PROGRAMA NACIONAL. Saúde Escolar 2014

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1 PROGRAMA NACIONAL Saúde Esclar 2014

2 Ficha Técnica Prtugal. Ministéri da Saúde. Direçã-Geral da Saúde. Prgrama Nacinal de Saúde Esclar. Lisba: DGS, p. ISBN: Saúde Esclar / Esclas/ Saúde/ Segurança/ Sustentabilidade/ Educaçã Especial / Inclusã/ Prmçã da Saúde/ Estils de Vida/ Saúde Mental/ Saúde Oral/ Alimentaçã Saudável/ Atividade Física/ Prevençã de Acidentes/ Ambiente e Saúde/ Saúde Sexual/ Cnsums / Cmpetências Sci-emcinais/ Metdlgia / Trabalh pr Prjet/ Invaçã/ Qualidade/ Frmaçã/ Avaliaçã. Editr Direçã-Geral da Saúde Alameda D. Afns Henriques, Lisba Tel.: Fax: i Autres Prgrama Nacinal de Saúde Esclar Direçã-Geral da Saúde Gregória Paixã vn Amann (crdenaçã) Fernanda Paula Leal Carla Mats Respnsáveis Reginais de Saúde Esclar Graça Cruz Alves - ARS Nrte Fernanda Pint - ARS Centr Lina Guarda - ARS LVT August Santana de Brit - ARS Alentej Carls André - ARS Algarve Direçã-Geral da Educaçã Rui Lima Fernanda Crca Elisabete Abrantes Grup de Perits Ângel de Susa - ARS LVT DSP DICAD Bárbara Menezes - DGS PNSIJ Carla Frazã - ARS LVT DSP DICAD Helena Mreira ARS Nrte Jã Diegues - ACES Arrábida Lúcia Marques - ARS Centr Luís Hermenegild- ACES Arc Ribeirinh Maria Fernanda Lpes - ACES Sintra Maria Jã Brit CHLC: H. Dª Estefânia Mári Durval - ACES Arc Ribeirinh Mári Jrge - ULS Litral Alentejan Nun Lpes Aces 3 Lx Ocidental e Oeiras Otília Mestre - ARS Algarve Rita Leã - ARS Alentej Rita Silva ARS Centr Sfia Duarte - ARS Algarve Sónia Vels - ARS Centr Zita Guerra - ACES Oeste Sul Clabraçã Helena Penelas Mnteir Lisba, abril de 2014

3 Prgrama Nacinal de Saúde Esclar 2014 Visã Tdas as crianças e tds s jvens devem frequentar uma escla que prmva a saúde e bem-estar. Finalidades ii Cntribuir para mais saúde, mais educaçã, mais equidade e mair participaçã e respnsabilizaçã da cmunidade educativa, em particular das crianças e ds jvens n seu desenvlviment saudável e sustentável e n da sua cmunidade. Objetivs Melhrar nível de literacia em saúde e prmver a adçã de estils de vida saudáveis. Cntribuir para a inclusã de crianças e jvens cm necessidades de saúde especiais. Cntribuir para um ambiente esclar segur e saudável. Eixs Estratégics Abrdagem hlística da saúde na escla, que fmente a capacitaçã da cmunidade educativa, a saúde, a segurança, a sustentabilidade ambiental e a inclusã de crianças e jvens. Parcerias que valrizem a saúde nas suas plíticas, cntribuind para a reduçã das desigualdades. Áreas de intervençã Cmpetências sciais e emcinais para a tmada de decisões respnsáveis em saúde, nmeadamente em saúde mental, alimentaçã saudável e atividade física, mbilidade segura e sustentável, sexualidade, prevençã d cnsum de tabac, álcl e utras substâncias psicativas, bem cm reduçã ds cmprtaments aditivs sem substância.

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5 Índice Siglas e Acrónims Nta Prévia I. Intrduçã 1 II. III. Visã, Finalidades e Objetivs 7 Eixs Estratégics 9 1. Capacitaçã da cmunidade educativa 1.1. Saúde e bem-estar Cmpetências sciais e emcinais Cmprtaments Inclusã de crianças e jvens cm Necessidades de Saúde Especiais Prmçã e prteçã da saúde na escla 1.2. Segurança para tds Riscs esclares e peri-esclares Educaçã para a segurança e mbilidade segura Primeirs scrrs / Suprte básic de vida 1.3. Sustentabilidade ambiental e saúde Riscs ambientais e saúde Educaçã para ambiente e saúde 1.4. Sucess Literacia e literacia em saúde Equidade e equidade em saúde iv 2. Qualidade e invaçã 2.1. Metdlgia de trabalh 2.2. Invaçã 2.3. Investigaçã e bas práticas 2.4. Orientações e Recmendações Parcerias Frmaçã 59 IV. Organizaçã e estrutura executiva 61 V. Avaliaçã d Prgrama 65 VI. Glssári de terms 69 Referências A nexs

6 Siglas e acrónims ACES Agrupament de Centrs de Saúde ACSS Administraçã Central d Sistema de Saúde ARS Administraçã Reginal de Saúde CIF Classificaçã Internacinal da Funcinalidade, Incapacidade e Saúde DALY Disability Adjusted Life Years DGE Direçã-Geral da Educaçã DGEEC Direçã-Geral de Estatísticas de Educaçã e Ciência DGS Direçã-Geral da Saúde DICAD Divisã de Intervençã ns Cmprtaments Aditivs e Dependências DSP - Departament de Saúde Pública EPS - Escla Prmtra da Saúde ESPAD Eurpean Schl Survey n Alchl and ther Drugs INE Institut Nacinal de Estatística INSA Institut Nacinal de Saúde Dutr Ricard Jrge MEC Ministéri da Educaçã e Ciência MGF Medicina Geral e Familiar NACJR Núcle de Api a Crianças e Jvens em Risc NEE Necessidades Educativas Especiais NSE Necessidades de Saúde Especiais OMS Organizaçã Mundial da Saúde PEI Prgrama Educativ Individual PES Prmçã e educaçã para a saúde PNS - Plan Nacinal de Saúde PNSE - Prgrama Nacinal de Saúde Esclar PSI Plan de Saúde Individual PNSIJ Prgrama Nacinal de Saúde Infantil e Juvenil SE - Saúde Esclar SEL - Scial and Emtinal Learning /Aprendizagem de Cmpetências Sciais e Emcinais SICAD Serviç de Intervençã ns Cmprtaments Aditivs e nas Dependências SNS Serviç Nacinal de Saúde SPMS - Serviçs Partilhads d Ministéri da Saúde UCC Unidade de Cuidads na Cmunidade UCSP Unidade de Cuidads de Saúde Persnalizads ULS Unidade Lcal de Saúde URAP Unidade de Recurss Assistenciais Partilhads USF Unidade de Saúde Familiar USP Unidade de Saúde Pública WHO Wrld Health Organizatin v

7 Nta Prévia Em Prtugal, a Saúde Esclar tem sid, a lng ds seus 113 ans de existência 1, um referencial para a saúde das crianças e ds jvens, adaptand-se as desafis da Saúde e à evluçã d Sistema de Saúde prtuguês. Inicialmente, fc da intervençã na prevençã e n cntrl das denças transmissíveis vi fi uma mais-valia para a melhria ds indicadres de saúde da ppulaçã infantil. Psterirmente, sb s auspícis da Carta de Ottawa (1986), a apsta na prmçã da saúde em mei esclar cntribuiu para a criaçã de cndições que permitiram as aluns desenvlver as suas ptencialidades. Atualmente, a Saúde Esclar é imprescindível na melhria ds determinantes da saúde que cmprmetem s ans de vida perdids e, futuramente, n aument d númer de ans de vida saudável ds cidadãs. Hje, cm ntem, a saúde esclar necessita de reflexã e de invaçã. As crianças cm um bm iníci de vida aprendem melhr, têm vidas mais prdutivas e cntribuem ativamente para a sciedade. As desigualdades e s determinantes sciais, incluind géner, sã fatres de risc em terms de educaçã e acess a serviçs de saúde. Numa Escla para Tds, pdem ser minrads e revertids em benefíci d bemestar, da participaçã esclar e scial e de esclhas mais saudáveis das crianças e ds jvens. O Plan Nacinal de Saúde (PNS), enquant radmap das intervenções da Saúde, é pilar estratégic em que assenta a intervençã da Saúde na Escla. O nv Prgrama Nacinal de Saúde Esclar 2014 (PNSE 2014) tem, pr iss, em cnta a evluçã demgráfica da ppulaçã, s nvs mdels de sciedade e de família, a crise ecnómica e scial e as desigualdades reginais, cuj impact se repercutirá, a médi e lng praz, na saúde das crianças e ds jvens. 1 Diári d Gvern n.º 294/1901, 28 de dezembr. Capitul XI. Dispsições gerais. Art. 108.º Junt da Direcçã Geral da Instruçã Publica, funcinam, cm fim de auxiliar serviç de instruçã primária: 1.º a inspecçã sanitária esclar; 2.º a direcçã técnica das cnstruções esclares ( ) 2.º A inspecçã sanitária esclar é exercida pr dis médics, nmeads pel Gvern e pels delegads e subdelegads de saúde.

8 Estrategicamente, a melhria d nível de literacia em saúde e frtaleciment da participaçã da cmunidade educativa na prmçã da saúde sã s pilares d bem-estar, d desenvlviment, da prteçã da saúde e da prevençã da dença em cntext esclar. Na Escla, intervenções efetivas passam pela implementaçã de prjets hlístics de prmçã d bem-estar glbal assentes n desenvlviment de cmpetências individuais, sciais e emcinais que facilitam as relações interpessais e capacitam a cmunidade vii educativa para a gestã da saúde. N âmbit d PNSE 2014, a prmçã da equidade e da inclusã de crianças e jvens cm necessidades de saúde especiais sã dimensões estratégicas da mair imprtância para minimizar s determinantes sciais da saúde. A Saúde nã é um cnceit islad. A melhria da esperança de vida e d bem-estar exige uma intervençã de diverss sectres sciais e ecnómics, a lng d cicl de vida. Pr iss, e cada vez mais, a parceria natural entre a Saúde e a Educaçã é imprtante mas nã é suficiente pis trabalh em equipa, numa perspetiva multidisciplinar e intersectrial, é crucial. O lng períd em que decrre a vida académica da mair parte da ppulaçã esclar (desde pré-esclar até a final d ensin secundári) impõe invaçã, sustentabilidade, participaçã, capacitaçã e adequaçã das respstas. A Saúde Esclar d futur, face a envelheciment da ppulaçã 2, deverá apiar a Escla na prmçã de um envelheciment ativ e saudável, dand natural imprtância à intergeracinalidade. 2 Elements Estatístics , Prtugal - Direçã-Geral da Saúde - Direçã de Serviçs de Infrmaçã e Análise. Dispnível em:

9 I Intrduçã Um ds bjetivs da OMS para a regiã eurpeia, na próxima década, é a melhria d estad de saúde das ppulações, especialmente das mais vulneráveis, para as quais a reduçã das desigualdades é fundamental 3. A respsta a este desafi requer estratégias de capacitaçã ds cidadãs, desenvlvidas a 1 lng de td cicl de vida, que pririzem s determinantes das denças crónicas e a criaçã de cmunidades resilientes e ambientes prmtres da saúde. As ações cnducentes à implementaçã destas estratégias necessitam da sinergia entre váris sectres, estruturas de api e mecanisms de clabraçã, para além da Saúde. Daí a imprtância da Saúde em tdas as Plíticas. A Escla 4 é, pr excelência, um lcal privilegiad para a melhria da literacia, que é muit mais d que aprender a ler, escrever e cntar. A Escla é igualmente um lcal prpíci à prmçã da saúde e a exercíci da cidadania plena, assente ns valres da equidade e da universalidade. A Saúde Esclar pde e deve ser parceira da Escla na capacitaçã da cmunidade educativa 5 e na criaçã de esclas resilientes que sã necessariamente mais seguras, mais sustentáveis e mais saudáveis. A Saúde Esclar, pel ptencial que tem para respnder as desafis que se clcam à saúde da cmunidade educativa, é cada vez mais uma alavanca para a melhria d nível de literacia em saúde ds jvens, facilitand a tmada de decisões respnsáveis e prmvend ganhs em saúde. Em Prtugal, cerca de aluns frequentam estabeleciments de educaçã e ensin 6. A Escla detém uma psiçã única que permite melhrar a saúde e a educaçã de milhares de crianças e jvens. 3 Health 2020 A Eurpean plicy Framewrk and strategy fr the 21st century. Wrld Health Organizatin, Escla: para efeits d presente dcument, deve ser entendida cm incluind jardins-de-infância e estabeleciments de tds s níveis de ensin. 5 Cmunidade educativa: inclui s aluns, prfessres e educadres, pais e encarregads de educaçã, e pessal nã dcente, cf, Decret-Lei n.º 75/2008 de 22 de abril, publicada n Diári da República, 1.ª série, n.º 79, 22 de abril de Educaçã em Númers - Prtugal Direçã-Geral de Estatísticas da Educaçã e Ciência (DGEEC) An letiv 2011/2012.

10 O PNS, na sua natureza estratégica de maximizar s ganhs em saúde através d esfrç sustentad de tds s sectres da sciedade, recnhece a imprtância da prmçã da cidadania, da equidade, d acess e da qualidade em tdas as plíticas. O PNSE 2014, alinhad cm PNS, prmve n cicl de vida esclar intervenções cmprvadamente efetivas que cntribuam para ganhs em saúde e, a trabalhar cm tda a ppulaçã esclar, para a reduçã das desigualdades. 2 Determinantes da saúde das crianças e ds jvens Os fatres que influenciam a saúde das crianças e ds jvens, chamads determinantes da saúde, pdem ser agrupads em quatr categrias: genétics e bilógics, serviçs de saúde, cmprtaments individuais relacinads cm a saúde e caraterísticas sciais. As suas interrelações cndicinam estad de saúde individual e cletiv. Prtugal tem atualmente um bm nível de saneament básic e uma excelente cbertura vacinal da ppulaçã infantil e juvenil que, em muit, cncrreram para a reduçã das denças transmissíveis mais frequentes. N que se refere às principais causas de mrte em Prtugal, d ttal de óbits crrids em 2012, 30,4% fram prvcadas pr denças d aparelh circulatóri e 23,9% pr tumres maligns. Os principais determinantes das denças crónicas nã transmissíveis, que cnduzem às taxas de mrtalidade que tems, sã cnsum de tabac e de álcl, sedentarism e a má alimentaçã 7. Os distúrbis psiquiátrics e s prblemas de saúde mental sã a principal causa de incapacidade para a atividade prdutiva e uma das principais causas de mrbilidade e mrte prematura 8. A utilizaçã de uma unidade de medida padrnizada, DALY, permite-ns cmparar pes ds determinantes da saúde na mrtalidade prematura. Em 2010, as denças nã transmissíveis cncrreram para 85% da mrtalidade registada, s acidentes (intencinais e nã intencinais) para 9% e as denças transmissíveis para 6% 9, em Prtugal. 7 Fnte: INE, Citad em Prtugal. Infeçã VIH/SIDA e Tuberculse em númers, pág. 35. DGS, 2013, utubr. 8 Fnte: Prtugal Saúde Mental em Númers. DGS, 2013, setembr.

11 A lng da infância, pes das denças transmissíveis e nã transmissíveis e, bem assim, s acidentes (tdas as causas externas de lesã) é diferente ns grups etáris cm mens de 19 ans (Quadr 1). Quadr 1. Estimativas nacinais (DALY), pr grups de causas, assciadas às denças transmissíveis e nã transmissíveis, segund grup etári (2010) Pes da Dença (DALY) Até as 5 Ans 5-14 Ans Ans Nã Transmissíveis 46,7 % 81% 79% Transmissíveis 45,7% 10,2% 3% Acidentes 7,6% 8,8% 18% Fnte: The Glbal Health Data Exchange (GHDx)/Institute fr Health Metrics and Evaluatin (IHME), University f Washingtn. Cnsultada a 18 fevereir 2014 em 3 As denças transmissíveis têm mair impact ns primeirs 5 ans de vida (46% d ttal ds DALY), especialmente pr prblemas nenatais (30% d ttal ds DALY) e pr denças respiratórias e infecisas (13% d ttal de DALY). As denças nã transmissíveis têm um grande aument a partir ds 5 ans de idade cntribuind para 80% d ttal de DALY n pes ds determinantes da saúde, distribuíds pr diversas categrias. (Quadr 2) Quadr 2. Cmparaçã das estimativas nacinais (DALY), pr grups das principais causas assciadas às denças nã transmissíveis, segund grup etári (2010) Denças nã Transmissíveis (DALY) 5-14 ans ans Perturbações mentais e cmprtamentais 22% 26% Depressã 9% 9% Ansiedade 5% 6% Cnsum de drgas 0,1% 2,5% Cnsum de álcl 0,4% 2,5% Denças respiratórias crónicas 15% 7,5% Asma 14% 6,5% Denças musculesqueléticas 13,5% 20% Lmbalgia 9% 13% Cervicalgia 4% 5% Denças endócrinas e metabólicas 6% 3% Hemglbinpatias 4% 1,1% Diabetes 0,6% 1,1% Denças neurlógicas 4% 6,5% Enxaqueca 2% 4,6% Epilepsia 1% 0,8% Fnte: The Glbal Health Data Exchange (GHDx)/Institute fr Health Metrics and Evaluatin (IHME), University f Washingtn. Cnsultada a 18 fevereir 2014 em 9 Institute fr Health Metrics and Evaluatin. The Glbal Burden f Disease: Generating Evidence, Guiding Plicy Eurpean Unin and Eurpean Free Trade Assciatin Reginal Editin. Seattle, WA: IHME, 2013

12 Entre s 5 e s 14 ans, mair pes da dença na qualidade de vida deve-se às perturbações mentais e cmprtamentais (22% d ttal de DALY), especialmente pr depressã e ansiedade. Seguem-se as denças respiratórias crónicas (15%), mairitariamente pr asma, as denças musculesqueléticas (13,5% d ttal de DALY), as denças endócrinas e metabólicas (6% d ttal de DALY) e as denças neurlógicas (4 % d ttal de DALY). Cmparand pes das denças nã transmissíveis n grup etári ds 5-14 ans cm 4 de ans, verifica-se que aumenta pes das perturbações mentais e cmprtamentais (26% d ttal de DALY) e das denças musculesqueléticas (20% d ttal de DALY) e diminui pes das denças respiratórias (7,5% d ttal de DALY). Os acidentes tiveram um pes crescente e um impact relevante ns ans de vida saudáveis perdids das crianças e ds jvens entre s 5 e s 19 ans. Glbalmente, n grup etári alv da saúde esclar, pes ds acidentes na mrtalidade prematura e incapacidade é relevante, em especial ds acidentes de viaçã. Destaque ainda para pes das lesões autinfligidas n grup etári ans (Quadr 3). Quadr 3. Cmparaçã das estimativas nacinais (DALY), assciadas às causas externas de lesões (Acidentes intencinais e nã intencinais), segund grup etári (2010) Acidentes (DALY) 5-14 Ans Ans Acidentes de viaçã 4,5% 10% Acidentes dméstics e de lazer 3,5% 4% Quedas 1,5% 1,5% Afgaments 0,8% 1% Queimaduras 0,3% 0,2% Acidentes intencinais 0,8% 4% Lesões autinfligidas 0,4% 3% Vilência interpessal 0,4% 1% Fnte: The Glbal Health Data Exchange (GHDx)/Institute fr Health Metrics and Evaluatin (IHME), University f Washingtn. Cnsultada a 18 fevereir 2014 em Em Prtugal, em 2010, na infância e na adlescência, a carga de dença expressa em ans de vida ajustads pr incapacidade (DALY) teve um pes relevante das perturbações mentais e cmprtamentais, das denças musculesqueléticas e ds acidentes de viaçã. Os determinantes da saúde sã glbais e as desigualdades ecnómicas e sciais aumentam as desigualdades em saúde. Enquant huver desigualdades, que se perpetuam através de gerações, cntinuarems a ter ppulações vulneráveis, excluídas e marginalizadas.

