Relações Públicas Comunitárias: Um Estudo de Caso no Programa de Extensão Para Saber Viver 1

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1 Relações Públicas Comunitárias: Um Estudo de Caso no Programa de Extensão Para Saber Viver 1 Grazielle Souza da Silva 2 Paulo Fernando Liedtke 3 Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI/SC Resumo Esse artigo objetiva analisar o papel das relações públicas comunitárias através de um estudo de caso no programa de extensão Para Saber Viver da Universidade do Vale do Itajaí, Univali. A pesquisa aponta as ações das relações públicas dentro do programa, buscando compreender como a atividade pode contribuir para a comunicação voltada para o desenvolvimento comunitário da região do Imaruí no município de Itajaí. No decorrer deste artigo procuraremos problematizar essas questões através de pesquisa bibliográfica relatando autores, como Kunsch e Peruzzo que abordam o tema, completando com um estudo de caso onde é feita uma análise documental e entrevistas com os gestores do programa de extensão Para Saber Viver desenvolvido deste de 2005 pela Univali de Itajaí. Palavras-chave: Comunicação comunitária; Relações públicas comunitárias; Programa de extensão universitário Para Saber Viver. Introdução O campo das relações públicas comunitárias é pouco pesquisada no meio acadêmico, por ser uma área que foge da visão empresarial ou mercadológica. O campo de trabalho nessa área cresceu muito nos últimos anos, em decorrência da necessidade dessas comunidades carentes se comunicarem com a sociedade, reivindicando seus direitos à cidadania. Há também o fato de que muitas pessoas têm se preocupado em realizar projetos nas comunidades carentes. As empresas também têm valorizado ultimamente esse novo público, contribuindo para projetos sociais nessas comunidades, exercendo assim suas ações de responsabilidade social. A partir disso, surge a necessidade de pesquisar as relações públicas nessas comunidades, observando a contribuição desse profissional. É uma forma de mostrar que as relações públicas têm muito campo de atuação além das organizações privadas. 1 Trabalho apresentado no III Abracorp 2009 Espaço Iniciação Científica. 2 Egressa do Curso de Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas; 3 Doutor em Sociologia Política ((UFSC/2006); Mestre em Comunicação e Informação (Ufrgs/1999); Especialista em Psicologia da Comunicação (UFSC/1994); Graduado em Comunicação Social/ Relações Públicas (UFRGS, 1990).

2 2 Esse artigo objetiva analisar o papel das relações públicas comunitárias, através de um estudo de caso no programa de extensão Para Saber Viver da Universidade do Vale do Itajaí, Univali. A pesquisa aponta as ações das relações públicas dentro do programa, buscando compreender como a atividade pode contribuir para a comunicação voltada para o desenvolvimento comunitário da região de Imaruí, no município de Itajaí. A pesquisa parte dos seguintes questionamentos: com o aparecimento das comunidades carentes e a preocupação com os projetos sociais, surge ou não uma nova área para as relações públicas atuarem? Mediante essa pergunta, de que forma o profissional de relações públicas pode atuar no desenvolvimento comunitário? Qual o papel das relações públicas dentro do Programa de Extensão Para Saber Viver? A pesquisa parte da hipótese de que as relações públicas comunitárias podem contribuir dentro do programa de extensão Para Saber Viver, promovendo ações de comunicação voltada para o desenvolvimento comunitário. No decorrer do artigo procuraremos responder essas questões através de pesquisa bibliográfica, relatando autores como Kunsch e Peruzzo que abordam o tema. Completando com um estudo de caso onde é feita uma análise documental dos relatórios de 2006 e 2007 do projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania e entrevistas com os gestores do Programa de Extensão Para Saber Viver desenvolvido desde 2005 pela Univali de Itajaí. Comunicação Comunitária No Brasil a comunicação comunitária teve sua expressividade na década de Nas duas últimas décadas, sua característica fundamental foi a organização em relação aos movimentos e organizações sociais populares, porque não se tratava somente da comunicação nas comunidades, mas de todos os processos comunicativos. Esse tipo de comunicação foi denominado de populares, participativas, alternativas, comunitárias. (PERUZZO, 2007). Em outra obra, Peruzzo diz que (1998 p.113) A comunicação comunitária hoje surge e se articula dentro dos movimentos populares, como canais de expressão e meio de mobilização e conscientização das populações residentes em bairros periféricos. Uma das características mais marcantes da comunicação comunitária na sua fase original foi a participação, porque se caracteriza por meio de uma comunicação realizada dentro dos movimentos e organizações populares. (Peruzzo, 2007). Para Escudero (2007, p. 86)

