INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS"

Transcrição

1 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA Def.: Grupo de pessoas unidas directamente por laços de parentesco, no qual os adultos assumem a responsabilidade de cuidar das crianças. Família nuclear vs família extensa Dentro de uma perspectiva mais funcionalista: a família tem um papel essencial na socialização dos seus elementos.

2 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS A perspectiva funcionalista ( de Parsons, 1956) vê a sociedade como um conjunto de instituições sociais que desempenham funções específicas, assegurando a continuidade e o consenso do todo social (Giddens, 2008). Assim, a família desempenha funções importantes que contribuem para satisfazer as necessidades básicas da sociedade. O seu papel é essencial para a reprodução, a procriação e a socialização.

3 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS FAMÍLIA Para Parsons, as suas duas grandes funções: 1. Socialização primária A criança apreende as normas culturais da sociedade. 2. Estabilização da personalidade A assistência emocional que é fornecida no interior da família aos elementos adultos é fonte de estabilidade. Hoje em dia é uma visão criticada por vários autores.

4 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS ESTRUTURA CULTURAL DA FAMÍLIA O Homem caracteriza-se por um desenvolvimento singular das relações sociais, muito devido às capacidades de comunicação. Daí que, a sua conservação e o seu progresso, porque dependentes da sua comunicação, serem obra colectiva constituindo, deste modo, a cultura. Paralelismo => Viver em família / Viver em sociedade (Bastos e Martins, 1985) Viver em sociedade, mesmo que sob o nome de família implica o princípio geral: ser humano é também estar com.

5 A sociedade é mais do que um conjunto de indivíduos ou um composto de relações abstractas. Éum todoarticulado pessoas/relações que se apresentam, em cada momento e espaço, sob uma configuração cultural específica. Portanto, A família também se situa entre estas duas valências.

6 Família como mini-sociedade: (Lévi-Strauss) - Ela não é um ponto de partida nem um ponto de chegada da sociedade (não é o elemento de base da sociedade nem o seu produto). É um momento da dinâmica social onde se estabelecem as relações imediatas dos membros da sociedade. Estar com determinadas regras de arrumação. (homo sapiens) (sociedade de primatas superiores) Natural sociabilidade humana muito primitiva, apresentava já um grupo organizado.

7 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS Família como transmissora da cultura, Para Lacan (1987), entre todos os grupos humanos, a família desempenha um papel primordial na transmissão da cultura. Se as tradições espirituais, a preservação dos costumes, a conservação das técnicas e do património podem ser disputadas por outros grupos sociais, a família prevalece na primeira educação, na repressão dos instintos, na aquisição da língua materna - há a passagem de uma herança psicológica. FAMÍLIA COMO PARENTESCO BIOLÓGICO Componentes da família moderna ocidental: pai, mãe, filho(s) coincidem com os da família biológica.

8 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS PERSPECTIVA SISTÉMICA A FAMÍLIA Tal como qualquer sistema, a família: 1) É composta por objectos e respectivos atributos e relações; 2) Contém sub-sistemas e é contida por diversos outros sistemas (suprasistemas), todos ligados de uma forma hierarquicamente organizada: 3) Possui limites ou fronteiras que a distinguem do seu meio. Família um todo orgânico e um sistema em interacção (Andolfi

9 Perspectiva Sistémica Esta Perspectiva contribui para a análise e compreensão da família, porque: a) Conjunto de princípios, válidos para diferentes sistemas, para explicar como as suas partes interagem e se relacionam entre si. b) Postulados: As partes de um sistema são activamente influenciadas pelas outras partes. Deve-se analisar o sistema como um todo. Deve-se analisar igualmente, cada parte isoladamente de forma a compreender-se melhor o todo.

10 INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS A importância do grupo na formação do indivíduo: - A família é o grupo primário mais importante para o ser humano. É no contexto deste grupo que se realizam as primeiras e mais complexas experiências sociais; é aqui se estabelece o treino social da criança. Vários autores, como Cooley ou, principalmente Mead (inícios do Séc. XX), reconheciam a importância das interacções sociais (relação) no contexto dos grupos, na formação da mente e do ego.

