Seminário: O impacto da Lei no /2007 no fechamento das Demonstrações Financeiras de CT.Cláudio Morais Machado Conselheiro CFC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Seminário: O impacto da Lei no. 11.638/2007 no fechamento das Demonstrações Financeiras de 2008. CT.Cláudio Morais Machado Conselheiro CFC"

Transcrição

1 Seminário: O impacto da Lei no /2007 no fechamento das Demonstrações Financeiras de 2008 CT.Cláudio Morais Machado Conselheiro CFC

2 Instrumento Financeiro: Derivativo DEFINIÇÃO (com base no CPC 14) Derivativo é um instrumento financeiro ou outro contrato com todas as seguintes três características: 1. seu valor se altera em razão das alterações de taxas (juro, câmbio), de preços (instrumento financeiro, commodity), índices (de preços ou de taxas) e outras variáveis; 2. não é necessário desembolso inicial ou é menor do que o exigido para outros tipos de contratos de semelhante resposta às mudanças nos fatores de mercado considerados; e 3. deve ser liquidado em data futura.

3 DERIVATIVO Conceito (Fortuna, Eduardo. Mercado Financeiro, 17ª ed. Qualimark.RJ.2008) Um derivativo é um ativo ou instrumento financeiro, cujo preço deriva de um ativo ou instrumento financeiro de referência que justifica a sua existência, seja com a finalidade de obtenção de um ganho especulativo em si próprio, ou, e principalmente, como hedge (proteção) contra eventuais perdas no ativo ou instrumento financeiro de referência. O Mercado de Derivativos é o mercado de liquidação futura onde são eles operados. São: Mercado de futuros - Mercado a termo Mercado de opções Mercado de swaps e Mercado de Derivativos Específicos.

4 DINÃMICA DAS BOLSAS Investidor do mercado primário ESPECULADOR CORRETORAS Investidor e Hedger Gestor Financeiro PREGÃO DA BOLSA DE VALORES / FUTUROS CIA DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA

5 Derivativos As IAS 32 e 39 aborda outros itens que não foram considerados pelo CPC 14, ficando para a segunda fase de harmonização dos Instrumentos financeiros ( IFRS 7) Instrumento Financeiro Hibrido, quando contém direito de conversão para instrumento de patrimônio, o emissor deve identificar os componentes correspondentes. Derivativos embutidos: quando embutidos em um contrato-mãe não inteiramente relacionados, devem ser contabilizado como um derivativo isolado. Regras de baixa (ou desreconhecimento) de ativos e passivos financeiros: Fluxo de decisões para determinar a baixa ou não de um ativo transacionado, tendo como foco se o controle, direitos, obrigações e os riscos foram integralmente transferidos também ).

6 DERIVATIVOS O BCB estabeleceu o regramento dos registros contábeis das operações com instrumentos financeiros derivativos pela Circular 3082/01 (COSIF 1.4.1) que, em síntese, são: - nas operações a termo: registro na adequada conta do ativo ou passivo, na data da operação, pelo valor final contratado, deduzido da diferença entre esse valor e o preço a vista, em subtítulo retificador de uso interno, reconhecendo as receitas e despesas em razão do prazo de fluência dos contratos; - nas operações com opções: registro na adequada conta do ativo ou passivo, na data da operação, do valor dos prêmios pagos ou recebidos, respectivamente, nela permanecendo até o efetivo exercício da opção, se for o caso, quando então deve ser baixado como redução ou aumento do custo do bem ou direito, pelo efetivo exercício, ou como receita ou despesa, no caso de não exercício, conforme o caso;

7 DERIVATIVOS O BCB estabeleceu o regramento (cont.): - nas operações de futuro: registro do valor dos ajustes diários na adequada conta do ativo ou passivo, devendo ser apropriados como receita ou despesa, no mínimo, por ocasião dos balancetes mensais e balanços; - nas operações de swap (permuta): registrado do diferencial a receber ou a pagar na adequada conta de ativo ou passivo, devendo ser apropriado como receita ou despesa, no mínimo, por ocasião dos balancetes mensais e balanços. Todas estas operações com derivativos devem ser avaliadas pelo valor de mercado, no mínimo, por ocasião dos balancetes mensais e balanços, computando-se a valorização ou desvalorização no resultado do período.

8 HEDGE Conceito: é a operação com instrumento financeiro derivativo com o objetivo de proteção em relação a um risco específico determinado e documentado; ou seja, a designação de um ou mais derivativos com o objetivo de compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes da exposição às variações no valor de qualquer ativo, passivo, compromisso ou transação futura prevista, registrado contabilmente ou não, ainda a grupos ou partes desses itens com características similares e cuja resposta ao risco objeto do hedge ocorra de modo semelhante.

