PGRS PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

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1 PGRS PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA IFSC BAIRRO xxxx cidade / SANTA CATARINA mês/ano Apresentação

2 O presente trabalho tem por objetivo a elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS para os câmpus do Instituto Federal de Santa Catarina - IFSC, baseado no Decreto Nº 3.272, de 19 de maio de 2010, que fixa os critérios básicos sobre os quais devem ser elaborados os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos referentes a resíduos sólidos urbanos municipais, previstos nos artigos 265 e 266 da Lei n , de 13 de abril de 2009, que institui o Código Estadual do Meio Ambiente. O PGRS, segundo o Decreto Estadual Nº 3.272, é composto das seguintes etapas: informações institucionais da empresa que gerencia os resíduos no município, diagnóstico da situação atual dos mesmos, apresentando sua classificação e caracterização, uma perspectiva de ações futuras e corretivas para solução de problemas existentes no atual sistema de gerenciamento, um programa de educação ambiental com suas ações e, por fim, apresentar um cronograma de implantação destas ações corretivas propostas. Considerando que o IFSC atualmente conta com 23 Campus, apresentaremos no presente documento, as informações básicas necessárias para a construção do PGRS, ficando a critério de cada Campus explorar cada uma das etapas conforme a necessidade. A intenção é de que num primeiro momento não se construa um documento muito extenso ou prolixo, para possibilitar que o mesmo seja uma ferramenta prática e direta. Portanto ele é apresentado na forma de tópicos, dando uma ideia de formulário a ser preenchido a fim de atender as etapas do Decreto Estadual Nº

3 1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Razão Social: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA. Endereço: xxxxxxx CNPJ: xxxxxxxxx 2. DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 2.1 Atividade principal ESCOLA DE ENSINO TÉCNICO MÉDIO E SUPERIOR TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE E 2.2 Atividades secundárias Pesquisas nas áreas de recursos naturais, mecânica, eletroeletrônica/engenharia elétrica e atividades de extensão. 3. CAMPO DE ATUAÇÃO (relatar como o câmpus atua sobre a cidade, qual a relação de seus cursos com o mercado do local)

4 4. LOCALIZAÇÃO (imagem) Figura 01 Localização do IFSC por imagem de satélite.

5 5. LEVANTAMENTO QUALITATIVO E QUANTITATIVO CONFORME NBR /2004 A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem, de seus constituintes e características, e a comparação destes constituintes com listagens de resíduos e substâncias cujo impacto à saúde e ao meio ambiente é conhecido. (ABNT NBR 10004:2004). Os resíduos sólidos são classificados em: I) perigosos e II) não-perigosos. Resíduos Perigosos (CLASSE I) são classificados em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e patogenicidade. Resíduos Não perigosos (CLASSE II) são os resíduos que em razão da sua natureza, composição ou volume, não são caracterizados como perigosos. Para o levantamento dos resíduos gerados nos ambientes do IFSC foi realizada a separação de acordo com os setores e os respectivos coordenadores ou responsáveis preencheram os dados conforme será detalhado na sequência.

6 5.1.1 Ambiente XXX 1.1 Produtos contaminados ou tóxicos Lâmpada fluorescente 1. Resíduos Perigosos CLASSE I Quantidade gerada por mês (unidade de mensuração) Armazenamento temporário 20 (unidades) Contentor específico com a indicação Lâmpadas usadas Pilhas 5 (quilos) Contentor próprio (Ver modelo Fig. 05) Baterias Eletrônicos Embalagens contaminadas com graxas ou óleos Frascos e embalagens de reagentes Material biológico (animais usados em análises, aulas práticas) Materiais perfurocortantes (seringas, bisturis) Reagentes químicos sólidos (usados em análises, aulas práticas) Destino Parceria externa firmada para coleta e destinação final. Logística Reversa 2.1 Orgânicos Quantidade gerada por mês (unidade de mensuração) 2. Resíduos Não Perigosos CLASSE II Armazenamento temporário Destino

7 2.1.1 Galhos, folhas secas Restos de alimentos 2.2 Recicláveis Papel Papelão Plásticos Metáis Vidros 2.3 Rejeitos Papel higiênico, palito de dente, filtro de cigarro, etc. 2.4 Óleos comestíveis Óleos usados para fritura e produção de alimentos 2.5 Restos de obras e reformas

8 5.1.2 Ambiente YYY 1.1 Produtos contaminados ou tóxicos Lâmpada fluorescente 1. Resíduos Perigosos CLASSE I Quantidade gerada por mês (unidade de mensuração) Armazenamento temporário 20 (unidades) Contentor específico com a indicação Lâmpadas usadas Pilhas 5 (quilos) Contentor próprio (Ver modelo Fig. 05) Baterias Eletrônicos Embalagens contaminadas com graxas ou óleos Frascos e embalagens de reagentes Material biológico (animais usados em análises, aulas práticas) Materiais perfurocortantes (seringas, bisturis) Reagentes químicos sólidos (usados em análises, aulas práticas) Destino Parceria externa firmada para coleta e destinação final. Logística Reversa 2.1 Orgânicos Quantidade gerada por mês (unidade de mensuração) 2. Resíduos Não Perigosos CLASSE II Armazenamento temporário Destino

9 2.1.1 Galhos, folhas secas Restos de alimentos 2.2 Recicláveis Papel Papelão Plásticos Metáis Vidros 2.3 Rejeitos Papel higiênico, palito de dente, filtro de cigarro, etc. 2.4 Óleos comestíveis Óleos usados para fritura e produção de alimentos 2.5 Restos de obras e reformas

10 5.2 Tabela Sintética 1. Resíduos Perigosos CLASSE I 1.1 Produtos contaminados ou tóxicos Local 1 Local 2 Local 3 Local 4 Local 5 Local 6 Local 7 Local 8 Local 9 Local 10 Local 11 TOTAL Lâmpada fluorescente Pilhas Baterias Eletrônicos Embalagens contaminadas com graxas ou óleos Frascos e embalagens de reagentes Material biológico (animais usados em análises, aulas práticas) Materiais perfurocortantes (seringas, bisturis) Reagentes químicos sólidos (usados em análises, aulas práticas) Resíduos Não Perigosos CLASSE II

11 2.1 Orgânicos Local 1 Local 2 Local 3 Local 4 Local 5 Local 6 Local 7 Local 8 Local 9 Local 10 Local 11 TOTAL Galhos, folhas secas Restos de alimentos 2.2 Recicláveis Papel Papelão Plásticos Metáis Vidros 2.3 Rejeitos Papel higiênico, palito de dente, filtro de cigarro, etc. 2.4 Óleos comestíveis Óleos usados para fritura e produção de alimentos 2.5 Restos de obras e reformas... Alterar dimensões da tabela anterior conforme seja necessário.

12 6. DIRETRIZES PARA O PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos ou PGRS, como são conhecidos, são instrumentos de implementação da política nacional que contribuem para um maior controle da destinação dos resíduos pelo poder público. O PGRS é um mecanismo criado com o objetivo de promover a sustentabilidade das operações de gestão de resíduos sólidos, bem como preservar o meio ambiente e a qualidade de vida da população, contribuindo com soluções para os aspectos sociais, econômicos e ambientais envolvidos na questão. O ciclo de implementação do PGRS é composto por cinco etapas: 1) Segregação: Compete ao IFSC realizar essa etapa, separando adequadamente os resíduos em função da sua classificação e tipologia; 2) Armazenamento: Compete ao IFSC proceder com o adequado armazenamento temporário, acondicionando os resíduos em embalagens próprias para cada tipo; 3) Coleta: A coleta dos resíduos será realizada por empresa contratada para este fim, a qual será especificada em tópico mais adiante. 4) Transporte: O transporte dos resíduos será realizado por empresa contratada para este fim, a qual será especificada em tópico mais adiante. 5) Destinação final: Uma parcela dos resíduos gerados serão destinados em locais estabelecidos pela empresa contratada para a coleta e para o transporte, a qual será especificada em tópico mais adiante. Quando possível, e de acordo com a classificação e tipologia dos resíduos, eles serão destinados às cooperativas de reciclagem, ou de beneficiamento através de parcerias firmadas com o IFSC.

13 7. PROCEDIMENTOS PARA SEGREGAÇÃO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO, COLETA, TRANSPORTE, DESTINAÇÃO E RECICLAGEM 7.1 Procedimentos para segregação, acondicionamento e armazenamento O IFSC fará a segregação, o acondicionamento e o armazenamento dos resíduos em função da sua classificação e da sua tipologia. Deverão ser desenvolvidos elementos de comunicação visual e padronizações conforme orientação a seguir Resíduos Perigosos (CLASSE I) Os resíduos perigosos, pertencentes a CLASSE I, serão identificados com o símbolo apresentado na Figura x. Sendo acondicionados e armazenados em embalagens específicas dependendo da tipologia. Figura x: Modelo de adesivo de resíduos perigosos. Vidros quebrados também deverão ser identificados de modo a evitar acidentes conforme figura y. Figura y: Modelo de adesivo de resíduos de vidro quebrado. Especificar como serão identificados, acondicionados e armazenados: pilhas e baterias, embalagens perfurocortantes e demais resíduos perigosos.

14 7.1.2 Resíduos Não Perigosos (CLASSE II) Os resíduos Não Perigosos, pertencentes a Classe II, serão segregados e armazenados em contentores previamente identificados em função da sua tipologia, o IFSC também desenvolveu modelos e padrões a serem seguidos. Abaixo tabela do documento Padronização Institucional de resíduos. TIPO DE AMBIENTE Ambientes em geral (salas de aula, salas administrativas, refeitórios, estacionamentos etc.) CATEGORIA DE RESÍDUO Orgânicos Recicláveis Rejeitos CARACTERÍSTICAS DOS COLETORES E SACOS DE LIXO Cor marrom com ilustração alusiva Cor verde com ilustração alusiva Cor cinza com ilustração alusiva Sanitários Rejeitos Cor cinza com ilustração alusiva Laboratórios Áreas de convivência (Quando aplicável) Resíduos de destinação específicas Orgânicos Recicláveis Rejeitos (Sugerido) Resíduo de destinação específica: óleo vegetal utilizado. (Sugerido) Resíduo de destinação específica: pilhas e baterias. (Sugerido) Resíduo de destinação específica: Lâmpadas fluorescentes Orgânicos Recicláveis Destino e descarte adequado de cada material, conforme as normas de biossegurança e do laboratório em questão. Cor marrom com ilustração alusiva Cor verde com ilustração alusiva Cor cinza com ilustração alusiva Tambores de cor azul com ilustração alusiva. Cor laranja com ilustração alusiva. Cor laranja com ilustração alusiva. Cor marrom com ilustração alusiva Cor verde com ilustração alusiva QUANTITATIVO Avaliação conforme Comissão Local do Programa IFSC Sustentável. No mínimo um coletor de cada tipo. Avaliação conforme Comissão Local do Programa IFSC Sustentável. Avaliação conforme Comissão Local do Programa IFSC Sustentável. No mínimo um coletor de cada tipo. Sugere-se a colocação de residuários para coleta de resíduos de destinação específico que já tenham acordo de logística reversa vigente como forma de facilitar o encaminhamento correto destes materiais para servidores e estudantes. Avaliação conforme Comissão Local do Programa IFSC Sustentável. No mínimo um coletor de cada tipo. Rejeitos Cor cinza com ilustração alusiva Na Figura x está o modelo para resíduos Orgânicos, na Figura y está o modelo para Recicláveis, e na Figura z está o modelo para Rejeitos.

15 Figura x: Modelo para identificação dos contentores para Resíduos Orgânicos. Incluem-se nessa forma de acondicionamento e armazenamento os seguintes resíduos: Restos de alimentos (usar mesma numeração das tabelas) Galhos, folhas secas Figura y: Modelo para identificação dos contentores para Resíduos Recicláveis. Incluem-se nessa forma de acondicionamento e armazenamento os seguintes resíduos: Papel Papelão Plásticos Metais Vidros Figura z: Modelo para identificação dos contentores para Resíduos Rejeitos. Incluem-se nessa forma de acondicionamento e armazenamento os seguintes resíduos: Papel higiênico, palito de dente, filtro de cigarro, etc. Imagem dos contentores acima mencionados: Figura x Figura y Figura z

16 7.2 Procedimentos de coleta, transporte e destinação A responsabilidade de coleta, transporte e destinação dos resíduos gerados no IFSC é transferida para outras empresas, públicas e privadas, dependendo do resíduo: Coleta de Resíduos Sólidos Comuns (Rejeito) Descrever quem faz, como faz, e para onde é destinado Coleta de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde Descrever quem faz, como faz, e para onde é destinado Coleta dos Resíduos Recicláveis Descrever quem faz, como faz, e para onde é destinado Coleta dos Resíduos Orgânicos Descrever quem faz, como faz, e para onde é destinado. e outros.

17 8. AÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS EM CASO DE GERENCIAMENTO INCORRETO E ACIDENTES Objetivando reduzir os impactos negativos gerados pelo gerenciamento incorreto e também com ênfase na prevenção de acidentes, foram previstas as seguintes ações: - Ações preventivas: serão realizadas capacitações e treinamentos com os recursos humanos empregados no gerenciamento e na implementação do PGRS, as capacitações seguirão os assuntos e carga-horárias que serão especificadas em tópico mais adiante. Como conteúdo básico os treinamentos e as capacitações abordaram a explicação dos procedimentos (segregação, armazenamento, coleta, transporte e destinação) e também será realizada a exemplificação das classes e das tipologias de resíduos gerados com o intuito de evitar a errônea classificação e segregação. Ainda como medida preventiva para acidentes de manuseio ou acidentes de trabalho, os funcionários serão capacitados para que utilizem os Equipamentos de Proteção Individual EPI s de maneira adequada, acondicionando os resíduos, principalmente os perigosos, em embalagens específicas e seguras para o fim que se destinam. - Ações corretivas: no caso de identificação de segregação incorreta deverá ser avaliada a necessidade de novos treinamentos, ou de revisão da metodologia adotada para que contemple procedimentos mais adequados. No caso em que usuários dos ambientes sejam vistos cometendo falhas quanto à adequada disposição dos resíduos, caberá ao responsável imediato (supervisor, chefe, professor, responsável pelo laboratório) a indicação da falha e a devida orientação, solicitando que o resíduo seja descartado no local propício. Nos casos de acidentes de trabalho, que envolvam ferimentos como cortes, escoriações, perfurações a pessoa acidentada deverá ser encaminhada imediamente à unidade de saúde proporcional à gravidade da situação. Em casos de acidentes extremos, deverão ser acionados paramédicos ou serviços especializados de atendimento médico como SAMU-Serviço de Atendimento Móvel de Saúde ou Corpo de Bombeiros Militar mais próximo.

18 9. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO 9.1 Equipe de elaboração do modelo de documento Nome: Cargo na instituição: Registro no CREA/SC: Nome Cargo na instituição: 9.2 Equipe de levantamento de informações Nome: Cargo na instituição: Nome: Cargo na instituição: 9.3 Identificação do gestor Nome: Cargo na instituição: 10. DA(S) EMPRESA(S) CONTRATADA(S) Conforme mencionado anteriormente, o IFSC tem contratado uma empresa para prestação dos serviços de coleta, transporte e destinação final dos resíduos que não são coletados pelos serviços de limpeza urbana prestados pelo munícipio. Para a contratação é necessário que a empresa apresente os documentos comprobatórios (licença ambiental, documentos de monitoramento, definidos pelo órgão ambiental) de que a empresa está apta a realizar o serviço; Trata-se da empresa XXX a qual possui os seguintes dados: (1) Razão social: CNPJ: Endereço sede: Endereço filial: Telefone sede: Telefone filial: Responsabilidades da contratada: - Coletar três vezes na semana os Resíduos Sólidos Comuns gerados no IFSC; - Coletar uma vez por semana (sexta-feira) os Resíduos Sólidos de Serviços da Saúde gerado no IFSC; - Coletar uma vez por semana os Resíduos Recicláveis (coleta seletiva) gerados no IFSC; - Coletar uma vez no mês ou conforme a necessidade do Campus, os resíduos classe I e II que não se enquadram nos resíduos citados nas coletas anteriores. - Transportar em veículo próprio, adaptado e devidamente regulamentado à coleta a qual foi destinado. - Realizar a destinação final de maneira adequada, respeitando as normativas e legislações vigentes de acordo com a classificação e com a tipologia dos resíduos sólidos

19 gerados;

20 11. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Legislação nacional Lei Federal nº 6.938/1981 Lei Federal nº 9.605/1998 Lei Federal nº 9.974/2000 Lei Federal nº /2007 Lei Federal nº /2010 Lei Federal nº 9.966/2000 Lei Federal nº /2001 Lei nº 9.966/2000 Decreto Federal nº 7.404/2010 Decreto nº 4.871/2003 Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA RDC 306/2004 Resolução ANTT nº 420/2004 Descrição Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente; Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente; Dispõe a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxico, seus componentes e afins; Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento; Institui a Politica Nacional dos Resíduos Sólidos; Dispõe sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional; Estatuto das Cidades. Estabelece diretrizes gerais da política urbana. Dispõe sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas de jurisdição nacional. Regulamenta a Lei nº 12,305/2010; Dispõe sobre a instituição dos planos de áreas para o combate à poluição por óleo em águas sob jurisdição nacional. Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos, quando houver; Plano Estadual de Gestão de Resíduos Sólidos, quando houver; Plano Nacional de Gestão de Resíduos Sólidos; Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde; Aprova as instruções complementares ao regulamento do transporte terrestre de produtos perigosos.

21 Resolução CONAMA 05/1993 Resolução CONAMA 275/2001 Resolução CONAMA 307/2001 Resolução CONAMA 401/2008 Resolução CONAMA 404/2008 Resolução CONAMA 416/2009 Resolução CONAMA 420/2009 Resolução CONAMA 424/2010 Resolução CONAMA 450/2012 Portaria MINTER nº 53/1979 Dispõe sobre resíduos gerados em Portos, Aeroportos, Terminais Ferroviários e Rodoviários e estabelecimentos prestadores de Serviços de Saúde; Estabelece o código de cores para diferentes tipos de resíduos; Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil; Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento adequado; Estabelece critérios e diretrizes para o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte de resíduos sólidos urbanos. Dispõe sobre a preservação ambiental causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada; Dispõe sobre os critérios e valores de qualidade do solo quanto à presença de substâncias químicas e estabelece diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por essas substâncias em decorrência de atividades antrópicas; Revoga o parágrafo único do art. 16 da Resolução nº 401, de 04 de novembro de 2008, do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA; Altera os arts. 9º, 16, 19, 20, 21 e 22, e acrescenta o art. 24- A à Resolução nº 362, de 23 de junho de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, que dispõe sobre recolhimento, coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado; Dispõe sobre o destino e tratamento de resíduos. Normas ABNT/NBR /2004 ABNT/NBR /2004 ABNT/NBR /2006 ABNT/NBR /1992 ABNT/NBR Descrição Resíduos sólidos classificação; Amostragem de resíduos sólidos; Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis operações; Armazenamento de resíduos sólidos perigosos; Coleta de resíduos sólidos;

22 13.463/1995 ABNT/NBR 7.503/2005 ABNT/NBR 9.735/2005 ABNT/NBR /2007 Portaria da ANP nº 20/2009 Portaria da ANP nº 19/2009 Instrução Normativa do Ibama nº 3/2010 Instrução Normativa do Ibama nº 1/2010 Ficha de emergência e envelope para o transporte terrestre de produtos perigosos; Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos; Transporte terrestre de resíduos; Estabelece os requisitos necessários à autorização para o exercício da atividade de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado e a sua regulação; Estabelece os requisitos necessários à autorização para o exercício da atividade de rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado,e a sua regulação; Institui os procedimentos complementares relativos ao controle, fiscalização, laudos físico-químicos e análises, necessários ao cumprimento da Resolução do Conama nº 401/2008; Institui, no âmbito do Ibama, os procedimentos necessários ao cumprimento da Resolução do Conama nº 416/2009, pelos fabricantes e importadores de pneus novos, sobre coleta e destinação final de pneus inservíveis.

23 12. PROGRAMA DE TREINAMENTO E EDUCAÇÃO CONTINUADA Atualmente o IFSC possui uma política de redução de resíduos sólidos através de um programa institucional chamado IFSC SUSTENTÁVEL. O IFSC SUSTENTÁVEL é uma iniciativa de toda a instituição, onde os câmpus do IFSC em 22 municípios de Santa Catarina, vêm desenvolvendo ações e padronizações para alinhar os procedimentos de tratamento dos resíduos gerados. Dentre as atividades já realizadas, está o desenvolvimento de modelos de comunicação visual padronizados (conforme mostrado no item 7), estabelecimento de procedimentos, desenvolvimento e compartilhamento de iniciativas e capacitação dos servidores e funcionários terceirizados. O IFSC SUSTENTÁVEL também tem o objetivo de conscientizar os usuários da importância de reduzir a quantidade de resíduos gerados e de orientar sobre os impactos negativos causados pela degradação do meio ambiente. No âmbito do IFSC localizado em xxxx compete a implementação do PGRS utilizando padrões institucionais já desenvolvidos, os quais foram previamente descritos. Também em nível de câmpus, foi preparado um cronograma de implantação compatível com a realidade da unidade e de acordo com as possibilidades de aquisição dos itens necessários para seu funcionamento, uma vez que se trata de uma instituição pública que necessita de procedimentos licitatórios para a compra e fornecimento de itens como contentores e lixeiras. Os treinamentos e o programa de implantação e avaliação serão melhor descritos em itens específicos que constam na sequência.

24 13. RECURSOS HUMANOS EMPREGADOS NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Atualmente o IFSC xxxx terceiriza os serviços de limpeza e outros serviços como zeladoria, vigilância e portaria. Para realização da limpeza, e consequentemente da utilização de recursos humanos empregados no manuseio dos resíduos gerados foi firmado o contrato n xxxx firmado entre o IFSC e a empresa xxx. Dados da empresa responsável pela limpeza no IFSC Itajaí: Razão social: CNPJ: Endereço sede: Endereço filial: Telefone sede: Telefone filial: Responsabilidades da contratada: - - -

25 17. MECANISMOS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO Explicar como pretende realizar o controle e avaliação do plano. Incluir nomes dos responsáveis.

26 18. PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E AVALIAÇÃO 18.1 Cronograma de implantação do PGRS Atividade Aquisição/instalação dos contentores/residuários conforme padrão PGRS/IFSC Reunião e capacitação Capacitação interna dos servidores Treinamento dos funcionários terceirizados Capacitação dos alunos Reunião de avaliação Alterações na locação dos contentores Treinamento complementar Reunião interna de avaliação Mês ano Mês ano Mês ano Execução do PGRS x x x x x x x x x x x x Monitoramento da implantação do PGRS Mês ano Mês ano Mês ano Mês ano Mês ano Mês ano Mês ano Mês ano x x x x x x x x x x x x Mês ano

27 18.2 Cronograma de capacitação de recursos humanos Ação Descrição Envolvidos Carga horária (horas) Reunião e capacitação Capacitação interna dos servidores Treinamento funcionários terceirizados Capacitação dos alunos Será realizada uma reunião com os representantes das empresas contratadas pelo IFSC, principalmente da equipe terceirizada de limpeza. Na oportunidade, serão apresentados os procedimentos de execução do PGRS e deverá ser indicada uma data para que os funcionários das empresas sejam treinados Será realizada uma apresentação para capacitar os servidores do IFSC, mostrando o plano desenvolvido e será orientado que os servidores atuem como fiscalizadores da execução do PGRS. Serão apresentados os procedimentos básicos e também será feita uma explanação sobre as classificações e tipologias de resíduos para que os servidores façam a adequada disposição. Será realizado um treinamento com a equipe terceirizada de limpeza e demais colaboradores terceirizados com o intuito de explicar os procedimentos de execução do PGRS. O treinamento será bastante prático com foco na apresentação das atividades de segregação e armazenamento dos resíduos. Na oportunidade deverão ser apresentados os diferentes tipos de armazenamento e acondicionamentos temporários, bem como a orientação do uso de EPI's. Serão exemplificados os resíduos gerados e em qual categoria se enquadram e como devem ser tratados internamente. Deverá ser realizada uma capacitação no auditório onde um professor responsável fará a exposição para os alunos da importância do correto trato com os resíduos e dos impactos ambientais envolvidos. Nessa capacitação deverão ser apresentadas as classes e os tipos de resíduos e orientado que é importante realizar a disposição de acordo com as categorias previstas no PGRS. Para melhor entendimento dos alunos, deverá ser demonstrado os diferentes tipos de contentores Direção do IFSC Responsáveis pelas empresas contratadas Direção do IFSC Servidores Direção do IFSC / Equipe terceirizada de limpeza / Funcionários terceirizados Professores do IFSC / Alunos e demais usuários 1,00 1,00 1,50 1,00

28 Reunião de avaliação Treinamento complementar funcionários tercerizados Reunião interna de avaliação padronizados e para quais resíduos eles são apropriados. Dois meses após o treinamento dos funcionários terceirizados, deverá ser realizada uma reunião de avaliação dos resultados obtidos. Nessa reunião deverão ser indicadas as dificuldades, problemas e verificada a necessidade de novos treinamentos. Para melhor funcionamento do PGRS, deverá ser realizado um treinamento complementar, para sanar eventuais dúvidas durante período inicial de implementação. O treinamento deverá reforçar a exemplificação das classificações e das tipologias de resíduos e verificar casos que não tenham sido contemplados inicialmente pelo PGRS. Serão realizadas duas reuniões para verificação dos resultados obtidos na implementação do PGRS e sugestões de melhorias. Direção do IFSC / Responsáveis pelas empresas contratadas Direção do IFSC / Equipe terceirizada de limpeza / Funcionários terceirizados Direção do IFSC / Servidores 1,00 1,50 2,00 TOTAL 9,00

29 18.3 Cronograma de revisão e atualização do PGRS A revisão e a atualização do PGRS será feita anualmente, devendo ser realizada nos meses de xxxx/yyyyy dos anos subsequentes à Para a revisão e eventual atualização do PGRS deverão ser considerados os seguintes aspectos: - Dificuldades de implementação do plano vigente; - Problemas encontrados; - Sugestões de melhorias nos processos; - Falhas cometidas; - Geração de novos resíduos; - Casos não previstos, seja pelo tipo de classificação ou por não estar compreendido pelo plano atual; Essas questões ou similares serão oriundas das reuniões de avaliação e dos registros realizados ao longo da implementação do PGRS.

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