Modelo de Governança

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1 Nome do Projeto Subproduto Responsável do Projeto / Área Desenvolvimento do Centro Nacional de Terminologia Moacyr Esteves Perche - DATASUS Telefone (61) Responsável Thiago de Sousa Ament Caetano Telefone (11) Modelo de Governança Histórico de Mudanças Data Autor Descrição Versão 02/10/2014 Paulo Bernini, Conteúdo inicial 0.1 Gabriela Alves, Valeria Guimarães. 27/10/2014 Claynor Homologação /10/2014 Paulo Bernini, Versão Revisada 1.0 Gabriela Alves, Valeria Guimarães. 27/11/2014 Ricardo Puttini Revisão 1.1 1

2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO Objetivo Escopo do Documento Acrônimos Glossário ESTRUTURA FUNCIONAL Atuação Periódica Comitê Executivo Comitê Consultivo Atuação Contínua Administração de Inventário Gerência de Projetos Manutenção Operacional Suporte Técnico-Administrativo Atuação por Demanda Instância de Projeto PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Mapa de Relacionamento Macroprocesso Disponibilizar Artefatos de Conhecimento e Terminologias em Saúde Padronizadas Processos 1º. nível Governar o Negócio Executar Projeto (Desenvolver Business Case) Administrar inventário Publicar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Manter artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Processos de negócio Selecionar Business Case Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada Gerenciar Projetos

3 3.5 Relação Processos x Estrutura Funcional

4 1 INTRODUÇÃO O uso de terminologias clínicas vem se mostrando como recurso valioso e necessário ao processo de troca de informações clínicas entre sistemas de informação de saúde. Em especial, esses recursos são fundamentais para o estabelecimento de codificação apropriada da informação clínica de modo a habilitar a interoperabilidade em nível semântico. O processo de definição e apropriação de terminologias clínicas é atividade complexa e de caráter significativamente técnico. Nesse sentido, a disponibilização de terminologias clínicas para uso uniforme em âmbito Nacional ainda é prática insipiente no Brasil. Assim, a estruturação do Centro Nacional de Terminologias em Saúde - CENTERMS, como uma instância nacional, assume as responsabilidades relacionadas à governança de terminologias e artefatos de conhecimento clínico e à criação das demais condições necessárias para criação, apropriação, uso e disseminação destas no Brasil. Isso inclui metodologias e ferramentas para manutenção e governança compartilhada desses artefatos com o objetivo fortalecer o uso de terminologias padronizadas. Como parte dessa estruturação é necessária a criação um modelo de governança estabelecido e disseminado, visando promover uma maturidade organizacional em relação a seus processos de manutenção, de desenvolvimento de projetos e de padronização e disponibilização de terminologias e artefatos de conhecimento. 1.1 OBJETIVO O objetivo da governança do CENTERMS é garantir a integração entre os objetivos e as diretrizes descritos em seu planejamento estratégico. Para isso, deve ser estabelecido um modelo de governança composto por uma estrutura funcional e processos organizacionais (com seus processos de negócio e seus relacionamentos). 1.2 ESCOPO DO DOCUMENTO Descrever o Modelo de Governança do CENTERMS. 4

