RELATÓRIO SOBRE OS PROCEDIMENTOS UTILIZADOS PARA O PLANEAMENTO E INSTALAÇÃO DE UMA REDE EM TOPOLOGIA ESTRELA

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1 RELATÓRIO SOBRE OS PROCEDIMENTOS UTILIZADOS PARA O PLANEAMENTO E INSTALAÇÃO DE UMA REDE EM TOPOLOGIA ESTRELA Agrupamento de escolas Josefa de Óbidos Técnico de informática e sistemas Módulos: Rede local instalação Rede local instalação de software base Rede local Administração.

2 Índice RELATÓRIO SOBRE OS PROCEDIMENTOS UTILIZADOS PARA O PLANEAMENTO E INSTALAÇÃO DE UMA REDE EM TOPOLOGIA ESTRELA... 1 PLANEAMENTO DA REDE INFORMÁTICA Topologia da Rede Informática Material necessário para a implementação da rede... 3 CONFIGURAÇÃO DA REDE INSTALAÇÃO DO SO WINDOWS 2003 no servidor... 4 MONTAGEM FÍSICA DA REDE CRAVAMENTO DOS CABO DE PAR ENTRANÇADO Montagem de um cabo Ligação dos cabos CONFIGURANDO O SERVIDOR Instalação do active directory (ad) Ligação dos computadores em rede Acedendo ao ad (active directory) GESTÃO DO SERVIDOR Partilhas de pastas Visualizador de eventos Gestão de dispositivos Desempenho do computador UPS Configurando a UPS no Windows Server Cópias de segurança Glossário... 36

3 PLANEAMENTO DA REDE INFORMÁTICA 1. Topologia da Rede Informática 2. Material necessário para a implementação da rede Optamos por esta topologia de rede - estrela (star) porque é indicada numa rede cliente /servidor, principais características: Os dados estão centralizados num servidor; Os programas estão instalados em cada cliente (computador); 1 Servidor; 4 Clientes; 1 Switch de 16 portas; 30m de cabos UTPcat 5e; 22 - Fichas RJ 45; 1 - Alicate para cravar fichas RJ45; 1 - Testador de cabos; 1 - X ato; 1 - Alicate de corte; 1 Conjunto de chaves Philips. Os terminais da rede são computadores normais; O trabalho é dividido tanto pelo servidor como o cliente; Partilha ao nível do utilizador, um grupo de utilizador escolhe os utilizadores que podem ter acesso; Os utilizadores têm restrições e privilégios de acesso aos recursos sendo único responsável pela sua estação de trabalho existindo uma maior autonomia em cada computador. Topologia física da rede

4 CONFIGURAÇÃO DA REDE 1- INSTALAÇÃO DO SO WINDOWS 2003 no servidor Depois de copiados todos os ficheiros necessários à instalação, surgiu o seguinte: Instalamos no servidor o Sistema Operativo Windows Server 2003, tendo seguido os seguintes passos: Ligamos o computador e inserimos o CD de instalação do Server 2003 no driver devido; Após a inicialização, surgiu o ecrã seguinte: Premimos Enter Surgiu o texto do contrato de licença de Utilizador Final. Premimos a tecla F8 para aceitar.

5 Surgiu um ecrã para escolher as partições a criar. Aconselha-se a criação de duas partições: uma para o sistema operativo e o restante software e outra para os utilizadores. Assim, se for necessário formatar a primeira partição, a segunda necessitamos de um espaço não particionado de MB. Premimos C para criar uma partição para o sistema operativo. Escolhemos a opção Formatar e a partição utilizando o sistema de ficheiros NFTS e premimos a tecla Enter. Escolhemos o NFTS normal porque faz uma formatação do início ao fim dos dados do rígido e não NFTS rápido porque só permite a formatação do espaço a ser utilizado na instalação do sistema. Escolhemos o NFTS em vez de FAT porque permite maior espaço de alojamento dos ficheiros e devido à sua segurança.

