Palavras-chave: Argamassas, Cinza de Casca de Arroz, Blocos Cerâmicos. 1 Universidade Federal do Pampa, Alegrete, Brasil

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1 Estudo da Viabilidade Técnica no Uso de Cinza de Casca de Arroz na Produção de Argamassas de Assentamento e Revestimento em Bloco Estrutural e de Vedação LEMES Silênia P.S. 1,a, NAKANISHI Elizabete Y.B. 2,b e MOHAMAD Gihad 3,c 1 Universidade Federal do Pampa, Alegrete, Brasil 2 Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Toledo, Brasil 3 Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil a b c Palavras-chave: Argamassas, Cinza de Casca de Arroz, Blocos Cerâmicos. Resumo. Os subprodutos de origem vegetal, por exemplo, os produtos agroindustriais, resíduos das cinzas de casca de arroz, vêm sendo estudados para utilização como combustíveis, fertilizantes e estabilizantes de solos. Há uma grande necessidade da reciclagem desses produtos para a preservação do meio ambiente, reduzindo custo e o consumo de energia na produção de materiais e componentes de construção. Diante da situação atual, na qual se busca diminuir os impactos ambientais causados pelos resíduos de origem vegetal, o objetivo deste trabalho é verificar a viabilidade técnica da utilização da cinza da casca de arroz (CCA), como substituição parcial do cimento, em argamassas de assentamento e de revestimento para paredes de bloco cerâmico de vedação e estrutural. Para o desenvolvimento da pesquisa, inicialmente foi determinado o índice de consistência, densidade de massa e teor de ar incorporado, posteriormente foi produzidos argamassas de referência e com proporções de CCA para o traço de assentamento 1:3 e o traço de revestimento 1:2:8, com substituições parciais do cimento de 10%, 15%, 20% e 30% por CCA, realizaram-se ensaios no estado endurecido da argamassa a resistência à tração na flexão, compressão axial, resistência a aderência e medida do módulo de elasticidade dinâmico através da propagação de onda ultrassônica. Os ensaios tecnológicos aplicados nas argamassas 1:3 e 1:2:8, assentamento e revestimento, respectivamente, apresentaram resultados satisfatórios quanto aos desempenhos mecânicos, o que sugere, nessas condições que a utilização da CCA na confecção de argamassas é viável tecnicamente. Objetivo Este estudo consiste em avaliar a incorporação da cinza da casca de arroz (CCA) em substituições parciais sobre o cimento Portland para produção de argamassa de assentamento e argamassa de revestimento para uso em bloco cerâmico estrutural e de vedação. Materiais e Métodos Os materiais empregados foram: Bloco Cerâmico para Alvenaria Estrutural e de Vedação (Fig. 1), esses blocos cerâmicos possuem dimensões de 14x19x29cm e resistência de 10 MPa (bloco estrutural); cimento Portland CP V-ARI; Cal Hidratada CH-II; areia natural média advinda do município de Manoel Viana e a água utilizada foi da rede pública de distribuição (empresa CORSAN). A Cinza da Casca de Arroz (CCA) utilizada foi proveniente de combustão controlada em caldeira com leito fluidizado na Geradora de Energia Elétrica Alegrete (GEEA). Segundo Righi (2012) [1], a autora utilizando-se da mesma cinza, realizou o ensaio de índice de pozolânicidade prescrito pela NBR 5752/1992 [2]. Os resultados encontrados pela autora em seus ensaios de determinação da atividade pozolânica com o cimento Portland, resistências médias e a quantidade de água requerida, encontram-se em conformidade com a Norma, sendo assim, a CCA utilizada foi considerada como material pozolânico. Para facilitar a visualização da execução do programa experimental, o fluxograma da Fig. 2, mostra esquematicamente todas as etapas de ensaio. 1

2 (a) bloco cerâmico estrutural (b) bloco cerâmico de vedação Figura 1: Bloco cerâmico Figura 2: Programa experimental 2

