SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR PLANO ESTADUAL PARA SAÚDE DO TRABALHADOR 2004/2006

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1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR PLANO ESTADUAL PARA SAÚDE DO TRABALHADOR 2004/2006 ESPÍRITO SANTO, 2004/2006 1

2 1. Introdução A Saúde do Trabalhador é uma área da Saúde Pública que tem o estudo e intervenção das relações entre o trabalho e a saúde como foco de atenção principal. Tem como objetivos, a promoção e a proteção da saúde do trabalhador, por meio do desenvolvimento de ações de vigilância dos riscos presentes nos ambientes e condições de trabalho, dos agravos à saúde do trabalhador e a organização e prestação de assistência aos trabalhadores, realizando procedimentos relativos a diagnóstico, tratamento e reabilitação integral no SUS. As condicionantes sociais, econômicas, tecnológicas, organizacionais e os fatores de riscos ocupacionais presentes no processo de trabalho são determinantes da saúde do trabalhador, assim, as ações nesta área buscam intervir nos processos de trabalho por meio de uma atuação multiprofissional, interdisciplinar e intersetorial. A execução das ações voltadas para a saúde do trabalhador é uma atribuição do SUS, prescritas na Constituição Federal de 1988 e regulamentada pela Lei Orgânica da Saúde. O artigo 6º dessa lei confere à direção nacional do sistema a responsabilidade de coordenar a política de saúde do trabalhador. Segundo o parágrafo 3º do artigo 6º da Lei Orgânica da Saúde, a saúde do trabalhador é definida como um conjunto de atividades que se destina, por meio das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, a promoção e proteção da saúde do trabalhador, assim como visa a recuperação e a reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho. As atividades são, de acordo com os incisos I a VIII do referido parágrafo: Assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doença ocupacional e do trabalho; A participação em estudos e pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho; A participação na normatização, fiscalização e controle das condições de produção, extração, armazenamento, transporte, distribuição e manuseio de substâncias, de produtos, de máquinas e de equipamentos que apresentam riscos à saúde do trabalhador; A avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde; A informação ao trabalhador, à sua respectiva entidade sindical e às empresas sobre os riscos de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como os resultados de fiscalizações, avaliações ambientais e exames de saúde, de admissão, periódicos e de demissão, respeitados os preceitos da ética profissional; A participação na normatização, fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas; A revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho; A garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição de máquina, do setor, do serviço ou de todo ambiente de trabalho, quando houver exposição a risco iminente para a vida ou saúde do trabalhador. 2

3 Outras regulamentações federais orientam o desenvolvimento das ações neste campo, no âmbito do setor saúde, entre as quais destaca-se a Portaria MS/GM Nº 3.120, de 1º de julho de 1998, que aprovou a Instrução Normativa de Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS, e que compreende a Vigilância em Saúde do Trabalhador como: Uma atuação contínua e sistemática, ao longo do tempo, no sentido de detectar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho, em seus aspectos tecnológico, social, organizacional e epidemiológico, com a finalidade de planejar, executar e avaliar intervenções sobre esses aspectos, de forma a eliminá-los ou controlá-los. (Brasil, 1998). Com o surgimento do Sistema Único de Saúde e da Lei Orgânica da Saúde de 1990, ficou garantida a promoção, proteção e recuperação dos trabalhadores, passando para os Estados e Municípios a tarefa de assumir os atendimentos aos acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. A criação do CRST /ES foi respaldada nas leis nº 8.213/91, decreto nº 611/92 e na lei nº 8.080/90 Sistema Único de Saúde SUS, que especificam um conjunto de ações de saúde do trabalhador a serem desenvolvidas no SUS. O CRST tem um caráter interinstitucional, com o objetivo de modificar o perfil de morbi-mortalidade do trabalhador no âmbito estadual, dentro de um enfoque epidemiológico, com ações que repercutam na sua qualidade de vida, representando a luta de atores sociais envolvidos para a concretização de ações destinadas a saúde do trabalhador, no contexto do exercício da cidadania. 2. Caracterização do Estado O Estado do Espírito Santo possui uma área territorial de ,1 km2. Integra com os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a chamada Faixa de Desenvolvimento da Região Sudeste. A malha ferroviária estadual é constituída por trechos pertencentes à Estrada de Ferro Vitória-Minas e à Rede Ferroviária Federal S.A., hoje privatizada, controlada por um consórcio com a participação da Companhia Vale do Rio Doce - CVRD. Esta liga o Espírito Santo à Região Centro-Oeste e integra o Corredor de Transportes Centroleste. As rodovias mais importantes que cortam o Estado são a BR 101, que o liga às regiões Nordeste e Sul, e a BR 262, que liga Vitória a Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Dentro desta caracterização está o complexo portuário capixaba, considerado um dos mais eficientes do país, operando com sete terminais: Vitória, Ubu, Capuaba, Tubarão, Praia Mole, Portocel e Regência. A necessidade de planejar o Estado como um todo, levando-se em conta, ao mesmo tempo peculiaridade dos seus espaços, promovendo uma ação regionalizada e estimulando o desenvolvimento econômico e social em bases regionais fez com que o Espírito Santo fizesse a divisão de seus municípios agrupando-os em quatro regiões de planejamento macrorregiões e doze regiões administrativas de gestão microrregiões, conforme Quadro I. 3