6 Seguimos os passos que apareceram no ecrã: o Após a cópia deste grupo de ficheiro, o computador reinicia automaticamente. O programa de instalação formatou a partição e copiou o segundo grupo de ficheiros para a partição recém-formada. Escolhemos C: partição 1 porque é o único que contém maior espaço livre.

7 Após a reinicialização, surgiu a última fase de instalação, já em modo gráfico. O tempo nesta fase depende muito da configuração de hardware do sistema. Unidades rápidas correm mais depressa. Passados alguns minutos, surgiu a primeira caixa de diálogo para a escolha da língua e outras definições nacionais como: a unidade monetária e o formato da data e da hora. Por defeito, a definição é, naturalmente, para Portugal.

8 Continuando o processo de instalação, na caixa seguinte é pedido o nome do proprietário e o nome da organização. A seguir deve ser indicado o modo de licenciamento desejado de entre 3 possíveis: Servidor; Utilizador; Dispositivo. (Escolheu-se a licença por dispositivo ou por utilizador, assim não haverá a necessidade de definir o número máximo de ligações). Se escolhêssemos a licença por servidor, teríamos que indicar o número de licenças de clientes (CAL) Client Acess Clientes. A terceira caixa pediu a chave de instalação que está num selo colado na caixa do CD.

9 Na caixa indicamos o nome do servidor, ou seja o nome com que surgira na rede. Esse nome não deverá ter mais de 15 caracteres. Nessa caixa, também indicamos a palavra passe da conta de Administrador. Deste modo torna-se mais difícil entrar no sistema quando não se sabe qual a sua senha. Observações: Esta conta possui todos os privilégios, daí que a palavra passe deverá respeitar os seguintes requisitos: Pelo menos 6 caracteres; Letras e números e até caracteres alfanuméricos; Caracteres especiais são permitidos. Continuando o processo de instalação, definimos a data, a hora e o fuso horário. Mantemos marcada a opção Ajustar automaticamente e o relógio para o horário de verão. Configuramos também a placa de rede.

10 No ecrã de configuração selecionamos Definições personalizadas e clicamos no botão seguinte. Selecione a opção Usar o seguinte endereço de IP e defina o endereço IP e a mascara de sub-rede Para já, deixe as caixas do Gateway predefinido e dos servidores DNS em branco. Prima o botão seguinte. Terá agora que configurar o TPC / IP escolhendo um endereço estático dentro da rede classe C Selecione o protocolo TCP/IP e prima o botão Propriedades.

11 A instalação continua e, passados alguns instantes surge uma nova caixa, onde deve manter selecionada a opção superior e manter o nome GRUPO na caixa do grupo de trabalho. Se quiser associar este servidor a um domínio já existente, escolha a segunda opção ( Sim, tornar este computador membro do seguinte domínio ) e escreva na caixa o nome do domínio. A instalação segue agora sozinha, ate reiniciar de novo o computador. Apos a reinicialização o Windows Server 2003 está pronto a funcionar. Inicia a sessão com a conta que tem Administrador cuja palavra passe definiu na instalação. Seguinte.

12 MONTAGEM FÍSICA DA REDE 1 - CRAVAMENTO DOS CABO DE PAR ENTRANÇADO Para a montagem física da nossa rede começamos por proceder ao cravamento dos cabos de rede. Funções do alicate: - Descarnar: retirar um pequeno pedaço de plástico externo do cabo. - Cortar: para cortar cabos e fios - Cravar: para prender o conetor RJ 45 ao cabo. Material utilizado: 30m de cabo UTP Cat 5e; 22 Fichas RJ-45; Alicate; Chave de fendas; Testador de cabos; Alicate Material necessário

13 2 - Montagem de um cabo 1. Retiramos cerca de 2 cm da capa plástica do cabo, de ambos os lados, usando a parte de descarnar do alicate. Tivemos em atenção para não cortar os fios internos. Posicionamos o cabo, pressionando levemente o alicate, girando-o, de tal forma que as lâminas apenas riscassem a parte externa. Feito isto, retiramos a parte plástica com as mãos. Corte dos fios Descarnamento do cabo 2. Colocamos os fios na ordem correta e deixámo-los bem esticados e alinhados (usamos uma chave de fendas). Com a parte do cortar aparamos as pontas para ficarem do mesmo tamanho e cortamos os excessos, deixando os fios com cerca de 1,2 cm para o seu cravamento.

