Curso sobre Contrato Administrativo, Contratação Direta e Registro de Preços

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1 ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Programa de Capacitação de Servidores Públicos Municipais Curso sobre Contrato Administrativo, Contratação Direta e Registro de Preços Prof. Dr. Joel de Menezes Niebuhr Advogado. Doutor em Direito Administrativo pela PUC/SC. Mestre em Direito pela UFSC/SC. Professor de Direito Administrativo da Escola da Magistratura do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e da Escola do Ministério Público de Santa Catarina. Autor dos livros "Princípio da Isonomia na Licitação Pública" (Florianópolis: Obra Jurídica, 2000), "O Novo Regime Constitucional da Medida Provisória" (São Paulo: Dialética, 2002), "Dispensa e Inexigibilidade de Licitação Pública" (São Paulo: Dialética, 2003) e "Pregão Presencial e Eletrônico" (Curitiba: Zênite, 2004). Promoção e realização: outubro de

2 Apresentação A Escola de Gestão Pública Municipal criada em 2004 pela FECAM, em parceria com as Associações de Municípios, tem como principal objetivo a capacitação de agentes políticos e servidores públicos, uma vez que, em virtude das inúmeras mudanças que ocorrem constantemente na esfera pública, é necessário ampliar o conhecimento técnico dos mesmos. O programa de capacitação de agentes políticos e servidores públicos passou a ser um mecanismo eficiente e inovador em relação à organização de cursos e seminários, além de ganhar ênfase como uma das principais ações das entidades municipalistas de Santa Catarina. O número de servidores públicos municipais qualificados mostra a importância da Escola. Em menos de um ano de sua implantação, a escola capacitou cerca de servidores públicos em cursos como Planejamento Eficiente, Gestão Pública Municipal, Planejamento Urbano, Políticas Públicas Sociais, Treinamento sobre Bolsa Família e Cadastro Único, Controle Interno, Licitação Pública e Pregão. Além disso, a Escola de Gestão Pública Municipal realizou neste curto período, seminários, congressos e debates que envolveram prefeitos e profissionais da área pública municipal. Através das capacitações, os municípios ganham profissionais mais qualificados e, conseqüentemente, os serviços prestados à sociedade são mais eficientes. 1

3 Histórico A Federação Catarinense de Municípios - FECAM em colaboração com as Associações de Municípios tem a grata satisfação de divulgar a ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL, voltada à formação e capacitação dos agentes políticos e servidores públicos municipais do Estado de Santa Catarina. O objetivo da escola é criar nos agentes e servidores uma consciência cada vez mais clara e dinâmica para fazer dos recursos públicos, sejam materiais ou imateriais, a transformação necessária à modernização das ações municipais, respeito às normas que norteiam a administração Pública, e assim ter a certeza de estar no rumo certo para melhor atender ao cidadão. É indiscutível que o sucesso de qualquer empresa é o espírito de equipe e não é diferente na administração pública, porém para obter resultados esta equipe precisa estar preparada. Por outro lado, os custos com a capacitação não são acessíveis, o que requer a redução de gastos, mas por outro lado, é necessário qualificar o quadro de servidores. É neste contexto que a FECAM e as Associações de Municípios se unem, para formar os servidores municipais e os agentes políticos com os melhores profissionais das respectivas áreas e com um custo consideravelmente menores. Estes benefícios são possíveis graças às parcerias formadas com o Ministério Público de Santa Catarina - MP/SC, Tribunal de Contas do Estado - TCE/SC, Conselho Regional de Contabilidade - CRC, Conselho Regional de Administração- CRA/FUNDASC, Secretaria do Tesouro Nacional, Universidades, institutos, dentre outras. 2