4 TABELA I - Divisão Regional do Estado do Espírito Santo em Macrorregiões de Planejamento e Microrregiões Administrativas de Gestão Estado Microrregiões Administrativas de Gestão Municípios 1 Metropolitana 1 - Metropolitana Cariacica, Fundão, Guarapari, Serra, Viana, Vila Velha e Vitória. 2 - Pólo Linhares Aracruz, Ibiraçu, João Neiva, Linhares, Rio Bananal e Sooretama. 3 -Metrópole Expandida Sul Alfredo Chaves, Anchieta, Iconha, Itapemirim, Marataízes e Piúma. 4 - Central Serrana Itaguaçu, Itarana, Santa Tereza, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e São Roque do Canaã. 5 - Sudoeste Serrana Afonso Cláudio, Brejetuba, Conceição do Castelo, Domingos Martins, Laranja da Terra, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante. 2 Norte 6 - Litoral Norte Conceição da Barra, Jaguaré, Pedro Canário e São Mateus. 7 - Extremo Norte Montanha, Mucurici, Pinheiros e Ponto Belo. 8 - Pólo Colatina Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Colatina, Marilândia, Pancas e Governador Lindenberg. 3 Noroeste 9 - Noroeste I Água Doce do Norte, Barra de São Francisco, Ecoporanga, Mantenópolis e Vila Pavão Noroeste II Águia Branca, Boa Esperança, Nova Venécia, São Gabriel da Palha, São Domingos do Norte e Vila Valério. 4 Sul 11 - Pólo Cachoeiro Apiacá, Atílio Vivácqua, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Jerônimo Monteiro, Mimoso do Sul, Muqui, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul, São José do Calçado e Vargem Alta Caparaó Alegre, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna e Muniz Freire. Fonte: Lei de 30/11/95 (D.O. 01/12/95), Lei nº de 22/09/97 (D.O. 23/09/97), Lei de 17/05/99 (D.O. 18/05/99) e Lei 204 de 21/06/01 (D.O. 22/06/01) que revoga as leis complementares nº 58 e

5 A Secretaria de Estado da Saúde até o ano de 2002 vem trabalhando com esta divisão administrativa e por meio de Comissões Intergestores Microrregionais, que conta com a participação dos gestores municipais e representantes da Secretaria de Estado objetivando oportunizar a discussão de problemas e proposição de alternativas conjuntas para a melhoria da qualidade da atenção a saúde da população com enfoque regional. Com a Norma Operacional Básica de 01/2002 os gestores municipal e estadual de saúde vêem discutindo outras divisões regionais, que contemple a capacidade de oferta de serviços e ações especializadas de municípios, com prioridade para a possibilidade de acesso e que possam ser caracterizados como Pólos Regionais, de forma a organizar a demanda como também priorizar os investimentos e a formação de recursos humanos Aspectos Demográficos O Espírito Santo apresenta estrutura populacional característica de um quadro demográfico onde há baixa taxa de mortalidade e da natalidade com decréscimo da população de jovens (menos de 15 anos de idade) 28,71%, aumento da população pertencente ao segmento economicamente ativo (15 a 64 anos) 63%, e idosos (acima de 65 anos de idade) com 8%, acompanhando a tendência do Brasil, Gráfico I e Tabela 2. Este quadro demográfico torna-se importante na medida em que há necessidade de oferta de empregos para toda a população economicamente ativa que está pronta para entrar no mercado de trabalho, além das questões referentes a atenção a saúde do adulto e idoso que demandam políticas de investimento em programas de prevenção, medicação e hospitalização de doenças crônico degenerativas. Outro aspecto relevante se refere a população feminina, maior 1,9% vezes, do que a população masculina a partir da faixa etária de 20 a 29 anos, podendo ser explicada a partir de uma maior mortalidade masculina devido ao fato dos homens apresentarem maior taxa de acidentes e violências, e serem afetados por doenças crônicas degenerativas mais precocemente (Pereira, ano). Observamos ainda que a esperança de vida das mulheres é de 7,8 anos a mais dos que da população masculina. 5