14 ORDENAÇÃO DOS FIOS Aplicação da Norma EIA/TIA 568B branco-laranja - laranja - branco-verde - azul - branco-azul verde - branco-castanho - castanho 3. Introduzimos os oito fios na ficha RJ-45 na orientação correta. Certificamo-nos que todos os fios encaixaram-se perfeitamente e foram introduzidos até ao fundo do conetor. A orientação correta é: os fios verdes devem ficar do lado esquerdo e os contatos metálicos do conetor devem ficar virados para cima. - Uma montagem fica perfeita quando todos os fios encaixam corretamente, e uma pequena parte da capa plástica fica dentro do conetor. Cravamento do cabo 5. Procedemos à verificação do funcionamento dos cabos utilizando o testador de cabos. O testador de cabos prova a continuidade, o contato e a montagem correta dos cabos de rede. O equipamento é composto por dois módulos (um transmissor e um recetor), ambos contendo alguns LED s. O transmissor contém a chave On/Off. Cada módulo é conectado numa ponta do cabo. Quando o cabo está montado corretamente, esses LED s devem acender numa ordem pré-definida (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, G). Introdução dos fios na ficha RJ O passo seguinte é cravar. Seguramos o alicate de tal forma que a lâmina de corte ficou do lado de cima. Introduzimos o conetor RJ- 45 no local de cravagem do alicate. A trava de segurança (do conetor) ficou voltada para baixo. Certificamo-nos que o conetor estava totalmente encaixado no alicate e, apertamo-lo com força para cravar. Testando os cabos

15 3 - Ligação dos cabos Após se ter cravado os seis cabos de rede procedeu-se à ligação destes ao switch. CONFIGURANDO O SERVIDOR 1 - Instalação do active directory (ad) O Active Directory é uma espécie de arquivo de informação do sistema e respetivos serviços de acesso, ou seja, uma base de dados de toda a informação que possa dizer respeito à comunicação ou administração, a utilizadores ou aos seus direitos, a grupos (ou Group policies), a permissões, a domínios, a websites, a diversas aplicações e a muitas outras informações que se queiram acrescentar. Ligações dos cabos de rede ao switch Procedemos à configuração do AD, utilizando o Assistente do Servidor seguindo os seguintes passos: Foi necessário instalar uma outra placa de rede no servidor e proceder à instalação dos respetivos drivers. Ligação dos cabos de rede no servidor

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24 AS NOSSAS DEFINIÇÕES Dominio: secc.local Nome no Servidor: servidor1 Password: secc Ligação dos computadores em rede Após a instalação do Windows Server 2003 procedeu-se à configuração dos computadores em rede:

25 3 - Acedendo ao ad (active directory) Menu Iniciar Ferramentas administrativas computadores e utilizadores do AD Formadores Base Ana Cortez Anabela Penas Carlos Vinais Celeste Afonso Formadores FTE Ana Batista Vitória Fernandes UTILIZADORES Procedemos à criação dos seguintes utilizadores acedendo ao Utilizadores e computadores do Active Directory Formandos: Jorge Plácido; Fernando Quintino; Francisco Gomes; Francisco Castro; Hilário Rodrigues; João Reis; João Domingos; Leandro Silva; Marco Marques; Nataliya Marchenko; Paulo Oliveira; Ricardo Quintino; Ruslana Kernychyshyn; Vasco Carlos. Para cada utilizador definimos as respetivas contas clicando com o botão direito:

26 Foi configurado: o nome do utilizador; a morada; o cargo; a conta de utilizador; a palavra-passe de início de sessão; opções da conta no que concerne à palavra-passe; horário de início de sessão.

27 Foram criados os seguintes grupos: Formandos; Acedendo às propriedades dos grupos foram adicionados os respetivos membros, clicando com o botão direito do rato: Formadores FTE; Formadores Base.

