DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

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1 CRC-DF DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Domingos Poubel de Castro Brasília/DF, 18 de Maio de 2012

2 NECESSIDADES PERMANENTES DO GESTOR INFORMAÇÕES CONTROLE

3 Cenário Externo /

4 As Fases da História das Organizações Era da Agricultura Era Industrial Era da Informação Sustentabilidade Globalização Marketing: Retomada a Grande Recessão Transição para a Industrialização Crescimento Industrial Era dos Excessos Era dos Limites Fase Artesanal

5 Impactos nas informações da contabilidade clientes processo tecnologia efetividade estruturação /

6 Dos atos às informações Orçamento Patrimônio Resultado Finanças Custos I N F O R M A Ç Õ E S Balancete Gestão de Estoque, Compras e Faturamento Orçamento Gestão Contábil Gestão De Bens Contratos/Convênios Gestão Financeira Gestão Fiscal Gestão de Pessoas FINALÍSTICAS Produtos Bens/Serviços Recursos Financeiros GESTÃO Recursos INTERNA Recursos Tecnológicos Humanos Recursos Materiais /

7 Integração entre as informações Orçamentárias e Contábeis OBJETIVO DO ORÇAMENTO MATERIALIZAR O PLANEJAMENTO COM DESTAQUE PARA AS AÇÕES (FÍSICAS E FINANCEIRAS) MOSTRAR O QUE A ENTIDADE FAZ OBJETIVO DO GESTOR FAZER ACONTECER E PRESTAR CONTAS OBJETIVO DA CONTABILIDADE MENSURAR O PATRIMÔNIO E SUAS VARIAÇÕES COM DESTAQUE P/ O PAT. LÍQUIDO MOSTRAR O QUE A ENTIDADE POSSUI AUDITORIA INTERNA AVALIAR RISCOS CGU AVALIAR A GESTÃO TCU JULGAR A GESTÃO AUDITORIA ETERNA CONFIRMAR O PATRIMÔNIO /

8 Informações como suporte à gestão TÉCNICAS UTILIZADAS ORÇAMENTO CONTABILIDADE AUDITORIA Estrutura e Limita Registra e Informa Avalia e Confirma Gestão e Foco Administrativa; Tecnológica; Controles Internos. Cobrança de Resultados; e Responsabilização /

9 Integração dos sistemas de gestão SGE SME SISTEMA CORPORE RM PPA Projeto Ação Indicadores Unidade Valor total Orçamento Limites Valor ação P. Mensais M.Fisica Gestão Fiscal Gestão de Estoque, Compras e Faturamento Orçamento Contratos/Convênios Execução KPMG Gestão Financeira Gestão Contábil Balancete Gestão de Pessoas Gestão Patrimonial /

10 MUDANÇAS IMPLEMENTADAS NO PLANO DE CONTAS ATIVO PASSIVO PL RESULTADO CONTROLE VARIAÇÃO P. ORÇAMENTÁRIO DIMINUTIVO DIMINUTIVA RESULTADO VARIAÇÃO CONTROLE P. ORÇAMENTÁRIO AUMENTATIVO AUMENTATIVA ATIVO COMPENSADO PASSIVO COMPENSADO CONTROLE DESPESA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTÁRIO CONTROLE RECEITA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTÁRIO RESULTADO CONTROLES DIMINUTIVO DEVEDORES CONTROLES RESULTADO AUMENTATIVO CREDORES

11 LRF - LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000 DOU de Art. 41. (VETADO) Seção VI Dos Restos a Pagar Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.

12 RESTOS A PAGAR FEREM PRINCÍPIO DA ANUALIDADE E COLOCAM EM CHEQUE A FINALIDADE DO ORÇAMENTO Decreto nº 6.708, de Art. 1 A validade dos restos a pagar não processados, inscritos no exercício financeiro de 2007, fica prorrogada até Decreto nº 7.057, de Art. 1 A validade dos restos a pagar não processados, inscritos nos exercícios financeiros de 2007 e 2008, fica prorrogada até Decreto nº 7.418, de Art. 1 Os restos a pagar não processados, inscritos nos exercícios financeiros de 2007, 2008 e 2009, ficam prorrogados até Decreto nº 7.468, de 28 de abril de 2011 Mantém a validade dos restos a pagar não processados inscritos nos exercícios financeiros de 2007, 2008 e 2009 que especifica, altera o parágrafo único do art. 68 do Decreto no , de 23 de dezembro de 1986, e dá outras providências.

13 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO DA UNIÃO EERCÍCIO 2009 Impacto dos Restos a Pagar Não Processados na execução do Orçamento

14 PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PARA 2012 DECRETO Nº 7.680, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre a programação orçamentária e financeira de o O pagamento dos restos a pagar, incluídos na programação de que trata o caput, deverá enquadrar-se, adicionalmente, nos cronogramas mensais de restos a pagar processados e não processados de que tratam os Anexos III e IV. ANEO II LIMITES DE PAGAMENTO RELATIVO A DOTAÇÕES DA LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2012 E AOS RESTOS A PAGAR SUBTOTAL: ÓRGÃOS E/OU UNIDADES ORÇAMENTÁRIAS.162,6 bilhões PROG. ACELERAÇÃO CRESCIMENTO - PAC... 42,6 bilhões TOTAL GERAL ,2 bilhões ANEO IV LIMITES DE PAGAMENTO DE RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS SUBTOTAL: ÓRGÃOS E/OU UNIDADES ORÇAMENTÁRIAS.. 41,2 bilhões PROG. ACELERAÇÃO CRESCIMENTO - PAC... 36,8 bilhões TOTAL GERAL... 78,0 bilhões