11 A importância do grupo na formação do indivíduo Segundo esta perspectiva: A mente desenvolve-se no decurso da interacção social que se afirma de início por meio de gestos e depois por comunicação simbólica. Os gestos e símbolos adquirem significado através de um processo de interacção em que o gesto seguido de um comportamento ganha significado decorrente da interpretação feita pelo outro. Outro dado importante referido por Mead, foi o desenvolvimento do ego, decorrente dos jogos e actividades lúdicas realizadas desde a infância que levam o indivíduo a representar várias personagens com papéis sociais bem definidos: O desenvolvimento do ego processa-se progressivamente por intermédio da representação (play) e dos jogos

12 A importância do grupo na formação do indivíduo Portanto: Os grupos têm um papel essencial na formação da personalidade. Daí O interesse pelo estudo dos efeitos do grupo Desde finais do séc. XIX, vários autores observaram as influências dos grupos na formação dos comportamentos do indivíduo: por imitação (Tarde e os seus estudos sobre criminalidade); por fenómenos de sugestão (tendência para se seguir sem juízo crítico, as ideias, atitudes daquelas pessoas que têm um estatuto de prestígio no meio social prática recorrente na publicidade).

13 A importância do Grupo A Sociometria Aparece com Moreno no início do Séc.XX e refere-se à medição dos fenómenos sociais, nomeadamente as técnicas de mensuração criadas por este autor e seguidores da sua escola. Técnicas e métodos de medida de características relativas à relação entre os sujeitos de pequenos grupos, com o auxílio de questionários e gráficos. O sociograma, gráfico que descreve esquematicamente as redes de relações de aproximação e rejeição dos sujeitos no contexto grupal, é o exemplo mais conhecido.

14 A sociometria A sua aplicação prática:. O sociograma auxiliou na reconstituição de grupos de internatos e classes de jovens, a partir de inquéritos realizados sobre as preferências individuais de cada sujeito acerca dos companheiros de dormitório, de carteira, de jogos, etc.. A partir destas experiências, surgiu a necessidade, no interior de alguns grupos, de desenvolver exercícios de desempenho de diferentes papéis, o role playing. Estava criada a base do psicodrama e do sociodrama.

15 O Psicodrama e o Sociodrama Através de uma reconstituição dramática, o sujeito é levado a reviver o seu próprio papel referente a determinadas situações/contextos da sua vida diária, ou a desempenhar o papel de outros com quem se relaciona, levando-o à consciencialização das fontes de dificuldades próprias e das causas de tensão nas relações com o outro. Psicodrama => ênfase no indivíduo Sociodrama => ênfase no grupo.

16 A importância do Grupo A Dinâmica de Grupos Deve-se a Kurt Lewin, que desenvolve suas teorias nas primeiras décadas do Séc.XX. Baseado na Teoria da Gestalt. Interesse no estudo das interdependências entre os diversos elementos do social: o social e as interdependências entre os seus elementos são vistos como uma totalidade dinâmica evoluindo num determinado sentido decorrente do equilíbrio estabelecido entre esses elementos. - Compreensão das interacções no quadro de um mesmo todo.

PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE.

PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE. PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE. 1. Teorias que consideram que a sociedade é uma instância que se impõe aos indivíduos sendo estes produto dessa

Leia mais

1.1. Creche Objectivos gerais

1.1. Creche Objectivos gerais 1.1. Creche 1.1.1. Objectivos gerais Os processos de ensino e aprendizagem deverão contribuir nesta primeira etapa da Educação para a Infância, para que as crianças alcancem os seguintes objectivos: -

Leia mais

ESTRUTURA FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL

ESTRUTURA FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL O QUE É A FAMÍLIA? Família surgiu em Roma para identificar um novo grupo social que surgiu entre tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada. A família caracteriza

Leia mais

Indíce de Livros (V) Titulo O FIO INVISIVEL AA VAZ, JULIO MACHADO Ed. Relógio d Água Editores

Indíce de Livros (V) Titulo O FIO INVISIVEL AA VAZ, JULIO MACHADO Ed. Relógio d Água Editores Indíce de Livros (V) Titulo O FIO INVISIVEL AA VAZ, JULIO MACHADO Ed. Relógio d Água Editores Prefacio Katharina, Mahler e os outros Um homem que valia uma sociedade Era uma vez na América De Budapeste

Leia mais

Aspectos introdutórios. rios

Aspectos introdutórios. rios Aspectos introdutórios rios Aspectos teóricos Copyright, 2005 José Farinha Aspectos gerais Os psicólogos sociais constroem e testam teorias acerca do comportamento social; Teoria psicossociológica o É

