Universidade do Sul de Santa Catarina. Auditoria Ambiental. Disciplina na modalidade a distância

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2 Universidade do Sul de Santa Catarina Auditoria Ambiental Disciplina na modalidade a distância Palhoça UnisulVirtual 2011

3 Créditos Universidade do Sul de Santa Catarina Campus UnisulVirtual Educação Superior a Distância Avenida dos Lagos, 41 Cidade Universitária Pedra Branca Palhoça SC Fone/fax: (48) e Site: Reitor Ailton Nazareno Soares Vice-Reitor Sebastião Salésio Heerdt Chefe de Gabinete da Reitoria Willian Corrêa Máximo Pró-Reitor de Ensino e Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Mauri Luiz Heerdt Pró-Reitora de Administração Acadêmica Miriam de Fátima Bora Rosa Pró-Reitor de Desenvolvimento e Inovação Institucional Valter Alves Schmitz Neto Diretora do Campus Universitário de Tubarão Milene Pacheco Kindermann Diretor do Campus Universitário da Grande Florianópolis Hércules Nunes de Araújo Secretária-Geral de Ensino Solange Antunes de Souza Diretora do Campus Universitário UnisulVirtual Jucimara Roesler Equipe UnisulVirtual Diretor Adjunto Moacir Heerdt Secretaria Executiva e Cerimonial Jackson Schuelter Wiggers (Coord.) Marcelo Fraiberg Machado Tenille Catarina Assessoria de Assuntos Internacionais Murilo Matos Mendonça Assessoria de Relação com Poder Público e Forças Armadas Adenir Siqueira Viana Walter Félix Cardoso Junior Assessoria DAD - Disciplinas a Distância Patrícia da Silva Meneghel (Coord.) Carlos Alberto Areias Cláudia Berh V. da Silva Conceição Aparecida Kindermann Luiz Fernando Meneghel Renata Souza de A. Subtil Assessoria de Inovação e Qualidade de EAD Denia Falcão de Bittencourt (Coord.) Andrea Ouriques Balbinot Carmen Maria Cipriani Pandini Assessoria de Tecnologia Osmar de Oliveira Braz Júnior (Coord.) Felipe Fernandes Felipe Jacson de Freitas Jefferson Amorin Oliveira Phelipe Luiz Winter da Silva Priscila da Silva Rodrigo Battistotti Pimpão Tamara Bruna Ferreira da Silva Coordenação Cursos Coordenadores de UNA Diva Marília Flemming Marciel Evangelista Catâneo Roberto Iunskovski Auxiliares de Coordenação Ana Denise Goularte de Souza Camile Martinelli Silveira Fabiana Lange Patricio Tânia Regina Goularte Waltemann Coordenadores Graduação Aloísio José Rodrigues Ana Luísa Mülbert Ana Paula R.Pacheco Artur Beck Neto Bernardino José da Silva Charles Odair Cesconetto da Silva Dilsa Mondardo Diva Marília Flemming Horácio Dutra Mello Itamar Pedro Bevilaqua Jairo Afonso Henkes Janaína Baeta Neves Jorge Alexandre Nogared Cardoso José Carlos da Silva Junior José Gabriel da Silva José Humberto Dias de Toledo Joseane Borges de Miranda Luiz G. Buchmann Figueiredo Marciel Evangelista Catâneo Maria Cristina Schweitzer Veit Maria da Graça Poyer Mauro Faccioni Filho Moacir Fogaça Nélio Herzmann Onei Tadeu Dutra Patrícia Fontanella Roberto Iunskovski Rose Clér Estivalete Beche Vice-Coordenadores Graduação Adriana Santos Rammê Bernardino José da Silva Catia Melissa Silveira Rodrigues Horácio Dutra Mello Jardel Mendes Vieira Joel Irineu Lohn José Carlos Noronha de Oliveira José Gabriel da Silva José Humberto Dias de Toledo Luciana Manfroi Rogério Santos da Costa Rosa Beatriz Madruga Pinheiro Sergio Sell Tatiana Lee Marques Valnei Carlos Denardin Sâmia Mônica Fortunato (Adjunta) Coordenadores Pós-Graduação Aloísio José Rodrigues Anelise Leal Vieira Cubas Bernardino José da Silva Carmen Maria Cipriani Pandini Daniela Ernani Monteiro Will Giovani de Paula Karla Leonora Dayse Nunes Letícia Cristina Bizarro Barbosa Luiz Otávio Botelho Lento Roberto Iunskovski Rodrigo Nunes Lunardelli Rogério Santos da Costa Thiago Coelho Soares Vera Rejane Niedersberg Schuhmacher Gerência Administração Acadêmica Angelita Marçal Flores (Gerente) Fernanda Farias Secretaria de Ensino a Distância Samara Josten Flores (Secretária de Ensino) Giane dos Passos (Secretária Acadêmica) Adenir Soares Júnior Alessandro Alves da Silva Andréa Luci Mandira Cristina Mara Schauffert Djeime Sammer Bortolotti Douglas Silveira Evilym Melo Livramento Fabiano Silva Michels Fabricio Botelho Espíndola Felipe Wronski Henrique Gisele Terezinha Cardoso Ferreira Indyanara Ramos Janaina Conceição Jorge Luiz Vilhar Malaquias Juliana Broering Martins Luana Borges da Silva Luana Tarsila Hellmann Luíza Koing Zumblick Maria José Rossetti Marilene de Fátima Capeleto Patricia A. Pereira de Carvalho Paulo Lisboa Cordeiro Paulo Mauricio Silveira Bubalo Rosângela Mara Siegel Simone Torres de Oliveira Vanessa Pereira Santos Metzker Vanilda Liordina Heerdt Gestão Documental Lamuniê Souza (Coord.) Clair Maria Cardoso Daniel Lucas de Medeiros Jaliza Thizon de Bona Guilherme Henrique Koerich Josiane Leal Marília Locks Fernandes Gerência Administrativa e Financeira Renato André Luz (Gerente) Ana Luise Wehrle Anderson Zandré Prudêncio Daniel Contessa Lisboa Naiara Jeremias da Rocha Rafael Bourdot Back Thais Helena Bonetti Valmir Venício Inácio Gerência