3 3 A comunicação comunitária é uma via de mão dupla, pautadas na comunhão entre sujeitos iguais que participam de seu contexto e o transforma dialeticamente. Esse envolvimento gera compromisso e amadurecimento do movimento e de seus membros, bem como dos profissionais que atuam nele. Esse é um dos campos que as relações públicas podem contribuir para a transformação social, ou seja, ajudar essas comunidades com suas técnicas e instrumentos, desenvolvendo ações de comunicação comunitária. Relações Públicas Comunitárias Há várias definições para relações públicas. Contudo a mais conhecida é a definição proposta pela ABRP (Associação Brasileira de Relações Públicas, 1957) define relações públicas como uma atividade, e o esforço deliberado, planejado e continuo para estabelecer e manter a compreensão mutua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas que esteja direta ou indiretamente ligada. Segundo Peruzzo (1986 p.42) suas funções oficiais são: assessoramento, pesquisa; planejamento; execução (comunicação); setor de divulgação (publicidade); setor de contatos (rp com a imprensa) e avaliação. Para isso cabe ao profissional de relações públicas usarem essas técnicas dentro da comunidade, adaptando-as, para assim servirem melhor a esses grupos. E são essas funções que tentaremos analisar dentro do programa de extensão Para Saber Viver. Foi somente a partir de 1980 que se falou concretamente em relações públicas comunitárias. Isso se deu graças ao desenvolvimento que havia alcançado a comunicação alternativa. Com isso cresceu o interesse pelas relações públicas comunitárias, distanciando-se cada vez mais, da visão tradicional de ações desenvolvidas da empresa para a comunidade (KUNSCH, 2007). Segundo a autora (2007, p. 172) Deixamos claro de início, que as relações públicas comunitárias autênticas, são muito mais do que um trabalho para a comunidade no molde tradicional, por meio de ações paternalistas. Elas pressupõem uma atuação interativa, em que o profissional é antes, um articulador e um incentivador, mais do que um simples transmissor de saberes e aplicador de técnicas aprendidas na universidade. As relações públicas comunitárias implicam na participação na comunidade, dentro dela, e em função dela, o profissional deve encarar os problemas e os conflitos da comunidade. E uma vez inseridas dentro do processo, as relações públicas se realizam de um modo interdisciplinar, ou seja, junto com outras áreas da comunicação (KUNSCH, 1984; PERUZZO, 1989). Essa

4 4 interdisciplinaridade também será constatada no programa de extensão Para Saber Viver, onde várias áreas da comunicação atuam juntas para o bem estar da comunidade O campo de ação é bem amplo, pode-se atuar em ONGS que trabalham com movimentos sociais populares. Nos próprios movimentos ou organizações populares e sindicais, seja como membro, ou assessoria voluntária ou remunerada, ou como profissional contratado. E nas organizações privadas ou públicas. (PERUZZO, 1989; KUNSCH, 1984). Depois de conhecer um pouco das relações públicas comunitárias, veremos a seguir sua contribuição na comunicação comunitária. Contribuição das Relações Públicas Comunitárias nas comunidades Primeiro é preciso que os profissionais de relações públicas se conscientizem de que devem ser agentes de transformação. Que ele faça coincidirem os seus interesses com os das classes menos favorecidas, e por fim ele ofereça suas técnicas a essas comunidades e organizações populares (KUNSCH, 1984). A contribuição do profissional de relações públicas pode ser bastante ampla, porque ele se dispõe de técnicas e instrumentos eficientes para propor ações e projetos para a comunidade. Mas como foi dito anteriormente, ele tem que estar inserido dentro da comunidade, conhecer sua realidade, seus ideais, e adaptar seus instrumentos a realidade da comunidade que esteja inserido, trabalhando de forma conjunta para o bem estar da coletividade. Escudero (1999) considera que no relacionamento comunitário têm de haver por parte do profissional de relações públicas e a comunidade um interesse de superar o conflito. Caso contrário não se estabelece compromisso e a atividade passa a ser puramente assistencialista. A atuação comunitária requer constante avaliação entre as partes envolvidas, para isso é preciso que as atividades sempre sejam realizadas em equipes, ou caso isso não se torne possível que se discuta o enrolar de todo seu desenvolvimento, para que não haja uma ação voltada para o interesse pessoal. As relações públicas podem contribuir muito nas comunidades e nas organizações populares através de: levantamento de dados ou diagnósticos, para subsidiar a ação a ser planejada; no planejamento, para a implementação de programas ou políticas públicas, esse planejamento deverá se pautar de princípios como o da participação coletiva; no incremento da comunicação, e articulação dentro da própria comunidade; na elaboração de cartazes, faixas,