28 DEFINIMOS POLÍTICAS DE SEGURANÇA DE DOMÍNIO POLÍTICAS DE PALAVRA-PASSE - A plavra-passe tem que satisfazer os requisitos mínimos Menu Iniciar Ferramentas administrativas Políticas de segurança do domínio - Comprimento mínimo da plavra-passe. POLÍTICAS DE CONTA - política de palavra-passe; - políticas de bloqueio de conta.

29 POLÍTICAS DE BLOQUEIO DE CONTA - Limite de bloqueio de conta. POLITICAS LOCAIS - Políticas de auditoria; - Atribuição de direitos dos utilizadores; - Opções de segurança.

30 POLÍTICAS DE AUDITORIA OPÇÕES DE SEGURANÇA ATRIBUIMOS DIREITOS DO UTILIZADOR REGISTO DE EVENTOS

31 GESTÃO DO SERVIDOR A gestão do servidor permite gerir o computador local e outros computadores da rede. ACEDEMOS E ADMINISTRAMOS A GESTÃO DE COMPUTADORES Menu Iniciar Ferramentas Administrativas Gestão de computadores ou lado direito do rato sobre o Meu Computador Gerir. Esta consola é constituída por três nós: Ferramentas do Sistema Armazenamento Serviços e aplicações

32 1 - Partilhas de pastas Criamos Pastas para cada um dos alunos e formadores, que só os formadores podiam editar. Criamos uma pasta para cada aluno que tinham todos os direitos para editar, remover. Menu Iniciar Ferramentas Administrativas Gestão de computadores Ferramentas do Sistema Pastas Partilhadas 2 - Visualizador de eventos Acedemos ao visualizador de eventos clicando o botão direito do rato sobre O meu computador e selecionando Gerir ou na linha de comandos digitando eventvwr.msc ou Nas Ferramentas Administrativas selecionar Visualizador de Eventos Este é constituído pelos seguintes elementos: Aplicação; Serviço de diretório; Serviço de DNS; Serviço de replicação.

33 3 - Gestão de dispositivos Acedemos à gestão de dispositivos e verificamos a sua funcionalidade No Visualizador de eventos, encontramos três tipos de ícones que indicam o grau de gravidade de um acontecimento, além das normais descrições de erro e da identificação do PC: - Acontecimento realizado com sucesso; informação de carácter genérico; - Acontecimentos que poderão futuramente originar situações de erro; - Acontecimento não realizado devido a erro.

34 4 - Desempenho do computador Verificamos o desempenho do nosso servidor. 5.1 Configurando a UPS no Windows Server 2003 (Iniciar Painel de Controlo Opções de Energia e a janela de Propriedades de Opções de Energia Separador UPS 5 - UPS Apesar de não termos utilizado uma UPS, verificamos como se pode configurar estra fonte de alimentação. Uma UPS (Urtinterruptible Power supply - fonte de alimentação ininterrupta) ou, em português, FANl (Fonte de Alimentação Não Interruptível) é um dispositivo que permite proteger os servidores e o hardware de rede (tal como as hubs e os routers) de: Sobrecargas elétricas, Correntes elétricas "irregulares" e/ou; Falhas no fornecimento de eletricidade evitando, deste modo, a perda de dados não guardados a tempo.

35 Na secção Detalhes clicar em Selecionar e selecionar o fabricante, o modelo da UPS e a porta a utilizar e concluir 6 - Cópias de segurança Na mesma secção clicar agora em Configurar e fazer as várias escolhas em relação à comunicação entre a UPS e o computador servidor, em caso de falha de corrente elétrica. Menu Iniciar Todos os Programas Acessórios Ferramentas do Sistema Cópias de segurança ou na linha de comandos escrever o comando ntbackup Assistente de restauro ou de cópia de segurança Seguinte Selecionar o que se pretende, se cópia de segurança ou restauro de ficheiros e definições (escolha a primeira) Seguinte.