de Ensino, Pesquisa e Extensão Janaína Baeta Neves (Gerente) Aracelli Araldi Elaboração de Projeto Carolina Hoeller da Silva Boing Vanderlei Brasil Francielle Arruda Rampelotte Reconhecimento de Curso Maria de Fátima Martins Extensão Maria Cristina Veit (Coord.) Pesquisa Daniela E. M. Will (Coord. PUIP, PUIC, PIBIC) Mauro Faccioni Filho (Coord. Nuvem) Pós-Graduação Anelise Leal Vieira Cubas (Coord.) Biblioteca Salete Cecília e Souza (Coord.) Paula Sanhudo da Silva Marília Ignacio de Espíndola Renan Felipe Cascaes Gestão Docente e Discente Enzo de Oliveira Moreira (Coord.) Capacitação e Assessoria ao Docente Alessandra de Oliveira (Assessoria) Adriana Silveira Alexandre Wagner da Rocha Elaine Cristiane Surian (Capacitação) Elizete De Marco Fabiana Pereira Iris de Souza Barros Juliana Cardoso Esmeraldino Maria Lina Moratelli Prado Simone Zigunovas Tutoria e Suporte Anderson da Silveira (Núcleo Comunicação) Claudia N. Nascimento (Núcleo Norte- Nordeste) Maria Eugênia F. Celeghin (Núcleo Pólos) Andreza Talles Cascais Daniela Cassol Peres Débora Cristina Silveira Ednéia Araujo Alberto (Núcleo Sudeste) Francine Cardoso da Silva Janaina Conceição (Núcleo Sul) Joice de Castro Peres Karla F. Wisniewski Desengrini Kelin Buss Liana Ferreira Luiz Antônio Pires Maria Aparecida Teixeira Mayara de Oliveira Bastos Michael Mattar Patrícia de Souza Amorim Poliana Simao Schenon Souza Preto Gerência de Desenho e Desenvolvimento de Materiais Didáticos Márcia Loch (Gerente) Desenho Educacional Cristina Klipp de Oliveira (Coord. Grad./DAD) Silvana Souza da Cruz (Coord. Pós/Ext.) Aline Cassol Daga Aline Pimentel Carmelita Schulze Daniela Siqueira de Menezes Delma Cristiane Morari Eliete de Oliveira Costa Eloísa Machado Seemann Flavia Lumi Matuzawa Geovania Japiassu Martins Isabel Zoldan da Veiga Rambo João Marcos de Souza Alves Leandro Romanó Bamberg Lygia Pereira Lis Airê Fogolari Luiz Henrique Milani Queriquelli Marcelo Tavares de Souza Campos Mariana Aparecida dos Santos Marina Melhado Gomes da Silva Marina Cabeda Egger Moellwald Mirian Elizabet Hahmeyer Collares Elpo Pâmella Rocha Flores da Silva Rafael da Cunha Lara Roberta de Fátima Martins Roseli Aparecida Rocha Moterle Sabrina Bleicher Verônica Ribas Cúrcio Acessibilidade Vanessa de Andrade Manoel (Coord.) Letícia Regiane Da Silva Tobal Mariella Gloria Rodrigues Vanesa Montagna Avaliação da aprendizagem Claudia Gabriela Dreher Jaqueline Cardozo Polla Nágila Cristina Hinckel Sabrina Paula Soares Scaranto Thayanny Aparecida B. da Conceição Gerência de Logística Jeferson Cassiano A. da Costa (Gerente) Logísitca de Materiais Carlos Eduardo D. da Silva (Coord.) Abraao do Nascimento Germano Bruna Maciel Fernando Sardão da Silva Fylippy Margino dos Santos Guilherme Lentz Marlon Eliseu Pereira Pablo Varela da Silveira Rubens Amorim Yslann David Melo Cordeiro Avaliações Presenciais Graciele M. Lindenmayr (Coord.) Ana Paula de Andrade Angelica Cristina Gollo Cristilaine Medeiros Daiana Cristina Bortolotti Delano Pinheiro Gomes Edson Martins Rosa Junior Fernando Steimbach Fernando Oliveira Santos Lisdeise Nunes Felipe Marcelo Ramos Marcio Ventura Osni Jose Seidler Junior Thais Bortolotti Gerência de Marketing Eliza B. Dallanhol Locks (Gerente) Relacionamento com o Mercado Alvaro José Souto Relacionamento com Polos Presenciais Alex Fabiano Wehrle (Coord.) Jeferson Pandolfo Karine Augusta Zanoni Marcia Luz de Oliveira Mayara Pereira Rosa Luciana Tomadão Borguetti Assuntos Jurídicos Bruno Lucion Roso Sheila Cristina Martins Marketing Estratégico Rafael Bavaresco Bongiolo Portal e Comunicação Catia Melissa Silveira Rodrigues Andreia Drewes Luiz Felipe Buchmann Figueiredo Rafael Pessi Gerência de Produção Arthur Emmanuel F. Silveira (Gerente) Francini Ferreira Dias Design Visual Pedro Paulo Alves Teixeira (Coord.) Alberto Regis Elias Alex Sandro Xavier Anne Cristyne Pereira Cristiano Neri Gonçalves Ribeiro Daiana Ferreira Cassanego Davi Pieper Diogo Rafael da Silva Edison Rodrigo Valim Fernanda Fernandes Frederico Trilha Jordana Paula Schulka Marcelo Neri da Silva Nelson Rosa Oberdan Porto Leal Piantino Multimídia Sérgio Giron (Coord.) Dandara Lemos Reynaldo Cleber Magri Fernando Gustav Soares Lima Josué Lange Conferência (e-ola) Carla Fabiana Feltrin Raimundo (Coord.) Bruno Augusto Zunino Gabriel Barbosa Produção Industrial Marcelo Bittencourt (Coord.) Gerência Serviço de Atenção Integral ao Acadêmico Maria Isabel Aragon (Gerente) Ana Paula Batista Detóni André Luiz Portes Carolina Dias Damasceno Cleide Inácio Goulart Seeman Denise Fernandes Francielle Fernandes Holdrin Milet Brandão Jenniffer Camargo Jessica da Silva Bruchado Jonatas Collaço de Souza Juliana Cardoso da Silva Juliana Elen Tizian Kamilla Rosa Mariana Souza Marilene Fátima Capeleto Maurício dos Santos Augusto Maycon de Sousa Candido Monique Napoli Ribeiro Priscilla Geovana Pagani Sabrina Mari Kawano Gonçalves Scheila Cristina Martins Taize Muller Tatiane Crestani Trentin