5 5 murais, boletins informativos e releases; e também na organização de eventos educativos, culturais, feiras, exposições artísticas e na preparação de pesquisa de opinião (PERUZZO, 1989). Para Kunsch (1984, p. 9) Integrados numa visão critica da realidade, podemos juntamente com os grupos com quem estamos trabalhando, sugerir plano de ação e escolher quais instrumentos de relações públicas que mais atende os objetivos propostos na fase do diagnostico da situação. Essas são algumas das contribuições que o profissional de relações públicas pode estar realizando dentro da comunidade para o seu desenvolvimento. Portanto veremos a seguir seus instrumentos a serviço da comunidade e das organizações populares, para posteriormente relacionar com os instrumentos usados dentro do Programa de Extensão Para Saber Viver. Instrumentos de Relações Públicas Comunitárias As relações públicas buscam se relacionar com vários públicos, com isso ela usa a comunicação dirigida, que se constituem um dos seus instrumentos. Os tipos mais comuns de comunicação dirigida usadas nas comunidades são: orais, escritas, audiovisuais e aproximativas. Mas quando se trabalha com comunidades em que se predomina o analfabetismo, será muito mais eficaz pensar numa comunicação oral, e numa comunicação audiovisual mais ilustrativa. Neste caso usa-se muito a conversa pessoal e informal, reuniões e discussão (KUNSCH, 1984) A comunicação escrita é muito usada dentro das organizações populares e da comunidade, mas devemos escolher bem se podemos usar a mesma ou não, porque só torna visível onde há um maior número de pessoas alfabetizadas. Nosso papel como relações públicas, que ao desenvolver esse tipo de meio de comunicação escrita, é acionar as forças produtivas dessa comunidade para que trabalhem em conjunto. Além de usar a comunicação escrita, devemos também usar a comunicação aproximativa, para coordenação de visitas, eventos comunitários, culturais e sociais, proporcionando ao grupo um contato direto entre eles, e desses com outros e a sociedade em geral (KUNSCH, 1984). Para a autora (2007, p. 11) Ao desenvolver um projeto comunitário de relações públicas, não se pode pensar em agir unilateralmente. Temos que motivar a participação de muitas áreas e pessoas, Dependendo do tipo de comunidade, vai precisar de psicólogos, médicos, educador e da própria comunidade.

6 6 Veremos essa ênfase interdisciplinar no programa de extensão Para Saber Viver da Univali de Itajaí, onde profissionais de várias áreas, incluindo médicos e psicólogos, trabalham juntos com as relações públicas, para melhor atenderem a comunidade. Metodologia Será realizado um estudo de caso no Programa de Extensão Para Saber Viver através de análise documental e entrevistas com os gestores do projeto comunicação e formação para educação e cidadania, Educação e Cidadania para Saúde da Mulher e os coordenadores do programa. A amostra será intencional, porque a escolha desse grupo se deu pela proximidade deles com o profissional de relações públicas e também por estar relacionado com a área da comunicação. Foram escolhidos os gestores do projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania, por ser onde estão inseridas as relações públicas e as demais áreas da comunicação. Os gestores do projeto Educação e Cidadania para Saúde da Mulher foram escolhidos por estarem mais próximos das áreas da comunicação, e também pelo envolvimento da professora de relações públicas Cristiane Maria Riffel com o projeto. Os últimos gestores escolhidos foram os coordenadores gerais do programa de extensão Para Saber Viver, por serem os responsáveis por todo o programa. O objetivo da entrevista é saber a opinião dos gestores dos projetos sobre a comunicação do programa de extensão Para Saber viver, e da atuação dos profissionais de comunicação e das relações públicas. As entrevistas foram realizadas pessoalmente com cada gestor, no seu local de trabalho. As entrevistas foram gravadas, mediante a aceitação dos entrevistados e posteriormente transcritas pela a acadêmica. As perguntas foram divididas em seções para melhor compreensão dos entrevistados. As seções foram: projeto, comunicação e relações públicas, onde cada seção continha duas a três questões, abertas e fechadas. As entrevistas foram realizadas entre dia 09 e 30 de Maio de O tipo de entrevista escolhida foi a padronizada ou estruturada. Programa de Extensão Para Saber Viver O Programa Para Saber Viver nasceu no início de 2005, através de uma parceria entre o Centro de Ciências da Saúde e o Centro de Ciências Humanas e da Comunicação. Priorizava o trabalho