Leia mais

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Científico-Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL SOCIOLOGIA (12º ano) Página 1 de 6 Competências Gerais Desenvolver a consciência dos direitos e

Leia mais

Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley ( ) Sociólogo

Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley ( ) Sociólogo Socialização Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley (1924 2013) Sociólogo As pessoas não são mais do que indivíduos socializados Todos os homens nascem

Leia mais

3 O espaço vital. O espaço vital 21

3 O espaço vital. O espaço vital 21 O espaço vital 21 3 O espaço vital O espaço vital psicológico ou espaço de vida do indivíduo é um conceito criado por Kurt Lewin, e é definido como a totalidade de fatos que determinam o comportamento

Leia mais

LIVRO PRINCÍPIOS DE PSICOLOGIA TOPOLÓGICA KURT LEWIN. Profª: Jordana Calil Lopes de Menezes

LIVRO PRINCÍPIOS DE PSICOLOGIA TOPOLÓGICA KURT LEWIN. Profª: Jordana Calil Lopes de Menezes LIVRO PRINCÍPIOS DE PSICOLOGIA TOPOLÓGICA KURT LEWIN Profª: Jordana Calil Lopes de Menezes PESSOA E AMBIENTE; O ESPAÇO VITAL Todo e qualquer evento psicológico depende do estado da pessoa e ao mesmo tempo

Leia mais

tomada de decisão de compra está relacionada a uma resposta a partir de um estímulo inicial

tomada de decisão de compra está relacionada a uma resposta a partir de um estímulo inicial Slide 1 Marketing Planejamento Estratégico Profa. Tathyane Chaves Slide 2 Saber o que motiva o consumidor a escolher um determinado tipo de produto ou marca é a chave do marketing bem sucedido tomada de

Leia mais

André Filipe dos Santos Coelho

André Filipe dos Santos Coelho 1 Em que consistem os processos conativos? A conação, os processos conativos, ligam-se, por sua vez, à dimensão do fazer, das maneiras como regulamos os nossos comportamentos e acções. Esta procura compreender

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues Escola Cenecista Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues   Escola Cenecista Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Escola Cenecista Dr. José Ferreira Cultura Objetivo: Problematizar o desenvolvimento das diferentes sociedades humanas

Leia mais

A identidade como fator distintivo entre os seres humanos

A identidade como fator distintivo entre os seres humanos A identidade como fator distintivo entre os seres humanos Homem Unidade Diversidade Espécie humana Património genético único; tempo, sociedade e cultura diferentes Eu sou único Eu sou eu, diferente de

Leia mais

Teoria Básica da Administração. Decorrências da Teoria das Relações Humanas. Professor: Roberto César

Teoria Básica da Administração. Decorrências da Teoria das Relações Humanas. Professor: Roberto César Teoria Básica da Administração Decorrências da Teoria das Relações Humanas Professor: Roberto César Motivação Humana A motivação procura explicar por que as pessoas se comportam. Administração Cientifica

Leia mais

Teorias Motivacionais

Teorias Motivacionais Teorias Motivacionais A perspectiva biológica A perspectiva Biológica da Motivação pode subdividir-se em 3 categorias: As contribuições genéticas para o comportamento motivado A Motivação como estimulação

Leia mais

O mundo esquizofrénico visto por Klaus Conrad Psicopatologia Geral e Especial Carlos Mota Cardoso

O mundo esquizofrénico visto por Klaus Conrad Psicopatologia Geral e Especial Carlos Mota Cardoso O mundo esquizofrénico visto por Klaus Conrad 1 Na Esquizofrenia o cerne da perturbação ocupa sempre o núcleo do EU Diz Jarspers: só onde se pensa e se julga nasce o delírio rio Questões de conceito Reflexão

Leia mais

Plano Anual de Atividades. Mês Atividade/Tarefa Objetivos Intervenientes

Plano Anual de Atividades. Mês Atividade/Tarefa Objetivos Intervenientes Mês Atividade/Tarefa Objetivos Intervenientes Setembro Integração e adaptação das Crianças Reunião de pais - Promover a (re)integração e adaptação das crianças à creche; - Proporcionar um ambiente que

Leia mais

Ordem Internacional e a Escola Inglesa das RI

Ordem Internacional e a Escola Inglesa das RI BRI 009 Teorias Clássicas das RI Ordem Internacional e a Escola Inglesa das RI Janina Onuki IRI/USP janonuki@usp.br 23 e 24 de setembro de 2015 ESCOLA INGLESA Abordagem que busca se diferenciar do debate

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA Prova: 344 / 2015 12.º Ano de Escolaridade Formação

Leia mais

Indústria cultural. O termo foi empregado pela primeira vez em 1947, por Adorno e Horkheimer.