4 Carlos Henrique Orssatto Auditoria Ambiental Livro didático Design instrucional Cristina Klipp de Oliveira 1ª edição revista Palhoça UnisulVirtual 2011

5 Copyright UnisulVirtual 2011 Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida por qualquer meio sem a prévia autorização desta instituição. Edição Livro Didático Professor Conteudista Carlos Henrique Orssatto Design Instrucional Cristina Klipp de Oliveira Assistente Acadêmico Jaqueline Tartari (1ª ed. rev.) Projeto Gráfico e Capa Equipe UnisulVirtual Diagramação Diogo Rafael da Silva Daiana Ferreira Cassanego (1ª ed. rev.) Revisão Ortográfica Amaline Boulus Issa Mussi O86 Orssatto, Carlos Henrique Auditoria ambiental : livro didático / Carlos Henrique Orssato ; design instrucional Cristina Klipp de Oliveira ; [assistente acadêmico Jaqueline Tartari]. 1. ed. rev. Palhoça : UnisulVirtual, p. : il. ; 28 cm. Inclui bibliografia. 1. Auditoria ambiental. I. Oliveira, Cristina Klipp de. II. Tartari, Jaqueline. III. Título. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Universitária da Unisul

6 Sumário Apresentação...7 Palavras do professor Plano de estudo UNIDADE 1 - Aspectos Conceituais e Formais da Auditoria UNIDADE 2 - A Auditoria e a Gestão Empresarial UNIDADE 3 - Auditoria em Gestão Ambiental Para concluir o estudo Referências Sobre o professor conteudista Respostas e comentários das atividades de auto-avaliação Glossário Biblioteca Virtual...179

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8 Apresentação Este livro didático corresponde à disciplina Auditoria Ambiental. O material foi elaborado, visando a uma aprendizagem autônoma. Com este objetivo, aborda conteúdos especialmente selecionados e relacionados à sua área de formação. Ao adotar uma linguagem didática e dialógica, objetivamos facilitar-lhe o estudo a distância, proporcionando condições favoráveis às múltiplas interações e a um aprendizado contextualizado e eficaz. Lembre-se de que sua caminhada nesta disciplina será acompanhada e monitorada constantemente pelo Sistema Tutorial da UnisulVirtual. A indicação a distância caracteriza apenas a modalidade de ensino por que você optou para a sua formação. E, nesta relação de aprendizagem, professores e instituição estarão continuamente em conexão com você. Então, sempre que sentir necessidade, entre em contato. Você tem à sua disposição diversas ferramentas e canais de acesso, tais como telefone, e o Espaço UnisulVirtual de Aprendizagem, este que é o canal mais recomendado, pois tudo o que for enviado e recebido fica registrado para seu maior controle e comodidade. Nossa equipe técnica e pedagógica terá o maior prazer em lhe atender, pois sua aprendizagem é o nosso principal objetivo. Bom estudo e sucesso! Equipe UnisulVirtual

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10 Palavras do professor Seja bem-vindo(a) ao estudo da disciplina Auditoria Ambiental. A auditoria ambiental é uma das áreas precursoras da gestão ambiental. Para estudar a história do surgimento desta ferramenta de gestão é necessário conhecer um pouco da própria história da indústria moderna. Durante as décadas de 1960 e 1970, as indústrias passaram a ampliar o uso de tecnologias para o tratamento da poluição decorrente de sua produção. Este procedimento ficou posteriormente conhecido como utilização de tecnologias de fim de tubo, uma vez que eram aplicadas para resolver o problema da poluição depois de ela ter sido gerada. Foi justamente neste período que as auditorias surgiram, de modo voluntário, nos Estados Unidos. Os requisitos da Securities and Exchange Commission (SEC) iriam consolidar as auditorias como ferramenta de avaliação. O processo acelerado da distribuição da produção e venda de produtos pelo Mundo incrementou as aquisições e fusões de empresas, fazendo surgir a necessidade das auditorias como uma forma de verificar o estado das empresas, seus problemas, suas estruturas, máquinas, tecnologias, trabalhistas, legais e ambientais. Mesmo após o processo de migração da produção entre países, é necessário proceder a auditorias de verificação no sentido de manter o nível das atividades dentro das metas e procedimentos projetados. A partir do final da década de 1980, as auditorias ambientais se tornaram uma ferramenta comum de gestão nos países desenvolvidos, e é cada vez maior sua aplicação nos países em desenvolvimento, tanto pelas empresas internacionais quanto pelas nacionais. Inicialmente, as auditorias consistiam de análises críticas do desempenho ambiental ou de auditorias de conformidade, uma vez que seu objetivo era reduzir os riscos dos investimentos em ações legais resultantes das operações

11 das empresas. Hoje há uma enorme pressão sobre os aspectos ambientais das empresas, exercida pelos órgãos de fiscalização e pela sociedade. Cresceu também o papel dos consumidores, que buscam por produtos mais saudáveis, produzidos de forma menos agressiva, e as universidades e instituições de ensino de modo geral, as ONGs e a opinião pública sinalizam às empresas a necessidade de esforços na proteção ambiental. A auditoria tornou-se um instrumento de orientação, mediação e regulação, capaz de fazer com que o setor produtivo e, mais recentemente, a administração pública possam estar engajados na manutenção da qualidade ambiental para as gerações presentes e futuras. Prof. Carlos Henrique Orssatto 10

12 Plano de estudo O plano de estudos visa a orientá-lo(a) no desenvolvimento da disciplina. Ele possui elementos que o(a) ajudarão a conhecer o contexto da disciplina e a organizar o seu tempo de estudos. O processo de ensino e aprendizagem na UnisulVirtual leva em conta instrumentos que se articulam e se complementam, portanto, a construção de competências se dá sobre a articulação de metodologias e por meio das diversas formas de ação/mediação. São elementos desse processo: o livro didático; o Espaço Virtual de Aprendizagem (EVA); as atividades de avaliação (a distância, presenciais e de autoavaliação); o Sistema Tutorial. Ementa Conceitos de auditoria. Tipos de auditoria. Escopo da auditoria e regulamentos para auditoria ambiental. Auditoria de conformidade legal. Diretrizes para auditoria ambiental. Procedimentos de auditoria. Auditoria de sistemas de gestão ambiental. Perícias e laudos ambientais. Conceitos de qualidade e produtividade. Sistemas de gestão da qualidade total. Ferramentas e métodos para melhoria da qualidade. Certificação pelas Normas ISO; Sistemas de Premiação para Qualidade e Produtividade. Planejamento e condução da auditoria ambiental. Instrumentos da auditoria ambiental.