7 7 interdisciplinar e multiprofissional. Hoje, o Para Saber Viver envolve 16 cursos. São eles: Enfermagem, Odontologia, Fonoaudióloga, Nutrição, Psicologia, Farmácia, Medicina, Educação Física, Pedagogia, Historia, Letras, Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Musica, envolvendo 41 docentes e 31 bolsistas. O programa é dividido em quatro eixos temáticos são eles: Educação e Cidadania para Saúde da Criança e Adolescentes; Educação e Cidadania para Saúde da Mulher; Educação e Cidadania na Promoção a Saúde no Envelhecimento. Por último o eixo Comunicação e Formação para Educação e Cidadania, que é o eixo dinamizador e transversal, que busca promover o diálogo com as equipes envolvidas. E é nesse eixo que estar o profissional de relações públicas. O principal objetivo do programa Para saber Viver é: Desenvolver ações educativas integradas de assistência social e á saúde, que atendam as necessidades de informações, educação, cidadania e saúde. E assim melhorar a qualidade de vida da população que e atendida pelo programa. A seguir listaremos o projeto de estudo desse artigo. Projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania Dentro do programa de extensão Para Saber Viver é desenvolvido o projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania, onde atua profissionais das áreas da comunicação, e o objeto de estudo desse artigo. O projeto vem desenvolvendo ações deste de 2005 no bairro Imaruí. E essas ações objetivam contribuir para instrumentalizar grupos e comunidade na busca de sua autonomia e conquista da cidadania. O projeto concentra suas ações na divulgação dos demais eixos do Programa Para Saber Viver, contribuindo para disseminar as atividades e informar as comunidades atendidas por meio de veículos de comunicação como o informativo Diz Ai, os Programetes de Rádio e a produção de materiais de divulgação sobre as atividades dos projetos. Além de atuar como uma ponte entre o programa e os professores e bolsistas que dele fazem partes. O projeto tem como coordenadora geral a professora de relações públicas Cristiane Maria Riffel, que também é uma das coordenadoras gerais do programa. Os objetivos são: promover a socialização de informação e o diálogo entre as equipes do Programa e destas com as comunidades da região de abrangência; instrumentalizar grupos e comunidades por meio de educação e da comunicação para a busca de sua autonomia e conquista da cidadania.

8 8 Descrição das Atividades da área de Relações Públicas no programa Veremos agora as atividades realizadas pelas relações públicas. Começando pela: elaboração de cartazes divulgando os cursos e atividades do projeto e convites dirigidos á comunidade. O projeto confecciona cartazes para divulgar as oficinas dos demais eixos. Esses cartazes são fixados em pontos estratégicos dos bairros onde as ações acontecem. Elaboração de um boletim informativo denominado Diz Ai. Veículo informativo com quatro páginas, de circulação bimestral, que tem como principal objetivo divulgar as ações do Programa Para Saber Viver. Esse informativo serve como canal de aproximação entre os projetos do programas e o público-alvo dos mesmos. Produção de folder institucional sobre as atividades do projeto. Esse meio de comunicação é utilizado para divulgação das oficinas, cursos e atividades dos demais projetos, bem como orientações sobre palestras. Redação e envio de release para o departamento de marketing e comunicação da Univali. Esse envio de release visa à divulgação na imprensa das atividades do projeto. Organização de eventos nas comunidades. O eixo Comunicação e formação para educação e cidadania, desenvolvem eventos em parcerias com instituições do bairro, para divulgação do programa e integração entre a comunidade e o programa Para Saber Viver. Redigir atas de reuniões, elaborarem relatórios e demais correspondências. São necessárias para o desenvolvimento das atividades do projeto, e também para manter os demais projetos informados. Participação nos programetes de rádio desenvolvidos para a divulgação do projeto bem como as ações desenvolvidas para o Programa Para Saber Viver. Criado com o objetivo de divulgar para as comunidades informações ligadas á educação, saúde e cidadania, bem como as ações desenvolvidas pelo Programa Para Saber viver. Criação de vitrines e murais. Busca divulgar o programa Para Saber Viver entre os acadêmicos, professores e funcionários da Univali. Análise Documental Através da análise dos relatórios de 2006 e 2007 do projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania, foram observadas as ações das relações públicas desenvolvidas no programa. Observou-se a predominância da integração das áreas da comunicação, onde RP é uma

