ESTUDO DO IMPACTO DA MEDICINA PREVENTIVA NA DIMINUIÇÃO DA SINISTRALIDADE DOS PLANOS DE SAÚDE E SUA APLICAÇÃO AO SISTEMA SAMMED/FUSEX

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DO IMPACTO DA MEDICINA PREVENTIVA NA DIMINUIÇÃO DA SINISTRALIDADE DOS PLANOS DE SAÚDE E SUA APLICAÇÃO AO SISTEMA SAMMED/FUSEX"

Transcrição

1 1º Ten AL FRANCISCO MARCOS DE SOUSA PIRES ESTUDO DO IMPACTO DA MEDICINA PREVENTIVA NA DIMINUIÇÃO DA SINISTRALIDADE DOS PLANOS DE SAÚDE E SUA APLICAÇÃO AO SISTEMA SAMMED/FUSEX Rio de Janeiro 2008

2 1º Ten Al FRANCISCO MARCOS DE SOUSA PIRES ESTUDO DO IMPACTO DA MEDICINA PREVENTIVA NA DIMINUIÇÃO DA SINISTRALIDADE DOS PLANOS DE SAÚDE E SUA APLICAÇÃO AO SISTEMA SAMMED/FUSEX Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Saúde do Exército, como requisito parcial para aprovação no Curso de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde, especialização em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Orientador: Ana Carla Maia Caminha Rio de Janeiro 2008

3 P667e Pires, Francisco Marcos de Sousa. Estudo do impacto da medicina preventiva na diminuição da sinistralidade dos planos de saúde e sua aplicação ao sistema SAMMED/FUSEX /. Francisco Marcos de Sousa Pires. - Rio de Janeiro, f.; 30 cm. Orientador: Ana Carla Maia Caminha Trabalho de Conclusão de Curso (especialização) Escola de Saúde do Exército, Programa de Pós-Graduação em Aplicações Complementares às Ciências Militares.) Referências: f Sinistralidade. 2. Medicina Preventiva. 3. SAMMED. 4. FUSEX. I. Caminha, Ana Carla Maia. II. Escola de Saúde do Exército. III. Título. CDD 616

4 RESUMO Este estudo aborda as possíveis causas dos desequilíbrios financeiros dos Planos de Saúde, dando enfoque principalmente à sinistralidade como o principal indicador financeiro de utilização dos recursos de saúde, ressaltando o crescimento progressivo de tal indicador, nos últimos anos. Aponta ainda conceitos de Medicina Preventiva adotados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), bem como retoma alguns conceitos clássicos de Níveis de Prevenção de Doenças. Faz também referência ao conceito de Managed Care ou Atenção Gerenciada. Chama a atenção para a transição epidemiológica pela qual passa a população brasileira, evidenciando o envelhecimento populacional, bem como o impacto das doenças crônico degenerativas no financiamento à saúde. Estabelece, assim, que a Medicina Preventiva se apresenta como uma estratégia prestada na promoção à saúde, prevenção de doenças e suas conseqüências, remodelando tanto a assistência prestada quanto seus custos, sendo, dessa forma, de forte efeito na diminuição da sinistralidade. Finalmente, o estudo propõe-se a dar suporte teórico e científico para o gerenciamento da assistência médico-hospitalar do Exército Brasileiro, nos sistemas SAMMED/FUSEX. A metodologia baseou-se na revisão de literatura, referindo-se à fundamentação teórica adotada para tratar o tema e o problema da pesquisa. Por meio da análise da literatura publicada, buscou-se traçar um quadro teórico e estruturar conceitualmente a sustentação do desenvolvimento da pesquisa. Após a delimitação do tema, foram realizadas buscas simples em sites, entre eles: Bibliotecas Virtuais em Saúde, Bibliotecas Virtuais de Saúde de instituições oficiais de saúde, Bireme, Scielo, LilACS e Medline. PALAVRAS-CHAVES: Sinistralidade, Medicina Preventiva, SAMMED, FUSEX.

5 ABSTRACT This study addresses the possible causes of the financial imbalances of Health Plans, focusing mainly on the accident as the main indicator of use of financial resources from health, emphasizing the progressive growth of this indicator in recent years. It pointed yet concepts of Preventive Medicine adopted by the National Agency for Health Supplements (NSA) and incorporates some traditional concepts of levels on Prevention of Diseases. It also refers to the concept of Managed Care. Draws attention to the epidemiological transition in which becomes the Brazilian population, highlighting the ageing population and the impact of chronic diseases - degenerative in financing to health. It, therefore, that the object is presented as a strategy provided in the health promotion, disease prevention and its consequences, reshaping both the assistance as its costs, and thus of strong effect in reducing accidents. Finally, the study proposes to give support to the theoretical and scientific management of medical and hospital assistance of the Brazilian Army, the systems SAMMED / FUSEX. The methodology was based on literature review, referring to the theoretical basis adapted to address the issue and the problem of the search. Through analysis of published literature, we tried to map out a theoretical framework and conceptual structure to support the development of research. After the delimitation of the subject, straightforward searches were conducted on sites, including: Virtual Libraries in Health, Virtual Libraries of Health official to health, Bireme, Scielo, Lilacs and Medline. Keywords: Accidents, Preventive Medicine, SAMMED, FUSEX.

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO A SINISTRALIDADE CRESCENTE NO SISTEMA DE SAÚDE NÍVEIS DE ATENÇÃO E SERVIÇOS DE SAÚDE MEDICINA PREVENTIVA PROMOVER SAÚDE E PREVENIR DOENÇAS PROGRAMAS DE MEDICINA PREVENTIVA SISTEMA DE ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR AOS MILITARES DO EXÉRCITO, PENSIONISTAS MILITARES E SEUS DEPENDENTES (SAMMED) / FUNDO DE SAÚDE DO EXÉRCITO (FUSEX) DISCUSSÃO FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO SAÚDE PREVENÇÃO DE DOENÇAS X MODELO DE LEAVELL & CLARK DESEQUILÍBRIOS FINANCEIROS DE HOSPITAIS E PLANOS DE SAÚDE COMO UTILIZAR A MEDICINA PREVENTIVA E DIMINUIR OS CUSTOS DAS EMPRESAS CONCLUSÃO...27 REFERÊNCIAS...28

7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANS Agência Nacional de Saúde DGP Departamento-Geral do Pessoal FUSEX Fundo de Saúde do Exército OPS Operadoras de Plano de Saúde PROCON Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor RH Recursos Humanos SAMMED Sistema de Assistência Médico-Hospitalar aos Militares do Exército, Pensionistas Militares e seus Dependentes

8 Duas estradas se bifurcam no meio da minha vida, ouvi um sábio dizer. Peguei a estrada menos usada. E isso fez toda a diferença cada noite e cada dia. Larry Norman