13 Universidade do Sul de Santa Catarina Objetivos A auditoria passa a ser um instrumento de gestão ambiental que visa ao desenvolvimento documentado e objetivo de um processo periódico de inspeção, análise e avaliação sistemática das condições, práticas e procedimentos ambientais de um agente poluidor. Neste sentido, o objetivo desta disciplina é capacitar o tecnólogo em gestão ambiental para compor o grupo responsável pela realização da Auditoria Ambiental, que poderá ser constituído por Auditores Ambientais, por técnicos habilitados do agente poluidor ou com a participação simultânea de ambos, obedecidas as competências e responsabilidades estabelecidas, encaminhado ao agente poluidor, que consolida os resultados da mesma em termos de não conformidades legais identificadas, e sua respectivas evidências. Carga Horária A carga horária total da disciplina é de 30 horas-aula. Conteúdo programático/objetivos Veja, a seguir, as unidades que compõem o livro didático desta disciplina e os seus respectivos objetivos. Estes se referem aos resultados que você deverá alcançar ao final de uma etapa de estudo. Os objetivos de cada unidade definem o conjunto de conhecimentos que você deverá possuir para o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à sua formação. Unidades de estudo: 3 12

14 Auditoria Ambiental Unidade 1 - Aspectos Conceituais e Formais da Auditoria (8 h/a) Serão observados os conceitos e tipos de auditoria de modo que o estudante não confunda esta atividade profissional, que possui uma grande amplitude de aplicações, entendendo aplicações, modelos e metodologias de trabalho. Unidade 2 - A Auditoria e a Gestão Empresarial (4h/a) A auditoria pode ter uma conotação negativa na medida que pode ser entendida como uma intervenção externa na empresa. Esta unidade busca desmistificar este entendimento demonstrando que mesmo nos processos compulsórios é possível identificar aspectos a serem melhorados, tornando a auditoria uma excelente ferramenta de melhoria de desempenho, independente de ser deliberada ou imposta, refletindo de modo positivo na produtividade e por consequência na proteção do ambiente. Unidade 3 - Auditoria em Gestão Ambiental (15 h/a) Existem metodologias de trabalho, procedimentos e protocolos. Esta unidade explora os elementos e procedimentos formais ligados às atividades de auditoria. A unidade aborda também aspectos ligados ao desempenho ambiental, apontando para a convergência entre as atividades de auditoria com a melhoria da performance ambiental das empresas. 13

15 Universidade do Sul de Santa Catarina Agenda de atividades/ Cronograma Verifique com atenção o EVA e organize-se para acessar a sala da disciplina periodicamente. O sucesso nos seus estudos depende da priorização do tempo para a leitura, da realização de análises e sínteses do conteúdo e da interação com os seus colegas e professor. Não perca os prazos das atividades. Registre as datas no espaço a seguir, com base no cronograma da disciplina disponibilizado no EVA. Use o quadro para agendar e programar as atividades relativas ao desenvolvimento da disciplina. Atividades obrigatórias Demais atividades (registro pessoal) 14

16 UNIDADE 1 Aspectos Conceituais e Formais da Auditoria 1 Objetivos de aprendizagem Contextualizar e conceituar a auditoria. Identificar a inserção da auditoria nos diferentes sistemas de fiscalização, certificação e controle. Compreender os aspectos legais e os procedimentos formais envolvidos nas auditorias. Conceber as situações em que são aplicados os diferentes tipos e formas de auditoria, em especial aquelas de Conformidade Legal, dos Sistemas de Gestão da Qualidade Total, tanto quanto as auditorias de Certificação pelas Normas ISO. Seções de estudo Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Conceitos de auditoria. Tipos de auditoria Estrutura dos sistemas de regulação e normalização, diretrizes e procedimentos de auditoria Auditoria de conformidade legal Conceitos de qualidade e produtividade. Sistemas de gestão da qualidade total Certificação pelas normas ISO

17 Universidade do Sul de Santa Catarina Para início de estudo Caro(a) aluno(a): Nesta unidade você poderá, entre outras coisas, contextualizar e conceituar a auditoria. Contextualizar significa dizer que você entenderá quando ou em que situações as auditorias ocorrem. Por outro lado, conceituar também é importante uma vez que as auditorias servem a várias finalidades e propósitos, tendo inclusive aspectos legais envolvidos no seu desenvolvimento. Portanto, mais do que definir formalmente o seu significado trata-se de saber, ao longo do seu desenvolvimento, se ela atinge os objetivos formais que justificaram a sua existência. Você também verá nesta unidade conteúdos referentes à identificação e inserção da auditoria nos diferentes sistemas de fiscalização, certificação e controle. Em grande parte é esta inserção que define o próprio de conceito da auditoria. Em geral, o que difere uma auditoria de outra em grande parte deve-se pela existência de finalidades e formalidades decorrentes dos aspectos legais e dos procedimentos formais envolvidos nas auditorias. Estes conteúdos fazem parte desta unidade, como também, as situações em que são aplicados os diferentes tipos e formas de auditoria, em especial aquelas de Conformidade Legal, dos Sistemas de Gestão da Qualidade Total, tanto quanto as auditorias de Certificação pelas Normas ISO. Seção 1 - Conceitos de auditoria. Tipos de auditoria Nesta seção, você poderá observar vários conceitos de auditoria ambiental, conceitos que não são excludentes, uma vez que possuem aplicações distintas e partem de vários atores sociais diferentes. 16

18 Auditoria Ambiental De maneira geral, a auditoria ambiental é entendida como um processo planejado e sistêmico, utilizado para avaliar a natureza e a extensão das questões ambientais existentes em uma determinada organização, como também para verificar o grau de conformidade em relação a critérios legais e normativos. Pode ser realizada em qualquer tipo de planta industrial, comercial, prestação de serviços, de pequeno ou de grande porte, ou em qualquer outro local onde há existência de problemas ambientais, de não atendimento à legislação, de poluição, identificando-os ou mesmo prevendo a sua ocorrência. É também utilizada para fornecer dados sobre a extensão dos impactos ambientais, quantificar a escala dos problemas ou examinar as causas e efeitos de uma possível remediação para determinada organização. La Rovere (2000, p. 13) define um dos conceitos mais disseminados de auditoria ambiental, como sendo: [...] um exame e/ou avaliação independente, relacionada a um determinado assunto, realizada por especialista no objeto de exame, que faça uso de julgamento profissional e comunique o resultado aos interessados (clientes). Ela pode ser restrita aos resultados de um dado domínio, ou mais ampla, abrangendo aspectos operacionais, de decisão e de controle. Uma auditoria ambiental também poderá ser utilizada para verificar o desempenho ambiental de qualquer tipo de organização, podendo ser pública ou privada, industrial, comercial ou de serviços, como também para verificar o nível de conformidade, com relação ao atendimento a padrões normativos, a exemplo das normas ISO Falando em ISO, você sabe qual é o significado da sigla? Unidade 1 17