13 O nv paradigma de intervençã As estratégias da prmçã da saúde definidas na Carta de Ottawa (1986) cnsideram três elements-chave, estils de vida, ambiente e participaçã, rganizadas em cinc áreas plítica públicas de saúde, ambiente sustentável, rerientaçã ds serviçs de saúde, cmpetências pessais e sciais, e participaçã cmunitária. Estas estratégias cntinuam a ser uma referência apesar da sua implementaçã ser muit 5 diversa, pese embra as múltiplas iniciativas da OMS para a cnslidaçã destes princípis. As Esclas Prmtras da Saúde é uma delas. Prtugal integra, desde 1994, a Rede Eurpeia de Esclas Prmtras da Saúde, numa parceria interinstitucinal entre a Saúde e a Educaçã. A Saúde é resultad da interaçã entre as pessas e seu ambiente, cntribuind as Esclas Prmtras de Saúde (EPS) para melhrar as cndições de saúde da cmunidade educativa, cmprtament individual, a qualidade das relações sciais, a satisfaçã n trabalh, ambiente esclar e a imagem da escla. A Saúde é vital para a Educaçã. A Educaçã é vital para a Saúde. Tdas as crianças têm direit à educaçã, as melhres cuidads de saúde pssíveis, a viver num ambiente saudável, a desenvlverem-se cm máxim de autnmia e à prteçã ds seus interesses em tdas as decisões que lhes digam respeit. A Escla desempenha um papel crucial na defesa ds direits das crianças e na melhria da educaçã, da saúde e d bem-estar de tdas elas, cntribuind para a reduçã das desigualdades em saúde. As intervenções educativas desempenham um papel central n frtaleciment da literacia em saúde 10. A literacia em saúde é um recurs para s indivídus e para as cmunidades. Cmunidades educativas mais saudáveis têm níveis de desempenh académic mais elevads e sã mais prdutivas a lng da vida. 10 Ilna Kickbusch, Jürgen M. Pelikan, Franklin Apfel & Agis D. Tsurs. Health literacy The slid facts. WHO Reginal Office fr Eurpe, 2013.

14 A Saúde Esclar, a investir na saúde da cmunidade educativa, pretende cntribuir para ganhs em saúde. Pr iss, numa perspetiva hlística de intervençã da Saúde na Escla, advga que nunca cm hje fi tã imprtante investir em literacia em saúde, capacitaçã, prmçã da saúde mental e emcinal, desenvlviment sustentável e ambientes esclares segurs e saudáveis, prmtres da saúde e d bem-estar de tds. Este é núcle central d nv paradigma de intervençã da Saúde Esclar. Esta mudança d paradigma briga à prmçã de prjets que melhrem as cmpetências ds aluns 6 nas relações interpessais e em saúde, na resluçã de prblemas cmprtamentais e na reduçã ds cmprtaments de risc. A capacitaçã da cmunidade educativa é um fatr de prteçã que, a par de utrs, refrçam a açã em prl d desenvlviment cmunitári. A evidência científica identifica Prgramas de Cmpetências Sciais e Emcinais (SEL) cm ds mais efetivs na aquisiçã e aplicaçã d cnheciment, atitudes e cmpetências necessárias para cmpreender e gerir emções, estabelecer e manter relações gratificantes e tmar decisões respnsáveis 11. Pr iss, na Escla, Prjet Educativ deve cnsagrar s princípis e s valres da prmçã e educaçã para a saúde. O Plan de Atividades (anual e plurianual) ds Agrupaments de Esclas deverá definir s bjetivs, a rganizaçã e as atividades cnducentes à execuçã d Prjet, numa plítica de cntinuidade desde pré-esclar a ensin secundári. As alterações rganizativas d Serviç Nacinal de Saúde (SNS) requerem cada vez mais cmunicaçã cnstrutiva entre prfissinais das diversas unidades e entre serviçs, favrecend a partilha de atividades e as relações de afetividade. Pr iss, é da mair imprtância que Prgrama Nacinal de Saúde Esclar integre Plan de Atividades ds Agrupaments de Centrs de Saúde (ACES) e das Unidades Lcais de Saúde (ULS), se desenvlva de frma cntinuada e envlva utrs sectres da cmunidade. Pr sua vez, uma ba cmunicaçã cm s media pde refrçar trabalh desenvlvid e favrecer a divulgaçã das bas práticas em saúde, send, pr iss, da mair imprtância aperfeiçá-la CASEL GUIDE: Effective Scial and Emtinal Learning Prgrams. Preschl and Elementary Schl Editin. Cllabrative fr Academic, Scial and Emtinal Learning (CASEL), Dispnível em: 2012%2080%20pg%20CASEL_Guide%20SOCIAL%20EMOTIONAL%20LEARNING%20.pdf

15 II Visã, Finalidades e Objetivs O Prgrama Nacinal de Saúde Esclar 2014, tend em vista a btençã de maires ganhs em saúde e melhr qualidade de vida ds cidadãs, em especial das crianças e ds jvens, visa prmver a cnslidaçã das atuais Esclas Prmtras da Saúde (EPS) e a sua evluçã para um cnceit mais abrangente que, para além da prmçã da Saúde, cntemple a Segurança, a Sustentabilidade e Sucess da cmunidade educativa. 7 Visã Tdas as crianças e tds s jvens devem ter a prtunidade de frequentar uma Escla que prmva a Saúde e bem-estar, apiada pr uma Equipa de Saúde Esclar. Finalidades A Saúde, enquant bem-públic, é uma respnsabilidade de tds s sectres, das famílias e ds própris cidadãs. O Prgrama Nacinal de Saúde Esclar 2014 tem cm finalidades: Cntribuir para mais saúde das crianças e ds jvens, mais educaçã e melhres aprendizagens, mais equidade e mair participaçã e respnsabilizaçã da cmunidade educativa cm desenvlviment saudável e sustentável. Objetivs A Saúde Esclar para a próxima década tem de assentar num mdel de intervençã clabrativ que requer sinergia de váris sectres, numa açã acelerada de prteçã das futuras gerações de jvens das cnsequências devastadras das denças nã transmissíveis, sem negligenciar as denças transmissíveis.

16 Objetivs Gerais: Melhrar nível de literacia em saúde, prmver a adçã de estils de vida saudáveis e a inclusã de crianças e jvens cm necessidades de saúde especiais e cntribuir para um ambiente esclar segur e saudável. Objetivs Específics: Melhrar a saúde e bem-estar da cmunidade educativa, plasmads em indicadres de saúde psitiva e ganhs em saúde (reduçã d excess de pes, ds acidentes e da vilência); Melhrar s cmprtaments relacinads cm s principais determinantes de saúde (práticas de alimentaçã saudável, atividade física, higiene ral); Reduzir s cmprtaments de risc relacinads cm s fatres de risc das denças transmissíveis e nã transmissíveis (cnsum de tabac, álcl e utras substâncias psicativas, relações sexuais desprtegidas, entre utrs); Prmver a vigilância da saúde das crianças e ds jvens e apiar a inclusã de aluns cm necessidades de saúde especiais; Prmver a vigilância da saúde ds prfessres e de utrs prfissinais da escla; Prmver a segurança esclar e peri-esclar, a sustentabilidade ambiental e a reduçã ds riscs para a saúde resultantes d ambiente esclar; Clabrar cm a autridade de saúde n cumpriment da legislaçã da evicçã esclar e n cntrl de situações de saúde suscetíveis de causarem u acentuarem prejuíz grave à saúde da cmunidade esclar; Apiar a Escla na prmçã de ambientes esclares capacitadres, na melhria da literacia em saúde e n empwerment da cmunidade educativa; Apiar a investigaçã em saúde esclar, a invaçã e a divulgaçã de bas práticas; Melhrar a frmaçã ds prfissinais de saúde e cntribuir para a frmaçã ds prfissinais de educaçã e demais elements da cmunidade educativa; Desenvlver Referenciais e Orientações Técnicas que estimulem a prmçã da literacia em saúde, a melhria de cmprtaments e a reduçã ds riscs para a saúde a lng d cicl de vida esclar, incluind necessidades especiais e cntexts específics. 8

17 III Eixs Estratégics As Esclas Prmtras da Saúde, balizadas pels princípis da equidade, sustentabilidade, inclusã e demcracia, têm cntribuíd para a saúde e bem-estar ds aluns e para a melhria ds resultads esclares 12. Os resultads psitivs pressupõem a articulaçã ds Sistemas de Saúde e de Educaçã e ações efetivas prmtras de cntexts esclares 9 favráveis à saúde. Na senda da excelência, a Saúde Esclar pde cntribuir para a cnstruçã de Esclas nde a capacitaçã da cmunidade educativa para a saúde e bem-estar, a segurança d espaç esclar e peri-esclar e a sustentabilidade ambiental sejam primad da sua intervençã, e as parcerias e a frmaçã s alicerces d edificad. Atualmente, as Tecnlgias de Infrmaçã e Cmunicaçã (TIC) sã uma mais-valia que PNSE 2014 pretende usar de frma criativa para ptenciar s resultads em saúde. O cnceit de Saúde Esclar a desenvlver a lng ds próxims ans pressupõe: integraçã das atividades de prmçã da saúde numa metdlgia de trabalh pr prjet; adequaçã das mensagens a cntext esclar e a nível de ensin; melhria cntínua da eficiência na intervençã das equipas de saúde esclar, em que prgress será recnhecid e premiad. O Prgrama Nacinal de Saúde Esclar 2014 estrutura-se em quatr eixs: Capacitaçã da cmunidade educativa; Qualidade e invaçã; Parcerias; Frmaçã. O sucess da Saúde Esclar refletir-se-á, assim, em ganhs em saúde e n sucess académic das crianças e ds jvens de hje e n sucess pessal e prfissinal ds adults de amanhã. 12 SHE Factsheet 2. Schl health prmtin: evidence fr effective actin. SHE. Schl fr Health in Eurpe, December Dispnível em:

18 1. Capacitaçã da cmunidade educativa Capacitar é muit mais d que ter infrmaçã de saúde e cmpreendê-la. É estar habilitad a usá-la e sentir-se cmpetente para tmar decisões. A capacitaçã da cmunidade caracteriza-se pel aument das cmpetências ds seus grups para definir, avaliar, analisar e agir sbre as necessidades em educaçã, saúde e utrs 13. O mdel de capacitaçã d PNSE 2014 integra s valres da prmçã da saúde, da 10 cidadania e da participaçã demcrática da cmunidade educativa, numa abrdagem sistémica e hlística da Saúde na Escla. A Saúde Esclar é um facilitadr d acess à ba infrmaçã de saúde, a cuidads de saúde e a ambientes prmtres de uma vida mais saudável. Capacitar a cmunidade educativa é integrar as intervenções de saúde n prjet educativ da Escla. Ter equipas de prfissinais de saúde e de educaçã cm frmaçã e mtivaçã é definir e planear ações a partir das necessidades sentidas e agir na melhria de cmpetências em saúde e em educaçã de td grup esclar. Em cntext esclar, a Saúde e a Educaçã refrçam mutuamente as ações necessárias para encrajar, apiar e capacitar s aluns a fazerem esclhas saudáveis para si e para a sua família. A prmçã de cmpetências assenta na melhria d nível de literacia em saúde e de cmprtaments que cnduzem a mais saúde física e mental. A evidência científica sbre prmçã da saúde na Escla tem revelad resultads muit psitivs nas intervenções dirigidas para a prmçã da saúde mental e emcinal. Nas intervenções dirigidas para a prevençã de cmprtaments de risc, cm seja iníci ds cnsums de tabac, álcl e utras substâncias psicativas, tem demnstrad menr efetividade. Pel impact que estas intervenções têm na saúde é crucial trabalhá-las a lng d cicl de vida esclar. Em Saúde Esclar, a capacitaçã da cmunidade educativa é pilar d desenvlviment d PNSE Envlve a prmçã da saúde e d bem-estar, da segurança e da sustentabilidade, numa perspetiva de avaliaçã, intervençã e educaçã sbre s riscs para a saúde, d empwerment assente na melhria da literacia em saúde e na reduçã das desigualdades. 13 Lureir, I. & Miranda N. (2010). Prmver a Saúde, ds Fundaments à Açã. Cimbra: Almedina. p. 173.

19 1.1. Saúde e bem-estar A Saúde, enquant recurs d dia a dia, é um cnceit psitiv, dinâmic e que vai para além de um cert estil de vida, pis visa acima de tud bem-estar. Nã existe Saúde sem Saúde Mental. Estar em bas cndições de saúde física e emcinal permite às crianças e jvens lidar cm s desafis d cresciment e facilita a sua transiçã para a vida adulta. Pr iss, a saúde mental é a base d mdel de intervençã que se 11 precniza para a capacitaçã inicial e cntínua. A ba saúde mental, alicerçada n mdel de desenvlviment de cmpetências sciais e emcinais a lng d percurs esclar, é pilar da capacitaçã, d empwerment e da respnsabilizaçã que cnduz à aquisiçã sustentada de cmprtaments saudáveis. Este lhar sistémic que é própri da saúde mental expressa um sentid psitiv de bemestar e de crença n própri valr e na dignidade e valr ds utrs. Pssibilita crescer e cmpreender a dinâmica da interdependência cm uma aprendizagem que se manterá a lng da vida. A investigaçã revela que existem prvas suficientes que justificam a intervençã em prmçã da saúde mental cm a Educaçã e a Saúde. A evidência científica sugere que 12 : Jvens saudáveis aprendem de frma mais eficaz; A prmçã da saúde pde ajudar a Escla a atingir s seus bjetivs sciais e a melhrar s níveis de esclaridade; Quant mair fr nível de esclaridade, mair é a prbabilidade ds jvens terem ba saúde; Os jvens que gstam da sua escla e criam ligaçã a adults de referência têm mens cmprtaments de risc e melhres resultads esclares. Em Saúde Esclar a prmçã da saúde e d bem-estar assenta n desenvlviment de cmpetências sciais e emcinais, n aument de cnheciments e na reduçã de cmprtaments de risc que cnduzem à inclusã e à melhria ds indicadres de saúde para tds.

20 Cmpetências sciais e emcinais Melhrar as cmpetências da cmunidade educativa implica trabalhar em simultâne s diverss fatres que a influenciam. A prmçã de cmpetências sciais e emcinais envlve um prcess, através d qual as crianças e s jvens adquirem cnheciments, atitudes e capacidades que aplicam eficazmente na tmada de decisã respnsável. O desenvlviment destas cmpetências, numa atitude psitiva cm a sua saúde e a ds utrs, é relevante a lng da vida. 12 Os Prgramas de Cmpetências Sciais e Emcinais/Scial and Emtinal Learning (SEL) baseiam as aprendizagens n cntext relacinal de api, que as trna desafiadras, envlventes e significativas, traduzidas a médi praz em indicadres sciais e de saúde psitivs. A criaçã de climas de aprendizagem amigáveis influencia as crianças e s jvens na vinculaçã à Escla, diminuind envlviment em cmprtaments de risc e aumentand sucess na escla e na vida 11. Os Prgramas SEL prmvem desenvlviment em: Autcnheciment - cmpetências para identificar as emções vividas, frças e limitações e a sua influência n cmprtament; Autgestã - cmpetências para a gestã das emções em diferentes situações, nmeadamente na gestã de stress, n cntrl de impulss, na autmtivaçã, na definiçã e gestã ds bjetivs pessais e académics; Cnsciência scial - cmpetências para cmpreender s valres étics, sciais e culturais, relacinar-se cm s utrs na sua diversidade e recnhecer papel de recurs e de suprte da família, da escla e da cmunidade; Relações interpessais - cmpetências para iniciar e manter relações saudáveis cm utras pessas e grups: cmunicar e escutar ativamente, cperar e trabalhar em equipa, resistir à pressã scial, negciar cnstrutivamente as situações de cnflit e reslver prblemas, prcurar e ferecer ajuda quand necessári; Tmada de decisã respnsável - cmpetências para avaliar realisticamente as cnsequências das diversas ações de acrd cm s padrões étics, a segurança, as nrmas sciais e bem-estar pessal e ds utrs. Nestes Prgramas, papel ds prfissinais é de assegurar as cndições que permitam às crianças e jvens a aquisiçã de cmpetências e empwerment, n sentid d bem-estar, da saúde, d sucess educativ e d desenvlviment.

21 Cmpete à Equipa de Saúde Esclar facilitar desenvlviment de prjets que prmvam autcnheciment, autgestã, cnsciência scial, relações interpessais e tmada de decisã respnsável. O resultad traduzir-se-á em mais satisfaçã cm a escla e cm a vida, em cmprtaments de saúde mais psitivs, melhr aprveitament esclar e melhr qualidade de vida, quand adults 14. A Saúde Esclar em articulaçã cm a Saúde Mental prmvem desenvlviment de 13 Prjets SEL, cnstituind a Orientaçã para Desenvlviment de Prjets de Cmpetências Sciemcinais uma ferramenta de api, a qual faz parte integrante d PNSE Cmprtaments Uma Escla que prmve a melhria de cmprtaments de saúde tem n seu Plan de Atividades anual um prjet estruturad de prmçã d bem-estar, que capacita a cmunidade educativa para desenvlviment de td seu ptencial 15. Os valres das Esclas Prmtras da Saúde (EPS) cntinuam a balizar a intervençã da Saúde Esclar, cujs princípis cntribuem para que a educaçã para a saúde n cntext esclar privilegie a aprpriaçã de nvas atitudes que melhrem s cmprtaments prósaúde. N âmbit d PNSE 2014, a melhria de cmprtaments em saúde visa intervir sbre s seus principais determinantes (práticas de alimentaçã saudável, atividade física, higiene ral e utrs) e reduzir s fatres de risc relacinads cm as denças transmissíveis e nã transmissíveis (cnsum de tabac, de álcl e de utras substâncias psicativas, relações sexuais desprtegidas e utrs). As intervenções sbre s riscs para a saúde assciadas as diferentes Prgramas Nacinais devem ser integradas nas atividades de Saúde Esclar e cntribuir para s seus bjetivs. 14 Currie C et al., eds. Scial determinants f health and well-being amng yung peple. Health Behaviur in Schl-aged Children (HBSC) study: internatinal reprt frm the 2009/2010 survey. Cpenhagen, WHO Reginal Office fr Eurpe, 2012 (Health Plicy fr Children and Adlescents, N. 6). 15 SHE. Factsheet 1. State f the art: Health prmting Schls in Eurpe, September 2013.