9 Tipos de HEDGES (classificação: - Hedges de Valor Justo: de proteção à variação no valor justo de um ativo ou passivo reconhecido, como um todo ou em parte. - Hedges de Fluxo de Caixa: de proteção à variação nos fluxos de caixa futuros relacionados a um ativo, passivo ou compromisso assumido. - Hedges de Investimento no exterior: de proteção de investimento em entidade estrangeira e deve ser tratado como hedge de fluxo de caixa. O BCB, para as IFs, somente admitiu dois tipos de operações de hedge: - Hedge de risco de mercado; e - Hedge de fluxo de caixa

10 Contabilização das Operações de HEDGES: A Norma Internacional e agora a brasileira, impõe normas rígidas para a contabilização do hedge, o hedge accounting, em termos de: - documentação completa do risco objeto de hedge; - comprovação da efetividade esperada de proteção à entidade (de 80% a 125%); - a forma de proteção e as políticas da administração de risco e sua estratégia; - previsão de renovação ou nova contratação de hedge para objetos protegidos de vencimento posterior; - demonstração da necessidade de proteção de fluxo de caixa para não afetar o resultado da entidade.

11 Contabilização das Operações de HEDGES: - Hedges de Valor Justo: as variações tanto nos valores justos do instrumento de hedge como do item objeto (protegido) são reconhecidos no resultado no momento de sua ocorrência (efeitos antecipados para o momento que afetam resultados).

12 Contabilização das Operações de HEDGES: Hedges de Fluxo de Caixa: as variações do valor justo do instrumento de hedging são reconhecidas diretamente no patrimônio líquido ( ajustes de avaliação patrimonial) até que esses fluxos de caixa futuro ocorram (efeito é retardado até que afete resultados). Hedges de Investimento Liquido: a variação do valor justo do instrumento é lançada contra reserva do PL onde são lançados os ganhos e perdas na tradução de tal investimento.

13 Evidenciação/divulgação dos Instrumentos Financeiros Derivativos o O objetivo da evidenciação é que as entidades apresentem o efetivo disclosoure que possibilite, aos usuários das demonstrações contábeis, a capacidade de avaliação da significância de instrumentos financeiros derivativos na posição financeira e patrimonial. Para tanto, é obrigatória a divulgação, em NEs às DCs, de informações qualitativas e quantitativas relativas aos instrumentos financeiros derivativos (CPC 14). o Quando da Fase II, estas demonstrações também deverão apresentar a natureza e a extensão dos riscos relacionados com os instrumentos financeiros nelas contidos, o grau de exposição e o modelo adotado para a administração destes mesmos riscos (IFRS 07).

14 Informações qualitativas e quantitativas a destacar na obrigatória divulgação dos Derivativos em NEs: - política de utilização; - objetivos e estratégias de gerenciamento de riscos; - riscos associados a estratégias adotadas; controles internos e parâmetros de gerenciamento; - valor justo, critérios de mensuração, métodos e premissas; - valores em contas patrimoniais segregados por categorias, risco e estratégia de atuação, separando os de hedge;

15 Informações qualitativas e quantitativas a destacar na obrigatória divulgação dos Derivativos em NEs (cont.): - agrupar valores por ativo, indexador, contraparte, locais e faixas, destacando valores de custo, justo e risco da carteira; - ganhos e perdas no período, agrupados em categorias; - principais transações e compromissos futuros objeto de hedge patrimonial fluxo de caixa; - valor e tipo de margens de garantia; - razões de mudança na classificação dos instrumentos; e - efeitos da adoção inicial do procedimento (CPC 14).

16 Evidenciação de Riscos: Na Fase II de harmonização de Instrumentos Financeiros, serão considerados novos e mais específicos aspectos sobre riscos, tratando-os separadamente segundo o seu tipo, natureza e extensão, sob os aspectos qualitativos e quantitativos: - Risco de Crédito; - Risco de Mercado; e - Risco de Liquidez. CMN/BCB já emitiram seus regulamentos sobre estes riscos, em harmonia com IFRS 7, inclusive com regramento para risco operacional.