9 9 das suas ferramentas. Antes de realizar as ações os profissionais de relações públicas fazem um diagnóstico e um planejamento, para que assim possa delinear melhor as ações. No ano de 2006 foram realizadas mais atividades de relações públicas dentro do projeto, através de várias ações desenvolvidas. Outro fator importante que não ocorreu em 2007, foi a inserção do projeto dentro da comunidade, através de oficinas e de visitas. Nesse mesmo ano o projeto realizou várias ações dentro da comunidade, tais como: oficina de bijuteria, artesanato, educação para o trabalho, o projeto de visita conhecendo nossa cidade e o atendimento da demanda da Escola Básica Arnaldo Brandão. Também foram desenvolvidas Newsletters e uma formação continuada para o público interno. Foi realizada uma visita em cada projeto que compõem o programa para elaboração de um brienfing para produção de materiais gráficos. Para a divulgação do programa na comunidade foi editorado o boletim informativo Diz Aí Imaruí. E por último foi realizada uma pesquisa de opinião no bairro Imaruí. Em todas as ações do projeto teve a participação e a contribuição das relações públicas. Essas ações foram feitas em parcerias com instituições da comunidade. O projeto também ajudou assessorando essas entidades nas suas próprias ações. As funções das relações públicas foram percebidas com maior intensidade nas ações como: o projeto de visita conhecendo nossa cidade, onde a elaboração do projeto foi feita pela bolsista de relações públicas da época. A captação de recursos e as parceiras para realização das visitas, também foram feitas pelas relações públicas. A estagiária também acompanhou todas as visitas junto com os alunos. Outra ação que teve a contribuição das relações públicas foi a pesquisa de opinião no bairro Imaruí. O projeto de pesquisa e a elaboração dos questionários foram feitos pela professora e a bolsista de relações públicas. Essa pesquisa contribuiu para avaliar os resultados do programa na comunidade, levantando dados que pudessem fundamentar o direcionamento das ações. O questionário teve perguntas relacionadas aos meios de comunicação que a comunidade mais utiliza para se informar, a imagem da Universidade dentro do bairro, recebimentos do boletim Diz Aí Imaruí, atendimento nos postos de saúde e na escola Arnaldo Brandão, cursos para a comunidade e as principais necessidades básicas do bairro. Já na parte da divulgação do programa na comunidade e da comunicação interna, teve um trabalho mais integrado entre as três áreas da comunicação, não tendo assim como identificar separadamente o trabalho das relações públicas

10 10 Já em 2007, não foi realizada nenhuma ação do projeto na comunidade, pois foi feita, mais a ponte entre o programa de extensão Para Saber Viver e a comunidade, através de divulgação dos demais eixos. A comunicação interna aconteceu através de formação continuada para professores e bolsistas. A divulgação foi feita através de cartazes, folder e cartilhas, divulgando as oficinas dos projetos na comunidade, o informativo Diz Aí e o programete Escuta Aí. As atividades observadas nos relatório no ano de 2006 em sua maioria são mencionadas pelos autores da pesquisa bibliográfica, como a comunicação dirigida, planejamento, pesquisa, execução e a avaliação e assessoramentos nas atividades realizadas nas entidades da comunidade. Quadro 1 - Entrevista com os gestores do programa de extensão Para Saber viver A seguir veremos as entrevistas realizadas como o gestores do programa de extensão Para Saber Viver. A primeira parte desenvolvida em forma de tabela e a segunda em forma de texto, para melhor compreensão do leitor. Gestores da Comunicação Entrevistado A Entrevistado B Entrevistado C Entrevistado D Projeto 1 - Você lembra de alguma Sim. O que esta mais Sim. O jornal Diz Aí e Sim. O curso de Sim. O informativo Diz Ai, o ação realizada pelo projeto fresco na minha cabeça, e também o programete de montagem de currículo, o programete de radio, o Newsletter,, Comunicação e Formação para a distribuição do radio, que é uma ação curso de bijuteria. O cartazes, folder, murais e o vídeo Educação e Cidadania? informativo. importante, de cidadania. Infomativo Diz Aí. institucional. Gestores Gerais e de outros programas 1 - Você lembra de alguma ação realizada pelo projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania? Entrevistado E Entrevistado F Entrevistado G Sim. A formação dos professores e bolsistas, o programete,escuta Aí, e o jornal Diz Aí. Sim. Lembro do Diz Aí, um vídeo que eles fizeram apresentado o saber viver. Sim. O informativo os convites e os cartazes para o curso de gestantes,. Gestores da Comunicação Entrevistado A Entrevistado B Entrevistado C Entrevistado D Comunicação 2 - A comunicação tem um papel importante dentro do programa de extensão Para Saber Vive? Por quê? A comunicação é fundamental é uma chave para o programa, e a parti do momento que ela se desenvolve com bastante êxito, o programa também vai se fortalecendo. Acho que é fundamental, porque ela permite divulgar o que esta se fazendo. O papel da comunicação fazer com que acontecimentos cheguem ate a comunidade. Muito importante para informa tanto comunidade acadêmica, como fora pelo o que estar sendo elaborado, que é o papel da extensão na comunidade. Gestores Gerais e de outros Entrevistado E Entrevistado F Entrevistado G programas 2 - A comunicação tem um papel importante dentro do programa de extensão Para Saber Vive? Por quê? Sim. Porque é preciso ter visibilidade, é preciso que a comunidade acadêmica, como a não acadêmica tomem conhecimento das ações que são realizadas. Com certeza. Deste que nos fizemos essa parceria em muito tem contribuído para a divulgação e elaboração de material. Sim. Acho que em duas estâncias, tanto na questão da comunicação com a população, como promover uma interação maior com os bolsistas e professores. Gestores da Comunicação Entrevistado A Entrevistado B Entrevistado C Entrevistado D Comunicação 3 - Você vê a comunicação como um diferencial para divulgação do programa? É um diferencial fundamental, é uma chave porque sem a comunicação o programa não vai se realizar, porque a comunidade nem ficaria sabendo dos serviços e das Eu acho que sim. É fundamental, para esse tipo de trabalho que e feito continuamente, e importante que o tempo todo as pessoas recebam o que esta sendo feito no Sim. É fundamental, a comunicação para a divulgação. A gente utiliza várias estratégias dentro dela, mas com certeza ela é fundamental.. Com certeza ela é importante porque o programa trabalha com a idéia de trabalhar a educação saúde e cidadania, e a parti do momento que você trabalha essa temática cidadania e educação e a própria saúde você tem que trabalhar com a idéia de comunicação. Eu acredito que sim e um diferencial, a gente ao mesmo tempo também vai buscando que formas a gente pode trabalhar essa comunicação, e um diferencial mais ao mesmo tempo é um trabalho difícil.

