Estudo Estratégico n o 6. Mobilidade urbana e mercado de trabalho na Região Metropolitana do Rio de Janeiro Danielle Carusi Machado e Vitor Mihessen

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1 Estudo Estratégico n o 6 Mobilidade urbana e mercado de trabalho na Região Metropolitana do Rio de Janeiro Danielle Carusi Machado e Vitor Mihessen

2 PANORAMA GERAL Processo de urbanização: expansão territorial e maior interligação entre localidades. O sistema de transporte, neste contexto, passou a ter um papel fundamental. Região Metropolitana do Rio de Janeiro: Forte fluxo de pessoas entre as áreas periféricas e o centro da cidade do Rio. Entre 6 horas da manhã e 6 da noite, a capital recebe mais de 2 milhões de pessoas, aumentando sua população em aproximadamente 30.

3 PANORAMA GERAL Mobilidade urbana dos trabalhadores: Movimento pendular diário: tempo de deslocamento casa trabalho casa. Local de trabalho: município de residência, outro município, no próprio domicílio.

4 PANORAMA GERAL Moradores da cidade: 19 gastam mais de 60 minutos no trânsito para o trabalho. Moradores da periferia do Rio: percentual sobe para 27. Tempo médio de deslocamento na RMRJ: 49 minutos

5 PANORAMA GERAL Mais de 80 dos ocupados fazem algum tipo de deslocamento pendular diário. Para alguns municípios, o mercado de trabalho local não absorve parte expressiva da população residente. Municípios onde a mobilidade é mais difícil: trabalho no próprio município/domicílio.

6 PANORAMA GERAL Mobilidade afeta a inserção no mercado de trabalho: participação, desemprego e informalidade. O empreendedorismo/trabalho autônomo: canais de absorção de mão-de-obra local. Comércio: Trabalho no próprio domicílio ou no município de residência. Inserção formal é mais rígida quanto a horários e jornada maior tempo de deslocamento.

7 SUMÁRIO I. Distribuição geográfica dos trabalhadores II. Tempo de deslocamento casa-trabalho III. Movimento pendular: o local de trabalho IV. Mercado de trabalho

8 0,7 3,0 3,0 1,4 1,2 2,9 1,8 0,6 2,4 2,4 1,8 0,9 0,3 5,8 5,4 7,2 7,2 6,3 45,7 Distribuição geográfica dos moradores da RMRJ Dos residentes, 46 estão no município do Rio de Janeiro, 14,4 em São Gonçalo e Niterói, 6,3 em São João de Meriti e 5,8 em Duque de Caxias 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 Distribuição dos indivíduos por local de moradia () 5,0 0,0 Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de 2010.

9 2,6 14,8 17,2 26,4 39,1 Distribuição geográfica dos moradores da RMRJ Moradores da cidade do Rio de Janeiro: grande parte está na Zona Norte (39,1) e na Zona Oeste (26,4). Bairros mais representativos : Jacarepaguá (6,4), Campo Grande (5,2) e Bangu (3,7). 45 Distribuição dos moradores do município do Rio por local de moradia Centro Zona Sul e Tijuca Zona Norte Jacarepaguá e Barra Zona Oeste Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de 2010.

10 Distribuição geográfica Distribuição Espacial da Residência não segue a Dinâmica Econômica. Entre 6 horas da manhã e 6 da noite, a capital recebe mais de 2 milhões de pessoas, aumentando sua população em aproximadamente 30. Mobilidade e Acessibilidade são cruciais para a garantia de Inserção na Atividade Econômica, mas também como Garantia de Qualidade de Vida.

11 Tempo de deslocamento para o trabalho A maior parte dos trabalhadores ocupados, que moram na periferia ou na cidade do Rio, leva de 15 a 45 minutos, em média, para chegar ao trabalho (cerca de 57). Distribuição dos trabalhadores ocupados pelo tempo de deslocamento na ida ao trabalho moradores da cidade do Rio e da periferia da RMRJ 135 minutos 90 minutos 45 minutos 15 minutos 0 (domicílio) Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de Periferia da RMRJ Cidade do Rio

12 Tempo de deslocamento Cidade do Rio: 19 gastam mais de 60 minutos no trânsito para o trabalho Periferia do Rio: este percentual sobe para 27. Distribuição dos trabalhadores ocupados pelo tempo de deslocamento na ida ao trabalho Cidade do Rio Periferia da RMRJ Menos de uma hora Mais de uma hora Menos de uma hora Mais de uma hora Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de 2010.

13 Tempo de deslocamento Distribuição dos trabalhadores ocupados por município de residência segundo o tempo de deslocamento na ida ao trabalho m i n u t o s Fonte: Censo Mais que uma hora () Menos que uma hora () Tempo Médio (minutos)

14 Itaguaí Paracambi Tempo de deslocamento Seropédica 43 Tempo de deslocamento na ida ao trabalho Japeri 71 Queimados 62 Mesquita Nova Iguaçu Rio de Janeiro 47 Belford Roxo 61 Caxias 50 Magé São Gonçalo Niterói 45 Guapimirim Itaboraí 49 Maricá 48 Tanguá 37 Fonte: Censo 2010.