6 Gráfico I- Distribuição da População Residente do Espírito Santo, anos e mais 70 a a a a a a a a a a Masculino Feminino Fonte: IBGE Censo Demográfico 2000 Tabela 2 - Taxa de fecundidade total, taxa bruta de natalidade, taxa bruta de mortalidade e esperança de vida ao nascer, por sexo, segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação RegiãoSudeste e Unidades da Federação Taxa de fecundidade total Taxa bruta de natalidade (%o) Taxa bruta de Esperança de vida ao nascer mortalidad e Total Homens Mulheres (%o) Brasil 2,4 20,9 6,9 68,9 65,0 72,8 Sudeste 2,1 18,5 7,1 69,8 65,3 74,6 Minas Gerais 2,2 19,3 6,5 70,7 67,1 74,4 Espírito Santo 2,2 19,7 6,0 70,5 66,7 74,5 Rio de Janeiro 2,0 16,5 8,8 67,8 62,1 73,7 São Paulo 2,1 18,8 6,8 70,2 65,6 75,0 Fontes: IBGE, Censo Demográfico 2000; Projeto UNFPA/BRASIL (BRA/98/PO8), Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Popu- Lacionais e Indicadores Sociodemográficos 6

7 2.2. Aspectos Econômicos Entender a significação do conceito do trabalho é importante para identificar os riscos inerentes ao processo de produção assim como propor medidas de prevenção e intervenção. Segundo Câmara, [...] o processo de trabalho nas sociedades atuais acontece quando se subordina a atividade humana trabalho num dado processo /sistema de produção. O produto desse processo dinâmico com finalidades determinadas e organizadas socialmente se constitui numa mercadoria a ser consumida de forma também socialmente constituída...[...] Também afirma que, [...] é no decorrer desse processo que são geradas condições e situações em que estão presentes os elementos patógenos que constituem riscos e perigos para a saúde dos trabalhadores e de outros grupos populacionais que são a ele expostos. Assim, o perfil de morbi-mortalidade de uma população pode ser em parte definido pela opção histórica de produção e de consumo num dado momento e local...[...] São várias as situações de riscos inerentes aos processos produtivos (químicos, biológicos, físicos, mecânicos, ergonômicos e psicossociais), tornando-se assim necessário o conhecimento destes processos para o planejamento das ações de controle dos efeitos adversos à saúde da população trabalhadora e em geral. De acordo com os dados da PNAD 2001, Tabela 3, a população economicamente ativa no Espírito Santo é de pessoas, representando para o ano em questão 51,61% da população geral (Pop. 2001= hab.), sendo 57,60% do sexo masculino e 42,39% feminino, apontando para uma crescente incorporação dos contingentes femininos à força de trabalho o que deve resultar em uma mudança do perfil de saúde da mulher devido à exposição a diferentes cargas de trabalho, devendo ser objeto de atenção especial na vigilância à saúde do trabalhador pelas variáveis existentes ligadas às relações sociais (classe e gênero). Esta distribuição acompanha a realidade dos outros estados da região sudeste, mas apresenta uma participação mais elevada do sexo feminino (1,01%) no Espírito Santo, quando comparada ao do Brasil. 7

8 Tabela3 - População economicamente ativa - PEA -, por situação do domicílio e sexo, segundo Brasil, Região Sudeste e Estados 2001 População economicamente ativa - PEA Total Total Homens Mulheres Brasil (1) Sudeste Minas Gerais Região Metropolitana de Belo Horizonte Espírito Santo Rio de Janeiro Região Metropolitana do Rio de Janeiro São Paulo Região Metropolitana de São Paulo Fonte: Pesquisa nacional por amostra de domicílios 2001: microdados. Rio de Janeiro: IBGE, CD-ROM. Partindo do referencial de que é preciso conhecer a realidade dos processos produtivos para caracterizar a morbi-mortalidade da população trabalhadora, identifica-se nas Tabelas 4a e 4b que o Estado possui um maior contingente de trabalhadores no setor agrícola (26,5%), seguido da Prestação de Serviços (19,5%) e Administração Pública (16,5%) sendo, portanto, este ramo de atividade importante no delineamento do perfil sócio econômico do Estado. A importância do setor agrícola no Estado pode ser ainda maior, visto que no Brasil estima-se que somente 5,5% dos trabalhadores na agricultura tenham registro legal (Manual de Normas, BA,2002). Por outro lado temos parcela representativa desta população, em setores da administração pública com presença de diversos fatores de risco para as LER/Dort, perdas auditivas e outros, sem que haja de fato uma política de atenção integral a estes trabalhadores, em função da atitude adotada pelas gestões públicas da pouca ou nenhuma obrigatoriedade com os seus servidores, que regidos em sua maioria pelo Regime Jurídico Único, não são objeto de fiscalizações do exercício das atividades profissionais no aspecto da saúde e segurança. 8

