Modelo de Governança

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelo de Governança"

Transcrição

1 Nome do Projeto Subproduto Responsável do Projeto / Área Desenvolvimento do Centro Nacional de Terminologia Moacyr Esteves Perche - DATASUS Telefone (61) Responsável Thiago de Sousa Ament Caetano Telefone (11) Modelo de Governança Histórico de Mudanças Data Autor Descrição Versão 02/10/2014 Paulo Bernini, Conteúdo inicial 0.1 Gabriela Alves, Valeria Guimarães. 27/10/2014 Claynor Homologação /10/2014 Paulo Bernini, Versão Revisada 1.0 Gabriela Alves, Valeria Guimarães. 27/11/2014 Ricardo Puttini Revisão 1.1 1

2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO Objetivo Escopo do Documento Acrônimos Glossário ESTRUTURA FUNCIONAL Atuação Periódica Comitê Executivo Comitê Consultivo Atuação Contínua Administração de Inventário Gerência de Projetos Manutenção Operacional Suporte Técnico-Administrativo Atuação por Demanda Instância de Projeto PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Mapa de Relacionamento Macroprocesso Disponibilizar Artefatos de Conhecimento e Terminologias em Saúde Padronizadas Processos 1º. nível Governar o Negócio Executar Projeto (Desenvolver Business Case) Administrar inventário Publicar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Manter artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Processos de negócio Selecionar Business Case Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada Gerenciar Projetos

3 3.5 Relação Processos x Estrutura Funcional

4 1 INTRODUÇÃO O uso de terminologias clínicas vem se mostrando como recurso valioso e necessário ao processo de troca de informações clínicas entre sistemas de informação de saúde. Em especial, esses recursos são fundamentais para o estabelecimento de codificação apropriada da informação clínica de modo a habilitar a interoperabilidade em nível semântico. O processo de definição e apropriação de terminologias clínicas é atividade complexa e de caráter significativamente técnico. Nesse sentido, a disponibilização de terminologias clínicas para uso uniforme em âmbito Nacional ainda é prática insipiente no Brasil. Assim, a estruturação do Centro Nacional de Terminologias em Saúde - CENTERMS, como uma instância nacional, assume as responsabilidades relacionadas à governança de terminologias e artefatos de conhecimento clínico e à criação das demais condições necessárias para criação, apropriação, uso e disseminação destas no Brasil. Isso inclui metodologias e ferramentas para manutenção e governança compartilhada desses artefatos com o objetivo fortalecer o uso de terminologias padronizadas. Como parte dessa estruturação é necessária a criação um modelo de governança estabelecido e disseminado, visando promover uma maturidade organizacional em relação a seus processos de manutenção, de desenvolvimento de projetos e de padronização e disponibilização de terminologias e artefatos de conhecimento. 1.1 OBJETIVO O objetivo da governança do CENTERMS é garantir a integração entre os objetivos e as diretrizes descritos em seu planejamento estratégico. Para isso, deve ser estabelecido um modelo de governança composto por uma estrutura funcional e processos organizacionais (com seus processos de negócio e seus relacionamentos). 1.2 ESCOPO DO DOCUMENTO Descrever o Modelo de Governança do CENTERMS. 4

5 1.3 ACRÔNIMOS AB: Atenção Básica Centerms: Centro Nacional de Terminologias em Saúde Conasems: Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde Conass: Conselho Nacional de Secretários de Saúde DRAC: Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas MS: Ministério da Saúde SAS: Secretaria de Atenção à Saúde 1.4 GLOSSÁRIO Arquétipo ou Arquétipo openehr: é um modelo ou padrão para captura de informação clínica. Cada arquétipo é a definição ou especificação de um único conceito clínico, por exemplo, pressão arterial ou reações adversas. Ele é uma especificação legível por máquina de como armazenar dados de pacientes usando o Modelo de Referência openehr. Artefatos de conhecimento ou Artefatos de conhecimento Clínico: são as estruturas de informação usadas para representar a informação em saúde. Artefatos de conhecimento podem ser modelos de informação clínica, arquétipos openehr, templates openehr ou qualquer outra estrutura de informação usada para representar a informação em saúde indo desde conceitos até modelos computacionais que necessitam ser usados para o desenvolvimento do Business Case. Eles não contêm os dados clínicos em si, somente a especificação da representação desses dados. Business Case ou Business Use Case: é um documento escrito e estruturado que representa uma necessidade de negócio específica. Ele é usado para convencer os tomadores de decisões a aprovar o desenvolvimento de um novo projeto. Interoperabilidade: é a habilidade de trocar informações automaticamente. Interoperabilidade semântica: é a habilidade de interpretar automaticamente o significado da informação trocada. Modelo de Informação ou Modelo de Informação Clínica: é um modelo estruturado de um conjunto de conhecimentos clínicos que pode ser usado em vários contextos como, por exemplo, o Resumo de Atendimento da AB ou o Sumário de Alta Hospitalar. Ele não contém os dados clínicos em si, somente a especificação conceitual da semântica da estrutura da 5

