Normas que regulam a conduta dos agentes públicos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Normas que regulam a conduta dos agentes públicos"

Transcrição

1 Normas que regulam a conduta dos agentes públicos LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE LEI Nº 8.027, DE 12 DE ABRIL DE DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE LEI Nº 8.884, DE 11 DE JUNHO DE RESOLUÇÃO Nº 16 DO CADE, DE 9 DE SETEMBRO DE DECRETO Nº 4.081, DE 11 DE JANEIRO DE DECRETO Nº 4.187, DE 8 DE ABRIL DE CÓDIGO DE CONDUTA DA ALTA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 1, DE 13 DE SETEMBRO DE RESOLUÇÃO Nº 2 DE 24 DE OUTUBRO DE RESOLUÇÃO Nº 3 DE 23 DE NOVEMBRO DE RESOLUÇÃO Nº 4, DE 7 DE JUNHO DE RESOLUÇÃO Nº 5, DE 7 DE JUNHO DE RESOLUÇÃO Nº 6, DE 25 DE JULHO DE RESOLUÇÃO Nº 7, DE 14 DE FEVEREIRO DE RESOLUÇÃO Nº 8, DE 25 DE SETEMBRO DE LEI Nº 4.878, DE 3 DE DEZEMBRO DE

2 LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. Título IV Do Regime Disciplinar Capítulo I Dos Deveres Art São deveres do servidor: I - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo; II - ser leal às instituições a que servir; III - observar as normas legais e regulamentares; IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; V - atender com presteza: a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas por sigilo; b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal; c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. VI - levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo; VII - zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio 2

3 público; VIII - guardar sigilo sobre assunto da repartição; IX - manter conduta compatível com a moralidade administrativa; X - ser assíduo e pontual ao serviço; XI - tratar com urbanidade as pessoas; XII - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Parágrafo único. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada, assegurando-se ao representando ampla defesa. Capítulo II Das Proibições Art Ao servidor é proibido: chefe imediato; I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição; III - recusar fé a documentos públicos; IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço; repartição; V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em 3

4 lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; VII - coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VIII - manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; IX - valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública; X - participar de gerência ou administração de empresa privada, de sociedade civil, ou exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário; (Vide Medida Provisória nº , de 2001), (Vide Medida Provisória nº 210, de ) XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro; XII - receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições; XIII - aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro; XIV - praticar usura sob qualquer de suas formas; XV - proceder de forma desidiosa; XVI - utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares; XVII - cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias; XVIII - exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o 4

5 exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho; XIX - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. (Inciso incluído pela Lei nº 9.527, de ) Capítulo III Da Acumulação Art Ressalvados os casos previstos na Constituição, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. 1 o A proibição de acumular estende-se a cargos, empregos e funções em autarquias, fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista da União, do Distrito Federal, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios. 2 o A acumulação de cargos, ainda que lícita, fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários. 3 o Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade, salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) Art O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão, exceto no caso previsto no parágrafo único do art. 9 o, nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de ) Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica à remuneração devida pela participação em conselhos de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladas, bem como quaisquer empresas ou entidades em que a União, direta ou indiretamente, detenha participação no capital social, observado o que, a respeito, dispuser legislação específica (Redação dada pela Medida Provisória nº , de ) 5

6 Art O servidor vinculado ao regime desta Lei, que acumular licitamente dois cargos efetivos, quando investido em cargo de provimento em comissão, ficará afastado de ambos os cargos efetivos, salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles, declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos.(redação dada pela Lei nº 9.527, de ) Capítulo IV Das Responsabilidades Art O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Art A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. 1 o A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. 46, na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial. 2 o Tratando-se de dano causado a terceiros, responderá o servidor perante a Fazenda Pública, em ação regressiva. 3 o A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada, até o limite do valor da herança recebida. Art A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade. Art A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. Art As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo independentes entre si. 6

7 Art A responsabilidade administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria. Capítulo V Das Penalidades Art São penalidades disciplinares: I - advertência; II - suspensão; III - demissão; IV - cassação de aposentadoria ou disponibilidade; V - destituição de cargo em comissão; VI - destituição de função comissionada. Art Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida, os danos que dela provierem para o serviço público, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. Parágrafo único. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) Art A advertência será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de penalidade mais grave. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de ) Art A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração 7

8 sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias. 1 o Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. 2 o Quando houver conveniência para o serviço, a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa, na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração, ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. Art As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados, após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício, respectivamente, se o servidor não houver, nesse período, praticado nova infração disciplinar. retroativos. Parágrafo único. O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos Art A demissão será aplicada nos seguintes casos: I - crime contra a administração pública; II - abandono de cargo; III - inassiduidade habitual; IV - improbidade administrativa; V - incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição; VI - insubordinação grave em serviço; VII - ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem; 8

9 VIII - aplicação irregular de dinheiros públicos; IX - revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo; X - lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional; XI - corrupção; XII - acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas; XIII - transgressão dos incisos IX a XVI do art Art Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas, a autoridade a que se refere o art. 143 notificará o servidor, por intermédio de sua chefia imediata, para apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases:(redação dada pela Lei nº 9.527, de ) I - instauração, com a publicação do ato que constituir a comissão, a ser composta por dois servidores estáveis, e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da apuração; (Inciso incluído pela Lei nº 9.527, de ) II - instrução sumária, que compreende indiciação, defesa e relatório; (Inciso incluído pela Lei nº 9.527, de ) III - julgamento. (Inciso incluído pela Lei nº 9.527, de ) 1 o A indicação da autoria de que trata o inciso I dar-se-á pelo nome e matrícula do servidor, e a materialidade pela descrição dos cargos, empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal, dos órgãos ou entidades de vinculação, das datas de ingresso, do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de ) 9

