GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos. VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos. VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto"

Transcrição

1

2 GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto SECRETÁRIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE Luciana Barbosa de Oliveira Santos SECRETÁRIO EXECUTIVO DE MEIO AMBIENTE Hélvio Polito Lopes Filho

3 APRESENTAÇÃO Durante os eventos na área de Meio Ambiente realizados este ano pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco (Sectma), foram construídas as Propostas Pernambucanas para o Enfrentamento às Mudanças Climáticas. As contribuições irão integrar o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, documento que será apresentado na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), a ser realizado em Copenhague, Dinamarca, no mês de dezembro. Para a elaboração dessas propostas, foram considerados três problemas urgentes para o Estado: Desertificação, Gestão Costeira e Urbanismo. Durante a I Reunião do Fórum Pernambucano de Mudanças Climáticas, em junho, a temática foi abordada publicamente, por meio de palestras e debates com renomados pesquisadores. Contamos com a presença de 42 participantes de 27 instituições da sociedade civil, ONGs, entidades públicas e privadas. No final de setembro, foi realizada a I Reunião Setorial do Fórum Pernambucano de Mudanças Climáticas, visando traçar as premissas das propostas pernambucanas sobre o tema. Durante o encontro, além de palestras com as problemáticas regionais, foram debatidas e centralizadas as temáticas de maior prioridade para o Estado. Contamos com a participação de 65 pesquisadores, acadêmicos e autoridades, representando 36 instituições públicas, particulares, ONGs e casa civil. As propostas formuladas na ocasião foram submetidas a modificações e lapidações num segundo momento. O momento em questão foi a II Reunião do Fórum Pernambucano de Mudanças Climáticas, realizada no dia 5 de outubro, quando participaram 64 pesquisadores, acadêmicos, autoridades, e representantes de ONGs e instituições públicas e privadas. Foram realizadas palestras e debates com pesquisadores de repercussão internacional, que abordaram a problemática gerada pelas mudanças climáticas no Estado. As contribuições traçadas inicialmente foram debatidas, analisadas e definidas, para a finalização de um documento que elenca as principais propostas de enfrentamento às mudanças climáticas em Pernambuco, tendo em vista as características e consequências regionais. Sendo assim, é com sentimento de otimismo que apresentamos à sociedade em geral as Propostas Pernambucanas para Enfrentamento às Mudanças Climáticas, esperando contribuir significativamente para a consolidação de uma política pública global eficaz de enfrentamento e minimização da problemática. Luciana Santos Secretária de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco

4 PROPOSTAS PERNAMBUCANAS PARA O ENFRENTRAMENTO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Recife, 06 de outubro 2009 Propostas Gerais 1. Criar uma Base de Dados sobre mudanças climáticas, proporcionando uma integração de informações de fácil acesso, uma rede de informação; 2. Criar um órgão como uma agência ou instituto especialmente para a temática de clima e oceano, com o intuito de controle e integração permanente; 3. Incentivar a criação de Unidades de Conservação pelos poderes locais, estimulando principalmente as do tipo Reserva Particular do Patrimônio Natural; 4. Desenvolver e implantar instrumentos legais que permitam o Pagamento de Serviços Ambientais que possam contribuir para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e propiciar condições favoráveis de adaptação às mesmas, assim como de prevenção contra processos danosos; 5. Ordenar e penalizar a emissão do dióxido de carbono na atmosfera; 6. Apoiar a realização de pesquisas científicas e tecnológicas voltadas ao desenvolvimento sustentável, sua acessibilidade à população e usufruto; 7. Implantar um plano de educação ambiental contextualizada, no âmbito formal e não formal, valorizando o conhecimento das causas das mudanças climáticas e as possibilidades de minimização de suas consequências, de maneira sistêmica, como medida fundamental para estimular a atuação cidadã diante do cenário de crise socioambiental; 8. Buscar parcerias entre os níveis de governo, retomando as Agendas Ambientais onde as mesmas foram construídas e se valendo de instâncias ligadas à temática ambiental já instituídas; 9. Fortalecer as instituições de pesquisa metereorológica e climatológica, com definição de mecanismos para produção de conhecimento com base regionalizada referente a fenômenos e mudanças climáticas, com criação de sistema de alerta precoce; 10. Disseminar informações sobre eventos climáticos extremos.