6 informação clínica representada por meio de atributos estruturados com seus respectivos tipos de dados. Modelo de Referência ou Modelo de Informação de Referência: é o modelo estático usado como base para a modelagem de modelos de informação. Na área clínica, há vários Modelos de Referência, como o openehr Reference Information Model, Health Level Seven Reference Information Model e o ISO Reference Information Model for the Electronic Health Record. Refset ou Reference Set: no contexto do CENTERMS, um Refset é um subset padronizado e aprovado para publicação pelo CENTERMS. Ele pode ser somente o subset padronizado ou vir acompanhado de mapeamento com outra(s) terminologia(s) e/ou tradução dos termos para o português. Stakeholder: é uma pessoa, um grupo ou uma organização, interno ou externo, que afeta ou é afetado por uma organização ou por um projeto. Subset: é um conjunto termos construído a partir de uma terminologia e possui somente os termos que são necessários em um contexto específico. Template ou Template openehr: é usado para definir conteúdo, como uma mensagem ou um documento particular (ex. Sumário de Alta Hospitalar), necessário para um contexto específico (business case). Ele é formado por um conjunto de arquétipos estruturados e customizados de acordo com esse contexto. Template Operacional ou Template Operacional openehr: é um template computacional gerado a partir de um template openehr, com seus arquétipos e terminologias associadas e é geralmente representado em XML. Terminologia ou Terminologia Clínica: é um vocabulário estruturado utilizado na prática clínica para descrever com precisão o atendimento e tratamento dos pacientes. Terminologia clínica abrange conceitos complexos, tais como doenças, operações, tratamentos e medicamentos. Terminologias em saúde: é qualquer vocabulário controlado, clínico ou não, necessário para fornecer informações em saúde. 6

7 2 ESTRUTURA FUNCIONAL Dentro do modelo de governança é necessário definir a estrutura funcional para o adequado funcionamento do CENTERMS. Essa estrutura é composta por unidades funcionais que representam agrupamentos lógicos de atividades e funções dentro do Modelo de Governança. Essa estrutura não reflete, necessariamente, a estrutura organizacional formal vigente. A Estrutura funcional do CENTERMS é composta por Unidades Funcionais. Uma Unidade Funcional é formada por agrupamentos lógicos de atividades relacionadas ao processo de governança do CENTERMS e executadas por perfis profissionais específicos. Perfil profissional define um tipo de profissional que possui capacidades profissionais associadas a um conjunto de atividades da unidade funcional. Unidades funcionais são, ainda, classificadas de acordo com sua atuação que pode ser: Atuação e Periódica, Atuação Contínua e Atuação por Demanda. A Tabela 1 e a Figura 1 apresentam a lista de unidades funcionais referenciadas no modelo de governança, sua classificação (atuação) e os respectivos perfis profissionais que devem constituí-las. Tabela 1 Estrutura Funcional Unidade Funcional Atuação Perfil Profissional Comitê Executivo Periódica Representantes da estrutura de saúde do governo Comitê Funcional Periódica Representantes da área de saúde Administração de Inventário Contínua Arquiteto Administrador Gerencia de Projetos Contínua Gerente de Projeto Manutenção Operacional Contínua Editor/Modelador Terminologista Especialista de TI Suporte Técnico-Administrativo Contínua Técnico-Administrativo Instância de Projeto Por Demanda Editor/Modelador Terminologista Revisor Gerente de Projeto 7

8 CENTERMS Atuação Periódica Comitê Executivo Atuação Contínua Administração de Inventário (de Modelos) Representação Tripartite Arquiteto Administrador Atuação por Demanda (parceiros) Comitê Consultivo Gerência de Projetos Instância de Projeto Representação Setor Saúde Especialista Gerente de Projeto Editor/ Terminologista Revisor Modelador Gerente de Projeto Manutenção Operacional Editor/ Modelador Terminologista Especialista TI Suporte Técnico- Administrativo Técnico- Administrativo Figura 1 Estrutura Funcional Algumas dessas estruturas podem ter seus papéis executados por terceiros. O modelo de governança é flexível o suficiente para incorporar essa realidade. Mais especificamente, a estrutura pode ser usada para auxiliar o processo de contratação de terceirizados. 8

9 2.1 ATUAÇÃO PERIÓDICA Composto por duas unidades funcionais: Comitê Executivo e Comitê Consultivo. Essas unidades funcionais possuem uma participação fixa no CENTERMS, mas suas atuações são periódicas de acordo com suas atividades Comitê Executivo O Comitê Executivo atua na tomada de decisões estratégicas relacionadas ao cumprimento do Planejamento Estratégico do CENTERMS. Para isso, ele atua nas seguintes atividades: 1. Definição do Planejamento Estratégico 2. Priorização de projetos (Business Cases) para desenvolvimento; 3. Gestão financeira; 4. Aprovação de projetos (Business Case) para execução; 5. Aprovação de produtos (terminologias e artefatos de conhecimento) padronizados. O Comitê Executivo é coordenado pela Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde e possui a seguinte composição: 1. Representante de cada Unidade Subordinada do Ministério da Saúde (Secretarias); 2. Representantes das Autarquias do Ministério da Saúde (Agências); 3. Representante do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde); 4. Representante do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) Comitê Consultivo O Comitê Consultivo tem por objetivo apoiar o Comitê Executivo em tomadas de decisão acompanhando, analisando, discutindo e propondo recomendações. Ele atua nas seguintes atividades: 1. Consultoria do Comitê Executivo (análise de demandas, elaboração de pareceres, recomendações); 2. Detalhamento dos Business Cases que serão executados via projeto; 3. Acompanhamento da execução dos projetos; 9