Indústria cultural. O termo foi empregado pela primeira vez em 1947, por Adorno e Horkheimer. Indústria cultural O termo foi empregado pela primeira vez em 1947, por Adorno e Horkheimer. A função do termo é substituir o engodo presente na expressão: CULTURA DE MASSA, que se caracteriza pela uniformidade,

Leia mais

Cultura Organizacional

Cultura Organizacional Cultura Organizacional Curso de Especialização em Gestão da Comunicação Organizacional e Relações Públicas ECA/USP A tradição antropológica Sistemas Simbólicos Antropologia Social Antropologia Cultural

Leia mais

Teoria Realista das Relações Internacionais (I)

Teoria Realista das Relações Internacionais (I) Teoria Realista das Relações Internacionais (I) Janina Onuki janonuki@usp.br BRI 009 Teorias Clássicas das Relações Internacionais 25 de agosto de 2016 Realismo nas RI Pressuposto central visão pessimista

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 140/C/5 Págs. Duração da prova: 120 minutos 2007 1.ª FASE PROVA ESCRITA DE PSICOLOGIA 1. CRITÉRIOS

Leia mais

Semiótica. O que é semiótica? Semiótica X Semiologia. Para quem ainda discute. Gerações da semiótica

Semiótica. O que é semiótica? Semiótica X Semiologia. Para quem ainda discute. Gerações da semiótica Design & Percepção 3 Lígia Fascioni Semiótica Para entender a cultura contemporânea, você tem que entender semiótica Paul Cobley Semiótica para Principiantes, 2004 O que é semiótica? Semiótica X Semiologia

Leia mais

Curso de Atualização em Psicopatologia 2ª aula Decio Tenenbaum

Curso de Atualização em Psicopatologia 2ª aula Decio Tenenbaum Curso de Atualização em Psicopatologia 2ª aula Decio Tenenbaum Centro de Medicina Psicossomática e Psicologia Médica do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro 2ª aula Diferenciação

Leia mais

Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA

Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA DE FRADES PSICOLOGIA B 12º ANO 4º Teste Ano lectivo 2010/2011 A prova é constituída por três grupos de itens: - O Grupo I testa objectivos de conhecimento, de compreensão

Leia mais

APRESENTAÇÃO PSICOSSOCIOLOGIA DO TRABALHO

APRESENTAÇÃO PSICOSSOCIOLOGIA DO TRABALHO APRESENTAÇÃO PSICOSSOCIOLOGIA DO TRABALHO O QUE SE ESTUDA? O impacto que as variáveis: Individuais (Micro); De grupo (Meso); e Organizacionais (Macro); têm sobre o comportamento dentro das organizações

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS REGIME JURÍDICO DAS ASSOCIAÇÕES JUVENIS E ESTUDANTIS Decreto nº 15/03 de 22 de Abril (Diário da República I Série nº 31, de 22 de Abril de 2003) A juventude angolana

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ADOPÇÃO DO RESPECTIVO REGULAMENTO

CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ADOPÇÃO DO RESPECTIVO REGULAMENTO CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ADOPÇÃO DO RESPECTIVO REGULAMENTO Os Ministros responsáveis pela segurança da Comunidade de Países de Língua

Leia mais

Concepções do Desenvolvimento INATISTA AMBIENTALISTA INTERACIONISTA

Concepções do Desenvolvimento INATISTA AMBIENTALISTA INTERACIONISTA Concepções do Desenvolvimento INATISTA AMBIENTALISTA INTERACIONISTA Concepção Inatista Eventos que ocorrem após o nascimento não são essenciais para o desenvolvimento. As capacidades, a personalidade,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS RELACIONAIS

PÓS-GRADUAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS RELACIONAIS PÓS-GRADUAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS RELACIONAIS DIRECÇÃO DO CURSO Ernesto SPINELLI Londres, Reino Unido Daniel SOUSA DURAÇÃO E ESTRUTURA DO CURSO O curso tem a duração de um ano lectivo dividido

