos (equivalente a tempo inteiro) da sua actividade de investigação, incluindo o período de formação pela investigação, a contar do momento em que obteve um diploma emitido por uma universidade (ou uma instituição equivalente de ensino superior) que lhe dê acesso a estudos de doutoramento no país em que foi obtido. O diploma deve habilitar o titular a iniciar estudos de doutoramento sem que lhe sejam exigidas quaisquer qualificações suplementares. Os investigadores titulares de um diploma de doutoramento não são elegíveis, independentemente do tempo despendido para a obtenção desse diploma. 3. Critérios de elegibilidade das actividades de formação pela investigação a) Duração 4

5 O investigador pode ser envolvido no projecto para beneficiar das actividades de formação pela investigação por um período mínimo de 3 meses e máximo de 36 meses. A duração global cumulativa da formação obtida na qualidade de investigador em início de carreira, tal como definido na alínea c) do nº 2 do presente artigo, no âmbito das Bolsas Marie Curie de Acolhimento para Formação de Investigadores em Início de Carreira e das Redes Marie Curie de Formação pela Investigação, não pode ser superior a 48 meses (equivalente a tempo inteiro). O investigador deve dedicar-se a tempo inteiro às actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito. O investigador só pode ser autorizado a dedicar-se às actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito a tempo parcial por motivos de ordem pessoal ou familiar devidamente justificados. A realização das actividades de formação pela investigação pode ser repartida em várias estadias que não podem, no total, ser superiores a 36 meses nem exceder a duração do projecto. A duração de cada fase deve ser significativa e coerente com as actividades de formação pela investigação ou ser justificada por motivos de ordem familiar do investigador. b) Conteúdo As actividades de formação pela investigação devem consistir em actividades de um domínio científico e tecnológico integrado no âmbito do projecto definido no Anexo I. c) Apoio académico No caso de as actividades de formação pela investigação envolverem estudos registados ao nível de PhD, os acordos de tutoria e supervisão devem incluir a prestação de apoio académico com a qualidade adequada por um supervisor académico específico. 4. Processo de selecção a) Publicação de vagas O contratante é obrigado a publicar, a nível internacional, as vagas disponíveis no âmbito do projecto para investigadores de forma a abranger o maior número possível de candidatos potenciais, utilizando todos os meios de publicidade adequados (imprensa escrita, cartazes, sítios na web, internet, informação em conferências, etc.). b) Critérios de selecção O contratante devem seleccionar os investigadores na sequência de processos de selecção abertos, transparentes, imparciais e equitativos, com base: - nas suas competências científicas e na pertinência da sua experiência em investigação para o domínio de investigação indicado no Anexo I; - na sua capacidade de realizar as actividades de formação pela investigação; - no perfil elevado da carreira e potencial de excelência do investigador; 5

6 - no impacto previsto da formação proposta para a carreira do investigador; e - no preenchimento dos critérios de elegibilidade dos investigadores previstos no nº 2 do presente artigo. c) Igualdade de oportunidades Em conformidade com o artigo III.2.b), o contratante procurará assegurar uma representação feminina equitativa, promovendo uma verdadeira igualdade de oportunidades de acesso entre homens e mulheres ao longo do processo de selecção. Para o efeito, o contratante promoverá e encorajará a candidatura de mulheres na publicidade a que se refere a alínea a) do presente número e, na aplicação dos critérios de selecção mencionados na alínea b), concederá uma atenção especial à garantia da não discriminação sexual. III.4 - Relação do contratante com o investigador 1. O acordo determinará, em conformidade com o contrato, as condições de realização das actividades de formação pela investigação e os direitos e obrigações do investigador e do contratante no âmbito do projecto. O contrato será anexado ao acordo, assim como todas as alterações do contrato e, quando aplicável, o plano pessoal de progressão na carreira. O acordo deve ficar na posse do contratante para efeitos de auditoria durante o período mencionado no artigo II.25. No prazo de 20 dias a contar da nomeação do investigador, o contratante transmitirá à Comissão uma declaração assinada atestando a conformidade do acordo com o presente contrato. O contratante registará a nomeação e actualizará a lista e a descrição das vagas disponíveis, segundo as formalidades e os procedimentos comunicados pela Comissão. O acordo deve especificar, em especial: a) o nome do(s) cientista(s) responsáveis pela supervisão das actividades de formação pela investigação, bem como uma descrição (síntese) dessas actividades nos casos em que não é exigido um plano pessoal de progressão na carreira; b) os montantes devidos pelo contratante ao investigador em aplicação do presente contrato, bem como as modalidades de pagamento dos montantes devidos ao investigador; c) as eventuais contribuições adicionais pagas pelo contratante ao investigador para efeitos de execução do projecto em apreço, bem como as modalidades de pagamento de tais montantes; d) todos os montantes deduzidos legalmente justificados; e) que o investigador não pode receber, para as actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito, outros montantes além dos pagos pelo contratante em aplicação do disposto nas alíneas b) e c) do presente número; 6