4 Diretoria Executiva da FECAM Presidente Neodi Saretta Prefeito Municipal de Concórdia 1º Vice Presidente Dávio Leu Prefeito Municipal de Massaranduba 2º Vice Presidente José Milton Scheffer Prefeito Municipal de Sombrio 3º Vice Presidente Anísio Anatólio Soares Prefeito Municipal de Gov. Celso Ramos 1º Secretário Saulo Sperotto Prefeito Municipal de Caçador 2º Secretário Jair José Farias Prefeito Municipal de Bom Retiro Conselho Fiscal - Titulares Orildo Antônio Severgnini Armindo Haro Neto Julcemar Alcir Coelho Anecleto Galon Olímpio José Tomio Ênio Reckziegel Luiz Kuerten Fernando Mallon Prefeito Municipal de Major Vieira Prefeito Municipal de Joaçaba Prefeito Municipal de Penha Prefeito Municipal de Pinhalzinho Prefeito Municipal de Indaial Prefeito Municipal de Paraíso Prefeito Municipal de Braço do Norte Prefeito Municipal de São Bento do Sul Conselho Fiscal -Suplentes Volcir Canuto Ivo Gelbcke Paulo Hoepers Paulo César Schlichting da Silva Valdemar Lorenzetti Celso Knapp Normélio Daneluz Prefeito Municipal de Brunópolis Prefeito Municipal de Itaiópolis Prefeito Municipal de Forquilhinhas Prefeito Municipal de Agrolândia Prefeito Municipal de Vargeão Prefeito Municipal de Palmitos Prefeito Municipal de Campo Erê Conselho Deliberativo Avelino Menegolla Presidente da AMAI Prefeito Municipal de Xanxerê Claudemir Cesca Presidente da AMARP Prefeito Municipal de Salto Veloso Ademir Domingos Miotto Presidente da AMAUC Prefeito Municipal de Pres. Castelo Branco Carlos Hoegen Presidente da AMAVI Prefeito Municipal de Ituporanga Airton Fontana Presidente da AMEOSC Prefeito Municipal de Guaraciaba Mauro de Nadal Presidente da AMERIOS Prefeito Municipal de Cunha Porã José Milton Scheffer Presidente da AMESC Prefeito Municipal de Sombrio Rubens Spernau Presidente da AMFRI Prefeito Municipal de Balneário Camboriú Armindo Haro Neto Presidente da AMMOC Prefeito Municipal de Joaçaba 3

5 Oscar Schneider Presidente da AMMVI Prefeito Municipal de Timbó Tomé Francisco Etges Presidente da AMNOROESTE Prefeito Municipal de São Lourenço do Oeste Gilberto Ari Tomasi Presidente da AMOSC Prefeito Municipal de Caxambú do Sul Humberto Jair Damasco Ribas Presidente da AMPLA Prefeito Municipal de Papanduva Nelson Cruz Presidente da AMPLASC Prefeito Municipal de Campos Novos Paulo Hoepers Presidente da AMREC Prefeito Municipal de Forquilhinha Marco Antonio Tebaldi Presidente da AMUNESC Prefeito Municipal de Joinville Orildo Antonio Severgnini Presidente da AMURC Prefeito Municipal de Major Vieira Neri Vandresen Presidente da AMUREL Prefeito Municipal de Rio Fortuna Altamir José Paes Presidente da AMURES Prefeito Municipal de Otacílio Costa Valter Marino Zimmermann Presidente da AMVALI Prefeito Municipal de Barra Velha Vilmar Astrogildo Tuta de Souza Presidente da GRANFPOLIS Prefeito Municipal de Biguaçú 4

6 Contate a FECAM Praça XV de novembro, 270 CEP Florianópolis / Santa Catarina Tel. (48) Equipe Técnica SECRETARIA EXECUTIVA Celso Vedana Secretário Executivo Coordenação de Planos de Ações Estratégicas e gestão da entidade Ariane de Campos Angioletti Secretária Administrativa Assessoria a Secretaria Executiva, responsável pelo relacionamento e atendimento da FECAM Viviane Moritz Recepcionista Marli Amorim Machado Servente Rodolfo Jair Farias Estagiário COORDENAÇÃO CONTÁBIL E FINANCEIRA Zaqueu Rogério Francez Consultor Contábil Consultoria Contabilidade Orçamentária, Controle Interno, Planejamento Municipal Edina David Assessora Financeira Cálculo dos valores do ICMS, IPI e FPM, além de relatório de arrecadação de receitas semanais. Controle de contas FECAM. Eduardo Francisco Silva de Souza - Auxiliar Contábil Folha de Pagamento, contabilidade fiscal, financeira e administrativa COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO Marco Aurélio Gomes - Jornalista Relacionamento com os Veículos de Comunicação, editor Revista da Fecam e Informativos Responsável pela integração com as Assessorias de Imprensa das Associações de Municípios. Dayane Nunes - Jornalista Produção de Informativo Eletrônico e atualização do site da FECAM. 5

7 COORDENAÇÃO DE PLANEJAMENTO E PROJETOS Emerson Souto Gerente de Tecnologia e Informação Coordenação do Portal da FECAM, planejamento e implementação de ferramentas de comunicação interna e externa. Luiz Paulo Sclischting Técnico de Informática Gerenciamento da rede interna FECAM e desenvolvimento de sistemas. COORDENAÇÃO DE INFORMÁTICA Analise Schwengber Demaman - Analise de Sistemas André Almeida - Programador Leandro André Zis Programador CONSULTORIAS ESPECIALIZADAS Edinando Brustolin Advogado Assessoria Jurídica Dr. Joel Menezes Niehbur - Consultor Licitação pública, contratos e pregão Martiliano de Melo Analista de Sistemas Informática Walter Scariot Analista de Sistemas Informática 6

