Palavras-chave: Conselho de Estado - Abolição - Segundo Reinado

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1 O Negro como Problema : A Escravidão no Conselho de Estado ( ) 1 Ricardo Bruno da Silva Ferreira (UFF/RJ) RESUMO: No decorrer do século XIX, a abolição se tornara um assunto premente na imprensa, na opinião pública e nos círculos políticos. A importância da escravidão para a economia nacional, as pressões internacionais sofridas pelo Brasil e a radicalização dos movimentos emancipatórios demandavam uma solução a ser encontrada pelos estadistas do Império. Tendo em vista a gama de interesses em jogo, o Conselho de Estado se reuniu durante décadas para tratar da temática escravista dispondo de propostas pontuais para equacionar o problema. O colegiado rejeitava a adoção de ações radicais que pusessem em risco a estabilidade política do Império. A entidade foi responsável pela criação do projeto que deu origem a lei do Ventre Livre, em A proposta por ações graduais visava atender minimamente às demandas abolicionistas dentro e fora do Brasil, sem, no entanto, perder importante base de apoio político, os senhores de terras e de escravos. Conforme observamos nas Atas do Conselho de Estado, não havia uma preocupação por parte dos membros da entidade na integração futura dos negros à sociedade monárquica. A questão abolicionista se configurava como uma questão de complexa solução, em que o negro não era tomado como parte ingressante da sociedade futura, mas como problema. Em nossa investigação, fazemos uso de fontes primárias, como a leitura e a análise das Atas do Conselho de Estado, bem como a produção textual de indivíduos que integraram a instituição. Palavras-chave: Conselho de Estado - Abolição - Segundo Reinado 1 Trabalho apresentado na 29ª Reunião Brasileira de Antropologia, realizada entre os dias 03 e 06 de agosto de 2014, Natal/RN. 1

2 INTRODUÇÃO: Este artigo se destina ao estudo do Conselho de Estado do Império do Brasil, recriado pela lei de 23 de novembro de Antes deste, o Primeiro Reinado contou com um Conselho de Estado, que foi extinto pelo Ato Adicional de Conforme disposto no artigo 142 da Constituição Política do Império do Brasil, o Conselho de Estado se reunia em assembleia para tratar dos negócios graves, e medidas gerais da pública Administração; principalmente sobre a declaração de Guerra, ajustes de paz, negociações com as Nações Estrangeiras, assim como em todas as ocasiões, em que o Imperador se proponha exercer qualquer das atribuições próprias do Poder Moderador (BRASIL, 1824). Assim sendo, a principal função da entidade consiste em assessorar o Imperador em temas de relevância política e estratégica que incidam sobre a soberania nacional. Sustentamos que o Poder Moderador possuía uma posição-chave na engenharia institucional do Estado brasileiro devendo ao mesmo a função reguladora de estabelecer os limites e a dinâmica da ordem política. Durante o Segundo Reinado era frequente a crítica de inexistência de um sistema representativo de governo no Brasil. Esse fato deve ser pensado com um pouco mais de cautela, pois como relevou Renato Lessa (1999, p ), a organização política do império não dispensou por completo do princípio da representação, somente optou por um modelo de representação simbólica que tinha como cerne o Poder Moderador como organizador da vida social, ao passo que no modelo representativo clássico (descritivo), a chave do poder assenta-se na comunidade política que delega funções e cargos aos seus dirigentes. Ainda segundo Lessa, a organização política do império prescindia de dois princípios políticos distintos no qual um se sobrepunha ao outro; o princípio hobbesiano do príncipe criador do Estado e organizador da comunidade política conferia ao critério de representação política liberal um papel extremamente limitado. Por conseguinte, o imperador poderia intervir como lhe conviesse para escolher e destituir o Poder Executivo, dissolver a Câmara dos Deputados e controlar diretamente os poderes locais uma vez que o nível de centralização do regime monárquico colocava o imperador como chave da organização política do país. Antes do decreto nº523, D. Pedro II acumulava a função de chefe de governo presidindo o 2

