POSTOS DE COMBUSTÍVEIS: QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA ATIVIDADE NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA

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1 POSTOS DE COMBUSTÍVEIS: QUANTIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA ATIVIDADE NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA Frederico Henrique Machado 1 Osmar Mendes Ferreira 2 RESUMO A expansão da frota de veículos nacional tem como conseqüência uma igual expansão do setor posto de combustíveis. Como impacto ambiental direto do crescimento desses pontos de venda de combustíveis, tem-se a contaminação do solo e das águas subterrâneas por vazamentos nos tanques de combustíveis desses estabelecimentos. Desse modo, esse trabalho buscou realizar um levantamento da situação dos postos de combustíveis do município de Goiânia - Goiás. Foram levantadas as quantidades de postos existente, quantos estão licenciados, e quantos apresentaram passivos ambientais e qual o meio afetado (solo, água, ambos). Também foi investigada qual técnica de tratamento é mais usual para mitigação das áreas com esse passivo ambiental. Os resultados indicaram um elevado número de postos sem o licenciamento ambiental (139 postos), mostraram que existem 25 postos dos que apresentaram licença possuem alguma forma de passivo, contudo esse número pode ser bem superior, visto que à maioria dos postos de Goiânia, não estão licenciados não passando assim, por nenhuma investigação de passivo ambiental. Palavras-chave: Passivo Ambiental, Hidrocarbonetos; Goiânia GO, Meio Ambiente, Licenciamento Ambiental. ABSTRACT The expansion of the national fleet of vehicles has as consequence an equal expansion of the gas stattions. As direct environmental impact of the growth of those points of sale of fuels, the contamination of the soi, the underground waters for leaks in the tanks of fuels of those establishments. This way, that work looked for to accomplish a rising of the situation of the positions of fuels of the municipal district of Goiânia - Goiás. They were lifted up the amounts of existent positions, how many are licensed, and how many presented environmental liabilities and which the half affected (I sole, water, both). it was Also investigated which treatment technique is more usual for mitigation of the areas with that environmental liability. The results indicated a high number of positions without the environmental licensing (139 gas stattion), they showed that 25 exist put of the ones that they presented license possess some liability form, however that number can be very superior, because to most of the positions of Goiânia, they are not licensed not passing like this, for any investigation of passive environmental. Key-words: Passive Environmental, Hidrocarbonetos; Goiânia GO, Environment, Environmental licensing. 1 Acadêmico do curso de Engª Ambiental da Universidade Católica de Goiás. 2 Orientador Profº Msc. Dep. Engª Universidade Católica de Goiás - UCG.

2 2 1 INTRODUÇÃO O grande aumento da frota nacional de veículos automotores, concentrados especialmente nas grandes metrópoles, em especial no município de Goiânia, trouxe consigo também o crescimento desordenado de postos de combustíveis. A atividade desenvolvida pelos postos de combustíveis é potencialmente poluidora, visto que as instalações inadequadas dos produtos derivados de petróleo e o não cumprimento das Normas Regulamentadoras podem causar danos ao meio ambiente e a saúde pública. A ocorrência de vazamentos em sistemas de abastecimento subterrâneo de combustíveis - SASC's têm sido objeto de crescente preocupação, em função dos riscos associados a esses eventos, tanto para a segurança e saúde da população, como para o meio ambiente. Estes eventos se manifestam, na grande maioria dos casos, tanto como contaminações superficiais provocadas por constantes e sucessivos derrames junto às bombas e bocais de enchimentos dos reservatórios de armazenamento, como pelos vazamentos em tanques e tubulações subterrâneas. Geralmente são percebidos após o afloramento do produto em galerias de esgoto, redes de drenagem de águas pluviais, no subsolo de edifícios, em túneis, escavações e poços de abastecimento d'água, razão pela qual as ações emergenciais requeridas durante o atendimento a essas situações requerem a participação de diversos órgãos públicos, além do envolvimento do agente poluidor e suas respectivas subcontratadas (CETESB,2000). Podemos observar que muitas cidades sofreram e sofrem por algum tipo de passivo ambiental provindos de atividades de postos de combustíveis. Em um derramamento de gasolina, uma das principais preocupações é a contaminação de aqüíferos que sejam usados como fonte de abastecimento de água para consumo humano. Por ser muito pouco solúvel em água, a gasolina derramada, contendo mais de uma centena de componentes, inicialmente estará presente no subsolo como líquido de fase não aquosa (NAPL). Em contato com a água subterrânea a gasolina se dissolverá parcialmente. Os hidrocarbonetos monoaromáticos, benzeno, tolueno, etilbenzeno e os três xilenos orto, meta e para, chamados compostos BTEX, são os constituintes da gasolina que têm maior solubilidade em água e, portanto, são os contaminantes que primeiro irão atingir o lençol freático (CORSEUIL, 1997). Passivos ambientais são deposições antigas e sítios contaminados que produzem riscos para o bem estar da coletividade. Por este motivo que torna-se cada vez mais necessário