17 Anexo do CPC 14: Guia de Implementação. O CPC 14 apresenta em anexo, em forma didática, vários exemplos de operações com instrumentos financeiros derivativos, denominado Guia de Implementação do Pronunciamento. Será apresentado, para demonstração, o exemplo número 01: hedge de valor justo de estoque usando contratos futuros, de forma simplificada;

18 Anexo do CPC 14: Guia de Implementação. Exemplos apresentados no Guia: 1. hedge de valor justo de estoque usando contratos futuros; 2. hedge de luxo de caixa de venda projetada usando contrato a termo; 3. hedge de valor justo de divida pré-fixada com swap de taxa de juros; 4. hedge de fluxo de caixa de dívida pós-fixada com swap de taxa de juros; 5. hedge de fluxo de caixa de emissão projetada de dívida usando futuros; 6. hedge de fluxo de caixa de recebível em moeda estrangeira usando contrato a termo; 7. hedge de valor justo de compromisso firme em moeda estrangeira usando contrato a termo; 8. swap de troca de moedas (valor justo por meio de resultado).

19 1. Hedge de valor justo de estoque usando contratos futuros (simplificado): - Empresa ABC - Estoque em 1º/12/20X0: - Material: cobre - Q = quilos - PU/custo = $ 0,70/quilo - PU/mercado = $ 0,80/quilo - Valores: Custo $ ,00 e valor justo de $ ,00. - Material será utilizado em produção vendida em 02/20X1. - Empresa ABC decide fazer hedge do valor do seu cobre, tomando posição vendida no mercado futuro de cobre, em 9 contratos de quilos (padrão), ao preço de $ 0,795/quilo, para vencto em 19/02/20X1. - Designação do hedge: proteção do valor justo às mudanças nos preços spot. - Eficácia esperada do hedge: se o valor do cobre cai, o estoque da ABC perde valor que será compensado pela posição vendida no mercado futuro de cobre, baseado em experiências anteriores.

20 Comportamento subseqüente dos preços: Datas À Vista no Mercado Local PREÇO DO QUILO DE COBRE À vista na Bolsa Preço Futuro p/entrega em 02/20X1 1º/12/20X0 $ 0,800 $ 0,790 $ 0,795 31/12/20X0 $ 0,840 $ 0,832 $ 0,836 19/02/20X1 $ 0,860 $ 0,855 $ 0,853

21 - Real efetividade do hedge: Datas Mudança cumulativa no Estoque No valor baseado no preço à vista no Mercado Local Na posição futura devido a mudança de preço na Bolsa. Índice de eficiência do hedge 31/12/20X0 ($ 0,840 - $ 0,800) por kg x kg = $ 9.000,00 de GANHO ( 0,790-0,832) por kg x kg = $ 9.450,00 de PERDA $ 9450,00 / $ 9.000,00 = /02/20X1 ($ 0,860- $ 0,800) por kg x kg = $ ,00 de GANHO ( 0,790-0,855) por kg x kg = $ ,00 de PERDA $ ,00 / $ ,00 = Efetividade deve ser entre 0,8 e 1,25, sendo o melhor ponto 1,0. - Deveria ser medida com base nas mudanças do preço spot.

22 Contabilização movimentação de 01/12 e 31/12/20X0: Data Discriminação Contas e histórico Débito Crédito Conta de Commodities 5.400,00 01/12/20X0 Caixa 5.400,00 - Ref. a margem incial de R 600,00 por 9 contratos Conta Commodities 9.225,00 Caixa 9.225,00 - Ref. Pagtos à Bolsa por ajustes diários para cobrir perdas de $ 1,025 por contrato (($ 0,795 - $ 0,836) x 9) Adequada Conta de Resultados 9.225,00 31/12/20X0 Conta de Commodities 9.225,00 - Ref. Às perdas realizadas na posição futura por meio dos ajustes diários Estoque de Cobre 9.000,00 Adequada Conta de Resultados 9.000,00 - Ref. Ao ajuste a valor justo do estoque devido à mudança do preço à vista de cobre na região da empresa ABC, de $ 0,80 para $ 0,84.

23 Contabilização movimentação de 19/02/20X1 Data Discriminação Contas e histórico Débito Crédito 19/02/20X1 Conta de Commodities Caixa Ref. Aos pagamentos adicionais para cobrir perdas - ajustes diários Adequada Conta de Resultados Conta de Commodities Ref. A perdas realizadas na posição futura - ajustes diários Estoque de Cobre Adequada Conta de Resultados Ref. Ao ajuste do valor do estoque ref. Às mudanças do preço spot de cobre no mercado local da empresa ABC, de $ 0,84 par $ 0,86 Caixa Conta de Commodities Ref. Ao retorno do depósito de margem

24 EXERCÍCIO PRÁTICO (EXEMPLO): Instrumentos Financeiros INSTRUMENTO DE FIXAÇÃO DE CONCEITOS # Adaptado de exercício de autoria do Prof.Dr. Jorge Katsumi Niyama, Curso de Contabilidade Internacional. CFC/08.