22 Tend pr base mdel de intervençã sbre cmprtaments de saúde e s princípis precnizads, definem-se cm áreas priritárias: Saúde mental e emcinal; Educaçã alimentar 16 /Padrã alimentar mediterrânic/ Atividade física; Saúde ral; Cuidads psturais e prevençã ds prblemas musculesquelétics; Mbilidade segura e prevençã de acidentes; Educaçã ambiente e saúde; Prmçã ds afets e da educaçã para a sexualidade 17 ; 14 Cmprtaments aditivs e dependências cm u sem substâncias psicativas 18 : Prevençã d cnsum de tabac 19, álcl 20 e utras substâncias psicativas 21 ; Prevençã de cmprtaments aditivs sem substância (jg, internet e utrs). Para além destas áreas, desenvlvidas tend pr base um diagnóstic de situaçã/ levantament de necessidades, dar-se-á a mair imprtância e api as prjets de prmçã das relações intergeracinais e utrs que tenham caráter invadr e cntribuam para a equidade em saúde, para a multiculturalidade e que realcem as questões de géner. Cnsidera-se que a educaçã para cnsum (influência ds media, da publicidade e utrs) deve ser trabalhada transversalmente em tds s determinantes de saúde. Os prjets de melhria de cmprtaments de saúde e de reduçã de riscs pdem partir de qualquer ds tópics de saúde de uma das áreas de intervençã priritárias, desde que crrespnda a uma necessidade sentida pela Escla u pr decisã reginal u lcal. Para alguns determinantes da saúde existem Referenciais teórics e linhas rientadras que pdem servir de base à definiçã da metdlgia de intervençã e de cnteúds prgramátics pr níveis de educaçã e ensin, prevend-se, ainda, a elabraçã de nvs Referenciais intersectriais para áreas temáticas. 16 Educaçã Alimentar em Mei Esclar - Referencial para uma ferta alimentar saudável (ME DGIDC, 2006); Bufetes Esclares Orientações (MEC DGE, 2012); Circular nº 3/DSEEAS/DGE/2013- Orientações sbre ementas e refeitóris esclares 2013/ Educaçã sexual em mei esclar 2000 d ME e MS; Lei 60/2009, de 06 de agst; Prtaria n.º 196-A/2010 de 09 de abril. 18 Plan Nacinal para a Reduçã ds Cmprtaments Aditivs e das Dependências d SICAD. 19 Lei nº 37/2007 de 14 de agst. 20 Decret-lei n.º 50/2013 de 16 de abril; Declaraçã de Retificaçã n.º 23/2013 de 8 de mai d Decret-Lei n.º 50/ Decret-lei nº 15/93 de 22 de janeir; Lei nº 30/2000 de 29 de nvembr; Decret-Lei n.º 130-A/2001 de 23 de abril; Decret Legislativ Reginal n.º 7/2001/A, de 27 de abril e Decret-Lei n.º 54/2013, de 17 de abril; Prtaria n.º 154/2013, de 17 de abril - Aprva a Lista de nvas substâncias psicativas.

23 Inclusã de crianças e jvens cm Necessidades de Saúde Especiais A inclusã é um prcess que visa respnder à diversidade de necessidades de tdas as crianças e jvens, através d increment da sua participaçã na aprendizagem, na educaçã, na cultura e na cmunidade. Neste sentid, a Escla deve identificar e respeitar as diferenças, prmver desenvlviment individual e eliminar assimetrias e desigualdades que pssam cnstituir bstácul à frequência esclar, a sucess da aprendizagem, à 15 participaçã, à inclusã e à inserçã scial. A inclusã implica, assim, a identificaçã e a remçã de barreiras a nível da aprendizagem, das atitudes, da cmunicaçã, d relacinament interpessal e scial, da autnmia, d espaç físic, d mei sciecnómic, entre utras. A inclusã visa a satisfaçã de necessidades especiais das crianças e jvens, a prmçã ds direits de cidadania e incentiv à participaçã, que pressupõe cnstantes ajustaments e reajustaments entre fatres pessais, sciais e ambientais. Apiar a inclusã de crianças e jvens cm necessidades de saúde e/u de educaçã, mais d que um desígni da Saúde Esclar, é um mviment em prl da aceitaçã da diferença, da prmçã de atitudes de respeit, d recnheciment d valr e d mérit pessal. A Educaçã e a Saúde devem cntribuir, em articulaçã, para prcess de inclusã. N que respeita à especificidade da intervençã da Saúde, essa articulaçã traduz-se n api à inclusã de crianças e jvens cm Necessidades de Saúde Especiais (NSE). Cnsidera-se NSE a que resulta de prblema de saúde cm impact na funcinalidade e necessidade de intervençã em mei esclar, cm sejam, irregularidade u necessidade de cndições especiais na frequência esclar e impact negativ n prcess de aprendizagem u n desenvlviment individual. O cresciment e desenvlviment individual sã avaliads regularmente em Saúde Infantil. Cntud, apesar da deteçã cada vez mais precce de crianças cm prblemas de saúde e da sua referenciaçã para s serviçs de saúde, há um cnjunt de infrmaçã que é necessári adequar a cada etapa da vida da criança e a mei esclar. Há também um larg espectr de situações que só sã detetadas na escla u que sã agravadas pel própri prcess de esclarizaçã que é necessári referenciar.

24 A referenciaçã das crianças cm perturbações d desenvlviment, deficiência u dença crónica pde ser feita pel Centr de Saúde u Hspital, através d médic de família/assistente u d enfermeir de saúde infantil/de família u de utr prfissinal de saúde, pels pais e encarregads de educaçã u pela Escla. N cntext da intervençã d PNSE 2014, cmpete à Equipa de Saúde Esclar: Clabrar ativamente n prcess de inclusã das crianças e jvens cm características particulares resultantes d seu cntext pessal, familiar e scicultural, ptencialmente geradras de estigmatizaçã; Garantir acmpanhament das crianças e jvens cm NSE: 16 Lcalizar e acmpanhar as crianças e jvens cm NSE referenciadas; Validar NSE e elabrar Plan de Saúde Individual (PSI); Encaminhar para s serviçs de saúde as crianças e jvens cm prblemas de saúde. Capacitar prfessres, pais e restante cmunidade educativa na aquisiçã de cmpetências adequadas a acmpanhament das crianças e jvens cm NSE: Prmver a frmaçã ds prfessres, pais e encarregads de educaçã e restante cmunidade esclar sbre as cmpetências adequadas a acmpanhament das crianças e ds jvens cm NSE; Habilitar a cmunidade esclar a respnder às necessidades das crianças e ds jvens cm necessidades de saúde; Definir um sistema de alerta/respsta para situações de crise/emergência. Prpr a inclusã das recmendações de saúde n Prgrama Educativ Individual (PEI) ds aluns cm NSE, participand na sua elabraçã u refrmulaçã; Clabrar cm a Escla na avaliaçã da elegibilidade de aluns cm NSE para a Educaçã Especial (incluind s pais/encarregads de educaçã): Caracterizar perfil de funcinalidade d alun cm NSE; Cmunicar s resultads da avaliaçã e dispnibilizar api necessári n âmbit da saúde.

25 A avaliaçã é muit mais d que uma caraterizaçã bimédica ds diagnóstics clínics da criança. Envlve: A reclha de tda a infrmaçã clínica e técnica dispnível u utra eventualmente necessária, aquand da sinalizaçã da criança; A identificaçã e apreciaçã de cmprtaments e cntexts; O cmprmiss ds pais/encarregads de educaçã e de uma equipa que intervêm n bem-estar da criança. 17 As crianças e jvens cm NSE têm brigatriamente de ter um Plan de Saúde Individual (PSI) que dê respsta a tdas as necessidades identificadas. Este PSI deve resultar de um cmprmiss entre tds s intervenientes, send a sua avaliaçã e revisã prgramadas cnjuntamente e assentar na Classificaçã Internacinal da Funcinalidade Incapacidade e Saúde (CIF). A CIF nã é nem uma ferramenta de medida, nem um instrument de pesquisa, é antes uma classificaçã capaz de prver um padrã para efeits estatístics sbre saúde e incapacidade e ajudar na difícil tarefa de harmnizar as abrdagens entre as diferentes fntes de dads. A avaliaçã d perfil de saúde baseia-se na CIF 22 da OMS e deverá ser dirigida para a identificaçã das perturbações a nível das estruturas e funções ns dmínis de saúde, em interaçã cm as atividades de participaçã. Sempre que prcess de inclusã de uma criança cm NSE seja cnsiderad cncluíd deve ser sujeit a um mment frmal de avaliaçã cm a prduçã d relatóri que demnstre s resultads. A Saúde Esclar, em articulaçã cm a Educaçã Especial, desenha uma Orientaçã sbre Plan de Saúde Individual que se cnstituirá cm uma ferramenta de api, que faz parte integrante d PNSE Organizaçã Mundial da Saúde. Classificaçã Internacinal da Funcinalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Deliberaçã n.º 10/2003, publicada n Diári da República n.º 5 de 7 de janeir de II.ª Série. Dispnível em

26 Prmçã e prteçã da saúde na escla A saúde é um recurs essencial para a vida d dia a dia, um bem públic e uma mais-valia para desenvlviment human. Pessas saudáveis cntribuem para a saúde e a qualidade da sciedade em que vivem e trabalham. Na primeira infância, s pais têm uma clara precupaçã cm a saúde das crianças. O cresciment, desenvlviment, s exames de saúde prgramads, as vacinas, a prevençã 18 das situações mais frequentes sã assumids cm rigr. À medida que a criança vai crescend, as famílias vã descurand a vigilância prgramada, cm exceçã das que apresentam prblemas de saúde u denças crónicas diagnsticadas. Segund estuds internacinais 14, entre s 10 e s 15 ans, aument da prevalência ds indicadres negativs de saúde entre as raparigas é de 10%, send menr entre s rapazes. A satisfaçã cm a vida diminui cm aument da idade. Esta tendência, que é significativa entre as raparigas, em quase tds s países, cntribui para aumentar s cmprtaments de risc. Uma Escla nde tds pdem desfrutar de saúde física e mental, nde bem-estar é valrizad e apiad a tds s níveis da sciedade, deve ser uma respnsabilidade partilhada pel órgã de gestã da escla e pels parceirs. A Saúde Esclar tem um papel cmplementar ds Serviçs de Saúde na melhria da saúde da cmunidade educativa, na disseminaçã de práticas preventivas e na referenciaçã de situações de saúde especiais 23. A lng ds ans, a Saúde Esclar tem tid uma intervençã de cmplementaridade na melhria das denças transmissíveis, assumind e cntribuind para a melhria da vacinaçã ds aluns e ds prfessres, cumpriment da evicçã esclar, entre utras. 23 WHO Actin Plan fr the Glbal Strategy fr the Preventin and Cntrl f Nncmmunicable Diseases. Wrld Health Organizatin, 2008.

27 N atual PNSE 2014, a Saúde Esclar, tend em cnta a saúde ds aluns, deve: Prmver cumpriment d PNV, cm particular atençã para a identificaçã e intervençã nas eventuais blsas de suscetíveis; Prmver a referenciaçã das crianças que nã realizam a vigilância prevista n Prgrama Nacinal de Saúde Infantil e Juvenil (PNSIJ); Sinalizar, para s Núcles de Api a Crianças e Jvens em Risc (NACJR) 24 d ACES, as crianças e jvens vítimas de maus trats e de vilência, tais cm: negligência, maus trats físics, psiclógics, abus sexual, bullying, práticas tradicinais lesivas, nmeadamente a mutilaçã genital feminina, e acmpanhar a sua evluçã n cntext esclar; Cntribuir para a prmçã das práticas de higiene pessal e cletiva que impeçam a transmissã de denças; Cperar na dinâmica ds Gabinetes de Infrmaçã e Api a Alun, cnfrme a legislaçã em vigr 25, e nutras áreas cnsideradas relevantes pela Escla. 19 A Escla tem riscs cupacinais acrescids para s diferentes grups prfissinais (prfessres, assistentes peracinais e técnics das mais diversas áreas). Ns estabeleciments de educaçã e ensin labram cerca de trabalhadres, pessal dcente e nã dcente. A lei 26 cnsagra direit à realizaçã de exames de saúde ( ), nmeadamente exames de admissã, exames periódics anuais para s trabalhadres cm idade superir a 50 ans, e de dis em dis ans para s restantes trabalhadres, bem cm exames casinais. N atual PNSE 2014, a Saúde Esclar, tend em cnta a saúde ds diverss grups prfissinais, deve: Infrmar sbre a imprtância da prmçã da saúde e da prevençã da dença; Prmver a adçã de cmprtaments saudáveis ds prfessres e educadres, enquant mdels da cmunidade educativa; Divulgar bas práticas sbre reduçã ds riscs assciads à dcência e a utras atividades esclares que pssam melhrar a rganizaçã e a qualidade de vida ds prfissinais de educaçã; 24 Rede de Núcles da ASCJR 25 Lei n.º 60/2009, de 6 de agst, regulamentada pela Prtaria n.º 196-A/2010, de 9 de abril. 26 Lei 59/2008 de 11 de setembr, publicada n Diári da República, 1.ª série N.º 176, de 11 de Setembr de 2008.

28 Prmver a vigilância da saúde ds prfessres e ds utrs prfissinais da escla. Uma abrdagem hlística da Saúde na Escla deve incluir, também, a precupaçã cm bem-estar ds prfissinais. Esta é uma recmendaçã que se inscreve nas mais recentes publicações sbre prmçã da saúde em mei esclar 12,27, Reprt f the 4th Eurpean Cnference n Health Prmting Schls: Equity, Educatin and Health. Odense, Denmark, 7-9 Octber Publicad em 2013, December. 28 GUIDELINES FOR A COORDINATED APPROACH TO SCHOOL HEALTH. Addressing the Physical, Scial and Emtinal Health Needs f the Schl Cmmunity. Cnnecticut State Department f Educatin. Bureau f Health/Nutritin, Family Services and Adult Educatin, Dispnível em:

29 1.2. Segurança para tds Fazer da Escla e d espaç peri-esclar um lugar segur é um ds desafis que se clca à cmunidade educativa. As lesões nã intencinais (vulg acidentes) na infância e na adlescência têm grande impact na saúde, representam um enrme pes na mrtalidade, mrbilidade e incapacidade, cntribuind para muits ans de vida saudáveis perdids. Segund estuds 21 eurpeus, pr cada criança que mrre devid a acidente de viaçã, 50 sã internadas cm traumatisms graves e 800 recrrem as serviçs de urgência 29. Pr cada criança que mrre pr acidente dméstic e de lazer, 160 sã internadas pr traumatisms e 2000 sã assistidas na urgência 30. Qualquer que seja a idade, s rapazes têm sistematicamente taxas de mrtalidade mais altas que as raparigas. As desigualdades sciais e ecnómicas, assim cm fact de residir numa zna carenciada, agravam risc de crrência de acidentes 31. Em Prtugal, entre s 5 e s 19 ans, acidente cm mair impact na mrbimrtalidade é de viaçã, seguid das quedas e ds afgaments. Ns jvens, cnsums cm álcl e utras substâncias psicativas põem em causa a sua segurança e a ds utrs. Durante a adlescência, crrer riscs pde ser vist cm um marcadr de um estil de vida que inclui váris cmprtaments de risc assciads, mas que têm cnsequências graves para a saúde. Na Escla, as crianças e s jvens cnfrntam-se diariamente cm riscs reais. O risc existe n recrei, na sala de aula, n ginási e camps de jgs, ns labratóris e ficinas, mas também n espaç peri-esclar e n percurs habitual entre a residência e estabeleciment de educaçã e ensin, u vice-versa. Na escla, as cndições d pis cntribuem para 40 a 50% ds acidentes esclares. Apesar de apenas 15% d temp esclar ser passad ns recreis, 25 a 35% ds acidentes é aí que crrem, designadamente em atividades de brincadeira, empurrões e/u agressões. 29 Hw t make Eurpe a safer place. Key areas fr cnsideratin in implementing the Cuncil. Recmmendatin n the preventin f injury and prmtin f safety. Wrking dcument f the Wrking Grup f Gvernmental Experts n Injury Preventin and Safety Prmtin. June, Eurpean Child Safety Alliance. Pririties fr Child Safety in the Eurpean Unin: Agenda fr Actin. Eurpean Cnsumer Safety Assciatin (ECOSA). June Laflamme L. Sethi D. Burrws S. Hasselberg M. Racippi F. Apfel, F. Addressing the sciecnmic safety divide: a plicy briefing. WHO Reginal Office fr Eurpe, 2009.

30 Os acidentes n recrei sã devids principalmente a deficientes cndições d pis (ciment, alcatrã u gravilha), d equipament exterir (bancs e pstes), e a utrs elements cnstruíds sem prteçã adequada (escadas, degraus, murs, taludes e vedações). Na sala de aula, a percentagem de acidentes varia entre 15 e 35% 32 e sã devids, essencialmente, a crtes e picadas que resultam, sbretud, da manipulaçã inaprpriada d material esclar (tesuras, X-ats, agulhas, canetas, fis de metal). 22 Os acidentes em labratóris e ficinas sã s que crrem em menr númer, mas sã s que têm mair gravidade. Geralmente estã assciads à existência de prduts tóxics ptencialmente explsivs e a incumpriment das nrmas de segurança, nmeadamente das medidas específicas de ventilaçã, aquand da realizaçã de certas experiências. Os acidentes n ginási e camps de jgs variam entre 15-20% das lesões e sã devids a práticas inaprpriadas nas aulas de educaçã física e a mau estad d equipament desprtiv. A prática da atividade física é um fenómen scial em cresciment que representa um imprtante cntribut para a saúde. N entant, ela é a principal causa de acidentes nas crianças e ns jvens. Apesar das lesões serem raramente fatais têm, muitas vezes, efeits na saúde a lng praz, pdend limitar s ganhs em saúde adquirids cm a prática de atividade física. Os desprts de equipa cm bla cntribuem para cerca de metade das lesões tratadas ns hspitais. Quand se tem em cnta as participações casinais, rugby é cnsiderada a atividade mais lesiva, seguida d futebl 33. N espaç peri-esclar as crianças e s jvens sã s utentes mais vulneráveis as acidentes. Em 2012, diariamente, 26 crianças e jvens fram vítimas de acidente de viaçã. O grup etári ds 0-24 ans representa 25% (n=9562) d ttal de vítimas de acidentes (n=38823). Das crianças e jvens vítimas de acidentes, 94% fram ferids leves, 5% ferids graves e 1% vítimas mrtais Avery JG; Jacksn RH. Children and their accidents: Accidents at schl and at play. 1993, Lndn, Edward Arnld. 33 Kumpula, Heli & Paavla, Meri (KTL): Injuries and risk-taking amng yung peple in Eurpe The Eurpean Situatin analysis. EU- Prject AdRisk, KTL (Natinal Public Health Institute), Helsinki. Dispnível em: 34 ANSR. Anuári de Segurança Rdviária Dispnível em:

31 Pr tud ist, as lesões nã intencinais sã cnsideradas um grave prblema de saúde pública. A segurança da cmunidade educativa, na escla e n espaç peri-esclar, é uma respnsabilidade partilhada. As órgãs da escla e às entidades autárquicas respnsáveis pelas infraestruturas esclar e rdviária cabe gerir adequadamente s riscs e mdificar s fatres ambientais, que sã, em grande parte, crrigíveis u elimináveis. A Escla Segura, uma iniciativa das frças de 23 segurança, faz a vigilância das esclas e ds espaçs envlventes e desenvlve ações de sensibilizaçã junt da cmunidade esclar. A mudança de paradigma em prmçã da segurança esclar e peri-esclar passa pela: Avaliaçã ds riscs tend em cnta seu impact na saúde da cmunidade educativa; Mbilizaçã das entidades gestras d parque esclar para a intervençã na reduçã/eliminaçã ds riscs, a manutençã das cndições de higiene e segurança d edifíci e ds equipaments esclares, bem cm d mei envlvente; Educaçã para risc, integrada na educaçã para a cidadania, que deve mtivar para estils de vida saudáveis. A Saúde Esclar, numa perspetiva preventiva e multissectrial, pde cntribuir de frma articulada para a avaliaçã ds riscs, a capacitaçã da cmunidade educativa e a prmçã de ambientes esclares segurs para tds Riscs esclares e peri-esclares Na Escla e n espaç peri-esclar, a segurança da cmunidade esclar é afetada, negativa u psitivamente, pelas cndições das estruturas (edifícis esclares, equipament, mbiliári), pelas cndições da envlvente rdviária e pela perceçã que cada um tem d risc. Atualmente, vivems numa sciedade sistematicamente cnfrntada cm a presença d risc. Ds riscs naturais as riscs resultantes da açã humana, a questã que se ns clca é cm pdems reduzir a sua frequência e minimizar seu impact na saúde.

