Estudantes universitários devem mais de 200 milhões de euros aos bancos

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1 Estudantes universitários devem mais de 200 milhões de euros aos bancos O sistema de empréstimo a estudantes foi lançado há seis anos e chegou a 20 mil alunos. Na hora de reembolsar, muitos queixam-se de não ter dinheiro

2 EMPRÉSTIMOS Universitários devem mais de 200 milhões aos bancos Sistema de garantia mútua lançado há seis anos chegou a 20 mil alunos, dos quais um terço é também bolseiro. Estudantes queixam-se de que é cada vez mais difícil pagar o crédito Samuel Silva uma data que não sai da cabeça de Sofia: Outubro de É nessa altura que começa a pagar ao banco Háo empréstimo que pediu para estudar. A partir de então, terá que encontrar 300 euros mensais para devolver os 20 mil euros que lhe foram disponibilizados para conseguir concluir o seu curso de Relações Humanas e Comunicação Organizacional no Instituto Politécnico de Leiria. O seu caso é apenas um entre os de 20 mil pessoas, ainda estudantes ou já diplomados, que recorreram ao Fundo de Garantia Mútua, lançado há seis anos. "Encaro essa data com pânico", confessa. Tem 31 anos, terminou o curso no final do ano passado, e ainda não consegue encontrar emprego na sua área de formação. Decidiu, por isso, lançar uma empresa própria, para criar um restaurante de soulfood na Lourinhã, onde vive. O projecto está ainda a dar os primeiros passos e Sofia diz o que pensa "frequentemente": "Como vou conseguir pagar o empréstimo?" Joana Marmelo, de 25 anos, no quarto ano da licenciatura em Enfermagem, recorreu ao empréstimo devido à difícil situação financeira da família: "Neste momento, o dinheiro só chega para despesas. Todos os meses, chegando ao dia 10, data em que termina o prazo de pagamento da mensalidade, estava a tornar-se mais complicado tirar dinheiro para a faculdade". Num país em que a taxa de desemprego jovem não tem parado de aumentar - 35,4%, a terceira taxa mais alta da OCDE -, escasseando as possibilidades de emprego, os diplomados que recorreram a estes empréstimos têm cada vez mais dificuldades em pagar, ainda que o incumprimento esteja em níveis residuais. Ao todo, ao abrigo do sistema de garantia mútua, os jovens portugueses devem mais de 200 milhões de euros à banca. O PÚBLICO lançou esta semana um apelo aos seus leitores, tentando encontrar casos de pessoas que tenham recorrido a estes emprésti-

3 mos para completar uma formação no ensino superior. Nas primeiras 24 horas, chegaram ao jornal cerca de 200 contributos de estudantes. Depois disso, os s continuaram a entrar. Entre eles, uma questãochave: a dificuldade que têm em encontrar meios para pagar de volta aquilo que receberam. É o caso de Cláudia Duro, de 25 anos. Formou-se em Enfermagem e para pagar o empréstimo pedido em 2008 teve que encontrar um emprego. O melhor que conseguiu foi um trabalho a tempo parcial de quatro horas diárias num hipermercado. Ricardo Rocha, de 27 anos, licenciado em Psicologia Aplicada, tem que trabalhar em dois empregos, num total de 11 horas por dia. Entra às Bh3O no trabalho a tempo inteiro e só sai às 21h00 do part-time. "Praticamente deixei de ter vida própria", diz. Licenciado em Psicologia Aplicada trabalha em dois empregos, num total de 11 horas por dia. Entra ãs Bh3o no trabalho a tempo inteiro e só sai às 21 hoo do part- time. "Deixei própria", de ter vida diz Há outra expressão que se repete entre as centenas de contributos recebidos nos últimos dias: emigrar. Muitos dos que ainda estão a estudar ou acabam de chegar ao mercado de trabalho estão a pensar fazê-10, face às dificuldades de encontrar um emprego. Outros já o fizeram, como José Nogueira, que foi para Londres há um ano e meio, onde trabalha para a empresa de catering do Museu Britânico. Foi a única maneira de começar a devolver o dinheiro ao banco. Tem 27 anos, uma licenciatura, terminada em 2010, em Artes Visuais - Fotografia, na Escola Supe- Ricardo Rocha tem dois empregos e Joana Marmelo ainda estuda