19 Universidade do Sul de Santa Catarina International Organization for Standardization A ISO é a sigla da Organização Internacional de Normalização, com sede em Genebra na Suíça, voltada para a normalização (ou normatização) em nível mundial. A ISO cria normas nos mais diferentes segmentos, variando de normas e especificações de produtos, matérias-primas, em todas as áreas (existem normas, por exemplo, para classificação de hotéis, café, usinas nucleares, etc.). Não se preocupe em gravar esta importante informação por agora: mais adiante, na Seção 5, você irá aprofundar os conhecimentos sobre este tema. Bem, voltando ao assunto, pelo que você viu na definição de La Rovere (2000) a auditoria ambiental deve ser entendida como uma ferramenta técnica capaz de identificar, reduzir e até eliminar os conflitos e possibilidades de processos legais decorrentes dos problemas ambientais de empresas potencialmente poluidoras. Trata-se de um conjunto de atividades voltadas à prevenção ou correção de desvios de conduta no cumprimento dos procedimentos que regem a estrutura de funcionamento de uma empresa. A auditoria auxilia as empresas a entenderem as suas operações e os impactos que produzem no ambiente e na comunidade. Identifica partes dos processos, etapas, atividades e funções, que poderiam atuar de maneira mais econômica, minimizando a geração de rejeitos e facilitando a reciclagem. Pode constituir, portanto, um poderoso instrumento de análise e aprimoramento de ações relativas ao gerenciamento ambiental, assegurando o fechamento do ciclo que une o planejamento ao desempenho das organizações públicas e privadas. A comunidade empresarial usa a auditoria ambiental como ferramenta de gestão que lhe possibilita controlar seu desempenho ambiental e evitar possíveis acidentes. A apresentação de resultados ao governo reduz a necessidade de fiscalização, mas não exclui a responsabilidade da supervisão, inspeção e gerenciamento do desempenho ambiental das empresas. Em nível mundial é a ISO que se preocupa com as normas. E, no Brasil, você sabe quem faz este papel? 18

20 Auditoria Ambiental No Brasil, as normas para auditoria ambiental foram publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT (1997), a qual define Auditoria do Sistema de Gestão Ambiental - SGA como: um processo sistemático e documentado de verificação, executado para obter e avaliar, de forma objetiva, evidências que determinem se o sistema de gestão ambiental de uma determinada organização está em conformidade com os critérios de auditoria do sistema de gestão ambiental estabelecido, e para comunicar os resultados desse processo à administração. Segundo a NBR ISO 14001/96, revisada em 2004, a organização deve estabelecer e manter procedimentos para identificar os impactos ambientais de suas atividades, produtos ou serviços, adequando-os à política ambiental que formulou. A ABNT NBR é a sigla de Norma Brasileira aprovada pela ABNT, de caráter voluntário e fundamentada no consenso da sociedade. Torna-se obrigatória, quando essa condição é estabelecida pelo poder público. Se você se deparar com apenas NR, trata-se da sigla de Norma Regulamentadora estabelecida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com caráter obrigatório. No Brasil, conforme você poderá ver mais tarde, na seção 5, a busca pela certificação de acordo com a norma NBR ISO 14001, além do aumento do rigor na aplicação da legislação ambiental, como também a determinação da realização de auditorias ambientais específicas para alguns setores, como por exemplo, portos, terminais marítimos e atividades de exploração e produção de petróleo em Estados como Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Ceará e Amapá, levou as auditorias ambientais a fazer parte do cotidiano das empresas. Sobre o assunto da auditoria no âmbito da legislação brasileira, você terá farto material na seção 2. Adiantando um pouco o assunto, é necessário dizer que a auditoria ambiental está cada vez mais presente no dia-a-dia das instituições públicas através da cobrança empreendida pelos Unidade 1 19

21 Universidade do Sul de Santa Catarina Tribunais de Contas, os quais têm definido o uso da auditoria como um conjunto de procedimentos aplicados ao exame e avaliação dos aspectos ambientais envolvidos em políticas, programas, projetos e atividades desenvolvidas pelos órgãos e entidades sujeitos ao seu controle. Então, somente as empresas privadas estão sujeitas às auditorias? Cada vez mais cresce a importância das auditorias, inclusive aquelas de caráter ambiental, nas ações e contas públicas. Os Tribunais de Contas também exercem o controle externo das ações de responsabilidade do Governo Federal e Estadual, assim como da aplicação de recursos federais e estaduais em atividades relacionadas à proteção do meio ambiente. A legítima competência para a atuação das Cortes de Contas na proteção ao meio ambiente está amparada em diversos dispositivos legais. O artigo 225 da Constituição Federal de 1988, ao dispor que Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para presentes e futuras gerações, consagra uma concepção inteiramente nova para a tutela dos valores ambientais, é extremamente abrangente, não deixando margem para outras interpretações quanto a essa questão. Segundo a Organização Internacional das Entidades Superiores de Fiscalização INTOSAI, a auditoria ambiental requer um critério totalizador, compreensivo, holístico e, para o caso das Entidades Fiscalizadoras Superiores (no Brasil, os Tribunais de Contas), necessariamente um enfoque governamental. O Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD, em suas normas operacionais, define a auditoria ambiental como um instrumento para determinar a natureza e a extensão de todas as áreas de impacto ambiental de uma atividade existente. 20