32 A lng ds ans, a Avaliaçã das Cndições de Segurança, Higiene e Saúde realizada pela Saúde Esclar, cm api ds serviçs de Saúde Pública, permitiu melhrar a segurança e a higiene de bastantes esclas. Os instruments de avaliaçã registaram bas cndições de segurança d mei ambiente em 65% das esclas e reduzida segurança ds edifícis em 22% 35. N âmbit d PNSE 2014, as Equipas de Saúde Esclar, cm api da Unidade de Saúde Pública, deverã avaliar, numa dupla perspetiva, s riscs e a mais-valia de um lhar 24 prmtr de saúde: Avaliar se as nrmas de cnstruçã, manutençã e reabilitaçã d edifíci esclar sã bservadas, garantind a segurança da cmunidade esclar; Avaliar se as cndições d recrei esclar, nde risc de queda existe, mas nde existem, também, prtunidades de melhria ds níveis de atividade física diária das crianças e de desenvlviment interpessal, cumprem as nrmas de segurança exigidas; Avaliar se s espaçs e s equipaments de desprt, znas de risc elevad, mas também prmtras de um estil de vida mais ativ e saudável, bservam as cndições de segurança, cnservaçã u manutençã; Avaliar se s balneáris e as instalações sanitárias bservam as cndições de higiene e de privacidade; Avaliar se refeitóri e bufete, lcais de preparaçã de pequenas u grandes refeições e cm grande ptencial de prmçã de uma alimentaçã saudável, bservam s requisits de armazenament, acndicinament, manipulaçã e cnfeçã; Avaliar se s labratóris e as ficinas, espaçs de trein de cmpetências e de experimentaçã, de nde pde emergir uma cultura científica e tecnlógica, mdeladra d futur de alguns jvens, dispõem de nrmas de segurança, de meis de prteçã individual e de material de scrr; Avaliar se mbiliári, s cacifs, equipament eletrónic de api e sistema de iluminaçã bedecem às cndições ergnómicas acnselhadas em mei esclar (psturas bimecanicamente crretas, prevençã de denças musculesqueléticas, da visã, utras); 35 Relatóri de Avaliaçã d Prgrama Nacinal de Saúde Esclar, an letiv 2007/08. DGS, 2009.

33 Avaliar se n espaç peri-esclar, nde a prbabilidade de acidentes é real, existe sinalizaçã adequada e adçã de medidas que minimizem s riscs rdviáris e que prmvam sistemas de mbilidade segurs, pr exempl, deslcações a pé e de bicicleta; Criar mdels de regist de acidentes esclares e peri-esclares que permitam identificar e mnitrizar as znas de mair risc, caraterizar a tiplgia da lesã e a gravidade da mesma. 25 N cntext desta mudança de paradigma, que pressupõe a avaliaçã ds riscs tend em vista a prmçã da saúde e da segurança e a prevençã ds acidentes esclares e periesclares, a ferramenta de api a esta atividade passa a ser Perfil de Segurança e Saúde da Escla. Este recurs avalia s riscs de cada espaç e equipament, faz seu mapeament e análise, enumera as medidas para a eliminaçã ds riscs na perspetiva da saúde e da segurança e inclui um instrument de Regist, Mnitrizaçã e Caraterizaçã ds Acidentes Esclares e Peri-esclares Educaçã para a segurança e mbilidade segura Avaliar e gerir s riscs necessita de aprendizagens precces que capacitem as crianças e jvens para a aquisiçã de uma cultura de segurança e para a adçã de atitudes preventivas que reduzam risc de lesã. A Escla é, pr excelência, lcal nde tdas as aprendizagens têm lugar. Na Escla, aprende-se a evitar as queimaduras, s afgaments, as intxicações, a asfixia e a reagir a situações de catástrfes naturais cm incêndis, tremres de terra, entre utras. A lng d percurs esclar, de frma teórica e prática, de md pedagógic e lúdic, pde-se prmver uma cultura que permita cnfrnt cm risc e a cnstruçã de atitudes preventivas de td tip de acidentes, bem cm a frmaçã e trein para minimizar s efeits adverss ds acidentes e das catástrfes na saúde individual e na vida da cmunidade. N espaç peri-esclar, a envlvente rdviária é a principal causa ds prblemas de segurança relacinads cm atrpelaments e acidentes ns transprtes cletivs.

34 Até 2020 decrre uma iniciativa das Nações Unidas, a Década de Açã pela Segurança n Trânsit, que apela a uma intervençã mais ativa de tds s sectres, incluind da Saúde, em prl d refrç de medidas cmprvadamente efetivas para uma mbilidade mais segura e sustentável, mens acidentes e mens mrtes n espaç rdviári 36. As deslcações qutidianas sã frtemente marcadas pr uma mbilidade mtrizada, cm predmíni d autmóvel sbre utrs meis de transprte. Uma nva cultura de mbilidade pressupõe alterações cmprtamentais a nível d cidadã, ds grups, das 26 empresas e das instituições e pressupõe, também, a adesã cletiva a prpstas e plíticas em favr de uma mbilidade segura e sustentável. Prtugal tem um Plan de Prmçã da Bicicleta 37 que valriza us da bicicleta e andar a pé, cm práticas de deslcaçã qutidiana ds cidadãs integradas n sistema de transprte, e dá priridade a critéris de sustentabilidade e eficiência ecnómica, ambiental e scial. O MEC/DGE desenvlveu um Referencial de Educaçã Rdviária para a Educaçã Pré- Esclar e para Ensin Básic que visa uma mudança de atitudes que passa, necessariamente, pela tmada de cnsciência das situações vivenciadas em ambiente rdviári e pela adçã de cmprtaments segurs, através da intervençã pedagógica. O Referencial cnstitui um dcument rientadr e um instrument de api à açã educativa 38. A capacitaçã da cmunidade educativa para uma mbilidade segura e sustentável tem, entre utrs, benefícis energétics e benefícis para a saúde. Os primeirs traduzem-se na reduçã de emissões de gases cm efeit estufa, de ruíd e pupança energética. Os segunds cnsubstanciam-se n aument da atividade física e hábits de vida saudáveis, na crdenaçã mtra, na melhria da autestima individual e na qualidade d ar, cm a cnsequente diminuiçã ds prblemas respiratóris. Educar para uma mbilidade segura e sustentável é um desafi a vencer, para qual a Saúde Esclar deve cntribuir. Atualmente, andar a pé u de bicicleta e ter precupações cm a qualidade, mais d que um estil de vida, é um cmprmiss futur cm a qualidade de vida de tds. 36 Década de Açã pela Segurança n Trânsit Cicland. Plan de Prmçã da Bicicleta e utrs Mds Suaves, IMT, nvembr de Dispnível em: etaoutrsmdssuaves.aspx 38 Referencial de Educaçã Rdviária para a Educaçã Pré-Esclar e Ensin Básic. Dispnível em

35 N espaç peri-esclar, alguns pressupsts terã de se verificar: planeament urban adequad, rede de transprtes ajustada as hráris esclares, medidas de reduçã da velcidade e acalmia d tráfeg em tda a envlvente das znas esclares. Nas deslcações em mds de transprtes suaves, us d capacete e respeit pela legislaçã aplicável sã cndições brigatórias. N âmbit d PNSE 2014, as Equipas de Saúde Esclar, em articulaçã cm as Autarquias e a Escla, devem: Prmver a elabraçã de um plan de mbilidade esclar que inclua: Melhria da infraestrutura rdviária n espaç peri-esclar; 27 Estacinament para bicicletas e lcais para guardar capacetes; Medidas de acalmia d tráfeg e de reduçã ds limites de velcidade a 30km/h nas imediações da Escla; Restriçã da circulaçã autmóvel e d parqueament em certas znas; Investiment em transprtes públics frequentes, fiáveis, pntuais, segurs, limps e ecnómics. Clabrar cm a Escla na educaçã e frmaçã de crianças e jvens sbre s mds suaves e a mbilidade sustentável; Sensibilizar a cmunidade educativa para uma mbilidade segura e sustentável e para a imprtância da reduçã da dependência d autmóvel, em favr d md pednal, da bicicleta u ds transprtes públics; Estimular a prática d caminh segur das crianças e jvens para a escla, a pé u de bicicleta, através da implementaçã de prjets que visem fmentar cmbis de caminhantes u de bicicletas, pedibus, walking bus, sinaleirs, entre utrs; Prmver ações de bas práticas ds mds suaves nas atividades desprtivas e extracurriculares (caminhadas e ciclism) ns grups etáris em idade esclar; Capacitar as crianças e s jvens para uma mbilidade segura n ambiente rdviári e para us de capacete e de rupa clara e refletra que trne peões e ciclistas visíveis, especialmente de nite; Prmver bas práticas n transprte cletiv diári de crianças e jvens e nas visitas de estud; Prmver a utilizaçã de sistemas de retençã aprpriads à altura das crianças enquant passageiras, nas deslcações de carr de e para a escla;

36 Integrar as questões da mbilidade nas questões de saúde e qualidade de vida. N âmbit d Prgrama Nacinal de Prevençã de Acidentes, serã dispnibilizadas ferramentas de api à capacitaçã da cmunidade educativa e rientações para a implementaçã de bas práticas na área da mbilidade segura Primeirs scrrs / Suprte básic de vida Acidente esclar define-se cm qualquer acnteciment que crra numa atividade esclar e que prvque a alun lesã, dença u mrte. Tds s acidentes que crram 28 na Escla, n percurs habitual entre a residência e estabeleciment de educaçã e ensin, u vice-versa, estã abrangids pela legislaçã sbre segur esclar 39. A intervençã pós-acidente é cnsiderada um aspet crític n que respeita à segurança ns espaçs educativs. Na Escla, s traumatisms ds membrs e da cabeça sã as lesões mais frequentes. Os traumatisms cranians resultam cm frequência em cncussões cerebrais e crrem em resultad de quedas, clisã u pancada cm a cabeça. Tdas sã sérias e na mair parte delas nã há perda de cnsciência. O Primeir Scrr é tratament inicial e temprári ministrad a acidentads e/u vítimas de dença súbita, num esfrç de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minrar sfriment. O primeir scrr depende da situaçã: n cas de se tratar de um traumatism, cnsiste na prteçã de feridas, imbilizaçã de fraturas, cntrl de hemrragias externas, desbstruçã das vias respiratórias e realizaçã de manbras de Suprte Básic de Vida (SBV) 40,41. É imprtante que a Escla dispnha de um lcal própri para primeirs scrrs e que a mairia ds prfissinais de educaçã pssua frmaçã em SBV. Os quatr passs ds primeirs scrrs sã: garantir a segurança, examinar a vítima, dar alerta e prestar s primeirs cuidads. Estes passs nã substituem nem devem atrasar a 39 Prtaria n.º 413/99, de 8 de junh, publicada n Diári da República - I Série B, n.º 132 de 8/6/ Manual de Primeirs Scrrs. Situações de Urgência nas Esclas, Jardins de Infância e Camps de Férias. Ediçã d Ministéri da Educaçã, Terceira ediçã revista, Dinis A, Rque P, Usta V. Primeirs Scrrs ns Agrupaments Esclares. Manual de Prcediments. UCC Girassl d ACES Cascais. 1.ª Ediçã, 2012.

37 ativaçã ds serviçs de emergência médica, mas pdem impedir ações intempestivas que agravem a lesã. As emergências médicas mais frequentes cm crianças e jvens sã 42 : Cnvulsã e febre; Obstruçã da via aérea superir pr crp estranh; Estridr larínge; Patlgia respiratória, nmeadamente mal asmátic e brnquite agudizada; Diarreia; Desidrataçã; Intxicaçã. 29 N âmbit d PNSE 2014, as Equipas de Saúde Esclar pdem cntribuir para: Aumentar s cnheciments e as cmpetências da cmunidade esclar na área da análise e avaliaçã da criança e jvem vítima de acidente e prestaçã de primeirs scrrs/ suprte básic de vida, de md a pderem: Identificar as emergências médicas mais frequentes; Prestar s cuidads gerais a ter para cm as crianças e jvens vítimas de dença súbita e descrevê-ls as seus familiares; Listar e descrever s passs de atuaçã específica para cada uma das emergências médicas. Harmnizar s prcediments de atuaçã em cas de acidente na escla, n que diz respeit à assistência/scrr, avaliaçã da lesã e aplicaçã de medidas crretivas; Identificar, dispnibilizar e/u criar recurss de api à infrmaçã e frmaçã sbre primeirs scrrs e SBV. Realizar ações de trein e simulacr para as emergências médicas mais frequentes, em articulaçã cm a Escla e entidades respnsáveis pel scrr. Estuds lngitudinais de 4 ans de frmaçã em SBV a aluns entre s 10 e 13 ans, que fizeram reciclagem anual, demnstraram que a partir ds 10 ans sã capazes de aprender e de aplicar técnicas de SBV. Esta frmaçã precce reduz a ansiedade sbre s pssíveis errs e aumenta acentuadamente a dispnibilidade para ajudar Meira, L. NORMAS, EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS E OBSTÉTRICAS. MANUAL TAS. Editr INEM (Departament de Frmaçã Emergência Médica), Versã 2.0 1ª Ediçã, 2012 ISBN Dispnível em: 43 A. Bhn. Teaching resuscitatin in schls: annual tuitin by trained teachers is effective starting at age 10. A fur-year prspective chrt study. Dispnível em:

38 1.3. Sustentabilidade ambiental e saúde Sustentabilidade é um term usad para definir ações e atividades humanas que visam suprir as suas necessidades atuais sem cmprmeter futur das próximas gerações. O ambiente é tecid que liga as atividades, s indivídus e as cmunidades, que a tds influencia e pr tds é influenciad. A OMS estima que entre 25% e 33% da carga glbal de dença pde ser atribuída a fatres de risc ambientais. Cerca de 40% desta carga recai sbre crianças cm idade inferir a 5 30 ans 44. A plítica de saúde eurpeia, Health 2020, reflete uma crescente precupaçã cm a saúde e desenvlviment sustentável. Pr iss, uma das suas quatr áreas priritárias é inteiramente dedicada à criaçã de ambientes de api e cmunidades resilientes. Nesta área priritária, as prtunidades de vida saudável estã ligadas às cndições em que as pessas nascem, crescem, trabalham e envelhecem. Cmunidades resilientes e capacitadas respndem prativamente a situações nvas e adversas, estã mais preparadas para mudanças ecnómicas, sciais e ambientais e lidam melhr cm as crises e as dificuldades. Uma Escla ambientalmente sustentável cntribui para desenvlviment da cmunidade nde se insere, prepara as crianças e s jvens para um estil de vida saudável e fmenta a cnsciência ambiental e a cidadania. A Escla é um ambiente prpíci à capacitaçã, a desenvlviment sustentável e à criaçã de cmunidades resilientes. Assim, é imperativ que as crianças dispnham de um ambiente saudável e segur para viver, crescer, brincar e aprender. A mudança de paradigma na prmçã da sustentabilidade ambiental, tend em vista a melhria da saúde da cmunidade esclar, passa pr: Cnhecer s riscs ambientais e seu impact na saúde, articuland ambiente e saúde; Implicar as crianças e s jvens na prmçã da qualidade ambiental da escla, passand a ser um exempl para a cmunidade; Mbilizar a cmunidade envlvente na deteçã e reduçã das ameaças ambientais; 44 WHO Reginal Office fr Eurpe (2004). Children s health and envirnment: Develping natinal actin plans Furth Ministerial Cnference n Envirnment and Health The Future fr ur children. Dispnível (http://www.eur.wh.int/dcument/e86888.pdf

39 Sensibilizar, educar e frmar a cmunidade educativa sbre a evidência científica referente a impact d ambiente na saúde, na vida e n desenvlviment glbal Riscs ambientais e saúde O ambiente é um ds principais determinantes da saúde das crianças. As crianças sã mais suscetíveis d que s adults as efeits de agentes químics, físics e bilógics, pis s seus própris padrões de cmprtament e a baixa capacidade para a avaliaçã d risc, 31 trna-as mais vulneráveis. A 5ª Cnferência Ministerial Ambiente e Saúde 45 prmvida pela OMS, sb mte Prtecting children s health in a changing envirnment, reiteru a imprtância de dar atençã às alterações climáticas já assinaladas anterirmente (Cnferência Budapeste, 2004) e refrçu a necessidade de investiment em ações e medidas que reduzam a mrbilidade e mrtalidade assciadas as riscs ambientais, especialmente s que afetam a saúde das crianças. O desenvlviment sustentável só pde acntecer cm crianças saudáveis, educadas e a viver em segurança 46. Na Escla, ambiente influência a saúde das crianças pr múltiplas razões: O abasteciment de água cntaminada/imprópria pde resultar em denças diarreicas; A pluiçã d ar pde pirar as infeções respiratórias agudas e despletar crises de asma; A expsiçã a químics, slventes e pesticidas pde causar uma grande diversidade de efeits ncivs para a saúde; A falta de experiência para avaliar s riscs assciads as cmprtaments audaciss aumenta a expsiçã a ameaças ambientais. Prtugal é um ds países eurpeus mais vulneráveis às alterações climáticas e as fenómens climátics extrems, tais cm ndas de calr e de fri, que cnstituem graves riscs para a saúde humana, em especial para as crianças. 45 Fifth Ministerial Cnference n Envirnment and Health, Parma, Italy, March Dispnível em: 46 Anthny Lake, directr executiv da UNICEF, abril de 2013.

40 Tend em cnta que um elevad númer de crianças e jvens passa uma parte significativa da sua vida na escla, é pr demais evidente que esses espaçs deverã reunir tdas as qualidades de um ambiente saudável. A Academia Americana de Pediatria define cm ambiente esclar saudável, aquele que prtege s estudantes e restante cmunidade esclar cntra perigs imediats u dença e prmve atividades de prevençã e atitudes cntra fatres de risc cnhecids que pderã levar a dença futura u incapacidade. 32 Melhrar a qualidade de vida e a reduçã de denças e mrtes passa pela melhria d ambiente, pel que é fundamental cmpreender as relações causa efeit entre s fatres ambientais e s efeits que têm na saúde humana 47. Atualmente, estã identificadas áreas ambientais nde existe evidência científica sbre seu impact na saúde. Fatres de risc ambiental cm mair impact na saúde e intervenções efetivas para s minrar: Qualidade d ar interir e exterir é um fatr de risc da mair imprtância para as principais denças nã transmissíveis. Nas crianças, representa 60% da carga glbal de denças respiratórias, em especial da asma, uma dença crónica que afeta 11-12% ds jvens em Prtugal. Os sintmas da má qualidade d ar interir assciads à sbreltaçã da sala de aula repercutem-se em dres de cabeça, fadiga, dificuldades respiratórias, tsse, irritaçã cular e nasal, e tnturas. A Saúde Esclar, em articulaçã cm s serviçs de Saúde Pública, pde intervir na avaliaçã da qualidade d ar, cm vista a assegurar cumpriment da legislaçã em vigr 48 e prmver as cndições de bemestar e saúde de tda a cmunidade esclar. Qualidade da água de cnsum human, de znas balneares e de recrei, pel risc que envlve, bedece a nrmas legalmente estabelecidas que visam prteger a saúde. A Saúde Esclar, em articulaçã cm s Serviçs de Saúde Pública, pde prmver a bservaçã daquelas nrmas e divulgar s resultads da 47 Plan Nacinal de Saúde Dispnível em: 48 Decret-Lei n.º 118/2013 de 20 de agst, publicad n Diári da República, 1.ª série, n.º 159. Dispnível em: e, Prtaria n.º 353-A/2013 de 4 de dezembr publicad n Diári da República, 1.ª série, n.º 235, dispnível em:

41 qualidade da água frnecida na escla. Pde, ainda, prmver cnheciment sbre a sua imprtância na saúde e nas práticas de higiene diária e fmentar a sua ingestã em quantidade e qualidade adequadas. O ruíd u pluiçã snra é, segund a OMS e a CE, muit mais d que um incómd, é uma precupaçã de saúde pública que prejudica a cncentraçã e cria dificuldades de mtivaçã e de cmunicaçã, pdend causar deficiências auditivas. N seu dia a dia, as crianças e s jvens estã sujeits a ruíd emitid pr várias fntes que se repercute em perturbações d sn e 33 cgnitivas, pdend s sns cntinuads acima de decibéis prvcar dans irreversíveis n uvid. A Saúde Esclar, em articulaçã cm s Serviçs de Saúde Pública, pde ajudar a cntrlar ruíd, prmvend a melhria da gestã d tráfeg na envlvente esclar, e trabalhar cm as autridades cmpetentes para cumpriment ds critéris de expsiçã máxima admissível nas znas periesclares. Trabalhar cm as crianças e jvens a utilizaçã de leitres de música prtáteis cm auriculares e auscultadres, tend em vista a reduçã d sm máxim, d períd de temp de utilizaçã e d vlume de sm escutad. Transprtes sustentáveis para ambiente e a saúde implicam uma mudança d paradigma da mbilidade e das plíticas de circulaçã. A massificaçã d us d autmóvel causu um aument da pluiçã d ar e uma reduçã da atividade física, cmprmetend a saúde humana e ambiente. A Saúde Esclar pde ajudar a prmver pções de transprte sustentável nas plíticas de mbilidade da escla e, em cperaçã cm utrs sectres, garantir que as questões de saúde sã nelas cnsideradas. Alterações climáticas, assciadas a aqueciment glbal causad pelas emissões humanas de gases cm efeit estufa, cnduziram a um aument da temperatura média ds ceans e d ar, cm impact negativ na saúde humana e sbre s grups mais vulneráveis. A Saúde Esclar deve clabrar na implementaçã das rientações da DGS para as ndas de calr e de fri, designadas de Plan de Cntingência para Temperaturas Extremas Adversas, designadamente das recmendações específicas para creches e esclas.