25 EXERCÍCIO PRÁTICO (EXEMPLO): Uma instituição financeira brasileira tinha em TVMs diversos, na sua posição contábil do balancete de 30/11/XX, assim classificados por categorias: EVENTOS CLASSE DE TVMS EM NEGOCIAÇÃO CATEGORIAS DE TVMS DISPONÍVEIS P/VENDA MANTIDOS ATÉ VENCTO AA , , ,00 SALDO INICIAL BB ,00 - CC ,00 SOMA (1) , , ,00

26 Em 31/12/XX, todos os títulos renderam 1% de rendimento no período. EVENTOS CLASS E OU TIPOS DE TÍTUL OS EM NEGOCIAÇÃO CATEGORIAS DE TVMS DISPONÍVEIS P/VENDA MANTIDOS VENCTO ATÉ SALDO INICIAL , , ,00 RENDIMENTO PERÍODO: 1% - DO AA 100,00 50,00 40,00 BB - 70,00 - CC ,00 SOMA (2) 100,00 120,00 100,00 LANÇAMENTOS DEBITA TVMS CREDITA RESULT SALDO COM RENDIMENTOS , , ,00

27 Em 31/12/XX, a instituição financeira, após apurada análise da sua Carteira de TVMs, com as devidas justificativas sobre o exigido nas normas regulamentares, decidiu proceder as seguintes transferências de categoria dos TVMs: a) da categoria em negociação para a mantidos até o vencimento, todos os títulos AA; b) 50% dos títulos BB da categoria disponíveis para venda, para a de em negociação e os 50% para a de mantidos até o vencimento ; c) os títulos CC da categoria mantidos até o vencimento para a de títulos em negociação.

28 EVENTOS CLASSE OU TIPOS DE TÍTULOS EM NEGOCIAÇÃO CATEGORIAS DE TVMS DISPONÍVEIS P/VENDA MANTIDOS ATÉ VENCTO SALDO ANTES DA TRANSF , , ,00 AA (10.100,00) ,00 TRANSFER. BB 3.535,00 (7.070,00) 3.535,00 CC 6.060,00 (6.060,00) SOMA (3) 9.595, , ,00 LANÇAMENTOS DEBITA TVMS - SUBTÍTULOS ADEQUADOS CREDITA TVMS - SUBTÍTULOS ADEQUADOS

29 Os valores de mercado do referidos títulos foram de: - títulos AA foi de ,00, 5.120,00 e 4.100,00, respectivamente; - títulos BB foi de 7.085,00 - títulos CC foi de 5.990,00 EVENTOS CLASSE TIPOS TÍTULOS OU DE EM NEGOCIAÇÃO CATEGORIAS DE TVMS DISPONÍVEIS P/VENDA MANTIDOS ATÉ VENCTO SALDO C/REND , , ,00 AVALIAÇÃO MERCADO/VLR. JUSTO A AA - 70,00 - BB 7, CC (70,00) - LANÇAMENTO D/C TVMS DEBITA TVMS - D/C RESULTADOS CREDITA AJUSTE PL - SALDO FINAL 9.532, , ,00

30 OBRIGADO PELA ATENÇÃO VAMOS AO DEBATE

Instrumentos Financeiros

Instrumentos Financeiros Contabilidade Avançada Instrumentos Financeiros Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 32/39 e IFRS7 (IFRS 9 em desenvolvimento) No CPC: CPC 38/39/40 e OCPC 03 Essência dos Instrumentos

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

INSTRUMENTOS FINANCEIROS

INSTRUMENTOS FINANCEIROS INSTRUMENTOS FINANCEIROS Afonso Henrique Carvalho França* DEFINIÇÕES O Comitê de Pronunciamento Contábil emitiu durante o ano de 2009 os seguintes pronunciamentos sobre os instrumentos financeiros: CPC

Leia mais

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - SECRETARIA EXECUTIVA

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - SECRETARIA EXECUTIVA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - SECRETARIA EXECUTIVA DELIBERAÇÃO Nº 550, DE 17 DE OUTUBRO DE 2008: Dispõe sobre a apresentação de informações sobre instrumentos financeiros derivativos em nota explicativa

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40. Instrumentos Financeiros: Evidenciação