22 Auditoria Ambiental A auditoria identifica e justifica as medidas apropriadas para reduzir as áreas de impacto, estima o custo dessas medidas e recomenda um calendário para a sua implementação. Para determinados projetos, o Relatório de Avaliação Ambiental consistirá apenas da auditoria ambiental, em outros casos, a auditoria será um dos componentes do Relatório. (World Bank, 1999). Você acha que a atuação nas auditorias tende a diminuir ou aumentar nos próximos anos? Por quê? Descreva, a seguir, os motivos que levariam ao seu aumento ou à diminuição. Os diferentes tipos de auditoria ambiental Existem diferentes aplicações do termo auditoria ambiental, de acordo com os motivos que levam a empresa, os agentes externos ou órgãos públicos a aplicá-la. As aplicações variam de auditorias únicas até sofisticados programas, que se desenvolvem junto com a gestão empresarial de algumas empresas. Independentemente de qual seja a sua solicitação, se externa ou interna à organização, é possível adequar a auditoria ambiental às reais necessidades da organização. Diferentes tipos de auditoria servem a esse propósito. Os tipos mais comuns de auditoria utilizados pelas empresas são auditoria de gestão ambiental, auditoria de conformidade legal, auditoria de sistemas gerenciais, auditoria técnica e de processos, auditoria de risco, auditoria de desempenho e due diligence (ou de responsabilidade). As auditorias podem ser classificadas em diferentes tipos, levando-se em consideração a natureza da parte auditada, seus objetivos e os critérios de auditoria. Unidade 1 21

23 Universidade do Sul de Santa Catarina As auditorias, de acordo com a parte auditada, podem ser de primeira parte, segunda parte ou terceira parte. também são conhecidas como auditorias internas. As auditorias de primeira parte são conduzidas pela própria organização, ou em seu nome, para análise crítica pela direção e outros propósitos internos, e podem formar a base para uma autodeclaração de conformidade da organização. Em muitos casos, particularmente em pequenas organizações, a independência pode ser demonstrada pela liberdade de responsabilidades pela atividade sendo auditada. Auditorias externas incluem aquelas auditorias geralmente chamadas de auditoria de segunda e terceira partes. Na auditoria de segunda parte, o cliente da auditoria é o próprio cliente, atual ou potencial, do auditado, ou outra parte com interesse no sistema de gestão. Auditorias de segunda parte são realizadas por partes que têm um interesse na organização, tais como clientes, ou por outras pessoas em seu nome. Já as auditorias de terceira parte são destinadas exclusivamente à certificação independente. Auditorias de terceira parte são realizadas por organizações externas de auditoria independente, tais como organizações que proveem certificados ou registros de conformidade com os requisitos da NBR ISO 9001 ou NBR ISO Quando sistemas de gestão da qualidade e ambiental são auditados juntos, isto é chamado de auditoria combinada. Quando duas ou mais organizações de auditoria cooperam para auditar um único auditado, isto é chamado de auditoria conjunta. As auditorias ambientais, de acordo com os seus objetivos, podem ser de: certificação; acompanhamento; verificação de correções (follow-up); responsabilidade (due diligence); sítios; compulsória. 22

24 Auditoria Ambiental Nas auditorias de certificação avalia-se a adequação, também conhecida como conformidade, da empresa com princípios estabelecidos nas normas pelas quais a empresa esteja desejando certificar-se. A auditoria de certificação ambiental (ISO 14001) é muito semelhante à auditoria de SGA, porém deve ser conduzida por uma organização comercial e contratualmente independente da empresa, de seus fornecedores e clientes, além de ser credenciada pelo organismo competente. As auditorias de acompanhamento têm como objetivo verificar se as condições de certificação continuam sendo cumpridas. Já as auditorias de verificação, também conhecidas como de correções (ou, em inglês: follow-up) têm por finalidade verificar se as não-conformidades de auditorias anteriores foram corrigidas. Por sua vez, nas auditoria de responsabilidade (due diligence), avalia-se o passivo ambiental das empresas, ou seja, suas responsabilidades ambientais efetivas e potenciais. Em geral, contabilizam-se como passivo ambiental os seguintes custos: multas, taxas e impostos ambientais a serem pagos, gastos para implantação de procedimentos e tecnologias que possibilitem o atendimento às não-conformidades, dispêndios necessários à recuperação da área degradada e indenização à população afetada. A auditoria de responsabilidade ou de diligência devida busca a avaliação dos custos ambientais. Normalmente, as auditorias de responsabilidade são associadas às fusões e aquisições de empresa para avaliações de potenciais obrigações pendentes e custos relativos a reparações ambientais de qualquer natureza. As auditorias de sítios são bastante específicas, uma vez que se destinam a avaliar o estágio de contaminação de um determinado local. Trata-se de ferramentas importantíssimas na avaliação de passivos ambientais. As auditorias ambientais compulsórias estão dispostas em vários estados brasileiros. Os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina já exigem a realização de auditorias ambientais compulsórias. É aplicável independente do porte das empresas, pois é o potencial de poluição que vai A seção 2 desta unidade irá tratar deste tipo de auditoria com maior profundidade. Unidade 1 23

25 Universidade do Sul de Santa Catarina sugerir a necessidade de auditoria ou não. A realização de uma auditoria ambiental compulsória dentre outras finalidades, auxilia a empresa a conhecer seu desempenho ambiental e adequar-se à legislação ambiental aplicável a sua atividade. Pesquise na internet sobre o desastre ambiental que ocorreu no chamado Love Canal, nos Estados Unidos da América (EUA), incidente ambiental que se desenvolveu entre as décadas de 1950 a A partir da análise deste caso, avalie o potencial das auditorias de sítios como ferramenta técnica, de investigação, nos casos de crimes ambientais. De acordo com os critérios, as auditorias ambientais podem ser de: conformidade legal; desempenho ambiental; sistemas de gestão ambiental. A auditoria de conformidade legal (do inglês compliance) busca avaliar a adequação da unidade auditada com a legislação e os regulamentos aplicáveis. É chamada de auditoria da conformidade, porque busca avaliar a ação, através de documentos, por exemplo, do auditado para determinar a conformidade. Na auditoria de higiene e segurança é feita uma avaliação das questões de higiene (saúde) e segurança em relação a instalações ou processos específicos. Este tipo de auditoria será amplamente discutido na seção 3, fique atento(a). A auditoria de desempenho ambiental avalia a conformidade da unidade auditada com a legislação, os regulamentos aplicáveis e indicadores de desempenho ambiental-setorial aplicáveis à unidade. A ISO é a norma internacional que 24