9 Tabela 4.a - População ocupada, total e sua respectiva distribuição percentual, por ramos de atividade, Segundo a Região Sudeste, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas 2001 População ocupada Região Sudeste, Unidades de Federação e Regiões Metropolitanas Ramos de atividade (%) Total (1) Agrícola Indústria Construção civil Brasil (2) ,6 13,5 6,5 Sudeste ,8 16,3 7,0 Minas Gerais ,4 13,8 7,1 Região Metropolitana de Belo Horizonte ,7 15,9 8,9 Espírito Santo ,5 12,0 6,5 Rio de Janeiro ,5 11,7 7,8 Região Metropolitana do Rio de Janeiro ,7 10,8 7,3 São Paulo ,6 19,6 6,7 Região Metropolitana de São Paulo ,7 19,5 6,0 Fonte: Pesquisa nacional por amostra de domicílios 2001: microdados. Rio de Janeiro: IBGE, CD-ROM. Tabela 4.b - População ocupada, total e sua respectiva distribuição percentual, por ramos de atividade, segundo a Região Sudeste, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas Região, Unidades de Federação e Regiões Metropolitanas (conclu são) População ocupada Ramos de atividade (%) Presta Administra Outros Comér ção de ção serviço cio serviço pública s s Brasil (2) 14,3 20,2 18,4 4,8 Sudeste 14,8 22,8 21,4 4,6 Minas Gerais 12,1 20,3 17,2 3,8 Região Metropolitana de Belo Horizonte 14,4 26,2 24,1 4,5 Espírito Santo 12,8 19,5 16,5 4,9 Rio de Janeiro 16,4 28,1 24,3 6,2 Região Metropolitana do Rio de Janeiro 16,9 28,8 25,8 6,2 São Paulo 15,8 22,5 22,9 4,3 Região Metropolitana de São Paulo 16,5 23,8 25,9 3,6 Fonte: Pesquisa nacional por amostra de domicílios 2001: microdados. Rio de Janeiro: IBGE, CD-ROM. Ainda no sentido de conhecer a população trabalhadora no Estado, na Tabela 5, é possível identificar e destacar que da população ocupada 11,1% não são remunerados, diferenciando-se dos outros Estados do Sudeste e do Brasil. 9

10 Tabela 5 - População ocupada, total e sua respectiva distribuição percentual, por posição na ocupação, segundo as Região Sudeste, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas Brasil (2) Região Sudeste, Unidades de Federação e Regiões Metropolitanas Total (1) Empre gados População ocupada Posição na ocupação (%) Trabalh Cont a- a- dores Militares ou estatutá rios domésti cos própr ia Empre gadores Nãoremuner ados ,8 6,5 7,8 22,3 4,2 7, ,7 6,6 8,8 19,1 4,8 3,7 Sudeste Minas Gerais ,9 6,2 8,8 19,4 4,6 5,8 Região Metropolitana de Belo Horizonte ,5 6,7 9,3 18,8 4,1 1,9 Espírito Santo ,1 6,5 7,2 17,3 4,9 11,1 Rio de Janeiro ,9 8,8 10,1 22,6 4,3 1,4 Região Metropolitana do Rio de Janeiro ,2 9,1 9,8 23,2 4,0 1, São Paulo ,1 6,0 8,4 17,9 5,0 2,9 Região Metropolitana de São Paulo ,0 5,5 8,0 18,3 4,0 1,8 Fonte: Pesquisa nacional por amostra de domicílios 2001: microdados. Rio de Janeiro: IBGE, CD-ROM Quanto ao ramo da indústria, com 12% de pessoal ocupado, os dados do IDEIES / FINDES de 2002 indicam que as atividades que mais concentram pessoal ocupado são da Construção Civil (19,30%), Produtos de Minerais Não-Metálicos (11,05%), Artigos do vestuário e Acessórios (9,82%) e Outros Produtos Alimentícios (7,38%). Os principais ramos de atividade são de Reparação de Veículos, 14, 22%, de Produtos de Minerais Não-Metálicos 12,1% e de Artigos de Vestuário e Acessórios 11,80%. Geograficamente, as atividades industriais concentram-se na Região Metropolitana (67,05%) com 73,52% do pessoal ocupado, conforme Tabela 6. Ainda destaca-se na Tabela 7 a importância das micro e pequenas empresas no cenário econômico do Espírito Santo que empregam 53,23% da população ocupada neste setor, dado que vai ao encontro do perfil de trabalho existente atualmente no país em função da perda do milagre econômico que procurava na expansão dos grandes projetos a sua sustentação e base de empregabilidade. 10