3 Produção das argamassas: assentamento e revestimento Foram elaborados dois tipos de argamassas, a primeira de assentamento e, a segunda de revestimento. Para a argamassa de assentamento o utilizou-se o traço 1:3 (aglomerante:agregado), e a argamassa de revestimento o traço 1:2:8 (cimento:cal:agregado). Ambos os traços das argamassas foram adotados nesta pesquisa pelo fato de estes serem utilizados comumentemente nas obras de construção civil local. Assim, com o intuito de facilitar a substituição da cinza da casca de arroz, sem alterar o traço convencional ou tradicional já adotado e utilizado no dia-a-dia pelos profissionais da região. A substituição parcial de cimento pela CCA foram nas proporções de 10%, 15%, 20% e 30%, substituindo-as na argamassa de assentamento, denominada nesta de argamassa de assentamento de referência (sem adição de CCA) e na argamassa de revestimento, tida nesta como argamassa de revestimento de referência (sem adição de CCA), totalizando 10 (dez) tipologias de traços, ou seja, 5 (cinco) traços de argamassa de assentamento, tendo 4 (quatro) com adição de CCA e 1 (uma) sem adição e, 5 (cinco) traços de argamassas de revestimento, sendo 4 (quatro) com adição de CCA e 1 (uma) sem adição. O valor do índice de consistência da argamassa de assentamento bem como a de revestimento foi fixado em (255+/-10) mm. Caracterização das argamassas Sabe-se que a quantidade de água necessária para as argamassas com a utilização de cinza da casca de arroz, está diretamente relacionada com o percentual de CCA utilizado e conseqüentemente da superfície específica e formas das partículas. Assim, inicialmente foi realizado ensaio para determinar o índice de consistência, utilizando-se o procedimento prescrito na NBR 13276/2005 [3]. O ensaio de teor de ar incorporado foi determinado conforme os procedimentos desta norma, e ainda a determinação da densidade de massa e o teor de ar incorporado em argamassas no estado fresco. Os ensaios realizados na argamassa no estado endurecido foram o módulo de elasticidade dinâmico, sendo determinado por ensaio de emissão de pulso elétrico de baixa frequência ultrassônica conforme recomendações na NBR 15630/2009 [4], utilizando um aparelho utrassônico com transdutores de 54 khz e com leitura de forma direta. Para o ensaio de resistência à tração na flexão e à compressão foram moldados 6 corpos de prova para cada traço das duas argamassas (assentamento e revestimento) com dimensões de 4,0x4,0x16,0 cm, realizados de acordo com os procedimento estabelecidos na NBR 13279/2005 [5]. Obteve-se resistências de tração na flexão e axial para as idades de 7 e 28 dias. Execução e avaliação dos prismas de dois blocos Foram confeccionados prismas com dois blocos cerâmicos de duas fiadas cada, sendo de bloco estrutural e o bloco de vedação, com argamassa de assentamento total, ou seja, com preenchimento total tendo a seção transversal do bloco preenchida com a argamassa. Para o assentamento dos blocos, tanto estrutural como o de vedação, foram realizados (5) cinco traços de argamassa, sendo (1) um de referência e (4) quatro com porcentagens diferentes de CCA. Após, foram executados 2 (dois) prismas de 2 (dois) blocos por traço para cada tipo de bloco cerâmico(estrutural e vedação), totalizando 20 prismas. Os prismas recém-moldados com argamassa de assentamento foram colocados em local reservado até obter resistência suficiente para não causar fissuras nas juntas, permaneceram em descanso em temperatura ambiente, até a data de rompimento. Os prismas foram capeados (camada regularizadora) com argamassa de cimento e areia no traço de 1:1. A espessura do capeamento superficial em ambas as faces foi de 3,0mm. Estes prismas foram submetidos aos ensaios de compressão axial aos 28 dias, seguindo a NBR 13528/2010 [6]. Tal ensaio foi realizado para avaliar a capacidade de resistência das alvenarias assentadas com argamassa com substituição parcial de CCA. 3