9 1 INTRODUÇÃO Muito se fala, hoje em dia, sobre sinistralidade nos planos de saúde. Este termo, bastante usado por gestores de saúde, nada mais é do que um indicador financeiro de utilização dos recursos de saúde. A sinistralidade significa a relação entre sinistros realizados (custos de assistência), sobre o prêmio (receitas da assistência), medida em percentual. Podese, assim, medir a sinistralidade de um indivíduo ou até mesmo de um grupo ou de toda a carteira de beneficiários de um determinado plano de saúde. A média tida como aceitável pela maior parte das empresas do ramo é de 75%, ou seja, de cada 100 Reais que o cliente paga, ele pode utilizar 75 Reais. Esta medida permite ao plano de saúde custear suas despesas administrativas, comerciais e ter uma margem de lucro que viabilize o negócio de saúde. Com valores acima desse percentual, considera-se que determinada apólice ou contrato é deficitário. O resultado disso é o aumento dos custos para a empresa usuária, que vêm crescendo progressivamente por diversos motivos: incremento de novas tecnologias médicas, aumento do uso de exames, envelhecimento da população e outros mais. Estes custos elevados na assistência de saúde não tendem a reduzir nos próximos anos; pelo contrário, aumentarão cada vez mais. Isto impacta diretamente na equação custos sobre as receitas. Um dos caminhos encontrados para a redução de sinistralidade é a utilização da Medicina Preventiva, com a implementação de políticas de prevenção, aliadas às ações de medicina, odontologia e qualidade de vida, a fim de promover uma diminuição na utilização dos planos médicos e dos fatores que mais oneram os custos das assistências médicas para as empresas: o número de consultas e intervenções desnecessárias. A assistência médico-hospitalar à família militar tem sido uma das principais prioridades do Comando do Exército, procurando sempre melhorá-la e aperfeiçoá-la. O Departamento-Geral do Pessoal (DGP), a fim de enfrentar estes desafios e de proporcionar o adequado atendimento aos beneficiários do Fundo de Saúde do Exército (FUSEx), tem buscado a melhoria nos processos gerenciais, implementando sistemas informatizados de repasse de recursos e encaminhamentos, revisando a legislação de assistência médico-hospitalar e

10 reequipando e modernizando as Organizações Militares de Saúde. A metodologia para a confecção desse estudo baseou-se na revisão de literatura, referindo-se à fundamentação teórica adotada para tratar o tema e o problema da pesquisa. Por meio da análise da literatura publicada, buscou-se traçar um quadro teórico e estruturar conceitualmente a sustentação do desenvolvimento da pesquisa. Após a delimitação do tema, foram realizadas buscas simples em sites, entre eles: Bibliotecas Virtuais em saúde, Bireme, Scielo, LilACS, Medline, Bibliotecas Virtuais de Saúde de instituições oficiais de saúde. Os objetivos deste trabalho são: mostrar o uso da sinistralidade como importante indicador financeiro de utilização dos recursos de saúde, denotar o impacto do investimento em Medicina Preventiva na diminuição da sinistralidade e utilizar esse trabalho como fonte de pesquisa e base teórica para a avaliação de gastos e planejamento no Sistema de Assistência Médico-Hospitalar aos Militares do Exército, Pensionistas Militares e seus Dependentes (SAMMED) / Fundo de Saúde do Exército (FUSEx).

11 2 DESENVOLVIMENTO O interesse pela Medicina Preventiva tem se tornado uma constante não só pelas operadoras de planos de saúde, mas por todos os interessados no financiamento do setor, incluindo o setor público. Esta preocupação ganhou importância para a saúde suplementar e para todos os financiadores do gênero, tendo em vista não as transformações epidemiológicas sofridas pela população brasileira como um todo, mas, principalmente, pelo impacto no consumo de serviços de saúde que este perfil populacional pode demandar. 2.1 A SINISTRALIDADE CRESCENTE NO SISTEMA DE SAÚDE Os administradores de Operadoras de Plano de Saúde (OPS) enfrentam o grande desafio de equilibrar econômica e financeiramente um negócio inserido num ambiente complexo e bem fiscalizado, com uma regulamentação rígida e uma classe consumidora que necessita de melhores orientações quanto à utilização dos serviços. Cada operadora é diferente em seu perfil, podendo variar de acordo com porte, personalidade jurídica (com ou sem fins lucrativos), localização geográfica, número de beneficiários, custo médico-hospitalar e perfil epidemiológico. Desde a edição da Lei 9.656, que regula o setor de saúde suplementar, em junho de 1998, aproximadamente instruções normativas e decisões foram publicadas, revogando ou alterando o modelo em vigência. Toda essa complexidade somada às mudanças na regulamentação gera, sem dúvida, dificuldades aos administradores que atuam no setor e devem assimilar esse volume de informações legais, com o objetivo de também evitar situações adversas frente à fiscalização, como processos administrativos, multas, etc. Na relação prestador-paciente, o beneficiário desconhece ou ignora elementos como solvência ou credibilidade da operadora frente ao mercado, e acaba contribuindo para o aumento do custo assistencial. Esse conflito de interesses entre operadoras, prestadores e beneficiários

12 coloca em risco a sustentabilidade do negócio e remete os gestores de saúde à discussão do índice de sinistralidade, que significa a relação entre custo assistencial e a receita das mensalidades dos planos de saúde. A sinistralidade é um indicador financeiro de utilização dos recursos de saúde - medida em percentual - e significa a relação entre sinistros realizados (custos de assistência) e prêmio (receitas de assistência), ou seja, os custos sobre as receitas de uma operadora. Podemos medir a sinistralidade de um indivíduo ou até mesmo de um grupo ou de toda a carteira de beneficiários de um determinado plano de saúde. Uma relação de sinistralidade aceitável e limite é da ordem de até 75%, ou seja, os custos representarem até 75% da receita adquirida. Esta medida apresentada acima permite ao plano de saúde custear suas despesas administrativas, comerciais e ter uma margem de lucro que viabilize o negócio de saúde. O problema de algumas operadoras de planos de saúde é que a sinistralidade atinge níveis muito elevados, chegando a patamares de 85%, 90% e até mesmo sinistralidades acima de 100%. Neste ponto, a operadora está pagando para manter uma carteira de saúde e não tem como custear suas operações administrativas e outros custos. A sinistralidade elevada pode ocorrer basicamente por dois motivos: sinistro muito elevado (custos em saúde elevados); prêmio baixo (receita abaixo do necessário). Os custos em saúde vêm crescendo progressivamente por diversos motivos: incremento de novas tecnologias médicas, aumento do uso de exames, envelhecimento da população, entre outros. Estes custos elevados na assistência de saúde não tendem a reduzir nos próximos anos; pelo contrário, aumentam cada vez mais. Isto impacta diretamente na equação custos sobre as receitas. Com a Lei de 1998 da Agência Nacional de Saúde (ANS), os planos de saúde não podem reajustar suas receitas além de determinados índices aprovados pela própria ANS para planos individuais (planos pessoa física). Esta situação trouxe a uma limitação muito grande para as operadoras de planos de saúde. Para os planos coletivos (planos empresariais) os reajustes podem ser feitos através de negociações entre a operadora de saúde e a empresa que compra o plano de saúde. Estes reajustes são feitos com base na utilização do plano ou pelo