10 2 o A comissão lavrará, até três dias após a publicação do ato que a constituiu, termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o parágrafo anterior, bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado, ou por intermédio de sua chefia imediata, para, no prazo de cinco dias, apresentar defesa escrita, assegurando-se-lhe vista do processo na repartição, observado o disposto nos arts. 163 e 164. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de ) 3 o Apresentada a defesa, a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor, em que resumirá as peças principais dos autos, opinará sobre a licitude da acumulação em exame, indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora, para julgamento. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) 4 o No prazo de cinco dias, contados do recebimento do processo, a autoridade julgadora proferirá a sua decisão, aplicando-se, quando for o caso, o disposto no 3 o do art (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) 5 o A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé, hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) 6 o Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé, aplicar-se-á a pena de demissão, destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos, empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal, hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) 7 o O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias, contados da data de publicação do ato que constituir a comissão, admitida a sua prorrogação por até quinze dias, quando as circunstâncias o exigirem. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) 8 o O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo, 10

11 observando-se, no que lhe for aplicável, subsidiariamente, as disposições dos Títulos IV e V desta Lei. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.527, de ) Art Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado, na atividade, falta punível com a demissão. Art A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão. Parágrafo único. Constatada a hipótese de que trata este artigo, a exoneração efetuada nos termos do art. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão. Art A demissão ou a destituição de cargo em comissão, nos casos dos incisos IV, VIII, X e XI do art. 132, implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, sem prejuízo da ação penal cabível. Art A demissão ou a destituição de cargo em comissão, por infringência do art. 117, incisos IX e XI, incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal, pelo prazo de 5 (cinco) anos. Parágrafo único. Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão por infringência do art. 132, incisos I, IV, VIII, X e XI. Art Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. Art Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço, sem causa justificada, por sessenta dias, interpoladamente, durante o período de doze meses. Art Na apuração de abandono de cargo ou inassiduidade habitual, também será adotado o procedimento sumário a que se refere o art. 133, observando-se 11

12 especialmente que: (Redação dada pela Lei nº 9.527, de ) I - a indicação da materialidade dar-se-á: (Inciso incluído pela Lei nº 9.527, de ) a) na hipótese de abandono de cargo, pela indicação precisa do período de ausência intencional do servidor ao serviço superior a trinta dias; (Alínea incluída pela Lei nº 9.527, de ) b) no caso de inassiduidade habitual, pela indicação dos dias de falta ao serviço sem causa justificada, por período igual ou superior a sessenta dias interpoladamente, durante o período de doze meses; (Alínea incluída pela Lei nº 9.527, de ) II - após a apresentação da defesa a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor, em que resumirá as peças principais dos autos, indicará o respectivo dispositivo legal, opinará, na hipótese de abandono de cargo, sobre a intencionalidade da ausência ao serviço superior a trinta dias e remeterá o processo à autoridade instauradora para julgamento. (Inciso incluído pela Lei nº 9.527, de ) Art As penalidades disciplinares serão aplicadas: I - pelo Presidente da República, pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República, quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder, órgão, ou entidade; II - pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquelas mencionadas no inciso anterior quando se tratar de suspensão superior a 30 (trinta) dias; III - pelo chefe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos regimentos ou regulamentos, nos casos de advertência ou de suspensão de até 12

13 30 (trinta) dias; IV - pela autoridade que houver feito a nomeação, quando se tratar de destituição de cargo em comissão. Art A ação disciplinar prescreverá: I - em 5 (cinco) anos, quanto às infrações puníveis com demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão; II - em 2 (dois) anos, quanto à suspensão; III - em 180 (cento e oitenta) dias, quanto á advertência. 1 o O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. 2 o Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. 3 o A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição, até a decisão final proferida por autoridade competente. 4 o Interrompido o curso da prescrição, o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção. LEI Nº 8.027, DE 12 DE ABRIL DE 1990 Dispõe sobre normas de conduta dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: 13

14 Art. 1º Para os efeitos desta lei, servidor público é a pessoa legalmente investida em cargo ou em emprego público na administração direta, nas autarquias ou nas fundações públicas. Art. 2º São deveres dos servidores públicos civis: I - exercer com zelo e dedicação as atribuições legais e regulamentares inerentes ao cargo ou função; II - ser leal às instituições a que servir; III - observar as normas legais e regulamentares; IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; V - atender com presteza: a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas pelo sigilo; b) à expedição de certidões requeridas para a defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal; público; VI - zelar pela economia do material e pela conservação do patrimônio VII - guardar sigilo sobre assuntos da repartição, desde que envolvam questões relativas à segurança pública e da sociedade; VIII - manter conduta compatível com a moralidade pública; IX - ser assíduo e pontual ao serviço; geral; X - tratar com urbanidade os demais servidores públicos e o público em 14

15 XI - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Parágrafo único. A representação de que trata o inciso XI deste artigo será obrigatoriamente apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada, assegurando-se ao representado ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes. escrito: Art. 3º São faltas administrativas, puníveis com a pena de advertência por I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do superior imediato; II - recusar fé a documentos públicos; III - delegar a pessoa estranha à repartição, exceto nos casos previstos em lei, atribuição que seja de sua competência e responsabilidade ou de seus subordinados. Art. 4º São faltas administrativas, puníveis com a pena de suspensão por até 90 (noventa) dias, cumulada, se couber, com a destituição do cargo em comissão: I - retirar, sem prévia autorização, por escrito, da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição; de serviço; II - opor resistência ao andamento de documento, processo ou à execução III - atuar como procurador ou intermediário junto a repartições públicas; IV - aceitar comissão, emprego ou pensão de Estado estrangeiro, sem licença do Presidente da República; V - atribuir a outro servidor público funções ou atividades estranhas às do cargo, emprego ou função que ocupa, exceto em situação de emergência e transitoriedade; VI - manter sob a sua chefia imediata cônjuge, companheiro ou parente 15