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40. Instrumentos Financeiros: Evidenciação COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 Instrumentos Financeiros: Evidenciação Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 7 Índice Item OBJETIVO 1 2 ALCANCE 3 5

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.198/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.198/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 19.34 para NBC TG 40 e de outras normas citadas: de NBC T 17 para NBC TG 05; de NBC T 7 para NBC TG 02; de NBC T 19.11

Leia mais

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias

Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias 1 - Os títulos e valores mobiliários adquiridos por instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

4. Operações Interfinanceiras de Liquidez, Operações com Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos

4. Operações Interfinanceiras de Liquidez, Operações com Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos 1 4. Operações Interfinanceiras de Liquidez, Operações com Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos 1. Classificação dos Títulos e Valores Mobiliários em Categorias 1 - Os títulos e valores mobiliários

Leia mais

Disponibilização de relatórios de acesso público. RB Capital DTVM

Disponibilização de relatórios de acesso público. RB Capital DTVM Disponibilização de relatórios de acesso público RB Capital DTVM Maio 2011 Objetivo Este documento tem como objetivo estabelecer um guia para a elaboração da descrição da estrutura de gestão de risco de

Leia mais

I - com atributos UBDKIFJACTSWEROLMNHZ e códigos ESTBAN e de publicação 130 e 140, respectivamente:

I - com atributos UBDKIFJACTSWEROLMNHZ e códigos ESTBAN e de publicação 130 e 140, respectivamente: CARTA-CIRCULAR 3.026 -------------------- Cria e mantém títulos e subtítulos no Cosif, esclarece acerca dos critérios a serem observados para o ajuste decorrente da aplicação do disposto nas Circulares

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. CPC 12 Ajuste a Valor Presente.

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. CPC 12 Ajuste a Valor Presente. COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS - CPC CPC 12 Ajuste a Valor Presente. Estabelece a obrigatoriedade do ajuste a valor presente nos realizáveis e exigíveis a longo prazo e, no caso de efeito relevante,

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL / composição 1

BALANÇO PATRIMONIAL / composição 1 BALANÇO PATRIMONIAL / composição 1 ATIVO CIRCULANTE Compreende contas que estão constantemente em giro, sua conversão em moeda corrente ocorrerá, no máximo, até o próximo exercício social. As contas devem

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA TÓPICO: AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL E AJUSTES DE CONVERSÃO Patrimônio Líquido Após as alterações Capital Social Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 24/2009 Prazo: 25 de setembro de 2009 PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: EVIDENCIAÇÃO

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 24/2009 Prazo: 25 de setembro de 2009 PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: EVIDENCIAÇÃO Prazo: 25 de setembro de 2009 PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 40 INSTRUMENTOS FINANCEIROS: EVIDENCIAÇÃO A Comissão de Valores Mobiliários CVM, em conjunto com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), submete

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

2. Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros

2. Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 35. Instrumentos Financeiros 1. Conceitos 1 - Para fins de registro contábil, considera-se: (Res 3534 art 2º) a) instrumento

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 38. Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 38. Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 Índice OBJETIVO 1 Item

Leia mais

Prezado(a) Concurseiro(a),

Prezado(a) Concurseiro(a), Prezado(a) Concurseiro(a), A prova do TCM/RJ foi realizada no último final de semana e vou aproveitar para resolver as questões de Contabilidade Geral de forma simplificada e objetiva (nos cursos online,

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e Adequação do Patrimônio de Referência (PR) Circular Bacen 3.477/09

Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e Adequação do Patrimônio de Referência (PR) Circular Bacen 3.477/09 2013 Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido (PRE) e Adequação do Patrimônio de Referência (PR) Circular Bacen 3.477/09 2 ÍNDICE: 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS...

Leia mais

Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria

Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria Sumário 1 Introdução... 1 2 Instrumentos Financeiros e Conceitos Correlatos... 2 3 Classificação e Avaliação de Instrumentos Financeiros... 4 4 Exemplos s Financeiros Disponíveis para Venda... 7 4.1 Exemplo

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração

NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração Objetivo 1 O objetivo desta Norma é estabelecer princípios para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns

Leia mais

Instrumentos Financeiros e Derivativos Investimentos Temporários

Instrumentos Financeiros e Derivativos Investimentos Temporários Instrumentos Financeiros e Derivativos Investimentos Temporários Aplicações da Lei 11.638/07, da MP449/08 e do CPC 14 Prof. Dr. Fernando Caio Galdi Fucape Business School Instrumentos Financeiros Não derivativos