10 4. Avaliação dos produtos entregues pelos projetos. O Comitê Consultivo possui um coordenador indicado pelo Comitê Executivo e possui a seguinte composição: 1. Representantes da área da saúde indicados pelo Comitê Executivo ou indicados pelo Coordenador do Comitê Consultivo e aprovados pelo Comitê Executivo; 2. Especialistas em Terminologias Clínicas indicados pelo Comitê Executivo ou indicados pelo Coordenador do Comitê Consultivo e aprovados pelo Comitê Executivo. 2.2 ATUAÇÃO CONTÍNUA Composta por quatro unidades funcionais: Administração de Inventário, Gerência de Projetos, Manutenção Operacional e Suporte Técnico-Administrativo. Essas unidades funcionais possuem uma participação contínua, sendo responsáveis por manter o funcionamento adequado do CENTERMS. Elas estão sob a responsabilidade do DERAC Administração de Inventário A Administração de Inventário é responsável por como as terminologias e os artefatos de conhecimento clínico são utilizados e mantidos no inventário. Ela cuida da padronização de uso e regras para criação, mapeamento e tradução de termos e, ainda, para controle de versão, implementação e publicação de refsets de terminologias e artefatos de conhecimento. Responsável, também, pela definição da arquitetura tecnológica e do esquema de inventários. Ela atua no gerenciamento, controle, garantia de qualidade e auditoria durante todo o processo de desenvolvimento do projeto. Assim, ela deve garantir que todos os padrões definidos sejam obedecidos em toda a Estrutura Funcional e em cada projeto. Ela possui atuação continua, pois desempenha um papel independentemente da existência de projetos. Normalmente não detém o poder de intervenção, mas sim, o de identificar e relatar as não conformidades do processo em relação à governança ao Comitê Executivo. A Administração de Inventário possui a seguinte composição: 1. Arquiteto: projetista e guardião da governança dos padrões. Trabalha em sintonia com as demais unidades envolvidas no projeto, orientando e auditando a utilização de padrões. 2. Administrador: responsável pela administração das ferramentas necessárias para implementação dos padrões e regras definidas pelo Arquiteto. 10

11 2.2.2 Gerência de Projetos A Gerência de Projetos visa gerenciar as áreas de conhecimentos relacionadas com o projeto. Segundo o PMBOK isso envolve a integração, do escopo, do tempo, do custo, da qualidade, dos recursos humanos, dos riscos, da comunicação, das aquisições e dos stakeholders. Assim, o gerenciamento de projeto engloba todo o ciclo de vida do projeto e visa orientar, monitorar e controlar o desenvolvimento de cada projeto para garantir sua entrega conforme especificado. Ela possui atuação contínua por ser uma estrutura estável para que os entregáveis do projeto sejam produzidos de acordo com as metas e objetivos estratégicos. Para isso ela envolve tanto o gerenciamento do projeto em si como seu relacionamento com seus patrocinadores (Conselho Executivo) e seus avaliadores (Conselho Consultivo). Para a execução adequada da Gerência de Projetos é necessário o seguinte perfil profissional: 1. Gerente de Projetos: esse perfil desempenha atividades conforme as práticas de gerência de projetos, isto é, é responsável por acompanhar todos os projetos em execução, garantindo que todos estejam sendo desenvolvidos de acordo com padrões de projeto, melhores práticas e metodologia definidos pelo CENTERMS Manutenção Operacional A Manutenção Operacional é responsável pela publicação dos produtos do CENTERMS homologados pelo Comitê Executivo, bem como executar as manutenções e possíveis adaptações em terminologias referentes a versionamento, revisão de mapeamentos e/ou traduções. Responde, ainda, pela manutenção da infraestrutura tecnológica e ferramentas necessárias à geração dos produtos do CENTERMS. Suas atividades envolvem técnicos para manter a infraestrutura necessária para disponibilização dos produtos do CENTERMS e especialistas em terminologia e artefatos de conhecimento clínico com conhecimento para prover manutenção dos mesmos, de acordo com os seguintes perfis profissionais: 1. Modelador: profissional de informática em saúde com experiência no padrão openehr. Este perfil é complexo, pois envolve duas áreas do conhecimento: Saúde e Informática. Para a modelagem de conhecimentos clínicos (arquétipos) é necessário que perfil seja executado por um profissional de saúde ou com o apoio do mesmo. Para os modelos de informação (templates) não há essa necessidade. Já para geração de templates operacionais, codificação, esquematização é necessário que 11

