SI INOVAÇÃO TURISMO SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO E EMPREENDORISMO QUALIFICADO (AVISO DE CANDIDATURA JANEIRO 2011) INFORMAÇÃO SINTETIZADA

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1 SI INOVAÇÃO SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO E EMPREENDORISMO QUALIFICADO (AVISO DE CANDIDATURA JANEIRO 2011) TURISMO QREN QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1

2 ÍNDICE PÁGINA OBJECTO E ÂMBITO TERRITORIAL 2 ACTIVIDADES ABRANGIDAS 3 CONDIÇÕES DE ACESSO ESPECIFICAS DO AVISO 5 MODALIDADES DE PROJECTOS A APOIAR 6 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO 7 TAXAS DE COMPARTICIPAÇÃO, NATUREZA E LIMITE DO APOIO 8 DESPESAS ALVO DE APOIO 9 DATAS LIMITES E VALORES MÍNIMO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS 11 CONDIÇÕES GERAIS DE ADMISSIBILIDADE À CANDIDATURA 11 A INFORMAÇÃO CONTIDA NESTE DOCUMENTO NÃO DISPENSA A CONSULTA DA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL OBJECTO O presente concurso destina-se a apoiar investimentos empresariais que reforcem a capacidade de empresas exportadoras no sentido de assegurar ganhos mais rápidos em termos de uma maior orientação do produto interno para a procura externa. O concurso é aberto em simultâneo com o relativo ao Empreendedorismo Qualificado, o qual irá privilegiar o surgimento de novas empresas com perfil exportador. ÂMBITO TERRITORIAL Todas as Regiões NUT II do Continente 2

3 ACTIVIDADES ABRANGIDAS REGIÃO DO ALENTEJO E REGIÃO DO ALGARVE (REGIÕES = NUT II = UNIDADES TERRITORIAIS ESTATÍSTICAS) CAE Designação CAE Designação 55 Alojamento Aluguer de bens recreativos e desportivos 561 Restaurantes Exploração de salas de espectáculos e actividades conexas 563 Estabelecimentos de bebidas e Actividades dos jardins zoológicos, botânicos e aquários; 771 Aluguer de veículos automóveis Actividade dos parques e reservas naturais 791 Agências de viagem e operadores turísticos Gestão de instalações desportivas Outras actividades desportivas, n. e Actividades dos parques de diversão e temáticos a Actividades dos portos de recreio (marinas); Organização de actividades de animação turística; Outras actividades de diversão e recreativas, n. e Actividades de bem -estar físico Actividades que carecem de emissão prévia da Declaração de Interesse para o Turismo. REGIÃO NORTE E REGIÃO CENTRO (REGIÕES = NUT II = UNIDADES TERRITORIAIS ESTATÍSTICAS) CAE Designação CAE Designação 551 Estabelecimento Hoteleiros Turismo no Espaço Rural 3

4 NO CASO DOS PROJECTOS DE INVESTIMENTO SE INSERIREM NAS DENOMINADAS ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA ECC, AS EMPRESAS QUE OS PROMOVEM E QUE PODERÃO APRESENTAR CANDIDATURA A ESTE SISTEMA, TERÃO DE POSSUIR PELO MENOS UM DOS SEGUINTES CAE LISTADOS INFRA E PODERÃO ESTAR LOCALIZADAS EM QUALQUER DAS REGIÕES NORTE, CENTRO, ALENTEJO E ALGARVE. PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 (ECC QUE ENGLOBA AS CAE TURÍSTICAS) CAE Designação CAE Designação a Estabelecimentos Hoteleiros Exploração de salas de espectáculos e actividades conexas a Restaurantes e Similares Actividades dos jardins zoológicos, botânicos e aquários Restaurantes, n.e. (inclui actividades de restauração em meios móveis) Actividade dos parques e reservas naturais a Estabelecimentos de Bebidas Gestão de instalações desportivas a Aluguer de Veículos Automóveis Outras actividades desportivas, n. e a Agências de Viagem e Operadores Turísticos Actividades dos parques de diversão e temáticos Actividades dos portos de recreio (marinas) Organização de actividades de animação turística Outras actividades de diversão e recreativas, n. e Actividades de bem -estar físico Actividades que carecem de emissão prévia da Declaração de Interesse para o Turismo. 4

5 CONDIÇÕES DE ACESSO ESPECÍFICAS DO AVISO ORIENTAÇÃO PARA OS MERCADOS EXTERNOS A empresa promotora deverá cumprir o seguinte rácio que traduz a orientação da sua actividade para os mercados externos: E1 = Intensidade das Exportações E2 = Dinâmica de Exportações 5

6 E3 = Impacto do investimento E1 = Intensidade das Exportações (criações de empresas) (1) 6

7 Para os projectos financiados pelo PO Regional Alentejo (investimentos de micro e pequenas empresas na região NUTS II do Alentejo) e pelo PO Regional Algarve (todos os investimentos na região NUTS II do Algarve), não se aplicam os critérios atrás definidos Considera-se ainda que, a orientação para os mercados externos traduzida em termos do volume de exportações previstas deverá encontrar-se devidamente sustentada em indicadores sectoriais que demonstrem as perspectivas de internacionalização do mercado, evolução estratégica da empresa e coerência com as acções previstas na candidatura. Nota:(1) No caso de empresas com actividades no sector do turismo o nível dos empreendimentos turísticos, o volume de negócios internacional fixado neste indicador pode, em alternativa ser aferido tendo por base o número de dormidas de turistas estrangeiros face ao número total de dormidas, apurado em função dos documentos emitidos pela empresa no ano pré-projecto e no ano pós-projecto para efeitos estatísticos e para efeitos da lei nº 23/2007, de 4 de Julho. TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO As tipologias de investimento de inovação a apoiar serão as alíneas a) e b) no nº 1 do artigo 5º do regulamento do SI Inovação, são as seguintes: a) Produção de novos bens e serviços ou melhorias significativas da produção actual através da transferência e aplicação de conhecimento (alínea a) no nº1 do artigo 5º do Regulamento do SI Inovação; b) Adopção de novos, ou significativamente melhorados, processos ou métodos de fabrico, de logística e distribuição, bem como métodos organizacionais ou de marketing (alínea b) do nº 1 do artigo 5º do Regulamento do SI Inovação 7

8 MODALIDADES DE PROJECTOS A APOIAR No sector do turismo consideram-se enquadráveis no presente aviso os projectos que correspondam a: a) Criação de empreendimentos, equipamentos ou serviços com carácter de inovação com elevado perfil diferenciador ou por via da aplicação, no contexto do sector do turismo, das mais modernas tecnologias (alinea a) do nº 1 do artigo 5º do regulamento do SI Inovação; b) Requalificação de empreendimentos, equipamentos ou serviços por via da introdução de factores de inovação ou com elevado perfil diferenciador, bem como através da aplicação, no contexto do sector do turismo, das mais modernas tecnologias (alineas a) e b) do nº1 do artigo 5º do Regulamento SI Inovação. 8

9 TAXAS DE COMPARTICIPAÇÃO Natureza do Incentivo: EMPRÉSTIMO SEM JUROS Taxa Base: Até 45% Majorações: Tipo de Empresa Pequena Empresa: 20% (se o invest. Elegível > 5 milhões de euros a majoração será apenas de 10%) Média Empresa: 10% Eficiência Colectiva (EEC): 10% Empreendedorismo Jovem ou Feminino: 10% 100% Limites Máximos 95% 90% 85% 80% 75% 70% 65% 60% 55% 50% 45% 40% 80% 75% 35% 65% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% Grandes empresas Médias Empresas Pequenas empresas PRAZOS DO EMPRÉSTIMO SEM JUROS Projectos de novas unidades de produção com despesa elegível superior a , de projectos de remodelação de estabelecimentos hoteleiros e de criação de unidades de turismo no espaço rural e de turismo de habitação: Empréstimo: 7 anos; Carência de capital: até 3 anos Projectos de construção ou de instalação de novos estabelecimentos hoteleiros: Empréstimo: 10 anos; Carência de capital: até 3 anos Restantes Projectos: Empréstimo: 6 anos; Carência de capital: 3 anos Nota: As taxas de comparticipação apresentadas graficamente poderão não ser atingíveis, dada a imposição comunitária de limites máximos para o incentivo, aplicáveis aos projectos de acordo com o tipo de investimento ou com a região. PRÉMIO DE REALIZAÇÂO: O incentivo reembolsável poderá ser convertido em fundo perdido, em função da avaliação do desempenho do projecto, até ao montante máximo de 75% do incentivo reembolsável concedido. 9