36 Glossário

37 REDE DE COMPUTADORES É formada por dois ou mais computadores ligados entre si, de modo a poderem partilhar recursos, dados e programas. As redes têm vários níveis ou camadas. Uma rede consiste em vários níveis sobrepostos, tais como cablagem, os esquemas de endereçamento ou as aplicações. As várias camadas trabalham em conjunto de modo a poderem transmitir e receber dados. Uma rede de computadores engloba: Servidor; Cliente ou estação de trabalho; Recursos; Protocolos; Meios físico de transmissão; Placas de rede; Hardware de rede. SERVIDOR Computadores potentes e rápidos (grande poder de processamento de dados em simultâneo) que armazenam programas e dados que podem ser partilhados por outros computadores numa rede. Normalmente, o tipo de recurso partilhado classifica o servidor. Assim, existem por exemplo servidores de impressoras e servidores de ficheiros entre outros. SERVIDOR DEDICADO Máquinas que requerem construção própria e arquitetura específica: redundância em fonte de alimentação, múltiplo CPU, grande capacidade de memória RAM e de armazenamento. SERVIDOR NÃO DEDICADO Máquina que não exige construção específica como a anterior, embora possam ter melhoramentos de hardware nalguns casos em concreto. Servem também como estações de trabalho. CLIENTE Computador que utiliza recursos de rede partilhados fornecidos por outro computador (chamado de servidor). PLACA DE REDE Por vezes chamada de adaptador de rede ou NIC (Network Interface Card), constitui a interface entre o computador e o meio de transmissão. Prepara, envia e controla o fluxo de dados, recebendoos e traduzindo-os para a compreensão da CPU. Trabalha ao nível físico (camada 1) do modelo OSI.

38 ENDEREÇO MAC (MEDIA ADRESS CONTROL) Um endereço MAC é um número de série único que se encontra nos adaptadores de rede (com ou sem fios) e que permitem identificá-lo de forma inequívoca. Diversas nomenclaturas são encontradas na literatura técnica, referindo-se ao endereço físico como endereço Ethernet, endereço da placa de rede ou endereço MAC. Os endereços MAC são habitualmente mostrados como 6 sequências de dois números hexadecimais separados por hífen ou dois pontos. (Exemplo: 15-EF- A3-45-9B-57). EQUIPAMENTO ATIVO OU DISPOSITIVOS DE INTERLIGAÇÃO Conjunto de dispositivos, alimentados a energia elétrica, que serve de base ao transporte de dados. O universo do equipamento ativo contempla diversos tipos de interligação entre equipamentos, dos quais se podem destacar: Interligação de equipamentos: Placa de rede, Hub, switch e ponto de acesso. Interligação de redes locais: Router e bridge; Interligação de rede local (LAN) e rede alargada (WAN): Router Interligação de redes em arquitetura diferente: Router e gateway HUB Um hub é um dispositivo concentrador com várias portas às quais se ligam os cabos provenientes dos postos da rede. Quando um pacote de dados chega a uma porta, é copiado e reenviado para todas as outras portas, acabando assim por chegar ao seu destinatário. Opera ao nível 1 do modelo OSI, e esta é a razão pela qual às vezes é chamado "repetidor multiportas.

39 ROUTER Este equipamento tem uma filosofia de funcionamento semelhante ao switch, mas com mais funcionalidades, destinando-se à interligação de redes e não de computadores. Os seus princípios de funcionamento são os seguintes: - A informação é armazenada numa tabela de endereços, permitindolhe optar pelo caminho mais adequado as seguir; - Permite que os utilizadores e uma rede partilhem uma única ligação (LAN/WAN) Rede local/internet/vpn; - Examina o cabeçalho da mensagem para escolher o melhor caminho de envio, reduzindo o cansaço da rede, na procura de uma rota mais favorável ao encaminhamento dos pacotes de dados; - Se uma ligação entre routers falhar, o emissor escolhe a rota alternativa; - Só encaminha pacotes de dados se todos os dados forem conhecidos, logo pacotes corrompidos não são enviados; - Reduz a intensidade do tráfego da rede através de uma gestão de prioridades. SWTICH Os switches são uma evolução dos hubs, na medida em que, este equipamento não faz a repetição do sinal pelas portas de ligação. Quando recebem um pacote por uma das suas portas destinado a um computador, ele examina o cabeçalho (identificação do emissor, destinatário e tamanho) do pacote de dados e apenas o reencaminha para a porta onde está ligado o destinatário, evitando assim sobrecargas na rede desnecessárias. Ao permitirem transmissões fullduplex, evitam as colisões. TRANSMISSÕES SIMPLEX Apenas um computador pode emitir para o outro. TRANSMISSÕES HALF-DUPLEX Qualquer computador pode enviar para o outro, mas as transmissões são alternadamente num sentido e noutro. TRANSMISSÕES FULL-DUPLEX As transmissões em ambos os sentidos são possíveis em simultâneo.

