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1 Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho, Ano 17, nº 28, 2012, Resenha O Continente do Labor, de Ricardo Antunes (São Paulo, Boitempo, 2011) Graça Druck A iniciativa de Ricardo Antunes de publicar um livro sobre o trabalho na América Latina O Continente do Labor reabre uma nova fase para a sociologia do trabalho brasileira e latino-americana. Ao mesmo tempo é expressão de um novo momento histórico, em que a classe-quevive-do-trabalho luta, resiste e demonstra que está disposta a enfrentar os velhos e novos dilemas sociais deste continente que, no quadro atual da mundialização do capital, se tornaram globais. O livro reúne um conjunto de escritos individuais e em coautoria inéditos e outros já publicados em outros países e no Brasil, e está dividido em três partes: o trabalho na América Latina; o Brasil no continente do labor; e panorama do sindicalismo na América Latina. Nelas, Antunes trata historicamente do passado e do presente, indicando os dilemas, os limites e as possibilidades abertas pela crise do capitalismo e pelos movimentos sociais e políticos. Reconhecendo as diferenças históricas entre os países latino-americanos, as especificidades dos movimentos sociais, sindicais e dos partidos, as revoluções e contrarrevoluções em cada país, o autor consegue demonstrar o que há em comum em cada história de ontem e de hoje, justificando a denominação de continente do labor. E o faz respondendo à questão: O que é o trabalho na América Latina? De forma sintética e competente, faz uma reconstituição histórica desde os processos de colonização que marcaram as sociedades latino-

2 230 Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho americanas, sustentada na superexploração do trabalho indígena e africano, passando pela transição ao trabalho assalariado e a constituição dos sindicatos e pelas formas de controle do trabalho a partir da industrialização (taylorismo e fordismo), pelas diferentes experiências do trabalhismo, pelos processos revolucionários (México, Cuba, Bolívia), pela era dos golpes militares e da imposição das ditaduras; e reflete ainda sobre o período mais recente da desertificação neoliberal e do ressurgimento das lutas dos trabalhadores no continente. Para Antunes, a América descoberta pôs fim às experiências milenares de trabalho coletivo, por meio da expropriação do trabalho e da terra. Entretanto, cabe acrescentar, não conseguiu, pelo menos em parte da região, acabar com culturas milenares e altamente desenvolvidas. O que poderia explicar, nos dias atuais, as formas de organização e de lutas de muitas comunidades e os movimentos em defesa das suas culturas e das suas raízes, conforme observado nos casos do México, Peru, Bolívia e Venezuela, para citar os mais destacados. Para além das diferenças, marcadas por trajetórias e tradições históricas singulares, o trabalho na América Latina se caracteriza desde a origem da América colonizada, pelo que Antunes chama de labor, compreendido como trabalho árduo, marcado pelo sofrimento e pela precariedade. E essa condição dá também uma unidade ao continente, pois se ergue subordinado ao capitalismo do Velho Mundo e suas estratégias imperialistas. Ao analisar o contexto atual do trabalho na América Latina, Antunes chama a atenção sobre os dilemas vivenciados em todo o continente: altas taxas de desemprego, especialmente entre os jovens que querem trabalhar e não tem onde, trabalho informal, precarização das condições de trabalho e de emprego, perda de direitos, dificuldades de mobilização sindical dada a fragmentação da classe trabalhadora, hoje mais diferenciada, hifenizada, complexificada, exigindo novas formas de organização coletiva e política. Um quadro que homogeneizou o trabalho nos diferentes países a partir da implementação das políticas neoliberais, baseadas no Consenso de Washington, cujo receituário tem sido exatamente o mesmo: privatizações, desregulamentação dos mercados financeiro e do trabalho e uma radical reestruturação da produção subordinada a um processo de financeirização da economia como elemento chave da globalização.