3 3 identificar esses passivos ambientais, analisar seu potencial de risco e neutralizalos (SCHIANETZ, 1999). De acordo com a Resolução Nº 273 de 29 de novembro 2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, toda instalação e sistemas de armazenamento de derivados de petróleo e outros combustíveis, configuram-se como empreendimentos potencialmente ou parcialmente poluidores ou geradores de acidentes ambientais. Por este motivo para a instalação, modificação, ampliação e operação de postos de abastecimentos dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente, sendo este no município de Goiânia, realizada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA). Nesse sentido, essa pesquisa objetiva identificar o numero de postos de combustíveis no município de Goiânia, e dentre estes quantos estão devidamente licenciados e em quantos ocorreram algum tipo de passivo no solo e nas águas subterrâneas e por fim, levantar quais as medidas adotadas para neutralização destes passivos ambientais. 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Contaminação de águas subterrâneas e do solo por vazamento de combustíveis A contaminação de águas subterrâneas e solos por hidrocarbonetos provenientes de postos de abastecimento de combustível tem sido objeto de crescente preocupação dos organismos ambientais de todo o mundo. Os compostos Benzeno, Tolueno, Etilbenzeno e Xilenos - BTEX, presentes nesses combustíveis, são extremamente tóxicos à saúde humana e podem inviabilizar a exploração de aqüíferos por eles contaminados e consequentemente os poços utilizados para abastecimento. No Município de Goiânia, o armazenamento dos combustíveis automotivos é realizado em sua grande maioria em tanques subterrâneos o qual é exigido pelo Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás como forma de segurança, porem esta atividade tem se revelado como fonte importante de poluição ambiental, afetando a qualidade do solo e das águas subterrâneas. Além das conseqüências desastrosas para o meio ambiente estes acidentes ocorrem quase sempre em áreas urbanas, densamente povoadas, resultando em riscos de incêndios e explosões em ambientes confinados, destacando-se, os sistemas subterrâneos públicos de águas pluviais, esgoto, dentre outros, alem de resultarem riscos à saúde em virtude do odor de combustíveis no interior de residências e estabelecimentos comerciais.

4 4 No Brasil, essa preocupação começou a ficar mais intensa com a implantação de legislações mais rígidas e restritivas como a elaborada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente, da resolução 273 de novembro de 2.000, do Ministério do Meio Ambiente, (BRASIL 2000). Esta legislação foi criada especificamente para postos de combustíveis, devido o seu elevado grau de periculosidade ao meio ambiente quando instalado de forma irregular obrigando definitivamente os donos de postos de gasolina a obter o licenciamento ambiental para seu funcionamento. O Licenciamento Ambiental é exigido desde 1997, quando foi criada a Resolução CONAMA 237, de 29 de dezembro de De acordo com a resolução 237 CONAMA, o Licenciamento Ambiental é subdividido em três etapas: -licença prévia: concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento aprovando a sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua instalação; -licença de instalação: autoriza a instalação do empreendimento com as especificações constantes nos planos, programas e projetos aprovados, incluindo medidas de controle ambiental e demais condicionante da qual constituem motivo dominante; -licença de operação: autoriza a operação da atividade, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para operação (BRASIL 97). O Art. 8 da resolução 273 (BRASIL 2000) diz que em caso de acidentes ou vazamentos que representem situações de perigo ao meio ambiente ou a pessoas, bem como na ocorrência de passivos ambientais, os proprietários ou responsáveis pelo estabelecimento, responderão pela adoção de medidas para controle da situação emergencial. De acordo com Art.225 da Constituição Federal de 1988 diz que todos têm direito ao meio ambiente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se o poder público e a coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações (BRASIL 88). Os vazamentos de combustíveis podem ocorrer pelos seguintes motivos: - derramamentos superficiais constantes e sucessivos junto às bombas e bocais durante a operação de transferência do produto para o tanque ou abastecimento devido à infiltração nas rachaduras do piso do posto; - vazamentos na própria bomba de abastecimento, no sistema ou no tanque, devido á corrosão; - Falhas estruturais ou das tubulações subterrâneas conectada ao tanque; - Instalação inadequada.