13 cálculo da sinistralidade da carteira em períodos anteriores. Cada vez que a sinistralidade atinge índices altos, aplicam-se os reajustes proporcionais. Como os reajustes de receita dos planos estão de certa forma limitados, a única saída para a resolução desta equação é baixar custos operacionais custos da assistência à saúde. 2.2 NÍVEIS DE ATENÇÃO E SERVIÇOS DE SAÚDE O termo promoção à saúde foi, de acordo com Czeresnia (2003), incorporado aos discursos da Prática Médica no Brasil a partir de 1960 e orientou o estabelecimento de níveis de atenção e serviços de saúde, que vigoram até hoje no Brasil. No entanto, o desenvolvimento da medicina no país manteve a predominância de uma prática individual, com enfoque curativo dos problemas de saúde. De acordo com a mesma autora, as mudanças no perfil epidemiológico da população e o uso de tecnologias cada vez mais caras têm causado grande impacto no financiamento da saúde tanto pública quanto suplementar. Mesmo assim, no mercado em geral, a mentalidade comercial converte a Medicina Preventiva em um bem de consumo, tornando-a uma tecnologia de ponta do mercado de saúde. O progressivo interesse empresarial por atividades enfocadas na promoção de saúde e a crescente colaboração entre os interesses da indústria e o sistema de atenção à saúde, induz a busca de novos valores e resultados de novas formas comercializáveis de produtos entendidos como sendo da promoção da saúde. Neste sentido, a Medicina Preventiva entra como uma norteadora das ações de saúde dos popularmente conhecidos como convênios médicos. Assim, ganha espaço a epidemiologia, no sentido de identificar este público e as necessidades de sua clientela. Classicamente falando, como já identificado por Leavell e Clark (1978), já citado por Kawamoto (1995), a Medicina Preventiva pode ser entendida como a ciência e a Arte de evitar a doença, prolongar a vida e desenvolver a saúde física e mental e a eficiência. Seus objetivos são: promover um estado de saúde ótimo, evitar a perda da saúde e a invalidez depois que o homem foi atacado pela doença. Sabendo-se que a história natural de qualquer processo mórbido no homem

14 compreende os períodos já definidos por Leavell e Clark (1978), em pré-patogênico e patogênico, pode-se, através disto e da epidemiologia, esquematizar medidas preventivas neste sentido. Assim tais medidas podem ser assim classificadas: Prevenção Primária (Período Pré-Patogênico): promoção da saúde e proteção específica que engloba ações de educação sanitária, nutrição adequada aos estágios de desenvolvimento da vida, condições de trabalho, moradia, educação sexual, aconselhamento genético, exames periódicos, imunizações e outros. Prevenção Secundária: engloba o diagnóstico precoce, o pronto atendimento e a limitação da invalidez através de exames específicos, limitação da incapacidade após o acometimento de doenças e o tratamento adequado evitando futuras complicações. Prevenção Terciária (Convalescença): prevê ações de reeducação e treinamento a fim de possibilitar ao indivíduo debilitado condições de utilização máxima de suas capacidades restantes. Managed Care: conceito apontado por Florêncio (2006) e Miranda (2003), já difundido nos Estados Unidos, conhecidos aqui no Brasil como Atenção Gerenciada. Visa uma melhor administração dos recursos do plano de saúde pela equipe médica através de protocolos de atendimentos onde os médicos e administradores do sistema definem para cada quadro clínico, os métodos de diagnóstico e o tratamento que aceitam financiar. Em relação ao termo risco, este designa incerteza de perda financeira, e do ponto de vista dos usuários de planos privados de assistência à saúde há preferência por uma grande perda (custos com internações, exames de alta complexidade), além da percepção da maior utilidade da condição de usuário, que se traduz no acesso facilitado aos recursos de saúde. Da perspectiva das operadoras de saúde (principalmente a modalidade Seguradora), é necessária a seleção dos riscos, segundo critérios que garantam às operadoras a possibilidade de oferecer seguros sob preços que os segurados desejam pagar. Assim, estas seguradoras tendem a evitar as coberturas para os denominados grandes riscos, selecionando os riscos ideais. Esta seleção de riscos

15 consiste em maximizar as áreas sobre as quais se tem controle e minimizar aquelas que não permitem estabelecer previsões seguras. Desta forma, o Managed Care financia o consumo de bens e serviços de saúde por meio de um sistema de compartilhamento de riscos individuais, o que envolve uma análise de riscos e dos gastos associados a cada indivíduo, conhecidos como riscos compartilhados. Neste sentido, o projeto da promoção de saúde, surge como estratégia para a readequação do modelo assistencial, fomentado pela própria agência reguladora do setor privado de saúde. 2.3 MEDICINA PREVENTIVA PROMOVER SAÚDE E PREVENIR DOENÇAS A Medicina Preventiva é a parte da Medicina que se encarrega de propor medidas de promoção da saúde e prevenção de doenças. Para tanto, leva em conta como e porque as doenças e sofrimentos ocorrem nas populações em determinado local e época, utilizando diversas ciências: medicina, demografia, ciências sociais, humanas, matemática e estatística e epidemiologia. Durante muitos anos, a Medicina Preventiva foi considerada uma área que cuidava apenas da prevenção de doenças, quase como um sinônimo de vacinação. Hoje, esse conceito vai muito mais além, pois engloba um crescente interesse pela melhoria da qualidade de vida das pessoas. É como o próprio ditado diz: "prevenir é melhor do que remediar". As práticas preventivas têm evoluído com o passar do tempo, representando hoje um grande avanço na medicina, por sua eficiência e objetividade crescentes. A educação, visando à prevenção, é a melhor forma de alcançar e manter uma vida saudável. Atualmente, segundo o manual técnico da ANS, o modelo de atenção de atenção à saúde, ofertado hoje, é caracterizado pelo enfoque biologicista da saúdedoença-cuidado, desconsiderando seus determinantes sociais, por ações desarticuladas, desintegradas, centradas na assistência médico-hospitalar especializada e pela incorporação de novas tecnologias, constituindo-se em um modelo caro e pouco eficiente. Soma-se a tudo isso o fato dos planos de saúde