5 1.3 ACRÔNIMOS AB: Atenção Básica Centerms: Centro Nacional de Terminologias em Saúde Conasems: Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde Conass: Conselho Nacional de Secretários de Saúde DRAC: Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas MS: Ministério da Saúde SAS: Secretaria de Atenção à Saúde 1.4 GLOSSÁRIO Arquétipo ou Arquétipo openehr: é um modelo ou padrão para captura de informação clínica. Cada arquétipo é a definição ou especificação de um único conceito clínico, por exemplo, pressão arterial ou reações adversas. Ele é uma especificação legível por máquina de como armazenar dados de pacientes usando o Modelo de Referência openehr. Artefatos de conhecimento ou Artefatos de conhecimento Clínico: são as estruturas de informação usadas para representar a informação em saúde. Artefatos de conhecimento podem ser modelos de informação clínica, arquétipos openehr, templates openehr ou qualquer outra estrutura de informação usada para representar a informação em saúde indo desde conceitos até modelos computacionais que necessitam ser usados para o desenvolvimento do Business Case. Eles não contêm os dados clínicos em si, somente a especificação da representação desses dados. Business Case ou Business Use Case: é um documento escrito e estruturado que representa uma necessidade de negócio específica. Ele é usado para convencer os tomadores de decisões a aprovar o desenvolvimento de um novo projeto. Interoperabilidade: é a habilidade de trocar informações automaticamente. Interoperabilidade semântica: é a habilidade de interpretar automaticamente o significado da informação trocada. Modelo de Informação ou Modelo de Informação Clínica: é um modelo estruturado de um conjunto de conhecimentos clínicos que pode ser usado em vários contextos como, por exemplo, o Resumo de Atendimento da AB ou o Sumário de Alta Hospitalar. Ele não contém os dados clínicos em si, somente a especificação conceitual da semântica da estrutura da 5

6 informação clínica representada por meio de atributos estruturados com seus respectivos tipos de dados. Modelo de Referência ou Modelo de Informação de Referência: é o modelo estático usado como base para a modelagem de modelos de informação. Na área clínica, há vários Modelos de Referência, como o openehr Reference Information Model, Health Level Seven Reference Information Model e o ISO Reference Information Model for the Electronic Health Record. Refset ou Reference Set: no contexto do CENTERMS, um Refset é um subset padronizado e aprovado para publicação pelo CENTERMS. Ele pode ser somente o subset padronizado ou vir acompanhado de mapeamento com outra(s) terminologia(s) e/ou tradução dos termos para o português. Stakeholder: é uma pessoa, um grupo ou uma organização, interno ou externo, que afeta ou é afetado por uma organização ou por um projeto. Subset: é um conjunto termos construído a partir de uma terminologia e possui somente os termos que são necessários em um contexto específico. Template ou Template openehr: é usado para definir conteúdo, como uma mensagem ou um documento particular (ex. Sumário de Alta Hospitalar), necessário para um contexto específico (business case). Ele é formado por um conjunto de arquétipos estruturados e customizados de acordo com esse contexto. Template Operacional ou Template Operacional openehr: é um template computacional gerado a partir de um template openehr, com seus arquétipos e terminologias associadas e é geralmente representado em XML. Terminologia ou Terminologia Clínica: é um vocabulário estruturado utilizado na prática clínica para descrever com precisão o atendimento e tratamento dos pacientes. Terminologia clínica abrange conceitos complexos, tais como doenças, operações, tratamentos e medicamentos. Terminologias em saúde: é qualquer vocabulário controlado, clínico ou não, necessário para fornecer informações em saúde. 6

7 2 ESTRUTURA FUNCIONAL Dentro do modelo de governança é necessário definir a estrutura funcional para o adequado funcionamento do CENTERMS. Essa estrutura é composta por unidades funcionais que representam agrupamentos lógicos de atividades e funções dentro do Modelo de Governança. Essa estrutura não reflete, necessariamente, a estrutura organizacional formal vigente. A Estrutura funcional do CENTERMS é composta por Unidades Funcionais. Uma Unidade Funcional é formada por agrupamentos lógicos de atividades relacionadas ao processo de governança do CENTERMS e executadas por perfis profissionais específicos. Perfil profissional define um tipo de profissional que possui capacidades profissionais associadas a um conjunto de atividades da unidade funcional. Unidades funcionais são, ainda, classificadas de acordo com sua atuação que pode ser: Atuação e Periódica, Atuação Contínua e Atuação por Demanda. A Tabela 1 e a Figura 1 apresentam a lista de unidades funcionais referenciadas no modelo de governança, sua classificação (atuação) e os respectivos perfis profissionais que devem constituí-las. Tabela 1 Estrutura Funcional Unidade Funcional Atuação Perfil Profissional Comitê Executivo Periódica Representantes da estrutura de saúde do governo Comitê Funcional Periódica Representantes da área de saúde Administração de Inventário Contínua Arquiteto Administrador Gerencia de Projetos Contínua Gerente de Projeto Manutenção Operacional Contínua Editor/Modelador Terminologista Especialista de TI Suporte Técnico-Administrativo Contínua Técnico-Administrativo Instância de Projeto Por Demanda Editor/Modelador Terminologista Revisor Gerente de Projeto 7