8 Sumário Considerações gerais sobre Contrato Administrativo Teorias sobre contrato administrativo Características comuns a todos os contratos administrativos Cláusulas Exorbitantes Poderes da Administração Formalidades impostas à Administração Direitos dos contratados Cláusulas obrigatórias Garantia Formalização dos Contratos Execução dos Contratos Prazo de duração dos contratos Alterações Contratuais Rescisão dos Contratos Sanções administrativas Equilíbrio econômico-financeiro Reajuste Revisão Decisões judiciais e de tribunais de contas sobre revisão e reajuste Registro de Preços Conceito Distinção entre registro de preços e outras figuras congêneres Vantagens Normas Relação entre legislação e decreto Incidência do Decreto Federal nº 3.931/ Abrangência Registro de preços para programas de informática Incompatibilidade do registro de preços Prioridade ao registro de preços Registro de preços para diferentes entidades administrativas Atribuições do órgão gerenciador Atribuições do órgão participante Da não obrigação de contratar e suas conseqüências Referencial de preço Divisão em lotes Fornecimento parcial Licitação Edital de licitação Ata de registro de preços Prazo de validade do registro Carona Contratação Revisão dos valores Cancelamento do registro

9 Considerações gerais sobre Contrato Administrativo 1. Teorias sobre contrato administrativo (a) Não existe contrato administrativo não há autonomia da vontade não há igualdade entre as partes (b) Distinção entre contratos administrativos e contratos da administração (c) Contratos Administrativos Artigo 2º do parágrafo único da Lei nº 8.666/93 Para os fins desta Lei, considera-se contrato todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, em que haja um acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada. 3º do artigo 62 da Lei nº 8.666/93 Aplica-se o disposto nos arts. 55 e 58 a 61 desta Lei e demais normas gerais, no que couber: I - aos contratos de seguro, de financiamento, de locação em que o Poder Público seja locatário, e aos demais cujo conteúdo seja regido, predominantemente, por norma de direito privado; II - aos contratos em que a Administração for parte como usuária de serviço público. 2. Características comuns a todos os contratos administrativos Obrigatoriedade de licitação pública vinculação ao interesse público vinculação aos princípios de Direito Administrativo Mutabilidade limitada Requisitos de formalização aplicação de sanções administrativas possibilidade de ser anulado pela Administração Controle dos atos administrativos Controle através de ação popular e pelo Tribunal de Contas 3. Cláusulas Exorbitantes Poderes da Administração Alteração unilateral rescisão unilateral 8

10 fiscalização aplicação de sanções em casos de rescisão de contratos, de cuja execução dependa a prestação de serviços públicos essenciais, a Administração pode ocupar provisoriamente bens móveis, imóveis, pessoal e serviços vinculados ao seu objeto. Anulação. 4. Formalidades impostas à Administração Formalização do contrato: em regra, escrito e com publicação do instrumento no Diário Oficial. Limites à duração dos contratos Limites às alterações 5. Direitos dos contratados Intangibilidade do equilíbrio econômico-financeiro do contrato princípio da identidade do objeto adimplemento das obrigações contratadas respeito à ordem cronológica dos pagamentos exceção do contrato não cumprido rescisão judicial ampla defesa e contraditório motivação 6. Cláusulas obrigatórias Art. 55. São cláusulas necessárias em todo contrato as que estabeleçam: I - o objeto e seus elementos característicos; II - o regime de execução ou a forma de fornecimento; III - o preço e as condições de pagamento, os critérios, data-base e periodicidade do reajustamento de preços, os critérios de atualização monetária entre a data do adimplemento das obrigações e a do efetivo pagamento; IV - os prazos de início de etapas de execução, de conclusão, de entrega, de observação e de recebimento definitivo, conforme o caso; V - o crédito pelo qual correrá a despesa, com a indicação da classificação funcional programática e da categoria econômica; VI - as garantias oferecidas para assegurar sua plena execução, quando exigidas; 9

11 VII - os direitos e as responsabilidades das partes, as penalidades cabíveis e os valores das multas; VIII - os casos de rescisão; IX - o reconhecimento dos direitos da Administração, em caso de rescisão administrativa prevista no art. 77 desta Lei; X - as condições de importação, a data e a taxa de câmbio para conversão, quando for o caso; XI - a vinculação ao edital de licitação ou ao termo que a dispensou ou a inexigiu, ao convite e à proposta do licitante vencedor; XII - a legislação aplicável à execução do contrato e especialmente aos casos omissos; XIII - a obrigação do contratado de manter, durante toda a execução do contrato, em compatibilidade com as obrigações por ele assumidas, todas as condições de habilitação e qualificação exigidas na licitação. 7. Garantia Art. 56. A critério da autoridade competente, em cada caso, e desde que prevista no instrumento convocatório, poderá ser exigida prestação de garantia nas contratações de obras, serviços e compras. 1º Caberá ao contratado optar por uma das seguintes modalidades de garantia: (Redação dada pela Lei nº 8.883, de ) I - caução em dinheiro ou títulos da dívida pública; II - seguro-garantia; III - fiança bancária. 2º A garantia a que se refere o caput deste artigo não excederá a cinco por cento do valor do contrato e terá seu valor atualizado nas mesmas condições daquele, ressalvado o previsto no parágrafo 3o deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de ) 3º Para obras, serviços e fornecimentos de grande vulto envolvendo alta complexidade técnica e riscos financeiros consideráveis, demonstrados através de parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, o limite de garantia previsto no parágrafo anterior poderá ser elevado para até dez por cento do valor do contrato. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de ) 4º A garantia prestada pelo contratado será liberada ou restituída após a execução do contrato e, quando em dinheiro, atualizada monetariamente. 5º Nos casos de contratos que importem na entrega de bens pela Administração, dos quais o contratado ficará depositário, ao valor da garantia deverá ser acrescido o valor desses bens. 10

12 8. Formalização dos Contratos Artigo 60: Os contratos e seus aditamentos serão lavrados nas repartições interessadas, as quais manterão arquivo cronológico dos seus autógrafos e registro sistemático do seu extrato, salvo os relativos a direitos reais sobre imóveis, que se formalizam por instrumento lavrado em cartório de notas, de tudo juntando-se cópia no processo que lhe deu origem. Parágrafo único. É nulo e de nenhum efeito o contrato verbal com a Administração, salvo o de pequenas compras de pronto pagamento, assim entendidas aquelas de valor não superior a 5% (cinco por cento) do limite estabelecido no art. 23, inciso II, alínea "a" desta Lei, feitas em regime de adiantamento. Parágrafo Único do Artigo 61: A publicação resumida do instrumento de contrato ou de seus aditamentos na imprensa oficial, que é condição indispensável para sua eficácia, será providenciada pela Administração até o quinto dia útil do mês seguinte ao de sua assinatura, para ocorrer no prazo de vinte dias daquela data, qualquer que seja o seu valor, ainda que sem ônus, ressalvado o disposto no art. 26 desta Lei. (Parágrafo único incluído pela Lei nº 8.883, de ) Caput do artigo 62: O instrumento de contrato é obrigatório nos casos de concorrência e de tomada de preços, bem como nas dispensas e inexigibilidades cujos preços estejam compreendidos nos limites destas duas modalidades de licitação, e facultativo nos demais em que a Administração puder substituí-lo por outros instrumentos hábeis, tais como carta-contrato, nota de empenho de despesa, autorização de compra ou ordem de execução de serviço. 4º do artigo 62 É dispensável o "termo de contrato" e facultada a substituição prevista neste artigo, a critério da Administração e independentemente de seu valor, nos casos de compra com entrega imediata e integral dos bens adquiridos, dos quais não resultem obrigações futuras, inclusive assistência técnica. JURISPRUDÊNCIA TCU Decisão Nº 484/96 Pleno O dispositivo legal oferecido pelo articulista das justificativas (art. 62, 4º da Lei nº 8.666/93) trata apenas da dispensa do termo de contrato, não das cláusulas que inserem responsabilidades do contratado para com a administração, "ex-vi" do art. 62 do mesmo dispositivo legal, "in verbis": 'Art (omissis)... 2º. Em carta-contrato, nota de empenho de despesa, autorização de compra, ordem de execução de serviço ou outros instrumentos hábeis, aplica-se, no que couber, o disposto no art. 55 desta Lei.' 11

13 Pelo simples fato de o art. 62, 4º, da Lei em comento dispensar o 'Termo de Contrato', não significa, portanto, que juntamente com ele estejam dispensadas também as garantias que a administração deve ter na execução de serviços de engenharia. A lei apenas substitui o termo de contrato por Carta-Contrato, Nota de Empenho de Despesas, etc..., mas não eximiu o administrador da obrigatoriedade de fazer constar, em casos como o em estudo (nota de empenho) as cláusulas essenciais previstas no art. 55 do referido diploma legal, sujeitando-o, ainda, inclusive, à publicação no DOU (v. Decisão nº 585/94-TCU-Plenário - Ata 44/94 - Sessão de 14/09/94) TCU, TC /93-1 (...) 1.3. publicação dos extratos de todos seus contratos no Diário Oficial da União, nos termos do î 1º do art. 61 da Lei nº 8.666/93 e do art. 33 do Regulamento de Licitações e Contratos do GEIPOT, mesmo em se tratando de outros instrumentos hábeis, como por exemplo, "nota de empenho", "carta contrato", "autorização de compra", "ordem de execução de serviço 9. Execução dos Contratos Fiscalização A execução do contrato deve ser acompanhada e fiscalizada por um representante da Administração (art. 67) Obrigações do Contratado Art. 69. O contratado é obrigado a reparar, corrigir, remover, reconstruir ou substituir, às suas expensas, no total ou em parte, o objeto do contrato em que se verificarem vícios, defeitos ou incorreções resultantes da execução ou de materiais empregados. Art. 70. O contratado é responsável pelos danos causados diretamente à Administração ou a terceiros, decorrentes de sua culpa ou dolo na execução do contrato, não excluindo ou reduzindo essa responsabilidade a fiscalização ou o acompanhamento pelo órgão interessado. Art. 71. O contratado é responsável pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato. 1º A inadimplência do contratado, com referência aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem poderá onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o Registro de Imóveis. (Redação dada pela Lei nº 9.032, de ) 2º A Administração Pública responde solidariamente com o contratado pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato, nos termos do art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de (Redação dada pela Lei nº 9.032, de ) 3º (VETADO) 12

14 Enunciado 331 do Tribunal Superior do Trabalho Contrato de prestação de serviços - Legalidade - Revisão do enunciado 256. I - A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019, de ). II A contratação irregular de trabalhador, através de empresa interposta, não gera vínculo de emprego com os órgãos da Administração Pública Direta, Indireta ou Fundacional (art. 37, II, da Constituição da República) III - Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102, de ), de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta. IV - O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica na responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços quanto àquelas obrigações, desde que tenha participado da relação processual e conste também do título executivo judicial. 17, de dezembro de Cessão e Subcontratação Art. 72. O contratado, na execução do contrato, sem prejuízo das responsabilidades contratuais e legais, poderá subcontratar partes da obra, serviço ou fornecimento, até o limite admitido, em cada caso, pela Administração. Art. 78. Constituem motivo para rescisão do contrato: VI - a subcontratação total ou parcial do seu objeto, a associação do contratado com outrem, a cessão ou transferência, total ou parcial, bem como a fusão, cisão ou incorporação, não admitidas no edital e no contrato; Recebimento Art. 73. Executado o contrato, o seu objeto será recebido: I - em se tratando de obras e serviços: a) provisoriamente, pelo responsável por seu acompanhamento e fiscalização, mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes em até 15 (quinze) dias da comunicação escrita do contratado; b) definitivamente, por servidor ou comissão designada pela autoridade competente, mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes, após o decurso do prazo de observação, ou vistoria que comprove a adequação do objeto aos termos contratuais, observado o disposto no art. 69 desta Lei; II - em se tratando de compras ou de locação de equipamentos: a) provisoriamente, para efeito de posterior verificação da conformidade do material com a especificação; 13

15 b) definitivamente, após a verificação da qualidade e quantidade do material e conseqüente aceitação. 1º Nos casos de aquisição de equipamentos de grande vulto, o recebimento far-se-á mediante termo circunstanciado e, nos demais, mediante recibo. 2º O recebimento provisório ou definitivo não exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança da obra ou do serviço, nem ético-profissional pela perfeita execução do contrato, dentro dos limites estabelecidos pela lei ou pelo contrato. 3º O prazo a que se refere a alínea "b" do inciso I deste artigo não poderá ser superior a 90 (noventa) dias, salvo em casos excepcionais, devidamente justificados e previstos no edital. 4º Na hipótese de o termo circunstanciado ou a verificação a que se refere este artigo não serem, respectivamente, lavrado ou procedida dentro dos prazos fixados, reputar-se-ão como realizados, desde que comunicados à Administração nos 15 (quinze) dias anteriores à exaustão dos mesmos. Art. 74. Poderá ser dispensado o recebimento provisório nos seguintes casos: I - gêneros perecíveis e alimentação preparada; II - serviços profissionais; III - obras e serviços de valor até o previsto no art. 23, inciso II, alínea "a", desta Lei, desde que não se componham de aparelhos, equipamentos e instalações sujeitos à verificação de funcionamento e produtividade. Parágrafo único. Nos casos deste artigo, o recebimento será feito mediante recibo. 10. Prazo de duração dos contratos Art. 57. A duração dos contratos regidos por esta Lei ficará adstrita à vigência dos respectivos créditos orçamentários, exceto quanto aos relativos: I - aos projetos cujos produtos estejam contemplados nas metas estabelecidas no Plano Plurianual, os quais poderão ser prorrogados se houver interesse da Administração e desde que isso tenha sido previsto no ato convocatório; II - à prestação de serviços a serem executados de forma contínua, que poderão ter a sua duração prorrogada por iguais e sucessivos períodos com vistas à obtenção de preços e condições mais vantajosas para a administração, limitada a sessenta meses; (Redação dada pela Lei nº 9.648, de ) III - (VETADO) IV - ao aluguel de equipamentos e à utilização de programas de informática, podendo a duração estender-se pelo prazo de até 48 (quarenta e oito) meses após o início da vigência do contrato. 14

16 1º Os prazos de início de etapas de execução, de conclusão e de entrega admitem prorrogação, mantidas as demais cláusulas do contrato e assegurada a manutenção de seu equilíbrio econômico-financeiro, desde que ocorra algum dos seguintes motivos, devidamente autuados em processo: I - alteração do projeto ou especificações, pela Administração; II - superveniência de fato excepcional ou imprevisível, estranho à vontade das partes, que altere fundamentalmente as condições de execução do contrato; III - interrupção da execução do contrato ou diminuição do ritmo de trabalho por ordem e no interesse da Administração; IV - aumento das quantidades inicialmente previstas no contrato, nos limites permitidos por esta Lei; V - impedimento de execução do contrato por fato ou ato de terceiro reconhecido pela Administração em documento contemporâneo à sua ocorrência; VI - omissão ou atraso de providências a cargo da Administração, inclusive quanto aos pagamentos previstos de que resulte, diretamente, impedimento ou retardamento na execução do contrato, sem prejuízo das sanções legais aplicáveis aos responsáveis. 2º Toda prorrogação de prazo deverá ser justificada por escrito e previamente autorizada pela autoridade competente para celebrar o contrato. 3º É vedado o contrato com prazo de vigência indeterminado. 4º Em caráter excepcional, devidamente justificado e mediante autorização da autoridade superior, o prazo de que trata o inciso II do caput deste artigo poderá ser prorrogado por até doze meses. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.648, de 27/05/98) Jurisprudência A previsão contida no artigo 57, inciso II, da Lei Federal nº 8.666/93,faculta ao Poder Público a prorrogação da duração dos contratos relativos à prestação de serviços contínuos, sendo essa prorrogação igual a vigência do crédito orçamentário, no exercício subseqüente. Ressalva-se que dita prorrogação sujeita-se às demais determinações da referida Lei. (TCE- SC, Pré-julgado 161) A contratação de serviços continuados poderá ter prazo máximo de 60 (sessenta) meses, nos termos do art. 57 da Lei Federal nº 8.666/93, sendo silente a norma quanto ao prazo mínimo. Cabe ao administrador definir os critérios objetivos para a prestação dos serviços, o número de meses em que irá vigir o contrato, bem como fazer constar do edital ou do ato convocatório a possibilidade de prorrogação de modo que se efetive sob preços e condições mais vantajosas para a Administração. A Lei Federal nº 8.666/93 não permite a fixação de exíguo período contratual visando avaliar o contratado para após decidir se continuará ou não com a prestação de seus serviços. Em virtude de eventual má-prestação dos serviços cabe ao Administrador tomar as medidas de sanção constantes na Lei Federal nº 8.666/93. (TCE-SC, Pré-julgado 1151) 15

17 Cabe, exclusivamente à Administração, a prerrogativa de promover a prorrogação de contratos, observadas as normas legais e o atendimento ao interesse público, devidamente justificados em regular processo administrativo. A prorrogação de contrato, nas hipóteses admitidas em lei, deve ser promovida antes do término da vigência da avença original, através de termo aditivo, sob pena de nulidade do ato. Os contratos extintos em decorrência do decurso do prazo neles estabelecidos não podem, em hipótese alguma, serem objeto de prorrogação. (TCE-SC, Pré-julgado 1084) Salvo as hipóteses do inciso I (projetos contidos no plano plurianual) e inciso II (serviços de natureza contínua) não se admite a prorrogação de contratos administrativos. Somente é admissível a prorrogação de contrato quando o instrumento convocatório contiver expressa previsão (art. 57, I, da Lei Federal 8.666/93). A cobrança por estacionamento em vias públicas não pode ser considerado serviço de natureza contínua, e os contratos não aproveitam a exceção prevista no art. 57, II, da Lei Federal 8.666/93 (prorrogação por sucessivos períodos). (TCE-SC, Pré-julgado nº 885) Nos termos do art. 57, II, da Lei Federal nº 8.666/93, com redação da Lei 9.648/98, a prorrogação sucessiva de contratos administrativos, por até 60 meses, quando expressamente previsto no instrumento convocatório, só é permitida para os contratos de serviços contínuos, neles não se enquadrando os serviços de consultoria jurídica, de assessoria administrativa ou de auditoria. Os serviços de controle e auditoria interna competem exclusivamente a pessoal dos quadros do próprio ente, constituindo atividade permanente do órgão, nos termos do art. 74 da Constituição Federal, e exigência da Lei Complementar n 101/00. Os serviços de consultoria jurídica de escopo genérico (análise de normas legais, de documentos, de processos administrativos, de projetos de lei, defesa administrativa do Município ou em ações judiciais, assessoria e outras atividades afins), devem ser executados por servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo, mediante concurso público. Admite-se a contratação de consultoria jurídica externa somente para defesa dos interesses do ente em questões de alta complexidade, serviços singulares ou que exijam notória especialização na matéria. Em caso excepcional de necessidade, devidamente justificado, podem ser contratados serviços de auditoria externa, consultoria ou assessoria, mediante processo licitatório, com escopo definido e prazo certo (contrato de escopo), adstrito aos respectivos créditos orçamentários, vedada a prorrogação sucessiva com fundamento no art. 57, II, da Lei de Licitações e Contratos Administrativos, pois não se tratam de serviços contínuos ou de natureza continuada. (TCE-SC, Pré-julgado nº 923) Serviços de assistência médico-hospitalar podem ser enquadrados como de natureza contínua para os fins do artigo 57 da Lei n 8.666/93. Os contratos de prestação de serviços de natureza contínua admitem prorrogações nos termos da Medida Provisória n , de 26 de março de 1997, que altera a Lei n 8.666/93, desde que expressamente previsto no instrumento convocatório da licitação e no contrato. (TCE- Pré-julgado nº 425) Nada obsta que o Poder Público efetue locação de imóvel com pessoa jurídica e/ou física, utilizando-se da figura da dispensa de licitação, na forma como dispõe o artigo 24 inciso X da Lei 8.666/93; e com fundamento no artigo 62, 3º, inciso I da Lei das Licitações, a restrição 16

18 imposta à renovação de contratos por força do disposto no artigo 57 não é aplicável na locação de imóveis. (TCE-SC Pré-julgado 318) Nos contratos em que a Administração for parte como usuária de serviço público, não se aplica o artigo 57 da Lei Federal nº 8.666/93, conforme o estabelecido no artigo 62, 3º, II, da mesma norma. A vigência do contrato de prestação de serviços de telefonia móvel celular está vinculada ao interesse do usuário em utilizá-lo. A rescisão do contrato se dará quando a administração não mais desejar dispor do serviço público contratado. (TCE-SC, Pré-julgado 204) TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Não existe a necessidade de fixar a vigência coincidindo com o ano civil, nos contratos de serviços continuados cuja duração ultrapasse o exercício financeiro em curso, uma vez que não pode ser confundido o conceito de duração dos contratos administrativos (art. 57 da Lei nº 8.666/93, de 1993) com a condição de comprovação de existência de recursos orçamentários para o pagamento das obrigações executadas no exercício financeiro em curso (art. 7º, 2º, III, da Lei nº 8.666, de 1993), pois nada impede que contratos desta natureza tenham a vigência fixada para 12 meses, ultrapassando o exercício financeiro inicial, e os créditos orçamentários fiquem adstritos ao exercício financeiro em que o termo contratual é pactuado, conforme dispõe o art. 30 e, do Decreto , de (TCU, Decisão 586/2002, 2º Câmara) 11. Alterações Contratuais As alterações podem ser: (a) (b) unilaterais ou consensuais quantitativas ou qualitativas Limites às alterações: Espécies de Alterações Quantitativas /Unilaterais Limites 25% e 50% (reforma de edifício ou equipamento) do valor inicial atualizado do contrato Quantitativas/Consensuais Acréscimo 25% e 50% Supressão Não há limite Qualitativas Não há limites legais Decisão nº 215/99, do TCU, sobre limites às alterações 8.1. com fundamento no art. 1º, inciso XVII, 2º da Lei nº 8.443/92, e no art. 216, inciso II, do Regimento Interno deste Tribunal, responder à Consulta formulada pelo ex-ministro de Estado de Estado do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, Gustavo Krause Gonçalves Sobrinho, nos seguintes termos: a) tanto as alterações contratuais quantitativas - que modificam a dimensão do objeto - quanto as unilaterais qualitativas - que mantêm intangível o objeto, em natureza e em dimensão, estão sujeitas aos limites preestabelecidos nos 1º e 2º do art. 65 da Lei nº 17

19 8.666/93, em face do respeito aos direitos do contratado, prescrito no art. 58, I, da mesma Lei, do princípio da proporcionalidade e da necessidade de esses limites serem obrigatoriamente fixados em lei; b) nas hipóteses de alterações contratuais consensuais, qualitativas e excepcionalíssimas de contratos de obras e serviços, é facultado à Administração ultrapassar os limites aludidos no item anterior, observados os princípios da finalidade, da razoabilidade e da proporcionalidade, além dos direitos patrimoniais do contratante privado, desde que satisfeitos cumulativamente os seguintes pressupostos: I - não acarretar para a Administração encargos contratuais superiores aos oriundos de uma eventual rescisão contratual por razões de interesse público, acrescidos aos custos da elaboração de um novo procedimento licitatório; II - não possibilitar a inexecução contratual, à vista do nível de capacidade técnica e econômico-financeira do contratado; III - decorrer de fatos supervenientes que impliquem em dificuldades não previstas ou imprevisíveis por ocasião da contratação inicial; IV - não ocasionar a transfiguração do objeto originalmente contratado em outro de natureza e propósito diversos; V - ser necessárias à completa execução do objeto original do contrato, à otimização do cronograma de execução e à antecipação dos benefícios sociais e econômicos decorrentes; VI - demonstrar-se - na motivação do ato que autorizar o aditamento contratual que extrapole os limites legais mencionados na alínea "a", supra - que as conseqüências da outra alternativa (a rescisão contratual, seguida de nova licitação e contratação) importam sacrifício insuportável ao interesse público primário (interesse coletivo) a ser atendido pela obra ou serviço,ou seja gravíssimas a esse interesse; inclusive quanto à sua urgência e emergência; Carece de amparo legal eventual alteração contratual visando promover acréscimo financeiro superior ao previsto nos 1 e 2 do art. 65 da Lei Federal n 8.666/93 (25%) quando as modificações introduzidas no projeto original da obra não decorram de fatos supervenientes (interferências imprevistas), constatados durante a execução do objeto do contrato, forem promovidas por exclusivo interesse do órgão contratante e poderiam ser previstas antes da celebração do contrato. (TCE-SC, Pré-julgado nº 774). A variação contratual decorrente do acréscimo ao objeto do contrato esta sujeita aos limites estabelecidos pelos parágrafos 1º e 2º do art. 65 da Lei Federal nº 8.666/93, excetuando-se a decorrente da aplicação de cláusulas contratuais relativas a reajustes dos preços inicialmente pactuados, conforme 8º do art. 65 daquela Lei. Será obrigatória nova licitação para contratações de que excederem o limite previsto nos parágrafos 1º e 2º do art. 65 da Lei Federal nº 8.666/93, pois as dispensas de licitações estão restritas às hipóteses e condições impostas pelos arts. 24 a 26 da Lei de Licitações. (TCE-SC, Pré-julgado nº 736) O contrato de execução de obra pública sob o regime de empreitada por preço global somente admite acréscimo quantitativo se este estiver relacionado às obras elencadas no contrato original, com as devidas justificativas, e nos limites estabelecidos no artigo 65, 1 e 2 da Lei 8.666/93 (vinte e cinco por cento do valor atualizado do contrato), sendo vedada a inclusão de outras obras (ruas) não elencadas no contrato. (TCE-SC, Pré-julgado nº 457) Na aquisição de equipamentos em lote único, mas composto por diversos itens, havendo motivação fundada no art. 65, inciso I, alínea "a", da Lei Federal nº 8.666/93, visando ao estrito atendimento ao interesse público, é admissível a alteração dos quantitativos licitados de cada item, desde que o fornecedor ainda não tenha promovido a entrega global do objeto e não haja alteração no valor global do contrato, ressaltando-se que na aquisição de bens móveis a forma mais indicada é a licitação para julgamento por itens, visando à obtenção do 18

20 menor preço, não se justificando a adoção de lote único, salvo exigência expressa nas normas de entidade internacional financiadora da aquisição dos bens. (TCE-SC, Pré-julgado nº 1096) FORMALIZAÇÃO DAS ALTERAÇÕES 6º do artigo 65 da Lei nº 8.666/93: Em havendo alteração unilateral do contrato que aumente os encargos do contratado, a Administração deverá restabelecer, por aditamento, o equilíbrio econômico-financeiro inicial. 12. Rescisão dos Contratos Rescisão Unilateral a) Ampla Defesa e Motivação (CF, Art. 5º, LV e Art. 78, Par. Único) b) Cabimento (Art. 78) Descumprimento de cláusulas contratuais. (I e II) Lentidão no cumprimento do contrato. (III) Atraso injustificado no início da obra, do serviço ou fornecimento. (IV) Paralisação da obra, do serviço ou fornecimento. (V) Subcontratação, associação do contratado com outrem, a cessão ou transferência, total ou parcial, bem como a fusão, cisão ou incorporação, não admitidas no contrato ou no edital. (VI) Desatendimento de determinações regulares da fiscalização ou cometimento reiterado de faltas anotadas por ela. (VII e VIII) Falência ou insolvência civil. (IX) Dissolução de sociedade ou falecimento do contratado. (X) Alteração do estatuto social ou modificação da finalidade ou da estrutura da contratada que prejudique a execução do contrato. (XI) Razões de interesse público, de alta relevância e amplo conhecimento, justificadas e determinadas pela máxima autoridade da esfera administrativa a que está subordinado o contratante e exaradas no processo administrativo a que se refere o contrato. (XII) Caso fortuito ou força maior que impeça a execução do contrato. (XVII) Descumprimento do art. 7º, inc. XXXIII da Constituição Federal. (XVIII) c) Prerrogativas da Administração (art. 80) Assunção imediata do objeto do contrato. Ocupação e utilização do local, das instalações, dos equipamentos, do material e do pessoal empregados na execução do contrato. Execução da garantia contratual. Retenção dos créditos decorrentes do contrato até o limite dos prejuízos causados à Administração. 19

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