16 ainda terem sua cobertura segmentada em ambulatorial ou hospitalar (com ou sem obstetrícia), além de planos exclusivamente odontológicos, comprometendo significativamente a integralidade da atenção. Por outro lado, as práticas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças ainda são utilizadas ou de forma acessória ou desconsideradas com pouquíssimos ou nenhum impacto sobre a saúde de seus beneficiários. O padrão de desenvolvimento científico, tecnológico e a organização da atenção à saúde, sob a lógica de mercado, direcionado para a cura de doenças e centrado na prática médica realizada, constituíram formas de produção e consumo de serviços de saúde que tiveram como conseqüências a elevação de custos, o baixo impacto na saúde da população, a grande especialização e o aumento das barreiras de acesso. Desta forma, a Promoção da Saúde apresenta críticas ao modelo biomédico, dando proposições para a reorientação dos modelos de atenção à saúde, buscando intervir sobre os determinantes da saúde e basear suas ações de acordo com as premissas da intersetorialidade (MANUAL TÉCNICO ANS, 2007). Dessa forma, as ações de promoção e proteção da saúde se apresentam como estratégias fundamentais para a reorientação dos modelos assistenciais, que objetivam a melhoria na qualidade de vida e a redução dos riscos à saúde, através da construção de políticas públicas saudáveis, que proporcionem melhorias no modo de viver. Neste sentido, à própria ANS sugere um repensar na forma como a prestação de serviços à saúde tem sido aplicada na saúde suplementar, bem como em seu âmbito de atuação. 2.4 PROGRAMAS DE MEDICINA PREVENTIVA Em qualquer sociedade moderna e desenvolvida, gerir pela qualidade é, atualmente, um imperativo em todas as áreas de atividade, e a saúde não pode ser exceção. Melhorar a qualidade, a acessibilidade e a eficiência dos serviços de saúde são desafios a serem alcançados. Nesse sentido, os sistemas de saúde vêm se esforçando para criar, a tempo, as condições necessárias à prestação de cuidados de saúde de acordo com os mais elevados padrões de qualidade aceitos internacionalmente e a otimização da relação

17 custo/efetividade dos serviços prestados à população. Para consolidar este trabalho, várias empresas investem em Centros de Medicina Preventiva, onde funciona um centro de atendimento a pacientes portadores de doenças crônicas (endocrinológicas, músculo-esqueléticas, oncológicas e cardiorrespiratórias). Os pacientes são encaminhados pela rede médico-hospitalar da empresa, selecionados dentro do Programa de Medicina Preventiva. Além dos consultórios, as empresas possuem locais preparados para a realização de palestras de orientação aos associados e familiares, unidade de fisioterapia e área lúdicas. Os médicos que atuam na Medicina Preventiva são especialistas nas suas respectivas áreas, com larga experiência. Além disso, os centros contam também com o apoio de uma equipe formada por nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e enfermeiros, fundamental para o sucesso do programa dentro de um enfoque multidisciplinar. Programas com palestras sobre tabagismo, obesidade, diabetes, hipertensão, doenças sexualmente transmissíveis, além de cursos para gestantes, entre outros, são realizados dentro de uma agenda previamente estabelecida. À medida que os casos vão sendo resolvidos, outros pacientes são incluídos no serviço de forma a contemplar cada vez mais um maior número de associados. Os programas mapeiam e acompanham, por 24 horas, a vida do beneficiário. Desta maneira, o médico da unidade mais próxima de sua casa e onde ele faz as consultas, tem como apoiá-lo no controle da doença, estimulando-o a tomar corretamente a medicação, a praticar exercícios e a ter mais cuidado com a saúde. Com a redução de complicações, conseqüentemente os gastos com este paciente também diminuem. Assim, ganha espaço a Medicina Preventiva, que se apresenta como uma estratégia prestada na promoção à saúde, prevenção de doenças e suas conseqüências, propondo-se, assim, a remodelar a assistência prestada e seus custos.

18 2.5 SISTEMA DE ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR AOS MILITARES DO EXÉRCITO, PENSIONISTAS MILITARES E SEUS DEPENDENTES (SAMMED) / FUNDO DE SAÚDE DO EXÉRCITO (FUSEX) A assistência médico-hospitalar à família militar tem sido uma das principais prioridades do Comando do Exército, que tem envidado esforços permanentes no sentido de melhorá-la e aperfeiçoá-la, seja na obtenção de recursos financeiros na esfera do governo federal, seja na aplicação judiciosa dos recursos disponibilizados e arrecadados. Importante fator para a manutenção do equilíbrio receita/despesa é o custo crescente da saúde em âmbito global, já que a inflação médica é muito superior à inflação oficial, em função da absorção de novas tecnologias de tratamento, bem como do aumento da expectativa de vida da população brasileira. O Departamento-Geral do Pessoal, a fim de enfrentar estes desafios e de proporcionar o adequado atendimento aos beneficiários do Fundo de Saúde do Exército (FUSEx), dentre outras medidas, tem buscado a melhoria nos processos gerenciais, com a implantação de sistemas informatizados de repasse de recursos e encaminhamentos, a revisão da legislação de assistência médico-hospitalar e o reequipamento e a modernização das Organizações Militares de Saúde. Cabe ressaltar que não tem havido contingenciamento de recursos do Fundo de Saúde do Exército (FUSEX) por parte do governo federal e que o montante arrecadado pelo Fundo é totalmente orientado e aplicado na assistência médicohospitalar dos militares, pensionistas e seus dependentes. O Sistema de Atendimento Médico-Hospitalar aos Militares do Exército, Pensionistas Militares e seus Dependentes (SAMMED) atende a cerca de 750 mil beneficiários em todo o território nacional, por intermédio de uma rede formada por 28 hospitais militares, 4 policlínicas e 24 postos médicos. Dentre os atendidos pelo SAMMED, 570 mil também são beneficiários do FUSEX, que é uma fonte de recursos que se destina a complementar a assistência médico-hospitalar. Tal Fundo é gerido por 169 unidades gestoras, que atendem à família militar, ampliando o atendimento prestado pelo SAMMED por intermédio de uma rede de, aproximadamente, Organizações Civis de Saúde e Profissionais de Saúde Autônomos, contratados, conveniados ou credenciados,

19 possuindo as seguintes características que o diferenciam dos planos de saúde existentes no mercado: inexistência de carência e de prazo; não possui limite de prazo para internações hospitalares; não possui limite de prazo para internações em UTI; possui ampla cobertura de procedimentos; ausência de restrição à novas tecnologias, desde que necessárias e aprovadas pela Associação Médica Brasileira; proporcionar atendimento odontológico; fornecer órteses, próteses não odontológicas e artigos correlatos; fornecer, em muitos casos, medicamentos de alto custo; baixo valor de contribuição, em comparação com os planos de saúde, principalmente para os menores graus hierárquicos; perdoar a dívida de titulares falecidos ou a que extrapole a capacidade de pagamento do beneficiário; possibilitar atendimento no exterior, em casos específicos; proporcionar evacuação terrestre e aeromédica; e, não onerar o usuário com aumentos das contribuições decorrentes das mudanças de faixa etária. Todos os militares e servidores civis diretamente envolvidos no gerenciamento do FUSEx têm perfeita noção do excepcional papel social que o Fundo desempenha, amparando todos os que dele realmente necessitam, principalmente nos momentos de grande aflição pessoal ou familiar, motivados por enfermidades graves. E este reconhecimento é confirmado por depoimentos de inúmeros militares que, nesses momentos de grande dificuldade, puderam confirmar que o FUSEx foi o suporte que os amparou e minimizou seu sofrimento, fornecendo recursos para um atendimento médicohospitalar de qualidade a todos os beneficiários, independente de seu grau hierárquico ou valor de sua contribuição, o que não seria viável caso o Fundo não existisse. (BRASIL, 2008)