4 Execução e avaliação de argamassa de revestimento na interface com o bloco Realizou-se o ensaio de permeabilidade e absorção de água pelo método do cachimbo (Centre Scientifique ET Technique de la Construction CSTC). O ensaio foi realizado com três cachimbos em cada bloco na idade de 21 dias. Os cachimbos foram fixados com cola silicone e massa de modelar, com medidas realizadas a cada minuto até completar 15 minutos ou 4ml de absorção de água. Por fim, determinou-se a resistência de aderência à tração, o procedimento foi realizado de acordo com a NBR 13528/2010 [6] que permite a verificação direta da carga necessária ao arranchamento de uma porção definida de argamassa, obtida pelo arrancamento deste na base. Resultados e Discussões A seguir, serão apresentados os dados obtidos nos ensaios experimentais, quanto ao comportamento de argamassas sem e com adições parciais de CCA, tanto no seu estado fresco, como no estado endurecido. As Tabelas 1 e 2, respectivamente, mostram os resultados das argamassas obtidas no estado fresco e endurecido, e por fim, realiza ensaios de argamassa de assentamento e de revestimento. ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO Tabela 1: Resultados de Argamassa no estado fresco Relação Índice de água/cimento consistência (a/c) (mm) 4 Densidade de massa (g/cm 3 ) Teor de ar incorporado (%) Traço 0% = 100% cimento (traço de referência) 0, ,182 6,90 Traço 10% CCA = 90% cimento + 10% CCA 0, ,182 7,46 Traço 15% CCA = 85% cimento + 15% CCA 0, ,177 7,51 Traço 20% CCA = 80% cimento + 30% CCA 0, ,171 7,28 Traço 30% CCA = 70% cimento + 30% CCA 0, ,166 7,69 ARGAMASSA DE REVESTIMENTO Relação água/cimento (a/c) Índice de consistência (mm) Densidade de massa (g/cm 3 ) Teor de ar incorporado (%) Traço 0% = 100% cimento (traço de referência) ,066 4,02 Traço 10% CCA = 90% cimento + 10% CCA ,066 4,19 Traço 15% CCA = 85% cimento + 15% CCA 2, ,058 4,61 Traço 20% CCA = 80% cimento + 30% CCA 2, ,054 4,49 Traço 30% CCA = 70% cimento + 30% CCA 2, ,051 4,88 Tabela 2: Resultados de Argamassa no estado endurecido Resistência a tração na flexão 28 dias [MPa] ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO Resistência à compressão axial 28 dias[mpa] Módulo de elasticidade (Ed) Traço 0% = 100% cimento (traço de referência) 5,85 18, ,96 Traço 10% CCA = 90% cimento + 10% CCA 7,03 25, ,94 Traço 15% CCA = 85% cimento + 15% CCA 6,91 24, ,32 Traço 20% CCA = 80% cimento + 30% CCA 5,4 23, ,69 Traço 30% CCA = 70% cimento + 30% CCA 4,83 19, ,14 ARGAMASSA DE REVESTIMENTO Resistência a tração na flexão 28 dias [MPa] Resistência à compressão axial 28 dias [MPa] Módulo de elasticidade (Ed) Traço 0% = 100% cimento (traço de referência) 1,65 3, ,32 Traço 10% CCA = 90% cimento + 10% CCA 1,73 4, ,53 Traço 15% CCA = 85% cimento + 15% CCA 1,70 4,1 9954,19 Traço 20% CCA = 80% cimento + 30% CCA 1,38 3, ,44 Traço 30% CCA = 70% cimento + 30% CCA 1,34 3, ,57 Argamassas no estado fresco A determinação do índice de consistência para os diferentes traços a quantidade de água, ou seja, a relação água/cimento foi obtido quando da obtenção da consistência pré-estabelecida em (255±10 mm). Os resultados da relação água/cimento e o índice de consistência das argamassas de

5 assentamento e da argamassa de revestimento, ver Tabela 1, mostram que a quantidade de água requerida, aumenta, conforme se aumenta a porcentagem da substituição parcial de cimento por CCA, ou seja, ocorre claramente, o aumento na quantidade de água, para manter o índice de consistência desejado. Sabe-se que a granulometria da CCA é inferior aos grãos do cimento, consequentemente, maior superfície específica dos materiais aglomerante, acarretando maior quantidade de água necessária para manter o mesmo abatimento. Os resultados da densidade de massa (Tabela 1) para cada tipologia de argamassa quando da incorporação de CCA, verifica-se que ocorre uma diminuição no valor da densidade de massa para ambas as argamassas (assentamento e revestimento) com o aumento da proporção de CCA, ou seja, diminuição de cimento na massa de argamassa. No entanto, observa-se que esta diminuição de massa ocorre de forma