42 Espaçs esclares cnstruíds cm materiais adequads e isents de radã, asbests, chumb, e utrs, pdem cntribuir para a prevençã de muits prblemas de saúde da cmunidade educativa. O cnfrt térmic da escla, a utilizaçã de prduts de limpeza isents de químics tóxics na higiene diária, a existência de sistema de reclha de resídus e, bem assim, de prgramas de desinfestaçã prmvem a sustentabilidade ambiental da escla e reduzem risc de denças. 34 A Saúde Esclar, em articulaçã cm s serviçs de Saúde Pública, pde cntribuir para a avaliaçã ds riscs esclares assciads à sustentabilidade ambiental. Os dads ecnómics sbre as intervenções ns determinantes ambientais, cm vista à prteçã da saúde, prvam que existe um retrn sbre investiment inicial. Na Uniã Eurpeia (UE), entre 1990 e 2020, uma reduçã de 20% nas emissões de gases cm efeit de estufa levaria a uma reduçã de 10-15% ns pluentes tóxics e, pr sua vez, a uma reduçã de custs em saúde de 12 a 29 Mil milhões 49. Atualmente, a evidência dispnível nã é cnclusiva sbre as implicações na saúde das nantecnlgias e das nanpartículas, pis a cmplexidade e a incerteza sã grandes e a avaliaçã d risc é mair desafi que se clca à sciedade. O ambiente é uma fnte de riscs ptenciais, mas também de prmçã da saúde e d bem-estar que pde prlngar e melhrar a qualidade de vida 50. É nesta perspetiva que a Saúde Esclar, em articulaçã cm a Saúde Pública e s perits em sustentabilidade ambiental e desenvlviment, deve analisar s riscs d ambiente, mapear ptenciais prblemas de saúde assciads e prpr medidas para a eliminaçã/reduçã ds mesms. A avaliaçã ds riscs ambientais, tend em vista a prmçã da saúde e da sustentabilidade, será nrmalizada a partir de uma ferramenta de api a esta atividade, designada de Perfil de Sustentabilidade Ambiente e Saúde da Escla, que faz parte integrante d Prgrama. 49 WHO. Visualizing the ecnmic and health benefits f envirnmental measures: a winning cmbinatin. Dispnível em: 50 WHO. Health and the Envirnment in the WHO Eurpean Regin. Creating resilient cmmunities and supprtive envirnments data/assets/pdf_file/0005/215645/health-and-the-environment-in-the-who-european-region- Creating-resilient-cmmunities-and-supprtive-envirnments.pdf

43 Educaçã para ambiente e saúde A Escla, a implicar s seus aluns na prmçã da qualidade ambiental, está a influenciar psitivamente seu sucess educativ. A educaçã ambiental clca em evidência as capacidades de pensament crític essenciais para percurs educativ: levantar questões, investigar, frmular hipóteses, interpretar dads, desenhar cnclusões e reslver prblemas. Os aluns cultivam habilidades sciais cm a cperaçã e a cmunicaçã e encntram prtunidade para estabelecer parcerias. Adquirem uma melhr cmpreensã daquil que 35 aprendem e respnsabilizam-se pelas suas aprendizagens. A Escla cumprirá, assim, seu papel de frmadra de adults saudáveis e cm capacidade para se trnarem membrs prdutivs da sciedade. Para além diss, as crianças e jvens que aprendem a cnhecer a ligaçã entre ambiente e a saúde serã capazes de detetar e reduzir ameaças ambientais nas suas próprias casas, ruas, vilas e cidades. A Escla passa, deste md, a ser um mdel para a cmunidade. Neste trabalh, que implicará necessariamente s indivídus, as instituições e as cmunidades, s serviçs de saúde têm pr direit um papel de relev, nmeadamente pela sua prática de prmtres da saúde. Pr definiçã, a Escla é um lugar nde se cultiva interesse pel que a integra e rdeia. Uma escla saudável expande esta filsfia a nvas áreas: interessa-se pela água e pela energia que cnsme, pels resídus que prduz, pela alimentaçã que serve, pelas atividades esclares que pssam ter impact n ambiente, pel tráfeg rdviári que gera e pelas dificuldades das pessas que vivem na sua prximidade. Cntribui, assim, para a melhria d ambiente físic, incluind a qualidade d ar interir e exterir, da segurança d espaç envlvente e ds edifícis, da adequaçã d mbiliári e demais equipament e para a melhria da segurança das znas de cnfeçã de aliments, refeitóris e bufetes. A Escla, a estabelecer parcerias e cumplicidades, a integrar tda a cmunidade n prcess, está igualmente a trabalhar para a melhria d seu ambiente psicsscial. Este prcess, cnduzid de frma crreta, cncrre significativamente para a capacitaçã em saúde de tda a cmunidade esclar, que adquire saber e as habilidades necessárias para evitar s riscs e criar um ambiente prmtr da saúde.

44 Capacitar s jvens para se respnsabilizarem pel seu própri futur nã é apenas desejável, é crucial para a sua educaçã. A educaçã para ambiente e a saúde cncrre igualmente para desenvlviment de uma cmunidade educativa sustentável que é: Inclusiva nas suas práticas, recnhecend a diversidade cultural e scial da ppulaçã cm que trabalha, respeitand e valrizand as diferenças religisas, étnicas, sciais, ecnómicas, plíticas, de rientaçã sexual, culturais e de 36 géner; Participativa, prmvend a integraçã de tda a cmunidade esclar; Prmtra da integraçã da educaçã para a sustentabilidade n currícul e em utrs instruments de gestã; Prmtra de estils de vida saudáveis e atividades na Natureza; Prmtra da cerência entre as rientações, ensin e as práticas de gestã, estand apta a demnstrá-l sempre que tal fr prtun; Integradra da relaçã cm mei envlvente, recnhecend s fatres de risc assim cm s fatres prtetres; Parceira das instituições da cmunidade para melhrar a frmaçã da cmunidade esclar e a gestã ambiental da escla através da implementaçã de práticas de us eficiente ds recurss. À Escla cabe papel de integrar as precupações cm ambiente e a saúde n Prjet Educativ, trnand- transversal n currícul ds váris cicls de educaçã e ensin. As questões ambientais nã interessam apenas à bilgia u à história natural sã, também, assunt de interesse scial, ecnómic e plític. É imprtante iniciar este prcess mais preccemente pssível na esclaridade das crianças, integrada e ligada à sua prática diária. A Agência Prtuguesa d Ambiente e a DGS desenvlveram uma iniciativa cnjunta, Plan Nacinal de Açã Ambiente e Saúde (PNAAS), cm bjectiv de melhrar a cmpreensã das relações entre determinads fatres ambientais e s efeits adverss na saúde, visand ganhs em terms da eficácia das plíticas de prevençã, cntrl e reduçã de riscs Relatóri de Prgress d PNAAS / Dispnível em:

45 Este prcess que decrre desde 2008 tem, entre utrs, um bjetiv relacinad cm a açã Educaçã Ambiente e Saúde, tend em vista a cnstruçã e divulgaçã de materiais de api a curriculum, ns ensins básic e secundári. N âmbit d PNSE 2014, as Equipas de Saúde Esclar pdem cntribuir para: Clabrar na frmaçã da cmunidade educativa sbre impact d ambiente na saúde; Prmver a educaçã para risc, integrad na educaçã para a cidadania, que deve mtivar para a adçã de estils de vida saudáveis; Identificar s riscs ambientais e seu impact na saúde e influenciar s ambientes físic e psicsscial da escla; Implicar as crianças e s jvens na prmçã da qualidade ambiental da escla, através da dinamizaçã de prjets integrads de prmçã da saúde (PES, Ec esclas e/u utrs implementads na escla), que cntribuam para a adçã de cmprtaments saudáveis e sustentáveis; Mbilizar as entidades gestras d parque esclar para a eliminaçã ds riscs, a manutençã das cndições de higiene e segurança d edifíci, ds equipaments esclares, bem cm s d mei envlvente; Aumentar s cnheciments e as cmpetências da cmunidade educativa para gerir s riscs identificads n ambiente esclar. 37 As Equipas de Saúde Esclar, as crdenações de prjets de prmçã da saúde na escla e as crdenações d prjet Ec Esclas sã a base para desenvlviment de um trabalh de intervençã e manutençã de um bm ambiente esclar. As parcerias já estabelecidas entre a Educaçã e a Saúde na área da prmçã da saúde em mei esclar sã uma mais-valia para esse trabalh e, em cnjunt cm a cmunidade educativa alargada, reúnem saber necessári para prceder a diagnóstic da situaçã, pririzar ameaças e prblemas diagnsticads, definir linhas de açã e avaliar s resultads, seguind uma metdlgia de prjet. Tds s intervenientes devem ter em atençã que a educaçã ambiental pde privilegiar a relaçã ensin aprendizagem, pde ter uma influência psitiva ns valres e n funcinament da escla e apstar frtemente na sua ligaçã à cmunidade.

46 1.4. Sucess O sucess nã é bra d acas nem surge pr acidente, ele é resultad d esfrç, vntade e crença de vencer na vida! A investigaçã recente, realizada um puc pr td mund, tem permitid melhrar a cmpreensã d ptencial d nível de literacia em saúde na melhria d bem-estar e na reduçã das desigualdades. Quant mair fr nível de literacia, melhres sã s níveis de 38 saúde, de participaçã na sciedade e de empregabilidade 52,13. Bns níveis de literacia cnduzem a sucess. Apesar d pes ds determinantes sciais e das experiências ns primeirs ans de vida, as intervenções sbre s determinantes educativs e ecnómics sã essenciais para que as sciedades sejam inclusivas, equitativas, ecnmicamente prdutivas e saudáveis. A literacia em saúde depende d nível de literacia em geral e vice-versa. Neste âmbit, cmpreende-se a imprtância d trabalh cnjunt e sustentad entre a Educaçã e a Saúde para aumentar s níveis de literacia em geral e de literacia em saúde. Pela sua relaçã cm aument d pensament crític e influência na capacidade de tmada de decisã, em particular da tmada de decisã em saúde, urge cnhecer e ptenciar a intervençã da Saúde Esclar. A Escla, pel papel central que tem de prmver a literacia e de cntribuir em geral para sucess educativ de tds s seus intervenientes, surge cm setting priritári. Melhrar a literacia em saúde, na Escla, significa capacitar e dar pder a tds s elements da cmunidade educativa para assumirem a respnsabilidade pels seus cmprtaments em saúde. As desigualdades em saúde dizem respeit à existência de diferenças n estad de saúde e ns respetivs determinantes entre diferentes grups da ppulaçã. Algumas sã inevitáveis, mas utras afiguram-se desnecessárias e evitáveis, cnfigurand injustiças relativas, scialmente geradas e mantidas, que traduzem verdadeiras iniquidades em saúde, 52 Kickbusch, I. et al. Health literacy. The slid facts WHO Reginal Office fr Eurpe, Dispnível em:

47 trnand-se, pr iss, mandatóri, n plan étic, tmar medidas que as permitam reparar 53. A Saúde Esclar, a trabalhar cm tda a cmunidade educativa, tem um papel ativ na prmçã da equidade em saúde, entendida cm igual prtunidade de cada cidadã atingir seu ptencial de saúde Literacia e literacia em saúde 39 Literacia é a capacidade de ler, escrever, perceber e interpretar que é lid 54. Literacia em saúde fi definida cm cnjunt de cmpetências cgnitivas e sciais que determinam a mtivaçã e a capacidade ds indivídus para aceder, cmpreender e utilizar a infrmaçã de frma a prmver e manter a ba saúde. A literacia em saúde está relacinada cm a literacia em geral. O prcess de aprendizagem mbiliza cnheciment e desenvlviment pessal para a tmada de decisões n dia a dia sbre cuidads de saúde, prevençã de denças e prmçã da saúde, mantend u melhrand a qualidade de vida a lng d cicl de vida 52. A Escla pde cntribuir para a melhria da literacia em saúde 13, desenvlvend: Cmpetências básicas em prmçã da saúde que facilitam a adçã de cmprtaments prtetres da saúde e de prevençã da dença, bem cm autcuidad; Cmpetências da pessa cm dença para se rientar n sistema de saúde e agir cm um parceir ativ ds prfissinais; Cmpetências cm cnsumidr para tmar decisões de saúde, selecinar bens e serviçs e agir de acrd cm s seus direits, cas necessári; Cmpetências cm cidadã infrmad e cnhecedr ds seus direits em saúde, capaz de participar n debate de assunts de saúde, integrad nas estruturas de saúde e rganizações de dentes. Este cnjunt de cmpetências permite identificar caminhs cm vista à capacitaçã da cmunidade educativa em literacia em saúde. 53 Plan Nacinal de Saúde Eix estratégic Equidade e acess as cuidads de saúde. Dispnível em: 54 in Dicinári Priberam da Língua Prtuguesa, , [cnsultad em ].

48 N âmbit d PNSE 2014, as Equipas de Saúde Esclar pdem: Articular prgramas, prjets, atividades e intervenções que prmvam a saúde e a cidadania, capacitem para a respnsabilizaçã ds indivídus em matéria de bem-estar e de estils de vida saudável; Identificar nível de literacia em saúde ds diverss elements da cmunidade educativa e das suas necessidades em aquisiçã de cmpetências para prevençã de denças, prmçã da saúde e acess a cuidads de saúde; 40 Cm base n diagnóstic d nível de literacia da cmunidade educativa: Planear intervençã articulada para respnder a cnjunt de necessidades; Melhrar acess às fntes de infrmaçã sbre saúde, dispnibilizand recurss culturalmente adequads e cientificamente crrets e fntes de pesquisa idóneas para aumentar a cmpreensã da infrmaçã; Melhrar a cmpreensã da infrmaçã técnica sbre saúde veiculads n currícul u nã; Dinamizar e validar iniciativas de saúde, cm prduçã de materiais simples, prátics e adequads às idades ds diferentes elements da cmunidade educativa e culturalmente adaptads (particularmente para grups étnics e/u de mair vulnerabilidade scial e de saúde); Utilizar as Tecnlgias de Infrmaçã e Cmunicaçã (TIC) na melhria da literacia em saúde das crianças e ds jvens; Prmver a utilizaçã de dispsitivs prtáteis, cm telemóveis, smartphnes, ipads, enquant ferramentas úteis para a prmçã da literacia em saúde; Prmver a criaçã de cmunidades virtuais de pais/encarregads de educaçã, enquant mecanism para a prmçã da literacia e da literacia em saúde; Desenvlver frmas de cmunicar saúde na Escla e cm s media lcais; Melhrar a utilizaçã ds recurss e a reduçã ds gasts em saúde, desenvlvend experiências invadras de prevençã e gestã das denças de evluçã prlngada, através das TIC; Avaliar as intervenções de prmçã de literacia em saúde, através de abrdagens de investigaçã avaliativa que pderã traduzir-se em experiências, metdlgias e instrument cncrets cmpartilháveis.

49 A literacia em saúde é um determinante e dimensã-chave da saúde ds cidadãs. É, inclusive, um preditr d status de saúde das ppulações e tds devem ter direit e acess às infrmações sbre saúde e sbre sistema de saúde. Reduzida literacia em saúde ds cidadãs aumenta custs à sciedade, as sistemas de saúde, às pessas e às famílias. Metade da ppulaçã eurpeia tem baixs níveis de literacia, reveland reduzidas cmpetências na gestã da saúde individual, n acess as serviçs de saúde, na cmpreensã da infrmaçã dispnível e na tmada de decisã. 41 Assim, planear iniciativas prmtras da literacia em saúde para grups-alv de mair vulnerabilidade cntribui para reduzir as desigualdades sciais e em saúde, e para aumentar a equidade. Os prfissinais de saúde devem integrar n prcess de capacitaçã ds cidadãs as cmpetências em saúde, em particular sbre acessibilidade as recurss e serviçs de saúde e à cmpreensã da infrmaçã de saúde 55, extensível e treinada n setting Escla Equidade e equidade em saúde A saúde e bem-estar cnstituem um ds aspets principais de uma sciedade bemsucedida, inclusiva, justa e, n sécul XXI, cerente cm nss cmprmiss cletiv em relaçã as direits humans n âmbit nacinal e internacinal. A Cnferência d Ri destaca a necessidade de lhar para as desigualdades em saúde cm uma respnsabilidade partilhada, que exige cmprmiss de tds s sectres gvernamentais, de tds s segments da sciedade e de tds s membrs da cmunidade em prl de uma açã glbal de tds pela equidade e saúde para tds. A prmçã da equidade em saúde é fundamental a desenvlviment sustentável e a uma melhr qualidade de vida e bem-estar para tds, que, pr sua vez, cntribui para a paz, a segurança e sucess. Na Eurpa, as desigualdades em saúde sã uma imprtante priridade de saúde pública 57, prque existem desigualdades sciais e riscs em saúde muit díspares entre s países e dentr de cada país. 55 Wrld Health Organizatin (2013). Health Literacy, The slid facts [Internet]. Cpenhagen: WHO, Reginal Office fr Eurpe; Dispnível em: 56 Ri+20. United Natins Cnference n Envirnment and Develpment, June 20-22, Wrld Health Organizatin, Reginal Office fr Eurpe (2013). Gvernance fr health equity in the WHO Eurpean Regin. [Internet]. Cpenhagen: WHO, Reginal Office fr Eurpe; Dispnível em

50 Prmver a equidade em saúde implica: Interclabraçã entre sectres; Envlviment e participaçã ds cidadãs nas plíticas e prcesss de saúde; Metdlgias de gvernaçã transparentes, abertas e em rede; Envlviment de diferentes parceirs; Trabalh a diverss níveis hierárquics ns sistemas; Intervençã fundamentada na evidência científica e implementaçã de plíticas adaptativas. 42 A evidência relacina aument da capacidade de assumir cntrl sbre s determinantes da saúde da cmunidade, quand, lcalmente, s cidadãs identificam e prpõem sluções para s prblemas encntrads e cnhecem as decisões das entidades lcais e s recurss dispníveis para melhrar a saúde e s seus determinantes 57. A nível lcal, defende-se a participaçã ativa e cmprmiss da cmunidade para envlver pessas e grups num diálg e prcess cnstrutivs. A Saúde Esclar, a precnizar grande parte da sua intervençã na capacitaçã da cmunidade educativa, deve estimular a participaçã ativa ds seus elements na vida esclar e treinar cmpetências que cntribuam para prmver a equidade em saúde e a equidade em geral. N âmbit d PNSE 2014, as Equipas de Saúde Esclar pdem: Prpr a integraçã de um eix estratégic sbre equidade ns Prjets Educativs; Definir atividades que aumentem a sensibilidade sbre tema e capacitem a cmunidade educativa para uma cultura de equidade; Estimular a participaçã de tdas as turmas ds diferentes níveis de educaçã e ensin na prduçã de prpstas de prmçã da equidade; Inventariar necessidades/prblemas referentes às desigualdades sciais cm impact na saúde ds elements da cmunidade educativa; Assegurar acess a serviçs de saúde e api de serviçs sciais, garantind as necessidades de saúde; Dialgar cm s parceirs, visand criar uma rede de respstas integradas, recurss u utrs, para apiar as desigualdades identificadas na cmunidade educativa; Avaliar s resultads btids e disseminar as bas práticas.