4 nor ai usuca uo i^orio, mas nunca conseguiu arranjar emprego para começar a pagar a prestação de 242 euros com que se comprometeu. O sistema de empréstimos ao abrigo do Fundo de Garantia Mútua é subscrito pelo Estado, que funciona como fiador, pelo que não exige recurso a garantias patrimoniais. A aprovação é quase imediata, com taxas de juro e spreads reduzidos, que têm bonificações em função das notas dos alunos. Quem tem média inferior a 14 valores terá um spread de 1%, que pode ser reduzido para, no máximo, 0,2% para os estudantes com média igual ou superior a montante do empréstimo poderá variar entre 1000 e 5000 euros por ano, com um máximo de 25 mil euros para os cursos com cinco anos de duração. Apesar dos retratos de dificuldades, o incumprimento dos estudantes que recorrem ao crédito de garantia mútua não chega sequer aos 4% (3,66% em finais de Março) e tem vindo a diminuir desde o primeiro ano - de 8,5% em 2007/2008, passou para 0,11% em 2011/2012. Para Luísa Cerdeira, professora da Universidade de Lisboa e especialista em financiamento do ensino superior, esta realidade "não é alarmante" no contexto internacional. "Houve casos em que os bancos perderam o rasto aos diplomados", conta. Por exemplo, no ano passado, nos EUA, universidades como a de Vale ou Pensilvânia abriram processos judiciais contra os estudantes com dívidas que, em todo o país, ascendiam a 964 milhões de dólares - mais de 700 milhões de euros. Em caso de dificuldades, os estudantes devem contactar o banco no sentido de renegociar os empréstimos, o que pode passar pelo alargamento do prazo de pagamento, ou pela negociação de períodos de carência de juros (só pagam ca- -» pitai) ou de capital (só pagam os juros), ou mesmo uma moratória (período em que não há pagamento do empréstimo). Todas estas soluções têm o efeito de baixar a prestação mensal, mas implicam pagar mais juros no total, o que, ainda assim, pode compensar, face a dificuldades de cumprir o empréstimo. Caso não consigam negociar com o banco, ou para simples esclarecimento das soluções de reestruturação, podem recorrer ao mediador do crédito, que funciona junto do Banco de Portugal, e cuja actividade visa a defesa e a promoção dos direitos, garantias e interesses legítimos de quaisquer pessoas ou entidades com empréstimos. Contactado pelo PÚBLICO, o mediador do crédito esclarece que "se a pretensão for solicitar a intervenção do mediador do crédito com vista à reestruturação do crédito contraído, o pedido deve ser precedido de uma tentativa do titular do empréstimo junto da instituição de crédito que o concedeu". Até ao momento - os dados mais recentes reportam a 31 de Março de foram concedidos empréstimos no montante de 235 milhões de euros, o que representa uma média de 28 milhões de euros por ano. O capital ainda em dívida é, porém, mais baixo, já que, até Agosto do ano passado, já tinham sido cumpridos integralmente cerca de 1000 contratos, que totalizavam oito milhões de euros. Em Dezembro, o Ministério da Educação e Ciência renovou a parceria com as instituições financeiras, tendo o sistema uma dotação de 21 milhões de euros para este ano lectivo e envolvendo sete bancos: CGD, Santander Totta, BPI, Millennium bcp, Montepio, Crédito Agrícola e BES. Mas mesmo em contexto de crise, há vários casos de sucesso entre os diplomados que recorreram aos empréstimos bancários. "Sem esta possibilidade, não tinha crescido nem tinha esperanças de uma vida melhor", diz Rui Carvalho, de 26 anos. Licenciado em Gestão e Administração de Serviços de Saúde pelo Politécnico de Tomar, é hoje gestor de rede médica numa empresa privada e não tem dúvidas: "Hoje tenho o que tenho porque existiu alguém que aprovou uma ajuda de cinco anos". Estava no segundo ano do curso e os pais estavam com algumas dificuldades em conseguir "aguentar" dois filhos na universidade ao mesmo tempo. "Teria de existir uma escolha" e essa foi o recurso ao crédito. A história de Maria João Ribeiro, de 27 anos, tem semelhanças. Estava no ensino superior ao mesmo tempo que um irmão e o pai. "Não tínhamos dinheiro suficiente", conta, mas deixar os estudos "estava fora de questão". Hoje é bolseira de doutoramento da FCT, tem um rendimento fixo e com ajuda dos pais consegue pagar o empréstimo. Mas reconhece: "Caso contrário, seria impossível, uma vez que actualmente não há oportunidades para jovens em início de carreira". Desde o ano lectivo 2007/2008 e até final de 2012/2013, foram concedidos empréstimos a estudantes. O número cresceu entretanto, mas a SPGM, sociedade responsável pela promoção do sistema de garantia mútua, não forneceu os dados relativos ao número de alunos, mas apenas ao montante de crédito atribuído. Desde então, e até 31 de Março passado, foram concedidos apoios no valor de 8,8 milhões de euros. Serão, por isso, mais de 20 mil os créditos já aprovados ao abrigo do sistema de garantia mútua, o que representa cerca de 5,2% dos inscritos no ensino superior, um número que não tem parado de aumentar - há seis anos representavam 1,6%. A implantação crescente deste modelo de financiamento da frequência do ensino superior tem uma explicação: Portugal é dos países europeus em que o peso do esforço financeiro dos pais para ter um filho numa universidade ou politécnico é mais elevado em relação à mediana do rendimento do país, apontava o estudo O Custo dos Estudantes no Ensino Superior Português, coordenado por Luísa Cerdeira, apresentado em Junho de Considerando as bolsas de estudo e o valor das deduções fiscais para Educação, o custo líquido do ensino superior representa 63,6% do valor da mediana do rendimento português. Nos últimos anos, porém, o número de estudantes a recorrer a estes créditos tem diminuído e, se em 2010/2011 foram aprovados créditos no valor de quase 52 milhões