16 até o segundo grau civil; VII - praticar comércio de compra e venda de bens ou serviços no recinto da repartição, ainda que fora do horário normal de expediente. Parágrafo único. Quando houver conveniência para o serviço, a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa, na base de cinqüenta por cento da remuneração do servidor, ficando este obrigado a permanecer em serviço. Art. 5º São faltas administrativas, puníveis com a pena de demissão, a bem do serviço público: I - valer-se, ou permitir dolosamente que terceiros tirem proveito de informação, prestígio ou influência, obtidos em função do cargo, para lograr, direta ou indiretamente, proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública; II - exercer comércio ou participar de sociedade comercial, exceto como acionista, cotista ou comanditário; III - participar da gerência ou da administração de empresa privada e, nessa condição, transacionar com o Estado; IV - utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares; V - exercer quaisquer atividades incompatíveis com o cargo ou a função pública, ou, ainda, com horário de trabalho; VI - abandonar o cargo, caracterizando-se o abandono pela ausência injustificada do servidor público ao serviço, por mais de trinta dias consecutivos; VII - apresentar inassiduidade habitual, assim entendida a falta ao serviço, por vinte dias, interpoladamente, sem causa justificada no período de seis meses; 16

17 VIII - aceitar ou prometer aceitar propinas ou presentes, de qualquer tipo ou valor, bem como empréstimos pessoais ou vantagem de qualquer espécie em razão de suas atribuições. seguintes casos: Parágrafo único. A penalidade de demissão também será aplicada nos I - improbidade administrativa; II - insubordinação grave em serviço; III - ofensa física, em serviço, a servidor público ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem; IV - procedimento desidioso, assim entendido a falta ao dever de diligência no cumprimento de suas atribuições; ou emprego. V - revelação de segredo de que teve conhecimento em função do cargo Art. 6º Constitui infração grave, passível de aplicação da pena de demissão, a acumulação remunerada de cargos, empregos e funções públicas, vedada pela Constituição Federal, estendendo-se às autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e fundações mantidas pelo Poder Público. Art. 7º Os servidores públicos civis são obrigados a declarar, no ato de investidura e sob as penas da lei, quais os cargos públicos, empregos e funções que exercem, abrangidos ou não pela vedação constitucional, devendo fazer prova de exoneração ou demissão, na data da investidura, na hipótese de acumulação constitucionalmente vedada. 1º Todos os atuais servidores públicos civis deverão apresentar ao respectivo órgão de pessoal, no prazo estabelecido pelo Poder Executivo, a declaração a 17

18 que se refere o caput deste artigo. 2º Caberá ao órgão de pessoal fazer a verificação da incidência ou não da acumulação vedada pela Constituição Federal. 3º Verificada, a qualquer tempo, a incidência da acumulação vedada, assim como a não apresentação, pelo servidor, no prazo a que se refere o 1º deste artigo, da respectiva declaração de acumulação de que trata o caput, a autoridade competente promoverá a imediata instauração do processo administrativo para a apuração da infração disciplinar, nos termos desta lei, sob pena de destituição do cargo em comissão ou função de confiança, da autoridade e do chefe de pessoal. Art. 8º Pelo exercício irregular de suas atribuições o servidor público civil responde civil, penal e administrativamente, podendo as cominações civis, penais e disciplinares cumular-se, sendo umas e outras independentes entre si, bem assim as instâncias civil, penal e administrativa. 1º Na aplicação das penas disciplinares definidas nesta lei, serão consideradas a natureza e a gravidade da infração e os danos que dela provierem para o serviço público, podendo cumular-se, se couber, com as cominações previstas no 4º do art. 37 da Constituição. 2º A competência para a imposição das penas disciplinares será determinada em ato do Poder Executivo. 3º Os atos de advertência, suspensão e demissão mencionarão sempre a causa da penalidade. 4º A penalidade de advertência converte-se automaticamente em suspensão, por trinta dias, no caso de reincidência. 5º A aplicação da penalidade de suspensão acarreta o cancelamento automático do valor da remuneração do servidor, durante o período de vigência da suspensão. 18

19 6º A demissão ou a destituição de cargo em comissão incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal, pelo prazo de cinco anos. 7º Ainda que haja transcorrido o prazo a que se refere o parágrafo anterior, a nova investidura do servidor demitido ou destituído do cargo em comissão, por atos de que tenham resultado prejuízos ao erário, somente se dará após o ressarcimento dos prejuízos em valor atualizado até a data do pagamento. 8º O processo administrativo disciplinar para a apuração das infrações e para a aplicação das penalidades reguladas por esta lei permanece regido pelas normas legais e regulamentares em vigor, assegurado o direito à ampla defesa. 9º Prescrevem: I - em dois anos, a falta sujeita às penas de advertência e suspensão; II - em cinco anos, a falta sujeita à pena de demissão ou à pena de cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 10. A falta, também prevista na lei penal, como crime, prescreverá juntamente com este. Art. 9º Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado, na ativa, falta punível com demissão, após apurada a infração em processo administrativo disciplinar, com direito à ampla defesa. Parágrafo único. Será igualmente cassada a disponibilidade do servidor que não assumir no prazo legal o exercício do cargo ou emprego em que for aproveitado. Art. 10. Essa lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 11. Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 12 de abril de 1990; 169º da Independência e 102º da República. 19

20 DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994 Aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. 0 PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, e ainda tendo em vista o disposto no art. 37 da Constituição, bem como nos arts. 116 e 117 da Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e nos arts. 10, 11 e 12 da Lei n 8.429, de 2 de junho de 1992, DECRETA: Art. 1 Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa. Art. 2 Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente. Parágrafo único. A constituição da Comissão de Ética será comunicada à Secretaria da Administração Federal da Presidência da República, com a indicação dos respectivos membros titulares e suplentes. Art. 3 Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. República. Brasília, 22 de junho de 1994, 173 da Independência e 106 da ITAMAR FRANCO Romildo Canhim 20

21 ANEXO Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal CAPÍTULO I Seção I Das Regras Deontológicas I - A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos. II - O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto, consoante as regras contidas no art. 37, caput, e 4, da Constituição Federal. III - A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo. IV- A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como conseqüência em fator de legalidade. V - O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que, 21

22 como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio VI - A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional. VII - Salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar. VIII - Toda pessoa tem direito à verdade. O servidor não pode omiti-la ou falseá-la, ainda que contrária aos interesses da própria pessoa interessada ou da Administração Pública. Nenhum Estado pode crescer ou estabilizar-se sobre o poder corruptivo do hábito do erro, da opressão, ou da mentira, que sempre aniquilam até mesmo a dignidade humana quanto mais a de uma Nação. IX - A cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço pela disciplina. Tratar mal uma pessoa que paga seus tributos direta ou indiretamente significa causar-lhe dano moral. Da mesma forma, causar dano a qualquer bem pertencente ao patrimônio público, deteriorando-o, por descuido ou má vontade, não constitui apenas uma ofensa ao equipamento e às instalações ou ao Estado, mas a todos os homens de boa vontade que dedicaram sua inteligência, seu tempo, suas esperanças e seus esforços para construí-los. X - Deixar o servidor público qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usuários 22