7 f) a(s) taxa(s) de conversão e de câmbio utilizadas, incluindo a(s) data(s) de referência e a(s) fonte(s), quando os pagamentos são efectuados numa divisa nacional distinta do Euro; g) a lei que rege o acordo; h) a cobertura da segurança social oferecida ao investigador, em conformidade com o artigo III.2.e); i) as disposições relativas às férias anuais e licenças por doença, conformes com as regras internas do contratante; j) que o investigador se deve dedicar a tempo inteiro às actividades de formação pela investigação que lhe dizem respeito, excepto se existirem motivos de ordem pessoal ou familiar devidamente justificados; k) a descrição e o calendário de realização das actividades de formação pela investigação, caso estas sejam repartidas por vários períodos; l) o período total de vigência do acordo, a natureza e a data de nomeação do investigador, em termos de estatuto, desde que os requisitos estabelecidos no artigo III.2.2.e) e f) e no artigo III.7.1.a) sejam respeitados e as condições de trabalho sejam comparáveis às aplicáveis aos investigadores locais em situação semelhante; m) o local ou locais nos quais serão realizadas as actividades de formação pela investigação; n) que o investigador deve informar o contratante, logo que possível, de eventuais circunstâncias susceptíveis de afectar a execução do contrato ou do acordo, tais como: - quando aplicável, alterações significativas relativas ao seu plano pessoal de progressão na carreira; - uma gravidez ou doença que possa ter um efeito directo na execução do acordo; o) as disposições que vinculam o contratante e o investigador durante e após a realização das actividades de formação pela investigação relativas aos direitos de propriedade intelectual, especialmente ao acesso ao saber-fazer pré-existente, à utilização dos conhecimentos, publicidade e confidencialidade, desde que tais disposições sejam compatíveis com o disposto nos artigos II.9, II.12, II. 28, II. 29, II.30, e II. 31 e nos artigos III.5, III.6, III.8 e III.9; p) que o investigador se compromete a completar, assinar e transmitir ao contratante os questionários de avaliação e seguimento referidos nas alíneas n) e o) do artigo III.2; q) que o investigador se compromete a manter o contratante informado de qualquer alteração das suas coordenadas durante o período de três anos após a conclusão do projecto; r) que o investigador reconhecerá o apoio concedido pela Comunidade no âmbito de uma Bolsa Marie Curie de Acolhimento para Formação de Investigadores em Início de Carreira em quaisquer publicações ou outros meios de comunicação associados, de acordo com o disposto no artigo III.6. 7

8 2. As modalidades de pagamento referidas no nº 1, alínea b), do presente artigo basear-se-ão no princípio do pagamento mensal à data do vencimento, salvo se tal for contrário à legislação aplicável mencionada no nº 1, alínea g), do presente artigo. Tais modalidades devem prever a realização dos pagamentos ao investigador desde o início da sua nomeação, bem como o pagamento dos montantes totais atribuídos em benefício do investigador, o mais tardar, quando da conclusão do projecto. III.5 - Confidencialidade O contratante deve assegurar que o investigador goza dos mesmos direitos e é subordinado às mesmas obrigações do contratante, tal como disposto no artigo II.9. III.6 - Publicidade O contratante deve assegurar que o investigador goza dos mesmos direitos e é subordinado às mesmas obrigações do contratante, tal como disposto no artigo II.12. 8