5 de euros (um recorde), de então para cá, e já com o país sob alçada dos credores internacionais, esse número diminuiu fortemente: não passou de 23 milhões de euros em nenhum dos dois anos seguintes. No último ano lectivo foram formalizados 1836 contratos, um número que fica aquém da média de anos anteriores, que chegou a ser de 3500 por ano. Para Luísa Cerdeira, especialista da Universidade de Lisboa, a explicação para essa redução deve ter em consideração que houve uma diminuição do número de candidatos ao ensino superior nos últimos anos, a par de uma "crescente percepção do risco" para os alunos de contraírem um empréstimo e depois não terem garantias de um emprego com o qual o pudessem pagar aos bancos. No entanto, para a investigadora, há um "sinal de alarme": um terço destes 20 mil é bolseiro ao mesmo tempo. 0 valor das bolsas de estudo no ensino superior tem diminuído e parece não ser suficiente para suportar outros custos associados à frequência de uma universidade ou politécnico. "Na maior parte dos casos, os custos de vida são superiores aos de educação", sublinha. E para ter direito ao apoio da acção social, um estudante tem que ter um "rendimento baixíssimo". No futuro, em caso de dificuldade de pagamento, vai deixar o diplomado em dificuldade acrescida familiar. por falta de retaguarda 0.2% é o spread que o banco dá aos estudantes com média igual ou superior a 16 e queserá de 1% para quem tem média inferior a 14 valores euros por ano é o montante máximo de empréstimo para os cursos com cinco anos de duração. O montante anual pode variar entre 1000 e 5000 euros por ano 3,66% era, no final de Março passado, a taxa de incumprimento dos estudantes que recorrem ao crédito com garantia mútua Longe da média internacional empréstimos a estudantes universitários Oscom garantia do Estado têm ainda uma vida curta em Portugal, o que explica, em parte, por que motivo o país não aparece na lista dos sistemas de ensino onde esta solução tem maior expressão. Os dados mais recentes apontam que 5,2% dos inscritos no ensino superior recorreram a um empréstimo ao abrigo do Fundo de Garantia Mútua. O número é "muito pequeno", defende Luísa Cerdeira, especialmente face à realidade internacional. Portugal está entre os países onde o peso dos empréstimos é residual, ao lado da França e da Bélgica, por exemplo. O Reino Unido é o país onde os empréstimos representam uma maior fatia da forma de financiamento dos estudantes no ensino superior, chegando a cerca de dois terços dos inscritos. Um sistema de empréstimos com pagamento dependente do rendimento (income-contingent loans) como o britânico também existe em países como a Nova Zelândia ou a Austrália, bem como nos Estados Unidos. Os estudantes norte-americanos têm ao seu dispor diferentes modalidades de empréstimos, com o Estado como fiador ou contratados directamente à banca. No Japão, a esmagadora maioria dos alunos do ensino superior também financia o curso com empréstimos. No topo da lista nos relatórios da OCDE surge também a Noruega, onde mais de metade dos estudantes inscritos recorrem aos bancos para se formar. Na Holanda e Suécia, cerca de metade dos alunos recorre a empréstimos, mas com uma particularidade: o Estado cobra um imposto de graduação anual ao diplomado quando este começa a trabalhar, como forma de devolver o investimento feito na sua formação. S.S.