5 5 Devido ao número alarmante de vazamentos de tanques de armazenamento subterrâneos (TAS) a contaminação de aqüíferos a partir de derramamentos de combustível desses tanques tem sido um assunto de grande interesse nas últimas décadas com trabalhos de pesquisas no Brasil de: Oliveira, 1992; Bicalho, 1997; Corseuil; Alvarez, 1996; Guiguer, 1996; Corseuil, 1997; Fernandes, 1997; Dourado, 1998; Ferreira, 2000; Pereira, 2000; Maximiano, 2001; Miller, 2001; Kaipper, 2003, entre outros. (MINDRISZ, 2006). A Figura 1 a seguir, ilustra o comportamento de um vazamento em um tanque de combustível. Figura 1: Fenômenos que ocorrem após o derramamento de combustíveis, de um tanque de combustível. Adaptado de MINDRISZ (2006). O combustível quando derramado em subsuperfície, tende a migrar verticalmente, infiltrando-se na zona não saturada até atingir a zona saturada. Após o episódio de vazamento, ilustrado na Figura 1, em um tanque de armazenamento subterrâneo, os hidrocarbonetos se infiltram no solo e interagem com o mesmo manifestando-se de diversas formas. Os compostos dos hidrocarbonetos de petróleo podem se particionar em cinco fases em subsuperfície (EPA, 1996). São elas: - Vapor (no gás do solo); - Residual (retido por ação da capilaridade); - Adsorvido (na superfície das partículas sólidas, incluindo matéria orgânica); - Dissolvido (dissolvido na água); - Fase livre (hidrocarboneto líquido, móvel). Após o vazamento, os hidrocarbonetos tendem a migrar descendentemente sob influência das forças gravitacionais e capilares. Enquanto a fonte de vazamento continuar

6 6 fornecendo produto, o solo vai se tornando mais saturado de hidrocarbonetos e o centro de massa da pluma vai migrando descendentemente, deixando uma fase residual de hidrocarbonetos imóveis no solo ao lado e acima da frente de avanço da pluma. Se o volume de hidrocarbonetos que vaza é pequeno em relação à capacidade de retenção do solo, os hidrocarbonetos tenderão a ficar retidos por capilaridade no solo e a massa total de contaminante ficará imobilizada. Para haver acúmulo de fase livre sobre o nível d'água, o volume que vazou deve ser suficiente para exceder a capacidade de retenção do solo entre o ponto de vazamento e o nível d'água (EPA, 1996 apud MINDRISZ, 2006). Essa distribuição dos compostos de hidrocarbonetos de petróleo, após um vazamento de um tanque de combustível, está representado na Figura 2 logo a seguir. Nela, pode-se notar ainda, toda a interação entre esse contaminante e o solo, e dos mesmos com as águas subterrâneas. Figura 2: Distribuição vertical das fases dos hidrocarbonetos (modificado de SINDICOM, 2006).