20 3 DISCUSSÃO Quando se trata de seguros de saúde, além das probabilidades objetivas da ocorrência de doenças, que podem ser avaliadas estatisticamente e ter sua sinistralidade bem determinada, a utilização dos serviços médicos ocorre pelos mais diversos motivos subjetivos e, muitas vezes, indevidos. Basta que uma pessoa famosa tenha uma doença, que apareça uma reportagem na televisão, para que um grande número de pessoas não expostas àquela doença busquem consultas desnecessárias e exijam diagnósticos inúteis e caros. O mesmo ocorre em menor escala, mas de forma multicêntrica, quando uma pessoa tem uma doença grave e um expressivo contingente de familiares, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, clientes, etc, ficam motivados a procurar serviços médicos para investigar a mesma ou outras doenças para as quais não apresentam sinais, sintomas ou riscos que justifiquem aquela investigação. A redução destes custos desnecessários é do interesse tanto da empresa seguradora, que não quer ter prejuízo, quanto do comprador do seguro, que não quer pagar mais caro para cobrir esse uso abusivo. Algumas administradoras de planos de saúde e os próprios institutos de previdência dos estados utilizam um fator moderador de uso, que consiste no pagamento de taxa de participação por parte do usuário no momento de fazer uma consulta médica ou exame laboratorial. Essa taxa de participação, mesmo sendo de valor pouco expressivo, provoca uma diminuição da procura dos serviços médicos naqueles casos em que não há motivos justificados. 3.1 FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO SAÚDE A atuaria é a parte da estatística que investiga problemas relacionados com a teoria e o cálculo de seguros numa coletividade. O cálculo dos preços dos seguros é feito de princípios atuariais, baseados fundamentalmente na maior ou menor ocorrência de dano ao bem segurado. Essa probabilidade, cientificamente avaliada, de ocorrência de prejuízo ou dano em algum bem segurado chama-se sinistralidade.

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE

INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE INTRODUÇÃO DE FATOR MODERADOR DE USO EM PLANOS DE SAÚDE COMO ELEMENTO DE CORREÇÃO DA SINISTRALIDADE NO SEGURO- SAÚDE Fossati, Gilberto*; Ruschel, Felipe F**; Robinson, Gustavo GR**; Caye, Carlos A**; Robinson,

Leia mais

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO Percentual dos consumidores por tipo de contratação 19.9% Individual Planos novos 66.9% Coletivo Empresarial 13.2% Coletivo por Adesão 202.455.983 Brasileiros 50.270.398

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 1 Mercado de Planos de Saúde Impactado por 5 Tendências E o Mercado? Continuará a Crescer? 5 Usuário

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

O que é necessário e importante para implantar um Programa em Gestão de Saúde Populacional

O que é necessário e importante para implantar um Programa em Gestão de Saúde Populacional O que é necessário e importante para implantar um Programa em Gestão de Saúde Populacional Dra. Patrícia Cristina dos Santos Ferreira Gerente Médica Office Care INTRODUÇÃO E CENÁRIO MUNDIAL Winslow, em

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO AUDITORIA NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE MEDICINA PREVENTIVA E SAÚDE SUPLEMENTAR.

UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO AUDITORIA NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE MEDICINA PREVENTIVA E SAÚDE SUPLEMENTAR. UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO AUDITORIA NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE MEDICINA PREVENTIVA E SAÚDE SUPLEMENTAR Eliana Basso Ribeirão Preto 2008 UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO CURSO

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

Unimed Brasil. A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil:

Unimed Brasil. A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil: Unimed Brasil A Unimed é a maior experiência cooperativista na área da saúde em todo o mundo e também a maior rede de assistência médica do Brasil: Presente em 83% território nacional; 375 cooperativas

Leia mais

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014 Debates GVsaúde Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões Denise Eloi Maio/2014 Sistema de Saúde Suplementar 1.274 operadoras de planos de saúde com beneficiários Mais

Leia mais

Produtos Unimed Grande Florianópolis

Produtos Unimed Grande Florianópolis Produtos Unimed Grande Florianópolis A Unimed é o plano de saúde que oferece os melhores médicos do Brasil. Vamos além para que sua saúde seja plena e de qualidade. Para nós, o importante é ver você bem

Leia mais

Towers Watson. Pública

Towers Watson. Pública Towers Watson Pública Gestão Estratégica da Saúde Corporativa 2012 3ª edição Seminário Anual de Saúde 2012 A Nova Era da Gestão de Saúde nas Empresas Dividindo responsabilidades, otimizando resultados

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS

PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS Direito de todos e dever do Estado! Como determina a Constituição Federal

Leia mais

APRESENTAÇÃO QUALIVIDA

APRESENTAÇÃO QUALIVIDA APRESENTAÇÃO QUALIVIDA (143.846 segurados ) (1.010.965 associados) (1.403.755 associados) (373.839 associados) 4.389 empresas 3.000.000 vidas * Dados jan 2013 2 MISSÃO NOSSA MISSÃO NOSSA MISSÃO Tornar

Leia mais

Como são calculadas as mensalidades?

Como são calculadas as mensalidades? Este informe aborda os aspectos relacionados ao reajuste do valor das mensalidades do Plano de Assistidos e do Plano de vinculados administrados pelo Eletros-Saúde (ES) para o ano de 2015. mas antes, é

Leia mais

AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA REDUÇÃO DE CUSTOS ASSISTENCIAIS 1 RESUMO

AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA REDUÇÃO DE CUSTOS ASSISTENCIAIS 1 RESUMO AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA S ASSISTENCIAIS 1 Quartiero,L. 2 1 Monografia de conclusão de Especialização em Auditoria em Saúde - FACISA 2 Enfermeira,

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Sistema de Saúde Suplementar

Sistema de Saúde Suplementar 300 Sistema de Saúde Suplementar Marcia Cunha S. A. de Carvalho 1 INTRODUÇÃO Desde as últimas décadas do século XX, assistimos à demissão do Estado de seu dever de prestar assistência à saúde da população,

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

Relacionamento entre Operadoras e Prestadores

Relacionamento entre Operadoras e Prestadores Relacionamento entre Operadoras e Prestadores Ciclo de Debates GV Saúde 18.outubro.2006 João Alceu Amoroso Lima Vice Presidente SulAmérica Saúde 1. Panorama de Mercado 2. Ações A SulAmérica - Curto/Médio/Longo

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Belo Horizonte - MG, setembro de 2013. Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Patricia Fernanda Toledo Barbosa

Leia mais

Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando. 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010

Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando. 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010 Envelhecimento com qualidade: Como as operadoras de planos de saúde estão se organizando 10ª Jornada PRONEP Rio de Janeiro, setembro 2010 CONTEXTUALIZANDO: A variação de despesas nos últimos 8 anos superou

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

CONSIDERAÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DE 18/06/2015

CONSIDERAÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DE 18/06/2015 CONSIDERAÇÕES PARA A ASSEMBLEIA DE 18/06/2015 1 INFORMES 1.1- Demonstrações contábeis 2014: Na reunião do Conselho Curador, ocorrida em Brasília/DF no período de 27 e 28 de abril de 2015, os Conselheiros

Leia mais

Nossa História e Filosofia PREVENT SENIOR

Nossa História e Filosofia PREVENT SENIOR Sejam bem vindos a Nossa História e Filosofia Antes da Lei Nº 9656/98 Constatação: Dificuldade da continuidade da internação pelos limites de dias; Não coberturas de procedimentos; Ausência de suporte

Leia mais

Apresentação Corretor

Apresentação Corretor Apresentação Corretor Institucional Grupo Caixa Seguros Caixa Econômica 58 Milhões Clientes 62 Milhões contas Presença 100% municípios 44,6 mil pontos atendimento Grupo PAR Caixa Seguro Saúde GRUPO PAR

Leia mais

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS O Envelhecimento Populacional é um fenômeno Mundial Fonte: United Nations Department of Economic

Leia mais

FGV GV Saúde. Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção. Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013

FGV GV Saúde. Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção. Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013 FGV GV Saúde Condições Crônicas Fatores de risco e prevenção Centro de Medicina Preventiva Hospital Israelita Albert Einstein Março de 2013 A Revisão Continuada de Saúde Revisão Continuada de Saúde (RCS)

Leia mais

Aumento dos custos no sistema de saúde. Saúde Suplementar - Lei nº 9.656/98

Aumento dos custos no sistema de saúde. Saúde Suplementar - Lei nº 9.656/98 IX ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA DA SAÚDE DA ABRES Utilização de Serviços em uma Operadora de Plano de Saúde que Desenvolve Programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Cardiovasculares Danielle

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

ANS 3º Workshop Regional de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Brasília/DF 09/10/2014

ANS 3º Workshop Regional de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Brasília/DF 09/10/2014 ANS 3º Workshop Regional de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Brasília/DF 09/10/2014 ANS Panorama dos Programas para Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar

Leia mais

Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008

Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008 Perfil dos Beneficiários de Planos e SUS e o Acesso a Serviços de Saúde PNAD 2003 e 2008 Marcos Novais Carina Burri Martins José Cechin Superintendente Executivo APRESENTAÇÃO O objetivo deste trabalho

Leia mais

Medicina Preventiva na Central Nacional Unimed

Medicina Preventiva na Central Nacional Unimed Medicina Preventiva na Central Nacional Unimed A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde Unimed. Comercializa planos para empresas que tenham filiais em três ou mais estados

Leia mais

Seção II Das Definições

Seção II Das Definições RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 310, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre os princípios para a oferta de contrato acessório de medicação de uso domiciliar pelas operadoras de planos de assistência à saúde.

Leia mais

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde:

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde: Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas Prof. Marcos Mendes 26 de novembro de 2015 A Regulação da Saúde no Brasil é Realizada pelo Ministério da Saúde: Diretamente sobre os sistemas públicos

Leia mais

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia História

Leia mais

Panorama dos gastos com cuidados em saúde

Panorama dos gastos com cuidados em saúde Panorama dos gastos com cuidados em saúde Os custos da saúde sobem mais que a inflação em todo o mundo: EUA Inflação geral de 27% em dez anos, a inflação médica superou 100%; Brasil Inflação geral 150%

Leia mais

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde

Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Envelhecimento populacional e a composição etária de beneficiários de planos de saúde Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Francine Leite Apresentação Este trabalho introduz o tema Envelhecimento

Leia mais

NÍVEIS DE PREVENÇÃO. Ana Catarina Peixoto R. Meireles. Médica Interna de Saúde Pública Unidade Operativa de Saúde Pública P

NÍVEIS DE PREVENÇÃO. Ana Catarina Peixoto R. Meireles. Médica Interna de Saúde Pública Unidade Operativa de Saúde Pública P NÍVEIS DE PREVENÇÃO Conceito e Relação com as Funções do Médico de Saúde PúblicaP Ana Catarina Peixoto R. Meireles Médica Interna de Saúde Pública P Unidade Operativa de Saúde Pública P de Braga Reunião

Leia mais

ANS 2º Workshop Regional sobre Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar Campinas/SP 02/09/2014

ANS 2º Workshop Regional sobre Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar Campinas/SP 02/09/2014 ANS 2º Workshop Regional sobre Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar Campinas/SP 02/09/2014 Cenário O Envelhecimento Populacional é um fenômeno Mundial Cenário Mudança

Leia mais

Programa de Atenção Integrada ao Idoso

Programa de Atenção Integrada ao Idoso Programa de Atenção Integrada ao Idoso Valéria Terra¹, Maria Carolina Carmignani¹, Tereza Barczinski² ¹ Metrus Instituto de Seguridade Social ² Programa de Estudos Avançados em Administração Hospitalar

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM Introdução ÍNDICE Boas práticas no dia a dia das clínicas de imagem A Importância de se estar conectado às tendências As melhores práticas no mercado de

Leia mais

Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega

Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Desafios do setor de saúde suplementar no Brasil Maílson da Nóbrega Setor de grande importância Mais de 50 milhões de beneficiários no país. Níveis elevados de satisfação com os serviços. Custos hospitalares

Leia mais

CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014

CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014 CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014 1 CONTEXTO CUSTOS DA SAÚDE COLOCAM OPERADORAS EM RISCO FINANCEIRO O SETOR DE SAÚDE ESTÁ EM ALERTA O aumento dos custos com procedimentos médicos e hospitalares tem superado

Leia mais

Federação Nacional de Saúde Suplementar SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS

Federação Nacional de Saúde Suplementar SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS Federação Nacional de Saúde Suplementar SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS Ciclo de Debates SUS O Cenário do Fornecimento de Órteses e Próteses Uma visão das Operadoras de Planos Privados 07 de

Leia mais

Como estimular suas equipes a serem saudáveis, felizes e produtivas. Dr. Marco Cantero

Como estimular suas equipes a serem saudáveis, felizes e produtivas. Dr. Marco Cantero Como estimular suas equipes a serem saudáveis, felizes e produtivas Dr. Marco Cantero Como estimular suas equipes a serem saudáveis, felizes e produtivas Como estimular suas equipes a serem saudáveis,