12 esse perfil seja executado por um profissional de TI. Então para esse perfil ser executado de forma adequada, pode ser necessário o envolvimentos de diferentes profissionais. 2. Terminologista: especialista em terminologias em Saúde. 3. Especialista em TI: especialistas necessários para manter a infraestrutura tecnológica e ferramentas necessárias para o CENTERMS Suporte Técnico-Administrativo O suporte técnico-administrativo visa apoiar o Comitê Executivo e a Gerencia de Projetos, no fornecimento de informações e na execução de atividades que garantam a implantação de decisões do Comitê Executivo. Ele possui atuação contínua para garantir a execução de atividades administrativas diárias necessárias ao funcionamento no CENTERMS. As principais atividades a serem executadas são: Execução orçamentária; Execução das decisões do Comitê Executivo, sobre compra de equipamentos e serviços, realização de eventos e demais questões administrativas; Interlocução e acompanhamento do desenvolvimento dos projetos; Produção e distribuição de relatórios; Controle da documentação dos projetos; Administrar a pauta das reuniões dos Comitês; Secretariar as reuniões dos Comitês. Para a execução adequada do suporte técnico-administrativo é necessário o seguinte perfil profissional: 1. Técnico-Administrativo: esse perfil desempenha as atividades de suporte ao Comitê Executivo e à Gerencia de projetos. 12

13 2.3 ATUAÇÃO POR DEMANDA Composta por uma unidade funcional: Instância de Projeto. Essa unidade funcional possui uma participação que é instanciada de acordo com demanda Instância de Projeto A demanda para se instanciar um projeto é o Business Case aprovado pelo Comitê Executivo. Assim, para cada Business Case aprovado pelo Conselho Executivo é criada uma Instância de Projeto. Essa abordagem possibilita que os Business Cases sejam priorizados e detalhados para desenvolvimento de acordo com a necessidade e demanda do Conselho Executivo. Pode-se desenvolver um projeto por vez, ou caso necessário, pode-se dar agilidade a entrega dos produtos com vários projetos sendo executados ao mesmo tempo. As equipes de desenvolvimento de projetos também são independentes e podem ser contratadas de acordo com o Business Case a ser desenvolvido. Para a execução adequada da Instância de Projeto é necessário um time de projeto composto pelos seguintes perfis: 1. Modelador: profissional de informática em saúde com experiência no padrão openehr. Este perfil é complexo, pois envolve duas áreas do conhecimento: Saúde e Informática. Para a modelagem de conhecimentos clínicos (arquétipos) é necessário que perfil seja executado por um profissional de saúde ou com o apoio do mesmo. Para os modelos de informação (templates) não há essa necessidade. Já para geração de templates operacionais, codificação, esquematização é necessário que esse perfil seja executado por um profissional de TI. Então para esse perfil ser executado de forma adequada, pode ser necessário o envolvimentos de diferentes profissionais. 2. Terminologista: especialista em terminologias em Saúde. 3. Revisor: especialista em openehr e terminologias clínicas responsável pela revisão do trabalho do Modelador e o Terminologista. 4. Gerente de Projeto: este perfil desempenha atividades de gerência do projeto específico. 13

14 3 PROCESSOS ORGANIZACIONAIS O modelo de governança inclui uma visão de processos do negócio, essa visão orienta a elaboração da estrutura organizacional, facilita a definição de indicadores de desempenho e orienta a elaboração dos processos de negócio. O Macroprocesso que representa o CENTERMS foi denominado DISPONIBILIZAR ARTEFATOS DE CONHECIMENTO E TERMINOLOGIAS EM SAÚDE PADRONIZADAS e apresenta, inicialmente, o Modelo de Relacionamento visualizado na figura MAPA DE RELACIONAMENTO Figura 2 Mapa de Relacionamento 3.2 MACROPROCESSO DISPONIBILIZAR ARTEFATOS DE CONHECIMENTO E TERMINOLOGIAS EM SAÚDE PADRONIZADAS Objetivo do processo Garantir a governança das terminologias e a criação das demais condições necessárias para criação, apropriação, uso e disseminação destas no Brasil. Isso inclui artefatos de conhecimento e modelos de informações em saúde padronizados, assim como, metodologias e ferramentas necessárias para manutenção e governança compartilhada. Abrangência do processo O processo atua na: 14

15 Governança participativa e compartilhada de terminologias em saúde, em nível nacional, de modo a incluir entidades, profissionais e demais stakeholders; Articulação e coordenação do processo de criação, definição, adaptação e apropriação de terminologias, incluindo atividades de tradução para o português e de mapeamento de terminologias em saúde internacionais para as terminologias, classificações e vocabulários de uso local, de modo a favorecer a criação de entradas dos sistemas de informação em saúde, a utilização em extratos de comunicação entre sistemas de informação de saúde distintos e a reutilização em análises, relatórios e pesquisas; Coordenação e articulação dos trabalhos e interações com as entidades internacionais de padronização de terminologias em saúde (p.e. IHSTDO); Disponibilização e gerenciamento do repositório nacional de terminologias e artefatos de conhecimento clínico, bem como de recursos tecnológicos necessários à estruturação de serviços nacionais de terminologia em saúde; Promoção e apoio ao uso de terminologias em saúde nacionais padronizadas, com vistas a possibilitar consultas semânticas aos repositórios de informação em saúde e a inferência por sistemas de apoio à decisão clínica, de pesquisa e de informações gerenciais através de agregação de dados de diferentes fontes, sem perda de conteúdo semântico, Esse processo contribui para análises dos dados clínicos, relatórios e criação de relatórios e indicadores robustos, válidos e fidedignos sobre a população pesquisada; Promoção da capacitação profissional e a fixação de competências relevantes à criação e manutenção continuada de massa crítica; Promoção do processo de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico nas áreas de e-saúde e informática médica, de modo a incentivar e suportar a produção de conhecimento e a criação de soluções tecnológicas para o setor. Principais produtos e Clientes O macroprocesso tem como clientes os Estabelecimentos de Saúde e Governo, no âmbito Federal, Estadual e Municipal e fornece os seguintes produtos: Terminologias em saúde padronizadas disponíveis; 15

16 Artefatos de conhecimento disponíveis; Modelos de referência disponíveis. 3.3 PROCESSOS 1º. NÍVEL O Macroprocesso Disponibilizar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas está subdividido em processos, conforme demonstrado na Figura. Cabe salientar que a configuração dos processos de 1º. Nível tem como premissa que o desenvolvimento das terminologias seja embasado por Business Case (projetos): Figura 2 Processos - 1º. Nível 16

17 3.3.1 Governar o Negócio Processo responsável pelo resultado do negócio como um todo, pela eficácia dos produtos e pela eficiência do processo. Este processo governa todos os outros processos do Centro e representa a sua organização que é composta por dois Comitês: um decisório, denominado Comitê Executivo e um de suporte à decisão, denominado Comitê Consultivo Executar Projeto (Desenvolver Business Case) Objetivo do processo Garantir a padronização da terminologia definida no business case, bem como a padronização de artefatos de conhecimento. Abrangência do processo O processo atua desde o entendimento do business case até a definição da proposta da terminologia padronizada, executando o projeto de acordo com as metodologias definidas. A execução do processo é feita basicamente com equipes de projeto comissionadas, formadas para atender os objetivos dos Business Cases aprovados. Este processo é composto pelas Instâncias de Projeto sob a coordenação da Gerência de Projetos. Principais produtos e Clientes O produto do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e está denominado como: Terminologias em saúde padronizadas entregues; Artefatos de conhecimento padronizados entregues Administrar inventário Objetivo do processo Promover e executar a administração do inventário de informações em saúde e dos produtos fornecidos pelo CENTERMS, gerenciando, controlando, garantindo a qualidade e auditando todo o processo de geração de terminologias em saúde e artefatos de conhecimento. Garantir que todos os padrões, arquitetura e processos definidos sejam obedecidos em toda a Estrutura Funcional e em cada projeto. Abrangência do processo 17

18 O processo atua na definição da arquitetura tecnológica necessária ao desempenho do papel do CENTERMS, na definição de padrões e processos vinculados ao desenvolvimento dos produtos gerados e na auditoria dos projetos em execução. Principais produtos e Clientes Os produtos do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e estão denominados como: Padrões e processos definidos: representado pela documentação dos padrões e processos definidos; Projetos auditados: representado por relatórios de auditoria de projetos; Arquitetura tecnológica definida: representado pela definição e constante atualização da Arquitetura de Referência Publicar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Objetivo do processo Garantir a disponibilização das Terminologias em saúde e Artefatos de conhecimento, utilizados no âmbito da saúde, padronizados e aprovados. Abrangência do processo O processo atua na disponibilização da terminologia em saúde e de artefatos de conhecimento padronizados para uso por meio de interoperabilidade e para consultas/pesquisas. Atua também no gerenciamento e operação dos recursos tecnológicos necessários à disponibilização dos produtos. Principais produtos e Clientes O produto do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e está denominado como: Terminologias em saúde padronizadas disponíveis; Artefatos de conhecimento padronizados disponíveis Manter artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Objetivo do processo 18

19 Garantir a atualização das terminologias em saúde e artefatos de conhecimento, padronizados e aprovados. Abrangência do processo O processo atua na adequação da padronização de terminologias e de artefatos de conhecimento às revisões ocorridas nos fornecedores de terminologia as quais foram base para a padronização. Principais produtos e Clientes O produto do processo tem como cliente o processo Governar o Negócio e está denominado como: Terminologias em saúde padronizadas mantidas, Artefatos de conhecimento padronizados mantidos 3.4 PROCESSOS DE NEGÓCIO O modelo de governança definido para o CENTERMS incorpora os processos de negócio que apresentam o relacionamento das principais atividades do Centro no que tange a geração de informações em saúde e os atores envolvidos. Ele está subdividido em 3 subprocessos: Selecionar Business Case; Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada; Gerenciar Projetos o Executar Projetos. 19

20 3.4.1 Selecionar Business Case Figura 3 Processos de Negócio Selecionar Business Case 20

21 3.4.2 Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada Figura 4 Processos de Negócio Aprovar e Disponibilizar Terminologia Padronizada 21

22 3.4.3 Gerenciar Projetos Figura 5 Processos de Negócio Gerenciar Projetos 22

23 Executar Projeto Figura 6 Processos de Negócio Executar Projeto A Tabela 2 apresenta as atividades do processo Executar Projeto, com suas respectivas descrições e atores. Tabela 2 Detalhamento do Processo Executar Projeto Atividades Descrição Ator Definir Gerenciamento de Projeto Publicar RefSet e Terminologias Identificar Terminologias Promover e executar o gerenciamento dos projetos do CENTERMS. Publicar terminologias e RefSets padronizados. Identificar terminologias necessárias para o desenvolvimento do Business Case. Gerência de Projetos Gerência de Projetos Instâncias de Projeto Selecionar SubSet Identificar subset conforme Business Case. Instâncias de Projeto Mapear Mapear subsets selecionados. Instâncias de Projeto Traduzir Traduzir subset(s) selecionado(s). Instâncias de Projeto Definir RefSet Definir Refset a ser aprovado e publicado. Instâncias de Projeto 23

24 Ferramenta de Tradução Servidor de Terminologia (OTS) Administração de Artefatos de Conhecimento (CKM) Portal CENTERMS Software utilizado na atividade de tradução. Servidor utilizado na atividade de mapeamento e disponibilização de terminologias padronizadas. CKM é uma ferramenta utilizada para criação, manutenção e disponibilização de artefatos de conhecimentos. Portal para acesso as terminologias e artefatos de conhecimentos padronizados. Manutenção Operacional Manutenção Operacional Manutenção Operacional Manutenção Operacional 3.5 RELAÇÃO PROCESSOS X ESTRUTURA FUNCIONAL A Tabela 3 apresenta a relação entre os processos apresentados nesta seção e a estrutura funcional proposta na seção 2. Tabela 3 Processos x Estrutura Funcional Processo Governar o negócio Administrar inventário Manter artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Estrutura Comitê Executivo e Comitê Consultivo Manutenção Operacional Manutenção Operacional Publicar artefatos de conhecimento e terminologias em saúde padronizadas Manutenção Operacional Executar Projeto Gerência de Projetos 24

25 Aprovação do Documento Preenchido por Thiago de Sousa Ament Caetano Assinaturas DATASUS Data: / / Moacyr Esteves Perche Coordenador Geral de Gestão de Projetos CGGP/DATASUS Assinaturas HAOC Data: / / Thiago de Sousa Ament Caetano Analista de Negócios HAOC Data: / / Denis da Costa Rodrigues Gerente de Tecnologia da Informação HAOC 25

Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações. Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde

Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações. Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde Programação 1º DIA: 08/05/2012 - TERÇA-FEIRA Oficina RES DATASUS/MS De 08 a 10/05/2012 Brasília/DF

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0 TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Brivaldo Marinho - Consultor Versão 1.0 CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO Elaboração Consultor Aprovação Diretoria de Informática Referência do Produto

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI Plano de Trabalho Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Leia mais

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? 2013 Bridge Consulting All rights reserved Apresentação Sabemos que a Tecnologia da

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Política Organizacional para Desenvolvimento de Software no CTIC

Política Organizacional para Desenvolvimento de Software no CTIC Política Organizacional para Desenvolvimento de Software no CTIC O CTIC/UFPA Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação da Universidade Federal do Pará define neste documento sua Política Organizacional

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

VANT-EC-SAME. Software de Suporte do VANT V-SUP Caso de Desenvolvimento Versão 1.0

VANT-EC-SAME. Software de Suporte do VANT V-SUP Caso de Desenvolvimento Versão 1.0 VANT-EC-SAME Software de Suporte do VANT V-SUP Caso de Desenvolvimento Versão 1.0 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 17/0/07 1.0 Versão Inicial Douglas Moura Confidencial VANT-EC-SAME, 2007

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Trilhas Técnicas SBSI - 2014

Trilhas Técnicas SBSI - 2014 brunoronha@gmail.com, germanofenner@gmail.com, albertosampaio@ufc.br Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 30/10/2014 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 5.1 Identificação dos riscos...

Leia mais

Políticas de Qualidade em TI

Políticas de Qualidade em TI Políticas de Qualidade em TI Prof. www.edilms.eti.br edilms@yahoo.com Aula 03 CMMI Capability Maturity Model Integration Parte II Agenda sumária dos Processos em suas categorias e níveis de maturidade

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Segurança Computacional. Rodrigo Fujioka

Segurança Computacional. Rodrigo Fujioka Segurança Computacional Rodrigo Fujioka Segurança Computacional Auditoria da Tecnologia da Informação Auditoria da Tecnologia da Informação A Auditoria da TI é uma auditoria operacional, analisa a gestão

Leia mais

GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL

GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL A Sytel Reply foi comissionada por uma grande operadora global de Telecom para o fornecimento de um Service Assurance de qualidade.

Leia mais

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 Está em andamento o processo de revisão da Norma ISO 9001: 2015, que ao ser concluído resultará na mudança mais significativa já efetuada. A chamada família ISO 9000

Leia mais

MODELAGEM DE FICHA DE ATENDIMENTO PARA CONSULTA OFTALMOLOGICA USANDO ARQUÉTIPOS OPENEHR

MODELAGEM DE FICHA DE ATENDIMENTO PARA CONSULTA OFTALMOLOGICA USANDO ARQUÉTIPOS OPENEHR MODELAGEM DE FICHA DE ATENDIMENTO PARA CONSULTA OFTALMOLOGICA USANDO ARQUÉTIPOS OPENEHR O objetivo deste trabalho é avaliar a modelagem de arquétipos oftalmológicos, e gerar um modelo de ficha de atendimento

Leia mais

PROPOSTAS DE APRESENTAÇÃO, CONTROLE DE ACESSO E PUBLICAÇÃO DA CADEIA DE VALOR AGREGADO E DOS PROCESSOS CORPORATIVOS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA

PROPOSTAS DE APRESENTAÇÃO, CONTROLE DE ACESSO E PUBLICAÇÃO DA CADEIA DE VALOR AGREGADO E DOS PROCESSOS CORPORATIVOS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA PROPOSTAS DE APRESENTAÇÃO, CONTROLE DE ACESSO E PUBLICAÇÃO DA CADEIA DE VALOR AGREGADO E DOS PROCESSOS CORPORATIVOS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Informações do contrato: Nº999/2012-Ministério

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás

Leia mais

Universidade Paulista

Universidade Paulista Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen

Leia mais

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Relato de Experiência da ATI-PE WCGE 2010 20/07/2010 1 Introdução 2 Sobre a ATI Agência Estadual de Tecnologia

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

Resumo do BABok 2.0 O Guia de Referência de Análise de Negócio Curso de Analista de Negócio 3.0

Resumo do BABok 2.0 O Guia de Referência de Análise de Negócio Curso de Analista de Negócio 3.0 O que é BABok? O BABok 2.0, Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios, é considerado como um Guia Referência de Práticas de Análise de Negócio. Este guia é publicado e mantido pelo IIBA. O guia BABok

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

CMMI. B) descrições das atividades consideradas importantes para o atendimento de suas respectivas metas específicas. Governo do ES (CESPE 2009)

CMMI. B) descrições das atividades consideradas importantes para o atendimento de suas respectivas metas específicas. Governo do ES (CESPE 2009) CMMI Governo do ES (CESPE 2009) Na versão 1.2 do CMMI, 111 os níveis de capacidade são definidos na abordagem de estágios. 112 os níveis de maturidade são definidos na abordagem contínua. 113 existem seis

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência se necessário.

Leia mais

1º Congresso Nacional de Gerenciamento de Processos na Gestão Pública. Cadeia de valor. Quando? Como? Porque?

1º Congresso Nacional de Gerenciamento de Processos na Gestão Pública. Cadeia de valor. Quando? Como? Porque? 1º Congresso Nacional de Gerenciamento de Processos na Gestão Pública Cadeia de valor Quando? Como? Porque? ABPMP Novembro-2012 1 QUANDO CONSTRUIR UMA CADEIA DE VALOR? - Gestão de processos - Gestão de

Leia mais

PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos

PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos PMONow! Serviço de Implantação de um Escritório de Projetos As organizações em torno do mundo estão implantando processos e disciplinas formais

Leia mais

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação

Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Emerson de Melo Brasília Novembro/2011 Principais Modelos de Referência para Auditoria de TI Como focar no negócio da Instituição

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Definição do Framework

Definição do Framework Definição do Framework 1. Introdução 1.1. Finalidade Este documento tem por finalidade apresentar o mapeamento dos processos de Definição de Processo Organizacional e Avaliação e Melhoria do Processo dos

Leia mais

Modelo de Referência 2011-2012

Modelo de Referência 2011-2012 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação - SLTI Modelo de Referência 2011-2012 Plano Diretor de Tecnologia de Informação Ministério do Planejamento,

Leia mais

ATO Nº 91/2015/GP/TRT 19ª, DE 1º DE JUNHO DE 2015

ATO Nº 91/2015/GP/TRT 19ª, DE 1º DE JUNHO DE 2015 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA DÉCIMA NONA REGIÃO ATO Nº 91/2015/GP/TRT 19ª, DE 1º DE JUNHO DE 2015 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA

Leia mais

Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de TI (GRG e ATHIVA)

Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de TI (GRG e ATHIVA) Projeto 1: Elaboração dos Planos Diretores de TI da Administração Pública de Pernambuco Projeto 2: Elaboração do Plano de Governo em TI Oficina 1 Análise sobre os PDTI s e alinhamento com Governança de

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC {aula #2} Parte 1 Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11)

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

Gerenciamento de Processos de Negócio

Gerenciamento de Processos de Negócio Gestão por Processos By Alan Lopes +55 22-99202-0433 alopes.campos@mail.com http://prof-alan-lopes.weebly.com Gerenciamento de Processos de Negócio - Conceitos e fundamentos - Modelagem de processo - Análise

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G. por Adriana Silveira de Souza

A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G. por Adriana Silveira de Souza A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G por Adriana Silveira de Souza Agenda Visão Geral do MPS.BR Processos e Capacidade de Processo Níveis de Maturidade Atributos de Processo Processo

Leia mais

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti. TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Curso preparatório para a certificação COBIT 4.1 Fundation