11 Tabela 6 - Número de Empresas e Pessoal Ocupado, Segundo Macrorregião, Espírito Santo, Região N.º Empresas % Pessoal % Metropolitana , ,52 Noroeste , ,81 Norte 194 3, ,81 Sul , ,84 Total Fonte: IDEIES/FINDES Tabela 7 - Número de empresas e pessoal ocupado, segundo o porte, Espírito Santo, Porte Nº de Empresas % Pessoal % Micro , ,54 Pequena , ,69 Média 140 2, ,25 Grande 25 0, ,52 Total , ,00 Fonte: IDEIES/FINDES Tema de debate de grande importância é a inserção de crianças no trabalho, que pode ser visualizado na Tabela 8 abaixo, quando em 2001 havia aproximadamente crianças e adolescentes só trabalhando ou acumulando o trabalho com o estudo. Este fato além de todos os prejuízos sociais possibilita a exposição destas crianças a diferentes cargas de trabalho para os quais são mais susceptíveis, tendo em vista o seu incompleto amadurecimento físico e psicológico. 11

12 Tabela 8 - Crianças e adolescentes de 5 a 17 anos de idade, total e sua respectiva distribuição percentual, por condição de atividade, segundo a Região Sudeste, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas Crianças e adolescentes de 5 a 17 anos de idade Grandes Regiões, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas Total Só trabalha Condição de atividade (%) Só estuda Trabalha e estuda Cuida de afazeres domésticos Não realiza nenhuma atividade Brasil (1) ,4 80,2 9,5 3,0 4,9 Sudeste ,9 84,4 6,9 2,3 4,4 Minas Gerais ,8 80,5 8,9 2,8 5,0 Região Metropolitana de Belo Horizonte ,4 86,0 5,9 2,6 4,0 Espírito Santo ,5 77,9 8,8 3,9 5,9 Rio de Janeiro ,2 88,6 3,4 2,2 4,3 Região Metropolitana do Rio de Janeiro ,0 89,4 2,6 1,9 4,6 São Paulo ,5 85,6 6,9 2,0 4,0 Região Metropolitana de São Paulo ,2 87,3 6,1 1,7 3,7 Fonte: Pesquisa nacional por amostra de domicílios 2001: microdados. Rio de Janeiro: IBGE, CD-ROM. (1) Exclusive a população rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. (2) Exclusive a população rural. 3. Aspectos da Rede Assistencial de Saúde A partir da Constituição de 1998, da Lei 8080 e de todo seu arcabouço legal o Sistema Único de Saúde SUS prevê uma atenção integrada a saúde, por meio de uma rede hierarquizada com responsabilidade das três esferas de gestão: federal, estadual e municipal. A construção dessa rede tem sido objeto de um processo de constante aperfeiçoamento que requer avaliações e readequações, com utilização pelos gestores públicos de serviços privados e ou filantrópicos para atendimento a demanda de serviços, quando não os dispõe em sua rede. O principal eixo que deve orientar esta organização deve ser o perfil de morbimortalidade, indicando o tipo, a quantidade e a distribuição de serviços que devem ser colocados à disposição da população, no sentido de promover e ou recuperar a sua saúde. Para tanto é necessário que estes serviços sejam em número suficiente e com capacidade de resolver os problemas. Ao elaborar o Plano Estadual de Saúde do Trabalhador a partir da premissa de que as unidades básicas e especializadas, assim como as equipes de saúde da família e agentes comunitários são a porta de entrada dos trabalhadores no sistema é preciso que se faça um diagnóstico dessa rede no sentido de orientar as ações a serem desenvolvidas. Os dados utilizados para este diagnóstico foram os da Pesquisa de Assistência Sanitária, realizada pelo IBGE no ano de 2002 e que abrange a rede pública e privada. Em relação à Estratégia da Saúde da Família e Agentes Comunitários de Saúde foi utilizada a informação fornecida por sua Coordenação Estadual. 12

13 O Espírito Santo em 2002 contava com estabelecimentos de saúde, sendo que destes 125 com internação e 1054 sem internação. Na Tabela 9 observa-se que o setor público possui uma rede de estabelecimentos sem internação que representa 81,59% em relação ao setor privado; já no que se refere aos estabelecimentos com internação o setor privado com e sem fins lucrativos chegam a ter 80% do total. Outro dado preocupante diz respeito aos Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico SADT que se encontra em maior parte, 93,96%, nos estabelecimentos privados, o que acaba gerando uma sangria nos recursos da saúde para o pagamento de tais procedimentos. Tabela 9 - Estabelecimentos por Esfera Administrativa, segundo Atendimento, Espirito Santo, Atendimento Público Público Público Privado c/ Privado s/ Total Federal Estadual Municipal Fins Lucrativo Fins Lucrativo Total Com Internação Sem Internação SADT Fonte :IBGE Pesquisa de Assistência Médica Sanitária (AMS) Ao avaliar por região a distribuição destes estabelecimentos o resultado é de que 60% destes encontram-se na Macrorregião Metropolitana, 36,9% na Microrregião Metropolitana, 6,77% na Macrorregião Norte, 13,74% na Macrorregião Noroeste e 18,83% na Macrorregião Sul, fazendo com que ocorra uma maior concentração da demanda na região metropolitana. Na Tabela 10, apresenta-se a distribuição dos equipamentos em uso por esfera administrativa, e apesar de no total o setor público possuir 51,43% de equipamentos quando analisado por item observa-se que em equipamentos para diagnóstico o setor privado possui uma quantidade bem superior ao do setor público, chamando a atenção para os equipamentos de terapia por radiação em que o setor público não possui nenhum equipamento, ficando 84,6%no setor privado com fins lucrativos. Quanto a sua regionalização segue a tendência dos estabelecimentos, só que com maior concentração na Macrorregião Metropolitana, 68,27%, Macrorregião Norte, 4,56% na Macrorregião Noroeste e 12,28% na Macrorregião Sul 14,87%. 13

14 Tabela 10 Equipamentos em Uso por Esfera Administrativa segundo Grupo de Equipamentos, Espírito Santo, Grupo Público Público Público Privado c/ Privado s/ Total Equipamentos Federal Estadual Municipal Fins Lucrativo Fins Lucrativo Total Equipamento Diagnostico Imagem Equipamento Infra Estrutura Equipamentos Métodos Óticos Equipamentos Métodos Gráficos Equipamentos Terapia Radiação Equipamentos Manutenção vida Equipamentos Uso Geral Outros Fonte :IBGE Pesquisa de Assistência Médica Sanitária (AMS) O Estado do Espírito Santo, a partir do ano de 1997 adotou como estratégia para mudança do modelo assistencial a implantação do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Saúde da Família (ESF), adotando como incentivo a transferência de recursos próprios, com critérios estabelecidos e acordados na Comissão Intergestores Bipartite. Atualmente 78 municípios trabalham com equipes de ACS, com cobertura da população do Estado em torno de 77%, e 66 municípios com ESF com cobertura aproximada de 35%. É importante salientar que as experiências publicadas vêem apontando a necessidade de cobrir no mínimo 80% da população com a ESF para que se tenha impacto na melhoria da atenção a saúde da população. Ao analisar os dados por Macrorregião, Gráfico 2, observa-se a baixa cobertura de ACS e ESF na Macrorregião Metropolitana, e de ESF na Noroeste, havendo necessidade de se observar os municípios com maior cobertura para priorização da qualificação das equipes para atenção á saúde do trabalhador. 14

15 Gráfico 2 - Cobertura populacional do Programa Agentes Comunitários de Saúde e Estratégia saúde da Familia, ES, 09/ PACS % ESF % Fonte: SESA/Coordenação Estadual do ESF Metropolitana Noroeste Norte Sul Nos últimos anos muito tem sido discutido sobre a importância da força de trabalho em saúde como principal foco a ser contemplado por políticas públicas de qualificação e processos de educação permanente que possam produzir novas práticas de trabalho. [...] dentro do novo paradigma proposto, algumas características tornam-se fundamentais na construção do profissional de saúde do SUS: que tenha capacidade de análise crítica em relação às suas práticas profissionais; que seja um sujeito ativo na organização e gestão dos processos de trabalho em saúde, entendendo-se como pertencente a uma classe social; que paute sua atuação no compromisso de construção de uma prática solidária, ética centrada no vínculo, que implica em uma ligação mais estável e duradoura entre profissionais, usuários, ações em serviço, retirando a impessoalidade dos espaços públicos (Campos, 1997). Ao observar a Tabela 11, com a distribuição regional dos trabalhadores do setor saúde, público e privado, vê-se a diferença na qualificação dos trabalhadores que compõe a rede na Macrorregião Norte quando comparados a Macrorregião Sul onde o maior contingente tem escolaridade técnica e superior. Outro aspecto que nos chama a atenção é a grande participação de pessoal administrativo, principalmente na Macrorregião Noroeste, onde há um número de trabalhadores administrativos superior ao pessoal específico de saúde, técnico e de qualificação elementar. 15

16 Tabela 11 Recursos Humanos dos Estabelecimentos Grupo de Ocupação Macro Norte Macro Macro Macro Total Metropolitana Noroeste Sul Pessoal de saúde nível superior Pessoal de saúde nível técnico Pessoal de saúde qualificação elementar Pessoal administrativo Total Fonte :IBGE Pesquisa de Assistência Médica Sanitária (AMS) 4. Perfil Epidemiológico Por epidemiologia compreende-se a ciência que estuda a distribuição e os determinantes dos problemas de saúde na coletividade (Facchini apud Last, 1983). Assim, as questões colocadas aos trabalhadores da saúde dizem respeito a sua atribuição de encontrar conexões entre os diferentes aspectos da vida e os problemas de saúde que a população apresenta. Alguns aspectos técno metodológicos, entretanto, devem ser considerados na epidemiologia aplicada à saúde do trabalhador: 1. A heterogeneidade da população, com sua diferente constituição, em função da classe social que ocupa e sua organização social; 2. As variáveis que a analisam não podem ser somente quantitativas, sob pena de perder variáveis importantes que explicam os contrastes que essa população vivencia. A metodologia epidemiológica na saúde do trabalhador tem estado atrelada à evolução social e política de cada sociedade, variando enormemente em função dos diferentes estágios do grupo social em que se insere. A rotina do trabalho nos Centros e Programas de Saúde do Trabalhador tem se direcionado na coleta e análise de dados existindo fontes alimentadoras importantes, que necessitam serem trabalhadas para a construção de propostas intersetoriais, que possam de maneira organizada servir na adoção de medidas pertinentes para encaminhar a definição de prioridades. Na área de Vigilância em Saúde do Trabalhador há uma dispersão de bancos de dados que se encontram em áreas diferentes (Ministério da Previdência Social MPS - Comunicação de Acidentes de Trabalho CAT; do Ministério da Saúde - Sistema de Informação Mortalidade SIM, Sistema de Informação de Internações SIH e no Centro de Referência o Sistema de Informação Ambulatorial -SIAMAB), que necessitam ser agregados na perspectiva de construção desse perfil. Para este trabalho os dados das CAT s foram retirados da Revista Proteção/2003 devido ao não encaminhamento por parte do MPS/INSS das vias ao CRST conforme determina a Lei 8213, que informa que uma das vias da CAT deve ser encaminhada ao SUS. 16

17 É preciso ressaltar que o banco de dados do SIH/ES não foi utilizado pelo fato de que os campos referentes aos acidentes de trabalho não estarem sendo preenchidos nas unidades hospitalares. Outro sistema de informação possível de vir a ser utilizado é o SINAN Sistema de Informação de Agravos de Notificação que em sua versão 4.2, que no momento está sendo testada pelo Ministério da Saúde, possibilitará a inclusão das Doenças Ocupacionais e dos Acidentes de Trabalho SIAMAB O Sistema de Informação Ambulatorial do CRST foi construído a partir da necessidade de conhecer o perfil dos trabalhadores atendidos pelo setor ambulatorial, sendo construído no Epi Info, permitindo assim realizar cruzamentos e análise dos dados, desde o ano de A procedência dos trabalhadores do CRST é predominantemente dos municípios da Microrregião Metropolitana, Gráfico 03, que agrega ao fato da proximidade geográfica o de ter a maior concentração de industrias do estado, assim como de empresas do ramo de serviços, com 73,52% do pessoal ocupado, com os municípios da Serra e Vitória se alternando neste período como maior procedência. Gráfico 3 - Procedência dos Pacientes Atendidos pelo CRST, ES, 1999 a Serra Vitoria Vila Velha Cariacica Viana Fonte:SESA/CRST/SIAMAB Em relação ao sexo dos trabalhadores que freqüentam o CRST há uma predominância das mulheres, Gráfico 4, aumentando em muito a partir do ano de 2000, quando 61,28% da clientela foi do sexo feminino. É interessante resgatar a informação de que do total da população economicamente ativa as mulheres representam 42,39%, mas esta maior freqüência pode ser explicada pelo fato de que historicamente as mulheres procuram os serviços de saúde mais do que os homens. Outro aspecto a ser considerado se refere ao ramo de atividades a que as mulheres estão inseridas. 17

18 Gráfico 4 - Distribuição por sexo dos trabalhadores atendidos no CRST, ES, 1999 a Feminino Masulino Fonte:SESA/CRST/SIAMAB O Gráfico 05 apresenta a distribuição dos pacientes por faixa etária, destacandose uma elevada proporção de trabalhadores entre 41 e 45 anos de idade, portanto que se encontra em plena fase de produção. Este fato acarreta diminuição da capacidade laboral ou incapacidade temporária, gerando afastamento do trabalho, aposentadorias precoces e demissões, resultando assim, em um alto custo social e econômico para o país, além de repercussões psicossociais para a saúde do trabalhador. Gráfico 5 - Distribuição por Faixa Etária dos Trabalhadores Atendidos no CRST, ES, 1999 a > < Fonte:SESA/CRST/SIAMAB 18

19 Nos dados do SIAMAB constata-se uma variedade de ramos de atividades dos trabalhadores atendidos, porém foram ressaltados os de maior representatividade, sendo os demais agrupados na categoria outros, no Gráfico 06. Os dados demonstram que os ramos com maior freqüência foram prestação de serviços e serviço público, apresentando uma diferença percentual pouco considerável entre os mesmos. Gráfico 6 - Principais Atividades dos Trabalhadores Atendidos no CRST, ES, 1999 a Serv.público Prest.Serviço Construção Civil Est.Hospitalar Ind.Comercio Comercio Estab.Bancario Estab.Educacional Empr.Comunicação Fonte:SESA/CRST/SIAMAB Os dados, Tabela 12, mostram que como os ramos de atividade, as funções também apresentam diversidade. Apesar desse fato verifica-se uma predominância de pacientes nas funções relacionadas ao setor de Serviços. Essas informações indicam que este Setor demanda prioritários investimentos de ações do CRST. Tabela 12 Distribuição dos Trabalhadores atendidos pelo CRST, por Função, ES, 2000 FUNÇÃO FREQÜÊNCIA ABSOLUTA PERCENTUAL Aux. de Serviços Gerais/ Serv. Limpeza ,5 % Aux. de Produção/ Operador Geral 62 9,0 % Agente Administrativo/Assist. Administrativo 44 6,4 % Caixa/Bancários 57 8,3 % Escrivão/Digitador 21 3,1 % Mecânico 32 4,6 % Professor 46 6,7 % Vendedor/Balconista 26 3,8 % Pedreiro/Ajudante 28 4,1 % 19

20 Outros não Classificados 39 5,7 % Em branco 14 2,0 % Outros ,8 % Total ,0 % Fonte:SESA/CRST/SIAMAB De forma mais abrangente foram agrupados como transtornos osteo-musculares, representando significativamente o quadro de LER/DORT, os diagnósticos: excesso exercício de movimentos vigorosos repetitivos e sinovite e tenossinovite. O segundo maior percentual, refere-se a transtornos otorrinolaringológicos - PAIR, que abrangem diagnósticos como: disacusia, perda auditiva e doenças das cordas vocais. Verifica-se através de estudos comparativos desenvolvidos pelo CRST que as LER/DORT vem se constituindo no decorrer do funcionamento, desde sua implantação, na sua principal demanda, estando em consonância com os resultados de estudos já realizados sobre o tema, Gráfico 07. Gráfico 7 - Principais Diagnósticos dos Trabalhadores Atendidos no CRST, ES, 1999 a Agranulocitose Dor Muscular Dermatites PAIR LER/DORT Fonte:SESA/CRST/SIAMAB 4.2. Sistema de Informação de Mortalidade SIM O Sistema de Informação de Mortalidade pode vir a ser um dos mais importantes instrumentos para subsidiar o conhecimento sobre as causas de morte relacionadas ao processo de trabalho, visto que possibilita o registro referente a todos os trabalhadores formais e informais. Esta informação é obtida pelo preenchimento na Declaração de Óbito DO no campo ocupação habitual e no caso de óbitos por causas externas, existe um campo específico para assinalar se foi acidente de trabalho ou não. 20

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