3 Conselho de Ministros. No âmbito do parlamento, o Senado denotava maior importância na configuração política do que a Câmara, devido à vitaliciedade do cargo legislativo. O mandato de um senador decorria da escolha por parte do imperador de uma listra tríplice dos mais bem votados em cada província, onde o número de senadores variava de acordo com o contingente populacional de cada uma. Em relação à Câmara, a troca constante de gabinetes ministeriais acabou por imprimir certa dosagem de instabilidade institucional, pois pouquíssimas legislaturas conseguiram completar os seus respectivos mandatos até o fim. Por último, no topo da elite política imperial estavam os conselheiros de Estado que eram nomeados diretamente pelo imperador, cujos cargos também se caracterizavam pela vitaliciedade. Percebe-se, portanto, que a vida política do império tinha como norte a figura de D. Pedro II que possuía a prerrogativa legal de exercer o poder como bem desejasse, como o legitima o artigo 98 da Constituição Imperial de DESENVOLVIMENTO: O discurso legalista possuía uma importância ímpar como instrumento de controle da ordem e manutenção do status quo. As discussões travadas no Conselho Pleno estavam pautadas no aspecto pragmático da lei, na observância estreita aos fundamentos legais, a fim de evitar posicionamentos radicais a respeito dos fatos. Por trás do invólucro legalista subsistia uma fundamentação política dissimulada pelo aparente aspecto neutro da lei. Dessa forma, a conduta do Conselho Pleno no tratamento da escravidão esteve pautada no indiscutível direito legal de propriedade e pelo argumento do perigo que representava para a manutenção da ordem pública (MARTINS, pág. 344). Como observado nas Atas do Conselho Pleno, a questão do trabalho escravo foi discutido indiretamente em diversas situações, e confrontado inteiramente em algumas oportunidades (RODRIGUES, 1973). Dentre essas ocasiões estavam o período de preparação e elaboração da Lei de Terras e a consulta do Gabinete Zacarias acerca da utilidade na realização da abolição. Data de 30 de julho de 1842, a correspondência do ministro do Império Araújo Viana ao conselheiro de Estado Bernardo Pereira de Vasconcelos notificando o desejo 3

4 do imperador que a seção dos Negócios do Império elaborasse um projeto sobre terras e colonização, para o que enviava em anexo treze diferentes projetos e propostas (MARTINS, pág. 344). Em face da urgência do governo imperial na aprovação da Lei de Terras, o projeto foi debatido em seis sessões do Conselho Pleno no período situado entre setembro e novembro de Diante da aprovação na Câmara dos Deputados, o governo remeteu o projeto novamente à Seção de Negócios do Império no ano seguinte a fim de obter a aprovação no Senado. No entanto, as discussões se estenderam por anos a fio, sendo aprovado somente em Em virtude da ingerência britânica e da constante ameaça à soberania nacional, o tráfico negreiro figurou como tema predominante nas discussões sobre a escravidão no Conselho Pleno. O assunto surge pela primeira vez em março de 1845, na apresentação do então Visconde de Monte Alegre, relator do parecer da Seção de Justiça e Estrangeiros, cuja arguição dispunha sobre a realização de certos ajustes entre os dois países após o fim do tráfico na costa africana, além da proposta de decreto que declarava os limites da jurisdição dos juízes municipais na execução das sentenças das comissões mistas (MARTINS, pág. 345). No mês de junho, o Conselho Pleno recebia outro parecer da Seção de Justiça e Estrangeiros dispondo sobre as medidas a serem adotadas diante do cumprimento ao termo da Convenção de 28 de julho de Posta a matéria em discussão, o parecer foi integralmente aprovado por seis dos nove conselheiros de Estado presentes. O Visconde de Olinda aprovava o parecer solicitando que o texto final incluísse a disposição do governo brasileiro em cooperar com a efetiva extinção do tráfico de escravos. Francisco de Paula Sousa aprovara parcialmente o parecer. O único voto contrário foi de Caetano Maria Lopes Gama que criticou a forma pela qual o governo imperial vinha tratando a questão relativa à convenção, sem negociar com a Grã-Bretanha. O tema seria reconduzido ao Conselho Pleno no mês de setembro mediante a consulta do Executivo, sob os auspícios do ministro dos Negócios Estrangeiros, o visconde de Abaeté. O ministro propôs uma pauta com três tópicos acerca de qual deveria ser a conduta do Brasil após a aprovação do Bill Aberdeen. A maioria do colegiado concordava com a realização do protesto por parte do governo diante do desrespeito à soberania nacional, pois esta se configurava como ato de força e não de direito. O Conselho acenava também para a realização de negociações a fim de alcançar algum acordo; e aprovava as bases do parecer da seção de Estrangeiros do dia 18 de 4