6 Pagar 500 euros e estudar no Reino Unido Empresas nacionais intermedeiam saída de alunos para universidades britânicas. Sistema de empréstimos daquele país facilita o processo Samuel Silva seis anos, mais de 1000 estudantes portugueses entraram em universidades do Reino Unido, com a ajuda da EmOK Estudante, uma empresa que se dedica a intermediar o acesso a instituições de ensino superior britânicas. Esta não é a única firma nacional a fazê-10, mas não há mais nenhuma especializada naquele mercado. A oportunidade é facilitada pelo sistema de empréstimos aos alunos em vigor naquele país, que é fortemente apoiado pelo Estado. O proprietário da OK Estudante, André Rosendo, de 27 anos, conhecia bem o mecanismo dos empréstimos com pagamento dependente do rendimento (income-contingent loans) em vigor no país desde os Governos trabalhistas de Tony Blair. Estudou Design Gráfico no Reino Unido e recebeu um destes apoios. Criou a empresa em 2008, quando regressou a Portugal, na altura pensada apenas como uma iniciativa social para dar a conhecer aos estudantes nacionais esta possibilidade, cativando-os a ir estudar para instituições britânicas. Mas em quatro meses, o conceito evoluiu, e percebeu que tinha um negócio nas mãos e trabalham ali 17 pessoas. O Reino Unido tem o sistema de ensino superior europeu onde os empréstimos têm maior peso, chegando a cerca de dois terços dos alunos. A solução foi promovida ao mesmo tempo em que se verificava um forte aumento das propinas e acabou por ter uma adesão maciça, uma vez que oferece condições muito favoráveis. "Era bastante apelativo para os estudantes", comenta Luísa Cerdeira, especialista da Universidade de Lisboa em financiamento do ensino superior. No caso britânico, o Estado assume também a garantia junto dos bancos, com regras claras: os diplomados só começam a pagar de volta o apoio depois de atingirem um rendimento anual de 22 mil libras - cerca de 27 mil euros. A prestação é também definida tendo por base uma determinada percentagem do seu rendimento e, em caso de despedimento, o pagamento é suspenso. Esta rede de segurança "causa menos preocupações do que um empréstimo tradicional", afirma Cerdeira, o que contribuiu para o sucesso da solução. Os empréstimos com garantia do Estado no Reino Unido estão abertos a estudantes internacionais. E é isso que a OK Estudante e outras empresas do género exploram. No caso da empresa liderada por André Rosendo, o sistema é relativamente simples: os estudantes interessados pagam uma inscrição de 500 euros e, em contrapartida, a agência presta uma série de serviços. A firma faz acompanhamento académico, ajudando os estudantes a escolher o curso a que se querem candidatar, e ajuda a tratar do processo de candidatura - garantindo ter uma taxa de sucesso de 99% - que no Reino Unido é feito individualmente junto de cada universidade, ao contrário do que acontece em Portugal. A empresa garante também apoio à chegada dos estudantes ao país de destino, tratando de arranjar alojamento e um emprego para os estudantes que, na esmagadora maioria, acumulam a formação com o trabalho. Durante os três anos do curso

7 garante ainda acompanhamento para tratar de problemas ou dúvidas que surjam. O sistema de recrutamento é semelhante ao que é usado pelas universidades portuguesas: André Rosendo vai a escolas secundárias, dá a conhecer estas possibilidades aos alunos, tentando convencê-los que é em terras britânicas que estão as melhores oportunidades para prosseguir os seus estudos. No primeiro ano, a OK estudante apoiou 127 alunos. O número tem crescido gradualmente - no ano passado foram mais de 200. Ao todo, desde 2008, mais de 1000 estudantes foram de Portugal para universidades do Reino Unido intermediadas por esta empresa. Rosendo recusa, porém, a ideia de estar a ajudar a "sangrar" Portugal de talentos com esta iniciativa, desviando alunos de qualidade das instituições nacionais. "Portugal precisa destes estudantes e eles vão para lá ter uma formação de qualidade. O país cresce com eles", defende. Já Luísa Cerdeira não vê que o sucesso de empresas como a OK Estudante possa ser um problema para as instituições nacionais. "Não estou a ver que se crie aqui um pipeline que vá drenar pessoas para Inglaterra", acredita, apontando o facto de a propina média britânica rondar as 10 mil libras anuais e os custos de vida inerentes como uma condicionante a ter em conta. "Para uma família de rendimentos médios é, ainda assim, uma situação a ter em conta. Há um risco de não se conseguir ter uma remuneração suficiente para pagar isto", alerta. A especialista também coloca reservas à possibilidade de sucesso em Portugal de um sistema de empréstimos como o britânico - EUA e Nova Zelândia são outros países que o adoptam. Os investigadores internacionais que se têm dedicado ao estudo destes mecanismos defendem que o modelo funciona em países onde há uma grande transparência fiscal e de rendimentos. Por isso, "é preciso grande cuidado" com a sua implementação. O Estado "corre muitíssimos mais riscos em países onde a transparência possa não ser tão nítida", alerta Luísa Cerdeira. No caso britânico. os diplomados só começam a pagar o apojo depois de atingirem um rendimento anual de cerca de 27 mil eur os

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