8 CENTERMS Atuação Periódica Comitê Executivo Atuação Contínua Administração de Inventário (de Modelos) Representação Tripartite Arquiteto Administrador Atuação por Demanda (parceiros) Comitê Consultivo Gerência de Projetos Instância de Projeto Representação Setor Saúde Especialista Gerente de Projeto Editor/ Terminologista Revisor Modelador Gerente de Projeto Manutenção Operacional Editor/ Modelador Terminologista Especialista TI Suporte Técnico- Administrativo Técnico- Administrativo Figura 1 Estrutura Funcional Algumas dessas estruturas podem ter seus papéis executados por terceiros. O modelo de governança é flexível o suficiente para incorporar essa realidade. Mais especificamente, a estrutura pode ser usada para auxiliar o processo de contratação de terceirizados. 8

9 2.1 ATUAÇÃO PERIÓDICA Composto por duas unidades funcionais: Comitê Executivo e Comitê Consultivo. Essas unidades funcionais possuem uma participação fixa no CENTERMS, mas suas atuações são periódicas de acordo com suas atividades Comitê Executivo O Comitê Executivo atua na tomada de decisões estratégicas relacionadas ao cumprimento do Planejamento Estratégico do CENTERMS. Para isso, ele atua nas seguintes atividades: 1. Definição do Planejamento Estratégico 2. Priorização de projetos (Business Cases) para desenvolvimento; 3. Gestão financeira; 4. Aprovação de projetos (Business Case) para execução; 5. Aprovação de produtos (terminologias e artefatos de conhecimento) padronizados. O Comitê Executivo é coordenado pela Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde e possui a seguinte composição: 1. Representante de cada Unidade Subordinada do Ministério da Saúde (Secretarias); 2. Representantes das Autarquias do Ministério da Saúde (Agências); 3. Representante do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde); 4. Representante do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) Comitê Consultivo O Comitê Consultivo tem por objetivo apoiar o Comitê Executivo em tomadas de decisão acompanhando, analisando, discutindo e propondo recomendações. Ele atua nas seguintes atividades: 1. Consultoria do Comitê Executivo (análise de demandas, elaboração de pareceres, recomendações); 2. Detalhamento dos Business Cases que serão executados via projeto; 3. Acompanhamento da execução dos projetos; 9

10 4. Avaliação dos produtos entregues pelos projetos. O Comitê Consultivo possui um coordenador indicado pelo Comitê Executivo e possui a seguinte composição: 1. Representantes da área da saúde indicados pelo Comitê Executivo ou indicados pelo Coordenador do Comitê Consultivo e aprovados pelo Comitê Executivo; 2. Especialistas em Terminologias Clínicas indicados pelo Comitê Executivo ou indicados pelo Coordenador do Comitê Consultivo e aprovados pelo Comitê Executivo. 2.2 ATUAÇÃO CONTÍNUA Composta por quatro unidades funcionais: Administração de Inventário, Gerência de Projetos, Manutenção Operacional e Suporte Técnico-Administrativo. Essas unidades funcionais possuem uma participação contínua, sendo responsáveis por manter o funcionamento adequado do CENTERMS. Elas estão sob a responsabilidade do DERAC Administração de Inventário A Administração de Inventário é responsável por como as terminologias e os artefatos de conhecimento clínico são utilizados e mantidos no inventário. Ela cuida da padronização de uso e regras para criação, mapeamento e tradução de termos e, ainda, para controle de versão, implementação e publicação de refsets de terminologias e artefatos de conhecimento. Responsável, também, pela definição da arquitetura tecnológica e do esquema de inventários. Ela atua no gerenciamento, controle, garantia de qualidade e auditoria durante todo o processo de desenvolvimento do projeto. Assim, ela deve garantir que todos os padrões definidos sejam obedecidos em toda a Estrutura Funcional e em cada projeto. Ela possui atuação continua, pois desempenha um papel independentemente da existência de projetos. Normalmente não detém o poder de intervenção, mas sim, o de identificar e relatar as não conformidades do processo em relação à governança ao Comitê Executivo. A Administração de Inventário possui a seguinte composição: 1. Arquiteto: projetista e guardião da governança dos padrões. Trabalha em sintonia com as demais unidades envolvidas no projeto, orientando e auditando a utilização de padrões. 2. Administrador: responsável pela administração das ferramentas necessárias para implementação dos padrões e regras definidas pelo Arquiteto. 10

11 2.2.2 Gerência de Projetos A Gerência de Projetos visa gerenciar as áreas de conhecimentos relacionadas com o projeto. Segundo o PMBOK isso envolve a integração, do escopo, do tempo, do custo, da qualidade, dos recursos humanos, dos riscos, da comunicação, das aquisições e dos stakeholders. Assim, o gerenciamento de projeto engloba todo o ciclo de vida do projeto e visa orientar, monitorar e controlar o desenvolvimento de cada projeto para garantir sua entrega conforme especificado. Ela possui atuação contínua por ser uma estrutura estável para que os entregáveis do projeto sejam produzidos de acordo com as metas e objetivos estratégicos. Para isso ela envolve tanto o gerenciamento do projeto em si como seu relacionamento com seus patrocinadores (Conselho Executivo) e seus avaliadores (Conselho Consultivo). Para a execução adequada da Gerência de Projetos é necessário o seguinte perfil profissional: 1. Gerente de Projetos: esse perfil desempenha atividades conforme as práticas de gerência de projetos, isto é, é responsável por acompanhar todos os projetos em execução, garantindo que todos estejam sendo desenvolvidos de acordo com padrões de projeto, melhores práticas e metodologia definidos pelo CENTERMS Manutenção Operacional A Manutenção Operacional é responsável pela publicação dos produtos do CENTERMS homologados pelo Comitê Executivo, bem como executar as manutenções e possíveis adaptações em terminologias referentes a versionamento, revisão de mapeamentos e/ou traduções. Responde, ainda, pela manutenção da infraestrutura tecnológica e ferramentas necessárias à geração dos produtos do CENTERMS. Suas atividades envolvem técnicos para manter a infraestrutura necessária para disponibilização dos produtos do CENTERMS e especialistas em terminologia e artefatos de conhecimento clínico com conhecimento para prover manutenção dos mesmos, de acordo com os seguintes perfis profissionais: 1. Modelador: profissional de informática em saúde com experiência no padrão openehr. Este perfil é complexo, pois envolve duas áreas do conhecimento: Saúde e Informática. Para a modelagem de conhecimentos clínicos (arquétipos) é necessário que perfil seja executado por um profissional de saúde ou com o apoio do mesmo. Para os modelos de informação (templates) não há essa necessidade. Já para geração de templates operacionais, codificação, esquematização é necessário que 11

12 esse perfil seja executado por um profissional de TI. Então para esse perfil ser executado de forma adequada, pode ser necessário o envolvimentos de diferentes profissionais. 2. Terminologista: especialista em terminologias em Saúde. 3. Especialista em TI: especialistas necessários para manter a infraestrutura tecnológica e ferramentas necessárias para o CENTERMS Suporte Técnico-Administrativo O suporte técnico-administrativo visa apoiar o Comitê Executivo e a Gerencia de Projetos, no fornecimento de informações e na execução de atividades que garantam a implantação de decisões do Comitê Executivo. Ele possui atuação contínua para garantir a execução de atividades administrativas diárias necessárias ao funcionamento no CENTERMS. As principais atividades a serem executadas são: Execução orçamentária; Execução das decisões do Comitê Executivo, sobre compra de equipamentos e serviços, realização de eventos e demais questões administrativas; Interlocução e acompanhamento do desenvolvimento dos projetos; Produção e distribuição de relatórios; Controle da documentação dos projetos; Administrar a pauta das reuniões dos Comitês; Secretariar as reuniões dos Comitês. Para a execução adequada do suporte técnico-administrativo é necessário o seguinte perfil profissional: 1. Técnico-Administrativo: esse perfil desempenha as atividades de suporte ao Comitê Executivo e à Gerencia de projetos. 12