40 GATEWAY Dispositivo com a missão de interprete, hierarquicamente superior ao router. Os seus princípios de funcionamento são: Reenvio e receção de pacotes entre arquiteturas de redes diferentes; Opera ao nível da última camada (camada 7 Aplicação) do modelo OSI; Custos mais elevados que o router; Um gateway é, em sentido mais prático, um router com configurações específicas. BRIDGE Uma bridge une segmentos de uma rede que usem o mesmo protocolo. Trabalha igualmente ao nível lógico (camada 2 do modelo OSI). MEIOS FÍSICOS DE TRANSMISSÃO CABOS DE PAR ENTRAÇADO (TWISTED PAIR) Existem três tipos que se distinguem pelo tipo de revestimento exterior. São eles: o UTP (Unshielded Twisted Pair) sem qualquer tipo de blindagem os mais comuns o STP(Shielded Twisted Pair) com blindagem exterior envolvente e blindagem para cada par o S/UTP(Screened/ Unshielded Twisted Pair) apenas com blindagem exterior envolvente Na sua forma mais simples, o cabo par entrançado (em inglês Twistedpair cable) é constituído por dois fios de cobre entrelaçados em trança e envolvido com isoladores. Além da quantidade de fios, temos a forma como são protegidos, os pares blindados. (STP: Shielded Twisted-Pair) e os pares não blindados (UTP: Unshielded Twisted- Pair). Um cabo é frequentemente fabricado a partir de vários pares entrançados agrupados e colocados dentro da bainha protetora. O entrelaçamento permite suprimir os barulhos (interferências elétricas) devidos aos pares adjacentes ou outras fontes (motores, retransmissões, transformador). Forma como a ligação entre os vários componentes de uma rede é efetuada. Existem três principais meios físicos de transmissão: fios metálicos dentro de cabos, fibras de vidro ou plástico (cabo de fibra ótica) e transmissão wireless.

41 De acordo com a largura de banda que suporta por cada 100m, assume várias categorias: Categoria Largura de banda EQUIPAMENTO PASSIVO Todo o material não alimentado que faz parte integrante da infraestrutura física da rede Mbps 3 10 Mbps 4 16 Mbps TOMADA RJ-45 É o terminal de cada segmento de cabo, com 8 contatos metálicos no seu interior destinados ao cravamento do cabo UTP ou STP. Constitui um ponto de rede, sendo uma tomada por ligação. Encaixa na ficha fêmea RJ 45 (8 contatos) Mbps 5e CABO COAXIAL 1Gbps 6 Acima de 1Gbps Cabo com grande largura de banda semelhante ao usado nas televisões. É bastante resistente às interferências elétricas. Utiliza fichas BNC. FICHA RJ 45 É a ficha terminal de cada chicote de interligação, fabricada em plástico (com ou sem blindagem conforme o tipo de cabo) com 8 contatos no interior para cravamento ao cabo. Equipa cada terminal do chicote de ligação da estação de trabalho ao ponto de rede. Utilização de um chicote por cada interligação de estação de trabalho ao ponto de rede. Encaixa na ficha macho RJ45 (8 contatos). CABOS DE FIBRA ÓPTICA Cabo com os condutores em fibra de vidro, coberto por material plástico isolante, sendo cada par de fibras coberto exteriormente em PVC, sendo imune a interferências elétricas (a sua transmissão de dados efetua-se sob a forma de fotões impulsos de luz).