15 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS PREVISÃO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS DOTAÇÃO ATUALIZADA Lei nº 4.320/64 - Anexo 12 (Atualizada pela Portaria STN nº 749, de 16 de Dezembro de 2009) e (LRF) - LC 101/00 Art. 52. DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS LIQUIDADAS (a) (b) (c )=(a-b) (d) ( e ) (f) (g) (h)=(d-e) RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES TRIBUTÁRIAS PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS CONTRIBUIÇÕES JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA PATRIMONIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES AGROPECUÁRIAS INDUSTRIAL SERVIÇOS TRANSFERÊNCIAS CORRENTES OUTRAS RECEITAS CORRENTES PREVISÃO INICIAL Déficit Corrente Superávit Corrente RECEITAS DE CAPITAL DESPESAS DE CAPITAL OPERAÇÕES DE CRÉDITO INVESTIMENTOS ALIENAÇÃO DE BENS INVERSÕES FINANCEIRAS AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL RESERVA DE CONTINGÊNCIA OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL RESERVA DO RPPS Déficit de Capital Superávit de Capital TOTAL DAS RECEITAS TOTAL Déficit Total Superávit Total SALDOS DE E. ANTERIORES Superávit Financeiro Reaberturas de Créditos Esp./Ext. BALANÇO ORÇAMENTÁRIO TOTAL GERAL TOTAL GERAL Dúvidas e sugestões para: DOTAÇÃO INICIAL DESPESAS PAGAS SALDO DA DOTAÇÃO

16 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - COMPLEMENTO ANEO 1 DEMONSTRATIVO DE EECUÇÃO DOS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS INSCRITOS Em Exercícios Em 31 de Dez Anteriores do Ex. Anterior LIQUIDADOS PAGOS CANCELADOS SALDO (a) (b) (c ) (d) (e) (f)=(a+b-c-e) DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortizações da Dívida TOTAL (LRF) - LC nº 101/00, Art. 53 e Portaria STN nº 406 de 20/06/2011 O Anexo 1, Demonstrativo de Execução dos Restos a Pagar não Processados (RPNP), contempla: > os RPNP inscritos no exercício imediatamente anterior (b) > e os inscritos em exercícios anteriores (a). As parcelas dos RPNP evidenciadas em (a) e (b) e liquidadas no exercício corrente corresponderão ao item (c). De modo semelhante, as parcelas de RPNP pagas e canceladas no exercício corrente corresponderão, respectivamente, aos itens (d) e (e).

17 DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR ANEO 2 DEMONSTRATIVO DE EECUÇÃO DOS RESTOS A PAGAR PROCESSADOS E NÃO PRPCESSADO LIQUIDADOS DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos RESTOS A PAGAR PROCESSADOS E NÃO PROCESSADOS LIQUIDADOS * (* em exercícios anteriores) Inversões Financeiras Amortizações da Divida TOTAL (LRF) - LC nº 101/00, Art. 53 e Portaria STN nº 406 de 20/06/2011 Em Exercícios Anteriores INSCRITOS Em 31 de Dez do Ex. Anterior ( a ) (b) (c) (d) (e) = (a+b-c-d) PAGOS CANCELADOS SALDO O Anexo 2, Demonstrativo de Execução dos Restos a Pagar Processados (RPP), é bastante semelhante ao preenchimento do quadro anterior. Destaca-se, contudo, que RPNP liquidados em exercícios anteriores mas não pagos serão evidenciados neste quadro, e não no Anexo anterior. Outro ponto relevante é que não se faz necessária a coluna liquidados, uma vez que todos os Restos a Pagar evidenciados neste quadro já passaram pelo estágio da liquidação na execução orçamentária.

18 BALANÇO FINANCEIRO

19 DEMONSTRAÇÃO DO FLUO DE CAIA - DFC

20 DEMONSTRAÇÃO DO FLUO DE CAIA DFC MÉTODO INDIRETO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUOS DE CAIA - DFC Método Indireto DESCRIÇÃO VALOR Fluxos de Caixa das Atividades das Operacionais Resultado Apurado no Exercício Ajustes (para mais) no Resultado: - Depreciação, Amortização e Exaustão Ajuste a Valor Recuperável Perdas Involuntárias Ajustes (para menos) no Resultado: - Ganhos com Alienação Reavaliação de Ativos Doações Recebidas (não financeiras) Redução/Aumento no Ativo - Adiantamentos a Pessoal e a Terceiros Estoques Créditos Realizáveis Redução/Aumento no Passivo - Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias Fornecedores e Demais Contas a Pagar Obrigações Fiscais Obrigações com Convênios de Terceiros 2.0 Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento - Alienação de Bens Amortização de Empréstimos Concedidos Aquisição de Ativo Não Circulante Concessão de Empréstimos e Financiamentos 3.0 Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento - Amortização/Refinanciamento de Dívida Operação de Crédito Geração Líquida de Caixa Caixa e Equivalante de Caixa do ano anterior - Caixa e Equivalante de Caixa do ano atual - Variação no Caixa Dúvidas e sugestões para:

21 DEMONSTRAÇÃO DO FLUO DE CAIA DFC MÉTODO DIRETO

22 DEMONSTRAÇÃO DO FLUO DE CAIA DFC MÉTODO DIRETO - PROJETADA

23 BALANÇO PATRIMONIAL

24 BALANÇO PATRIMONIAL ANEO - LEI 4320/64

25 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES NO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - DMPL

26 DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS - DVP

27 DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES QUALITATIVAS

28 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ECONÔMICO

29 QUE O ESPÍRITO SANTO ESTEJA SEMPRE CONOSCO OBRIGADO!

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