Leia mais

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 Pronunciamento CPC 013 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08 Antônio Carlos Palácios Vice-Presidente

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições

RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições RESOLUÇÃO Nº 4.263, DE 05 DE SETEMBRO DE 2013 Dispõe sobre as condições de emissão de Certificado de Operações Estruturadas (COE) pelas instituições financeiras que especifica. O Banco Central do Brasil,

Leia mais

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis Observação: Este Sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado

Leia mais

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC

O Comitê de Pronunciamentos - CPC. Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade - FBC O Comitê de Pronunciamentos - CPC Irineu De Mula Diretor da Fundação Brasileira de - FBC Objetivo: O estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de e a divulgação de informações

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

Política Contábil de Investimentos

Política Contábil de Investimentos Política Contábil de Investimentos 1 Sumário CONCEITUAÇÃO... 4 OBJETIVO... 4 REFERÊNCIA NORMATIVA... 4 APLICAÇÃO... 5 DEFINIÇÕES... 6 PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS CONTÁBEIS... 8 Influência Significativa...

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 475, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO CVM Nº 475, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a apresentação de informações sobre instrumentos financeiros, em nota explicativa específica, e sobre a divulgação do quadro demonstrativo de análise de sensibilidade. Revoga a Instrução CVM

Leia mais

1. PÚBLICO-ALVO: O fundo é destinado a investidores em geral que pretendam buscar investimentos com rentabilidade superior ao CDI.

1. PÚBLICO-ALVO: O fundo é destinado a investidores em geral que pretendam buscar investimentos com rentabilidade superior ao CDI. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS HEDGE CLASSIQUE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO LONGO PRAZO CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações

Leia mais

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis www.pwc.com.br Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis Novembro de 2013 Agenda 2013 Normas novas e revisadas IAS 1 Apresentação das demonstrações financeiras

Leia mais

HSBC Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Tripla Vantagem CNPJ nº 09.522.596/0001-64

HSBC Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Tripla Vantagem CNPJ nº 09.522.596/0001-64 HSBC Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo Tripla Vantagem CNPJ nº 09.522.596/0001-64 (Administrado pelo HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo CNPJ nº 01.701.201/0001-89) Demonstrações financeiras

Leia mais

Os títulos de renda fixa são caracterizados pó terem previamente definida a forma de remuneração. Esses títulos podem ser prefixados ou pós-fixados.

Os títulos de renda fixa são caracterizados pó terem previamente definida a forma de remuneração. Esses títulos podem ser prefixados ou pós-fixados. Faculdades Integradas Campos Salles Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Aplicada às Instituições Financeiras Professor: Adeildo Paulino Aula: 12/05/2012 Matéria: Títulos e Valores Mobiliários

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 604, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2009

DELIBERAÇÃO CVM Nº 604, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2009 Aprova os Pronunciamentos Técnicos CPC 38, 39 e 40, do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que tratam do reconhecimento e mensuração, da apresentação e da evidenciação de instrumentos financeiros. A PRESIDENTE

Leia mais

Aula Nº 7 Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatórios Financeiros IFRS

Aula Nº 7 Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatórios Financeiros IFRS Aula Nº 7 Adoção pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relatórios Financeiros IFRS Objetivos da aula: Nesta aula veremos como cada empresa deve fazer pela primeira vez a adoção do IFRS. Como ela

Leia mais

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa outubro/2010 1 SIMPLIFICAÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS: Pronunciamento CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (225 páginas)

Leia mais

Risco de Crédito Estrutura de gerenciamento do risco de crédito

Risco de Crédito Estrutura de gerenciamento do risco de crédito Risco de Crédito Estrutura de gerenciamento do risco de crédito Dezembro/2008 Agenda 1. Histórico 2. Escopo de Aplicação 3. Estrutura da Norma 4. Detalhamento da Norma Normativos similares Histórico Resolução

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº Informações referentes à Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o

Leia mais

Banco Volkswagen S.A. Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes

Banco Volkswagen S.A. Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras consolidadas em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes Aos administradores Banco Volkswagen S.A. Examinamos as demonstrações

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Parte 1: PRINCÍPIOS GERAIS DO COSIF. Questão 1

LISTA DE EXERCÍCIOS. Parte 1: PRINCÍPIOS GERAIS DO COSIF. Questão 1 LISTA DE EXERCÍCIOS Parte 1: PRINCÍPIOS GERAIS DO COSIF Questão 1 Fonte: Esaf Concurso Analista do Banco Central 2002 Questão 2 As normas e procedimentos, bem como as demonstrações financeiras padronizadas

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

Sicredi - Fundo de Investimento em Ações Petrobras (CNPJ n 08.336.054/0001-34) (Administrado pelo Banco Cooperativo Sicredi S.A.