5 abril na condução do assunto. Vasconcelos e Paula Sousa optaram pelo protesto, recusando acordos, pois tal aceite representaria submissão ante a humilhação imposta. No tocante à temática escravista, o governo brasileiro sofreu constante pressão e intromissão da Grã-Bretanha em questões relativas ao fim do tráfico de escravos. Com a aprovação da Lei Eusébio de Queiroz, no ano de 1850, o tráfico de escravos tornara-se cada vez mais uma questão de estado em virtude das pressões externas e do envolvimento direto do imperador no assunto. Assim, o Conselho de Estado tentou atrair para sua alçada processos judiciais que envolviam o tráfico e o comércio ilegal de escravos a fim de assegurar a punição aos responsáveis e consolidar a posição brasileira contrária ao tráfico. A Lei Euzébio de Queiroz, em seu artigo oitavo, já designava o Conselho de Estado como tribunal de segunda instância em processos e recursos envolvendo a apreensão de embarcações acusadas de tráfico, como também na libertação de escravos apreendidos. O julgamento em primeira instância estava a cargo da Auditoria da Marinha. No entanto, a lei criava duas jurisdições diferentes como segunda instância dos processos e recursos envolvendo a questão da punição ao tráfico de escravos. A lei nº 581, datada de 4 de setembro de 1850, estabelecia que as apelações ex offício dos auditores de Marinha e os recursos impetrados pelos réus, ou seja, os proprietários, capitães e pilotos das embarcações, ficariam a cargo dos Tribunais de Relação (MARTINS, pág. 348). Tal situação provocava alguma confusão quanto aos limites de atuação de cada entidade. A partir do aludido artigo da Lei Euzébio de Queiroz, o Conselho de Estado adquiria uma nova atribuição não prevista na Constituição de Ao proferir sentenças, o Conselho de Estado contraía uma função deliberativa, que destoava do caráter consultivo da instituição. Outro problema decorria de garantir a efetividade punitiva em relação ao tráfico sem transgredir a independência e os limites dos poderes constitucionais. A solução encontrada consistia em persuadir a opinião pública do teor administrativo da ação do Conselho. Deste modo, no mês de novembro de 1850, após amplo debate, um documento foi elaborado visando elucidar a atuação do Conselho Estado, baseando-se, por um lado, na diferenciação entre razão de estado e a política, tema essencial às questões administrativas; por outro, ratificando as atribuições originárias da entidade. Este projeto, aprovado pela própria instituição, dava ao Conselho amplos poderes nas questões de presas e indenizações. Com a aprovação da 5

6 Lei Euzébio de Queiroz, muitos processos relativos ao tráfico de escravos foram parar na seção de Justiça. No período compreendido entre dezembro de 1850 e dezembro de 1851, foram registrados 23 processos que contaram com a apreensão de 2300 africanos (MARTINS, pág. 348). Além do trabalho intenso, o Conselho tinha que lidar cotidianamente com as pressões internacionais e com a prevaricação das autoridades locais no cumprimento da lei. No âmbito local, verificou-se uma tentativa constante de proteção de proprietários e comerciantes de escravos. A questão da escravidão não se limitava a discussão de processos referentes ao tráfico e comércio ilegal de africanos, mas também a uma série de processos criminais levados ao colegiado por razões diversas. Observa-se um volume significativo de solicitações de penas capitais de réus escravos na Seção de Justiça. Na verdade, a legislação em vigor possuía caráter dúbio e complexo quanto à temática escravista. Assim, o Conselho de Estado, frequentemente, opinava sobre a sentença do acusado, como também esclarecia dúvidas acerca da legislação vigente. O projeto de lei que a seção desejava implementar buscava simplificar um trâmite já existente. O Conselho de Estado seguia a opinião que a prudência no trato da escravidão devia nortear a discussão, pois se receava o acirramento de um debate público, capaz de ocasionar desordem e a reprovação das nações estrangeiras. Além do mais, não haveria uma legislação específica que regulasse a escravidão após a lei de 1835, demandando assim, uma maior cautela no assunto. Em 1855, Augusto Teixeira de Freitas, responsável pela preparação do futuro código civil, afirmou que a escravidão do ponto de vista legal era lastreada pela omissão do Estado. O tema da escravidão só retornou ao Conselho Pleno no ano de 1866, quando o presidente do Conselho de Ministros Zacarias de Goes e Vasconcelos solicitou o parecer acerca da utilidade de alforriar os escravos para aumentar o efetivo militar do Brasil no front paraguaio. Aberta a discussão, os conselheiros atentaram que o tema requeria cautela e responsabilidade, sendo reforçado pelo marquês de Olinda que a escravidão é uma chaga que não se deve tocar. A maioria dos conselheiros de Estado atentou que o tema requeria uma grande dose de cautela para não afetar a ordem pública e a segurança dos proprietários. Nabuco 6

7 de Araújo e Sousa Franco defenderam a emancipação dos escravos aptos à atividade militar. Por outro lado, Pimenta Bueno e Abaeté sustentaram que o governo incentivasse os proprietários a enviarem os escravos para serem incorporados ao Exército. Com o passar dos anos a pressão acerca de uma solução para a questão da escravidão se intensificava, e a adoção de medidas abolicionistas fora suscitada por diversas vezes durante o período imperial, sobretudo, no Parlamento. Além de que a guerra civil americana era frequentemente lembrada como exemplo da ameaça que o país incorria em não se defrontar seriamente com a questão da escravidão. Ao que tudo indica D. Pedro II manifestou ao presidente do Conselho de Ministros Zacarias de Góes e Vasconcelos a adoção de medidas relativas à emancipação no ano de Entretanto, a crise na região do Prata acarretou o adiamento da questão até o ano de 1866, quando Zacarias retorna ao poder e dá continuidade ao projeto de emancipação gradual. Este projeto estava a cargo de Pimenta Bueno, convidado pelo Imperador, um ano antes, para elaborar o documento. Durante o curto governo do marquês de Olinda, não interessado em dar fôlego ao projeto emancipatório, a questão abolicionista foi tratada de forma indireta. Seguida a apresentação do tema pelo gabinete Zacarias, o Conselho de Estado retoma o debate em abril de Uma carta datada de fevereiro deste ano, dirigida aos membros da instituição, argumentava que (MARTINS, pp ) O problema da extinção da escravatura no Brasil, visto o estado atual da opinião do mundo civilizado, requer da sabedoria e previdência dos altos poderes do Império o mais sério cuidado para que os acontecimentos, que vão acelerando por toda a parte o termo deste trato, hoje condenado sem reserva, não venham colher desprevenido o governo em assunto tão grave e onde melhor que a ninguém lhe cabe a iniciativa a fim de obviar grandes perturbações e desgraças. Posto isso, deseja o governo que o Conselho de Estado, examinando acuradamente a matéria do indicado problema, se prepare para no dia de março ou abril, que for oportunamente marcado, emitir o seu esclarecido parecer sobre os seguintes pontos: 1. Convém abolir diretamente a escravidão? 2. Quando deve ter lugar a abolição? 3. Como, com que cautelas e providências cumpre realizar essa medida? O ofício vinha acompanhado de um trabalho composto por cinco projetos elaborados por José Antônio Pimenta Bueno, além de um relatório justificativo. Segundo Zacarias, este trabalho deveria nortear o debate no Conselho. Nestes projetos já estavam postos as bases do que viria a ser a Lei do Ventre Livre, expondo matérias 7

8 como a liberdade dos nascidos após a publicação da lei, a criação de juntas protetoras da emancipação nas províncias, a matrícula compulsória dos escravos rurais, alforria dos escravos após cinco anos, e dos que constituíam propriedade das ordens religiosas, além da extinção definitiva até No dia 2 de abril de 1867, o Conselho Pleno se reuniu para discutir o tema. Antônio Paulino Limpo de Abreu, visconde de Abaeté, iniciou o debate proferindo longo discurso em que argumentava as vantagens da escravidão se extinguir naturalmente, sem a ação direta do governo. Para Abaeté, a população escrava tenderia inevitavelmente ao desaparecimento após o fim do tráfico, não sendo necessária qualquer medida nesse sentido. Acrescenta ainda que o problema seria solucionado, sem que para isso, o país atravessasse crises econômicas e sociais, sem ferir o direito de propriedade, nem por em risco a ordem pública. A opinião predominante no Conselho de Estado era que a discussão da escravidão demandava grande cautela. Qualquer medida sobre o referido tema devia ser exaustivamente discutido para não comprometer a ordem e a estabilidade do regime. No geral, os conselheiros compreendiam a importância da abolição, porém, esta deveria ser feita gradualmente, sem solavancos, de modo a resguardar a estabilidade monárquica. Visava-se, por conseguinte, a adoção de medidas em longo prazo. Na verdade, segundo o discurso dominante, a questão deveria ser tratada em momento oportuno, quando o país não atravessasse crise econômica e política, e a guerra com o Paraguai tivesse terminado. Apesar do reconhecimento que a escravidão constituía um problema, ao longo de décadas, os conselheiros se esquivaram do tema, tratando-o somente, quando, eram diretamente confrontados. O pretexto para o constante protelamento residia na dificuldade de uma solução satisfatória para a questão da escravidão. Argumentavam que a abolição poderia trazer prejuízos à lavoura, lesar o direito de propriedade, além dos possíveis abalos à ordem pública. Os conselheiros de Estado Itaboraí, Euzébio de Queiroz, o barão de Muritiba e o visconde do Rio Branco compartilhavam da opinião que a abolição deveria ocorrer gradualmente. Rio Branco argumentava que a discussão era ainda recente no país, que nenhum partido tomou para si a causa abolicionista, e que as pressões internas eram ínfimas. Defendia uma abolição gradual e urgia pelo adiamento do debate. Acerca das pressões internacionais sofridas pelo Brasil, notadamente, por Inglaterra e França, Rio Branco argumentava que o peso da escravidão era reduzido nestes países, pois esta 8

9 sucedera apenas em suas colônias. O único exemplo que poderia ser aproximado do caso brasileiro se deu nos Estados Unidos, cuja abolição custou rios de sangue e uma guerra civil. Os únicos a defenderem a abolição imediata foram Nabuco de Araújo e o visconde de Jequitinhonha. Apenas o marquês de Olinda criticou a ideia da abolição gradual, pois a adoção de tais medidas poderia causar distúrbios e insurreições. Sob a chancela do Imperador, o governo organizou uma comissão dentro do Conselho de Estado para tratar do tema da emancipação tendo como base as apreciações dos seus membros nas reuniões anteriores. Nesta sessão, datada de 9 de abril, a seguinte comissão foi formada: Nabuco de Araújo, relator do projeto, Salles Torres Homem, visconde de Inhomirim e Araújo Viana. Cerca de um ano depois, no dia 16 de abril de 1868, a comissão apresentou ao Conselho Pleno os resultados do trabalho. Os artigos do projeto de lei foram intensamente discutidos em quatro reuniões na entidade em época ao qual o país atravessava uma crise ministerial. De um modo geral, o projeto foi bem aceito pelos membros do Conselho de Estado, que destacaram a importância e a urgência do tema. Ainda se fazia ouvir algumas críticas do ano anterior. Somente dois conselheiros manifestaram oposição sistemática ao projeto: o barão de Muritiba e o marquês de Olinda. A despeito de questões pontuais e formalidades jurídicas, o debate se concentrou em problemas específicos. O primeiro artigo, que declarava a condição de livres aos filhos de escravas nascidos após a publicação da lei suscitou ampla discussão. O artigo em questão referia-se aos filhos de escravas como ingênuos. A polêmica se devia, pois o uso da referida expressão, poderia ser tomada como reconhecimento de direitos políticos. Outro ponto polêmico do debate, abordado preliminarmente nas discussões de 1867, era o direito de indenização dos proprietários de escravos. Alguns conselheiros, como o barão de Bom Retiro, consideravam justa a indenização uma vez que o documento impunha ao proprietário a responsabilidade pelo sustento dos nascituros até os 21 anos. Estes conselheiros argumentaram que a legislação brasileira sempre reconheceu o direito de propriedade, inclusive, em matéria de escravidão. Na defesa do projeto, Nabuco de Araujo buscou responder as críticas e observações levantadas durante a sessão, em especial, a fala do barão de Muritiba. 9