9 PARTE B - DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS III.7 - Custos elegíveis do projecto Desde que sejam conformes com as disposições estabelecidas na Parte B do Anexo II, podem ser imputados custos ao contrato. Em especial, os custos relacionados com as actividades de formação pela investigação desenvolvidas no âmbito do projecto podem ser reembolsados pela Comissão nas seguintes modalidades: 1. Contribuição em benefício do investigador No Anexo I é estabelecida uma taxa fixa que reverte exclusivamente em benefício dos investigadores nomeados para o projecto, de acordo com as taxas de referência aplicáveis indicadas no programa de trabalho, sem prejuízo de eventuais contribuições adicionais que possam ser pagas aos investigadores pelo contratante. Essa taxa fixa é estabelecida com base numa nomeação dos investigadores para o projecto a tempo inteiro (no caso de uma nomeação a tempo parcial, o subsídios serão adaptados proporcionalmente ao tempo realmente dedicado ao projecto, excepto no que se refere ao subsídio de deslocação mencionado no ponto b) do presente número), e é distribuída do seguinte modo: a) subsídio mensal de subsistência O contratante pode optar entre o recrutamento do investigador ao abrigo de um contrato de trabalho ou a concessão de um estatuto equivalente ao de beneficiário de uma bolsa ou subvenção de montante fixo, de acordo com as seguintes taxas anuais: Categoria Investigadores recrutados ao abrigo de um contrato de trabalho/bolsas equiparadas com cobertura total da segurança social( /ano) Investigadores que recebem uma bolsa de montante fixo ( /ano) Investigadores em início de carreira A taxa de referência acima indicada para os investigadores recrutados ao abrigo de um contrato de trabalho (ou outro tipo de contrato previsto pela legislação nacional com uma cobertura da segurança social igual à oferecida aos trabalhadores) inclui todas as deduções obrigatórias previstas pela legislação nacional no contexto do presente contrato. O estatuto proposto ao investigador equivalente ao de beneficiário de uma bolsa ou subvenção de montante fixo deve ser compatível com a legislação aplicável do contratante e assegurar ao investigador a cobertura adequada da segurança social, não tendo necessariamente que ser paga a partir desse montante; b) contribuição para os custos de mobilidade, que consiste: 9

10 - num subsídio mensal de mobilidade, estabelecido em função da situação familiar do investigador no momento da sua nomeação. O investigador tem o direito de receber o subsídio de mobilidade caso tenha exercido a mobilidade física transnacional no início das actividades de formação pela investigação ou num período inferior a 12 meses antes da sua nomeação para o projecto. i 800 euros/mês: investigador com encargos familiares (casamento ou estatuto equivalente reconhecido pela legislação aplicável nos termos do artigo III.4.1.g), e/ou filhos a cargo); i 500 euros/mês: investigador sem encargos familiares. Para ter em conta o custo de vida e a estrutura salarial nacional no país ou países onde o investigador prossegue as suas actividades de formação pela investigação, serão aplicados aos subsídios de subsistência e de mobilidade mensais acima referidos os coeficientes de correcção indicados no programa de trabalho. As revisões no sentido do aumento ou redução dos coeficientes de correcção do programa de trabalho serão aplicadas ao contrato de nomeação em vigor celebrado com o investigador a partir do primeiro dia do mês subsequente à publicação do programa de trabalho revisto. - Além disso, o investigador com direito ao subsídio mensal de mobilidade receberá igualmente um subsídio de deslocação para uma viagem entre o seu local de origem e as instalações do contratante nas quais realiza as actividades de formação pela investigação por cada período de 12 meses ou inferior quando o primeiro ou o último período é inferior a 12 meses. O primeiro subsídio de deslocação deve ser pago no momento da nomeação e, posteriormente, numa base anual. Só pode ser pago um subsídio de deslocação por período de 12 meses. São aplicadas as taxas a seguir apresentadas (bilhete de ida-e-volta) à distância directa (em linha recta) entre o local de origem e as instalações do contratante determinada com base nas coordenadas de latitude e longitude. Distância Taxa de montante fixo ( ) < > > > > > c) um subsídio único de exploração de carreira no valor de 2000 euros, caso o investigador se dedique às actividades de formação pela investigação durante, pelo menos, um ano; 10