7 7 Atualmente a tarefa primordial de qualquer País, estado ou município consiste em impedir o surgimento de novos passivos ambientais e recuperação dos existentes. Para identificação destes passivos ambientais é necessário: -investigações técnicas preliminares que consiste em analise das camadas do solo, lençol freático, direção e velocidade do fluxo das águas subterrâneas, primeiras estimativa dos possíveis poluentes; -investigações técnicas e analíticas principais que é delimitação dos focos de danos, quanto aos seus parâmetros e à sua localização; -avaliação final da localização que tem por objetivo recomendação de medidas para afastar os riscos e eliminar os poluentes. (SCHIANETZ, 1999). Uma grande variedade de processos físico-químicos e biológicos tem sido utilizados na remoção de hidrocarbonetos de petróleo puros e dissolvidos na água subterrânea. Até 28 de outubro de 2003, o Banco de Dados de Tecnologia de Remediação e Caracterização da Agencia de Proteção Ambiental dos EUA (EPA REACH IT US Environmental Protection Remediarion and Characterization Technology Database) relacionou 1294 tecnologias de remediação. (MOERI, 2004). A remediação de solos e águas subterrâneas é normalmente uma tarefa complexa que exige o conhecimento das tecnologias de remediação, suas limitações, relações custos e benefícios, aplicabilidades quanto às questões hidrogeológicas e de natureza dos contaminantes são determinantes no sucesso do programa de remediação (Spilborghs, 1997; Nobre et al., 2003). Processos como extração de vapores do solo (SVE), Extração Multifásica (MPE), recuperação de produto livre, bioventilação, Air Sparging in situ, extração com solventes, incineração, Barreiras reativas, adsorção em carvão ativado, Bombeamento e tratamento (Pump & Treat), biorremediação no local, entre outros, tem sido usados para remover contaminantes orgânicos de águas subterrâneas e sistemas de solo subsuperficial. Estes processos podem ser implementados para controlar o movimento de plumas (contaminantes), tratar águas subterrâneas, e/ou descontaminar solos (CORSEUIL E WEBER, 1994; SIGNUS, 2004). No entanto, longos períodos de tempo e altos custos estão normalmente associados com a grande maioria dos processos utilizados para remediação de áreas contaminadas. Por outro lado, a biorremediação no local, processo economicamente mais viável, é muitas vezes limitada por dificuldades no transporte de nutrientes ou receptores de elétrons e no controle das condições para aclimatação e degradação dos contaminantes nos sistemas subsuperficiais

8 8 (WEBER E CORSEUIL, 1994; CORSEUIL E ALVAREZ,1996). As técnicas de remediação devem atender não somente às características físicoquímicas dos contaminantes envolvidos como também à aplicabilidade dos mesmos nas condições hidrogeológicas específicas do sitio impactado. E isso dentro de objetivos que atendam a legislação ambiental e que sejam compatíveis com o risco que a contaminação representa (SPILBORGHS, 1997; NOBRE et al., 2003). 2.2 Remoção de Fase Livre de Hidrocarbonetos Leves A remoção de fase livre de hidrocarbonetos de petróleo consiste de um bombeamento direto (Figura 3) e a separação dos líquidos através de um separador água-óleo. Não é um processo efetivo para remediação das águas subterrâneas, uma vez que uma grande porcentagem dos hidrocarbonetos permanece adsorvida ao solo, atuando como uma fonte contínua de contaminação em fase dissolvida (Spilborghs, 1997; Nobre et al., 2003). Figura 3: Bombeamento para a remoção de fase livre de hidrocarboneto. 2.3 Extração de Vapores do Solo - Soil Vapor Extraction (EVS / SVE) O sistema de extração de vapores (SVE) é uma tecnologia de remediação aplicada à zona não saturada e franja capilar, onde o vácuo é aplicado para induzir o fluxo controlado de ar (ver Figura 4). O fato de o processo envolver fluxo contínuo de ar no solo promove

9 9 biodegradação in-situ dos compostos de baixa volatibilidade que podem estar presentes. Extrações verticais e extrações horizontais podem ser instaladas como garantia. Os dados necessários incluem a profundidade e área de extensão da contaminação, a concentração de contaminantes, a profundidade do nível d água, o tipo de solo e as propriedades do mesmo. Um rebaixamento do lençol freático pode ser recomendável. Grandes intervalos de filtro são necessários, mas pode resultar em envio de fluxo de gás para regiões não contaminadas. O gás retirado deve passar por uma estação de tratamentos de vapores. O controle da emissão gasosa pode ser necessário para eliminar possíveis danos ao público e ao meio ambiente (NOBRE et al., 2003; FURTADO, 2005 apud MINDRISZ, 2006). Figura 4: Procedimento de extração de vapores no solo por meio do processo SVE 2.4 Air Sparging Esse sistema planejado envolve a injeção de ar comprimido na camada subsuperficial contaminada para suprir de oxigênio e arrastar os BTEX para um sistema de captura de vapores (SIGNUS 2004). O Air Sparging deve ser utilizado em conjunção com um sistema de Extração de Vapores (SVE) (NOBRE et al, 2003; TIBURTIUS et al., 2004). A eficiência do método é função da permeabilidade gasosa na zona não saturada, taxa de fluxo d água, permeabilidade do aqüífero, volatibilidade do contaminante e a sua