13 2.3 ATUAÇÃO POR DEMANDA Composta por uma unidade funcional: Instância de Projeto. Essa unidade funcional possui uma participação que é instanciada de acordo com demanda Instância de Projeto A demanda para se instanciar um projeto é o Business Case aprovado pelo Comitê Executivo. Assim, para cada Business Case aprovado pelo Conselho Executivo é criada uma Instância de Projeto. Essa abordagem possibilita que os Business Cases sejam priorizados e detalhados para desenvolvimento de acordo com a necessidade e demanda do Conselho Executivo. Pode-se desenvolver um projeto por vez, ou caso necessário, pode-se dar agilidade a entrega dos produtos com vários projetos sendo executados ao mesmo tempo. As equipes de desenvolvimento de projetos também são independentes e podem ser contratadas de acordo com o Business Case a ser desenvolvido. Para a execução adequada da Instância de Projeto é necessário um time de projeto composto pelos seguintes perfis: 1. Modelador: profissional de informática em saúde com experiência no padrão openehr. Este perfil é complexo, pois envolve duas áreas do conhecimento: Saúde e Informática. Para a modelagem de conhecimentos clínicos (arquétipos) é necessário que perfil seja executado por um profissional de saúde ou com o apoio do mesmo. Para os modelos de informação (templates) não há essa necessidade. Já para geração de templates operacionais, codificação, esquematização é necessário que esse perfil seja executado por um profissional de TI. Então para esse perfil ser executado de forma adequada, pode ser necessário o envolvimentos de diferentes profissionais. 2. Terminologista: especialista em terminologias em Saúde. 3. Revisor: especialista em openehr e terminologias clínicas responsável pela revisão do trabalho do Modelador e o Terminologista. 4. Gerente de Projeto: este perfil desempenha atividades de gerência do projeto específico. 13

14 3 PROCESSOS ORGANIZACIONAIS O modelo de governança inclui uma visão de processos do negócio, essa visão orienta a elaboração da estrutura organizacional, facilita a definição de indicadores de desempenho e orienta a elaboração dos processos de negócio. O Macroprocesso que representa o CENTERMS foi denominado DISPONIBILIZAR ARTEFATOS DE CONHECIMENTO E TERMINOLOGIAS EM SAÚDE PADRONIZADAS e apresenta, inicialmente, o Modelo de Relacionamento visualizado na figura MAPA DE RELACIONAMENTO Figura 2 Mapa de Relacionamento 3.2 MACROPROCESSO DISPONIBILIZAR ARTEFATOS DE CONHECIMENTO E TERMINOLOGIAS EM SAÚDE PADRONIZADAS Objetivo do processo Garantir a governança das terminologias e a criação das demais condições necessárias para criação, apropriação, uso e disseminação destas no Brasil. Isso inclui artefatos de conhecimento e modelos de informações em saúde padronizados, assim como, metodologias e ferramentas necessárias para manutenção e governança compartilhada. Abrangência do processo O processo atua na: 14

15 Governança participativa e compartilhada de terminologias em saúde, em nível nacional, de modo a incluir entidades, profissionais e demais stakeholders; Articulação e coordenação do processo de criação, definição, adaptação e apropriação de terminologias, incluindo atividades de tradução para o português e de mapeamento de terminologias em saúde internacionais para as terminologias, classificações e vocabulários de uso local, de modo a favorecer a criação de entradas dos sistemas de informação em saúde, a utilização em extratos de comunicação entre sistemas de informação de saúde distintos e a reutilização em análises, relatórios e pesquisas; Coordenação e articulação dos trabalhos e interações com as entidades internacionais de padronização de terminologias em saúde (p.e. IHSTDO); Disponibilização e gerenciamento do repositório nacional de terminologias e artefatos de conhecimento clínico, bem como de recursos tecnológicos necessários à estruturação de serviços nacionais de terminologia em saúde; Promoção e apoio ao uso de terminologias em saúde nacionais padronizadas, com vistas a possibilitar consultas semânticas aos repositórios de informação em saúde e a inferência por sistemas de apoio à decisão clínica, de pesquisa e de informações gerenciais através de agregação de dados de diferentes fontes, sem perda de conteúdo semântico, Esse processo contribui para análises dos dados clínicos, relatórios e criação de relatórios e indicadores robustos, válidos e fidedignos sobre a população pesquisada; Promoção da capacitação profissional e a fixação de competências relevantes à criação e manutenção continuada de massa crítica; Promoção do processo de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico nas áreas de e-saúde e informática médica, de modo a incentivar e suportar a produção de conhecimento e a criação de soluções tecnológicas para o setor. Principais produtos e Clientes O macroprocesso tem como clientes os Estabelecimentos de Saúde e Governo, no âmbito Federal, Estadual e Municipal e fornece os seguintes produtos: Terminologias em saúde padronizadas disponíveis; 15

16 Artefatos de conhecimento disponíveis; Modelos de referência disponíveis. 3.3 PROCESSOS 1º. NÍVEL O Macroprocesso Disponibilizar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas está subdividido em processos, conforme demonstrado na Figura. Cabe salientar que a configuração dos processos de 1º. Nível tem como premissa que o desenvolvimento das terminologias seja embasado por Business Case (projetos): Figura 2 Processos - 1º. Nível 16

17 3.3.1 Governar o Negócio Processo responsável pelo resultado do negócio como um todo, pela eficácia dos produtos e pela eficiência do processo. Este processo governa todos os outros processos do Centro e representa a sua organização que é composta por dois Comitês: um decisório, denominado Comitê Executivo e um de suporte à decisão, denominado Comitê Consultivo Executar Projeto (Desenvolver Business Case) Objetivo do processo Garantir a padronização da terminologia definida no business case, bem como a padronização de artefatos de conhecimento. Abrangência do processo O processo atua desde o entendimento do business case até a definição da proposta da terminologia padronizada, executando o projeto de acordo com as metodologias definidas. A execução do processo é feita basicamente com equipes de projeto comissionadas, formadas para atender os objetivos dos Business Cases aprovados. Este processo é composto pelas Instâncias de Projeto sob a coordenação da Gerência de Projetos. Principais produtos e Clientes O produto do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e está denominado como: Terminologias em saúde padronizadas entregues; Artefatos de conhecimento padronizados entregues Administrar inventário Objetivo do processo Promover e executar a administração do inventário de informações em saúde e dos produtos fornecidos pelo CENTERMS, gerenciando, controlando, garantindo a qualidade e auditando todo o processo de geração de terminologias em saúde e artefatos de conhecimento. Garantir que todos os padrões, arquitetura e processos definidos sejam obedecidos em toda a Estrutura Funcional e em cada projeto. Abrangência do processo 17

18 O processo atua na definição da arquitetura tecnológica necessária ao desempenho do papel do CENTERMS, na definição de padrões e processos vinculados ao desenvolvimento dos produtos gerados e na auditoria dos projetos em execução. Principais produtos e Clientes Os produtos do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e estão denominados como: Padrões e processos definidos: representado pela documentação dos padrões e processos definidos; Projetos auditados: representado por relatórios de auditoria de projetos; Arquitetura tecnológica definida: representado pela definição e constante atualização da Arquitetura de Referência Publicar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Objetivo do processo Garantir a disponibilização das Terminologias em saúde e Artefatos de conhecimento, utilizados no âmbito da saúde, padronizados e aprovados. Abrangência do processo O processo atua na disponibilização da terminologia em saúde e de artefatos de conhecimento padronizados para uso por meio de interoperabilidade e para consultas/pesquisas. Atua também no gerenciamento e operação dos recursos tecnológicos necessários à disponibilização dos produtos. Principais produtos e Clientes O produto do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e está denominado como: Terminologias em saúde padronizadas disponíveis; Artefatos de conhecimento padronizados disponíveis Manter artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Objetivo do processo 18

19 Garantir a atualização das terminologias em saúde e artefatos de conhecimento, padronizados e aprovados. Abrangência do processo O processo atua na adequação da padronização de terminologias e de artefatos de conhecimento às revisões ocorridas nos fornecedores de terminologia as quais foram base para a padronização. Principais produtos e Clientes O produto do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e está denominado como: Terminologias em saúde padronizadas mantidas, Artefatos de conhecimento padronizados mantidos 3.4 PROCESSOS DE NEGÓCIO O modelo de governança definido para o CENTERMS incorpora os processos de negócio que apresentam o relacionamento das principais atividades do Centro no que tange a geração de informações em saúde e os atores envolvidos. Ele está subdividido em 3 subprocessos: Selecionar Business Case; Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada; Gerenciar Projetos o Executar Projetos. 19

20 3.4.1 Selecionar Business Case Figura 3 Processos de Negócio Selecionar Business Case 20

21 3.4.2 Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada Figura 4 Processos de Negócio Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada 21

22 3.4.3 Gerenciar Projetos Figura 5 Processos de Negócio Gerenciar Projetos 22

23 Executar Projeto Figura 6 Processos de Negócio Executar Projeto A Tabela 2 apresenta as atividades do processo Executar Projeto, com suas respectivas descrições e atores. Tabela 2 Detalhamento do Processo Executar Projeto Atividades Descrição Ator Definir Gerenciamento de Projeto Publicar RefSet e Terminologias Identificar Terminologias Promover e executar o gerenciamento dos projetos do CENTERMS. Publicar terminologias e RefSets padronizados. Identificar terminologias necessárias para o desenvolvimento do Business Case. Gerência de Projetos Gerência de Projetos Instâncias de Projeto Selecionar SubSet Identificar subset conforme Business Case. Instâncias de Projeto Mapear Mapear subsets selecionados. Instâncias de Projeto Traduzir Traduzir subset(s) selecionado(s). Instâncias de Projeto Definir RefSet Definir Refset a ser aprovado e publicado. Instâncias de Projeto 23

24 Ferramenta de Tradução Servidor de Terminologia (OTS) Administração de Artefatos de Conhecimento (CKM) Portal CENTERMS Software utilizado na atividade de tradução. Servidor utilizado na atividade de mapeamento e disponibilização de terminologias padronizadas. CKM é uma ferramenta utilizada para criação, manutenção e disponibilização de artefatos de conhecimentos. Portal para acesso as terminologias e artefatos de conhecimentos padronizados. Manutenção Operacional Manutenção Operacional Manutenção Operacional Manutenção Operacional 3.5 RELAÇÃO PROCESSOS X ESTRUTURA FUNCIONAL A Tabela 3 apresenta a relação entre os processos apresentados nesta seção e a estrutura funcional proposta na seção 2. Tabela 3 Processos x Estrutura Funcional Processo Governar o negócio Administrar inventário Manter artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Estrutura Comitê Executivo e Comitê Consultivo Manutenção Operacional Manutenção Operacional Publicar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Manutenção Operacional Executar Projeto Gerência de Projetos 24

25 Aprovação do Documento Preenchido por Thiago de Sousa Ament Caetano Assinaturas DATASUS Data: / / Moacyr Esteves Perche Coordenador Geral de Gestão de Projetos CGGP/DATASUS Assinaturas HAOC Data: / / Thiago de Sousa Ament Caetano Analista de Negócios HAOC Data: / / Denis da Costa Rodrigues Gerente de Tecnologia da Informação HAOC 25

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