26 Auditoria Ambiental estabelece o procedimento relativo à avaliação do desempenho ambiental. Trata-se de uma avaliação de todos os aspectos da instituição quanto às ações sobre o meio ambiente. Inclui a avaliação de desempenho da gerência, o cumprimento de políticas ambientais internas, condicionantes externas e legislação existente. Já no caso das auditorias de sistemas de gestão ambiental, é realizada uma avaliação sistemática para determinar se o sistema da gestão ambiental e o desempenho ambiental de uma empresa estão de acordo com sua política ambiental e se o sistema está efetivamente implantado e adequado para atender aos objetivos ambientais da organização. A auditoria de sistema de gestão é uma ferramenta de gestão, compreendendo uma avaliação sistemática, documentada, periódica e objetiva sobre como os equipamentos, gestão e organização ambiental estão desempenhando o objetivo de ajudar a proteger o meio ambiente. A maioria das auditorias ambientais constitui uma combinação de uma e outra forma de auditoria. Contudo o objetivo principal de qualquer auditoria ambiental é a realização de um diagnóstico da situação atual para verificar o que está faltando para que as empresas possam promover ações futuras que tragam a melhora do desempenho ambiental da empresa. Deste modo, reflita alguns instantes e faça uma pequena lista sobre os pontos que são comuns a todas as auditorias. Reconhecendo-os, você terá condição de saber avaliar qualquer auditoria, se ela possui os requisitos mínimos necessários. Unidade 1 25

27 Universidade do Sul de Santa Catarina Seção 2 - Estrutura dos sistemas de regulação e normalização, diretrizes e procedimentos de auditoria O sistema brasileiro envolvido com a regulação ambiental é descrito por uma estrutura de múltiplas competências representadas pelas ações no âmbito da União Federal (soberana), pelos Estados da Federação (autonomia) e pelos Municípios (com autonomia local). Nível Órgãos Reguladores Órgãos Executores Federal Executivo e Legislativo Federal CONAMA (Conselho Nacional) IBAMA Estadual Executivo e Legislativo Estadual CONDEMA (Conselhos Estaduais) Secretaria Estadual de MA Municipal Executivo e Legislativo Municipal Conselhos Municipais de MA Secretaria Municipal de MA Figura Sistema Nacional de Regulação Ambiental. Fonte: Do Autor, A figura 1.1 representa o Sistema Nacional de Regulação Ambiental, onde: o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) atua como órgão consultivo e deliberativo. Possui como finalidades assessorar, estudar e propor ao Conselho de Governo, diretrizes de políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais, além de deliberar, no âmbito de sua competência, sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado; a Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República é o órgão central que possui como finalidade planejar, coordenar, supervisionar e controlar a política nacional e as diretrizes governamentais fixadas para o meio; 26

28 Auditoria Ambiental o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) é o órgão executor das políticas de meio ambiente e tem como finalidade executar e fazer executar, como órgão federal, a política e diretrizes governamentais fixadas para o meio; os estados da federação possuem autonomia através dos seus órgãos e entidades ambientais do âmbito do Estado, como por exemplo, as Secretarias Estaduais, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituindo o Sistema Estadual de Meio Ambiente SEMA, assim estruturado: I órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Estadual do Meio Ambiente CONSEMA; II órgão central: a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico Sustentável SDS; III órgãos executores: a Fundação do Meio Ambiente FATMA e Polícia Militar Ambiental PMA; IV órgão julgador intermediário: Junta Administrativa de Recurso de Infrações Ambientais JARIA; V órgãos locais: os órgãos ou entidades municipais responsáveis pela execução de programas, projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a melhoria da qualidade ambiental no âmbito do município. No caso de Santa Catarina, a FATMA ou Fundação Estadual de Meio Ambiente. A própria Constituição Federal do Brasil, promulgada no ano de 1988, instituiu os principais Instrumentos da Legislação Brasileira sobre Meio Ambiente, sendo o principal deles, inserido na sua estrutura, de modo formal, o princípio do desenvolvimento sustentável. Em sua essência, este princípio propõe no art. 225 que o Desenvolvimento Sustentável é a utilização dos recursos ambientais sem prejudicar ou impedir o uso pelas gerações futuras [...] e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Unidade 1 27

29 Universidade do Sul de Santa Catarina Embora o sistema legal esteja estruturado dentro de uma lógica bem elaborada de funcionamento, existem elementos que apontam para a desarticulação e falta de integração entre as políticas e os programas ambientais. Resultam daí ineficiências próprias de um sistema de aplicação das políticas públicas e ações governamentais, em que a tônica predominante é a da sobreposição espacial e de atribuições entre as instituições responsáveis por este processo. As instâncias responsáveis pela gestão das políticas e programas trabalham de maneira isolada, transparecendo elementos de desarticulação e coordenação. Uma política ambiental traduz-se em um instrumento legal que oferece um conjunto consistente de princípios doutrinários os quais conformam as aspirações sociais e/ou governamentais no que concerne à regulamentação ou modificação no uso, controle, proteção e conservação do ambiente. As normas, leis, políticas e demais instrumentos compõem a estrutura de gestão ambiental do país. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) entende a gestão ambiental como o conjunto de princípios, estratégias e diretrizes de ações e procedimentos para proteger a integridade dos meios físico e biótico, bem como a dos grupos sociais que deles dependem. O IBAMA, órgão vinculado ao MMA entende a gestão ambiental como sendo o processo de articulação das ações dos diferentes agentes sociais que interagem em um dado espaço com vistas a garantir a adequação dos meios de exploração dos recursos ambientais naturais, econômicos e socioculturais às especificidades do meio ambiente, com base em princípios e diretrizes previamente acordados/definidos. Os recursos ambientais, nos termos da Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, são: a atmosfera; as águas interiores, superficiais e subterrâneas; os estuários; o mar territorial; 28

30 Auditoria Ambiental o solo; o subsolo; os elementos da biosfera; a fauna; e a flora. Apenas estes dois exemplos indicam que a definição da gestão ambiental é, por si só, ampla e, em alguns aspectos, divergente. Frequentemente gestão ambiental é entendida como sinônimo das técnicas e dos instrumentos da política ambiental que visam minimizar os impactos antrópicos. O termo ANTRÓPICO é relativo à humanidade, à sociedade humana, à ação do homem. Termo de criação recente, empregado por alguns autores para qualificar um dos setores do meio ambiente, o meio antrópico, compreendendo os fatores políticos, éticos e sociais (econômicos e culturais) como um dos subsistemas do sistema ambiental, o subsistema antrópico. O Estado brasileiro utiliza basicamente três tipos de instrumentos de política pública: comando e controle (padrões de emissões, licenciamento ambiental, proibição e restrições sobre a produção, comercialização e uso de determinados produtos); econômico (tributação sobre a poluição, sobre o uso de recursos naturais, incentivos fiscais, criação e sustentação de mercados); e não-econômico (educação ambiental, informações ao público, áreas de proteção ambiental). As auditorias ambientais são exemplos de ferramentas acessórias à disposição dos órgãos públicos para aplicação e aprimoramento dos instrumentos de comando e controle. Na área privada, a auditoria ambiental passa a ser considerada como instrumento usado por empresas para auxiliá-las a controlar o atendimento a políticas, práticas, procedimentos e/ou requisitos estipulados, de modo a evitar a degradação ambiental. Unidade 1 29