10 DESPESAS ELEGÍVEIS Apenas para Projectos de Empreendedorismo Qualificado 10

11 DATAS LIMITES PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Produção de de novos novos Para bens empresas bens e serviços e serviços que ou desenvolvam melhorias ou melhorias significativas projectos significativas de: da Produção produção; de da Adopção novos produção bens de e novos, actual ou através melhorados, da transferência processos serviços ou ou e métodos aplicação melhorias de significativas fabrico, de conhecimento. de logística da produção e distribuição, actual através bem como da transferência métodos e organizacionais ou aplicação de marketing; de conhecimento; Expansão de Adopção capacidades de novos, de produção ou significativamente em actividades melhorados, de alto conteúdo tecnológico processos ou com ou procuras métodos internacionais de fabrico, de logística dinâmicas; e distribuição, Criação de bem unidades como ou métodos Adopção de novos, ou significativamente melhorados, processos ou métodos de fabrico, de linhas de produção com organizacionais impacte relevante ou de ao marketing; nível produto, Expansão das de exportações capacidades ou de do produção emprego; em de logística e distribuição, bem como métodos organizacionais ou de marketing. Introdução de melhorias actividades com de impacte alto conteúdo relevante tecnológico ao nível da ou produtividade, com procuras do internacionais produto, das exportações, do emprego, dinâmicas. da segurança industrial ou da eficiência energética e ambiental. Criação de de empresas ou projectos ou projectos de empresas de empresas nascentes nascentes (até 3 anos), (até 3 anos), classificadas classificadas como PME, como dotadas PME, de recursos dotadas humanos de recursos qualificados humanos ou que desenvolvam actividades em sectores com fortes dinâmicas de crescimento. qualificados ou que desenvolvam actividades em sectores com fortes dinâmicas de crescimento. DATAS: 1º SEMESTRE - DE 10 DE MARÇO A 23 DE MAIO DE 2008 Datas: de 15 de Novembro de 2010 a 24 de Janeiro de 2011 DATAS: 1º SEMESTRE - DE 10 DE MARÇO A 23 DE MAIO DE 2008 Datas: de 15 de Novembro de 2010 a 24 de Janeiro de 2010 Investimento mínimo DATAS: elegível: 2º SEMESTRE DE 15 (à DE excepção OUTUBRO PO E Alentejo 31 DE DEZEMBRO e Algarve DE que 2008 é Investimento DATAS: 2º SEMESTRE elegível: - De DE DE OUTUBRO a E 31 DE DEZEMBRO DE ) Data limite para a decisão: 4 de Maio de 2011 INVESTIMENTO MÍNIMO: INVESTIMENTO MÍNIMO: Data limite para a comunicação da decisão: 4 de Maio de

12 CONDIÇÕES A REPORTAR À DATA DA CANDIDATURA Condições a reportar à data da candidatura: Encontrar-se legalmente constituído; Possuir ou assegurar os recursos humanos e físicos necessários; Dispor de contabilizada organizada; O limite máximo por projecto, no âmbito do presente aviso é de 25 milhões de euros. Para os projectos enquadrados no PO regional do Alentejo e no PO Regional Algarve o limite mínimo de despesa elegível é de Dispor de um rácio de autonomia financeira não inferior a 15% (PME) ou 20% (Grande Empresa); Designar um responsável técnico do projecto; Cumprir, quando existam investimentos em formação profissional, todas as regras definidas no regulamento específico dos apoios à formação profissional, sendo que as despesas elegíveis não deverão representar mais do que 30% das despesas elegíveis. Condições a reportar em data posterior: Cumprir as condições legais necessárias ao exercício da respectiva actividade; Possuir a situação regularizada face à administração fiscal, à segurança social e às entidades pagadoras dos incentivos; DOS PROJECTOS Não incluir despesas anteriores à data da notificação da aprovação prévia de concessão de incentivos, à excepção dos adiantamentos para sinalização até ao valor de 50% do custo de cada aquisição, e das despesas relativas aos estudos prévios, desde que realizados há menos de um ano; Apresentar viabilidade económico-financeira e aplicar um mínimo de 20% de capitais próprios; Manter afectos à respectiva actividade os activos respeitantes ao investimento apoiado, bem como a localização geográfica definida no projecto; Ter projecto ou memória descritiva previamente aprovados; Possuir Declaração de Interesse para o Turismo, quando aplicável; O projecto ser implementado, no máximo, em dois anos; Ser sustentado por uma análise estratégica da empresa; 12

13 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Decreto-Lei n.º 65/2009 (DR n.º 56 1ª Série), de 20 de Março (Enquadramento Nacional de sistemas de incentivos ao investimento nas empresas, o qual vincula não só o QREN e os seus Programas Operativos, mas também a política nacional neste domínio, independentemente das suas fontes de financiamento.] Portaria n.º 1101/2010 [DR n.º I Série] de 25 de Outubro [Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento Terceira alteração ao Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME, aprovado pela Portaria n.º 1463/2007, de 15 de Novembro.] Portaria n.º 363-A/2009 (DR n.º 66 1ª Série), de 3 de Abril (Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação Aprova o Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME SI Qualificação de PME) AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURA Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO DE PME) - (N.º 07/SI/2010) (Projecto Individual e de Cooperação, apresentado por uma PME) FONTES: Programa Operacional Factores de Competitividade POFC Turismo de Portugal, I.P. APAVT - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS AGÊNCIAS DE VIAGEM E TURISMO. GABINETE APOIO AO INVESTIDOR RUA DUQUE DE PALMELA, 2-1º DTº LISBOA TEL.: (+351) FAX: (+351) INFORMAÇÃO ACTUALIZADA EM NOVEMBRO DE

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