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

MARSH GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE

MARSH GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE 31 de Outubro de 2.007 MARSH GESTÃO INTEGRADA DE SAÚDE FEBRABAN Sheila Clezar AGENDA Panorama da Saúde Custos de Saúde Interesses Divergentes Visão Integrada de Saúde Análises, Ações e Soluções Pró-Ativas

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

PLANO INDIVIDUAL OU FAMILIAR UNIMED. Cuidamos de quem é importante para você

PLANO INDIVIDUAL OU FAMILIAR UNIMED. Cuidamos de quem é importante para você PLANO INDIVIDUAL OU FAMILIAR UNIMED Cuidamos de quem é importante para você plano individual ou familiar Unimed Atenção, respeito e e ciência são pré-requisitos indispensáveis quando se pensa em uma operadora

Leia mais

Manual de Medicina Preventiva do Sistema Unimed

Manual de Medicina Preventiva do Sistema Unimed Manual de Medicina Preventiva do Sistema Unimed 1 Sumário Apresentação...2 Introdução... 4 Justificativa...5 Conceitos...8 Objetivo Geral...9 Objetivo Específico...10 Áreas de Atuação...11 Formas de Atuação...

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

Problematização. Processo

Problematização. Processo Determinantes socioambientais em saúde bucal e estratégias de Promoção da Saúde 1 Problematização Serviços de saúde [e sua expressão humana, ou seja, os profissionais de saúde] não são potentes o suficiente

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

8ª Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos - Hospitalar

8ª Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos - Hospitalar 8ª Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos - Hospitalar Impactos da Contratualização na Saúde Suplementar e as várias visões do Relacionamento Comercial Sandro Leal Alves 22 de maio de

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO DOS PLANOS DE SAÚDE DA CEB, ADMINISTRADOS PELA FACEB

RELATÓRIO DE GESTÃO DOS PLANOS DE SAÚDE DA CEB, ADMINISTRADOS PELA FACEB BRASÍLIA, OUTUBRO DE 2015 RELATÓRIO DE GESTÃO DOS PLANOS DE SAÚDE DA CEB, ADMINISTRADOS PELA FACEB 1 º S E M E S T R E / 2 0 1 5 Plano de Saúde da CEB e Plano CEB-Saúde 1. APRESENTAÇÃO O presente relatório

Leia mais

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

Agência Nacional de Saúde Suplementar. Chile, Agosto 2011

Agência Nacional de Saúde Suplementar. Chile, Agosto 2011 Agência Nacional de Saúde Suplementar Chile, Agosto 2011 Dados do Setor Planos de Saúde Planos de Saúde Médico Hospitalares Exclusivamente Odontológicos Consumidores Número de Operadoras Faturamento em

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cumprimento

Leia mais

Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico

Modelo Domiciliar de. Assistência ao Doente. Crônico Modelo Domiciliar de Modelos Assistenciais Assistência ao Doente Alternativos Crônico Panorama da Saúde no Brasil Aumento do poder aquisitivo Mudanças no Estilo de Vida Crescimento da População com Planos

Leia mais

Veja abaixo algumas perguntas e respostas que poderão esclarecer suas dúvidas sobre a RN 259/268

Veja abaixo algumas perguntas e respostas que poderão esclarecer suas dúvidas sobre a RN 259/268 Veja abaixo algumas perguntas e respostas que poderão esclarecer suas dúvidas sobre a RN 259/268 1) O que é a Resolução Normativa - RN 259/268? A RN 259, alterada pela RN 268, com vigência a partir do

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cultura

Leia mais

Tatiana Accioly Fayad Gerente Jurídica

Tatiana Accioly Fayad Gerente Jurídica Tatiana Accioly Fayad Gerente Jurídica UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA MÉDICA (Lei 5.764/71) e OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE (Lei 9.656/98) Lei 9656/98 Lei dos Planos de Saúde Lei nova (14 anos) 36 artigos e

Leia mais

Seguros, Previdência e Capitalização

Seguros, Previdência e Capitalização Seguros, Previdência e Capitalização Análise das contas Patrimoniais e do Resultado Ajustado do Grupo Bradesco de Seguros, Previdência e Capitalização: Balanço Patrimonial Mar10 Dez09 Mar09 Ativo Circulante

Leia mais

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br OPERADORAS DE SAÚDE Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br O que são Operadoras de saúde? O que são Operadoras de saúde? Operadora é a pessoa jurídica que opera ( administra,

Leia mais

ANEXO CAPÍTULO III MANUAL CONTÁBIL DAS OPERAÇÕES DO MERCADO DE SAÚDE

ANEXO CAPÍTULO III MANUAL CONTÁBIL DAS OPERAÇÕES DO MERCADO DE SAÚDE A Norma Contábil é necessária para padronizar o registro das operações do mercado de saúde. O principal objetivo da padronização é monitorar a solvência desse mercado. Solvência é a capacidade de uma operadora

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS REGULAMENTO DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS Versão aprovada na 2ª reunião do Conselho Deliberativo da Cemig Saúde em 22.10.2010. Em vigor a partir de 01.10.2010. Alterado na 15ª reunião

Leia mais

Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia PREZADO ASSOCIADO

Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia PREZADO ASSOCIADO Tabela Comercial UNIFAMÍLIA EMPRESARIAL POR ADESÃO COPARTICIPATIVO 50% Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia Cobertura de consultas médicas de pré-natal, exames complementares bem como atendimentos

Leia mais

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Jamil Luminato 1981 Jamil Luminato 1981 2013 Visão Geral Medicina de Grupo de Curitiba 117.187

Leia mais

Em pleno novo milênio nossa sociedade aparece com uma

Em pleno novo milênio nossa sociedade aparece com uma 8 Epidemiologia da Atividade Física & Doenças Crônicas: Diabetes Dênis Marcelo Modeneze Graduado em Educação Física Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde-UNICAMP Em pleno

Leia mais

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Instrução Normativa sobre a divulgação da qualificação Primeira reunião do GT de Divulgação 07/02/2012 Quem divulgar? Todos

Leia mais

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria O programa de Residência em Pediatria prevê 60 horas de jornada de trabalho semanal, sendo 40 horas de atividades rotineiras e 20 horas de

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH PROGRAMA DE RESIDÊNCIA INTEGRADA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO HOSPITALAR - PRIMAH DIRETRIZES PEDAGÓGICAS DO PROGRAMA ESTÃO BASEADAS NAS AÇÕES QUE COMPORTAM ATIVIDADES Multiprofissionalidade e interdisciplinaridade:

Leia mais

COBERTURAS E CARÊNCIAS:

COBERTURAS E CARÊNCIAS: PLANO REGIONAL E LOCAL UNIVERSITARIO PESSOA FÍSICA Lei 9656/98 ANS Beneficiários que residem em Guaratinguetá, Aparecida, Cunha ou Potim Definições: Unimed: Cooperativa de Trabalho Médico, regida pela