31 Universidade do Sul de Santa Catarina Você identificou a existência de um Sistema Nacional capaz de legislar sobre o Meio Ambiente, ou seja, de fazer as leis voltadas para esta finalidade. Veja agora quem faz e o que é a normalização. A normalização é definida por um Sistema Nacional que estabelece as diretrizes e procedimentos de auditoria no âmbito do mercado. Normalização é a maneira de organizar atividades através da criação e utilização de regras e normas, elaboração, publicação e promoção do emprego destas normas e regras, visando contribuir para o desenvolvimento econômico e social de uma Nação. Ou seja, estabelece soluções para problemas de caráter repetitivo, existentes ou potenciais. Conforme você já sabe, a ABNT, como único Organismo Nacional de Normalização Brasileiro, tem a seu encargo a representação internacional e, consequentemente, a responsabilidade pelas atividades de normalização no âmbito nacional e do MERCOSUL. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). A ABNT é uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como Foro Nacional de Normalização do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (SINMETRO), à qual compete coordenar, orientar e supervisionar o processo de elaboração de normas brasileiras, bem como numerar e editar as referidas normas. No Brasil existe um Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (SINMETRO) congregando vários órgãos do Serviço Público Federal, como por exemplo: CONMETRO (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e seus Comitês Técnicos; 30

32 Auditoria Ambiental INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial); OCC (Organismos de Certificação Credenciados) em Sistemas da Qualidade, Sistemas de Gestão Ambiental, Produtos e Pessoal; e ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Agora que você já sabe qual é o papel da ABNT, faça uma visita ao site da associação e leia as 10 razões para utilizar normas em seu negócio. Identifique as três principais razões. Elas serão importantes para argumentar com os seus clientes, quando lhe perguntarem por que devem adotar sistemas de certificação, que dependem de normas, nos seus negócios. Fique atento(a), pois existem normas de abrangência INTERNACIONAL. A Normalização Internacional é importante, pois facilita o comércio internacional, remove barreiras técnicas, conduz a novos mercados e gera crescimento da economia. Normas que resultam de cooperação e acordos entre um grande número de nações soberanas e independentes, com interesses comuns, destinam-se ao uso internacional, possibilitando o aumento da qualidade de bens e serviços. Reforçando o que já foi dito na seção 1, o papel central de normalização em nível mundial fica a cargo da ISO. A ABNT representa o Brasil nas entidades internacionais de normalização técnica e delas participa, colaborando com organizações similares estrangeiras na troca de normas e informações técnicas, além de intermediar, junto aos poderes públicos, os interesses da sociedade civil no tocante aos assuntos de normalização técnica. Unidade 1 31

33 Universidade do Sul de Santa Catarina Encerrando, visto que você já tem uma noção sobre normalização, resta abordar a classificação das normas. Elas estão separadas em 7 (sete) tipos: de Procedimento; de Especificação; de Padronização; de Ensaio; de Classificação; de Terminologia; e de Simbologia. Conheça, a seguir, as especificidades de cada uma. Normas de Procedimento Especificam como proceder ou quais os passos a seguir para a realização de algo, ou seja, trata-se de Norma que se destina a fixar rotinas e/ou condições para execução de cálculos, projetos, obras, serviços e instalações; emprego de materiais e produtos industriais; rotinas administrativas; elaboração de documentos em geral, inclusive desenho; segurança na execução ou na utilização de obras, equipamentos, instalações ou processos. Por exemplo: NBR ISO 14011, procedimentos de auditoria, auditoria de sistemas de gestão ambiental, substituída pela NBR ISO 19011:2002 Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental. Normas de Especificação Definem a estrutura e as características físicas, químicas, etc., que os produtos ou as matérias-primas devem apresentar. Trata-se de Norma que se destina a fixar as características de materiais, processos, componentes, equipamentos e elementos de construção, bem como as condições exigíveis para aceitação e/ou rejeição de matérias-primas, produtos semiacabados ou acabados. Por exemplo: NBR ISO parte 1 Gases de efeito estufa. 32

34 Auditoria Ambiental Parte 1: Especificação para a quantificação, monitoramento e relato de emissões e remoções de entidades. Normas de Padronização Estabelecem como reduzir a variedade de tamanhos de produtos ou de opções de serviços. Trata-se de Norma que se destina a restringir a variedade pelo estabelecimento de um conjunto metódico e preciso de condições a serem satisfeitas, com o objetivo de uniformizar as características geométricas e/ou físicas de elementos de fabricação, produtos semiacabados, desenhos e projetos. Por exemplo: NBR 8662:84 - Identificação por cores de condutores elétricos nus e isolados; NBR 11301:90 - Cálculo da capacidade de condução de corrente de cabos isolados em regime permanente (fator de carga 100%). Normas de Ensaio Indicam como testar as propriedades dos materiais ou artigos manufaturados. Trata-se de Norma que se destina a prescrever a maneira de determinar ou verificar as características, condições ou requisitos exigidos de um material ou produto, de acordo com as respectivas especificações; uma obra ou instalação, de acordo com o respectivo projeto. Por exemplo: ABNT NBR Sacolas plásticas tipo camiseta - Requisitos e métodos de ensaio. Normas de Classificação Definem como agrupar ou dividir em classes um determinado campo de conhecimento. Trata-se de Norma que se destina a ordenar, designar, distribuir e/ou subdividir conceitos, materiais ou objetos, de acordo com uma determinada sistemática. Por exemplo: NBR Estabelece critérios para designação dos diferentes estilos de caixas de papelão. Normas de Terminologia Indicam como definir os termos e expressões associadas a um dado campo de conhecimento. Trata-se de Norma que se destina a definir, relacionar e/ou dar equivalência em diversas Unidade 1 33

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