mais acentuada na argamassa de assentamento, e de forma bem menos perceptível na argamassa de revestimento. Lembrando que o traço da argamassa de assentamento é 1:3 (cimento:areia) e a argamassa de revestimento contém a cal no traço, sendo de 1:2:8 (cimento:cal:areia), a densidade de massa fica menos evidenciada em mistura com a argamassa que contém a cal, esta tendo a granulometria mais fina que o cimento, a CCA não preenche os vazios deixados pelo cimento, pois este já estão preenchidos com a cal (argamassa de revestimento). De acordo com resultados obtidos para os teores de ar incorporado (Tabela 1), percebe-se que quanto maior é a quantidade de CCA na substituição com o cimento, maiores foram os valores de teor de ar incorporado, para ambas as argamassas estudadas (assentamento e revestimento). Tal fato deve-se pelo aumento da quantidade de água adicionada na massa das argamassas para manter o índice de consistência estabelecida em (255±10)mm. Da mesma forma, observa-se que as argamassas de assentamento apresentaram maiores percentuais de teor de ar incorporado que as argamassas de revestimento. Os resultados obtidos nessas duas propriedades (densidade de massa e teor de ar incorporado) nas argamassas (assentamento e revestimento) confirmaram que existe uma relação inversamente proporcional entre a densidade de massa e o teor de ar incorporado, pois, quanto menor a densidade de massa, maior o teor de ar incorporado. De acordo com a NBR 13281/2010 [6], que classifica as argamassas conforme o valor do teor de ar incorporado pode-se verificar que tanto as argamassas de assentamento quanto a de revestimento, estão classificadas como sendo do tipo A, ou seja, apresentam teor de ar incorporado < 8,0. Argamassas no estado endurecido Para ambas as argamassas (assentamento e revestimento) foram realizados ensaios nas idades de 7 e 28 dias para analisar a resistência de tração na flexão e resistência a compressão axial simples. Ao analisar os resultados obtidos nessas foi possível observar que os traços de 10% e 15% de adição com a CCA obtiveram resultados superiores ao traço de referência, no entanto, ocorreu um decréscimo de resistência nos traços de 20% e 30% de CCA (Tabela 2). De acordo com alguns autores, poder-se-ão ocorrer aumento na resistência para idades mais elevadas, pois acredita-se que a porcentagem de 20% e 30% não houve tempo o suficiente para que ocorresse a hidratação na argamassas. O mesmo fato ocorreu para as argamassas de revestimento, a argamassa com 10% e 15% de CCA obtiveram resultados superiores a argamassa de referência e um decréscimo de resistência nas argamassas de 20% e 30%. Mesmo assim, ao analisar o conjunto desses resultados foi possível observar que há um aumento considerável na resistência para todas as argamassas em relação às idades estudadas. Segundo Malhota e Metha (1996) [7], esta ocorrência pode ser justificada pelo fato de haver preenchimento dos vazios da argamassa, quando há incorporação de resíduos, aumentando o empacotamento das partículas e diminuindo, consequentemente, os vazios, favorecendo, positivamente, a resistência a compressão simples. As argamassas com porcentuais de cinza apresentaram melhor desempenho mecânico para as duas idades estudadas em relação à argamassa de referência, sendo que a argamassa de 10% de CCA obteve o maior valor de resistência à compressão axial simples. De acordo com a NBR 13281/2001 [3], que classifica as argamassas conforme o valor da resistência à compressão simples, pode-se verificar que as argamassas com 10% e 15% com cinza 5

6 da casca de arroz estão classificadas como sendo do tipo padrão II, que estabelece um intervalo de 4,0 MPa RCS 8,0MPa, aos 28 dias, e para a argamassa de referência e com 20% e 30% de cinza de casca de arroz estão classificadas como sendo do tipo padrão I, que estabelece um intervalo de 0,1MPa RCS<4,0MPa, aos 28 dias. Todos os valores obtidos, tanto para a argamassa convencional (referência), como os com CCA, obedecem à prescrição da NBR 13281/2001 [3], nesse sentido, poder-se-á confirmar a viabilidade na utilização da CCA em argamassas quanto ao desempenho mecânico dessas argamassas. Foi determinado o módulo de elasticidade dinâmico nos corpos de prova prismático de argamassa através de emissão de pulso elétrico de baixa frequência ultrassônica (NBR 15630/2009) [4]. Neste ensaio é possível determinar a leitura do tempo em microssegundos, que a onda ultrassônica leva para ultrapassar o corpo de prova. Através deste tempo obtido é possível determinar a velocidade em milímetros por microssegundos. Ao analisar o módulo de elasticidade obtido nas argamassas de assentamento e de revestimento, ver Tabela 2, foi possível observar que ao adicionar a CCA diminui o módulo de elasticidade dinâmico das argamassas, com exceção da argamassa de assentamento com 15% de CCA. O módulo de elasticidade representa a relação tensão/ deformação, portanto, quanto menor o módulo de elasticidade da argamassa maior a sua capacidade de absorver deformações. Ensaio de compressão dos prismas Ao analisar a resistência à compressão simples nos prismas de dois blocos é possível observar que os prismas moldados com argamassas modificadas com cinza, com exceção do prisma de bloco de vedação moldado com argamassa de 10% de CCA, obtiveram resistências superiores quando comparadas aos prismas de referência. Os prismas apresentaram uma ruptura explosiva, com rompimento súbito, principalmente os prismas moldados com argamassa com CCA. Este comportamento poder-se-á ter ocorrido pelo fato de as argamassas com CCA terem alcançado resistencias à compressão superiores a argamassa de referência, fazendo com que a ruptura ocorresse nos blocos, aos invés, da argamassa de assentamento. A Fig. 3 ilustra algumas rupturas que ocorreram no bloco (a) cerâmico estrutural e no bloco (b) cerâmico de vedação. As rupturas dos prismas em geral apresentaram desplacamento do bloco, fissuração vertical e esmagamento da argamassa, pode ter ocorrido esses tipos de ruptura, pela aderência entre os elementos (argamassa/bloco), impedindo a argamassa de se deformar. O esmagamento localizado da argamassa e o desplacamento dos blocos ocorreram devido à concentração de tensão pode ter sido provocada pela falta de nivelamento no momento da moldagem e na execução do capeamento. (a) bloco cerâmico estrutural (b) bloco cerâmico de vedação Figura 3: Ruptura dos prismas de dois blocos Absorção de água pelo método do cachimbo Para a verificação da permeabilidade e absorção de água foi utilizado três cachimbos de vidro em cada bloco na idade de 21 dias. Os cachimbos foram fixados com cola silicone e massa de modelar, após, fez-se o preenchimento de água nos cachimbos e iniciaram-se as leituras a cada minuto até 6

7 completar 15 minutos (15 leituras) ou até atingir 4,0ml de absorção de água através da argamassa. A Fig. 4(a) ilustra o bloco com revestimento e Fig. 4(b) os cachimbos fixados neste revestimento. (a) bloco cerâmico com revestimento de argamassa (b) fixação dos cachimbos sobre o revestimento Figura 4: Ensaio de absorção e permeabilidade de água As Figs.5 e 6 apresentam os resultados obtidos da absorção de água para as argamassas com o substrato de bloco cerâmico estrutural e de vedação, respectivamente. Ao analisar a absorção de água obtida para as argamassas de referência e com proporções de cinza da casca de arroz (Figs.5 e 6) observa-se que a argamassa com 15% de CCA foi a que melhor se comportou, absorvendo, aos 15 minutos, aproximadamente 3,0 ml de água. Para a argamassa de referência, 10% CCA e 30% CCA, observa-se resultados muito próximos e seus comportamentos muito semelhantes, absorvendo aproximadamente aos 15 minutos a média de 3,3 ml de água, constatando que essas argamassas possuem um comportamento razoável com relação à penetração de água. Já a argamassa com 20% de CCA apresentou absorção elevada, acumulando 4 ml de água, em apenas 11 minutos. Figura 5: Absorção e permeabilidade de água em bloco cerâmico estrutural Figura 6: Absorção e permeabilidade de água em bloco cerâmico de vedação 7

8 Ao analisar a absorção de água obtida para as argamassas de referência e com proporções de cinza da casca de arroz com substrato de bloco de vedação (Fig. 6) é possível observar que a argamassa com 15% de CCA foi a que melhor se comportou em relação as outras argamassas estudadas, apresentando uma absorção de aproximadamente 3 ml, aos 15 minutos. O mesmo comportamento aconteceu com de substrato de bloco estrutural. As argamassas de referência, 10% CCA e 30% CCA obtiveram resultados muito próximos e seus comportamentos muito semelhantes, absorvendo aproximadamente, aos 13 minutos, 4 ml de água. Novamente a argamassa de 20% de CCA apresentou uma absorção elevada, acumulando 4 ml, aos 9 minutos. Analisando os substratos, notase que o bloco de vedação apresentou os maiores valores de absorção e em menor tempo. Resistência à aderência Para a verificação da resistência de aderência à tração, o procedimento foi de acordo com a NBR 13528/2010 [6] que permite a verificação direta da carga necessária ao arranchamento de uma porção definida de argamassa, obtida pelo corte até o substrato. A ruptura da argamassa nem sempre ocorre na interface entre o revestimento e o substrato, assim, na Tabela 3, esta descrita às formas de rupturas e suas siglas. Ao analisar a resistência à aderência, obtida para as argamassas de referência e com proporções de cinza da casca de arroz (Fig. 7), é possível observar que as argamassas do substrato de bloco de vedação obtiveram resistências mais altas que as do substrato de bloco estrutural. Este dever-se-à ao fato de o bloco de vedação ser nervurado (estrias longitudinais) assim, possuindo uma melhor aderência entre os elementos. Porém, os resultados de resistência à aderência para os dois tipos de substratos apresentaram elevadas variações e resultados baixos, podendo constatar que esses fatores estão relacionados ao tipo de argamassa, substrato e aplicação, pois no substrato não foi realizado nenhuma preparação (chapisco). Ao analisar as formas de rupturas, conforme descrição na Tabela 3 (Tipos de rupturas) verifica-se que as argamassas no substrato de bloco estrutural apresentaram praticamente rupturas do tipo A (interface argamassa-substrato) e A/B (parte interface argamassa-substrato/parte ruptura na argamassa), como mostra a Fig. 8 (a) e (b) rupturas do tipo A assentados em bloco cerâmico estrutural e de vedação, respectivamente e na Fig. 7(c) ruptura do tipo D. Figura 7: Resistência à aderência das argamassas As rupturas nas argamassas com substrato no bloco de vedação obtiveram seis tipos de rupturas como, A, B, A/B, C, D, B/D, tendo em sua maioria rupturas do tipo A e D. A B C D E Tabela 3: Tipos de rupturas Ruptura na interface argamassa-substrato Ruptura na argamassa Ruptura no substrato Ruptura na interface cola-argamassa Ruptura na interface cola-pastilha 8

9 (a) ruptura do tipo A (b) ruptura do tipo A (c) ruptura do tipo D bloco cerâmico estrutural bloco cerâmico de vedação bloco cerâmico de vedação Figura 8: Tipos de rupturas nas argamassas assentados em bloco cerâmico estrutural e de vedação Conclusão Índice de consistência das argamassas de assentamento e revestimento, neste, observou-se que a quantidade de água utilizada para confecção das argamassas aumentou proporcionalmente com o aumento da quantidade de finos de cada mistura. Densidade de massa e teor de ar incorporado, verificaram-se que as argamassas com CCA apresentaram melhor desempenho que as argamassas de referência. As argamassas de revestimento apresentaram melhor comportamento quando comparadas com as de assentamento. As argamassas de assentamento e de revestimento foram classificadas de acordo com a NBR (ABNT, 2005) como sendo do tipo A, quando relacionadas ao teor de ar incorporado. Resistência à tração na flexão percebeu-se que tanto para as argamassas de assentamento quanto de revestimento, os traços de 10% e 15% de CCA obtiveram resultados superiores ao traço de referência e um decréscimo para as porcentagens de 20% e 30%. Resistência à compressão, as argamassas de assentamento e revestimento com proporções de cinza apresentaram melhor desempenho mecânico em relação às argamassas de referência. Os teores que obtiveram os melhores resultados foram os de 10% de substituição. De acordo com a NBR (ABNT, 2005) as argamassas de revestimento com 10% e 15% de CCA estão classificadas como sendo do tipo II e a de referência, 20% e 30% de CCA como tipo I. As argamassas de assentamento estão classificadas como tipo III. Módulo de elasticidade, pode-se observar que as argamassas com porcentagens de CCA obtiveram módulo de elasticidade dinâmico menores, em relação às argamassas de referência, com exceção da argamassa de assentamento com 15% de CCA. Com base em estudos, quanto menor o módulo de elasticidade da argamassa, maior sua capacidade de absorver deformações. Compressão dos prismas de dois blocos, observaram-se que as argamassas modificadas com cinza, obtiveram resistências superiores a argamassa de referência. No entanto, pode-se observar, também, que os prismas obtiveram uma ruptura explosiva, havendo a ruptura do bloco e não da argamassa. Este fato ocorreu, pois, a argamassa de assentamento obteve a resistência muito superior a do bloco. Absorção de água, dos revestimentos argamassados, verificou-se que as argamassas com o substrato de bloco cerâmico estrutural obteve menor resultados de absorção em relação ao substrato de bloco cerâmico de vedação. Resistência à aderência, pode-se observar que as argamassas do substrato de bloco de vedação obtiveram resistências mais elevadas em comparação ao substrato com bloco estrutural. Porém, os resultados da resistência à aderência não foram muito satisfatórias, pois, uma das justificativas que leva a esses resultados pode ser que substrato não recebeu nenhuma preparação antes de ser aplicado o revestimento, sendo assim, adquirindo pouca aderência entre os elementos. Como conclusão final, diante dos resultados obtidos para nesta pesquisa pode-se verificar que todas as matérias-primas atenderam as exigências estabelecidas pelas normas da ABNT, possibilitando a 9

10 utilização destes materiais para a produção de argamassas de assentamento e revestimento. Para a cinza da casca do arroz sua utilização se mostrou viável por apresentarem desempenhos satisfatórios quanto aos aspectos físicos e mecânicos das argamassas. Referências [1] D.P. Righi. Caracterização de argamassa à base de cimento Portland e cinza de casca de arroz oriunda de queima com e sem controle de temperatura. Dissertação (Graduação) Universidade Federal do Pampa, Curso Engenharia Civil. Alegrete, [2] Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT NBR 5752:2012. Materiais pozolânicos - Determinação de atividade pozolânica com cimento Portland Índice de atividade pozolânica com cimento Método de ensaio. [3] Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 13276:2005. Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Preparo da mistura e determinação do índice de consistência. [4] Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 15630/2009. Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação do módulo de elasticidade dinâmico através da propagação de onda ultra-sônica [5] Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 13279:2005. Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação da resistência à tração na flexão e à compressão [6] Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 13528:2010. Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas - Determinação da resistência de aderência à tração. [7] V. M. Malhotra, Povindar K. Mehta. Pozzolanic and Cementitious Materials. Advances in Concrete Technology, vol.1,

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