Sicredi - Fundo de Investimento em Ações Petrobras (CNPJ n 08.336.054/0001-34) (Administrado pelo Banco Cooperativo Sicredi S.A. Sicredi - Fundo de Investimento em Ações Petrobras (CNPJ n 08.336.054/0001-34) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (anteriormente denominado Fundo de Garantia da Bolsa de Valores de São Paulo)

Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (anteriormente denominado Fundo de Garantia da Bolsa de Valores de São Paulo) 1. Contexto operacional A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), por força do disposto no regulamento anexo à Resolução no. 2.690, de 28 de janeiro de 2000, do Conselho Monetário Nacional, mantinha um

Leia mais

CIRCULAR N¼ 3.086, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2002

CIRCULAR N¼ 3.086, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2002 CIRCULAR N¼ 3.086, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2002 Estabelece critžrios para registro e avalia o cont bil de t tulos e valores mobili rios e de instrumentos financeiros derivativos pelos fundos de investimento

Leia mais

O FIOSAÚDE está adotando, no que aplica, as Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09 em suas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2011.

O FIOSAÚDE está adotando, no que aplica, as Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09 em suas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2011. Notas explicativas às Demonstrações Contábeis do Exercício Findo em 31 de dezembro de. (Valores expressos em Reais) 1. Contexto Operacional A Caixa de Assistência Oswaldo Cruz FIOSAÚDE, pessoa jurídica

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 45. Divulgação de Participações em Outras Entidades

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 45. Divulgação de Participações em Outras Entidades COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 45 Divulgação de Participações em Outras Entidades Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 12 (IASB - BV 2012) Índice Item

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

Contabilização de planos de benefícios segundo o CPC 33 Benefícios a empregados (IAS 19)

Contabilização de planos de benefícios segundo o CPC 33 Benefícios a empregados (IAS 19) Contabilização de planos de benefícios segundo o CPC 33 Benefícios a empregados (IAS 19) Classificação, contabilização de planos de contribuição definida e introdução aos planos de benefício definido.

Leia mais

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS]

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] [POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] Este documento aborda o processo de seleção e alocação de valores mobiliários da Interinvest Data de Publicação: Abril de 2012 Política de Investimentos 1. Conteúdo do Documento

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB BV2010) Índice OBJETIVO Item ALCANCE

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa

NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa NCRF 2 Demonstração de fluxos de caixa Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 - Demonstrações de Fluxos de Caixa, adoptada pelo texto

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 partes

Leia mais

CORREÇÃO PROVA AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL - 2014

CORREÇÃO PROVA AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL - 2014 Olá, pessoal. Como estão? A seguir a correção da prova de Agente de Polícia Federal, realizada neste final de semana, pelo CESPE. Há possibilidade de recurso na questão 86, sobre superveniências e insubsistências!

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 14. Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 14. Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 14 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 e IAS 32

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I DETALHAMENTO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO APLICÁVEL À PROVA DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA GERAL 10º EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA 1. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL. a) A LEGISLAÇÃO SOBRE A ÉTICA PROFISSIONAL

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Interpretação de IT 12 para ITG 12 e de outras normas citadas: de NBC T 19.1 para NBC TG 27; de NBC T 19.7 para NBC TG 25; de NBC

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras

Leia mais

Programas de Auditoria para Contas do Ativo

Programas de Auditoria para Contas do Ativo Programas de Auditoria para Contas do Ativo ATIVO CIRCULANTE Auditoria Contábil PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO CIRCULANTE Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras Contas a Receber Estoques Impostos a Recuperar

Leia mais

Derivativos Oportunidades e Alternativas de Proteção. 17 de setembro de 2008

Derivativos Oportunidades e Alternativas de Proteção. 17 de setembro de 2008 Derivativos Oportunidades e Alternativas de Proteção 17 de setembro de 2008 Presença Global do Unibanco O Unibanco é um dos maiores conglomerados financeiros do Brasil, presente nos principais centros

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e 2012 KPDS 82388 Ourinvest Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Demonstrações

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 46 Mensuração do Valor Justo

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 46 Mensuração do Valor Justo COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 46 Mensuração do Valor Justo Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 13 (IASB - BV 2012) Índice Item OBJETIVO 1 4 ALCANCE

Leia mais

Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC. 2011 Deloitte Touche Tohmatsu. Todos os direitos reservados.

Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC. 2011 Deloitte Touche Tohmatsu. Todos os direitos reservados. Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC Agenda Objetivos da Instrução CVM n o 489 Cronograma de implantação Novos requerimentos da Instrução CVM n o 489 Principais desafios na implementação

Leia mais

Roteiro completo para a contabilização e conferencia da Dívida Fundada

Roteiro completo para a contabilização e conferencia da Dívida Fundada Roteiro completo para a contabilização e conferencia da Dívida Fundada 1º - Transferência da dívida permanente de longo prazo para a dívida permanente de curto prazo. Em conformidade a Lei n 6.404/1976

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos Relatório de Gerenciamento de Riscos Informações Adicionais e Dados Quantitativos Avaliação da adequação do Patrimônio de Referência (PR) face à estrutura e contexto operacional O processo de monitoramento

Leia mais

Salus Infraestrutura Portuária S.A.

Salus Infraestrutura Portuária S.A. Salus Infraestrutura Portuária S.A. Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2014 e Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Deloitte

Leia mais

Prazos e Riscos de Mercado

Prazos e Riscos de Mercado Prazos e Riscos de Mercado A Pilla Corretora oferece aos seus clientes uma gama completa de produtos e serviços financeiros. Nossa equipe de profissionais está qualificada para atender e explicar tudo

Leia mais

FUNDO DE GARANTIA DA BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO

FUNDO DE GARANTIA DA BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO FUNDO DE GARANTIA DA BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2005 E 2004 E PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES A BDO International é

Leia mais

NBC T 19.17 - AJUSTE A VALOR PRESENTE CPC 12

NBC T 19.17 - AJUSTE A VALOR PRESENTE CPC 12 NBC T 19.17 - AJUSTE A VALOR PRESENTE CPC 12 FEVEREIRO DE 2008 1 AJUSTE A VALOR PRESENTE - AVP O AVP tem como objetivo o ajuste para demonstrar o valor presente de um fluxo de caixa futuro. Que pode estar

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização Patrimônio R$ Mil Líquido 1.DISPONIBILIDADES 8 0,03 Depósitos

Leia mais

Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento

Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento Pág: 1/18 Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento Pág: 2/18 Módulo 4 - Princípios de Investimento Neste módulo são apresentados os principais fatores para a análise de investimentos,

Leia mais

Comparações entre Práticas Contábeis

Comparações entre Práticas Contábeis IAS 12, SIC-21, SIC-25 SFAS 109, I27, muitas questões EITF NPC 25 do Ibracon, Deliberação CVM 273/98 e Instrução CVM 371/02 Pontos-chave para comparar diferenças D i f e r e n ç a s S i g n i f i c a t

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO TÉCNICA OCPC 03. Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO TÉCNICA OCPC 03. Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO TÉCNICA Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação Índice Item INTRODUÇÃO IN1 IN9 OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 7 RECONHECIMENTO

Leia mais

Gestão Tesouraria e Derivativos Prof. Cleber Rentroia MBA em Gestão Financeira Avançada

Gestão Tesouraria e Derivativos Prof. Cleber Rentroia MBA em Gestão Financeira Avançada 1. O direito de compra de um ativo, a qualquer tempo, pelo respectivo preço preestabelecido, caracteriza uma opção? a) Européia de venda b) Européia de compra c) Americana de venda d) Americana de compra

Leia mais

Princípios primeiros pronunciamentos para orientação de contadores;

Princípios primeiros pronunciamentos para orientação de contadores; ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA DA CONTABILIDADE Prof. Francisco Marcelo Avelino Junior, MsC. EVOLUÇÃO HISTÓRICA Princípios primeiros pronunciamentos para orientação de contadores; Princípios Contábeis representam

Leia mais

RISCO DE TESOURARIA. Gestão de Operações de SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW O SEU FORMADOR

RISCO DE TESOURARIA. Gestão de Operações de SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW O SEU FORMADOR INSCREVA-SE EM 912 570 003 www.formiventos.com Curso Prático Gestão de Operações de RISCO DE TESOURARIA SAIBA COMO REALIZAR UMA GESTÃO EFICIENTE, REDUZIR OS RISCOS E CONTROLAR O CASH FLOW Lisboa, 18,19

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB BV2010) Índice OBJETIVO Item ALCANCE

Leia mais

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente.

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. Evelyse Amorim Lourival Amorim Florianópolis, 11 de novembro de 2014 ITG 2002 Introdução e Principais

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO FINDO EM 30 DE SETEMBRO

Leia mais

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais