6.3. INFECÇÃO PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA Introdução

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "6.3. INFECÇÃO PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA Introdução"

Transcrição

1 6.3. INFECÇÃO PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA Introdução O diagnóstico da situação relativo à infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) na região Norte (RN) foi elaborado com base nos dados fornecidos pelo Centro de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis (CVEDT) do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge no que se refere à morbilidade e, com base nos dados fornecidos pela Direcção de Serviços de Informação e Análise (DSIA) da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Estatística (INE) no que se refere à mortalidade Morbilidade Até 3 de Junho de 25 foram declarados ao CVEDT 685 casos de infecção pelo VIH em residentes na região Norte, correspondendo a cerca de 25% do total de casos declarados em Portugal (2731) (Quadro 32). Quadro 32 Distribuição das notificações de infecção VIH por ano de diagnóstico e por tipo de infecção na região Norte (declarados ao CVEDT até 3 de Junho de 25) Ano PA* CRS** SIDA*** Total *PA - Portadores Assintomáticos **CRS Complexos Relacionados com SIDA ***SIDA Síndrome de Imunodeficiência Adquirida;

2 No Quadro 32 e Figura 67 observa-se a distribuição das notificações relativas à região Norte por tipo de infecção e por ano de diagnóstico. Dado o atraso que se observa na notificação, apenas se consideraram as infecções diagnosticadas até 24. Evolução do número de casos de PA, CRS, SIDA e total, por ano de diagnóstico PA CRS SIDA Total Figura 67 - Evolução do número de casos de Portadores Assintomáticos (PA), Complexos Relacionados com SIDA (CRS), Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) e total, por ano de diagnóstico. Região Norte (casos declarados até 3/6/25) A evolução temporal do total de casos de infecção VIH diagnosticados mostra um paralelismo de configuração com a curva respeitante aos diagnósticos de Portadores Assintomáticos (PA), com valores máximos atingidos nos de 1997 e 2. De realçar ainda que, após o pico observado no ano 2 e subsequente descida, nos posteriores o número total de casos diagnosticados sofreu um ligeiro crescimento entre 21 e 23. Dado o atraso na notificação, é prematuro valorizar a evolução observada em 24. O número de casos de SIDA aumentou até ao ano de 21, para em seguida se observar uma ligeira descida, a valorizar quando dispusermos de dados mais actualizados. A comparação da taxa de incidência de SIDA entre Portugal e a região Norte indica que, até ao ano 2, os valores observados em Portugal foram sempre superiores aos da região, sendo que a partir desse ano a região Norte passou a apresentar valores superiores aos do País (Figura 68).

3 Evolução da taxa de incidência (/1 ) de SIDA 12, 1, 8, 6, Portugal Norte 4, 2,, Figura 68 - Evolução da taxa de incidência (/1) de SIDA em Portugal e na região Norte, Nos diferentes distritos da região Norte, o distrito do Porto contribui com 84% para o total de casos acumulados, seguindo-se-lhe o distrito de Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança (Quadro 33). Esta distribuição proporcional apresenta grandes diferenças em relação à distribuição percentual dos efectivos populacionais por distrito. Quadro 33 - Distribuição do número de casos de infecção VIH por distrito e da população residente, região Norte Distrito Casos infecção VIH (%) População residente (%) Estimativa INE 24 Braga 671 (1%) (26,%) Bragança 1 (1,5%) (4,5%) Porto 5681 (84,2%) (55,%) Viana do Castelo 178 (2,6%) (8,%) Vila Real 115 (1,7%) (6,8%) Total 6745 (1%) (1%) A taxa de incidência da infecção VIH observada na região Norte no quinquénio 1995/1999 foi de 179,1/1 pessoas-ano, variando o valor observado nos diferentes distritos entre 288,3 no distrito do Porto e 22,6 no distrito de Bragança (Figura 69).

4 Taxa de incidência (/1) da infecção VIH Legenda: Incidência por 1 pessoas-ano >=1 Figura 69 Taxa de incidência (/1) da infecção VIH nos distritos da região Norte, entre 1995 e 1999 A distribuição dos casos declarados de infecção VIH por sexo indica um claro predomínio da infecção em indivíduos do sexo masculino: do total de 6846 casos declarados até 3 de Junho de 25 cujo sexo é conhecido, 19% são do sexo feminino e 81% do sexo masculino. Considerando os estádios extremos da infecção VIH, observa-se que a maior parte dos casos de Portadores Assintomáticos (PA) têm idades compreendidas entre os 25 e os 29, enquanto que a maior parte dos casos de SIDA pertencem à classe etária dos 3-34 (Figura 7). Nos grupos etários mais avançados o número de casos de SIDA é superior ao número de casos de PA. A frequência acumulada dos casos de infecção VIH por sexo indica que as mulheres infectadas têm idades genericamente mais baixas do que os homens.

5 Distribuição do número de casos de PA e de SIDA na Região Norte por grupo etário <1 ano PA SIDA Figura 7 - Distribuição do número de casos de Portadores Assintomáticos (PA) e de SIDA declarados até 3/6/25 na região Norte, por grupo etário A comparação entre número de casos de infecção VIH declarados até Dezembro de 22 e o número de casos declarados até Junho de 25 por grupo etário, indica que nestes últimos a maior parte das notificações de casos ocorreu nos grupos etários e 3-34 (Figura 71). Número de casos acumulados de infecção VIH por grupo etário Jun-5 Dez <1 ano Figura 71 - Número de casos acumulados de infecção VIH por grupo etário declarados na região Norte até 31/12/22 e até 3/6/25

6 Do total de 685 casos de infecção VIH declarados até 3 de Junho de 25, em 6733 foi possível identificar a categoria de transmissão (Quadro 34), pertencendo 66% dos casos à categoria Toxicodependente, 25% à categoria Heterossexual e 7% à categoria Homo/Bissexual. Quadro 34 Distribuição da categoria de transmissão nos casos de infecção VIH declarados na região Norte até 3 de Junho de 25 Categoria nº de casos Percentagem Hemofílico 32,5 Heterossexual ,1 Homo/bissexual 44 6,5 Homo/Toxicodependente 37,5 Mãe/filho 41,6 Toxicodependente ,9 Transfusionado 55,8 Total A evolução do número de Portadores Assintomáticos (PA) declarados durante os últimos por categoria de transmissão (Quadro 35), mostra: um aumento do número de casos de PA nas categorias Heterossexual e Homo/bissexual, após um aumento no número de casos de PA na categoria Toxicodependente entre 22 e 23, uma eventual estabilização do fenómeno. Quadro 35 Número de casos de PA declarados na região Norte por categoria de transmissão Categoria de transmissão Heterossexual Homo/bissexual Mãe/filho Toxicodependente Outras 1 Total (variação em relação ao ano anterior) (+4%) 163 (+112%) Na Figura 72 observamos a importância relativa das principais categorias de transmissão para o total de casos de PA declarados até 31 de Dezembro de 21, sendo de realçar que naquela data, cerca de 3 em cada 4 casos declarados pertenciam à categoria Toxicodependente. Durante os últimos (Figura 73) a importância relativa dos novos casos de PA declarados na região sofreu as seguintes alterações: ligeiro aumento da proporção de casos declarados na categoria Homo/bissexual, aumento da proporção de

7 casos declarados na categoria Heterossexual e diminuição na categoria Toxicodependente. Percentagem de casos de PA declarados, por categoria de transmissão, até 31/12/21 2% 19% 5% Heterossexual Homo/bissexual Toxicodependente Outras 74% Figura 72 - Percentagem de casos de portadores assintomáticos (PA) declarados na região Norte até 31/12/21 por categoria de transmissão Percentagem de casos de PA, por categoria de transmissão, até 3/6/25 2% 25% 6% Heterossexual Homo/bissexual Toxicodependente Outras 67% Figura 73 - Percentagem de casos de portadores assintomáticos (PA) declarados na região Norte até 3/6/25 por categoria de transmissão

8 A evolução do número de casos de SIDA declarados na região por categoria de transmissão (Quadro 36) indica um aumento, entre 22 e 23, no número de casos na categoria Heterossexual. Na categoria Homo/bissexual, após uma diminuição do número de casos entre 22 e 23, um crescimento durante o último ano e meio. Na categoria Toxicodependente houve uma diminuição do número de casos entre 21 e 22, um ligeiro crescimento em 23 e, a manter-se a evolução no último ano e meio, poderá haver uma diminuição ou estabilização no número de casos. Quadro 36 Número de casos de SIDA declarados na região Norte por categoria de transmissão, Categoria de transmissão Heterossexual Homo/bissexual Mãe/filho 1 Toxicodependente Outras Total (variação em relação ao ano anterior) (-19%) 315 (+2%) A evolução da importância relativa das principais categorias de transmissão para o total de casos de SIDA declarados na região (Figuras 74 e 75), indica um aumento da importância relativa da categoria Heterossexual em detrimento da categoria Toxicodependente. Percentagem de casos de SIDA por categoria de transmissão, até 31/12/21 3% 22% 8% Heterossexual Homo/bissexual Toxicodependente Outras 67% Figura 74 - Percentagem de casos de SIDA declarados na região Norte até 31/12/21 por categoria de transmissão

9 Percentagem de casos de SIDA por categoria de transmissão, até 3/6/25 3% 26% 7% Heterossexual Homo/bissexual Toxicodependente Outras 64% Figura 75 - Percentagem de casos de SIDA declarados na região Norte até 3/6/25 por categoria de transmissão A Tuberculose foi a doença indicadora de SIDA em 173 dos 3121 casos declarados na região até 3 de Junho de 25, representando 55% do total de casos de SIDA. Em Portugal, a Tuberculose representou, para o mesmo período de tempo, 49% (5987/1221) do total de casos declarados de SIDA. Nestes últimos, o contributo da Tuberculose enquanto doença indicadora para o total de casos de SIDA declarados anualmente tem variado entre um máximo de 62% em 21 e um valor mínimo de 51% durante 24 e o primeiro semestre de 25 (Quadro 37). Quadro 37 Número e percentagem de casos de SIDA em que a Tuberculose foi doença indicadora (SIDA/TB) na Região Norte, de Janeiro de 21 a Junho de 25 Ano SIDA/TB SIDA Percentagem % % % 24 e até Junho % Mortalidade Na região Norte, o número de casos de SIDA por ano de diagnóstico cresceu até 21, mostrando uma tendência para o decréscimo a partir desse ano, o número de mortes por SIDA cresceu até 22, tendo diminuído em 23 (figura 76).

10 Número de casos de SIDA e óbitos por SIDA por ano de diagnóstico Óbitos Casos /DSIA/INE Figura 76 - Número de óbitos por SIDA e número de casos de SIDA por ano de diagnóstico na região Norte, Em Portugal, a evolução, tanto do número de casos de SIDA como do número de óbitos por SIDA, depois de ter aumentado até 1999, parece ter estabilizado após essa data (Figura 77). Número de casos de SIDA por ano de diagnóstico e número de óbitos por SIDA por ano de ocorrência. Portugal N.casos N.óbitos /DSIA/INE Figura 77 - Evolução do número de casos de SIDA por ano de diagnóstico e do número de óbitos por SIDA por ano de ocorrência. Portugal

11 Na grande maioria dos países da Europa Ocidental, a evolução do número de casos de SIDA e de mortes por SIDA sofreu um crescimento até ao fim da primeira metade dos 9 e uma descida a partir de então, sendo que nos últimos ambos os fenómenos parecem ter sofrido alguma estabilização (17). Este padrão, observado em todos os países à excepção de Portugal, tem sido interpretado como sendo o resultado da adopção de esquemas de terapêutica anti-retrovírica de alta eficácia. A comparação entre o risco de morrer por SIDA em Portugal e na região Norte indica que, para além do fenómeno ter uma evolução diferente, os valores observados na região têm sido sempre inferiores aos do País (figura 78). Evolução da taxa de mortalidade (/1 ) por SIDA em Portugal e na região Norte , 1, 8, Portugal-Mort Norte-Mort 6, 4, 2,, Fonte: DSIA/INE Figura 78 - Evolução da taxa de mortalidade (/1 ) por SIDA em Portugal e na região Norte, entre 1988 e 23 O número de mortes por SIDA não tem evoluído, na região, da mesma forma no sexo masculino e feminino (Figura 79): no sexo masculino, após um aumento observável até 22, houve um decréscimo em 23, no sexo feminino observa-se um crescimento lento e gradual no número de óbitos.

12 Evolução do número de óbitos por SIDA e por sexo Masculino Feminino Fonte: DSIA/INE Figura 79 - Evolução do número de óbitos por SIDA e por sexo na região Norte, entre 199 e 23 O grupo etário em que se observou um maior número de mortes por SIDA na região Norte foi o de idades compreendidas entre os 25 e os 34 (Figura 8), no entanto, observou-se uma diminuição do número de óbitos naquele grupo em 21. O número de mortes por SIDA no grupo etário tem vindo a crescer desde 199, sendo o crescimento mais evidente a partir de Evolução do número de óbitos por SIDA, por grupo etário. Região Norte - 199/ < Fonte: DSIA Figura 8 - Evolução do número de óbitos por SIDA segundo o grupo etário, na região Norte, entre 199 e 21

13 Conclusões As conclusões que se podem retirar dos dados apresentados enfermam das limitações que decorrem da validade e robustez do sistema de onde se retirou a informação utilizada. O risco de contrair SIDA na região Norte tem continuado a subir, tendo já ultrapassado os valores observados em Portugal. Este facto leva-nos a ponderar a necessidade de estudar mais detalhadamente as razões deste fenómeno, tanto que, com o acesso a terapêuticas antiretrovíricas de alta eficácia, seria de esperar que tanto a incidência de SIDA como a mortalidade já tivessem sofrido o decréscimo observado nos restantes países da Europa Ocidental. Em 23, tanto o número de casos de PA como de SIDA declarados na região Norte aumentou, sendo esse aumento mais evidente nos PA. Não sabemos se a abertura dos Centros de Rastreio Anónimo terá contribuído para diminuir o sub-diagnóstico, ou se haverá, de facto, aumento da incidência. As formas de transmissão da infecção VIH sofreram, nestes últimos, alterações que convém sublinhar. Se considerarmos que os PA declarados correspondem a infecções mais recentes, o risco de contrair a infecção por via sexual (hetero ou homossexual) aumentou. Um outro facto nos pareceu muito preocupante: o crescimento do número de casos de PA por transmissão vertical ocorridos na região no último ano e meio. A inclusão do rastreio VIH nos exames analíticos de vigilância de gravidez e a eficácia da prevenção da transmissão vertical deveriam ter contribuído para uma diminuição do risco. Consideramos de primordial importância um estudo mais detalhado desta situação. Em relação à SIDA também se observou um aumento do risco de transmissão por via sexual (hetero e homossexual), neste caso reflexo de comportamentos ocorridos em épocas anteriores. A tuberculose é a principal doença indicadora de SIDA na região Norte, assumindo uma importância superior ao País. Este facto eventualmente reflecte o elevado nível endémico de tuberculose que se observa na região, consubstanciando a necessidade premente de estratégias integradas de luta contra aqueles problemas de saúde. No que se refere ao risco de morrer por SIDA, os dados da região apontam para uma eventual estabilização, o que, conjugado com o aumento de incidência, obriga a considerar a subida da prevalência da SIDA no planeamento dos serviços de saúde. Finalmente, dois factos importantes em relação à mortalidade por SIDA: o aumento dos óbitos no grupo etário e a subida, mesmo que de pequena dimensão, observada no sexo feminino.

_Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 2012

_Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 2012 www.insa.pt Relatórios _título: _Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 212 _Documento nº 144 _edição: _INSA, IP _autores: _Departamento de Doenças Infecciosas. Unidade de Referência

Leia mais

1. POPULAÇÃO RESIDENTE

1. POPULAÇÃO RESIDENTE 1. POPULAÇÃO RESIDENTE No fim do ano de 2007 a estimativa da população residente de Macau era de 538 0, tendo-se verificado um aumento de 24 700 pessoas em comparação com o número estimado no fim do ano

Leia mais

Julian Perelman Escola Nacional de Saúde Pública

Julian Perelman Escola Nacional de Saúde Pública Prevenção e tratamento do VIH/SIDA nos migrantes e não migrantes: alguns aspectos económicos Julian Perelman Escola Nacional de Saúde Pública (com a colaboração de Alexandre Carvalho e Helena Vaz, Coordenação

Leia mais

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios Estimativas de População Residente 09 de Junho 2010 Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios A evolução demográfica em caracteriza-se por um ligeiro crescimento da população

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015 11 de outubro 2016 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2015 População residente Em 31 de dezembro de 2015, a população residente na Região Autónoma da Madeira (RAM) foi estimada em

Leia mais

Esperança de vida mais elevada à nascença no Centro e aos 65 anos no Algarve

Esperança de vida mais elevada à nascença no Centro e aos 65 anos no Algarve Tábuas de Mortalidade 2013-2015 30 de setembro de 2016 Esperança de vida mais elevada à nascença no Centro e aos 65 anos no Algarve A esperança de vida à nascença foi estimada em 80,41 anos para o total

Leia mais

A Madeira no Feminino

A Madeira no Feminino A Madeira no Feminino 2000-2014 ELABORAÇÃO: Direção de Serviços de Estatísticas do Trabalho Direção Regional do Trabalho 2 de março 2015 1 A MADEIRA NO FEMININO (indicadores de evolução 2000-2014) População

Leia mais

Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade

Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade Milene ZS Vosgerau Indicadores epidemiológicos A construção de indicadores de saúde é necessária para: analisar a situação atual de saúde; fazer comparações;

Leia mais

Estatísticas da Educação 2014/15 Principais resultados relativos ao Ensino Superior

Estatísticas da Educação 2014/15 Principais resultados relativos ao Ensino Superior Estatísticas da Educação 2014/15 Principais resultados relativos ao Ensino Superior Inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, em estabelecimentos de ensino superior 1 Em 2014/15, inscreveram-se em estabelecimentos

Leia mais

GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO

GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO 25-213 GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO Equipa de Estudos e Políticas de Segurança Social Sistema de Proteção Social de Cidadania Subsistema de Solidariedade Eventualidades: Insuficiência de recursos,

Leia mais

Dia Internacional da Família 15 de maio

Dia Internacional da Família 15 de maio Dia Internacional da Família 15 de maio 14 de maio de 14 (versão corrigida às 16.3H) Na 1ª página, 5º parágrafo, 3ª linha, onde se lia 15-65 anos deve ler-se 15-64 anos Famílias em Portugal As famílias

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 Altera a Lei nº 11.664, de 29 de abril de 2008, para incluir a pesquisa de biomarcadores entre as ações destinadas à detecção precoce das neoplasias malignas de mama

Leia mais

Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da

Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da Atenção BásicaB Características Atuais do Diagnóstico do HIV/AIDS Predomina o diagnóstico tardio da infecção pelo HIV e Aids (43,6% dos diagnósticos) ( sticos

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente

Valor médio de avaliação bancária acentuou tendência crescente Dez-14 Jan-15 Fev-15 Mar-15 Abr-15 Mai-15 Jun-15 Jul-15 Ago-15 Set-15 Out-15 Nov-15 Dez-15 Inquérito à Avaliação Bancária na Dezembro de 2015 25 de janeiro de 2016 Valor médio de avaliação bancária acentuou

Leia mais

Internamentos Hospitalares por VIH/SIDA em Portugal 2006: Modelos de Fragilidades na Sobrevivência

Internamentos Hospitalares por VIH/SIDA em Portugal 2006: Modelos de Fragilidades na Sobrevivência 1 XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia Internamentos Hospitalares por VIH/SIDA em Portugal 2006: Modelos de Fragilidades na Sobrevivência S. Dias 1,2, R. O. Martins 2, V. Andreozzi 3, J. Torgal 1 sdias@isegi.unl.pt

Leia mais

DIA MUNDIAL DO CANCRO: 4/2/2015 ONCOLOGIA NA RAM - RELATÓRIO INFOGRÁFICO

DIA MUNDIAL DO CANCRO: 4/2/2015 ONCOLOGIA NA RAM - RELATÓRIO INFOGRÁFICO 1. CARACTERIZAÇÃO DA MORTALIDADE 1.1 Principais causas de morte, 2010-2013, RAM 1.2 Taxa de mortalidade padronizada (/100.000 hab), Região (RAM, RAA e Portugal), 2009 a 2012 Fonte: Estatísticas da Saúde,

Leia mais

[RELATÓRIO] GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO

[RELATÓRIO] GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO 25-211 GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO Equipa de Estudos e Políticas de Segurança Social [RELATÓRIO] Sistema de Proteção Social de Cidadania Subsistema de Solidariedade Eventualidades: Insuficiência

Leia mais

Dra. Sandra Fagundes Moreira da Silva Coordenadora Estadual de DST, Aids e Hepatites Virais- SESA/ES

Dra. Sandra Fagundes Moreira da Silva Coordenadora Estadual de DST, Aids e Hepatites Virais- SESA/ES BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DST/AIDS/HV - Nº 30 Dados até Dezembro de 2014 - ANÁLISE DOS DADOS DO HIV/AIDS, SÍFILIS E DE HEPATITES VIRAIS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Dra. Sandra Fagundes Moreira da Silva Coordenadora

Leia mais

ISSN: 0872-4334 & ' (!!" #$%!

ISSN: 0872-4334 & ' (!! #$%! ISSN: 0872-4334 & ' (!!" #$%! Documento da responsabilidade de: Departamento de Doenças Infecciosas Unidade de Referência e Vigilância Epidemiológica Núcleo de Vigilância Laboratorial de Doenças Infecciosas

Leia mais

PRONUNCIAMENTO SOBRE DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS DEPUTADO MARCELO SERAFIM (PSB-AM)

PRONUNCIAMENTO SOBRE DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS DEPUTADO MARCELO SERAFIM (PSB-AM) PRONUNCIAMENTO SOBRE DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS DEPUTADO MARCELO SERAFIM (PSB-AM) Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Povo do estado do Amazonas, Ontem foi o Dia Mundial de Luta Contra à Aids.

Leia mais

A RAA em números. Geografia

A RAA em números. Geografia 09 Foto: Espectro A RAA em números Geografia O arquipélago dos Açores é constituído por nove ilhas dispersas no Atlântico Norte ao longo de 600 km, segundo uma orientação noroeste-sudeste e enquadrado

Leia mais

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas C.1 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas O indicador estima o risco de morte por neoplasias malignas e dimensiona a sua magnitude como problema de saúde pública. Corresponde ao número

Leia mais

Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids

Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids História da vigilância do HIV e Aids Pré 2004 Múltiplas definições de caso de AIDS (1984-98). A notificação de HIV não era uma recomendação

Leia mais

Assunto: Atualização da investigação de caso suspeito de sarampo em João Pessoa/PB - 22 de outubro de 2010

Assunto: Atualização da investigação de caso suspeito de sarampo em João Pessoa/PB - 22 de outubro de 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Departamento de Vigilância Epidemiológica Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar 70.058-900 Brasília-DF Tel. 3315 2755/2812 NOTA TÉCNICA

Leia mais

Professor: David Vieira Valadão. Biologia

Professor: David Vieira Valadão. Biologia Professor: David Vieira Valadão Biologia 1981 registro de casos atípicos de pneumonia entre homens homossexuais em Los Angeles (EUA). 1983 descoberta de um novo vírus em um paciente com AIDS. 1984 descoberta

Leia mais

Boletim semanal de Vigilância da Influenza/RS Semana epidemiológica 37/2016

Boletim semanal de Vigilância da Influenza/RS Semana epidemiológica 37/2016 Boletim semanal de Vigilância da Influenza/RS Semana epidemiológica 37/2016 A vigilância da Influenza é realizada por meio de notificação e investigação de casos de internações hospitalares por Síndrome

Leia mais

61,6 milhões cobertos (59,6%)

61,6 milhões cobertos (59,6%) Previdência Social Brasil - 2013 População Residente: 201,4 milhões (2016 205,9) Urbana: 170,7 milhões Rural: 30,7 milhões População Economicamente Ativa - PEA: 103,4 milhões População Desocupada: 6,7

Leia mais

COGESPA 2016 PREVENÇÃO. Eixo II - Enfrentamento da Epidemia das DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo

COGESPA 2016 PREVENÇÃO. Eixo II - Enfrentamento da Epidemia das DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo COGESPA 2016 PREVENÇÃO Eixo II - Enfrentamento da Epidemia das DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo Diminuir a incidência de HIV/Aids entre as mulheres

Leia mais

O sistema nacional de saúde ao longo dos anos deu cumprimento ao princípio da universalidade da cobertura geográfica da prestação de cuidados.

O sistema nacional de saúde ao longo dos anos deu cumprimento ao princípio da universalidade da cobertura geográfica da prestação de cuidados. 1. INTRODUÇÃO O sistema nacional de saúde ao longo dos anos deu cumprimento ao princípio da universalidade da cobertura geográfica da prestação de cuidados. O Serviço Nacional de Saúde desenvolveu-se

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL

A EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL A EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL FASES DO CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: Até 1750 Regime Demográfico Primitivo Crescimento muito lento da população mundial; Taxa de mortalidade elevada; Taxa de natalidade elevada;

Leia mais

As Mulheres nos Mercados de Trabalho Metropolitanos

As Mulheres nos Mercados de Trabalho Metropolitanos As Mulheres nos Mercados de Trabalho Metropolitanos Taxa de participação feminina tem comportamento diverso nas regiões E ntre 2014 e 2015, a proporção de mulheres com dez anos ou mais inseridas no mercado

Leia mais

Tábuas de Vida de Múltiplo Decremento: ganhos potenciais em expectativa de vida no RS, em 2005, relativos aos óbitos por Causas

Tábuas de Vida de Múltiplo Decremento: ganhos potenciais em expectativa de vida no RS, em 2005, relativos aos óbitos por Causas Tábuas de Vida de Múltiplo Decremento: ganhos potenciais em expectativa de vida no RS, em 2005, relativos aos óbitos por Causas Externas Marilene Dias Bandeira Setembro 2008 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO ALGUMAS

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

Perfil da presença feminina no tecido empresarial português. 8 de Março 2012

Perfil da presença feminina no tecido empresarial português. 8 de Março 2012 Perfil da presença feminina no tecido empresarial português Sumário executivo Em Portugal : 54,9% das empresas têm pelo menos uma mulher nos seus cargos de gestão e direcção: 44,8% têm uma equipa mista,

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004

Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana do Rio de Janeiro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2004 REGIÃO

Leia mais

A fase inicial do câncer de próstata apresenta uma evolução silenciosa e não causa sintomas, mas alguns sinais merecem atenção:

A fase inicial do câncer de próstata apresenta uma evolução silenciosa e não causa sintomas, mas alguns sinais merecem atenção: Novembro Azul O movimento mundialmente conhecido como Novembro Azul ou Movember visa conscientizar os homens sobre a importância da prevenção do câncer de próstata e tem o bigode como símbolo adotado para

Leia mais

Semana 40 a 45 de 2016 (3 de outubro a 13 de novembro de 2016)

Semana 40 a 45 de 2016 (3 de outubro a 13 de novembro de 2016) Região de Saúde do Norte Gripe sazonal - Vigilância epidemiológica e vacinação Semana 40 a 45 de 2016 (3 de outubro a 13 de novembro de 2016) 1. Nota metodológica Este é o primeiro relatório com dados

Leia mais

Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 2011

Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 2011 _Relatórios _título: Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal a 31 de dezembro de 2011 Documento nº 143 _edição: _INSA,IP _autores: _Departamento de Doenças Infecciosas, Unidade de Referência e Vigilância

Leia mais

A taxa de desemprego estimada foi 13,5%

A taxa de desemprego estimada foi 13,5% 4 de fevereiro de 2015 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2014 A taxa de desemprego estimada foi 13,5 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2014 foi 13,5. Este valor é superior em 0,4

Leia mais

Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio

Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio Incidência de síndrome gripal em população institucionalizada, Campinas/SP 2004 a 2005 Ms. Raquel M. R. Duarte Profª Drª Maria Rita Donalísio INTRODUÇÃO As doenças respiratórias estão entre as principais

Leia mais

Evolução dos edifícios por ilha e município nos Açores

Evolução dos edifícios por ilha e município nos Açores Evolução dos edifícios por ilha e município nos Açores análise aos dados do Recenseamento Geral da Habitação 1981, 1991, 2001 & 2011 Vasco Silva Lisboa, 1 Dezembro 2014 1 RESUMO Com base nos dados recolhidos

Leia mais

Vigitel Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico

Vigitel Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico Vigitel Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico Avaliação Dados de 2013 Periodicidade: anual desde 2006 Público: maiores de 18 anos e residentes nas 26

Leia mais

O Risco de Pobreza e a Privação Material das Pessoas Idosas « O Risco de Pobreza e a Privação Material das Pessoas Idosas

O Risco de Pobreza e a Privação Material das Pessoas Idosas « O Risco de Pobreza e a Privação Material das Pessoas Idosas O Risco de Pobreza e a Privação Material das Pessoas Idosas Cristina Gonçalves INE DES/CV (20.10.2010) O Risco de Pobreza e a Privação Material das Pessoas Idosas População idosa = pessoas com 65 ou mais

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux

Vigilância Epidemiológica. Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Epidemiológica Profa. Rachel Sindeaux Vigilância Atividade contínua, permanente e sistemática; Foco para resultados inespecíficos para obtenção de metas; Utilização de dados relacionados com

Leia mais

NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010

NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010 NOTÍCIAS ETENE 04 DE MAIO DE 2011 RESULTADOS DO CENSO 2010 População brasileira cresce quase 20 vezes desde 1872 A população do Brasil alcançou a marca de 190.755.799 habitantes na data de referência do

Leia mais

INTENSIFICAÇÃO DAS TROCAS COMERCIAIS ENTRE O NORTE DE PORTUGAL E A GALIZA

INTENSIFICAÇÃO DAS TROCAS COMERCIAIS ENTRE O NORTE DE PORTUGAL E A GALIZA 15 de Dezembro de 2004 Trocas comerciais entre a Região Norte de Portugal e a Galiza 2000-2002 INTENSIFICAÇÃO DAS TROCAS COMERCIAIS ENTRE O NORTE DE PORTUGAL E A GALIZA As trocas comerciais entre a Região

Leia mais

Condição perante a atividade económica dos Jovens Jovens Inativos A população inativa corresponde ao conjunto de indivíduos que, na semana de referência no momento censitário, não são considerados economicamente

Leia mais

Análise dos casos de meningites em residentes do município do Rio de Janeiro, 2014.

Análise dos casos de meningites em residentes do município do Rio de Janeiro, 2014. Análise dos casos de meningites em residentes do município do Rio de Janeiro, 14. Foram notificados 928 casos suspeitos de meningite em residentes do município do Rio de Janeiro (MRJ) em 14 (início dos

Leia mais

DENGUEDEDENGUE BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE. Dengue é um grave problema de saúde pública enfrentado em diversos países.

DENGUEDEDENGUE BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE. Dengue é um grave problema de saúde pública enfrentado em diversos países. Ano 2 Nº 4 16 de Junho de 2009 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE Dengue é um grave problema de saúde pública enfrentado em diversos países. A transmissão da doença se dá através da picada do mosquito transmissor

Leia mais

Atualização das Projeções e Estimativas Populacionais para o Rio Grande do Sul e seus Municípios

Atualização das Projeções e Estimativas Populacionais para o Rio Grande do Sul e seus Municípios Atualização das Projeções e Estimativas Populacionais para o Rio Grande do Sul e seus Municípios Maria de Lourdes Teixeira Jardim Fundação de Economia e Estatística Palavras-Chave: Projeções de população,

Leia mais

Índice. 1. Metodologia e objetivo. 2. Praticantes de skate: penetração nos lares. 3. Perfil da amostra

Índice. 1. Metodologia e objetivo. 2. Praticantes de skate: penetração nos lares. 3. Perfil da amostra 1 Índice 2 1. Metodologia e objetivo 2. Praticantes de skate: penetração nos lares 3. Perfil da amostra Objetivo 3 A pesquisa tem como objetivo medir a penetração e conhecer o perfil de praticantes de

Leia mais

AS CRIANÇAS EM PORTUGAL - ALGUNS DADOS ESTATÍSTICOS

AS CRIANÇAS EM PORTUGAL - ALGUNS DADOS ESTATÍSTICOS Dia Mundial da Criança 1 de Junho 30 de Maio de 2005 AS CRIANÇAS EM PORTUGAL - ALGUNS DADOS ESTATÍSTICOS O conteúdo do presente Destaque está alterado na página 2, relativamente ao divulgado em 30-05-2005.

Leia mais

O MAIOR RISCO É... ACHARMOS QUE NÃO CORREMOS RISCOS! Tiemi Arakawa

O MAIOR RISCO É... ACHARMOS QUE NÃO CORREMOS RISCOS! Tiemi Arakawa O MAIOR RISCO É... ACHARMOS QUE NÃO CORREMOS RISCOS! Tiemi Arakawa Enfermeira, Doutora em Ciências Membro do GEOTB e do GEO-HIV/aids Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Quais imagens temos do HIV? O

Leia mais

Estatísticas do Turismo 2001

Estatísticas do Turismo 2001 Informação à Comunicação Social 29 de Agosto de 22 Estatísticas do Turismo 21 Estando disponível na Internet a publicação Estatísticas do Turismo 21, o INE apresenta os principais resultados referentes

Leia mais

de Estudos em Saúde Coletiva, Mestrado profissional em Saúde Coletiva. Palavras-chave: Reações adversas, antidepressivos, idosos.

de Estudos em Saúde Coletiva, Mestrado profissional em Saúde Coletiva. Palavras-chave: Reações adversas, antidepressivos, idosos. ANÁLISE DAS REAÇÕES ADVERSAS OCORRIDAS DEVIDO AO USO DE ANTIDEPRESSIVOS EM IDOSOS DO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ATENÇÃO À SAÚDE DA PESSOA IDOSA CRASPI DE GOIÂNIA Gislaine Rosa de SOUZA 1 ; Ana Elisa Bauer

Leia mais

Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014

Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014 2014 Diretoria de Pesquisas - DPE Coordenação de População e Indicadores Sociais - COPIS Gerência de Indicadores Sociais - GEISO 17/12/2014 Indicadores Sociais Construção baseada em observações geralmente

Leia mais

AIDS e HPV Cuide-se e previna-se!

AIDS e HPV Cuide-se e previna-se! AIDS e HPV Cuide-se e previna-se! O que é AIDS? Existem várias doenças que são transmissíveis através das relações sexuais e por isso são chamadas DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). As mais conhecidas

Leia mais

Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios)

Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios) Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose Ponto da Situação Epidemiológica e de Desempenho (dados provisórios) Dia Mundial da Tuberculose 24 de março de 2013 Índice Introdução... 3 Metodologia...

Leia mais

Desenvolvimento Humano em Porto Alegre

Desenvolvimento Humano em Porto Alegre Desenvolvimento Humano em Porto Alegre Evolução e Indicadores Porto Alegre, julho de 2011. CONCEITOS Desenvolvimento Humano Uma visão holística e multidimensional valorizando diversas dimensões do ser

Leia mais

Alere Determine HIV-1/2. Saber Através do Rastreio. detectar... diagnosticar... determinar...

Alere Determine HIV-1/2. Saber Através do Rastreio. detectar... diagnosticar... determinar... Alere Determine HIV-1/2 Saber Através do Rastreio detectar... diagnosticar... determinar... A prevenção do VIH/SIDA começa com o conhecimento do estado do VIH. A maioria das infecções por VIH é diagnosticada

Leia mais

Boletim da Vigilância em Saúde ABRIL 2013

Boletim da Vigilância em Saúde ABRIL 2013 Boletim da Vigilância em Saúde ABRIL 2013 Boletim da Vigilância em Saúde ABRIL 2013 Prefeito Municipal Marcio Lacerda Secretário Municipal de Saúde Marcelo Gouvêa Teixeira Secretário Municipal Adjunto

Leia mais

Estatísticas trimestrais sobre ações cíveis ( )

Estatísticas trimestrais sobre ações cíveis ( ) 78,3% 95,7% 96,9% 112,6% 127,4% 248.737 262.192 254.893 241.544 242.638 Fevereiro de 216 Boletim n.º 26 DESTAQUE ESTATÍSTICO TRIMESTRAL 3º Trimestres de Estatísticas trimestrais sobre ações cíveis (-)

Leia mais

PESQUISA MENSAL DE EMPREGO

PESQUISA MENSAL DE EMPREGO PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE J ANE I R O DE 2004 REGIÕES METROPOLITANAS DE: RECIFE, SALVADOR, BELO HORIZONTE, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO e PORTO ALEGRE I) INTRODUÇÃO Para o primeiro

Leia mais

RA Vila Isabel. Indicadores Rio Como Vamos

RA Vila Isabel. Indicadores Rio Como Vamos 3 RA Vila Isabel Indicadores Rio Como Vamos 1 CARACTERÍSTICAS DA POPULAÇÃO A Região Administrativa (RA) de Vila Isabel faz parte da Área de Planejamento 2. Abaixo podemos observar os gráficos referentes

Leia mais

Análise espacial dos óbitos por acidentes de. trânsito no município do Rio de Janeiro

Análise espacial dos óbitos por acidentes de. trânsito no município do Rio de Janeiro XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Análise espacial dos óbitos por acidentes de trânsito no município do Rio de Janeiro Vanessa dos Reis de Souza Suzana

Leia mais

CURITIBA - PR habitantes habitantes ,84 hab/km². 76,30 anos. População : Estimativa populacional - 2.

CURITIBA - PR habitantes habitantes ,84 hab/km². 76,30 anos. População : Estimativa populacional - 2. CURITIBA - PR População - 2.010: 1.751.907 habitantes Estimativa populacional - 2.016: 1.893.997 habitantes Crescimento anual da população - 2000-2010: 0,99% Densidade demográfica - 2.010: 4.024,84 hab/km²

Leia mais

Psicoestimulação Cognitiva

Psicoestimulação Cognitiva A tendência demográfica actual aponta para o progressivo aumento da percentagem da população idosa, em detrimento da população de faixas etárias mais jovens. De todas as patologias associadas ao envelhecimento,

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Apresentação realizada para a Rede Social de Lisboa Plataforma para a Área do Envelhecimento Zona Centro Ocidental (Alvalade, Campo Grande, S. João

Leia mais

Orientações Clínicas para profissionais de saúde. Evolução da taxa de cesarianas em Portugal

Orientações Clínicas para profissionais de saúde. Evolução da taxa de cesarianas em Portugal Orientações Clínicas para profissionais de saúde Evolução da taxa de cesarianas em Portugal Lisa Ferreira Vicente Divisão de Saúde Sexual, Reprodutiva, Infantil e Juvenil Direção-Geral da Saúde Reduzir

Leia mais

Perfil Demográfico da População Idosa do COREDE do Vale do Rio Pardo Anos de 2000 e 2010

Perfil Demográfico da População Idosa do COREDE do Vale do Rio Pardo Anos de 2000 e 2010 Perfil Demográfico da População Idosa do COREDE do Vale do Rio Pardo Anos de 2000 e 2010 Para realizar uma análise dos censos demográficos dos anos de 2000 e 2010, é importante salientar que, de acordo

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 09 setembro 2011 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia e do Emprego G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais

Leia mais

RELATÓRIO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS E FATORES DE RISCO, PORTO ALEGRE, 1996 A 2009

RELATÓRIO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS E FATORES DE RISCO, PORTO ALEGRE, 1996 A 2009 RELATÓRIO DE DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS DOENÇAS E AGRAVOS NÃO TRANSMISSÍVEIS E FATORES DE RISCO, PORTO ALEGRE, 1996 A 29 Doenças e Agravos Não Transmissíveis DANT/SMS Porto Alegre Vigilância Epidemiológica

Leia mais

Perfil das Micro e Pequenas Empresas no ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Perfil das Micro e Pequenas Empresas no ESTADO DO RIO DE JANEIRO Perfil das Micro e Pequenas Empresas no ESTADO DO RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, SETEMBRO DE 2011 03 2011 PANORAMA GERAL O crescimento

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO Índice Introdução Preço Médio por Dormida Proveito Médio de Aposento por Cama Conceitos Anexos Proveitos e Custos nos Estabelecimentos Hoteleiros Ano de 2004 Página 2

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS SINTOMAS DA ASMA EM ADOLESCENTES DE 13 E 14 ANOS

PREVALÊNCIA DOS SINTOMAS DA ASMA EM ADOLESCENTES DE 13 E 14 ANOS PREVALÊNCIA DOS SINTOMAS DA ASMA EM ADOLESCENTES DE 13 E 14 ANOS Marcos Abrantes Moreira. Acadêmico de Fisioterapia da Faculdade Santa Maria. E-mail:markim.abrantes@hotmail.com Luma Soares Lustosa. Acadêmica

Leia mais

ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL: RETRATO SOCIOGRÁFICO. Mariana Gaio Alves Membro da Direção do SNESUP Patrícia Lopes Funcionária do SNESUP

ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL: RETRATO SOCIOGRÁFICO. Mariana Gaio Alves Membro da Direção do SNESUP Patrícia Lopes Funcionária do SNESUP ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL: RETRATO SOCIOGRÁFICO Mariana Gaio Alves Membro da Direção do SNESUP Patrícia Lopes Funcionária do SNESUP Gabinete de Estudos SNESUP Dezembro 2015 Sumário Executivo A evolução

Leia mais

Visita de Monitoramento ao estado de Santa Catarina

Visita de Monitoramento ao estado de Santa Catarina Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis Programa Nacional de Controle da Tuberculose Visita de Monitoramento ao estado de Santa Catarina

Leia mais

Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores da hotelaria de fevereiro de 2013

Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores da hotelaria de fevereiro de 2013 Lisboa, 2 de maio de 2013 Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores da hotelaria de fevereiro de 2013 Subidas de 3,83% na OCUPAÇÃO POR QUARTO (fixou-se em 41,20%), de 2,86% no REVPAR (fixou-se

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO TUBERCULOSE

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO TUBERCULOSE 22 de março de 2016 Página 1/6 DEFINIÇÃO DE CASO CONFIRMADO Todo indivíduo com diagnóstico bacteriológico (baciloscopia ou cultura para BK ou teste rápido molecular para tuberculose) E indivíduos com diagnóstico

Leia mais

Estudos. População e Demografia

Estudos. População e Demografia População e Demografia Prof. Dr. Rudinei Toneto Jr. Guilherme Byrro Lopes Rafael Lima O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991, divulga anualmente uma base com a população dos

Leia mais

Memorias Convención Internacional de Salud Pública. Cuba Salud La Habana 3-7 de diciembre de 2012 ISBN

Memorias Convención Internacional de Salud Pública. Cuba Salud La Habana 3-7 de diciembre de 2012 ISBN CO-INFECÇÃO TUBERCULOSE-HIV: ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SALVADOR-BAHIA, ENTRE E Karina Araújo Pinto 1, Haína de Jesus Araújo 2, Sheila Queiroz Rios de Azevedo 3 A tuberculose (TB) é uma doença

Leia mais

L/O/G/O Evolução da população

L/O/G/O Evolução da população L/O/G/O Evolução da população Comportamento dos indicadores demográficos Resumo 1 2 Indicadores demográficos Evolução da população 3 4 Click t add title in here Click to add title in here Indicadores demográficos

Leia mais

Curso Teórico Prático para Profissionais de Saúde em Ações de Prevenção do Câncer de Colo Uterino e de Mama

Curso Teórico Prático para Profissionais de Saúde em Ações de Prevenção do Câncer de Colo Uterino e de Mama SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE LESTE RH / DESENVOLVIMENTO 1 DENOMINAÇÃO Curso Teórico Prático para Profissionais de Saúde em Ações de Prevenção do Câncer de Colo Uterino

Leia mais

2 MATERIAIS E MÉTODOS

2 MATERIAIS E MÉTODOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OCORRÊNCIA DE INTOXICAÇÕES MEDICAMENTOSAS NO ANO DE 2009 EM MARINGÁ PR Patrícia Fernanda Premero 1 ; Tanimaria da Silva Lira Ballani 2 ; Silvana Lorenzi

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2010 MULHER NO MERCADO DE TRABALHO: PERGUNTAS E RESPOSTAS A Pesquisa Mensal de Emprego PME, implantada em 1980, produz indicadores

Leia mais

RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 04/04/2016.

RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 04/04/2016. RESSALVA Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 04/04/2016. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP CÂMPUS DE JABOTICABAL CARACTERIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

Leia mais

IMS VIH/SIDA Overview 2011 PORTUGAL 2011

IMS VIH/SIDA Overview 2011 PORTUGAL 2011 IMS VIH/SIDA Overview 2011 PORTUGAL 2011 SOBRE A IMS HEALTH Operando em mais de 100 países, a IMS Health é fornecedora e líder mundial de soluções aplicadas às indústrias farmacêuticas e de saúde. Com

Leia mais

BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura

BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura António Firmino da Costa Elsa Pegado Patrícia Ávila CIES-ISCTE 2008 BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes

Leia mais

RELATÓRIO DIFERENCIAÇÃO SALARIAL POR GÉNERO

RELATÓRIO DIFERENCIAÇÃO SALARIAL POR GÉNERO RELATÓRIO DIFERENCIAÇÃO SALARIAL POR GÉNERO APDL 2015 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. METODOLOGIA UTILIZADA... 3 3. DIFERENCIAÇÕES SALARIAIS... 4 3.1. ANÁLISE QUANTITATIVA... 4 3.1.1. CARACTERIZAÇÃO GERAL...

Leia mais

Ainda que os tratamentos e a vasta quantidade de informação tenham sido facilitados de

Ainda que os tratamentos e a vasta quantidade de informação tenham sido facilitados de 10 verdades sobre a AIDs que ninguém vai te contar Mesmo com os avanços da ciência, da tecnologia, da medicina e da indústria de remédios, o mundo ainda não conseguiu se livrar da Aids. Matéria publicada

Leia mais

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios.

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade. É também um dos nossos maiores desafios. Características demográficas do envelhecimento Vera Andrade, 2014 Pirâmide Etária Pirâmide

Leia mais

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico-Hospitalares. Edição: Janeiro de 2016 Data-base: Junho de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico-Hospitalares. Edição: Janeiro de 2016 Data-base: Junho de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO Variação de Custos Médico-Hospitalares Edição: Janeiro de 2016 Data-base: Junho de 2015 SUMÁRIO EXECUTIVO O VCMH/IESS O índice VCMH/IESS para planos individuais atingiu 17,1% no período de 12 meses terminados

Leia mais

VIH-SIDA - SITUAÇÃO ACTUAL

VIH-SIDA - SITUAÇÃO ACTUAL VIH-SIDA - SITUAÇÃO ACTUAL 1 Quadro Institucional Estratégias : Até 22 Sanitarização da abordagem Depois de 22 Multisectorialidade e Descentralização Prevalência do VIH (%), em adultos dos 15-49 anos,

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS FOLHETOS EDUCATIVOS SOBRE HANSENÍASE ENTRE ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E SUPERIOR

IMPORTÂNCIA DOS FOLHETOS EDUCATIVOS SOBRE HANSENÍASE ENTRE ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E SUPERIOR IMPORTÂNCIA DOS FOLHETOS EDUCATIVOS SOBRE HANSENÍASE ENTRE ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E SUPERIOR Mariluce Gonçalves Fonseca (Faculdades Integradas FAFIBE) Amanda Fernandes Abbes (G- Faculdades

Leia mais

Título: A ATUAÇÃO DO CTA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ/SP

Título: A ATUAÇÃO DO CTA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ/SP Título: A ATUAÇÃO DO CTA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ/SP Autores: Milena Luckesi de Souza¹, Grace do Prado Dan¹, Heloísa de Oliveira¹, Maria de Lurdes Munhoz¹ Serviço de Saúde: 1 - CTA - Centro de Testagem

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 453/XIII/1.ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 453/XIII/1.ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 453/XIII/1.ª (Recomenda ao Governo o reforço das medidas de eliminação das Hepatites Virais) A hepatite é uma inflamação do fígado. Esta inflamação pode desaparecer espontaneamente

Leia mais

I. Analisar a evolução dos recursos hídricos superficiais na bacia do rio Sabor, desde a segunda metade do século XX até aos primórdios do XXI;

I. Analisar a evolução dos recursos hídricos superficiais na bacia do rio Sabor, desde a segunda metade do século XX até aos primórdios do XXI; RECURSOS HÍDRICOS NA BACIA DO RIO SABOR: EVOLUÇÃO RECENTE E RELAÇÕES COM MUDANÇAS AS SÓCIOAMBIENTAIS Adélia NUNES Instituto de Estudos Geográficos, Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Praça da

Leia mais

Evolução e Padrões de Casamentos Binacionais em Portugal ( ) BIMAR. Sofia Gaspar (coord.) Ana Cristina Ferreira Madalena Ramos

Evolução e Padrões de Casamentos Binacionais em Portugal ( ) BIMAR. Sofia Gaspar (coord.) Ana Cristina Ferreira Madalena Ramos Evolução e Padrões de Casamentos Binacionais em Portugal (1988-2011) BIMAR Sofia Gaspar (coord.) Ana Cristina Ferreira Madalena Ramos Evolução e Padrões de Casamentos Binacionais em Portugal (1988-2011)

Leia mais

ZAFRA, 20 E 22 DE SETEMBRO DE 2007 D.S.VETERINÁRIA

ZAFRA, 20 E 22 DE SETEMBRO DE 2007 D.S.VETERINÁRIA ZAFRA, 20 E 22 DE SETEMBRO DE 2007 D.S.VETERINÁRIA Governo dos Açores A POPULAÇÃO (milhares de habitantes) GRUPO ORIENTAL S.Miguel - 125.915 St.ª Maria - 5.922 GRUPO OCIDENTAL GRUPO CENTRAL Terceira -

Leia mais

Termas em Portugal Caracterização da oferta e da procura

Termas em Portugal Caracterização da oferta e da procura Termas em Portugal 2014 Caracterização da oferta e da procura ÍNDICE Sumário executivo Caraterização da oferta Caracterização da procura Portugal Norte Centro Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo e Algarve

Leia mais