42 CHICOTES DE INTERLIGAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO São segmentos de cabo UTP/STP ou fibra ótica, terminados em, ficha RJ 45 (fichas ST/SC no caso da fibra), para interligação da estação de trabalho ao ponto de rede (tomada RJ 45) e da régua de distribuição (bastidor de comunicações) ao equipamento ativo da rede (têm um comprimento padrão de 3 ou 6 m para ligação a tomadas RJ 45 e um comprimento padrão de 1m para ligações de bastidor). O tipo de padrão mais comum é chamado Categoria 5 (também chamado de cat5, ou UTP5), que suporta velocidades de até 100 Mb/s (Megabits por segundo). TUBO DE POLIETILENO Tubo que desempenha o mesmo papel da calha técnica, mas embebido na parede. As suas principais aplicações são: Montagem em infraestrutura de raiz, durante o processo de construção do edifício; Utilização de aparelhagem interior, à semelhança da aparelhagem elétrica; É um equipamento comum a instalações de redes elétricas, telecomunicações e infraestruturas de rede informática. ESTEIRA METÁLICA Estrutura metálica para colocação (em suspensão nos tetos, CALHA TÉCNICA Material em plástico ou PVC destinado a acomodar no seu interior os cabos de uma instalação. As suas principais características são: assume várias dimensões e formatos, conforme a necessidade de acomodar mais ou menos cabos, utiliza aparelhagem externa (tomadas) com encaixes específicos, utilizada em edifícios sem tubagem interna ou como complemento desta. constituindo o caminho de cabos. As suas principais caraterísticas são: Largura diversa conforme a quantidade de cavos que tem de suportar; Pode ser usada a coberto de teto falso ou à vista; Constituí um dos processos mais rápidos e eficazes para executar caminhos de cabos em infra - estruturas de média e grande dimensão.

43 BASTIDOR DE COMUNICAÇÕES Armário metálico com porta em vidro para colocação na parede ou no chão, destinado à acomodação ordenado de toda a cablagem da instalação. As suas principais caraterísticas: Dimensão padronizada em Us, representando cada medida U um dispositivo independente; Há dispositivos que, pela sua especificidade, ocupam mais do que uma medida U 1U = 44,55mm RÉGUA DE DISTRIBUIÇÃO (PATCH PANEL) Régua metálica com entrada RJ45 na parte frontal e terminais para cravamento de fios na parte posterior. Esses distribuidores devem conter patch panels para interligação com os concentradores (switches, etc). Os patch panels são painéis de conexão utilizados para a manobra de interligação entre os pontos da rede e os equipamentos concentradores da rede. São constituídos por um painel frontal, onde estão localizados os conectores RJ-45 fêmea e por uma parte traseira onde estão localizados os conectores que são do tipo "110 IDC". RÉGUA DE ALIMENTAÇÃO Régua de múltiplas tomadas, de dimensão padronizada, equipada com disjuntor de proteção e/ou interruptor de ligação, destinada à gestão da alimentação doa equipamentos ativos do bastidor.

44 REDES PEER-TO-PEER (PONTO A PONTO) Modelo mais simples para interligar duas máquinas em rede, sendo as suas caraterísticas fundamentais as seguintes: Todas as máquinas são simultaneamente cliente-servidor; Inexistência de administrador de rede; Cada computador é responsável pelo seu computador e correspondentes partilhas; Vocacionado para o peque no escritório ou conceito doméstico, não sendo recomendado num universo superior a 25 utilizadores; Baixo custo e fácil instalação; Partilha ao nível do recurso e não do utilizador; Não obriga à validação do utilizador na rede. Baixo custo e fácil instalação; Modelo que oferece pouca segurança; Dificuldade na localização de recursos. REDE CLIENTE-SERVIDOR Modelo para interligar máquinas em rede mas de caráter profissional. Os servidores usam um SO Sistema Operativo - como Windows Server 2003 e os clientes usam o Windows Vista e 7 entre outros. Destacam-se as seguintes caraterísticas: Rede baseada em servidor dedicado, aconselhada para redes acima de 25 utilizadores. Permite um ambiente de trabalho seguro onde são utilizados mecanismos de proteção e segurança, impossíveis de implementar num modelo peer-topeer. Obriga à validação central (servidor) O utilizador valida-se no seu computador mas também, e remotamente, num servidor, onde possui uma conta de acesso; Administração centralizada Existência de administrador da rede, responsável pela sua gestão, o que implica complexidade e custos elevados; Partilha ao nível do utilizador Ao utilizar um recurso, o utilizador escolhe o grupo ou os utilizadores que podem ter acesso; Restrição de uso o utilizador tem restrições e privilégios no acesso aos recursos, sendo o único responsável pela sua estação de trabalho.

45 TOPOLOGIA FÍSICA DE REDE Arranjo físico da rede no espaço geográfico onde está implementada. A topologia física da rede descreve o layout dos cabos e os postos de trabalho e indica a localização de todos os componentes da rede. TOPOLOGIA STAR (ESTRELA) Ao contrário da topologia BUS, este arranjo consiste na distribuição física dos meios de transmissão a partir de um dispositivo central (HUB/SWITCH), em direção a cada ponto de rede, podendo sobre ela correr qualquer arquitetura. Todos os computadores ligados a um dispositivo concentrador, como um hub ou um switch. É a topologia mais usada atualmente em redes locais, porque as suas vantagens cobrem largamente as desvantagens. ARQUITETURA DE REDE OU TOPOLOGIA LÓGICA Relaciona-se com a circulação dados dados em rede, respetivos pacotes e protocolos. É um conceito lógico. Existem três tipos de topologias lógicas: barramento lógico, estrela lógica e anel lógico. TOPOLOGIA RING (ANEL) Topologia criada pela IMB, que combina o conceito físico em estrela TOPOLOGIA BUS (BARRAMENTO) Foi das primeiras topologias a ser implementadas, sendo bastante simples. Integrava o seu próprio conceito lógico de circulação de dados. (STAR) com o princípio lógico em anel. Como o próprio nome indica, existe um backbone em forma de anel fechado ao qual se ligam os computadores e outros dispositivos. Existem várias formas de implementar esta topologia, pelo que a lista de vantagens e desvantagens seguinte pode variar conforme a implementação. No entanto, atualmente, caiu em desuso e apenas se vê ainda nalgumas redes de alta velocidade com fibra ótica e muitas com duplo anel, em que o segundo anel entra em funcionamento se o primeiro falhar.

46 TOPOLOGIA EM MESH OU MALHA Topologia física em malha ou mesh é típica das WAN, já que não tem forma definida. Existem normalmente várias ligações possíveis entre postos. REDES CAMPUS (CAN - CAMPUS AREA NETWORK) Redes que ligam computadores em edifícios próximos, como blocos hospitalares ou cidades universitárias (campus). Corresponde, de uma forma geral, a um conjunto de LAN próximas interligadas. REDE METROPOLITANAS (MAN - METROPOLITAN AREA NETWORK) REDES PESSOAIS (PAN - PERSONAL AREA NETWORK) Rede local de alcance muito restrito, para apenas um utilizador. Refere-se a uma pequena rede pessoal incorporando dispositivos como um computador de secretária ou portátil. Redes mais alargadas que as redes campus, podendo ir de um país, continente, ou mesmo o mundo inteiro, como acontece com a Internet A MAN é, no fundo, um conjunto de várias LAN ligadas através de modems ou routers, sendo a ligação efetuada através de linha telefónica, cabo ou wireless. REDE LOCAL (LAN LOCAL AREA NETWORK) Consiste na interligação de máquinas num espaço confinado ao departamento e edifício de uma organização, que pode ir desde o utilizador doméstico até à pequena, média e grande empresa. REDE ALARGADA (WAN WIDE AREA NETWORK) Uma WAN é uma rede que ultrapassa as fronteiras locais, metropolitanas e mesmo nacionais. A maior parte de nós somos utilizadores de um a WAN, a Internet.

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