51 Prmver a equidade em saúde na Escla, implica envlver a cmunidade educativa e as redes sciais lcais, assegurand que as necessidades ds grups mais vulneráveis e em situaçã de risc sã recnhecidas, nmeadamente se as refeições esclares estã garantidas, se s livrs esclares sã frnecids e se eventuais apis de saúde (próteses auditivas, cadeira de rdas e utrs) estã dispníveis para s que deles necessitam. Melhrar a equidade em saúde exige pragmatism na intervençã, fc em bjetivs cncrets e resultads visíveis a curt e médi praz. 43

52 44

53 2. Qualidade e Invaçã A qualidade e a invaçã sã indissciáveis n prcess cntínu de aprfundament d cnheciment, das cmpetências e ds cmprtaments. O PNSE 2014 pretende criar, junt das Equipas de Saúde Esclar, uma cultura de melhria cntínua da qualidade na intervençã cm a Escla. Para iss, desafi que se clca é de aplicar a evidência científica e s sistemas de infrmaçã na prmçã de cmpetências, na 45 melhria de cmprtaments e nas práticas de saúde esclar. Neste prcess de melhria, especificamente n âmbit ds determinantes das denças transmissíveis e nã transmissíveis, a divulgaçã e implementaçã das Nrmas e Orientações técnicas emitidas pela DGS, em sede ds respetivs Prgramas, pdem ser um ótim instrument frmativ, influenciar a qualidade em saúde e cncrrer para uma intervençã nrmalizada em mei esclar. A invaçã que se quer premiar é a frma criativa cm as Equipas de Saúde Esclar implementam Prgrama, ultrapassam s bstáculs à prmçã d bem-estar e se rganizam cm a cmunidade para reduzir s determinantes sciais da saúde. A implementaçã d PNSE 2014 requer parcerias assentes num valr cmum a saúde das crianças e ds jvens cnstitui um bem públic que tem de ser prmvid e preservad. A intervençã emerge de um cmprmiss ds parceirs e está, bjetivamente, plasmada ns seus dcuments estratégics. O desafi da excelência e da invaçã cumpre-se quand PNSE 2014 englbar a prmçã da saúde, a inclusã de crianças e jvens cm necessidades de saúde especiais e a avaliaçã ds riscs ambientais e estruturais em tdas as esclas abrangidas pel Prgrama. O PNSE 2014 pretende invar, que significa, cmunicar melhr, gerir de frma diferente a infrmaçã e cnheciment, aprveitar ptencial das tecnlgias de infrmaçã, recnhecer e valrizar a criaçã de redes de prfissinais, cmunidades virtuais e Embaixadres da Saúde Esclar que, para além d seu envlviment na prmçã da literacia em saúde, pssam ser exempls de envlviment e mtivaçã da cmunidade educativa.

54 2.1. Metdlgia de trabalh A metdlgia de trabalh prpsta assenta n mdel ds cinc passs para uma abrdagem hlística da prmçã da saúde na escla 58 e pde ser usada n desenh de prjets d pré-esclar a ensin secundári, pr prfissinais de saúde e de educaçã, bem cm pr tds s utrs envlvids neste prcess. A abrdagem hlística da saúde na escla, desde iníci d prcess até à sua 46 cnslidaçã, percrre cinc passs: (1) cm cmeçar, (2) avaliaçã inicial, (3) planeament das ações, (4) desenvlviment 1. Cm cmeçar das ações, (5) mnitrizaçã e avaliaçã das ações. 5. Mnitrizaçã e avaliaçã 2. Avaliaçã Inicial Este mdel pde ser usad de diferentes frmas, dependend das necessidades e das priridades da cmunidade educativa. 4. Desenvlviment das ações 3. Planeament das ações De um md geral, tdas as esclas abrdam tópics de saúde, inserids u nã ns currículs, e/u têm prjets de prmçã de cmpetências sciais e emcinais. O mdel prpst visa integrar as ações, trnar prcess mais cmpreensiv e pôr em prática as atividades. Para as Esclas que já se cnsideram EPS, mdel ajuda a atualizar e a planear atividades que cntribuem para melhrar bem-estar e a mudança de paradigma. O 1.º pass cmeça cm a assunçã d cmprmiss lcalmente. Pde ser enquant respsta a um desafi nacinal, d Agrupament de Esclas u d Agrupament de Cents de Saúde (ACES)/Unidade Lcal de Saúde (ULS), u prque a cmunidade educativa está precupada cm s determinantes de saúde das crianças e ds jvens, u simplesmente prque a Escla quer aderir a mviment das EPS. Esta fase envlve: Mtivaçã, discussã e tmada de decisã cnsensualizada; Api da direçã da Escla/Agrupament, que deverá liderar prcess, mesm que a prpsta de adesã tenha surgid d exterir da escla; 58 Safarjan E, B Gf, Ruiter S. SHE nline schl manual: 5 steps t a health prmting schl. December 2013, Dispnível em:

55 Api de tda a cmunidade educativa, que deverá ter uma visã semelhante d que é a EPS e ds resultads que se pretendem bter cm este prcess; Inclusã das seis cmpnentes da abrdagem hlística da saúde na escla; Cnstruçã de cnsenss, em reuniões de trabalh, n diálg e nas visitas a esclas cm bas práticas em prmçã da saúde; Identificaçã ds parceirs e envlviment de utras partes interessadas; Identificaçã ds recurss dispníveis (humans e financeirs); Criaçã de um grup de trabalh cm representantes da cmunidade educativa e ds parceirs; Planeament e avaliaçã das atividades, tip de avaliadr u equipa de avaliaçã; Desenh de um plan de cmunicaçã cm mensagens bjetivas e simples, ns canais mais adequads, que vai send adaptad a cada fase d prjet. 47 O 2.º pass envlve diagnóstic de situaçã, que deve ser feit pel grup de trabalh e incidir sbre as plíticas e as práticas em saúde e bem-estar na Escla, cm vista à definiçã de priridades e necessidades da cmunidade educativa. O diagnóstic tem pr base um questinári dirigid para as seis cmpnentes da abrdagem hlística da saúde na Escla. Para iss, a Escla pde cnstruir um instrument de avaliaçã u utilizar instrument dispnível da Schls fr Health in Eurpe 59. O 3.º pass envlve a elabraçã de um plan de açã. Tend em cnta as necessidades sentidas e as priridades estabelecidas pela cmunidade educativa, devem ser definidas as finalidades, s bjetivs e s indicadres de avaliaçã para cada priridade. N final de cada an, u sempre que fr prtun, s resultads deverã ser divulgads para s órgãs da Escla, parceirs e cmunicaçã scial. Nesta fase, n 1.º an, estabelecer uma priridade, avaliá-la e mantê-la n 2.º an e seguintes. N 2.º an e seguintes utilizar mesm prcediment. O 4.º pass envlve a integraçã das atividades de prmçã da saúde na vida d dia a dia da Escla. Nesta fase, destaca-se a rganizaçã, delegaçã de respnsabilidades, api ds pais, ds aluns e ds parceirs lcais na realizaçã das tarefas cm que tds se cmprmeteram. 59 Schls fr Health in Eurpe. SHE rapid assessement Tl, december 2013

56 Crdenaçã e cmunicaçã sã vitais para atingir s bjetivs prpsts, nã só para respnder as desafis mas também para celebrar sucesss. O 5.º pass envlve a cmparaçã ds resultads e a avaliaçã da efetividade das intervenções de prmçã da saúde na escla. As priridades, as necessidades e s resultads esperads pdem nã ter sid atingids, que briga a uma revisã d prcess de planeament. A avaliaçã pde ser de prcess e de resultad. A avaliaçã de prcess avalia em que 48 medida as atividades fram desenvlvidas cnfrme planead. A de resultad avalia as atividades executadas n curt praz (utput) e em que medida s bjetivs u s indicadres fram atingids e tiveram impact psitiv na saúde (utcme). Nesta fase, é necessári analisar criterisamente s resultads e cnsiderar a prmçã da saúde cm um prcess em mviment. As bas práticas devem ser incrpradas na vida da Escla e divulgadas na cmunicaçã scial, devend ser regularmente reavaliadas e atualizadas. As seis cmpnentes, indispensáveis para essa abrdagem hlística da prmçã da saúde na escla, incluem: (1) Plíticas esclares saudáveis, que incluem, explicitamente, a prmçã da saúde n Prjet Educativ da Escla (PEE), peracinalizad n Plan anual de atividades; (2) Ambiente físic, que respeita as cndições d edifíci, d espaç de jg e recrei e d espaç peri-esclar; (3) Ambiente scial, que respeita a qualidade das relações entre tds s elements da cmunidade educativa; (4) Cmpetências individuais e capacidades para a açã, que respeitam a melhria d nível de literacia em saúde, respnsabilizaçã pela saúde e empwerment; (5) Ligaçã à cmunidade, que respeita as relações da escla cm as famílias e as parcerias cm utrs sectres; (6) Parceria cm s serviçs de saúde, que respeita a prmçã da saúde na escla, a melhria d nível de saúde ds aluns e da cmunidade esclar e api as que têm NSE.

57 2.2. Invaçã Invar em saúde é cmunicar melhr, gerir de frma diferente cnheciment e aprveitar ptencial das tecnlgias de infrmaçã. Invar em saúde esclar é ser criativ e interativ, partilhar experiências e aprender cm as dificuldades. Invar na prmçã da saúde é trabalhar em rede sem perder a identidade. O PNSE 2014, a aprveitar ptencial das TIC, tem um valr acrescentad na timizaçã 49 ds resultads da saúde e cntribui para a melhria da literacia e de prmçã da saúde na cmunidade educativa. Invar, n cntext d PNSE, é criar prtunidades de divulgaçã de infrmaçã, de participaçã de nvs atres e sectres que cntribuam para um debate mais vigrs e dinâmic em trn da saúde esclar, da literacia em saúde e da saúde em geral. Invar, n dmíni da saúde esclar, significa refrmular as técnicas de aceder à cmunidade educativa, partilhar a ba infrmaçã de saúde e cnstruir cnheciment cm s meis dispníveis e s recurss existentes, a mesm temp que ptencia ganhs de eficiência na intervençã. Invar em saúde esclar é criar cmunidades educativas virtuais de pais/encarregads de educaçã, prfissinais de educaçã e de saúde, aluns de tds s níveis de ensin que, através d us das platafrmas interativas, partilham infrmaçã de saúde e melhram seu nível de literacia em saúde. A invaçã refletir-se-á numa utilizaçã mais eficiente ds serviçs de saúde e ds cuidads preventivs. Esta transfrmaçã da infrmaçã de saúde em prduts e serviçs, facilmente acessíveis a cmunidades virtuais de utilizadres, melhra a qualidade de vida, impulsina desenvlviment pessal e scial. N cntext esclar, facilita a cmunicaçã e prmve a capacitaçã da cmunidade educativa. A invaçã necessita de suprtes tecnlógics que sã s grandes cntribuintes e, a mesm temp, s maires beneficiáris d desenvlviment da sciedade. As Equipas de Saúde Esclar, a assumirem a respnsabilidade pela implementaçã d PNSE 2014, necessitam ter uma excelente articulaçã cm s diverss prfissinais de saúde e de educaçã e cm utrs setres, e ser criativs na sua peracinalizaçã, aplicand as tecnlgias de infrmaçã de saúde na prmçã da literacia em saúde da cmunidade educativa.

58 O estad da arte da prmçã da saúde em mei esclar e tend em cnta s bjetivs d PNSE e s resultads que se pretendem bter, ist é, a melhria da literacia em saúde, prmçã da equidade e ganhs em saúde, exige ds prfissinais de saúde planeament, acmpanhament, cperaçã, sistemas de infrmaçã adequads e muita criatividade. Neste sentid fram definids critéris que ajudam as Equipas de Saúde Esclar a mnitrizar seu desempenh e a implementaçã d PNSE nas esclas. Estes critéris, definids em três níveis distints de prgress, crrespndem a bjetivs nacinais d PNSE a alcançar lcalmente, refletind a prgressã realizada pelas equipas a lng d temp. 50 Os níveis de prgress sã: O PNSE está incluíd n Plan de Atividades d ACES, tem Crdenaçã e Equipa de Saúde Esclar. O ACES tem uma parceria cm Agrupament de Esclas/Esclas nã Agrupadas. A Equipa de SE desenvlve trabalh pr prjet cm Prfessr PES. Nível 1 u Prata As crianças cm NSE sã apiadas pela Equipa de SE. A Equipa de SE prmve a capacitaçã da cmunidade educativa para a saúde e bem-estar. A equipa SE avalia as cndições de segurança d edifíci esclar, d recrei e ds equipaments de desprt e d espaç peri-esclar. A Equipa SE avalia a qualidade d ar interir e/u da água de cnsum human e/u ds espaçs esclares cnstruíds. A Equipa SE mnitriza s acidentes esclares e peri-esclares. A Equipa SE clabra n Gabinete de Infrmaçã e Api a Alun, pntualmente. A Equipa SE clabra na identificaçã das crianças e jvens cm insucess esclar. Os critéris anterires estã garantids e cnslidads. A mudança de nível implica: O PNSE é bjet de cntratualizaçã pelas Unidades Funcinais d ACES. A Equipa de SE integra a Equipa PES e, em cnjunt, elabram prjet de PES da Escla, segund uma metdlgia de trabalh pr prjet assente ns cinc passs e nas seis cmpnentes das EPS. Nível 2 Ou Our A Equipa de Saúde Esclar avalia nível de literacia em saúde da cmunidade educativa (amstra). Tdas as crianças cm NSE sã apiadas pela Equipa de SE e tem um PSI. A Equipa de SE prmve a capacitaçã da cmunidade educativa para a saúde e bem-estar, cm fc n desenvlviment sciemcinal ds aluns. A equipa SE avalia as cndições de segurança d edifíci esclar, d recrei e ds equipaments de desprt e d espaç peri-esclar e seu impact na saude. A Equipa SE avalia s riscs ambientais da escla e d espaç peri-esclar cm impact na saúde. A Equipa SE mnitriza s acidentes esclares e peri-esclares, tem prjets de prevençã e de prmçã da mbilidade segura e sustentável.

59 A Equipa SE clabra cm Gabinete de Infrmaçã e Api a Alun regularmente num hrári definid. A Equipa SE clabra na identificaçã das crianças e jvens cm insucess esclar e intervém, n que à saude diz respeit, n cntext da equipa de intervençã pluridisciplinar. A Equipa de SE desenvlve prjets de frmaçã nas áreas identificadas cm priritárias, incluind frmaçã em primeirs scrrs. Os critéris anterires estã garantids e cnslidads. A mudança de nível implica: A Equipa de SE desenvlve prjets de investigaçã-açã que cncrrem para s bjetivs d PNSE. 51 O prjet de PES da Escla, assente na prmçã hlística da saúde, abrda s tópics de saúde cnsiderads lcalmente priritáris, que tem pr base um diagnóstic de saúde e bem-estar da ppulaçã esclar. A Equipa SE apia as crianças cm NSE, tem um PSI cm a caracterizaçã da situaçã e utiliza a terminlgia da CIF. Nível 3 Ou Platina A equipa SE em articulaçã cm s parceirs, elabra Perfil de Segurança e Saúde da Escla. A Equipa SE em articulaçã cm s parceirs, elabra Perfil de Sustentabilidade Ambiente e Saúde da Escla. A Equipa SE em articulaçã cm s parceirs, dinamiza prjets de avaliaçã ds riscs, prevençã de acidentes e prmçã da mbilidade segura e sustentável. A Equipa SE integra Gabinete de Infrmaçã e Api a Alun num hrári definid, dinamiza u apia prjets u ações específicas que cntribuem para a saúde e bem-estar. A Equipa SE inclui s aluns cm insucess esclar n cnceit de crianças e jvens cm NSE. A Equipa de SE é um recurs frmativ da Escla para a melhria da literacia em saúde da cmunidade educativa. A invaçã exige empenh, algum engenh e arte e, também, predispsiçã para aceitar as prtunidades de mudança. A invaçã é, prtant, um prcess practiv, dinâmic, criativ e renvadr. Invar em cntext esclar implica a cngregaçã de esfrçs multissectriais que, pela timizaçã ds recurss existentes (humans, físics, tecnlógics e nrmativs), pela partilha de infrmaçã, d cnheciment, de experiências e de resultads, cnduza à melhria efetiva da saúde e a bem-estar da cmunidade educativa. O PNSE 2014 privilegia esta intervençã evlutiva e renvadra, clcand enfque n desenvlviment e aperfeiçament das práticas já implementadas pelas Equipas de Saúde Esclar, n que se refere à Prmçã da Saúde, da Sustentabilidade, da Segurança e d Sucess da cmunidade educativa.

60 2.3. Investigaçã e bas práticas N âmbit d PNSE 2014, a investigaçã deve ter sempre subjacente seu bjetiv geral, que é de cntribuir para a melhria da literacia em saúde, adçã de estils de vida saudáveis, inclusã, ambiente esclar segur e sustentável das crianças e ds jvens. A investigaçã em saúde esclar deve, pr iss, cnsiderar tds s mdels, embra se recnheça que se deve dar ênfase as que melhr se enquadram ns seus bjetivs. Numa 52 perspetiva glbal, cnsiste em aplicar s diverss métds e s diferentes tips de investigaçã, em paralel cm s bjetivs d Prgrama e cm s determinantes sciais, ecnómics, educacinais, relacinais e ambientais que afetam s estils de vida das crianças e ds jvens, num cntext específic chamad Escla. Este é, naturalmente, um desiderat cmplex que, apesar da investigaçã já prduzida, cntinua a ser um camp de questões, reflexões e evidências ainda cm muit pr explrar. A investigaçã em saúde esclar, que cntribua para s bjetivs d Prgrama, é uma das áreas que, n futur, merecerá tda a atençã e api. Neste cntext, a investigaçã fundamental u aplicada deve prmver uma cadeia de valr, entendida cm s prcesss que cnduzem a ganhs em saúde. Em Saúde Esclar há, cm frequência, necessidade de aplicar às práticas d dia a dia um mdel de investigaçã, a que chamams investigaçã-açã na qual s própris grups-alv assumem a respnsabilidade de decidir sbre as mudanças necessárias, send as suas interpretações e análises críticas usadas cm base para mnitrizar, avaliar e decidir s passs seguintes da investigaçã. Este mdel de investigaçã-açã aumenta a qualidade d prcess e a qualidade das respstas. A investigaçã em saúde é uma missã das unidades de saúde, mas requer prfissinais diferenciads cm frmaçã científica, cmpetências para elabrar e validar amstras e instruments de medida, bem cm para analisar dads e cmunicar resultads. A área da prmçã da literacia em saúde e da capacitaçã têm um interesse crescente na investigaçã em saúde esclar, pis é cada vez mais imprtante usar as medidas realmente eficazes na prmçã de estils de vida saudáveis e na reduçã ds cmprtaments de risc na adlescência.

61 N âmbit d PNSE 2014, pretende-se apiar a investigaçã, seja ela prpsta pelas instituições da saúde, pela escla u pela academia, desde que prmva a melhria d cnheciment científic e cntribua para a qualidade, invaçã e prgress. A crescente diversificaçã e sfisticaçã das tecnlgias têm um valr acrescid na cadeia de investigaçã, reduzind custs e recurss e melhrand acesss, prcesss, partilha de infrmaçã e cmunicaçã. A investigaçã em saúde esclar tem nbre bjetiv de cntribuir para melhrar a 53 evidência científica sbre sluções que funcinam, pnts crítics, mudanças desejáveis e para identificar caminhs que cnduzam a desenvlviment ds cidadãs e ds prfissinais. Tud ist pde, igualmente, ser frut da mnitrizaçã, benchmarking e avaliaçã ds prcesss e ds resultads que permitam identificar bas práticas, já que benchmarking cnsiste na prcura das melhres práticas para ser igual u melhr. Pretende-se cm estes prcesss identificá-las e divulgá-las, criand, assim, um leque de prtunidades para tds. A DGS dispõe de alguns instruments de diagnóstic que, quand slicitads, pderã ser dispnibilizads e pderá, eventualmente, cnstituir-se cm um cnsultr para a investigaçã em saúde esclar.

62 2.4. Orientações e Recmendações A lng ds ans Sectr da Saúde tem cperad cm Sectr da Educaçã na rientaçã e nrmalizaçã de áreas específicas, cm sejam: a área da alimentaçã, apiand regime da fruta esclar e s prduts que devem ser distribuíds na Escla; a área da educaçã sexual nde a Saúde assegura a acessibilidade ds jvens às unidades de saúde; a área da segurança e higiene ds estabeleciments de educaçã, tend cntribuíd 54 para a mdernizaçã de muits. Na área da prmçã e educaçã para a saúde s exempls sã váris: linhas rientadras da educaçã sexual em mei esclar, referenciais sbre educaçã alimentar e atividade física, sexualidade e infeções sexualmente transmissíveis (IST), prevençã d cnsum de substâncias psicativas e saúde mental e prevençã da vilência em mei esclar. N âmbit d PNSE 2014, existe um enrme ptencial de nrmalizaçã clabrativa entre s dis sectres, em áreas de precupaçã cmum, para as quais a Saúde e a Educaçã devem fazer recmendações cnjuntas. Destaque para: Inclusã de crianças cm necessidades de educaçã e saúde; Acess as serviçs de saúde das crianças que beneficiem de api scial, cm vista à melhria da equidade em saúde, em especial das crianças que frequentam Esclas ds Territóris Educativs de Intervençã Priritária (TEIP); Desprt esclar e prmçã da atividade física, valrizand a sua prática diária e a sua imprtância na saúde e na reduçã ds riscs de denças; Sustentabilidade ambiental, enquant determinante da saúde das crianças; Segurança esclar e saúde, na perspetiva da educaçã para risc e sua gestã, e para a adçã de cmprtaments segurs; Impact das nvas tecnlgias na saúde das crianças. Na área ds determinantes das denças transmissíveis e nã transmissíveis, a intervençã da saúde esclar é muit mais que uma decisã clínica para a resluçã de um prblema de saúde, pis envlve um cntext cmunitári que exige uma ba gestã da infrmaçã, simplificaçã das mensagens, cmprmiss intern e extern e incerteza ns resultads.

63 A nrmalizaçã de prcediments para uma dença transmissível, uma situaçã de pediculse u um surt gripal numa escla requer, muitas vezes, a intervençã ds serviçs de saúde pública e das equipas de saúde esclar na decisã, n acmpanhament e n esclareciment. N âmbit d PNSE, a elabraçã de rientaçã técnicas, a sua divulgaçã e implementaçã, assim cm seu acmpanhament/mnitrizaçã em matéria de resultads cnstituem um element-chave para garantir a melhria da saúde da ppulaçã esclar. 55 Em funçã das matérias cnsideradas mais prevalentes na cmunidade educativa, as nrmas e rientações serã elabradas pr perits, sciedades científicas, universidades u instituições prestadras de cuidads, tend em cnta a evidência científica mais atual e respeit pel cumpriment ds princípis étics e da transparência.

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65 3. Parcerias Um ds pnts crítics para sucess da intervençã da Saúde na Escla é envlviment de parceirs e alinhament das plíticas ds diverss sectres para a btençã de mais ganhs em saúde da cmunidade educativa. O recnheciment desse valr cmeçu a nível nacinal cm a assinatura de um Prtcl de Clabraçã entre a Direçã-Geral da Educaçã (MEC) e a Direçã-Geral da Saúde (MS), 57 em 26 de fevereir de 2014, cm bjetiv de clabrar a nível técnic, científic, pedagógic e lgístic, n sentid de prmver a Educaçã para a Saúde, desenvlver prjets de prmçã de estils de vida saudáveis assentes n desenvlviment de cmpetências sciais e emcinais, em tds s níveis de educaçã e ensin. Em Saúde Esclar, sectr da Educaçã é parceir principal para a prmçã da saúde nas esclas, numa abrdagem que se pretende hlística e glbal, influenciand ambiente e a plítica esclar e intrduzind transversalmente, em cada nível de educaçã e ensin, cnteúds de saúde n currícul. Neste âmbit, a parceria cm a Educaçã, pde permitir: Ptenciar a peracinalizaçã d PNSE 2014 e aumentar nível de literacia em saúde; Realizar frmaçã cnjunta de prfissinais da educaçã e da saúde. A Saúde em Tdas as Plíticas é uma estratégia de abrdagem intersectrial, baseada na evidência de que as ações e plíticas de utrs sectres fra da saúde têm repercussões psitivas u negativas na saúde e na equidade 60. Visa a btençã de ganhs em saúde e qualidade de vida, através de intervenções dirigidas as grandes determinantes sciais da saúde, pel que as Autarquias, sectr privad e terceir sectr sã parceirs essenciais. Outrs atres u instituições alinhads cm PNSE 2014, num esfrç sustentad e fcalizad na justiça scial, equidade e qualidade, que pssam cntribuir para uma cultura de respnsabilidade, envlviment e participaçã, sã bem-vinds, seja a nível nacinal, reginal u lcal. As parcerias em Saúde, pels cntributs, pel knw hw, pelas cmpetências e pr serem recurss ptenciais, sã uma mais-valia e cntribuem para a capacitaçã da cmunidade. 60 Kickbusch E, 2007; Svenssn PG, 1988, citad em Plan Nacinal de Saúde,

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67 4. Frmaçã O PNSE 2014 fca tópics de saúde e de educaçã, áreas sciais e ambientais, metdlgias de planeament e avaliaçã que exigem ds prfissinais de saúde frmaçã inicial e cntínua que lhes permita suprir eventuais lacunas da sua frmaçã de base. N âmbit d PNSE 2014, trabalh é iminentemente intersectrial e interdisciplinar. Quem implementa deve ter prtunidades frmativas que permitam desenvlver 59 cmpetências para trabalhar em cnjunt cm representantes de utrs sectres, dialgar, negciar e reslver cnflits. O trabalh pr prjet exige dmíni de uma metdlgia própria que se aprende e se treina. Prmver a literacia em saúde é integrar n desenvlviment das cmpetências cgnitivas a cmpreensã da infrmaçã de saúde e d funcinament ds sistemas de prestaçã de cuidads e é, também, descdificar mensagens e ajudar na tmada de decisã. Na Escla, s prfissinais de saúde pdem descnstruir mits e crenças e cnstruir valres e mtivaçã para a mudança de cmprtaments em saúde. Esta é uma área que exige ds prfissinais sólids cnheciments, cmpreensã das diferenças, respeit pelas culturas e capacidade de cmunicar saúde. Outras áreas cm a gestã das emções, cnflits e tmada de decisã necessitam de frmaçã prévia ds prfissinais de saúde e de educaçã. Capacitar a cmunidade educativa é um lng prcess que tem cm pnt de partida a melhria de cmpetências ds seus diverss grups (pais/encarregads de educaçã, aluns, prfessres e utrs) para avaliar, analisar e agir em prl da sua saúde e, num cntext de prtunidades, desenvlver aptidões e ter um papel ativ n prgress da sua cmunidade. Prevê-se a realizaçã de frmaçã em serviç para prfissinais de saúde e áreas afins cm respnsabilidade na saúde da cmunidade educativa, visand a criaçã de blsas de frmadres em saúde esclar em tdas as ARS. N âmbit da frmaçã académica, ns curss prfissinais e ns curss superires, prpõe-se a inclusã das áreas de intervençã que a saúde esclar precniza. N âmbit da frmaçã pós-graduada, serã feitas diligências junt das Universidades para a criaçã de prgramas de atualizaçã, de aperfeiçament e de curss que permitam a

68 btençã de grau académic, nmeadamente prgramas de mestrad e de dutrament em saúde esclar. 60

69 IV Organizaçã e estrutura executiva Para uma ba gestã d PNSE 2014, a nível nacinal, será criada uma estrutura executiva de crdenaçã, nrmalizaçã, implementaçã, avaliaçã e cnsultadria técnica, cm vista à maximizaçã ds ganhs em saúde da cmunidade educativa à integraçã ds diverss sectres da sciedade que a pdem influenciar. 61 Organizaçã a nível nacinal O PNSE 2014 é gerid pr um Crdenadr d Prgrama e uma equipa técnica a nível da DGS. A Crdenaçã d Prgrama é apiada pels respnsáveis d PNSE em cada ARS. Crdenaçã nacinal tem as seguintes cmpetências: Elabraçã de rientações técnicas e nrmativas; Acmpanhament, mnitrizaçã e avaliaçã d PNSE; Investigaçã (delineament de estuds periódics nas diferentes áreas de intervençã, criaçã das cndições para a sua execuçã e análise ds resultads); Cnstituiçã e gestã de grups de trabalh; Frmaçã. Cnselh Executiv: É cnstituíd pel Crdenadr d PNSE 2014, pels Crdenadres de Saúde Esclar de tdas as ARS e pr um representante da Direçã-Geral da Educaçã. Reúne, pel mens, quatr vezes pr an e sempre que necessári, para validaçã de Orientações e Nrmas a emitir pela DGS. Grup de Perits: É cnstituíd pels Crdenadres Reginais e pr perits pr eles prpsts, de entre prfissinais cm cnheciment e experiência em saúde esclar, de qualquer unidade funcinal u serviç de saúde. Este grup deve cnstituir uma blsa de cnsultres e de técnics que pdem ser chamads a prnunciar-se sbre matérias específicas.

70 Reúne, regularmente, para elabraçã e discussã de Orientações e Nrmas, a emitir pela DGS. Cnselh Cnsultiv: É cnstituíd pr representantes da administraçã pública e da sciedade civil, nmeadamente de rdens prfissinais da área da saúde, de sciedades científicas, de instituições académicas, e ainda, pr representantes de utras rganizações nã-gvernamentais (cm, pr exempl, Cnfederaçã das Assciações de Pais) e de assciações (cm, pr exempl, Assciaçã Nacinal 62 de Municípis). Reúne, pel mens, uma vez pr an, para apreciar s dcuments de trabalh nacinais de api a PNSE, pdend essa apreciaçã ser efetuada em sede de reuniã u pr recurs às TIC. Os diferentes Prgramas Nacinais da DGS, priritáris u nã, e s Prgramas Reginais das ARS, sempre que pretendam prpr prjets (de intervençã u de investigaçã) a desenvlver em cntext esclar, devem incrprá-ls n Prgrama de Saúde Esclar. A cnceçã das ações e a sua implementaçã devem ser sempre desenvlvidas através d Prgrama e cntribuir para s seus bjetivs. Os diretres ds Prgramas Nacinais, sciedades científicas, assciações e rganizações da sciedade civil pderã prpr prjets para serem desenvlvids n âmbit da Saúde Esclar, desde que garantam a alcaçã de meis para a sua implementaçã. As prpstas de prjets u de clabraçã devem ter em cnta cicl de planeament em saúde esclar (an letiv), ficand salvaguardada a independência técnic-científica da avaliaçã pr esta Cmissã e a clabraçã na seleçã de estratégias de intervençã e na elabraçã de materiais didátics e pedagógics. Organizaçã a nível reginal Em cada ARS, a gestã d PNSE é da respnsabilidade d Departament de Saúde Pública (DSP). O Cnselh Diretiv da ARS designa um Respnsável Reginal, sb prpsta d Diretr d DSP.

71 O Respnsável Reginal d Prgrama deve prpr a nmeaçã de uma equipa técnica, cnstituída pr prfissinais cm cnheciment e experiência na área, pel mens um médic, um enfermeir e utr técnic de saúde, cm um mínim de trinta e duas hras semanais para tda a equipa. Cada element da equipa reginal deverá ter, n mínim, it hras semanais. Organizaçã a nível lcal 63 Em cada ACES/Unidade Lcal de Saúde (ULS), a gestã d PNSE é da respnsabilidade da USP cm cntribut das restantes unidades funcinais e deve ser sujeit a prcess de cntratualizaçã. Cabe à USP a gestã d PNSE O Crdenadr da USP prpõe a Diretr Executiv d ACES / Presidente d Cnselh de Administraçã da ULS: A designaçã de um respnsável pel PNSE n ACES/ULS, qual deve pertencer à USP; A designaçã de uma Equipa Gestra de SE d ACES/ULS. Esta equipa deverá ter, pel mens, cinc hras mensais pr element e é respnsável pela elabraçã, acmpanhament e avaliaçã d Plan de Açã da Saúde Esclar d ACES/ULS; As Equipas Lcais de SE d ACES/ULS sã cnstituídas pr prfissinais cm hras atribuídas, de acrd cm parque e ppulaçã esclares. Estas equipas deverã ser multidisciplinares e integrar elements das diferentes Unidades Funcinais (médics, enfermeirs, higienistas rais, técnics de saúde ambiental, técnics de serviç scial, psicólgs, psicpedaggs, terapeutas da fala, terapeutas cupacinais, fisiterapeutas, nutricinistas, assistentes técnics u utrs); Cada Equipa Lcal de SE d ACES/ULS deve ter um núcle cmpst pr médic, enfermeir e técnic de saúde ambiental, cm uma carga hrária de referência de 30 hras/semana, pr cada grup de 2500 aluns, a ajustar em funçã d númer de esclas e da dispersã gegráfica.

72 O órgã de gestã d ACES/ULS garantirá que as equipas de saúde esclar sejam cnstituídas pr prfissinais das diferentes unidades funcinais d ACES (USP, UCC, USF, UCSP e URAP), de acrd cm as áreas de intervençã, s recurss necessáris/dispníveis e as características gedemgráficas d ACES/ULS. Os representantes da Saúde, ns Cnselhs Municipais de Educaçã, devem ser, sempre que pssível, designads de entre s elements da equipa de saúde esclar, ns terms d n.º 5 d art.º 12.º d Decret-lei n.º 28/2008 de 22 de fevereir, republicad pel Decret-lei 64 n.º 137/2013 de 7 de utubr. N cas de existirem representantes da Saúde ns Cnselhs Gerais das Esclas, estes devem ser designads de entre s elements da Equipa de Saúde Esclar. O prfessr Crdenadr da Prmçã da Saúde n Agrupament de Esclas pde integrar a equipa de Saúde Esclar d ACES/ULS. A nível lcal, sã cnstituídas equipas, a quem cmpete a implementaçã e a peracinalizaçã d PNSE. Estrutura Executiva O PNSE tem a seguinte estrutura executiva: Cnselh executiv Crdenadr nacinal Crdenadres de tdas as ARS Representante da Educaçã Grup de perits Serviçs de saúde pública ACES e ULS Centrs Hspitalares cm pediatria Outrs Serviçs Cnselh cnsultiv Representantes de recnhecid mérit da: Saúde pública Saúde esclar Infância e adlescência Prgramas priritáris de saúde Regiões Autónmas Administraçã pública Sciedades científicas Ordens prfissinais Sciedade civil FUNÇÕES: Planeament, implementaçã, mnitrizaçã, avaliaçã e divulgaçã de bas práticas. Validaçã das Orientações Técnicas e das Nrmas a emitir pela DGS n âmbit d PNSE. FUNÇÕES: Participa na elabraçã de Orientações Técnicas e Nrmas sbre saúde esclar e matérias afins. FUNÇÕES: Cnsultadria técnica para apreciaçã ds dcuments nacinais prduzids de api a PNSE.

73 V Avaliaçã d Prgrama As atividades d PNSE 2014 estã rientadas para a btençã de maires ganhs em saúde na cmunidade educativa, em especial das crianças e jvens. A avaliaçã das atividades d Prgrama, cm prcess de análise aprfundada d seu impact na saude e ds seus determinantes, utiliza um cnjunt de indicadres que 65 permitem aferir em que medida as intervenções estã de acrd cm planead e s resultads btids crrespndem a esperad, ist é, acrescentem mais-valia em saúde. Os indicadres, quand sustentads na melhr evidencia cientifica dispnível e quand selecinads cm rigr, sã a ferramenta que melhr se aprxima d cnheciment em saúde e ds fatres que a influenciam, permitind melhrar a gestã d prcess e ds seus resultads e prmver a melhria cntínua da qualidade em saúde. Os indicadres d PNSE caraterizam a ppulaçã esclar, avaliam a prdutividade das Equipas de Saúde Esclar, a acessibilidade a cuidads de saúde das crianças e jvens cm necessidades de saúde especiais, a efetividade e a eficiência das intervenções de prmçã da saúde na Escla. Na senda de um Quadr de Avaliaçã e Respnsabilizaçã em Saúde Esclar (QUARSE) fi selecinad um set mínim de indicadres, cuja matriz faz parte integrante d Prgrama. Prprçã de ACES cm PNSE: Incluíd n Plan de atividades anual e plurianual d ACES; Cm crdenaçã d Prgrama; Cm as Equipas de Saúde Esclar necessárias; Objet de cntratualizaçã pelas Unidades Funcinais; Cm prjets de investigaçã-açã que cncrrem para s bjetivs d PNSE. Prprçã de ACES cm parceria cm s AE/Esclas nã Agrupadas para desenvlviment d PNSE: Esclas abrangidas pel PNSE, segund nível de educaçã e ensin (Pré- Esclar, 1.º CEB, 2.º CEB, 3.º CEB e Ensin Secundári);

74 Prprçã de aluns abrangids pel PNSE, segund nível de educaçã e ensin (Pré-Esclar, 1.º CEB, 2.º CEB, 3.º CEB e Ensin Secundári); Prprçã de pessal dcente, em exercíci abrangid pel PNSE, segund nível de educaçã e ensin. Prprçã de ACES cm PNSE prjets de prmçã da saúde e bem-estar, segund nível de educaçã e ensin (Pré-Esclar, 1.º CEB, 2.º CEB, 3.º CEB e Ensin Secundári): 66 Cm prjets elabrads e desenvlvids em cnjunt; Cm prjets elabrads segund uma metdlgia de trabalh assente ns cinc passs e nas seis cmpnentes das EPS; Cm prjets de desenvlviment sciemcinal ds aluns; Cm base num diagnóstic de saúde e bem-estar da ppulaçã esclar. Cm prjets assentes num diagnóstic d nível de literacia em saúde da cmunidade educativa; Prprçã de aluns abrangids pr prjets de prmçã da saúde e bemestar em Esclas cm PNSE, segund cmprtament de saúde fcad: Saúde mental e emcinal; Educaçã alimentar/padrã alimentar mediterrânic/ Atividade física; Saúde ral; Cuidads psturais e prevençã ds prblemas musculesquelétics; Mbilidade segura e prevençã de acidentes; Educaçã ambiente e saúde; Prmçã ds afets e educaçã para a sexualidade; Cmprtaments aditivs e dependências (tabac, álcl e utras substâncias psicativas); Prprçã de utrs elements da cmunidade educativa abrangids pr prjets de prmçã da saúde e bem-estar em Esclas cm PNSE. Prprçã de aluns cm Necessidades de Saúde Especiais acmpanhads n pré-esclar e n 1.º cicl d EB: Pr prblemas de saúde u dença crónica; Cm um Plan de Saúde Individual.

75 Cm um Plan de Saúde Individual e utilizaçã da terminlgia da CIF Pr insucess esclar; Cm api de equipa multidisciplinar; Incluíds n cnceit de NSE Prprçã de Esclas seguras e saudáveis, abrangidas pel PNSE: Cm cndições de segurança d edifíci esclar, d recrei e ds equipaments de desprt e d espaç peri-esclar adequadas; Cm cndições de segurança d edifíci esclar, d recrei e ds equipaments de desprt e d espaç peri-esclar e avaliaçã d seu impact na saúde; Cm mnitrizaçã ds aluns vítimas de acidentes esclares e periesclares segund nível de educaçã e ensin (Pré-Esclar, 1.º CEB, 2.º CEB, 3.º CEB e Ensin Secundári); Cm prjets de avaliaçã ds riscs, prevençã de acidentes e de prmçã da mbilidade segura e sustentável; Cm Perfil de Segurança e Saúde da Escla. 67 Prprçã de Esclas sustentáveis e saudáveis, abrangidas pel PNSE: Cm qualidade d ar interir e/u da água de cnsum human e/u ds espaçs esclares cnstruíds adequads; Cm avaliaçã ds riscs ambientais da escla e d espaç peri-esclar cm impact na saúde. Cm Perfil de Sustentabilidade Ambiente e Saúde da Escla. Parcerias da Equipa de Saúde Esclar na implementaçã d PNSE: Clabra n Gabinete de Infrmaçã e Api a Alun, pntualmente, Clabra cm Gabinete de Infrmaçã e Api a Alun em hrári definid; Clabra cm Gabinete de Infrmaçã e Api a Alun num hrári definid, dinamiza u apia prjets u ações específicas que cntribuem para a saúde e bem-estar. Desenvlve prjets de frmaçã nas áreas identificadas cm priritárias, incluind frmaçã em primeirs scrrs e literacia em saúde da cmunidade educativa.

76 Percentagem de aluns cm excess de pes as 6 e 13 ans de idade; Percentagem de aluns bess as 6 e 13 ans de idade; Percentagem de aluns que praticam atividade física as 15 ans de idade; Percentagem de aluns que cnsmem tabac as 15 ans de idade; Percentagem de aluns que cnsmem álcl as 15 ans de idade; Percentagem de aluns cm dença crónica (asma, diabetes, epilepsia e utras) 68

77 VI Glssári de terms Capacidade de um prfissinal de saúde, equipa, rganizaçã u sistema de saúde É uma aptidã para desempenhar de frma efetiva, eficiente e sustentável as funções definidas, cntribuind, assim, para a missã, plíticas e bjetivs estratégics da equipa, rganizaçã e sistema de saúde Capacitaçã Em ligaçã à prmçã da saúde surge para descrever prcess de desenvlviment de cmpetências pessais, sciais e de sistemas para prduzirem mudanças psitivas, frtalecend as suas capacidades para reslver prblemas cm efetividade 13. Capacitaçã da Cmunidade caracteriza-se pel aument das cmpetências ds seus grups para definir, avaliar, analisar e agir sbre as necessidades em educaçã, saúde e utrs camps ( ) 13. Cmunidade Sã grups de pessas que pdem u nã ser cnectadas espacialmente, mas que partilham interesses cmuns, precupações u identidades. As Cmunidades pdem ser de âmbit lcal, nacinal, internacinal u mesm de natureza glbal, pdend ter interesses específics u gerais 61,62. Cmunidade Educativa Cnstituída pels aluns, prfessres, educadres, pais e encarregads de educaçã e pessal nã dcente 63. DALY (Disability Adjusted Life Years) é a sma ds ans de vida perdids pr mrte prematura mais s ans de vida vivids cm incapacidade. Um DALY equivale a um an de vida saudável, perdid. Efetividade Medida d grau de cncretizaçã ds bjetivs u efeits previamente definids, nas cndições reais de execuçã de um prjet n terren 64. Eficácia Medida d grau de cncretizaçã ds bjetivs u efeits pretendids de uma dada intervençã u tecnlgia, em cndições ideais da sua aplicaçã Laverac G. wrking dcument fr discussin at the 7th Glbal Cnference n Health Prmtin, "Prmting Health and Develpment: Clsing the Implementatin Gap". Nairbi, Kenya; 2009 ut WHO. Health Prmtin, Cmmunity Empwerment. Dispnível em 63 Diári da República n.º 79, 1ª Série, de 22 de Abril de Decret-Lei n.º 75/2008 de 22 abril. 64 Saúde na Cmunidade. Guia Orientadr para elabraçã de indicadres. DGS, DSMIA, 2003

78 Eficiência - Medida d grau de cncretizaçã ds bjetivs u efeits pretendids de uma dada intervençã, tecnlgia u prjet, em funçã ds recurss gasts (hras de trabalh, unidades mnetárias, etc.) 64. Empderament (Empwerment) Refere-se a prcess pel qual as pessas adquirem cntrl sbre s fatres e decisões nas suas vidas. É prcess pel qual as pessas aumentam s seus ativs e atributs e adquirem capacidades de acess, estabelecem parcerias, redes e/u uma vz, a fim de bter 70 cntrl. Empderament Cmunitári Refere-se a prcess de capacitar as cmunidades para aumentarem cntrl sbre as suas vidas. Este cnceit na perspetiva de Laverac resulta da junçã ds cnceits de cmunidade e empwerment. Escla Prmtra de Saúde - É um espaç rganizad em terms humans e técnics, empenhad em prprcinar a aquisiçã de cmpetências pessais e sciais que permitam as indivídus e as grups melhrar a gestã da sua saúde e agir sbre fatres que a influenciam 65. Estratégia ( ) cnjunt de atividades cncebidas de frma a serem aplicadas em fases crnlgicamente sucessivas para, cm base ns recurss dispníveis, se atingir uma determinada finalidade 66. Excess de Pes 67 De acrd cm s critéris da OMS excess de pes (pré-besidade + besidade) é definid quand IMC/idade é igual u superir a +1 desvi padrã (DP) da mediana da referência equivalente a Percentil 85, cincidente cm IMC de 25Kg/m 2 na idade adulta. O pnt de crte para a besidade é cnsiderad quand IMC/idade é +2 DP (equivalente a Percentil 97), cincidente as 19 ans cm IMC = 30Kg/m 2. Literacia Cnsiste na capacidade para identificar, cmpreender, interpretar, criar, cmunicar e usar as nvas tecnlgias, de acrd cm s diverss cntexts. A Literacia envlve um prcess cntínu de aprendizagem que capacita indivídu a alcançar s seus bjetivs, a desenvlver s seus ptenciais e 65 Centr de Api Nacinal à Rede Nacinal de Esclas Prmtras de Saúde. A Rede Nacinal de Esclas Prmtras de Saúde. Lisba: Ministéri da Educaçã; Last, J.M. (1988). Um Dicinári de Epidemilgia.2ªed. Lisba: Departament de Estuds e Planeament da Saúde. 67 Prtugal. Ministéri da Saúde. Institut Nacinal de Saúde Dr. Ricard Jrge (INSA, IP). Childhd Obesity Surveillance Initiative_COSI Prtugal. Direcçã-Geral da Saúde: Rit AI, Paixã E, Carvalh MA, Rams C. Lisba:INSA, IP; 2011.

79 seu cnheciment, de md a pder participar de frma cmpleta na sciedade 68. Input Categria que, segund mdel de Dnabedian, descreve a estrutura, s cnceits e s meis u recurss utilizads, para a prduçã de serviçs u mercadrias. Também se pde designar pela palavra entradas 64. Literacia funcinal/básica Cmpetências suficientes para ler e escrever, permitind um funcinament efetiv nas atividades d dia a dia 13. Literacia interativa/cmunicativa Aptidões cgnitivas e de literacia mais avançadas 71 que, em cnjunt cm as aptidões sciais, pdem ser usadas para participar nas atividades d dia a dia, para extrair infrmaçã e significads a partir de diferentes frmas de cmunicaçã e aplicar essa nva infrmaçã 69. Literacia Crítica Cmpetências cgnitivas mais avançadas que, juntamente cm as aptidões pessais, pdem ser usadas para participar nas atividades d dia a dia, para extrair infrmaçã e significads a partir de diferentes frmas de cmunicaçã e aplicar essa nva infrmaçã. Literacia em Saúde Definida cm as habilidades cgnitivas e sciais que determinam a mtivaçã e a capacidade ds indivídus para bter acess a cmpreender e utilizar a infrmaçã de frma a prmver e manter uma ba saúde 70. Obesidade Infantil Ocrre quand percentil d IMC Outcme Categria que, segund mdel de Dnabedian, descreve impact, ist é, a mudança bservada na sciedade atribuível a prgrama/prjet 64. Output Categria que, segund mdel de Dnabedian, descreve (s) prduts imediat(s), também designads pr saídas 64. Pré-besidade Infantil Ocrre quand percentil d IMC Prmçã da Saúde É prcess que visa aumentar a capacidade ds indivídus e das cmunidades para cntrlarem a sua saúde, n sentid de a melhrar. Para atingir um estad de cmplet bem-estar físic, mental e scial, indivídu 68 UNESCO (2009). United Natins Literacy Decade, Internatinal Strategic Framewrk fr Actin. Dispnivel em p Literacia em saúde mental. Capacitar as pessas e as cmunidades para agir. Série Mngráfica Educaçã e investigaçã em Saúde. N.º 8. Escla Superir de Enfermagem de Cimbra, Mitic W, Kanj M. Individual Empwerment, wrking dcument fr discussin at the 7th Glbal Cnference n Health Prmtin, "Prmting Health and Develpment: Clsing the Implementatin Gap":Health Literacy and Health Prmtin. Definitins, Cncepts and Examples in the Eastern Mediterranean Regin. Nairbi, Kenya; 2009 ut WHO. Child Grwth Standards: Grwth reference 5-19 years. WHO Reference Dispnivel em

80 u grup deve estar apt a identificar e realizar as suas aspirações, a satisfazer as suas necessidades e a mdificar u adaptar-se a mei. Assim, a saúde é entendida cm um recurs para a vida e nã cm uma finalidade de vida (WHO, 1986). 72

81 Referências I. Autridade Nacinal de Segurança Rdviária (2013). Hmepage. Dispnível em II. Carvalh, Jana e Frang, Paula (2011). Linhas de Orientaçã para Desenh da Intervençã Preventiva n Cnsum de Substâncias Psicactivas Lícitas e Ilícitas. Lisba: IDT - Núcle de Prevençã - Departament de Intervençã na Cmunidade. III. Cmissã das Cmunidades Eurpeias, CCE. (2005). Livr Verde: melhrar a saúde mental da ppulaçã. Rum a uma estratégia de saúde mental para a uniã eurpeia. Bruxelas:CCE. Dispnível em IV. Cllabrative fr Academic, Scial and Emtinal Learning (2013). Effetive Scial and Emtinal Learning Prgrams, preschl and elementary Schl Editin. Chicag: CASEL. Dispnível em: V. Cmissã Nacinal de Prteçã das Crianças e Jvens em Risc (2013). Hmepage. Dispnível em VI. Cmissã Nacinal de Prteçã das Crianças e Jvens em Risc (2012). Relatóri Anual de Avaliaçã da Atividade das Cmissões de Prteçã de Crianças e Jvens. Acess em nvembr 12, 2013, de VII. Currie, C., et al (2012). Scial determinants f health and well-being amng yung peple. Health Behaviur ins Schl-aged children (hbsc)study, Internatinal reprt frm de 2009/10 survey. Cpenhaga: wh Reginal Office fr Eurpe, Acess em utubr 27, Dispnível em data/assets/pdf_file/0003/163857/scial-determinants-f-health-and-wellbeing-amng-yung-peple.pdf VIII. Direçã-Geral da Educaçã (2012). Bufetes Esclares Orientações. Dispnível em IX. Direçã-Geral da Educaçã (2012). Alergias Alimentares Referencial. Dispnível em X. Direçã-Geral da Educaçã (2012). Oferta Alimentar em Mei Esclar Lista de Verificaçã. Dispnível em XI. Direçã-Geral da Educaçã (2013). Circular n.º 3/DSEEAS/DGE/2013. Orientações sbre ementas e refeitóris esclares Dispnível em XII. Direçã-Geral da Saúde (2013). Prgrama Nacinal Prmçã de Alimentaçã Saudável. Platafrma cntra a besidade. Acess em Nvembr 17, 2013, de d=113 XIII. Durlak, J.A., Dymnicki, A.B., Schellinger, K.B., Taylr, R.B., & Weissberg, R.P. (2011). The Impact f Enhancing Students`s Scial and Emtinal Learning: A Meta-Analysis f Schl-Based Universal Interventins. Child Develpment, 82(1), di: /j x. XIV. Durlak, J.A., Weissberg, R.P., Pachan, M. (2010). A Meta-Analysis f After-Schl Prgrams That Seek t Prmte Persnal and Scial Skills in Children and Adlescents. American Jurnal f Cmmunity Psychlgy, 45, di: /s XV. Elias, M.J., Frey, K.S., Greenberg, M.T., Haynes, N.M., & Weissberg, R.P. (1997). Prmting scial and emtinal learning: guidelines fr educatrs.alexandria, VA: Assciatin fr Supervisin and Curriculum Develpment. XVI. EMCDDA (2011). Eurpean drug preventin quality standards. A manual fr preventin prfessinals. Luxemburg: Publicatins Office f the Eurpean Unin. EMCDDA Manuals N 7. XVII. Eurpean Cmissin (2011). Eurstat, Yur Key t Eurpean Statistics. Acedid em nvembr 14, 2013, site atualizad set 09, Dispnível em XVIII. Eurpean Mnitring Centre fr Drugs and Drug Addictin - EMCDDA (2011). The State f Drugs Prblem in Eurpe. Luxemburg: Publicatins Office f the Eurpean Unin. Acess em Nvembr 15, 2013, de / XIX. Fleischer, L. (2010). Develping Emtinal Literacy: Transitin Planning fr Yuth at Risk. Reclaim children and Yuth Jurnal, 19 (1), Dispnível em

82 XX. Guerra, N.G., & Bradshaw, C.P. (2008). Linking the preventin and psitive yuth develpment: cre cmpetencies fr psitive yuth develpment and risk preventin. New Directins fr Child and Adlescent Develpment, 122, XXI. Gulbenkian Glbal Mental Health Platfrm (2013). Acess em nvembr 20, Dispnível em XXII. Institut Nacinal de Estatística, IP - Prtugal (2013). Hmepage. Dispnível em XXIII. Internatinal Juvenile Justice Observatry (2013). Hmepage. Dispnível em XXIV. Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Nva de Lisba (2013). Estud Epidemilógic Nacinal de Saúde Mental, 1º Relatóri. Lisba: Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Nva de Lisba. XXV. Ministéri da Educaçã (1986). Lei de Bases d Sistema Educativ. Lei n.º 46/86, D.R. n.º 237, Série I, de Acess em Outubr 31, 2013, de XXVI. Pigatt, N. (2010). A dcência e a vilência estudantil n cntext atual. Ensai: aval. pl. públ. Educ., 18(67), Dispnível em XXVII. Ministéri da Educaçã e Ministéri da Saúde. Cmissã de Crdenaçã da Prmçã e Educaçã para a Saúde (2001). A Rede Nacinal de Esclas Prmtras de Saúde. Lisba: Ministéri da Educaçã. XXVIII. SICAD (2013a). PLANO NACIONAL PARA A REDUÇÃO DOS COMPORTAMENTOS ADITIVOS E DAS DEPENDÊNCIAS XXIX. Unicef (2012).the State f the Wrld s Children 2012.Children in urban wrld. Unicef. Dispnível em XXX. Unicef (2004). Cnvençã sbre s Direits da Criança. Acess em Nvembr 25, Dispnível em XXXI. UNODC (United Natins Office n Drugs and Crime) (2013) Internatinal Standards n Drug Use Preventin. XXXII. Wh Eurpe (2013a). Glbal Health Observatry Data Repsitry, Eurpean Regin. Dispnível em XXXIII. Wh Eurpe (2013b). Childhd besity surveillance in the WHO Eurpean Regin. Factsheet n.º 5. Eurpean Observatry n Health Systems and Plicies, Acess em nvembr 17, Dispnível em data/assets/pdf_file/0020/123176/factsheet_5.pdf XXXIV. Wh (2013a). Investing in Mental Healt: Evidence fr actin. Acess em Outubr 12, Dispnível em XXXV. Wh (2013b). Mental Health Actin Plan Acess em Outubr 12, Dispnível em XXXVI. Wh (2011). Yung Peple: health risks and slutins. Fact sheet n.º 345. Acess em Outubr 22, Dispnível em XXXVII. Wh (2000). Lcal Actin, Creating Health Prmting Schls. Acess em Outubr 16, Dispnível em Outras Cnsultas em: I. Referências Bibligráficas: AMBIENTE E SAÚDE I. American Schl Health Assciatin II. Australian Health Prmting Schls Assciatin - III. Canadian Assciatin fr Schl Health - IV. Deschenes, M., Martin, C., & Hill, A. (2013). Cmprehensive appraches t schl health prmtin: hw t achieve brader implementatin? Oxfrd Jurnals, medicine, Health Prmtin Internatinal, 18 (4), Dispnível em V. Vilnius Reslutin. 3rd Eurpean Cnference n health prmting schls: Better Schls thrugh Health, June VI. U.S. Centers fr Disease Cntrl and Preventin (CDC) - VII. WHO Reginal Office Fr Eurpe (2011). Tls fr the mnitring f Parma Cnference cmmitments. Reprt f the meeting nvember Dispnível em : data/assets/pdf_file/0019/134380/e94788.pdf VIII. (Mercury and health)

83 WHO: Publicações IX. (página da HESA: Health and Envirnment Strategic Alliance, da WHO para aceder a diversas publicações sbre assunt saúde e ambiente). Outras publicações WHO: Fact Sheets: X. (Mercury and Health) XI. (Arséni) XII. (radiaçã inizante...) XIII. (alterações climatéricas) XIV. (camps eletrmagnétics..., ) XV. (saúde e pluiçã indr) XVI. (cancr relacinad cm determinantes cupacinal e ambiental) XVII. (saúde humana e radiaçã ultravileta) XVIII. (fatres risc adlescência) Links de Interesse: XIX. XX. XXI. XXII.

84 Anexs 1. Plan de Saúde Individual 2. Recmendações sbre Cuidads psturais e prevençã ds prblemas musculesquelétics 3. Perfil de Segurança e Saúde da Escla a. Mapa de Regist ds acidentes esclares e peri-esclares b. Orientaçã para a mbilidade segura 4. Perfil de Sustentabilidade Ambiente e Saúde da Escla 5. Orientações sbre Metdlgia de Trabalh pr Prjet 6. Orientaçã para Desenvlviment de Prjets de Cmpetências Sci-Emcinais 7. Bilhete de Identidade ds Indicadres de Avaliaçã d PNSE 2014

85

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