10 10 solubilidade. São fatores limitantes do processo a profundidade da contaminação e do nível d água local, injeção de ar projetada para condições específicas, uniformidade do fluxo de ar através da zona não saturada. Limitado a sites com média ou alta condutividade hidráulica (NOBRE et al., 2003; TIBURTIUS et al., 2004 apud MINDRISZ, 2006). 2.5 Bioventing (Bioventilação) Essa abordagem é usada para estimular os processos de degradação aeróbia acima de lençol freático pela ação de bombas de vácuo que extraem o ar através da zona insaturada. A técnica do Bioventing é aplicável à sítios onde os contaminantes são pouco ou não voláteis como o diesel; limitado a sítios com média a elevada permeabilidade. Não promove o tratamento da zona saturada, isto é no aqüífero (NOBRE et al., 2003; FURTADO, 2005). 2.6 Extração Multi-fase - Multiphase Extraction (MPE) ou Bioslurping O Sistema de Extração Multi-fase combina as técnicas de bioventilação e remoção de massa a vácuo, possibilitando a extração da fase livre, fase vapor, fase dissolvida na matriz do solo e estimulando o processo de biodegradação natural na zona não saturada (NOBRE et al., 2003; FURTADO, 2005). A extração multi-fase ocorre por meio da instalação de um sistema de ventilação de alto vácuo em poços de extração distribuídos na área de interesse, visando criar uma zona de influência do sistema em toda a extensão da pluma de contaminação com o estimulo a biodegradação através do aumento do fluxo de ar (oxigênio) no solo. 2.7 Barreiras Biológicas Este termo refere-se às zonas biológicas ativas que são colocadas no caminho das plumas estreitas de BTEX, frequentemente incorporando aspersores de ar ou compostos que liberam oxigênio para intensificar os processos de biodegradação oxidativa. Controles físicos ou hidráulicos nos movimentos das águas subterrâneas podem ser necessários para assegurar que os BETEX passem através das barreiras (MOERI, 2004). A Figura 5 ilustra o sistema por

11 11 barreira biológica. Figura 5: Representação esquemática do Sistema Treatment Wall. 2.8 Pump-and-treat (bombeamento e tratamento) O processo consiste na extração de águas contaminadas do subsolo e tratamento ex-situ de efluentes para satisfazer critérios ambientais pré-estabelecidos. É um dos métodos mais comuns no tratamento de aqüíferos contaminados. O tratamento da água pode ser realizado por diferentes processos como sistemas de air stripping para a remoção dos compostos voláteis, carvão ativado para constituintes dissolvidos e sistemas biológicos para poluentes biodegradáveis. A reinjeção de águas tratadas no subsolo, além de reduzir custos na disposição de efluentes, pode promover maiores taxas de lavagem do solo, diminuindo o tempo de remediação (TIBURTIUS et al., 2004; NOBRE et al, 2003). 3 METODOLOGIA Para a realização dessa pesquisa, foi realizado amplo estudo por meio de revisão bibliográfica, consulta ao banco de dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA de Goiânia e pela análise das informações dos registros dos processos de licenciamento de todos os postos de serviços de abastecimento de combustível de Goiânia, constantes nessa secretaria. De posse dessa autorização do referido órgão ambiental, foi dado início ao levantamento de todos os postos de combustíveis existentes no município. Este levantamento foi desenvolvido em conjunto com o núcleo de monitoramento ambiental NUMA da

12 12 Secretaria Municipal do Meio Ambiente SEMMA no período de 12 de março a 15 de maio do corrente ano de Levantados todos os postos existentes (Figura 6), por meio da numeração dos processos destes estabelecimentos junto a SEMMA, pode-se partir para outra etapa da pesquisa, a fase de averiguação da quantidade dos postos levantados que encontravam-se com o licenciamento ambiental em dia. Nessa etapa, foi possível também identificar os postos que relataram possuir algum tipo de passivo ambiental proveniente de vazamentos nos seus tanques de armazenamento de combustíveis, assim como das técnicas que os mesmos estavam ou tinham empregado para mitigação desse fator ambiental. Figura 6: Imagem com a marcação dos pontos onde se localizam os postos de combustíveis em Goiânia. Foram realizadas vistorias nos postos que tiveram passivos ambientais, a fim de verificar se estavam realmente realizando a neutralização desse passivo ambiental. Todas as informações coletadas foram processadas com o auxílio do programa Excel, facilitando com isso uma maior quantificação e compreensão das informações colhidas, chegando assim aos resultados e conclusões desta pesquisa.