11 d) uma contribuição fixa estabelecida no Anexo I para cobrir os restantes custos relativos ao envolvimento do investigador no projecto, com base na natureza das actividades a realizar no âmbito do projecto. Este subsídio será gerido pelo contratante e utilizado para os custos directamente relacionados com os investigadores; e) em caso de suspensão de um acordo por licença parental, a Comissão pode decidir, mediante pedido escrito do contratante, adaptar a contribuição financeira da Comunidade em benefício do investigador às exigências do caso concreto. Calculada numa base mensal, a contribuição não deve ser superior à diferença entre a compensação recebida pelo investigador ao abrigo do seu regime de segurança social referido no artigo III.4.1.g) e h) e o montante da contribuição definida no artigo III.7.1.a). Os custos relacionados com outras actividades desenvolvidas no âmbito do projecto podem ser reembolsados pela Comissão nas seguintes modalidades: 2. Contribuição em benefício do contratante a) No Anexo I, é estabelecida uma contribuição máxima para cobrir os custos relacionados com as actividades de investigação, formação, transferência de conhecimentos e ligação em rede do projecto distintas das actividades abrangidas pela alínea d) do nº 1 do presente artigo. Os custos aferentes a tais actividades serão imputados ao contrato com base nos custos reais. b) Custos relacionados com as actividades de gestão do projecto: pode ser imputada ao projecto, no máximo, uma parcela de 3% da contribuição comunitária. c) Os custos relativos à aquisição ou locação financeira com opção de compra de material duradouro não são elegíveis. 3. Custos indirectos Pode ser imputada ao contrato uma taxa fixa de 10% dos custos directos elegíveis para a cobertura dos custos indirectos do projecto, excluindo os custos de subcontratação. PARTE C - DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL III.8 - Direitos de acesso Além do disposto no artigo II.31, o contratante deve garantir que os investigadores beneficiam, a título gratuito, de direitos de acesso ao saber-fazer pré-existente e aos conhecimentos, caso estes sejam necessários à realização das actividades de formação pela investigação que lhes dizem respeito. III.9 - Compromissos incompatíveis ou limitativos O contratante informará os investigadores, logo que possível, de qualquer restrição que possa eventualmente afectar de forma substancial a concessão de direitos de acesso. 11

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS

BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSAS MARIE CURIE DE ACOLHIMENTO PARA A TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS REGIME DE DESENVOLVIMENTO [MONOCONTRATANTE] III.1 - Definições Além das previstas no artigo II.1,

Leia mais

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III. 1 - Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III.1 Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR Regulamento de Formação Avançada e Qualificação de Recursos Humanos da Direção-Geral do Ensino Superior (Aprovado por despacho, de 15 de junho de 2012, do Presidente do Conselho Diretivo da Fundação para

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual 1 Introdução ao sistema financeiro (custos elegíveis ) Custos directos elegíveis por natureza Custos não elegíveis Período de elegibilidade Repartição das despesas financeiras em conformidade com oanexo

Leia mais

LAMTec-ID, Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia. REGULAMENTO DE BOLSAS LAMTec-ID (ATRIBUÍDAS NO ÂMBITO DE PROJECTOS DO LAMTec-ID)

LAMTec-ID, Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia. REGULAMENTO DE BOLSAS LAMTec-ID (ATRIBUÍDAS NO ÂMBITO DE PROJECTOS DO LAMTec-ID) LAMTec-ID, Laboratório de Ambiente Marinho e Tecnologia REGULAMENTO DE BOLSAS LAMTec-ID (ATRIBUÍDAS NO ÂMBITO DE PROJECTOS DO LAMTec-ID) CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º (Âmbito) 1. O presente Regulamento,

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I. Disposições Gerais

REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I. Disposições Gerais REGULAMENTO DAS BOLSAS RICARDO JORGE CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei n.º 40/2004, de 18 de Agosto,

Leia mais

Regulamento de bolsas da. Associação Fraunhofer Portugal Research

Regulamento de bolsas da. Associação Fraunhofer Portugal Research Regulamento de bolsas da Associação Fraunhofer Portugal Research I - DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Finalidade da atribuição das bolsas) 1. A Associação Fraunhofer Portugal Research, com o objectivo de

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO

REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO REGULAMENTO DE BOLSAS DO INESC PORTO I - DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Finalidade da atribuição das bolsas) 1. O INESC Porto - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, com o objectivo

Leia mais

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica

Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Regulamento de Bolsas de Investigação Científica REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSAS SANTANDER LUSO-BRASILEIRAS CONVOCATÓRIA 2015 É do interesse das Instituições de Ensino Superior promover a excelência do ensino, propiciando aos seus estudantes

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE REGULAMENTO DAS BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E DE TIMOR LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº. 1º. 1. Com o fim principal

Leia mais

L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004

L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004 L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004 DIRECTIVA 2004/114/CE DO CONSELHO de 13 de Dezembro de 2004 relativa às condições de admissão de nacionais de países terceiros para efeitos de estudos,

Leia mais

Regulamento de Bolsas do CCMar

Regulamento de Bolsas do CCMar Regulamento de Bolsas do CCMar CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia ao abrigo do Decreto-Lei nº 123/99, de 20 de Abril,

Leia mais

P A R L A M E N T O E U R O P E U

P A R L A M E N T O E U R O P E U P A R L A M E N T O E U R O P E U REGRAS INTERNAS RELATIVAS AOS ESTÁGIOS E VISITAS DE ESTUDO NO SECRETARIADO-GERAL DO PARLAMENTO EUROPEU PARTE I: ESTÁGIOS Capítulo 1 Disposições gerais Artigo 1º Os diferentes

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MOBILIDADE BOLSA IBERO-AMÉRICA. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2015 O Programa Bolsas Ibero-américa. Estudantes de Licenciatura e

Leia mais

CONTRATO DERIVADO Bolsas Marie Curie de acolhimento em empresas

CONTRATO DERIVADO Bolsas Marie Curie de acolhimento em empresas CONTRATO DERIVADO Bolsas Marie Curie de acolhimento em empresas -1- CONTRATO Nº A [Comunidade Europeia][Comunidade Europeia da Energia Atómica] (a seguir designada «a Comunidade»), representada pela Comissão

Leia mais

OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS

OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS 2015 REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito e Enquadramento A Ciência Viva Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica promove o programa Ocupação Científica

Leia mais

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais

FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA. Regulamento de Bolsas de Investigação Científica. Capítulo I Disposições gerais FUNDAÇÃO CONVENTO DA ORADA - ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, segue o modelo aprovado pela

Leia mais

MOBILIDADE DE ESTUDANTES (SMS SMP)

MOBILIDADE DE ESTUDANTES (SMS SMP) MOBILIDADE DE ESTUDANTES (SMS SMP) Critérios de elegibilidade do Estudante Erasmus Estatuto legal do estudante: Os estudantes devem ser nacionais de um estado membro participante no Programa de Aprendizagem

Leia mais

Secretaria de Estado para o Ensino Superior

Secretaria de Estado para o Ensino Superior Secretaria de Estado para o Ensino Superior Decreto n.º 21/08 de 28 de Fevereiro Com a aprovação da Lei de Bases do Sistema de Educação, torna se necessário regulamentar a política de Acção Social no Ensino

Leia mais

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR

S. R. MINISTÉRIOS DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO E DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR DESPACHO CONJUNTO Nº Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5706, de 24 de Dezembro de 2004, que altera a Decisão C (2000) 1785, de 28 de Julho de 2000, que aprovou o Programa Operacional Ciência,

Leia mais

EUROPA CRIATIVA (2014-2020) Subprograma «Cultura» Convite à apresentação de candidaturas n.º

EUROPA CRIATIVA (2014-2020) Subprograma «Cultura» Convite à apresentação de candidaturas n.º EUROPA CRIATIVA (2014-2020) Subprograma «Cultura» Convite à apresentação de candidaturas n.º EACEA 32/2014 : Projetos de cooperação europeia Execução das ações do subprograma «Cultura»: projetos de cooperação

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos REGULAMENTO DO PROGRAMA COMUNICAÇÃO E GESTÃO DE CIÊNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto 1. O presente regulamento define as normas e os procedimentos de concurso para contratação

Leia mais

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais)

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais) Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES Regulamento Artigo 1º (Disposições Gerais) O Programa de Bolsas de Mobilidade para Estudantes da Universidade de Lisboa tem por objectivo proporcionar

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016

Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016 Regulamento Geral de Mobilidade Internacional de Estudantes da Universidade Fernando Pessoa 2015-2016 1. Mobilidade Internacional de Estudantes Os alunos da Universidade Fernando Pessoa (UFP) que cumpram

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P.

INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA, I.P. REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aplica-se às bolsas atribuídas pelo Instituto Português do Mar

Leia mais

Regulamento PAPSummer 2015

Regulamento PAPSummer 2015 Regulamento PAPSummer 2015 Artigo 1º Objectivos do programa, montante e designação das bolsas 1. O programa PAPSummer pretende dar a oportunidade a estudantes portugueses (Estudante) de desenvolver um

Leia mais

APOSENTAÇÃO, FÉRIAS, FALTAS E LICENÇAS

APOSENTAÇÃO, FÉRIAS, FALTAS E LICENÇAS ADENDA AO APOSENTAÇÃO, FÉRIAS, FALTAS E LICENÇAS Páginas 19 O artigo 1.º foi revogado pela Lei n.º 60/2005, de 29 de Dezembro: São revogados o artigo 1.º do Estatuto da Aposentação, aprovado pelo Decreto-Lei

Leia mais

relatório final do projecto.../pt/16/c/ /

relatório final do projecto.../pt/16/c/ / Relatório Final Estrutura 1. INTRODUÇÃO 1.1 Caracterização da Situação Antes da Intervenção 1.2 Objectivos da Intervenção 2. IDENTIFICAÇÃO DA DECISÃO 2.1 Elementos Básicos da Decisão Inicial 2.2 Alterações

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

CONTRATO-MODELO Bolsas individuais INCO para jovens investigadores de países em desenvolvimento

CONTRATO-MODELO Bolsas individuais INCO para jovens investigadores de países em desenvolvimento CONTRATO-MODELO Bolsas individuais INCO para jovens investigadores de países em desenvolvimento -1- CONTRATO Nº A Comunidade Europeia (a seguir designada «a Comunidade»), representada pela Comissão das

Leia mais

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS Versão final de 29/11/2007 COCOF 07/0037/03-PT COMISSÃO EUROPEIA ORIENTAÇÕES PARA A DETERMINAÇÃO DAS CORRECÇÕES FINANCEIRAS A APLICAR ÀS DESPESAS CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE

Leia mais

3 - A avaliação do desempenho docente, a que se refere a alínea c) do número anterior, rege-se por Regulamento específico.

3 - A avaliação do desempenho docente, a que se refere a alínea c) do número anterior, rege-se por Regulamento específico. REGULAMENTO INTERNO DA CARREIRA DOCENTE DA ESG/ ESCOLA SUPERIOR GALLAECIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objeto 1 - O presente Regulamento define o conjunto de critérios a observar na Escola Superior

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO Regulamentos REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO A prestação de serviços ao exterior por docentes com contrato em funções públicas, em regime de dedicação exclusiva,

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT

SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 13.REV1/2011 SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT LIMITES À ELEGIBILIDADE DE DESPESAS, CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE APLICAÇÃO DAS DESPESAS ELEGÍVEIS E METODOLOGIA DE CÁLCULO DAS DESPESAS COM

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito REGULAMENTO O presente regulamento estabelece os procedimentos associados à medida «Passaporte para o Empreendedorismo», regulamentada pela Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, estabelecida

Leia mais

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Fundos de Investimento Imobiliário Registo e Autorização de Peritos Avaliadores B.O n.º 18 - I Série Regulamento nº 1/2008 12 de Maio Fundos de Investimento

Leia mais

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN REGULAMENTO DE BOLSAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO PARA ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA E DE TIMOR-LESTE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o objetivo de estimular a Investigação

Leia mais

Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais

Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais Ministério Federal do Trabalho e dos Assuntos Sociais Directiva para o programa especial da Federação Alemã para o Fomento da mobilidade profissional de jovens interessados em formação e jovens profissionais

Leia mais

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 SISTEMA DE EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E DE ELEGIBILIDADE NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DOS CIDADÃOS DA UNIÃO EUROPEIA RESIDENTES NUM ESTADO-MEMBRO DE QUE

Leia mais

GR-Tessalónica: Ministração de formação em TIC para o pessoal do Cedefop 2012/S 213-351312. Anúncio de concurso. Serviços

GR-Tessalónica: Ministração de formação em TIC para o pessoal do Cedefop 2012/S 213-351312. Anúncio de concurso. Serviços 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:351312-2012:text:pt:html GR-Tessalónica: Ministração de formação em TIC para o pessoal do Cedefop 2012/S 213-351312 Anúncio

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS PREÂMBULO Na sequência da transposição para o ordenamento jurídico nacional da Directiva n.º 2006/43/CE, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico.

Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico. COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 26.07.2002 C (2002) 2943 Assunto: Auxílio estatal N 254/2002 Portugal Linha de crédito bonificada a investimentos do sector turístico. Excelência, PROCEDIMENTO Por carta n.º

Leia mais

PARECER N.º 26/CITE/2007

PARECER N.º 26/CITE/2007 PARECER N.º 26/CITE/2007 Assunto: Direito ao gozo de férias após licença por maternidade Processo n.º 147 QX/2006 I OBJECTO 1.1. Em 20 de Novembro de 2006, a CITE recebeu da funcionária do, com a categoria

Leia mais

Bruxelas, 3 de Dezembro de 1980. Sr. Vice-Primeiro-Ministro:

Bruxelas, 3 de Dezembro de 1980. Sr. Vice-Primeiro-Ministro: Decreto n.º 143-A/80 Acordo, por troca de cartas, entre a República Portuguesa e a Comunidade Económica Europeia Relativo à Implementação de Uma Ajuda Pré-Adesão a Favor de Portugal O Governo decreta,

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/12/2010

DESPACHO ISEP/P/12/2010 DESPACHO ISEP/P/12/2010 Considerando: 1. A necessidade de regulamentar a tramitação do processo de financiamento, pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto, de bolsas para a prossecução nas Unidades

Leia mais

Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio

Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio Sistema de Incentivos à I&DT e Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONTRATO CONSÓRCIO EXTERNO Aplicável a projectos de I&DT

Leia mais

Estatuto do Bolseiro de Investigação

Estatuto do Bolseiro de Investigação Estatuto do Bolseiro de Investigação O Estatuto do Bolseiro de Investigação foi aprovado pela Lei nº 40/2004, de 18 de agosto, alterada e republicada pelo Decreto- Lei n.º 202/2012, de 27 de agosto. O

Leia mais

Código de Conduta Voluntário

Código de Conduta Voluntário O Banif, SA, ao formalizar a sua adesão ao Código de Conduta Voluntário do crédito à habitação, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia, e de acordo com as recomendações da Comissão Europeia e do Banco

Leia mais

I-Ispra: Fornecimento de um grupo electrogéneo trifásico 2012/S 187-306516. Anúncio de concurso. Fornecimentos

I-Ispra: Fornecimento de um grupo electrogéneo trifásico 2012/S 187-306516. Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:306516-2012:text:pt:html I-Ispra: Fornecimento de um grupo electrogéneo trifásico 2012/S 187-306516 Anúncio de concurso

Leia mais

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto CÓDIGO DE INVESTIMENTOS Este texto tem carácter meramente informativo e não dispensa a consulta dos diplomas originais, conforme publicados no Diário da República. Quando

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015 REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA BOLSAS IBERO-AMERICANAS. JOVENS PROFESSORES E INVESTIGADORES CONVOCATÓRIA 2015 A promoção da investigação através de programas que contribuam de maneria eficaz para a criação

Leia mais

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT

PROCEDIMENTO. Ref. Pcd. 3-sGRHF. Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT PROCEDIMENTO Ref. Pcd. 3-sGRHF Bolsas de Investigação Científica da UA, financiadas pela UA ou por outras verbas desde que não provenientes da FCT Data: 14 /07/2011 Elaboração Nome: Fátima Serafim e Helena

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 Empresa de Seguros Entidades comercializadoras Autoridades de Supervisão

Leia mais

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Preâmbulo No seguimento da terceira alteração ao Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, introduzida pelo Decreto-Lei

Leia mais

MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-VELHO. Nota Justificativa

MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-VELHO. Nota Justificativa Nota Justificativa A Constituição da República Portuguesa define no n.º 2 do artigo 73.º que O Estado promove a democratização da Educação e as demais condições para que a Educação, realizada através da

Leia mais

Acordo Especial de Cooperação no Domínio do Sector Eléctrico entre a República Popular de Moçambique e a República Portuguesa.

Acordo Especial de Cooperação no Domínio do Sector Eléctrico entre a República Popular de Moçambique e a República Portuguesa. Decreto n.º 87/79 de 20 de Agosto Acordo Especial de Cooperação no Domínio do Sector Eléctrico entre a República Portuguesa e a República Popular de Moçambique O Governo decreta, nos termos da alínea c)

Leia mais

Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos

Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos Entidade Contratante: Delegação da União Europeia em Moçambique Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos Orientações destinadas aos requerentes de subvenções CORRIGENDUM Concurso restrito

Leia mais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais 5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais Como se pode constatar na regra 3, a filosofia de imputação de despesas com deslocações e subsistência, está directamente relacionada

Leia mais

Administração. Contabilidade

Administração. Contabilidade Escolas Europeias Gabinete do Secretário-Geral Administração Contabilidade Ref.: 2006-D-94-pt-5 Original: EN Versão: PT Remodelação das disposições relativas ao reembolso das despesas de viagem das missões

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei nº 40/2004,

Leia mais

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO Última atualização 15.04.2015 1 Tipos de bolsas 1.1 Quais os tipos de bolsas e montantes definidos no Regulamento das Bolsas? As bolsas distinguem-se de

Leia mais

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Para assegurar os direitos dos consumidores relativos à informação dos produtos e identidade do vendedor, as empresas têm de cumprir regras sobre

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE EMPRESAS Artigo 1.º Criação A Universidade

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO. Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO. Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional em matéria de política de saúde, foi definido, pelo Decreto Lei n.º

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19 REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA Pág.1/19 Índice DISPOSIÇÕES GERAIS 3 1. Localização 3 2. Âmbito 3 3. Política e Estratégia de Actuação 3 4. Inscrições

Leia mais

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Regulamento do Gabinete Erasmus da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) O presente regulamento estabelece a orgânica do Gabinete Erasmus, bem

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010

NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010 NOTA TÉCNICA Nº 2/UA1/2010 A presente Nota tem por objectivo auxiliar as entidades beneficiárias, conforme âmbito e condições estabelecidas no Aviso de Abertura nº 20/2010, na elaboração das candidaturas

Leia mais

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor

O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO. De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE TRABALHO TEMPORÁRIO De acordo com as normas previstas no código de trabalho em vigor O QUE DEVE SABER SOBRE NECESSIDADES DE RECORRER AO TRABALHO TEMPORÁRIO As Empresas de Trabalho

Leia mais

AVISO DE VAGA DE LUGAR ECA/2015/JUR. 2 lugares de jurista - Graus AD 8 - AD 9 Unidade Assuntos Jurídicos - Presidência

AVISO DE VAGA DE LUGAR ECA/2015/JUR. 2 lugares de jurista - Graus AD 8 - AD 9 Unidade Assuntos Jurídicos - Presidência RECURSOS HUMANOS Recrutamento e evolução de carreira AVISO DE VAGA DE LUGAR ECA/2015/JUR 2 lugares de jurista - Graus AD 8 - AD 9 Unidade Assuntos Jurídicos - Presidência SOMOS O Tribunal de Contas Europeu

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES NO ESTRANGEIRO I. DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO Artº 1º 1) Com o fim de estimular a especialização e a valorização profissional nos

Leia mais

APOIOS AO EMPREGO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO

APOIOS AO EMPREGO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO APOIOS AO EMPREGO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO APOIOS AO EMPREGO E À CONTRATAÇÃO Portaria n.º130/2009, de 30 de Janeiro PROGRAMA DE ESTÍMULO À OFERTA DE EMPREGO INICIATIVAS LOCAIS DE EMPREGO Portaria

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno

Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 171 da Organização Internacional

Leia mais

Regulamento de Bolsas. do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas

Regulamento de Bolsas. do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas Regulamento de Bolsas do Instituto Politécnico de Lisboa e Unidades Orgânicas CAPITULO I DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo primeiro Âmbito 1. O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e

Leia mais

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS 23.4.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 102/1 II (Actos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 330/2010 DA COMISSÃO de 20 de Abril de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO

BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO BOLSAS DE ESTUDO DE ESPECIALIZAÇÃO E VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL NO ESTRANGEIRO REGULAMENTO I. DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1) Com o fim de estimular a especialização e a valorização profissional nos diversos

Leia mais

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores

PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE TALENTOS PARA ANGOLA BOLSA ESCOM Bolsa de Estudo para Cursos Superiores A pretende impulsionar as actividades de Responsabilidade Social em Angola, contribuindo para o seu desenvolvimento.

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA

PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA PROGRAMA MODELAR MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA Junho de 2009 1 MANUAL DE APOIO AO PROCESSO DE CANDIDATURA AO PROGRAMA MODELAR O Programa MODELAR tem como objectivo a atribuição de apoio financeiro

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS PRAXIS XXI CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GENÉRICAS Artigo 1º Âmbito O presente regulamento aplica-se às acções de formação previstas na Medida 4 da Intervenção Operacional para a Ciência

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO

AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS A APOIO FINANCEIRO Tendo em conta os princípios constantes do Programa do XVII Governo Constitucional em matéria de política de saúde, foi definido, pelo Decreto Lei n.º

Leia mais

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PROMOÇÃO DA SAÚDE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA REDUÇÃO DE DANOS E REINSERÇÃO

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PROMOÇÃO DA SAÚDE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA REDUÇÃO DE DANOS E REINSERÇÃO Para efectuar o projecto a que se propõe elaborar deve ler o Regulamento de Programa de Apoio Financeiro ao abrigo da Portaria n.º 1418/2007, de 30 de Outubro, bem como o aviso de abertura do concurso.

Leia mais