11 11 Gestores Gerais e de outros programas 3 - Você vê a comunicação como um diferencial para divulgação do programa? ações. meu bairro, Entrevistado E Entrevistado F Entrevistado G Sim. Atualmente existe uma quantidade de pessoas que conhece o programa, isso graças as ações desenvolvidas. Na verdade a divulgação deve ser entendida como um instrumento para socializar a atividade que a gente desenvolve e captar pessoas. Sim. Ela consegue alcançar aonde a gente não vai, ela consegue fazer com que o projeto permaneça junto à população. Gestores da Comunicação Entrevistado A Entrevistado B Entrevistado C Entrevistado D Comunicação 4 - A integração das três áreas da comunicação (Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade e Propaganda), traz benefícios para a comunicação do programa? Sim. Quando essas habilitações trabalham de maneira integrada, sempre a gente consegue avanços, se atinge melhor a comunidade, consegue fazer melhor o diagnostico que é função de relações públicas Sim. Todas as áreas são importantes, porque no caso de pp ela faz o lyout diagramação, jornalismo entra com o conteúdo, e o rp entra com outras ações mais organizacionais, de trabalho para gerir todo projeto. Com certeza traz benefícios. É um beneficio que a gente vem observando cada semestre que ela esta mais entrosado, que cada área responde direcionadamente para a sua especialidade. Com certeza. É uma parceria importante principalmente, eu entendo até pela oportunidade dos bolsistas poderem trabalhar integrado e conhecer um pouco quais são as habilidades de cada área, então não posso dizer que essas integração ela e 100% mas ela caminha para ser uma integração. Gestores Gerais e de outros programas 4 - A integração das três áreas da comunicação (Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade e Propaganda), traz benefícios para a comunicação do programa? Entrevistado E Entrevistado F Entrevistado G Sim. Porque vai associar o jornalismo com a divulgação das informações e as relações públicas na divulgação dessas informações para a comunidade..,o que eu posso dizer da experiência que eu tive com relações públicas Toda a parte de organização e divulgação é feita pelo pessoal de relações públicas. Eu acredito que sim. Vendo o material que eles produzem, tem uma preocupação com a linguagem, eles conseguem manter uma relação maior com o público alvo, Gestores da Comunicação Entrevistado A Entrevistado B Entrevistado C Entrevistado D Relações públicas 5 - As relações públicas contribuem para a comunicação do programa? Por quê? Gestores Gerais e de outros programas 5 - As relações públicas contribuem para a comunicação do programa? Por quê? Sim. Elas são fundamentais, eu entendo assim, que as relações públicas têm que entrar antes em campo, para fazer pesquisa, diagnóstico de ambiente e perfil do público alvo, para que depois então fazer o planejamento, e dentro desse planejamento propor É assim como eu sou jornalista, não sei até que ponto eu poderia responder, isso, acho sim. O rp entra ai porque ele tem essa visão mais global, da empresa, empresa e sociedade no caso a universidade e bairro, essa e a visão mais estratégica. projetos e sua execução. Entrevistado E Entrevistado F Entrevistado G Com certeza de uma forma bem importante. Com certeza. A vinda de um profissional de relações públicas para nosso projeto, tem avançado muito na parte de organização e divulgação e a elaboração de material, que são muito bem elaborado e atrativo. E depois que RP começou a gente tem uma presença muito mais expressiva nos cursos oferecidos. Fonte: Elaborado pela acadêmica através de coleta de dados Muito. As relações públicas têm um papel de planejamento e organização, de orientar e organizar as falas e dizerem para cada público, o que é importante ser dito no mundo acadêmico e na comunidade, de que forma vai se divulgar isso. Sim. Acho que ela é que mais sofre nessas coisas nessa cosas que falei anteriormente, o impacto dessa diminuição das cargas horárias, porque eu acho que rp que tem que integrar os profissionais. Ele contribui, mas acho que deveria contribuir mais, ela contribui, mas na atividade que a Cris consegue estar presente. Eu acho que esse programa foi criado com a participação da comunicação no programa, só foi possível por uma iniciativa da área das relações públicas, o planejamento das ações, a identificação de como a comunicação vai contribuir com esse programa, é e foi um trabalho de RP, e acredito que a atividade de RP ela tem essa visão do planejamento de como contribuir com a comunidade em ações, mas dirigidas. Na pergunta seis, referente área da comunicação integrada que você julga mais importante para o programa. Todos responderam que as três áreas da comunicação são importantes para o programa.

12 12 Na pergunta sete, referente a importância de se ter um profissional de relações no programa. Todos responderam que sim, é importante se ter um profissional de relações públicas no programa. Na Pergunta oito, referente à quais as ações que deve a contribuição das Relações públicas você julga como a mais importante? O Entrevistado D respondeu que foi o Projeto de visita conhecendo nossa cidade. Os entrevistados A e E responderam que foi a Pesquisa de opinião no bairro Imaruí. Os entrevistados C e F responderam o Boletim Diz Aí. O entrevistado G respondeu que foi a Formação continuada para professores e bolsistas. O entrevistado B respondeu que foi o Programete de rádio Escuta Aí. Já a oficina de educação para o trabalho ; Oficina de artesanato não teve nenhuma escolha. Análise dos resultados Através da análise das entrevistas percebeu-se que todos os entrevistados lembram de alguma ação realizada pelo projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania, e que os gestores da comunicação e os demais gestores lembram igualmente dessas ações. Assim percebeu-se que essas atividades estão sendo bem divulgadas internamente e que as ações do programa estão ocorrendo de forma mais integrada. Sobre a comunicação, todos colocam que ela é importante para sua divulgação e para conhecimento da comunidade sobre o programa. Consideram também que a comunicação é um diferencial, porque o programa está mais divulgado e muito mais pessoas têm tomado conhecimento. Com isso ela é fundamental para que se atinja também a comunidade. Mas essa comunicação, ainda não é aquela comunicação comunitária recomendada pelos autores, que dizem que um trabalho comunitário deve ser pautado pela comunhão de dois sujeitos iguais, que junto vão tentar mudar a comunidade. A integração também é vista com importância para o programa, porque a junção traz benefício, porque cada área traz seu conhecimento específico para o programa. Assim as relações públicas podem ajudar a fazer diagnóstico, o planejamento das ações. A publicidade pode ajudar nas peças gráficas e o jornalismo pode ajudar na redação de textos. Juntos conseguem-se fazer um trabalho para atender o programa. As relações públicas é dita como importante para a comunicação do programa, pois é vista claramente sua contribuição. Todos os entrevistados colocam como importante essa contribuição

13 13 para o programa, como: o planejamento, a pesquisa, diagnóstico e a integração do programa, que são feitas pelas relações públicas. Um dos gestores da comunicação coloca que Mas essas relações públicas praticadas hoje pelo programa não se caracteriza ainda como relações públicas comunitárias, mencionada pelos autores, pois se caracteriza mais com uma ação de relações públicas com a comunidade, porque a Univali vai e oferece o que ela quer. Considerações Finais Através do estudo realizado, foi descrito claramente as ações de relações públicas no programa, através de vários instrumentos. Desde a elaboração de cartazes, boletim informativo, folder para divulgação, organização de eventos, participação no programete de rádio, criação de murais, além dessas ações também teve pesquisa de opinião e o planejamento das ações a serem realizadas pelo Projeto Comunicação e Formação para Educação e Cidadania. Foi observado que em 2006 houve uma tentativa de se fazer um trabalho de relações públicas comunitárias e também de comunicação comunitária no Bairro Imaruí. Foi vista está iniciativa através do projeto visita conhecendo nossa cidade, onde teve a inserção do profissional de relações públicas com a comunidade do Imaruí. Na oficina de artesanato, bijuteria e educação para o trabalho, ações que foram realizadas no bairro, também é vista a presença dos profissionais de RP. O assessoramento nas atividades de instituições do bairro também contou com a contribuição das relações públicas com a comunidade. Foi vista aquela inserção tão comentada pelos autores da pesquisa bibliográfica, que diz ser fundamental para relações públicas comunitárias a inserção do profissional dentro da comunidade. Outros fatores importantes em 2006 foram as pesquisas realizadas nas entidades do bairro, para saber o que era necessário naquele momento para a comunidade, para que assim conseguisse realizar um diagnóstico para subsidiar melhor as ações. Houve ainda uma pesquisa de opinião com os moradores do bairro, para saber a manifestação dos mesmos sobre o programa e suas ações. As duas pesquisas citadas acima são relatadas pelos autores como uma das contribuições das relações públicas comunitárias para as comunidades. Observou-se que em 2007 já não tinha a inserção das relações públicas e da comunicação no bairro através de ações mais dirigidas, como as realizadas em Neste ano as atividades ficaram voltadas para a divulgação do programa na comunidade, ou seja, fazer a ponte com a comunidade através da divulgação das ações dos demais eixos no bairro, e é claro a comunicação