Leia mais

DESAFIOS e RUMOS. da Saúde Suplementar

DESAFIOS e RUMOS. da Saúde Suplementar e RUMOS da Saúde Suplementar Perspectivas de Saúde Suplementar Na visão de uma Seguradora Especializada Operadoras O Mercado de Saúde Suplementar Modalidade Qtde. Beneficiários (%) Receita (%) Despesa

Leia mais

Qualificação e Remuneração de Prestadores. Ary Ribeiro MD; PhD

Qualificação e Remuneração de Prestadores. Ary Ribeiro MD; PhD Qualificação e Remuneração de Prestadores Ary Ribeiro MD; PhD Faz-se necessário reformar o modelo de remuneração dos prestadores hospitalares na saúde suplementar brasileira? Sim, pois o atual modelo,

Leia mais

VCMH Variação dos Custos Médico-Hospitalares

VCMH Variação dos Custos Médico-Hospitalares VCMH Variação dos Custos Médico-Hospitalares José Cechin Superintendente Executivo José Cechin Carina Burri Martins Francine Leite Apresentação Entende-se por Custos Médico-Hospitalares o total das despesas

Leia mais

Unidades de Negócios

Unidades de Negócios Grupo Clivale Como surgiu? História Tudo começou com a iniciativa de Raphael Serravalle ao perceber a carência de um serviço médico especializado na cidade do Salvador, calçada, induziu dois de seus filhos:

Leia mais

Avaliação Atuarial de Banco de Dados

Avaliação Atuarial de Banco de Dados Avaliação Atuarial de Banco de Dados ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA - SP São José dos Pinhais, 12 de Junho de 2007. Índice 1. Introdução---------------------------------------------------------------------------------------------------3

Leia mais

Seminário Anual de Saúde 2010: Cultura de Saúde e Dividendos para o Negócio Uma Visão Estratégica. Setembro/2010

Seminário Anual de Saúde 2010: Cultura de Saúde e Dividendos para o Negócio Uma Visão Estratégica. Setembro/2010 Seminário Anual de Saúde 2010: Cultura de Saúde e Dividendos para o Negócio Uma Visão Estratégica Setembro/2010 Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein Instituição de Saúde composta

Leia mais

Em 2009, as despesas com medicamentos, público e privada, representavam 22,3% dos gastos totais com saúde.

Em 2009, as despesas com medicamentos, público e privada, representavam 22,3% dos gastos totais com saúde. Seguros para a Cobertura de Medicamentos Principais Desafios e Experiências 1. Contexto 2 No Brasil: 38,8 milhões de brasileiros (20% da população) utilizam medicamentos contínuos; desses, 12,4 milhões

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA CUIDADOS PALIATIVOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM PACIENTES TERMINAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Maria Andréa Fernandes

Leia mais

para cobrir suas despesas de utilização. Resultado: para manter em dia o pagamento aos tem sido coberta pelas reservas do Plano Pleno,

para cobrir suas despesas de utilização. Resultado: para manter em dia o pagamento aos tem sido coberta pelas reservas do Plano Pleno, A Fundação tem sempre alertado sobre o crescente déficit dos planos Especial e Básico: mais de R$ 3 milhões em 2003. Administrar planos de autogestão como os da Sabesprev, sem fins lucrativos mas sujeitos

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

INTRODUÇÃO (WHO, 2007)

INTRODUÇÃO (WHO, 2007) INTRODUÇÃO No Brasil e no mundo estamos vivenciando transições demográfica e epidemiológica, com o crescente aumento da população idosa, resultando na elevação de morbidade e mortalidade por doenças crônicas.

Leia mais

Sustentabilidade em saúde. Dr. Reynaldo A. Brandt

Sustentabilidade em saúde. Dr. Reynaldo A. Brandt Sustentabilidade em saúde Dr. Reynaldo A. Brandt Definição Sustentabilidade é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido. É suprir as necessidades da geração

Leia mais

Conjunto de ações estabiliza o Plano

Conjunto de ações estabiliza o Plano AGO SET 2009 Editado pela Assessoria de Comunicação Institucional Conjunto de ações estabiliza o Plano Desde o final do ano passado, a Superintendência de Saúde da Fachesf (PSS) tem desenvolvido um Plano

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A NOVA LEI DOS PLANOS DE SAÚDE: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DE SEU DESVIO DE FINALIDADE E O DIREITO DO CONSUMIDOR RICARDO PESTANA DE GOUVEIA 1 Sumário: Introdução 1. Breves considerações

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber?

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber? PLANOS DE SAÚDE O que é preciso saber? Queridos amigos, Estamos muito felizes por concluir a nossa segunda cartilha sobre direitos atrelados à saúde. Este trabalho nasceu com o propósito de levar informações

Leia mais

BRADESCO SAÚDE SPG 100 e EMPRESARIAL 200

BRADESCO SAÚDE SPG 100 e EMPRESARIAL 200 NOVO SPG 100 e EMPRESARIAL 200 SPG 100 Empresarial 200 NOVOS PRODUTOS, NOVAS OPORTUNIDADES. Diversas soluções, MUITAS VANTAGENS. Na busca contínua pela melhoria, a Bradesco Saúde é pioneira mais uma vez,

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

Gestão de Redes Assistenciais e o Impacto no Custeio da Assistência. Irene Minikovski Hahn

Gestão de Redes Assistenciais e o Impacto no Custeio da Assistência. Irene Minikovski Hahn Gestão de Redes Assistenciais e o Impacto no Custeio da Assistência Irene Minikovski Hahn novas tecnologias remuneração pela doença transição demográfica falta de incentivo para avaliação de qualidade

Leia mais

Avaliação dos planos de saúde no estado de São Paulo

Avaliação dos planos de saúde no estado de São Paulo Artigo original Avaliação dos pl de saúde no estado de São Paulo Jorge Carlos Machado-Curi I, Tomás Patricio Smith-Howard II, Jarbas Simas III, Marcos Eurípedes Pimenta IV, Paulo Manuel Pêgo-Fernandes

Leia mais

Gestão de Saúde Populacional Unimed-Rio. Superintendência de Atenção à Saúde

Gestão de Saúde Populacional Unimed-Rio. Superintendência de Atenção à Saúde Gestão de Saúde Populacional Unimed-Rio Superintendência de Atenção à Saúde 52,4% dos trabalhadores terão 45 anos ou mais em 2050 (Atualmente - 33,8%) Idade média da força de trabalho será 44,3 anos (Atualmente

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

XI SIBRAD Sustentabilidade Política, Administrativa, Técnica T Financeira

XI SIBRAD Sustentabilidade Política, Administrativa, Técnica T Financeira XI SIBRAD Sustentabilidade Política, Administrativa, Técnica T e Financeira Modelos de contratação de serviços de atena tenção domiciliar Dra. Maura Selvaggi Soares Gerente da Área de Gestão de Saúde AGENDA

Leia mais