DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ NSG FINPAR S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

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1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 5 Demonstração do Fluxo de Caixa 6 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2012 à 31/12/ Demonstração do Valor Adicionado 8 DFs Consolidadas Balanço Patrimonial Ativo 9 Balanço Patrimonial Passivo 10 Demonstração do Resultado 11 Demonstração do Resultado Abrangente 12 Demonstração do Fluxo de Caixa 13 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2012 à 31/12/ Demonstração do Valor Adicionado 15 Relatório da Administração 16 Notas Explicativas 17 Pareceres e Declarações Parecer dos Auditores Independentes 26 Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras 28 Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores Independentes 29

2 Dados da Empresa / Composição do Capital Número de Ações (Unidades) Último Exercício Social 31/12/2012 Do Capital Integralizado Ordinárias Preferenciais 0 Total Em Tesouraria Ordinárias 0 Preferenciais 0 Total 0 PÁGINA: 1 de 29

3 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Outros Ativos Circulantes Outros Dividendos a Receber Ativo Não Circulante Investimentos Participações Societárias Participações em Controladas PÁGINA: 2 de 29

4 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Outras Obrigações Outros Dividendos e JCP a Pagar Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Reservas de Capital Adiantamento para Futuro Aumento de Capital Reservas de Lucros Reserva de Retenção de Lucros 374 PÁGINA: 3 de 29

5 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.04 Despesas/Receitas Operacionais Resultado de Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo do Período Lucro por Ação - (Reais / Ação) Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/2012 PÁGINA: 4 de 29

6 DFs Individuais / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Lucro Líquido do Período Resultado Abrangente do Período 463 PÁGINA: 5 de 29

7 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Lucro/ Prejuizo do Exercício Resultado de Participação em controladas Caixa Líquido Atividades de Investimento Aquisição de Investimento Caixa Líquido Atividades de Financiamento Aumento de Capital Adiantamento para futuro aumento de Capital Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes 11 PÁGINA: 6 de 29

8 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2012 à 31/12/2012 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.04 Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Dividendos Adiantamento para futuro aumento de capital Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Saldos Finais PÁGINA: 7 de 29

9 DFs Individuais / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período 463 PÁGINA: 8 de 29

10 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo Títulos Disponíveis para Venda Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Despesas Antecipadas Outros Ativos Circulantes Outros Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo Títulos Disponíveis para Venda Investimentos Participações Societárias Outras Participações Societárias Imobilizado Imobilizado em Operação Intangível Intangíveis 47 PÁGINA: 9 de 29

11 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Fiscais Obrigações Fiscais Federais Imposto de Renda e Contribuição Social a Pagar Outras Obrigações Fiscais Municipais Outras Obrigações Outros Dividendos e JCP a Pagar Negociação e Intermediação de Valores Diversas Patrimônio Líquido Consolidado Capital Social Realizado Reservas de Capital Adiantamento para Futuro Aumento de Capital Reservas de Lucros Reserva de Retenção de Lucros 374 PÁGINA: 10 de 29

12 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Receita Bruta de Serviços Impostos sobre Serviços Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas Gerais e Administrativas Despesa de Pessoal Despesas de amortização e depreciação Serviços tecnicos e especializados Serviços de terceiros Processamento de dados Outras Outras Receitas Operacionais Operação com títulos e e valores mobiliários Outras Outras Despesas Operacionais Despesas Tributárias Outras Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Lucro por Ação - (Reais / Ação) Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/2012 PÁGINA: 11 de 29

13 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Lucro Líquido Consolidado do Período Resultado Abrangente Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora 669 PÁGINA: 12 de 29

14 DFs Consolidadas / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro/ Prejuizo no exercício Depreciações e amortizações Ajuste de exercícios anteriores Variações nos Ativos e Passivos Outros Créditos Outros Valores e bens Outras Obrigações Títulos e valores mobiliários Caixa Líquido Atividades de Investimento Aquisição de Imobilizado Caixa Líquido Atividades de Financiamento Adiantamento para futuro aumento de capital Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes 413 PÁGINA: 13 de 29

15 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2012 à 31/12/2012 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Constituição do Capital Social Adiantamento para Futuro Aumento de Capital Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado 5.01 Saldos Iniciais Ajustes de Exercícios Anteriores Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Dividendos Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Saldos Finais PÁGINA: 14 de 29

16 DFs Consolidadas / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Insumos Adquiridos de Terceiros Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Receitas Financeiras Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta F.G.T.S Outros I.N.S.S Impostos, Taxas e Contribuições Federais Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período 669 PÁGINA: 15 de 29

17 Relatório da Administração RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO NSG FINPAR S/A EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 Senhores Acionistas, Rio de Janeiro, 03 de abril de Em conformidade com a legislação em vigor e com as disposições estatutárias, submetemos à apreciação dos senhores o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da NSG FINPAR S/A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e demonstrativo dos fluxos de caixa para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas Considerações Gerais sobre a Companhia O Capital social é constituído de ações ordinárias nominativas, integralizados na sua totalidade, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 (um real) cada. Em 02 de outubro de 2012, a Companhia aprovou o aumento de capital social de seu controlador, no valor de R$ ,00 por meio de conferência das ações da NSG Capital Serviços Financeiros DTVM S.A. passando a NSG FINPAR, a partir dessa data, a ser a controladora da mencionada Companhia. Em 31 de dezembro de 2012, o índice do Patrimônio de Referência em relação aos ativos ponderados do conglomerado financeiro é de 55,73% superior, portanto, ao índice mínimo exigido pelos normativos, que é de 11%. Em 23 de janeiro de 2013 foi realizada a integralização do capital social, pela NSG Capital Serviços Financeiros, Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, no valor de R$ 302, na controlada, NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S/A. A Companhia obteve, em 26 de março de 2013, o registro de número , na Comissão de Valores Mobiliários como Companhia Aberta, na categoria B. Atenciosamente, Luiz Eduardo Franco de Abreu Diretor Presidente Paulo José de Lima Diretor de Relações com Investidores Marcio Pelizzon da Silva CRC/114336/O-6 PÁGINA: 16 de 29

18 Notas Explicativas NSG FINPAR S/A. Notas Explicativas da Administração às Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2012 (Em milhares de reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A NSG FINPAR S/A foi constituída em 27 de março de A sede da Companhia está localizada na cidade do Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro, na praia de Botafogo, 440, 6º andar - parte. A Companhia tem como objeto social a participação, como acionista ou quotista, no capital social de Instituições Financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A Companhia possui o registro de número , na Comissão de Valores Mobiliários, como Companhia Aberta, na categoria B. A Companhia apresenta lucro relacionado a participações em controladas no exercício findo em 31 de dezembro de APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As informações, em 31 de dezembro de 2012 foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e os pronunciamentos, interpretações e orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que estão em conformidade com as normas internacionais de relatório financeiro, IFRS (International Financial Reporting Standards). A Administração da Companhia autorizou a conclusão das informações em 03 de abril de 2013, considerando os eventos subsequentes ocorridos até esta data. 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) O resultado é apurado em conformidade com o regime de competência. b) Os ativos circulante e realizável a longo prazo são demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias (em base pro rata dia) e cambiais auferidos, deduzidos das correspondentes rendas de realização futura e/ou provisões para perdas. c) O Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução nº 3.604/08 do Conselho Monetário Nacional (C.M.N.), inclui dinheiro em caixa, depósito bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valor, com prazo de vencimento inferior ou igual a 90 dias. PÁGINA: 17 de 29

19 Notas Explicativas 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS--CONTINUAÇÃO d) Os títulos e valores mobiliários são avaliados e classificados de acordo com os critérios estabelecidos pela Circular BACEN nº 3.068/01, nas seguintes categorias: I - títulos para negociação; II - títulos disponíveis para venda; e III -títulos mantidos até o vencimento. Os títulos e valores mobiliários classificados na categoria I são ajustados pelo valor de mercado, sendo estes ajustes com contrapartida em conta de resultado, e os classificados na categoria II são registrados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos, em contrapartida do resultado e avaliados ao valor de mercado em contrapartida de conta específica do patrimônio líquido, líquidos dos efeitos tributários. Os títulos e valores mobiliários classificados na categoria III são avaliados pelo respectivo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos intrínsecos auferidos, reconhecidos em conta de resultado. e) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários e demais direitos e obrigações, quando aplicável, é calculado com base em preços de mercado, modelos de avaliação de preços ou, ainda, com base no preço determinado para outros investimentos financeiros com características semelhantes. Assim, quando da liquidação financeira destes ativos e passivos, os resultados poderão ser diferentes das estimativas. f) As participações em controladas são avaliadas pelo método de equivalência patrimonial. g) O imobilizado de uso é registrado pelo custo de aquisição. A depreciação é calculada pelo método linear com base no prazo de vida útil econômica dos bens. Os gastos diferidos correspondem, principalmente, a gastos com desenvolvimentos logiciais. A amortização é calculada pelo método linear com base nos prazos estimados de utilização e/ou de locação. h) Os passivos circulante e exigível a longo prazo são demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos e as variações monetárias (em base pro rata dia) e/ou cambiais incorridos. i) O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes, e obrigações legais, fiscais e previdenciárias são efetuados de acordo com os critérios descritos abaixo: Contingências ativas Não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos. Contingências passivas São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são apenas divulgados em notas explicativas, enquanto aqueles classificados como perda remota não requerem provisão e divulgação. Obrigações legais fiscais e previdenciárias - Referem-se a demandas judiciais onde estão sendo contestadas a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos e contribuições. O montante discutido é quantificado, registrado contabilmente. j) A provisão para imposto de renda, quando aplicável, é constituída com base no lucro real (tributável) à alíquota de 15%, acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável anual e a provisão para contribuição social à alíquota de 15%, conforme legislação em vigor. PÁGINA: 18 de 29

20 Notas Explicativas 3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS--CONTINUAÇÃO k) O lucro (prejuízo) por ação, quando aplicável, é calculado considerando-se a média ponderada da quantidade de ações ordinárias e preferenciais em circulação na data de encerramento do período. 4 Caixa e equivalentes de caixa Controladora Consolidado Descrição 31/12/ /12/2012 Caixa e equivalente de caixa Disponibilidades Títulos e valores mobiliários Os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira própria da distribuidora estão classificados na categoria disponível para venda e podem ser assim demonstrados: Carteira própria Títulos públicos federais Controladora Consolidado 31/12/ /12/2012 Custo Vencimento Mercado Custo Vencimento Mercado Letras Financeiras do Tesouro /03/ Letras Financeiras do Tesouro /03/ Letras Financeiras do Tesouro /09/ Outros Créditos Controladora Consolidado 31/12/ /12/2012 Outros créditos Serviço prestado a receber Adiantamentos e antecipações salariais - 1 Circulante Não circulante - - PÁGINA: 19 de 29

21 Notas Explicativas 7 Investimentos - Participações em controladas Os dados referentes à controlada, na data do balanço, são demonstrados como se segue: 31/12/2012 Resultado de Saldo Percentual de Capital Patrimônio Participações contábil dos participação social líquido em controladas Investimentos Controlada direta NSG Capital DTVM S/A 100% Controlada indireta NSG Positiva CCTVM S/A 100% Outras Obrigações Controladora Consolidado 31/12/ /12/2012 Fiscais e previdenciárias Impostos e contribuições a recolher Negociação e intermediação de valores Credores conta liquidações pendentes Diversas Despesas de pessoal Valores a pagar Sociais e estatutárias Dividendos a pagar Patrimônio Líquido 9.1 Capital social O Capital social é constituído de ações ordinárias nominativas, integralizados na sua totalidade, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 1,00 (um real) cada. Em 02 de outubro de 2012, a Companhia aumentou seu capital social no valor de R$ ,00 por meio de conferência das ações da NSG Capital Serviços Financeiros DTVM. PÁGINA: 20 de 29

22 Notas Explicativas 9.2 Resultado por ação O calculo básico de lucro por ação é feito através da divisão do lucro (prejuízo) líquido do exercício, atribuído aos detentores de ações ordinárias da Companhia, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias disponíveis durante o período. O lucro (prejuízo) diluído por ação é calculado através da divisão do lucro (prejuízo) líquido atribuído aos detentores de ações ordinárias da controladora (após o ajuste referente aos juros sobre as ações preferenciais conversíveis e sobre títulos conversíveis, em ambos os casos líquido de impostos) pela quantidade média ponderada de ações ordinárias disponíveis durante o período mais a quantidade média ponderada de ações ordinárias que seriam emitidas na conversão de todas as ações ordinárias potenciais diluídas em ações ordinárias. A Companhia não possui ações em tesouraria. 9.2 Reserva legal Constituída à alíquota de 5% do lucro líquido, antes de qualquer outra destinação, limitada a 20% do capital social. Em função do lucro acumulado remanescente no exercício, a Companhia constituiu reserva legal de R$ Reserva estatutária De acordo com o Estatuto, esta reserva tem por finalidade a manutenção de capital de giro e seu montante está limitado ao saldo do capital social. Em função do lucro acumulado remanescente no exercício, a Companhia constituiu reserva estatutária de R$ Distribuição de lucros Os acionistas têm direito a dividendos mínimos de 10% sobre o lucro líquido do exercício ajustado nos termos do artigo 202 da Lei nº 6.404/76. O valor dos dividendos a pagar em 31 de dezembro de 2012 é de R$ Ativos e passivos contingentes e obrigações legais fiscais e previdenciárias Não foram reconhecidos ativos e passivos contingentes e, tampouco, existem processos classificados como prováveis e/ou passíveis de realização. Com relação a obrigações legais fiscais e previdenciárias, a Companhia não está contestando judicialmente a legalidade e constitucionalidade de tributos e contribuições. A Companhia não é objeto de disputas judiciais. 11 Cobertura de seguros A Companhia não possuía seguros contratados em 31 de dezembro de PÁGINA: 21 de 29

23 Notas Explicativas 12 Despesas gerais e administrativas Controladora Consolidado 31/12/ /12/2012 Despesas de água, energia e gás - (59) Despesas de aluguéis - (614) Despesas de comunicações - (182) Despesas de manutenção e conservação de bens - (104) Despesas de material - (75) Processamento de dados - (514) Despesas de promoções e relações públicas - (117) Despesas de propaganda e publicidade - (195) Despesas do sistema financeiro - (259) Serviços de terceiros - (2.915) Serviços técnicos e especializados - (3.466) Despesas de transporte - (49) Despesas de viagem no país - (454) Outras despesas administrativas - (430) - (9.433) 13 Receita de prestação de serviços Controladora Consolidado 31/12/ /12/2012 Taxa de administração de fundos Comissões sobre intermediação financeira Colocação de títulos Rendas de Serviços de Custódia - 11 Rendas de Corretagens Instrumentos financeiros derivativos Em 31 de dezembro de 2012, a Companhia controladora não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos. A Distribuidora está autorizada a realizar operações com instrumentos financeiros derivativos, que se destinam a atender às necessidades próprias e de seus clientes, a fim de reduzir sua exposição a riscos de mercado, moeda e juros. A administração desses riscos é efetuada através da determinação de limites e do estabelecimento de estratégias de operação. Durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012, não houve operações com instrumentos financeiros derivativos no consolidado. PÁGINA: 22 de 29

24 Notas Explicativas 15 Transações com partes relacionadas As operações com partes relacionadas são realizadas em termos equivalentes aos que são contratados nas transações com partes independentes. Em 2012, a empresa possui as seguintes transações com partes relacionadas: Controladora Grau de Relação 31/12/2012 Ativo Circulante 89 Dividendos a receber NSG Capital DTVM S/A Controlada 89 Passivo Circulante 89 Dividendos a pagar NPF Participações Acionista 89 Patrimônio Líquido 10 AFAC - Adiantamento para futuro aumento de capital NPF Participações Acionista 10 Consolidado Grau de Relação 31/12/2012 Ativo Circulante Outros valores a receber NSG Capital DTVM S/A Controlada 5 Dividendos a Receber NSG Capital DTVM Controlada Passivo Circulante Outros valores a pagar NSG Positiva CCTVM S/A Controlada 5 Dividendos a pagar Positiva CCTVM S/A Controlada NSG Capital DTVM S/A Controlada 89 PÁGINA: 23 de 29

25 Notas Explicativas 16 Remuneração do pessoal chave da administração Não houve remuneração do pessoal chave da administração no período, no balanço individual. No consolidado a remuneração foi de R$ 106. Tais remunerações são consideradas benefícios de curto prazo. 17 Gerenciamento de Risco a) Risco de mercado O risco de mercado está ligado à possibilidade de perda por oscilação de preços e taxas em função dos descasamentos de prazos, moedas e indexadores das carteiras ativa e passiva da empresa. A política da instituição, em termos de exposição ao risco de mercado é conservadora, com limites definidos e validados pela Diretoria Executiva, sendo o cumprimento deste, acompanhado diariamente. Dessa forma, a estrutura de gerenciamento do risco de mercado da empresa está apta a avaliar e monitorar os riscos associados, garantido a eficiência na gestão de riscos, controlando ainda o PRE (Patrimônio de Referência Exigido) de sua carteira conforme determina a Resolução nº 3.490/07 do Banco Central do Brasil. O relatório de políticas de risco de mercado está à disposição dos interessados na sede da instituição. b) Risco de crédito É a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados. A política de crédito da distribuidora considera variáveis internas, como os critérios para avaliação econômico-financeira dos clientes, a evolução e concentração da carteira, os níveis de inadimplência registrados, as taxas de retorno, a qualidade da carteira e variáveis externas, como o ambiente econômico e as taxas de juros. c) Risco de liquidez De acordo com a Resolução nº do Banco Central do Brasil, risco de liquidez é definido como a possível ocorrência de descasamentos entre o fluxo de recebimentos e pagamentos que possam afetar a solvência da instituição. Levando-se em consideração que os ativos sofrem restrição de liquidez, a identificação dos momentos nos quais a instituição poderá ter problemas dessa natureza é fundamental para a antecipação de planos de contingência, que tem como objetivo manter o bom funcionamento do negócio. Para administrar a liquidez do caixa, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, com base em modelos estatísticos e econômico-financeiros, que são acompanhados diariamente pela área de risco. d) Risco operacional Conforme Resolução nº 3.380/06, informamos que a instituição dispõe de estrutura de gerenciamento de risco operacional, capaz de identificar, avaliar, monitorar, controlar e mitigar os riscos associados as suas atividades. O risco operacional é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou eventos externos. A instituição desenvolve permanentemente políticas, sistemas e controles internos para a mitigação e controle de possíveis perdas advindas da exposição de riscos inerente às suas atividades, com um conjunto de processos e rotinas adequados às suas modalidades operacionais, visando monitorar, controlar e assegurar o cumprimento das regras e normas aplicáveis para que práticas inadequadas não comprometam a condição dos negócios e acarretem perdas financeiras. O relatório de risco operacional está à disposição dos interessados na sede da instituição. PÁGINA: 24 de 29

26 Notas Explicativas 18 Acordo Basiléia As instituições financeiras estão obrigadas a manter um patrimônio líquido compatível com o grau de risco da estrutura de seus ativos, conforme Resolução CMN nº 2.099/1994 e legislação complementar. Em 31 de dezembro de 2012, o índice do Patrimônio de Referência em relação aos ativos ponderados do conglomerado financeiro é de 55,73% superior, portanto, ao índice mínimo exigido pelos normativos, que é de 11%. 19 Eventos subsequentes Em 23 de janeiro de 2013 foi realizada a integralização do capital social, pela NSG Capital Serviços Financeiros, Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, no valor de R$ 302, na controlada, NSG Positiva Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S/A. A Companhia obteve, em 26 de março de 2013, o registro de número , na Comissão de Valores Mobiliários como Companhia Aberta, na categoria B. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Luiz Eduardo Franco de Abreu Diretor Presidente. Ivete Magali Winter Reis - Conselheira Renan Winter Reis - Conselheiro CONTADOR RESPONSÁVEL Marcio Pelizzon da Silva CRC RJ /O-6 PÁGINA: 25 de 29

27 Pareceres e Declarações / Parecer dos Auditores Independentes Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis Aos Administradores e Acionistas da NSG FINPAR S/A Rio de Janeiro - RJ Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da NSG FINPAR S/A., identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da NSG FINPAR S/A em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas Em nossa opinião as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da NSG FINPAR S/A em 31 de dezembro de 2012 o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos Demonstrações do Valor Adicionado Examinamos também as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. PÁGINA: 26 de 29

28 Rio de Janeiro, 03 de abril de HLV Auditores S/S CRC - RJ 2899 Horácio Leite Pereira Contador CRC-RJ /O-5 PÁGINA: 27 de 29

29 Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras DECLARAÇÃO Declaramos, na qualidade de diretores da NSG FINPAR S/A., sociedade por ações, com sede na Praia de Botafogo, 440, 6 andar, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ, inscrita no CNPJ/MF sob o nr / , nos termos do inciso V do parágrafo 1 do artigo 25 da Instrução CVM nr. 480 de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de Rio de Janeiro, 03 de abril de Luiz Eduardo Franco de Abreu Paulo José Lima Diretor-Presidente Diretor de Relações com Investidores PÁGINA: 28 de 29

30 Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores Independentes DECLARAÇÃO Declaramos, na qualidade de diretores da NSG FINPAR S/A., sociedade por ações, com sede na Praia de Botafogo, 440, 6 andar, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ, inscrita no CNPJ/MF sob o nr / , nos termos do inciso V do parágrafo 1 do artigo 25 da Instrução CVM nr. 480 de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia HLV AUDITORES S/S, referente às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de Rio de Janeiro, 03 de abril de Luiz Eduardo Franco de Abreu Paulo José Lima Diretor-Presidente Diretor de Relações com Investidores PÁGINA: 29 de 29

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