5 Propostas Temáticas Semi-Árido e desertificação 1. Fortalecer as ações da Assistência Técnica e Extensão Rural e Pesquisa, com preparação dos profissionais para incorporar a temática das mudanças climáticas (ressaltando medidas mitigadoras e de adaptação) e da desertificação (ressaltando medidas de prevenção e de recuperação de áreas degradadas); 2. Fortalecer a gestão compartilhada dos recursos hídricos numa abordagem integrada à gestão dos ecossistemas e agroecossistemas, considerando os cenários produzidos pelas mudanças climáticas, buscando diminuir o estresse gerado que por sua vez pode exacerbar o processo da desertificação; 3. Divulgar junto ao poder local e proprietários rurais, os instrumentos financeiros que incentivam iniciativas de conservação; 4. Discutir e revisar a matriz energética no tocante ao uso da lenha e carvão, incorporando aspectos ligados ao manejo florestal sustentável (sem o corte raso) como alternativa ao desmatamento autorizado; 5. Estímular os sistemas produtivos que considerem o uso sustentável dos ecossistemas, a exemplo da agroecologia; 6. Identificar e apoiar ações de prevenção à degradação na prática das atividades econômicas e de recuperação das áreas já degradadas. 7. Sistematizar, socializar e apoiar às tecnologias alternativas e apropriadas para o uso sustentável dos ecossistemas e agroecossistemas; 8. Monitorar (nos aspectos biofísico e socioeconômico) a desertificação como elemento de suporte à decisão no âmbito de políticas públicas.

6 Gestão Costeira 1. Implantar ações de monitoramento contínuo e integrado para manutenção e prevenção de riscos em áreas costeiras; 2. Desenvolver e implantar o plano de gestão integrado de riscos costeiros; 3. Institucionalizar e estruturar a Defesa Civil para as mudanças climáticas nos poderes locais; 4. Inserir a temática de Defesa Civil no currículo escolar; 5. Capacitar a população para enfrentar as situações de riscos costeiros; 6. Capacitar e habilitar os agentes públicos, nos diversos níveis de governo, para ações integradas; 7. Fortalecer as universidades e instituições de pesquisa para realização de estudos integrados sobre mudanças climáticas e suas consequências para a gestão costeira; 8. Definir legalmente e delimitar a linha de preamar máxima atual para o estabelecimento de áreas não edificantes; 9. Integrar pesquisas em desenvolvimento para definir áreas de vulnerabilidades costeiras; 10. Contemplar no planejamento urbano medidas preventivas e corretivas para adaptação das cidades costeiras à elevação do nível do mar; 11. Fomentar a proteção e recuperação de manguezais e recifes costeiros; 12. Recuperar áreas de praias degradadas; 13. Realizar ações periódicas de desassoreamento e ou alargamento de calhas dos rios costeiros; 14. Planejar ações emergenciais, como a construção de bacias de estocagem em áreas de baixa altimetria, entre outras, para minimizar os problemas de drenagem nas regiões litorâneas e de cursos d água.

7 Urbanismo As recomendações possuem duas vertentes básicas. Na primeira as ações de mitigação dos efeitos urbanos sobre o meio ambiente e na segunda as ações para o convívio com as mudanças climáticas por vir. Na primeira, devido aos diversos problemas consequentes no meio urbano, os eixos principais trabalhados são: energia, transportes, resíduos e consumo, uso e ocupação do solo/ construção e infraestrutura, arborização e cobertura vegetal urbana, drenagem e impermeabilização do solo, educação ambiental crítica e tecnologia. Recomendações de mitigação 1. Estimular a pesquisa e aplicação de tecnologias para minimizar os efeitos dos problemas urbanos: Tecnologias a) Fomentar e divulgar atividades, projetos e tecnologias inovadoras direcionadas à construção de indicadores bioclimáticos que possibilitem estabelecer estratégias de monitoramento da mudança do clima e da implementação de medidas mitigadoras e de adaptação; b) Capacitação de profissionais para aplicação das tecnologias desenvolvidas. Energia Estabelecer políticas e normas de incentivo, público e privado, à adoção de energia limpa. a) Criar linhas de crédito para o financiamento da mudança da matriz energética; b) Desenvolver novas tecnologias sustentáveis e divulgar as já existentes; c) Capacitar profissionais para a implementação das tecnologias sustentáveis; Transportes Utilizar tecnologias veiculares que promovam melhores condições de conforto e segurança dos usuários com sistemas eficientes de redução das emissões de gases do efeito estufa

8 2. Estimular a mudança de valores sociais, possibilitando novos comportamentos que gerem uma cidade com menos degradação socioambiental. Resíduos e Consumo a) Promover um padrão de produção e de consumo sustentáveis. b) Promover um aproveitamento e a redução dos resíduos. d) Promoção da redução de gases de efeito estufa e) Otimização dos recursos naturais Educação Ambiental Promoção de educação ambiental, visando o desenvolvimento de uma consciência e atitudes ecológicas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas. 3. Estimulo ao controle e planejamento das cidades de forma democrática e coletiva, criando possibilidades reais para um uso e ocupação do solo urbano com qualidade de vida socioambiental. Drenagem e impermeabilização do solo. a) Renaturalizar corpos hídricos e adotar medidas estruturadoras para redução de enchentes. b) Revisar e adequar os índices urbanísticos de permeabilização do solo urbano que garanta a absorção das águas superficiais e recarga dos aqüíferos, assim como à permeabilização urbana aos ventos e à luz, no sentido de se valorizar o conforto natural e eficiência energética. c) Criar um plano de gerenciamento da água no meio urbano, objetivando o reaproveitamento e diminuindo as chances de inundações.

9 Transportes a) Priorizar no uso do sistema viário, a circulação dos transportes coletivos e não motorizados, com medidas que garantam a circulação segura e confortável de bicicletas, e assim como a freqüência, roteiro e qualidade do serviço em relação ao transporte coletivo motorizado. b) Definir políticas públicas com incentivos financeiros para implantação infra-estrutural e aquisição de equipamentos que proporcionem a implantação de sistemas de transportes públicos racionais (integrados), que reduzam a emissão de poluentes com um bom nível de serviço para a população. 4. Revisar e adequar os instrumentos de planejamento e gestão urbana, estabelecendo normas e incentivos à ocupação do solo, construção civil e infra-estrutura urbana sustentáveis, considerando os aspectos bioclimáticos e de eficiência energética. 5. Readequar as áreas ocupadas sem a devida qualidade socioambiental e padronizar os serviços urbanos. 6. Requalificar áreas urbanas degradadas ou em desuso que proporcionem adições de valores ambientais e sociais, evitando novas interferências no território e valorizando áreas já interferidas. Arborização e cobertura vegetal urbana a) Estabelecer um sistema de áreas verdes urbanas hierarquizadas, interligando e ampliando as áreas de solo natural e cobertura vegetal, públicas e privadas, objetivando a ampliação dos espaços vegetados e o reflorestamento e enriquecimento de Áreas de Preservação Permanentes, utilizando espécies nativas. b) Ampliar a arborização urbana, com o aumento do plantio nas vias públicas. c) Elaborar um Plano Diretor de Arborização Urbana. d) Implementar e dinamizar programas de produção e distribuição de sementes e mudas. e) Incentivar a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural, no âmbito local. Recomendações de convívio 1. Monitorar as mudanças climáticas e simular os seus efeitos em nível local. 2. Preparar a defesa civil dos governos locais. 3. Planejar e Equipar preventivamente as cidades para as mudanças climáticas que virão. 4. Desenvolver planos, projetos e programas, considerando os estudos que indicam as mudanças climáticas, no sentido de se adaptar e minimizar as suas consequências.

10

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

Recursos Naturais e Biodiversidade

Recursos Naturais e Biodiversidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 Florestas Gestão dos Recursos Hídricos Qualidade e Ocupação do Solo Proteção da Atmosfera e Qualidade

Leia mais

ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO

ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) foi criada pela Lei estadual 14.028 de março de 2010 e tem como uma de suas finalidades executar a Política

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

PLANO ESTADUAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS PLANO ESTADUAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS PLANO ESTADUAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS (PROPOSTA PARA DEBATE COM A SOCIEDADE) RECIFE, JUNHO DE 2011 1 2 GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accyoly

Leia mais

A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE URBANA

A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE URBANA Seminário Internacional sobre Cidades Inteligentes, Cidades do Futuro Comissão de Desenvolvimento Urbano CDU Câmara dos Deputados A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE URBANA RENATO BOARETO Brasília 06

Leia mais

O Enfrentamento à Vulnerabilidade Costeira de Pernambuco

O Enfrentamento à Vulnerabilidade Costeira de Pernambuco O Enfrentamento à Vulnerabilidade Costeira de Pernambuco COSTA DE PERNAMBUCO 187 Km de Costa 21 Municípios Costeiros 4.034.122 habitantes (2012) 44,99% da população de Pernambuco 4,53% do território de

Leia mais

Brasília, 28 de novembro de 2011. O que é o PPCerrado:

Brasília, 28 de novembro de 2011. O que é o PPCerrado: PPCerrado Brasília, 28 de novembro de 2011. 1 O que é o PPCerrado: É um Plano de Ação (tático-operacional) que reúne ações para a redução do desmatamento no Cerrado e a viabilização de alternativas de

Leia mais

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

Tubarão (Santa Catarina), Brazil

Tubarão (Santa Catarina), Brazil Tubarão (Santa Catarina), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: João Olavio Falchetti Nome do ponto focal: João Olavio Falchetti Organização:

Leia mais

TEMAS PRIORITÁRIOS PARA ALOCACÃO DE RECURSOS DO GEF-6 - POR ÁREA FOCAL 26/03/15

TEMAS PRIORITÁRIOS PARA ALOCACÃO DE RECURSOS DO GEF-6 - POR ÁREA FOCAL 26/03/15 TEMAS PRIORITÁRIOS PARA ALOCACÃO DE RECURSOS DO GEF-6 - POR ÁREA FOCAL 26/03/15 A definição das prioridades de financiamento de projetos com recursos do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF) faz parte

Leia mais

MINUTA PROJETO DE LEI. Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima.

MINUTA PROJETO DE LEI. Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima. MINUTA PROJETO DE LEI Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima. A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei: Art. 1º. Esta Lei institui a Política

Leia mais

CAPÍTULO III Do Meio Ambiente. Seção I Da Política Ambiental

CAPÍTULO III Do Meio Ambiente. Seção I Da Política Ambiental CAPÍTULO III Do Meio Ambiente Seção I Da Política Ambiental Art. 1º - São objetivos das políticas públicas para o Meio Ambiente: I - implementar as diretrizes contidas na Política Nacional do Meio Ambiente,

Leia mais

PLANO NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA PNMC

PLANO NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA PNMC PLANO NACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA PNMC 19 de Maio de 2009 National Climate Change Policy National Plan on Climate Change Climate Fund Amazon Fund Política Nacional sobre Mudança Climática 2 objetivos

Leia mais

Criar cursos de graduação, tanto presenciais quanto à distância, e pós-graduação multidisciplinares.

Criar cursos de graduação, tanto presenciais quanto à distância, e pós-graduação multidisciplinares. 12.1) Otimizar a capacidade instalada da estrutura física e de recursos humanos das instituições públicas de educação superior mediante ações planejadas e coordenadas, de forma a ampliar e interiorizar

Leia mais

Sustentabilidade em energia e o concreto. Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc

Sustentabilidade em energia e o concreto. Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc Sustentabilidade em energia e o concreto Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL GRI IBASE Responsabilidade Social & Sustentabilidade Empresarial 1999 2001 a 2003 2006 AÇÃO

Leia mais

Programa de prevenção aos efeitos causados pelas mudanças e variabilidade climáticas.

Programa de prevenção aos efeitos causados pelas mudanças e variabilidade climáticas. Programa de prevenção aos efeitos causados pelas mudanças e variabilidade climáticas. 1 Introdução O aumento na ocorrência dos eventos críticos - secas intensas, fortes tempestades, enchentes frequentes

Leia mais

Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável. II Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável. II Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Anexo III da Resolução n o 1 da CIMGC Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável I Introdução O Projeto da Usina Eólica Casa Nova consiste na implantação e operação de uma

Leia mais

Plano Estadual de Mudanças Climáticas

Plano Estadual de Mudanças Climáticas Plano Estadual de Mudanças Climáticas 1 Recife - 2011 2 Governo de Pernambuco - Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) Plano Estadual de Mudanças Climáticas 3 GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO

Leia mais

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Abril/2012 Apresentação O Planejamento Estratégico (PLANES) da UNICAMP é um processo acadêmico/administrativo dinâmico cujo objetivo central é de ampliar

Leia mais

Políticas Locais para o Enfrentamento das Mudanças Climáticas Iniciativas da Cidade do Rio de Janeiro

Políticas Locais para o Enfrentamento das Mudanças Climáticas Iniciativas da Cidade do Rio de Janeiro Florianópolis Agosto 2010 Políticas Locais para o Enfrentamento das Mudanças Climáticas Iniciativas da Cidade do Rio de Janeiro Paula Serrano do Carmo CHEFE DE GABINETE DO INSTITUTO PEREIRA PASSOS Premissas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação)

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a inclusão digital, instalando computadores nas escolas públicas de ensino fundamental

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL: III ENCONTRO LATINO AMERICANO E CARIBENHO SOBRE MUDANÇAS AS CLIMÁTICAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL: Participação dos Estados Eugênio Cunha São Paulo 14 de março de 2008 SUMÁRIO PARTE I NÍVEL INSTITUCIONAL

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO. Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management)

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO. Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management) PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO Proposta para obtenção de recursos do GEF (doação sem encargos de US$7,05 milhões) Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management)

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.730, DE 9 DE JANEIRO DE 2002. (publicada no DOE nº 007, de 10 de janeiro de 2002) Dispõe sobre a Educação

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Histórico 1989 - Plataforma Ambiental Mínima para Candidatos à Presidência 1990 - Plataforma Ambiental Mínima para os Candidatos ao Governo do Estado de São Paulo 1998 - Plataforma Ambiental Mínima para

Leia mais

PLANOS DE MOBILIDADE URBANA

PLANOS DE MOBILIDADE URBANA IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA: PLANOS DE MOBILIDADE URBANA RENATO BOARETO Brasília, 28 de novembro de 2012 Organização Não Governamental fundada em 2006 com a missão de apoiar a

Leia mais

Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1

Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1 Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1 Conceito de Tecnologia Social aplicada a Municípios Sustentáveis: "Compreende técnicas, metodologias e experiências

Leia mais

A Agenda de Adaptação no âmbito do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e perspectivas para a Política Nacional sobre Mudança do Clima

A Agenda de Adaptação no âmbito do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e perspectivas para a Política Nacional sobre Mudança do Clima A Agenda de Adaptação no âmbito do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e perspectivas para a Política Nacional sobre Mudança do Clima Workshop de Adaptação às Mudanças Climáticas e os desafios da gestão

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO PARA HORTICULTURA ORNAMENTAL SUSTENTÁVEL

CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO PARA HORTICULTURA ORNAMENTAL SUSTENTÁVEL CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO PARA HORTICULTURA ORNAMENTAL SUSTENTÁVEL SUMÁRIO 1. COMPONENTES... 1 2. PRINCÍPIOS... 1 3. ESBOÇOS DE CÓDIGOS DE CONDUTA VOLUNTÁRIOS... 2 3.1 Para Órgãos e Setores do Governo...

Leia mais

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados na construção

Leia mais

TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE

TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE 1. TURNO: Noturno MODALIDADE: Saneamento ÁREA: Meio Ambiente e Tecnologia da Saúde GRAU ACADÊMICO: Tecnólogo em Meio Ambiente PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 3 anos Máximo =

Leia mais

INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA

INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA INICIATIVA LATINO-AMERICANA E CARIBENHA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL I. Contexto 1. A Conferência do Rio em 1992 foi convocada a partir do reconhecimento de que os padrões de produção e consumo,

Leia mais

1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS

1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS 1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS A sustentabilidade e a integração prática das diferentes modalidades do saneamento: água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos Porto Alegre, 01 de dezembro

Leia mais

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Fundação Getulio Vargas, Abril de 2011 REGIÃO PODE TER LEGADO COMPATÍVEL COM DESENVOLVIMENTO INOVADOR E SUSTENTÁVEL Deixar um legado

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL PARA O USO SUSTENTÁVEL E A CONSERVAÇÃO DE SOLOS AGRÍCOLAS

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL PARA O USO SUSTENTÁVEL E A CONSERVAÇÃO DE SOLOS AGRÍCOLAS ESTUDO LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL PARA O USO SUSTENTÁVEL E A CONSERVAÇÃO DE SOLOS AGRÍCOLAS ESTUDO DEZEMBRO/2014 Rodrigo Hermeto Corrêa Dolabella Consultor Legislativo da Área

Leia mais

Barra Velha (Santa Catarina), Brazil

Barra Velha (Santa Catarina), Brazil Barra Velha (Santa Catarina), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Claudemir Matias Francisco Nome do ponto focal: Elton Cesar Cunha

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS

PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS PROJETO DE LEI Nº 433/2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. CAPÍTULO I DOS CONCEITOS Art. 1º Esta Lei institui a Política Municipal de estímulo à Produção

Leia mais

Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras

Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras dezembro 2012 Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras 5 I. O público-alvo

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO º PROGRAMAS E S PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO Programa de utilização sustentável dos atrativos turísticos naturais Implementação do Plano de Manejo do Parque do Cantão Garantir

Leia mais

CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013

CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013 CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS Junho 2013 PROPÓSITO Aqui apresentamos o caminho para as empresas adotarem uma estratégia em adaptação às mudanças climáticas,

Leia mais

Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP

Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP Prezado(a)s, Gostaríamos de agradecer por sua participação e pelas contribuições recebidas no âmbito da consulta

Leia mais

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG 1 Introdução Texto para discussão Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG Como resultado da coleta de subsídios para aperfeiçoamento da gestão da carreira de Especialista em Políticas

Leia mais

Capacitação para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia

Capacitação para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia Programa 0502 Amazônia Sustentável Objetivo Promover o desenvolvimento da Amazônia, mediante o uso sustentável de seus recursos naturais. Indicador(es) Número de Ações 9 Taxa de participação de produtos

Leia mais

PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS FEIRA DO EMPREENDEDOR 2015

PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS FEIRA DO EMPREENDEDOR 2015 PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS PLANO DE SUSTENTABILIDADE E LEGADOS FEIRA DO EMPREENDEDOR APRESENTAÇÃO FEIRA DO EMPREENDEDOR Este documento representa o planejamento das ações de sustentabilidade a

Leia mais

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África

Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África Documento de Apoio da Declaração de Gaborone para Sustentabilidade na África O documento de apoio da Declaração de Gaborone para a sustentabilidade na África é um paradigma transformador na busca pelo

Leia mais

Carta Verde das Américas 2013

Carta Verde das Américas 2013 Carta Verde das Américas 2013 CONSIDERANDO que o Planeta Terra não tem recursos inesgotáveis que possam sustentar um consumo desordenado, sem consciência socioambiental! Que, em função disso, precisamos

Leia mais

Conselheiro Lafaiete (Minas Gerais), Brazil

Conselheiro Lafaiete (Minas Gerais), Brazil Conselheiro Lafaiete (Minas Gerais), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Ivar de almeida Cerqueira

Leia mais

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios MÃOS À OBRA!!! Prefeito e Prefeita, seguem sugestões de Programas e Ações a serem inseridos

Leia mais

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Indução de reflorestamento no Rio de Janeiro: Das compensações ambientais ao desafio olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa PMS-MT Cartilha Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes Fortalecimento da gestão ambiental municipal Contexto e benefícios Tarefas Regularização ambiental e fundiária

Leia mais

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAO PESSOA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO EXERCÍCIO: 200 ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ÓRGÃO: Projeto/Atividade Objetivo Denominação da Meta Unid.

Leia mais

Plano Agropecuário Municipal de Preparação e Resposta à Seca Piquet Carneiro-Ceará Mônica Amorim

Plano Agropecuário Municipal de Preparação e Resposta à Seca Piquet Carneiro-Ceará Mônica Amorim Plano Agropecuário Municipal de Preparação e Resposta à Seca Piquet Carneiro-Ceará Mônica Amorim Fortaleza 20 de novembro de 2014 Plano de Preparação e Resposta a Seca é parte de estratégia maior Diálogo

Leia mais

1ª Oficina Chamada Pública de Projetos do Fundo Amazônia Apoio à Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) em Terras Indígenas

1ª Oficina Chamada Pública de Projetos do Fundo Amazônia Apoio à Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) em Terras Indígenas 1ª Oficina Chamada Pública de Projetos do Fundo Amazônia Apoio à Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) em Terras Indígenas Brasília, 10 e 11 de Junho 2014 Política Nacional de Gestão Ambiental

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, para incentivar a dessalinização da água do mar e das

Leia mais

O Pacto das Águas é uma ferramenta de:

O Pacto das Águas é uma ferramenta de: O Pacto das Águas é uma ferramenta de: Construção de visão estratégica e consensual sobre os recursos hídricos no Ceará Envolvimento dos diversos atores (públicos e privados) na elaboração de um Plano

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE GESTÃO TERRITORIAL E AMBIENTAL DE TERRAS INDÍGENAS - PNGATI

POLÍTICA NACIONAL DE GESTÃO TERRITORIAL E AMBIENTAL DE TERRAS INDÍGENAS - PNGATI POLÍTICA NACIONAL DE GESTÃO TERRITORIAL E AMBIENTAL DE TERRAS INDÍGENAS - PNGATI FUNAI - CGGAM Coordenação Geral de Gestão Ambiental Fundação Nacional do Índio Diretoria de Promoção ao Desenvolvimento

Leia mais

Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais. Oficina temática de restauração 12/05/2016

Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais. Oficina temática de restauração 12/05/2016 Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais Oficina temática de restauração 12/05/2016 Plano de Energia e Mudanças Climáticas Potência instalada (MW) PROCESSO DE ELABORAÇÃO Julho 2013 Janeiro

Leia mais

Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil

Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: VALBER LUIZ MARCELO DE CARVALHO Nome do ponto focal: Alexander Anthony

Leia mais

Texto da Dibap p/ Intranet

Texto da Dibap p/ Intranet Texto da Dibap p/ Intranet DIBAP A Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas tem como missão: empreender ações para a conservação da biodiversidade fluminense, administrar as unidades de conservação

Leia mais

Código Florestal contexto.problemas.propostas

Código Florestal contexto.problemas.propostas Código Florestal contexto.problemas.propostas tasso.azevedo@gmail.com 1. Contexto 2. Problemas 3. Propostas 1 Regulamentação sobre florestas Constituição Federal (1988) Código Florestal (1965) Lei de Crimes

Leia mais

Legislação brasileira sobre mudança do clima

Legislação brasileira sobre mudança do clima Legislação brasileira sobre mudança do clima ILIDIA DA ASCENÇÃO GARRIDO MARTINS JURAS Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano

Leia mais

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 GESTÃO PÚBLICA Garantir ampla participação popular na formulação e acompanhamento das políticas públicas; Criação do SOS Oprimidos, onde atenda desde pessoas carentes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL MATRIZ 19/03/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Propostas do dia 19

Leia mais

Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste

Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste Ambiente Jurídico para PSA em Pernambuco KLAUS MACIEL Recife, 2010 Contextualização Global Política Nacional de Biodiversidade (Decreto n 4339/2002) Política

Leia mais

AMC AUTORIZAÇÃO DE MANEJO DA CABRUCA. Hermann Rehem Rosa da Silva Eng. Agrônomo - Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos INEMA/IOS

AMC AUTORIZAÇÃO DE MANEJO DA CABRUCA. Hermann Rehem Rosa da Silva Eng. Agrônomo - Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos INEMA/IOS AMC AUTORIZAÇÃO DE MANEJO DA CABRUCA Hermann Rehem Rosa da Silva Eng. Agrônomo - Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos INEMA/IOS Decreto Estadual Nº 15180 DE 02/06/2014 Regulamenta a gestão

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.377 DE 23 DE FEVEREIRO DE 2005. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos

Leia mais

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE PREFEITURA DE BELO HORIZONTE DADOS DA CIDADE Data de fundação: 12 de dezembro de 1897 Área: 331 km 2 Latitude y Longitude 19 55'S, 43 56'W Minas Gerais BH INDICADORES DEMOGRÁFICOS População: 2.375.151

Leia mais

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica R E A L I Z A Ç Ã O : A P O I O : A Razão Diversos estados e municípios também estão avançando com suas políticas de mudanças

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.053 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. Institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial

Leia mais

PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS VISANDO A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA CAATINGA NA REGIÃO DO VALE DO AÇU RN.

PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS VISANDO A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA CAATINGA NA REGIÃO DO VALE DO AÇU RN. PROJETO VALE SUSTENTÁVEL: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS VISANDO A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DA CAATINGA NA REGIÃO DO VALE DO AÇU RN. Elisângelo Fernandes da Silva (E-mail: elisangelo.silva@bol.com.br);

Leia mais

Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental

Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 1: Congestas 2013 491 Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental DIALOGANDO NA INDÚSTRIA: UMA FERRAMENTA PARA DISCUTIR A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade

Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade Fórum sobre Área de Preservação Permanente e Reserva Legal na Paisagem e Propriedade Rural Piracicaba,

Leia mais

Reunião - ÁGUA. Eis as questões levantadas dentro da discussão das megatendências: - como integrar a gestão da água em seus diversos âmbitos?

Reunião - ÁGUA. Eis as questões levantadas dentro da discussão das megatendências: - como integrar a gestão da água em seus diversos âmbitos? Reunião - ÁGUA Em 28 de fevereiro de 2011, realizou-se na Fundação Dom Cabral a primeira reunião temática no contexto do projeto Inovações Ambientais. O eixo das discussões realizadas foi a água. Os objetivos

Leia mais

Política de Eficiência Energética

Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética março 2010 Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética 5 I. O público-alvo O Público-alvo ao qual se destina esta Política de Eficiência Energética

Leia mais

GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF

GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF José Bento da Rocha Farmacêutico graduado pela Universidade Estadual de Goiás UEG,

Leia mais

AGENDA 21 COMPERJ DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO DESEJÁVEL ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES AÇÕES

AGENDA 21 COMPERJ DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO DESEJÁVEL ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES AÇÕES DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO ESTÁGIO PREOCUPAÇÕES POTENCIALIDADES ESTÁGIO DESEJÁVEL AÇÕES Capítulo 1: Integração das preocupações relativas ao meio ambiente e 3 O Conselho está inativo Pouca participação e articulação

Leia mais

Etapas do PLHIS PROPOSTAS

Etapas do PLHIS PROPOSTAS Plano Local de Habitação de Interesse Social de Boituva Seminário de Homologação do PLHIS de Boituva 25 de Fevereiro de 2010 Etapas do PLHIS etapa 1 etapa 2 etapa 3 METODOLOGIA DIAGNÓSTICO PROPOSTAS Princípios

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 006/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 006/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZACION DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACION ORGANIZAÇÃO

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações e normas

Leia mais

Município de Capanema - PR

Município de Capanema - PR LEI Nº. 1.557, DE 20 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre a política municipal de resíduos sólidos do Município de Capanema e dá outras providências. A Câmara Municipal de Capanema, Estado do Paraná, aprovou

Leia mais

DIRETRIZES S NA PLENÁRIA FINAL DA 1 A CNDC Grupo 01 - Tema: Capacitação 1) Qualificação profissional e formação educacional nos cursos BR.1D.CVF.2376 médios e superiores, nas suas respectivas áreas de

Leia mais

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura PLANO ESTADUAL DA CULTURA Matriz Situacional da Cultura Fórum de Planejamento Regional Cidade Sede: Aranranguá 29 e 30 de agosto de 2012 Priorização de Diretrizes e Ações Objetivo: Discussão da proposta

Leia mais

AGENDA 21 COMPERJ Diagnóstico e Plano de Ação: 1º setor Município: Teresópolis

AGENDA 21 COMPERJ Diagnóstico e Plano de Ação: 1º setor Município: Teresópolis SEÇÃO I DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Capítulo 1 Cenário 3 Integração das preocupações relativas ao meio ambiente e desenvolvimento 1 - Falta funcionar o Conselho do Meio Ambiente existente 1 - Existência

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS Referência: Agenda para a criação de instrumentos de financiamentos e crédito para o setor florestal Interessado: DFLOR/SBF/MMA. 1. ANTECEDENTES: O

Leia mais

Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais

Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais EXTENSO 2013 Eje 4: Ambiente, Educación Ambiental y Desarrollo Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais Letícia Fernanda Assis¹; Márcio Viera²; Juliana Ferrari³;

Leia mais

www.institutoproterra.org.br

www.institutoproterra.org.br APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Missão O Instituto Pró Terra é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1997 sob o CNPJ: 04728488/0001-29, que reúne amigos, educadores, técnicos e pesquisadores com a missão

Leia mais

Ações do Projeto de Convivência com o Semiárido

Ações do Projeto de Convivência com o Semiárido Ações do Projeto de Convivência com o Semiárido Fortaleza, 16 de Abril de 2013 1. CONCEITUAÇÃO As Ações de Convivência com o Semiárido são compostas por um conjunto de práticas alternativas definidas,

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Palestrante: Carolina Ferri Programa de Saúde da Família Estratégia de reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes

Leia mais

Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais

Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais Uberlândia Minas Gerais Abril de 2015 Índice Introdução... 2 Instrumentos de planejamento e gestão do uso do solo... 2 Zoneamento Ecológico-

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24 CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24 AÇÃO MUNDIAL PELA MULHER, COM VISTAS A UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E EQÜITATIVO Base para a ação ÁREA DE PROGRAMAS 24.1.

Leia mais

O Programa Produtor de Água

O Programa Produtor de Água O Programa Produtor de Água Arcabouço Legal e Institucional Lei nº 9.433 de 8.01.97 Titulo I - Da Política Nacional de Recursos Hídricos Capitulo II Dos Objetivos Artigo 2º - São objetivos da Política

Leia mais

Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências.

Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. Versão final do Workshop 09/07/2010 PROJETO DE LEI ESTADUAL - PARANÁ Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO

Leia mais

NOSSA ASPIRAÇÃO JUNHO/2015. Visão Somos uma coalizão formada por associações

NOSSA ASPIRAÇÃO JUNHO/2015. Visão Somos uma coalizão formada por associações JUNHO/2015 NOSSA ASPIRAÇÃO Visão Somos uma coalizão formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados em contribuir para a promoção de uma nova economia

Leia mais

ANEXO III TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO III TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO III TERMO DE REFERÊNCIA Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável Departamento de Zoneamento Territorial Projeto GCP/BRA/080/EC PROJETO PACTO MUNICIPAL

Leia mais

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório:

Você atingiu o estágio: Recomendações. NOME: MUNICIPIO: Ipiranga Data de preenchimento do guia: 2012-02-14 Data de devolução do relatório: Guia de sustentabilidade na produção de soja na Agricultura Familiar Relatório individual NOME: Prezado senhor (a), Em primeiro lugar, no nome dacoopafi, da Gebana e da Fundação Solidaridad,gostaríamos

Leia mais