PROFESSOR FÁBIO BELLOTE GOMES. Graduado, Mestre e Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo USP. Professor no Curso FMB - SP

PROFESSOR FÁBIO BELLOTE GOMES. Graduado, Mestre e Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo USP. Professor no Curso FMB - SP PROFESSOR FÁBIO BELLOTE GOMES Graduado, Mestre e Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo USP Professor no Curso FMB - SP Autor do Manual Elementos de Direito Administrativo Editora

Leia mais

Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas. Lei Ordinária nº 2869/2003 de 22/12/2003

Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas. Lei Ordinária nº 2869/2003 de 22/12/2003 Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas Voltar Imprimir Ver Leis Associadas Lei Ordinária nº 2869/2003 de 22/12/2003 Ementa INSTITUI o CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS E

Leia mais

Art. 1 Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa.

Art. 1 Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa. 1/6 DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994 DOU 23/06/1994 Aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. 0 PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR DA EBC

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR DA EBC CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR DA EBC APROVADO PELA RESOLUÇÃO Nº 020/2001, de 26 junho de 2001 que criou a Comissão de Ètica da Empresa CAPÍTULO I DAS REGRAS ÉTICO-PROFISSIONAIS DE CONDUTA DOS

Leia mais

Código de Ética Profissional do Servidor Público do IBGE CAPÍTULO I. Seção I. Das Regras Deontológicas

Código de Ética Profissional do Servidor Público do IBGE CAPÍTULO I. Seção I. Das Regras Deontológicas Código de Ética Profissional do Servidor Público do IBGE CAPÍTULO I Seção I Das Regras Deontológicas I - A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia, a eficiência e a consciência dos princípios morais são

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI N o 6.754, DE 1º DE AGOSTO DE 2006. INSTITUI O CÓDIGO DE ÉTICA FUNCIONAL DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL DO ESTADO DE ALAGOAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS Faço saber que o Poder Legislativo estadual

Leia mais

CAPÍTULO I Das Regras Gerais. Art. 1º Fica instituído O Código de Ética do Servidor Público

CAPÍTULO I Das Regras Gerais. Art. 1º Fica instituído O Código de Ética do Servidor Público PROJETO DE LEI N. 00 /2015 DISPÕE SOBRE O CÓDIGO DE ÉTICA DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Autor: Vereador Douglas Borba CAPÍTULO I Das Regras Gerais Municipal. Art. 1º Fica instituído

Leia mais

Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder. Decreto no 1.171/94 Decreto 6.029/07

Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder. Decreto no 1.171/94 Decreto 6.029/07 Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal Decreto no 1.171/94 Decreto 6.029/07 Regras Deontológicas Código de Ética Dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência

Leia mais

L I M P ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA 2010

L I M P ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SANTA CATARINA 2010 Exercícios de revisão lei 8.429/92 Lei da Improbidade 01) Sobre a Lei de Improbidade Administrativa assinale a alternativa incorreta: a) Os atos de improbidade administrativa são: os que importam em enriquecimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992. Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE TIMON INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE TIMON IPMT LEI MUNICIPAL Nº 1.

PREFEITURA MUNICIPAL DE TIMON INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE TIMON IPMT LEI MUNICIPAL Nº 1. Dispõe sobre alteração do Código de Ética Profissional do Servidor Público do IPMT e da Comissão de Ética, no artigo 15, VII. RESOLUÇÃO N.º 001/2014, de 05 de maio de 2014. O PRESIDENTE DO INSTITUTO DE

Leia mais

LEI N 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992

LEI N 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992 LEI N 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992 LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício

Leia mais

Ciência do que é justo e conveniente que o homem faça, dos valores que decorrem do dever ou norma que dirige o comportamento humano.

Ciência do que é justo e conveniente que o homem faça, dos valores que decorrem do dever ou norma que dirige o comportamento humano. ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO Código de Ética do Servidor Federal Prof. Almir Morgado DEONTOLOGIA Ciência do que é justo e conveniente que o homem faça, dos valores que decorrem do dever ou norma que dirige

Leia mais

ÉTICA. Guarda Municipal 2012

ÉTICA. Guarda Municipal 2012 ÉTICA Guarda Municipal 2012 Conceito MORAL ÉTICA -Prático imediato -Restrito -Histórico -Relativo -Virtudes disposição habitual fazer o bem -Reflexão filosófica sobre a moral -Procura justificar a moral

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE ABARÉ ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelos incisos X, do art. 66, da Lei Orgânica Municipal.

O PREFEITO MUNICIPAL DE ABARÉ ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelos incisos X, do art. 66, da Lei Orgânica Municipal. DECRETO Nº 017/2014 Institui o Código de Ética dos Servidores Públicos do Poder Executivo do Estado da Bahia, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ABARÉ ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições

Leia mais

ÉTICA P/ RECEITA FEDERAL PROFESSOR: LEANDRO CADENAS

ÉTICA P/ RECEITA FEDERAL PROFESSOR: LEANDRO CADENAS AULA 5 DICAS INICIAIS Caro concurseiro. Estudar Ética não é uma tarefa difícil. Quase todas as regras são intuitivas, coisas que trazemos do berço. O que se fez foi positivá-las, de tal forma que tudo

Leia mais

Fazer parte do Serviço Público significa atuar com ética e responsabilidade, trabalhando com profissionalismo e dedicação em todos os aspectos.

Fazer parte do Serviço Público significa atuar com ética e responsabilidade, trabalhando com profissionalismo e dedicação em todos os aspectos. Fazer parte do Serviço Público significa atuar com ética e responsabilidade, trabalhando com profissionalismo e dedicação em todos os aspectos. A partir de agora, você é um profissional especial. Acaba

Leia mais

PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e

PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e CONSIDERANDO a necessidade de reafirmar o compromisso público e formal do Ministério da Justiça

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: ANDERSON LUIZ. 3º Simulado de Ética na Administração Pública

CURSO ON-LINE PROFESSOR: ANDERSON LUIZ. 3º Simulado de Ética na Administração Pública Prezados(as) concurseiros(as), Espero que todos estejam bem! Divirtam-se! 3º Simulado de Ética na Administração Pública 1. (AFC/CGU/2006) Em relação aos servidores regidos pela Lei n. 8.112, de 11 de dezembro

Leia mais

Decreto Nº 1.171, de 22 de junho de 1994. Aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

Decreto Nº 1.171, de 22 de junho de 1994. Aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal Decreto Nº 1.171, de 22 de junho de 1994 Aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art.

Leia mais

comissivo praticado no desempenho do cargo ou função, ou fora deles.

comissivo praticado no desempenho do cargo ou função, ou fora deles. Julgue os itens abaixo: 1. É dever do servidor público federal atender com presteza a todas as requisições realizadas pelo contribuinte. 2. É dever do servidor público federal ser leal ao chefe imediato.

Leia mais

www.concursovirtual.com.br

www.concursovirtual.com.br ÉTICA / PROFESSOR: ALEXANDRE PRADO 1 - Dona Gertrudes, servidora pública federal, atua no atendimento ao público do protocolo da instituição em que trabalha, sendo a servidora mais antiga de seu setor.

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB

AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB 1 BASE LEGAL LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 (Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias

Leia mais

Conduta ética dos profissionais da área de saúde.

Conduta ética dos profissionais da área de saúde. CONCEITO DE ÉTICA Conduta ética dos profissionais da área de saúde. Professora Renata Lourdes. renatalourdesrh@hotmail.com Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional,

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 141, DE 30 DE MAIO DE 2003

RESOLUÇÃO - RDC Nº 141, DE 30 DE MAIO DE 2003 RESOLUÇÃO - RDC Nº 141, DE 30 DE MAIO DE 2003 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o Art. 11, inciso IV, do Regulamento da ANVISA, aprovado

Leia mais

DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007

DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007 SENADO FEDERAL SUBSECRETARIA DE INFORMAÇÕES DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007 Institui Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE APRESENTAÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE APRESENTAÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE APRESENTAÇÃO O Conselho Municipal de Saúde de Joinville, ao instituir seu Código de Ética e de Conduta, formaliza a função pública e política

Leia mais

Apresentação. Prezados Servidores,

Apresentação. Prezados Servidores, Apresentação Prezados Servidores, A Universidade Federal de Pernambuco com o objetivo de divulgar o Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, criado através do Decreto nº 1171,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO IFTO. Aprovado pela Resolução nº 29/2013/CONSUP/IFTO, de 20 de junho de 2013.

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO IFTO. Aprovado pela Resolução nº 29/2013/CONSUP/IFTO, de 20 de junho de 2013. CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO IFTO. Aprovado pela Resolução nº 29/2013/CONSUP/IFTO, de 20 de junho de 2013. PALMAS-TO JUNHO 2013 PREÂMBULO Este código estabelece os princípios e as normas de conduta ética

Leia mais

CEC CÓDIGO DE ÉTICA DA CODEVASF

CEC CÓDIGO DE ÉTICA DA CODEVASF CEC CÓDIGO DE ÉTICA DA CODEVASF SUMÁRIO CAPÍTULO I Objetivo...02 CAPÍTULO II Princípios Gerais...02 CAPÍTULO III Deveres...02 CAPÍTULO IV Diretrizes com Relação aos Órgãos Públicos Competentes...04 CAPÍTULO

Leia mais

PONTO 1: Poderes Administrativos PONTO 2: Poder Disciplinar PONTO 3: Poder Regulamentar. PONTO 5: Poder de Polícia PODERES ADMINISTRATIVOS

PONTO 1: Poderes Administrativos PONTO 2: Poder Disciplinar PONTO 3: Poder Regulamentar. PONTO 5: Poder de Polícia PODERES ADMINISTRATIVOS DIREITO ADMINISTRATIVO 1 DIREITO ADMINISTRATIVO PONTO 1: Poderes Administrativos PONTO 2: Poder Disciplinar PONTO 3: Poder Regulamentar PONTO 4: Poder Hierárquico PONTO 5: Poder de Polícia PODERES ADMINISTRATIVOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 246, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2002

RESOLUÇÃO Nº 246, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2002 RESOLUÇÃO Nº 246, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2002 Institui o Código de Ética dos Servidores do Supremo Tribunal Federal e cria a Comissão de Ética. O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, no uso das atribuições

Leia mais

cumprir as ordens superiores, à exceção das que sejam manifestamente ilegais. ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO INSS TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL BANCA CESPE

cumprir as ordens superiores, à exceção das que sejam manifestamente ilegais. ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO INSS TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL BANCA CESPE QUESTÕES DE INSS TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL BANCA CESPE 01. (CESPE 2015 MEC) Consoante o Código de Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994), julgue o item seguinte. 1. O servidor que tem seu nome ligado

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR DO PERUIBEPREV

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR DO PERUIBEPREV CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR DO PERUIBEPREV O Código de Ética tem sido cada vez mais utilizado como um facilitador para se aliar produtividade, qualidade e eficiência de produtos e serviços,

Leia mais

ÉTICA DO SERVIDOR PÚBLICO NO PODER JUDICIÁRIO FUNDAMENTOS LEGAIS RELATIVOS AO TEMA

ÉTICA DO SERVIDOR PÚBLICO NO PODER JUDICIÁRIO FUNDAMENTOS LEGAIS RELATIVOS AO TEMA ÉTICA DO SERVIDOR PÚBLICO NO PODER JUDICIÁRIO FUNDAMENTOS LEGAIS RELATIVOS AO TEMA Material de apoio à apresentação Ética do Servidor Público no Poder Judiciário ANEXO AO DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO

Leia mais

I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações

I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações OBJETIVO Identificar os aspectos jurídicos e éticos relacionados à Segurança da Informação e Comunicações que impliquem em responsabilidades civil,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6

RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6 RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6 Institui o Código de Ética e Disciplina dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Pará. O Tribunal de Contas do Estado do Pará, no uso de suas atribuições

Leia mais

Evandro Guedes. Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., mais informações www.iesde.com.br

Evandro Guedes. Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., mais informações www.iesde.com.br Evandro Guedes Graduado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Barra Mansa (UBM). Graduado em Direito pelo Centro Universitário Geraldo di Biasi (UGB) e pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG-PR).

Leia mais

INSS. Prof. Carlos André. Programa do Edital INSS. Das regras Deontológicas

INSS. Prof. Carlos André. Programa do Edital INSS. Das regras Deontológicas Programa do Edital INSS Código de Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal - Decreto n.º 1.171/94. Sistema de Gestão da do Poder Executivo Federal - Decreto nº 6.029/2007. Introdução

Leia mais

CONTROLE E CONSEQUÊNCIAS DA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NO ÂMBITO DAS CORTES DE CONTAS

CONTROLE E CONSEQUÊNCIAS DA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NO ÂMBITO DAS CORTES DE CONTAS CONTROLE E CONSEQUÊNCIAS DA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NO ÂMBITO DAS CORTES DE CONTAS Clique para editar o estilo do subtítulo mestre O tema Improbidade Administrativa está inserida dentro do assunto Controle

Leia mais

Decreto 43885/2004 de 04/10/2004

Decreto 43885/2004 de 04/10/2004 Decreto 43885/2004 de 04/10/2004 Dispõe sobre o Código de Conduta Ética do Servidor Público e da Alta Administração Estadual. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere

Leia mais

DECRETO 43673, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2003

DECRETO 43673, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2003 DECRETO 43673, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2003 Cria o Conselho de Ética Pública, institui o Código de Conduta Ética do Servidor Público e da Alta Administração Estadual e dá outras providências. O Governador

Leia mais

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 126, DE 25 DE JUNHO DE 2014 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES Interino, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo

Leia mais

ESTATUTO DISCIPLINAR DOS EMPREGADOS PÚBLICOS DA SERCOMTEL S.A. TELECOMUNICAÇÕES

ESTATUTO DISCIPLINAR DOS EMPREGADOS PÚBLICOS DA SERCOMTEL S.A. TELECOMUNICAÇÕES ESTATUTO DISCIPLINAR DOS EMPREGADOS PÚBLICOS DA SERCOMTEL S.A. TELECOMUNICAÇÕES Titulo I Do Regime Disciplinar Capítulo I Dos Deveres Art. 1º. São deveres do empregado da Sercomtel: I - exercer com zelo

Leia mais

..CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS SERVIDORES CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

..CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS SERVIDORES CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ..CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS SERVIDORES CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº 1595-R, DE 06 DE DEZEMBRO DE 2005 Institui o Código de Ética dos Servidores Civis do Poder

Leia mais

PORTARIA PREVINI N.º 187/2014, de 29 de Agosto de 2014.

PORTARIA PREVINI N.º 187/2014, de 29 de Agosto de 2014. PORTARIA PREVINI N.º 187/2014, de 29 de Agosto de 2014. Dispõe sobre o Código de Ética Profissional do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Nova Iguaçu PREVINI A Diretora Presidente do

Leia mais

CAPÍTULO III DOS DIREITOS DO SERVIDOR DO FNDE PROVENIENTES DA ÉTICA NO AMBIENTE DE TRABALHO

CAPÍTULO III DOS DIREITOS DO SERVIDOR DO FNDE PROVENIENTES DA ÉTICA NO AMBIENTE DE TRABALHO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINUTA DO CÓDIGO DE ÉTICA DOS SERVIDORES DO FNDE CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Art. 1 - Para efeito do presente Código, ética

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º - Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os contabilistas, quando no exercício

Leia mais

Município de Capanema - PR

Município de Capanema - PR LEI Nº 877 DE 18 DE SETEMBRO 2001. Dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos de Capanema. A Câmara Municipal de Capanema, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte:

Leia mais

d) V - V - F - F. e) V - F -F - V. GABARITO:B

d) V - V - F - F. e) V - F -F - V. GABARITO:B 33 -Constitui, nos temos da lei, ato de improbidade administrativa, EXCETO: a)retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício. Ato de improbidade que atenta contra os princípios da Administração

Leia mais

PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços

PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços PARECER JURIDICO ATA DE REGISTRO DE PREÇOS, LEGALIDADE, CARONA, ADESÃO, VIGÊNCIA, VALIDADE, CONSEQUENCIAS JURÍDICAS. RELATÓRIO Trata-se o expediente os seguintes

Leia mais

DIREITO SEMANA 12. Gabarito: Alternativa D. Comentários

DIREITO SEMANA 12. Gabarito: Alternativa D. Comentários 01 Nos termos do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, o conceito de servidor público, para fins de apuração do comprometimento ético, é a) restritivo, abrangendo

Leia mais

Controle Eletrônico de Assiduidade e Pontualidade. Legalidade, Implicações para as chefias e Posicionamento dos Órgãos de Controle.

Controle Eletrônico de Assiduidade e Pontualidade. Legalidade, Implicações para as chefias e Posicionamento dos Órgãos de Controle. Controle Eletrônico de Assiduidade e Pontualidade Legalidade, Implicações para as chefias e Posicionamento dos Órgãos de Controle. BASE LEGAL DECRETO Nº 1.590, DE 10 DE AGOSTO DE 1995. Dispõe sobre a jornada

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - CÓDIGO PENAL BRASILEIRO

DECRETO-LEI Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - CÓDIGO PENAL BRASILEIRO DECRETO-LEI Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - CÓDIGO PENAL BRASILEIRO Art. 14 - Diz-se o crime: Tentativa II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade

Leia mais

Dispositivos da Constituição

Dispositivos da Constituição Dispositivos da Constituição DISPOSITIVOS DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL PERTINENTES AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO Art. 19... 1º o controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio do Tribunal

Leia mais

Cidadania. Uma nova maneira de encontrar o melhor caminho DIREITOS E DEVERES! Professora: Renata Lourdes

Cidadania. Uma nova maneira de encontrar o melhor caminho DIREITOS E DEVERES! Professora: Renata Lourdes DIREITOS E DEVERES! Professora: Renata Lourdes O QUE É CIDADANIA? O que é Cidadania? Cidadania qualidade ou estado de cidadão. Cidadão indivíduo no gozo dos direitos civis e político de um estado, ou no

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: ANDERSON LUIZ

CURSO ON-LINE PROFESSOR: ANDERSON LUIZ Prezados(as) concurseiros(as), Prontos(as) para mais um simulado? Divirtam-se! QUADRO DE AVISOS: Informo o lançamento dos seguintes cursos aqui no Ponto: Direito Administrativo em Exercícios (Cesgranrio)

Leia mais

RESOLUÇÃO N. TC-0087/2013

RESOLUÇÃO N. TC-0087/2013 RESOLUÇÃO N. TC-0087/2013 Adota o Código de Ética aprovado no IIº Encontro Nacional de Tribunais de Contas, para ser aplicado aos servidores do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina. O TRIBUNAL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COLÉGIO PEDRO II CÓDIGO DE CONDUTA DOS SERVIDORES DO COLÉGIO PEDRO II PREÂMBULO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COLÉGIO PEDRO II CÓDIGO DE CONDUTA DOS SERVIDORES DO COLÉGIO PEDRO II PREÂMBULO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COLÉGIO PEDRO II CÓDIGO DE CONDUTA DOS SERVIDORES DO COLÉGIO PEDRO II PREÂMBULO Este código estabelece os princípios e as normas de conduta ética e profissional dos servidores do

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS SERVIDORES DA ADA

CÓDIGO DE ÉTICA DOS SERVIDORES DA ADA MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA COMISSÃO DE ÉTICA CÓDIGO DE ÉTICA DOS SERVIDORES DA ADA Comissão de Ética- ADA BELÉM 2007 1 2007 Agência de Desenvolvimento da Amazônia-

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Acre

Tribunal de Contas do Estado do Acre RESOLUÇÃO N. 85, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. Institui o Código de Ética dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Acre O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ACRE, no uso de suas atribuições legais e constitucionais

Leia mais

Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA

Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA Concurso de Auditor da Receita Análise da Prova ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA I. A liderança, a direção e a gerência são um mesmo papel que necessariamente deve ser desempenhado pelo administrador. II.

Leia mais

APOSTILA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. PROFESSOR MARQUINHO

APOSTILA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. PROFESSOR MARQUINHO I INTRODUÇÃO Os agentes públicos podem praticar, no exercício da função estatal, condutas violadoras do direito, capazes de sujeitá-los à aplicação das mais diversas formas de punição, por exemplo: causou

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 803/96 DE 10 DE OUTUBRO DE 1996 APROVA O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA - CEPC

RESOLUÇÃO CFC Nº 803/96 DE 10 DE OUTUBRO DE 1996 APROVA O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA - CEPC RESOLUÇÃO CFC Nº 803/96 DE 10 DE OUTUBRO DE 1996 APROVA O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONTABILISTA - CEPC O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº 803/96 Aprova o Código de Ética Profissional do Contador CEPC O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o Código de Ética

Leia mais

ANEXO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CAPÍTULO I DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

ANEXO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CAPÍTULO I DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ANEXO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CAPÍTULO I DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. 1º Comissão de Ética do Ministério da Educação MEC, constituída pela Portaria nº de 623

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011 Ver também IN 7/13 Disciplina a organização e a apresentação das contas anuais dos administradores e demais responsáveis por unidades jurisdicionadas das administrações direta

Leia mais

DIREITOS E DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL DO ESTADO DO ACRE 4 NOÇÕES BÁSICAS 4 SERVIDOR 4 CARGO PÚBLICO 4 DA ESTABILIDADE 4 ESTÁGIO PROBATÓRIO 5

DIREITOS E DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL DO ESTADO DO ACRE 4 NOÇÕES BÁSICAS 4 SERVIDOR 4 CARGO PÚBLICO 4 DA ESTABILIDADE 4 ESTÁGIO PROBATÓRIO 5 Sumário DIREITOS E DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL DO ESTADO DO ACRE 4 NOÇÕES BÁSICAS 4 SERVIDOR 4 CARGO PÚBLICO 4 DA ESTABILIDADE 4 ESTÁGIO PROBATÓRIO 5 LICENÇAS 5 LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA

Leia mais

Áreas de atuação do Perito Criminal

Áreas de atuação do Perito Criminal Áreas de atuação do Perito Criminal Art. 19. São deveres do funcionário policial civil: I - assiduidade; II - pontualidade; III - discreção; IV - urbanidade; V - lealdade às instituições constitucionais

Leia mais

www.concursovirtual.com.br

www.concursovirtual.com.br Questões de ÉTICA professor Alexandre Prado 1 Empregado da CEF que quiser denunciar violação ao Código de Ética: a) poderá receber advertência. b) será protegido contra eventual represália ou discriminação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Dispõe sobre a criação, a organização e as atribuições da Ouvidoria do Ministério Público Federal. O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu

Leia mais

Retificação de Edital

Retificação de Edital Retificação de Edital Conhecimentos Específi cos 2014 2014 Vestcon Editora Ltda. Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos pela Lei nº 9.610, de 19/2/1998. Proibida a reprodução

Leia mais

Regulamento Interno - Janeiro 2010 REGULAMENTO INTERNO

Regulamento Interno - Janeiro 2010 REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO A PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO DE GUARULHOS, com sede em Guarulhos visando disciplinar as relações de trabalho com seus empregados, publica o REGULAMENTO INTERNO aprovado pela Resolução

Leia mais

Encontro Temático do NEATS PUC/SP sobre a Nova Lei Geral das Parcerias da Administração com as Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13.

Encontro Temático do NEATS PUC/SP sobre a Nova Lei Geral das Parcerias da Administração com as Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13. Encontro Temático do NEATS PUC/SP sobre a Nova Lei Geral das Parcerias da Administração com as Organizações da Sociedade Civil Lei nº 13.019/2014 Sanções administrativas LUIS EDUARDO PATRONE REGULES Advogado.

Leia mais

Tabela de Prazos da Lei 8112/90 - Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União

Tabela de Prazos da Lei 8112/90 - Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União Tabela de Prazos da Lei 8112/90 - Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União Dispositivo Prazo Referência Art. 12 Art. 13 1º Até 2 anos Validade do concurso público - podendo ser prorrogado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 03/11/2011) DECRETO Nº 2888-R, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2011 Regulamenta o Art. 57, III, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994. O GOVERNADOR

Leia mais

Ética para servidores e empregados públicos

Ética para servidores e empregados públicos Ética para servidores e empregados públicos OBJETIVOS: Disseminar conceitos sobre ética pública, os princípios e normas de conduta do setor público e a estrutura de administração da ética pública. TÓPICOS

Leia mais

Resolução nº 333, de 3 de fevereiro de 2004.

Resolução nº 333, de 3 de fevereiro de 2004. CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS Resolução nº 333, de 3 de fevereiro de 2004. Dispõe sobre o Código de Ética Profissional dos Técnicos em Nutrição e Dietética e dá outras providências. O Conselho Federal

Leia mais

Questões comentadas e atualizadas com a jurisprudência do STF e STJ

Questões comentadas e atualizadas com a jurisprudência do STF e STJ Questões comentadas e atualizadas com a jurisprudência do STF e STJ LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1 Essa obra, abrange todo o aspecto legal sobre Improbidade Administrativa; 2 Os profissionais

Leia mais

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004.

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTRANGEIRAS DE NAVEGAÇÃO PARA TROCA DE ESPAÇOS NO TRANSPORTE MARÍTIMO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 787/2014. Capítulo I Do Sistema

PROJETO DE LEI Nº 787/2014. Capítulo I Do Sistema Autor(es): VEREADOR EDSON ZANATA PROJETO DE LEI Nº 787/2014 EMENTA: DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE GESTÃO DA ÉTICA PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

Cartilha Sobre Atesto de Serviços, Obras e Compras. PREFEITO João Henrique Carneiro. SECRETÁRIO MUNICIPAL DA FAZENDA Joaquim José Bahia Menezes

Cartilha Sobre Atesto de Serviços, Obras e Compras. PREFEITO João Henrique Carneiro. SECRETÁRIO MUNICIPAL DA FAZENDA Joaquim José Bahia Menezes CARTILHA SOBRE ATESTO DE SERVIÇOS, OBRAS E COMPRAS SALVADOR BA SETEMBRO / 2011 PREFEITO João Henrique Carneiro SECRETÁRIO MUNICIPAL DA FAZENDA Joaquim José Bahia Menezes CONTROLADORA GERAL DO MUNICÍPIO

Leia mais

O Código de Ética do Contabilista 1

O Código de Ética do Contabilista 1 O Código de Ética do Contabilista 1 Capítulo I Do Objetivo Art. 1º. Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os contabilistas, quando no exercício profissional.

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN Nº. 333/2004

RESOLUÇÃO CFN Nº. 333/2004 RESOLUÇÃO CFN Nº. 333/2004 Dispõe sobre o Código de Ética Profissional dos Técnicos em Nutrição e Dietética e dá outras providências. O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA TÍTULO I DA ÉTICA DA ORDEM DO MÉRITO SOCIAL CAPÍTULO I DAS REGRAS FUNDAMENTAIS

CÓDIGO DE ÉTICA TÍTULO I DA ÉTICA DA ORDEM DO MÉRITO SOCIAL CAPÍTULO I DAS REGRAS FUNDAMENTAIS CÓDIGO DE ÉTICA TÍTULO I DA ÉTICA DA ORDEM DO MÉRITO SOCIAL CAPÍTULO I DAS REGRAS FUNDAMENTAIS Art. 1º O exercício do Agente do Mérito do Elo Social exige conduta compatível com os preceitos deste Código,

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE Atualizado em 12/11/2015 CLASSIFICAÇÕES E SISTEMAS DE CONTROLE CLASSIFICAÇÕES DO CONTROLE Quanto ao posicionamento do órgão controlador: Externo: exercido por um ente que

Leia mais

CÓDIGO DE ETICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL (APROVADO A 8 DE MAIO DE 1965)

CÓDIGO DE ETICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL (APROVADO A 8 DE MAIO DE 1965) CÓDIGO DE ETICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL (APROVADO A 8 DE MAIO DE 1965) INTRODUÇÃO Considerando que: A formação da consciência profissional é fator essencial em qualquer profissão e que um Código

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 6 DE JULHO DE 1993 I - DAS REGRAS GERAIS SOBRE A CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 6 DE JULHO DE 1993 I - DAS REGRAS GERAIS SOBRE A CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 6 DE JULHO DE 1993 O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem a Lei nº 8.490, de

Leia mais

LEI 3.981/91 DE 7 DE JANEIRO DE 1991. O Prefeito Municipal de Natal, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI 3.981/91 DE 7 DE JANEIRO DE 1991. O Prefeito Municipal de Natal, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI 3.981/91 DE 7 DE JANEIRO DE 1991 Dispõe sobre o Grupo Ocupacional Fisco e dá outras providencias. O Prefeito Municipal de Natal, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA RDP PETRÓLEO

CÓDIGO DE ÉTICA RDP PETRÓLEO Página: 1/5 Capítulo I Do Objetivo 1. Art. 1 O presente Código de Ética estabelece os princípios e as regras de autodisciplina a serem observados por todos os colaboradores da RDP REJAILE Distribuidora

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 478/SEGP.GP, DE 27 DE AGOSTO DE 2015 Institui o Código de Ética dos servidores do Tribunal Superior do Trabalho O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO,

Leia mais

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01 REGIMENTO INTERNO O presente Regimento Interno, dirigido aos associados da ONG Brigada 1, inscrita no CNPJ 05.840.482/0001-01 e previsto no Art. 4º do Capítulo II do Estatuto da Instituição, visa estabelecer

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE PADRÕES DE CONDUTA DOS SERVIDORES DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

CÓDIGO DE ÉTICA E DE PADRÕES DE CONDUTA DOS SERVIDORES DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL CÓDIGO DE ÉTICA E DE PADRÕES DE CONDUTA DOS SERVIDORES DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica instituído o Código de Ética e de Padrões de Conduta Profissional

Leia mais