Curso preparatório para a certificação COBIT 4.1 Fundation Curso preparatório para a certificação COBIT 4.1 Fundation Dentro do enfoque geral em conhecer e discutir os fundamentos, conceitos e as definições de Governança de TI - tecnologia da informação, bem como

Leia mais

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS GESTÃO DE PROJETOS Prof. Me. Luís Felipe Schilling "Escolha batalhas suficientemente grandes para importar, suficientemente pequenas para VENCER." Jonathan Kozol GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK 1 GERÊNCIA

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Prova de Conhecimento para Consultores de Implementação MPS.BR INSTRUÇÕES

Prova de Conhecimento para Consultores de Implementação MPS.BR INSTRUÇÕES Implementação MPS.BR 26 de maio de 2008 4 horas de duração e-mail: (DEIXAR EM BRANCO) RESULTADO: Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 Q6 Q7 Q8 Q9 Q10 Nota INSTRUÇÕES Para a maioria das questões você tem mais de uma opção e

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES DESENHO DE SERVIÇO Este estágio do ciclo de vida tem como foco o desenho e a criação de serviços de TI cujo propósito será realizar a estratégia concebida anteriormente. Através do uso das práticas, processos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA No XXX Contrato por Produto - Nacional. Elaboração de Plano de Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação.

TERMO DE REFERÊNCIA No XXX Contrato por Produto - Nacional. Elaboração de Plano de Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação. TERMO DE REFERÊNCIA No XXX Contrato por Produto - Nacional 1. Função no Projeto: Elaboração de Plano de Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação. 2. Nosso Número BRA/12/010 3. Antecedentes A missão

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Leandro Schunk

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Leandro Schunk TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Módulo 4 Governança de TI Dinâmica 1 Discutir, em grupos: Por que então não usar as palavras ou termos Controle, Gestão ou Administração? Qual seria a diferença entre os termos:

Leia mais

MDMS-ANAC. Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC. Superintendência de Tecnologia da Informação - STI

MDMS-ANAC. Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC. Superintendência de Tecnologia da Informação - STI MDMS-ANAC Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas da ANAC Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Histórico de Alterações Versão Data Responsável Descrição 1.0 23/08/2010 Rodrigo

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC

Planejamento Estratégico de TIC Planejamento Estratégico de TIC Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe 2010 a 2014 Versão 1.1 Sumário 2 Mapa Estratégico O mapa estratégico tem como premissa de mostrar a representação visual o Plano

Leia mais

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMMI E METODOLOGIAS Á G EIS

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMMI E METODOLOGIAS Á G EIS PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL E-MAIL: PEDROHOLI@GMAIL.COM CMMI E METODOLOGIAS Á G EIS CMMI E METODOLOGIAS ÁGEIS Os métodos de desenvolvimento Ágeis e

Leia mais

Gerenciamento de Recursos Humanos e Gerenciamento de Comunicações. Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Recursos Humanos e Gerenciamento de Comunicações. Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Recursos Humanos e Gerenciamento de Comunicações Sergio Scheer / DCC / UFPR TC045 Gerenciamento de Projetos Just to remember... Interação entre os processos segundo PMBOK... Cada processo

Leia mais

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão A ISO 9001 em sua nova versão está quase pronta Histórico ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA As normas da série ISO 9000 foram emitidas pela primeira vez no

Leia mais

AUDITORIA DE PROCESSOS BASEADA EM RISCOS. Diorgens Miguel Meira

AUDITORIA DE PROCESSOS BASEADA EM RISCOS. Diorgens Miguel Meira AUDITORIA DE PROCESSOS BASEADA EM RISCOS Diorgens Miguel Meira AGENDA 1 2 3 4 5 O BANCO DO NORDESTE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO BNB AUDITORIA NO BANCO DO NORDESTE SELEÇÃO DE PROCESSOS CRÍTICOS AUDITORIA

Leia mais

CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE

CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE Apresentação: Maurício Bucciolli Guernelli Coordenador Geral DATASUS/SGEP/MS Ministério da Saúde/SGEP/DATASUS - Brasília/DF CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE CADSUS WEB CADSUS Stand Alone

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Ato da Mesa N 69/2013

Ato da Mesa N 69/2013 À Assessoria de Projetos e Gestão compete: Ato da Mesa N 69/2013 Anexo I 1. assessorar o Diretor-Geral a promover, planejar, coordenar, acompanhar e orientar a implementação da melhoria contínua ~ gestão

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Modelo de Referência. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI 2010

Modelo de Referência. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI 2010 Modelo de Referência Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI 2010 Versão 1.0 Premissas do modelo 1. Este modelo foi extraído do material didático do curso Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

Governança Corporativa

Governança Corporativa Governança Corporativa POLÍTICA DE INTEGRIDADE A política de integridade (conformidade), parte integrante do programa de governança corporativa. Mais do que nunca as empresas necessitam de estruturas consistentes

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

MOD9 Processos de Transição de Serviços

MOD9 Processos de Transição de Serviços Curso ITIL Foundation MOD9 Processos de Transição de Serviços Service Transiction Professor: Fernando Palma fernando.palma@gmail.com http://gsti.blogspot.com 1 Curso ITIL Foundation Transição significa

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais