Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais

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1 Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais

2 Legislação Classificação dos Resíduos NORMA ABNT CLASSE I - PERIGOSOS CLASSE II - NÃO PERIGOSOS classe II A não inertes classe II B - inertes

3 Lei 9605/98 Crimes Ambientais Com a entrada em vigor da lei nº 9.605, em 13/02/98, O Brasil deu um grande passo legal na proteção do meio ambiente, pois a nova legislação traz inovações modernas na repressão a destruição ambiental. A partir daí, com os poderes atribuídos ao Ministério Público, pela própria Constituição e depois pelo Código de Defesa do Consumidor, somado à atividade dos órgão ambientais, começa a haver a efetividade desta lei, passando especialmente as empresas a correr sérios riscos ao não observarem as regras ambientais, podendo sofrer severas e pesadas penas, tanto administrativas, civis e penais, que vão desde a interrupção das atividades, suspensão de direitos, tais como, não participar de licitações, não receberem incentivos fiscais, ou financiamentos oficiais, ou ainda, trabalhos comunitários, a prisão de todos que colaboraram para o delito, dirigentes ou não, mais multa.

4 A Performance da Destinação é Função da Tipologia do Resíduo CO-PROCESSAMENTO RECICLAGEM OUTRAS TECNOLOGIAS ºC INSERVIVEL ATERRO COMPLEXIDADE INCINERAÇÃO

5 Conceito de Multitecnologia Utilização integrada de diversas tecnologias no tratamento e destinação final de resíduos industriais: Garantir soluções ambientais completas e atendimento otimizado: Redução de custos: utilização das tecnologias mais adequadas a cada tipo de resíduo; Economia de escala: destinação para fornecedor único uma quantidade e variedade de resíduos; maior Redução de prazos de execução: diversas possibilidades de tratamento agilizam a destinação final de resíduos. Oferecer a melhor relação de custo benefício com a máxima segurança, seguindo a legislação ambiental em vigor.

6 Unidades de Pré-Tratamento asseguram a constância da Reologia e composição do blend Necessárias para garantir a integridade e perenidade do processo PRODUTOR DE RESIDUO COLETA DE RESIDUO C H E C A G E M R E S I D U O UNIDADE DE PRE- TRATAMENTO F A B R I C A Ç Ã O D O B L E N D VALORIZAÇÃO ENERGETICA EM FORNOS DE CIMENTO VALORIZAÇÃO COMO MATEIRA PRIMA EM FORNOS DE CIMENTO INCINERAÇÃO ATERRO OUTROS: REGENERAÇÃO, TRATAMENTO FÍSICO- QUÍMICO Integram as instalações: laboratório, áreas de recebimento, estocagem e despacho do produto final.

7 Processo de destruição térmica realizada sob alta temperatura, utilizada para o tratamento de resíduos de alta periculosidade ou que necessitem de destruição completa e segura.

8 Incinerador de Taboão da Serra

9 Fluxograma do Processo 4 5 Resíduos Sólidos 8 9 Ar Óleo Combustível 1 Água 2 3 H2O + NaOH 6 7 H2O + NaOH Gases Resíduos Líquidos Escórias Cinzas Cinzas Cinzas Tratamento de Efluentes 1 Forno Rotativo, 2 CPC, 3 Quencher, 4 Resfriador ar-ar, 5 Filtro de mangas, 6 Lavador Venturi, 7 Torre de Absorção, 8 Exaustor, 9 - Chaminé

10 Vantagens da Incineração Destruição completa do resíduo; Alta elegibilidade; Sem limitação de PCS ; Sem restrição de lote mínimo; A destruição ocorre no local de envio; Transparência total ao gerador; Restituição de impostos no caso de destruição de produtos acabados e/ou importados.

11 Destruição térmica de resíduos em fornos de cimento, tendo como diferencial o aproveitamento do resíduo como potencial energético ou substituto de matériaprima na indústria cimenteira, sem qualquer alteração na qualidade do produto final.