15 Tempo de deslocamento Trabalhadores moradores dos municípios da Baixada Fluminense, em geral, gastam mais tempo no deslocamento casa-trabalho. Japeri: 54 dos seus trabalhadores gastam mais de uma hora no deslocamento casa-trabalho. Tempo médio de deslocamento: 71 minutos. Queimados: 47 dos seus trabalhadores gastam mais de uma hora no deslocamento casa-trabalho. Tempo médio de deslocamento: 62 minutos.

16 Tempo de deslocamento O contrário ocorre com municípios mais distantes do centro: Itaguaí: apenas 11 dos seus trabalhadores gastam mais de uma hora no deslocamento casa-trabalho. Tempo médio de deslocamento: 32 minutos. Guapimirim: apenas 17 dos seus trabalhadores gastam mais de uma hora no deslocamento casa-trabalho. Tempo médio de deslocamento: 36 minutos.

17 Tempo de deslocamento Moradores da cidade do Rio: média do tempo de deslocamento está abaixo de 1 hora. Mais alta para os trabalhadores residentes nos bairros da zona Oeste (Paciência e Guaratiba - 62 minutos) Tempo médio (em min) de deslocamento dos trabalhadores moradores da cidade do Rio Fonte: Censo 2010.

18 Tempo de deslocamento para o trabalho Tempo médio (em min) de deslocamento dos trabalhadores moradores da cidade do Rio alguns bairros selecionados Campo Grande Realengo Santa Cruz Paciência Tijuca 26 Sepetiba Guaratiba Barra Copacabana Fonte: Censo Catete

19 Tempo de deslocamento para o trabalho Nos locais onde o tempo de deslocamento trabalho-casa foi menor, tais como os bairros da Zona Sul do Rio, Catete, Laranjeiras e Flamengo, por exemplo, o serviço de transporte é mais diversificado e a opção por transporte privado é factível. Tempo médio (em min) de deslocamento dos trabalhadores moradores da cidade do Rio alguns bairros selecionados Fonte: Censo 2010.

20 Tempo de deslocamento A imobilidade se apresenta de duas formas: Naqueles que se dispõem a trabalhar e perdem longas horas de seu tempo livre presas no trânsito até o trabalho. Naqueles que deixam de participar do mercado de trabalho, sobretudo o mercado formal, seja pela ausência do transporte de qualidade, seja pelo custo de oportunidade envolvido neste deslocamento.

21 Movimento pendular Mais de 80 dos ocupados fazem algum tipo de deslocamento pendular diário, quer seja dentro da cidade em que mora ou com destino a algum município da RMRJ. Não-Ocupados 39,8 Ocupados 60, No próprio domicílio No município de residência Em outro município que não o de residência Do total de ocupados, 19 trabalha no próprio domicílio, 59 trabalham no município de moradia, mas não no próprio domicílio e 22 trabalham em município diferente de onde moram.

22 Movimento pendular 80 No próprio domicílio No município de residência Em outro município que não o de residência

23 Movimento pendular Mais de 90 dos trabalhadores que moram na cidade do Rio de Janeiro trabalham também no Rio, seja dentro do próprio domicílio (mais de 20) ou não (mais de 70). Dos trabalhadores moradores da cidade do Rio de Janeiro menos de 5 da população ocupada trabalha em outro município. Assim sendo, para vários municípios da periferia, entendida aqui como todos os municípios que compõem a região metropolitana do Rio, à exceção da capital, a parcela de trabalhadores cujo emprego está fora da cidade onde moram chega a 44.

24 Movimento pendular A capital fluminense atua como um pólo concentrador das oportunidades de trabalho. De todos os trabalhadores da RMRJ que saem do município de residência para trabalhar, 65,4 tem como destino a cidade do Rio de Janeiro. 70,0 60,0 Destino dos que trabalham fora do município de residência 65,4 50,0 40,0 Municípios de trabalho 30,0 20,0 10,0 11,8 6,0 4,6 3,5 1,9 1,4 1,2 0,8 0,7 0,6 0,5 0,5 0,4 0,2 0,2 0,1 0,1 0,1 0,0 Fonte: Censo 2010.

25 Movimento pendular O movimento pendular da RMRJ está circunscrito majoritariamente (mais de 60) aos seguintes seis municípios, em ordem de magnitude: São João de Meriti (14,9), São Gonçalo (13,2), Niterói (10,7), Nova Iguaçu (9), Duque de Caxias (8,3) e Belford Roxo (7,4). Origem dos moradores que trabalham fora do município de residência 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 14,9 13,2 10,7 9,0 8,3 7,4 6,8 5,8 5,4 4,0 3,6 Municípios de residência 2,8 2,4 1,8 1,2 1,1 0,7 0,5 0,4 Fonte: Censo 2010.

26 Residência\Trabalho Movimento pendular Belford Roxo Duque de Caxias Guapimirim Itaboraí Itaguaí Japeri Maricá Magé Mesquita Nilópolis Niterói Nova Iguaçu Paracambi Queimados Rio de Janeiro São Gonçalo São João de Meriti Seropédica Belford Roxo Duque de Caxias Guapimirim Itaboraí Itaguaí Japeri Maricá Magé Mesquita Nilópolis Niterói Nova Iguaçu Paracambi Queimados Rio de Janeiro 0,0 0,5 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,3 0,2 0,0 0,0 98,4 0,0 0,1 0,1 0,0 São Gonçalo São João de Meriti Seropédica Tanguá Tanguá Fonte: Censo 2010.

27 Movimento pendular Dos moradores do município de Belford Roxo (linha), 46 trabalham em Belford Roxo, ou seja, estão entre aqueles que se dirigem a algum bairro dentro do município ou aqueles trabalham no próprio domicílio. Os restantes 54 saem da cidade, tendo como sentido prioritário a capital (35) e em segunda escala os municípios fronteiriços. Municípios de Guapimirim, Magé e Paracambi, todos com mais de 70 de absorção da força de trabalho é local. Quanto aos destinos, predominância da cidade do Rio de Janeiro. Outros municípios que atraem mão-de-obra são também os de maior PIB e os mais próximos (exemplo: Itaboraí, que possui 11 de sua população trabalhadora se dirigindo a São Gonçalo).

28 Movimento pendular Movimento pendular para o Rio: Nova Iguaçu (50), Japeri (44), Nilópolis (42)

29 Mercado de trabalho A mobilidade urbana afeta a forma de inserção no mercado de trabalho: Participação Desemprego Informalidade

30 Mercado de trabalho 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 10,9 Taxa de desemprego dos moradores por município de moradia 9,8 10,9 12,3 12,4 11,7 11,7 6,7 10,2 10,9 7,8 12,7 12,3 10,9 11,9 15,0 11,3 11,1 7,5 Taxa mais baixa: Niterói, Rio de Janeiro e Maricá Taxa mais alta: Guapimirim, Magé, Queimados. 4,0 2,0 0,0 Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de 2010.

31 Mercado de trabalho Japeri e Paracambi registram as menores taxas de participação, 56 e 50,7, Taxa de participação dos moradores por município de moradia 70,0 65,0 63,4 65,4 67,2 67,2 65,7 63,0 63,9 65,1 63,6 67,6 63,6 63,2 65,2 66,7 65,3 63,6 67,7 60,0 55,0 50,0 56,0 50,7 45,0 40,0 35,0 30,0 Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de 2010.

32 Taxa de participação Mercado de trabalho Taxa de desemprego e Taxa de participação por áreas de ponderação: moradores do Rio de Janeiro de 15 a 70 anos de idade 85,0 80,0 75,0 70,0 65,0 60,0 55,0 50,0 Itanhangá Copacabana Paciência Sepetiba 45,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 16,0 Taxa de desemprego Santa Cruz Jacarezinho Áreas mais pobres: taxa de desemprego alta. Jacarezinho: 15 Manguinhos: 14 Regiões mais ricas: Lagoa, Barra da Tijuca, Itanhangá, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema, Urca - taxas de desemprego abaixo de 4. Fonte: Elaboração própria a partir do Censo Demográfico de 2010.

33 Mercado de trabalho Percentual de trabalhadores autônomos e empregadores por local de trabalho 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 43,9 35,7 30,1 23,8 20,3 17,9 9,6 11,0 9,6 20,7 20,9 21,2 Nos municípios da periferia, 44 dos trabalhadores cujo local de trabalho é o próprio domicílio são empregadores ou trabalhadores por conta própria. 0,0 no próprio domicílio no município de residência em outro município que não o de residência Total RMRJ Cidade do Rio Periferia do Rio Fonte: elaboração própria a partir dos microdados do Censo 2010, amostra.

34 Mercado de trabalho Tempo de deslocamento por posição na ocupação (domicílio) minutos minutos minutos minutos Maior concentração de empreendedores, sejam autônomos ou empregadores, nas faixas de menor tempo de deslocamento com carteira militar e funcionário público sem carteira conta-própria empregador

35 Considerações finais A distribuição espacial da residência dos trabalhadores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro não necessariamente segue a dinâmica econômica da cidade e da região. Existe um percentual considerável de pessoas que moram em outras localidades. Para este contingente de pessoas, questões relativas à mobilidade e acessibilidade são cruciais. Diferenças dentro da cidade do Rio e entre as cidades da RMRJ devem ser consideradas para melhorar acesso e mobilidade

36 Considerações finais Existe associação entre a inserção no mundo do trabalho e a mobilidade. Isto pode gerar consequências sobre a produtividade no trabalho e a desigualdade de renda.

37 Considerações finais A mobilidade urbana deve ser considerada dentro de uma política que considere não apenas os deslocamentos pendulares e a eficiência no sistema de transporte público. Tempo de deslocamento de empreendedores e trabalhadores por conta própria é menor. Possibilidades de desenvolvimento local, tais como apoio a pequenos empreendimentos e oferta de serviços em toda extensão metropolitana podem contribuir para absorção de mão-de-obra residente em locais mais distantes.

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