13 13 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES Segundo dados levantados junto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA foram identificados os seguintes valores, quanto: 1º a quantidade de postos de combustíveis existentes em Goiânia; 2º quantos deles estão devidamente licenciados; 3º quantos apresentaram algum passivo ambiental no solo ou mesmo nas águas subterrâneas, e por fim; 4º que medidas foram adotadas para neutralização da manta de contaminante nos postos que apresentaram problemas. Essas informações estão dispostas e apresentadas no Quadro 1. Percebe-se com os valores obtidos no Quadro 1, que o número de postos licenciados em Goiânia ainda é muito baixo, sendo apenas 90 no total. Outro fato que chama atenção é o baixo índice de postos que apresentaram algum passivo ambiental, seja ele no solo ou nas águas subterrâneas, podendo esse número ter uma ligação direta com o baixo índice de postos devidamente licenciados e vistoriada pelo órgão ambiental competente. VARIÁVEL AVALIADA QUANTIDADE Nº de postos de combustíveis existentes em Goiânia 229 Nº de postos licenciados 090 Nº de postos que apresentaram passivos ambientais, dos licenciados. 025 Quadro 1: Resultados do levantamento da situação dos postos de combustíveis em Goiânia (2007) Na Figura 6 a seguir, pode-se verificar a grande porcentagem de postos de combustíveis do município que encontram-se sem o licenciamento ambiental. Certamente o numero de postos contaminados pode ser ainda maior, pois para obter o licenciamento ambiental é necessário apresentar laudos que comprovem que o local não está contaminado por hidrocarbonetos de petróleo.

14 14 39% 61% Postos de combustíveis licenciados Postos de combustíveis sem licença Figura 6: Gráfico demonstrativo da situação do licenciamento dos postos de combustível do município de Goiânia no primeiro trimestre de Os resultados observados no Quadro 2 mostra um elevado índice de postos, dentre aqueles licenciados, que apresentam passivos tanto no solo como nas águas subterrâneas, assim como da disposição da manta ou pluma de contaminação existente nos mesmos, estando elas na fase livres e na dissolvida. PARÂMETRO AVALIADO VARIÁVEIS MEIO AFETADO Solo Água Solo/Água 01 posto 01 posto 23 postos FASE CONTAMINAÇÃO Livre Dissolvida Livre/Dissolvida 03 postos - 22 postos Quadro 2: Resultados da avaliação dos meios afetados e da fase da contaminação Pode-se perceber, como mostra a Figura 7, que na grande maioria dos postos que apresentaram algum tipo de contaminação, o meio afetado em sua maioria ocorre tanto no solo como nas águas superficiais. A Figura 8 mostra também, que a manta de contaminação presente nesses postos onde foram detectados passivos, encontra-se na sua maioria nas fases livres e dissolvida de contaminação, confirmando com isso a informação mostrada na Figura 7.

15 15 4% 4% 92% Meio Afetado - Solo Meio Afetado - Água Meio Afetado - Solo e Água Figura 7: Gráfico dos meios afetados pela contaminação pelo vazamento de combustíveis. 12% 0% 88% Fase Livre Fase Dissolvida Fase Livre e Dissolvida Figura 8: Gráfico das fases de contaminação dos vazamentos de combustíveis observados. Observa-se no Quadro 3, que existem dois mecanismos de remoção, dentre todos os citados neste trabalho, que são os mais utilizados nos postos com passivo ambiental em Goiânia. São eles: 1º) Pump & Treat "Bombeamento e Tratamento", 2º) Extração Multifásica (MPE) com introdução de Oxigênio (Bioventing).

16 16 Quadro 3: Resultados do levantamento das técnicas escolhidas para a neutralização da contaminação. TÉCNICA DE TRATAMENTO UTILIZADA PROCESSO QUANTIDADE CONCLUIDO POSTOS SIM NÃO Extração Multifásica (MPE) com introdução de Oxigênio (Bioventing) 8,0 6,0 2,0 Extração Monofásica 1,0-1,0 Bombeamento a vácuo Multiponto 1,0-1,0 Pump & Treat "Bombeamento e Tratamento" 9,0 4,0 5,0 Falta apresentar o projeto de remediação 6,0 - - Notou-se ainda que os postos que aderiram a segunda técnica, Extração Multifásica (MPE) com introdução de Oxigênio (Bioventing), são os mais numerosos em termos de conclusão dos trabalhos de neutralização da carga de poluente. 5 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Mediante as informações obtidas durante toda a pesquisa envolvida para a realização desse projeto, assim como dos resultados nele obtidos, pode-se concluir que o município enfrenta um sério problema no que se refere à fiscalização e licenciamento dos seus postos de combustíveis, visto o baixo valor encontrado nessa pesquisa. Esta situação é um fator preponderante para o aumento de áreas contaminadas por hidrocarbonetos de petróleo, substâncias com elevado grau de toxicidade. Com isso, as águas subterrâneas, que poderiam e são utilizada por diversas propriedades como fonte de abastecimento, estão sendo comprometidas de maneira acelerada, visto também a negligência dos proprietários dos postos que não realizam o monitoramento contínuo em suas propriedades, assim como não realizam a troca dos tanques de armazenamento de combustíveis, o que facilita o surgimento de vazamentos devido o elevado estado de deteriorização dos mesmos. Recomenda-se como forma de precaução de impactos associados à atividade de postos de combustíveis a realizações periódicas de testes como: -Teste de Estanqueidade;

17 17 -Analise dos Compostos Orgânicos Voláteis VOC; -Implantação de Postos de Monitoramento de Água a fim de averiguar a qualidade da água do lençol freático. Lembrando-se que, as implantações irregulares destes postos de monitoramento, estes perderam tornar-se uma possível fonte de contaminação do solo e lençol freático; -Implantação de tanques de combustíveis com sistemas eletrônicos de detecção de vazamento. -Licenciamento Ambiental dos postos de combustíveis do município de Goiânia. Associado a estes fatores torna-se necessário uma fiscalização mais efetiva nesses estabelecimentos, de modo a garantir que os mesmos não contribuam para a degradação ambiental. REFERÊNCIAS BRASIL. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 88, de 05 de outubro de BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 237, de 19 de dezembro de BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 273, 29 de novembro de CETESB-A. Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Áreas Contaminadas. Disponível em:<http://www.cetesb.sp.gov.br/solo/areas_contaminadas/areas.asp >. Acesso em: 15 abr CORSEUIL, H. X.; ALVAREZ, P.J.J. Natural biorremediation perspective for BTX contamined ground in Brazil. Water Science & Technology, CORSEUIL, H. X. Contaminação de águas subterrâneas por derramamento de gasolina: O problema é grave? Revista da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES EPA - U. S. - Environmental Protection Agency. How to effectively recover free product at leaking underground storage tank sites. EPA/510-R , 1996.

18 18 FURTADO, M. Remediação de solos. Para afastar o perigo que se esconde nos subterrâneos das grandes cidades, meios legais e econômicos devem fomentar obras de descontaminação. Química e Derivados, MINDRISZ, C.A, Avaliação Da Contaminação Da Água Subterrânea De Poços Tubulares, Por Combustíveis Fósseis. Tese de Doutorado. Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares. Universidade de São Paulo. São Paulo - SP MOERI, E. et al. Remediação e revitalização de áreas contaminadas. São Paulo: Signus Editora, SCHIANETZ, B. Passivos Ambientais: levantamento histórico: avaliação da periculosidade: ações de recuperação. SENAI. Curitiba PR SPILBORGS, M. C. F. Biorremediação de aqüíferos contaminado com hidrocarbonetos. Dissertação de Mestrado - Instituto de Geociências. Universidade de São Paulo, São Paulo - SP TIBURTIUS, E. R. L.; ZAMORA, P. P.; LEAL, E. S. Contaminação de águas por BTXs e processos utilizados na remediação de sítios contaminados. Química Nova, 2004.

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