14 14 interna do programa, que já vem sendo feita deste de 2006, através de murais, reuniões, formação continuada e o Newsletter. Com isso a hipótese e os objetivos da pesquisa foram respondidos parcialmente. Isto porque em 2006 houve um trabalho de relações públicas comunitárias para o desenvolvimento da cidadania do bairro Imarui através das ações realizadas, e houve uma contribuição importante das relações públicas para a comunicação neste desenvolvimento, através das ações que foram citadas acima. Apesar de que nos anos seguintes (2007 e 2008) a comunicação do programa foi voltada para divulgação. Houve uma contribuição das relações públicas para a comunicação no desenvolvimento comunitário do bairro Imarui, porque a partir do momento que você divulga as ações dos outros eixos da saúde e da educação, você está ajudando no desenvolvimento da cidadania. Pois é a partir da divulgação na comunidade, que as pessoas ficam sabendo das atividades realizadas e assim vão procurar participar das mesmas. Sem a divulgação das atividades, as pessoas nem ficariam sabendo das ações que são realizadas na comunidade. Assim não se envolveriam nos eventos propostos pelo programa e com isso não haveria o desenvolvimento comunitário. O que falta para a atividade de relações públicas é ir até a comunidade e perguntar o que eles precisam naquele momento. Isso não acontece porque a Univali vai a comunidade e oferece o que ela pode oferecer. Talvez não seja o que a comunidade precise naquele momento, com isso ela acaba sendo receptora e não emissora como ela deve ser. Isto acaba sendo uma comunicação com a comunidade. Para que se concretize como relações públicas comunitárias e comunicação comunitária, relatada pelos autores na pesquisa bibliográfica é preciso que se escute a comunidade em que está inserida, ou seja, que ela se torne protagonista das ações. As relações públicas e a comunicação do programa têm potencial para se tornarem comunitárias. O que é preciso é que os gestores e os bolsistas tenham essa visão, o que não acontece, porque a meu ver, a comunicação como um todo não tem essa visão, e não querem ir para comunidade. E, além disso, ainda tem a diminuição de carga horária dos professores, verba e de cortes da Univali para o programa, dificultando ainda mais o trabalho da comunicação. Se continuar assim nunca vão se realizar plenamente como um trabalho de comunicação comunitária.

15 15 Mas apesar disso, é um campo de atuação que só tende a crescer. É uma nova área para as relações públicas atuarem, lógico que para isso é preciso que o profissional de relações públicas tenha uma visão libertadora, um olhar transformador para àquela realidade. E também é preciso que estejam inseridas dentro da comunidade, em ONGS, associações de moradores, escolas, postos de saúde, como relata bem os autores citados na pesquisa bibliográfica. Para complementar o estudo é sugerido a realização de uma pesquisa com a comunidade, para saber se na visão deles houve o desenvolvimento daquela região. Porque esse estudo ficou limitado apenas à análise de documentos, e a visão dos gestores do programa. Referencias CÉSAR, Regina Escudero. Movimentos sociais, comunidade e cidadania. In: KUNSCH, Margarida Maria Krohling; KUNSCH; Waldemar Luiz (Org). Relações públicas comunitária: a comunicação em uma perspectiva dialogada e transformadora. São Paulo: Summus editorial, p CÉSAR, Regina Escudero. Relações públicas frente ao desenvolvimento comunitário. São Paulo, Disponivel em:http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/comunidadeterceirosetor. Acesso em: 20 Set de 2007 KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Dimensões e perspectiva das relações públicas comunitária - KUNSCH, Margarida Maria Krohling; KUNSCH; Waldemar Luiz (org). Relações públicas comunitárias: a comunicação em uma perspectiva dialogada e transformadora. São Paulo: Summus, p KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Relações pública comunitárias: um desafio. São Paulo, Disponível em: Acesso em: 20 Set de 2007 PERUZZO, Cecília Krohling. Relações públicas na historia recente do capitalismo. In: Relações públicas no modo de produção capitalista. 3 ed. São Paulo: Summus Comunicação popular. In: _ Comunicação nos movimentos populares: a participação na construção da cidadania. 3. ed. Rio de Janeiro: vozes, cap. 3, p Relações públicas, movimentos populares e transformação social. São Paulo, Disponível em: Acessado em 03 Agosto de Comunicação comunitária e gestão participativa. In: KUNSCH, Margarida Maria Krohling; KUNSCH; Waldemar Luiz (Org). Relações públicas comunitárias: a comunicação em uma perspectiva dialogada e transformadora. São Paulo: Summus,2007a. p UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI. Relatório do programa de extensão Para Saber Viver. Itajai;

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