10 Segundo Nabuco de Araújo, não havia o que se temer em relação ao abandono dos nascituros pelos fazendeiros, já que devido ao envelhecimento dos escravos e o fim do tráfico, estes formariam a futura mão de obra das propriedades agrícolas. De modo enfático, Nabuco de Araújo afirmou que o fato dos nascituros serem considerados ingênuos, se deve à condição de terem nascido livres; e uma vez liberto, não há explicação que alije o indivíduo dos direitos políticos. Rebateu ainda a posição do barão de Bom Retiro, que defendia o direito de indenização dos fazendeiros, argumentando que não há fato jurídico que justifique o ressarcimento sobre algo que não lhes pertence. O relator do projeto concluía sua fala dizendo que nenhum país reconheceu o direito de indenização aos fazendeiros por conta de leis emancipatórias aos filhos de escravas. Estes dois pontos foram derrotados dentro do Conselho. A Lei do Ventre Livre, aprovada em 1871, retirou do texto final a caracterização dos nascituros como ingênuos, além de assegurar o direito de indenização aos fazendeiros. Longe de constituir uma posição unânime, a questão da escravidão nos permite compreender os desacordos e conflitos internos que marcaram a instituição. Os principais defensores do projeto eram além de Nabuco de Araújo, relator do projeto, São Vicente, Rio Branco e Jequitinhonha. Este último foi o autor do primeiro projeto acerca da abolição, apresentado ao Senado em 1865, de caráter bem mais radical. Diante da impossibilidade na aprovação da emancipação imediata, que esta ocorresse então, de forma gradual. Deriva de tal posição, o apoio de Jequitinhonha aos projetos de São Vicente, e Nabuco de Araujo, respectivamente. Ponto de vista contrário foi manifestado pelo marquês de Olinda, pelo barão de Muritiba e pelo visconde de Itaboraí, que afirmavam que ainda não havia chegado o momento para a adoção de quaisquer medidas abolicionistas. O projeto que deu origem a Lei do Ventre Livre foi a última grande contribuição do Conselho de Estado ao problema da escravidão. Após a publicação da referida lei, o assunto só veio a ser discutido em três oportunidades, diga-se de passagem, de forma secundária, nos anos de 1872, 1884 e Nos três casos, o pedido de dissolução da Câmara por parte dos ministérios consistia a matéria principal das discussões no Conselho. A conduta do governo no processo de abolição teria sido o motivo alegado de confronto entre os gabinetes e o Legislativo. 10

11 CONCLUSÃO: A dificuldade em se encontrar uma solução satisfatória para o problema da escravidão fez com que o Conselho de Estado assumisse uma atitude protelatória. Tornou-se lugar comum nas arguições dos conselheiros o reconhecimento da importância do tema, porém este merecia o máximo de cautela, preferindo-se a realização de ações em longo prazo. Na hierarquia de valores do estrato mais elevado da elite política nacional, a ordem pública e o reconhecido direito de propriedade se impuseram sobre a liberdade. O assunto causava desconforto e carecia de soluções práticas relativas à substituição da mão de obra escrava. Desde o período regencial, o governo imperial vinha sofrendo constantes pressões externas para extinguir o tráfico da escravatura. Estas pressões foram intensificadas nas primeiras décadas do Segundo Reinado, com medidas concretas de repressão ao tráfico e o comércio ilegal de escravos. A questão parecia insolúvel mesmo após o fim do tráfico para os primeiros conselheiros de Estado das décadas de 1840 e Para os membros da década de 1860 em diante, a questão era ainda mais problemática, evitando-se ao máximo qualquer tentativa de debate público. O apelo à manutenção da ordem pública formava a diretriz argumentativa dos membros da instituição. Ao se evitar o debate, evitavam-se as mudanças. Fica assim evidente que o Conselho de Estado, a partir de certo momento, se tornou ineficiente na tarefa de lidar satisfatoriamente com a questão abolicionista. 11

12 Referências Bibliográficas: ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, ASSUF, Maurício. O Conselho de Estado. Rio de Janeiro: Guavira Editores, BRASIL. Constituição (1824). Constituição Política do Império do Brazil. Disponível em < >. Acesso em 20 de maio BRASIL. Lei nº 4, de 10 de junho de Determina as penas com que devem ser punidos os escravos, que matarem, ferirem ou cometerem outra qualquer ofensa física contra seus senhores, etc.; e estabelece regras para o processo. Disponível em: < Acesso em 20 maio BRASIL. Decreto de 9 de março de Disponível em: < publicacaooriginal pe.html>. Acesso em 20 maio CARVALHO, José Murilo de. O Brasil no Conselho de Estado: Imagem e Modelo; vol. 25, nº 3, A construção da ordem: a elite política imperial. Teatro de sombras: a política imperial. 3ªed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, CARVALHO, José Murilo de; NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das (org). Repensando o Brasil dos Oitocentos. Cidadania, política e liberdade, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, COSTA, Emília Viotti da. A abolição. 8ª ed. rev. e ampl. São Paulo: Editora UNESP, LESSA, Renato. A Invenção Republicana: Campos Sales, as Bases e a Decadência da Primeira República Brasileira. 2ªed. Rio de Janeiro: Topbooks, MARTINS, Maria Fernanda Vieira. A velha arte de governar: um estudo sobre política e elites a partir do Conselho de Estado ( ). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, RODRIGUES, José Honório (org). Atas do Conselho de Estado. Brasília: Senado Federal,

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