12 Unidade de Clinquer

13 Processo de Fabricação de Cimento CALCARIO ARGILA ADITIVOS ( SiO 2, Fe 2 O 3, Al 2 O 3 ) QUEIMA A 1450 C CLINQUER 3 CaO, SiO 2 2 CaO, SiO 2 3 CaO, Al 2 O 3 4 CaO, Al 2 O 3, Fe 2 O 3

14 Configuração do Forno com Co-Processamento BLEND MATÉRIA-PRIMA HOMOGEINIZAÇÃO MOINHO DE CRU MINA BRITADOR CARVÃO ÓLEO COMBUSTÍVEL BLEND ENERGETICO LIQUIDO OU CSS10 BLENDENERGETICO CSS 50 MOINHO ELETROFILTRO FORNO ROTATIVO TORRE DE CICLONES CHAMINÉ BLEND PASTOSO ADITIVOS SILOS DE CLINQUER MOINHO DE CIMENTO SILO DE CIMENTO ENSACADEIRA

15 Plataforma de Bend Sólido (CSS) 1 sommaire

16 Aplicabilidade: Substitutos de Matéria Prima ou de Energia CONAMA 264 DE 26/08/99 Art. 1 o Esta resolução aplica-se para atividades de coprocessamento de resíduos, excetuando-se os resíduos: domiciliares brutos, serviço de saúde, radioativos, explosivos, organoclorados, agrotóxicos e afins. Art.8 o O resíduo pode ser utilizado como matéria prima desde que apresente características similares às dos componentes empregados na produção do clinquer. O resíduo pode ser utilizado como substituto de combustível, desde que o ganho de energia seja comprovado.

17 Aplicabilidade: Substitutos de Matéria Prima ou de Energia (desde que o ganho seja comprovado) SIM NÃO CATALISADORES RESINAS E COLAS SOLIDOS E PLASTICOS MADEIRAS E PAPEL SOLVENTES LODOS E BORRAS TERRAS CONTAMINADAS SUBSTANCIAS OLEOSAS SERVIÇO DE SAUDE DOMICILIARES BRUTO EXPLOSIVOS RADIOATIVOS ORGANOCLORADOS AGROTOXICOS E AFINS CONAMA 264 DE 26/08/99

18 Vantagens Técnicas do Co-Processamento Diminuição do consumo de combustíveis nobres, via recuperação do conteúdo energético dos resíduos. Eficiência de destruição térmica 3T s Excesso de O 2 Neutralização dos gases (SO 2 e HCl) Fixação dos metais Não gera de dioxinas ou furanos Não gera sub-produtos

19 Dessorção Térmica TDU (Processos On Site)

20 Solução ambientalmente segura para a disposição final de resíduos classes I, II-A e II-B, com tecnologia de última geração de impermeabilização de solos, técnica de confinamento total dos resíduos, drenagem e tratamento de efluentes líquidos e gasosos, além de monitoramento contínuo para máxima segurança ambiental.

21 Tipos de Aterros CLASSE I Valas Descobertas Valas Cobertas CLASSE II-A Sanitário (resíduos domiciliares) de Co-disposição (industriais e domiciliares) Industrial (resíduos industriais) Dedicado (resíduos específicos) CLASSE II-B Inertes

22 Aterros Classe II Sistema de Impermeabilização - Detalhes

23 Impermeabilização dos Taludes

24 Aterros Classe II Drenagem de Gases e Percolados GASES PERCOLADOS Drenagem de gases Malha de drenagem Impermeabilização de fundo Caixa de retenção de percolados Enviado para tratamento no STAR

25 Drenagem de Percolado na Base Instalação da rede de drenagem de chorume

26 Captação e Tratamento do Biogás Rede de captação de biogás Queimador de biogás

27 CTR Curitiba Aterro Classe II (industrial)

28 Aterros Classe I Sistema de Impermeabilização Duplo - Detalhes Detalhes da vala da CTR Curitiba

29 CTR Curitiba Aterro Classe I (industrial)

30 Fechamento do Aterro Cobertura com geomembrana acompanhada de sistema de drenagem. Camada final de solo de cobertura

31 Engº ANDERSON RADICH Tel.: (21) Cel.: (21)

32

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