3 Resenha 231 Os relatórios mais recentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) referendam a análise de Antunes, pois afirmam que a década de 1990, marcada pela mundialização das políticas neoliberais, pela hegemonia do capital financeiro e pela flexibilização e precarização do trabalho que teve continuidade nos anos 2000 sem sofrer inflexão ou ruptura no quadro mais geral do trabalho, mesmo considerando alguns resultados como a diminuição das taxas de desemprego e a redução dos níveis de pobreza para certos países na América Latina, que não chegaram a se firmar como tendências consolidadas, pois a crise mundial aberta em 2008, em poucos meses colocou por terra alguns avanços localizados, evidenciando a permanência de uma profunda vulnerabilidade social. Trata-se de uma situação em que persiste a precarização do emprego nas sociedades latino-americanas em contraposição às diretrizes da Agenda do Trabalho Decente, proposta pela OIT. Entretanto, para além do continente do labor, Antunes analisa o outro lado do trabalho, com o ressurgimento das lutas sociais, cujos movimentos expressam que as classes subalternas na América Latina continuam vivas e dispostas a enfrentar as imposições do capital financeirizado e flexível. Retoma assim os percursos dos movimentos sociais e sindicais em cada país, indicando alguns dos principais desafios, a exemplo da necessidade de uma organização sindical que acompanhe as mutações no trabalho e na classe trabalhadora, ampliando a sua representação, horizontalizando a sua organização para agregar todos os segmentos, dos estáveis aos instáveis e precários, aos desempregados, aos informais etc. Mostra a necessidade da incorporação das dimensões de gênero, geração e etnia no interior da luta sindical. Alerta sobre a necessidade de romper com todo tipo de neocorporativismo, de institucionalização e de burocratização. E, diante da mundialização do capital e da precarização do trabalho, afirma a necessidade de se criar formas internacionais de ação e solidariedade ativa dos trabalhadores, politizando a ação sindical e superando a divisão entre luta econômica e luta política. Ou, como já formulara Antunes em outros escritos: trata-se de romper com a hierarquização dos organismos de classe, pois a velha máxima de que primeiro vinham os partidos, depois os sindicatos e, por fim, os demais movimentos sociais, não encontra mais respaldo no mundo real e em suas lutas sociais. E a América Latina tem sido um campo empírico fértil de comprovação dessas teses.

4 232 Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho Assim, este livro atualiza a análise da realidade latino-americana, retomando clássicos do marxismo além do próprio Marx, a exemplo de Mariátegui e Florestan Fernandes, cujos estudos contribuíram para a compreensão da rebeldia das classes sociais num continente dominado e dependente, mas marcado por lutas radicais dos operários, camponeses, negros, indígenas, mulheres, enfim sujeitos sociais que fizeram a história da América Latina. Para Antunes, a nova morfologia do trabalho e as recentes lutas sociais reafirmam as teses principais de Marx: numa sociedade produtora de mercadorias, pautada na valorização do capital através do trabalho alienado, estranhado e expropriado, não tem lugar para o trabalho dotado de sentido. Há que se buscar um novo metabolismo social, um novo modo de vida que supere o capitalismo. É nesta direção que os movimentos sociais do passado e do presente, agora reforçados pelo atual momento da crise capitalista, têm criado e recriado formas de expressão e organização na Europa, nos EUA e na América Latina, como, por exemplo, as assembleias populares nas ruas, a organização direta, as ocupações, cujas bandeiras estão centradas na defesa da condição humana, qual seja, o direito ao trabalho como primeira necessidade, como ato de sobrevivência. Na parte II do livro, Antunes reúne um conjunto de escritos que situa o Brasil no continente do labor, retratando distintos períodos históricos, analisando as greves, o movimento sindical, o papel de partidos operários no passado, a exemplo do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e do Partido dos Trabalhadores (PT), do quadro mais recente e das especificidades da reestruturação produtiva no Brasil. Vale ressaltar sua análise sobre a era Lula, quando de forma crítica e corajosa, expõe as contradições e metamorfoses do polo mais combativo do movimento sindical, organizado na Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do transformismo do PT, processos pautados em estratégias de conciliação e negociação, que passaram a caracterizar a maioria das forças de esquerda nos sindicatos e nos partidos. Para Antunes, o governo Lula cooptou as principais lideranças políticas e sindicais para garantir uma governabilidade em sintonia com o capital financeiro, conforme expresso em sua Carta ao Povo Brasileiro, perdendo assim uma oportunidade histórica para a ruptura com as políticas de cunho neoliberal levadas até então por Fernando Henrique Cardoso.

5 Resenha 233 Em síntese, se o Brasil esteve de costas para a América Latina, como se costuma afirmar, incluídos aí os estudiosos do mundo do trabalho, Ricardo Antunes começa a protagonizar uma mudança fundamental. A partir de suas andanças pela América Latina, levando seus estudos teóricos e seus trabalhos sobre o Brasil, teve a sensibilidade de iniciar uma discussão sobre o continente do labor, para além de um país do labor, como é o Brasil. Uma iniciativa que não só devemos saudar como seguir. Pois, como questiona o autor: Nesse limiar do século XXI, não estaríamos presenciando o esgotamento do neoliberalismo no solo latino-americano e o consequente afloramento de um novo ciclo de lutas e rebeliões populares tecido pela ação das forças sociais do trabalho, que começam novamente a sonhar com uma sociedade livre, verdadeiramente latino-americana, emancipada e socialista? (p.51) Para buscar respostas, não basta se voltar (de frente) para América Latina em nossas pesquisas no Brasil, mas refletir sobre a diversidade das experiências e daquilo que nos unifica: o labor e o trabalho em suas configurações passadas e recentes. Este tem sido, diga-se de passagem, o tema central da Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho, espaço acadêmico privilegiado para contribuir nessa busca. E o livro do Ricardo Antunes oferece argumentos e pistas para se orientar nesta caminhada, por isso mesmo, desejamos que seja muito bem recebido pelos seus leitores.

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