Leia mais

Psicologia B Ano(s) de Escolaridade: 12º Época: Novembro Duração da Prova :

Psicologia B Ano(s) de Escolaridade: 12º Época: Novembro Duração da Prova : Disciplina: Psicologia B Ano(s) de Escolaridade: 12º Época: Novembro Duração da Prova : 90 + 30 MINUTOS I Este grupo é constituído por dez questões de escolha múltipla. Na sua folha de respostas indique

Leia mais

Psicologia Social II. Psicologia Social I Mar-06

Psicologia Social II. Psicologia Social I Mar-06 Psicologia Social II Atitudes (2) Formação das atitudes Funções das atitudes Copyright, 2006 José Farinha Formação das atitudes 2 linhas teóricas fundamentais na pesquisa sobre formação de atitudes LINHA

Leia mais

TEORIAS DA APRENDIZAGEM

TEORIAS DA APRENDIZAGEM TEORIAS DA APRENDIZAGEM Professora Mônica Caetano Vieira da Silva UNIDADE DE ESTUDO 08 HENRI WALLONS E A PSICOGÊNESE DA PESSOA Henri Wallon nasceu na França em 1879. Dedicou-se ao estudo da medicina, filosofia

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA PROVA 344 INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 12º Ano de Escolaridade CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS SOCIOLOGIA ANO LECTIVO 2011/2012 Tipo de prova: Escrita Duração (em minutos): 90 TEMAS CONTEÚDOS

Leia mais

Psicologia e Senso Comum. "... a Psicologia tem um longo passado, porém uma curta história." EBBINGHAUS

Psicologia e Senso Comum. ... a Psicologia tem um longo passado, porém uma curta história. EBBINGHAUS Psicologia e Senso Comum "... a Psicologia tem um longo passado, porém uma curta história." EBBINGHAUS Psicologia e Senso Comum O que é Psicologia? Como usamos o termo Psicologia? A Psicologia é recente

Leia mais

Bateria de Sociologia I trimestre

Bateria de Sociologia I trimestre Colégio: Nome: Nº Professor (a): Série: 1º ano Data: / /2014 Bateria de Sociologia I trimestre Turma: 01. Qual é o papel da reforma protestante na ideia do individuo. 02. Qual é o papel da língua para

Leia mais

Introdução à obra de Wallon

Introdução à obra de Wallon Henri Wallon Introdução à obra de Wallon A atividade da criança: conjunto de gestos com significados filogenéticos de sobrevivência. Entre o indivíduo e o meio há uma unidade indivisível. A sociedade é

Leia mais

FCSH/UNL 2012/13 Teorias Sociológicas: Os Fundadores

FCSH/UNL 2012/13 Teorias Sociológicas: Os Fundadores FCSH/UNL 2012/13 Teorias Sociológicas: Os Fundadores Consciência Colectiva - Conjunto de crenças e sentimentos comuns à generalidade de uma sociedade particular, que formam um sistema com características

Leia mais

Aprendizagem comparticipada no MEM

Aprendizagem comparticipada no MEM Aprendizagem comparticipada no MEM Sérgio Niza ISPA 22/5/2010 «Poderíamos dizer que nos desenvolvemos através dos outros [ ]. O indivíduo desenvolve-se como tal por meio do que produz para os outros. É

Leia mais

CRIANÇAS E VIOLÊNCIA TELEVISIVA um contributo

CRIANÇAS E VIOLÊNCIA TELEVISIVA um contributo CRIANÇAS E VIOLÊNCIA TELEVISIVA um contributo CRIANÇAS E VIOLÊNCIA TELEVISIVA um contributo José Carlos Costa Ribeiro Orientação: Prof.Drª Mª Conceição Lopes Mestrado em Comunicação Multimédia Audiovisual

Leia mais

Estrutura familiar e dinâmica social

Estrutura familiar e dinâmica social Estrutura familiar e dinâmica social Introdução Neste trabalho pretendendo tratar minuciosamente sobre o conceito e relevância social do parentesco; a família enquanto grupo específico e diferenciado de

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES CURRICULARES 2º Período Ano: 3º Turma: 1º Ciclo

PLANO DE ATIVIDADES CURRICULARES 2º Período Ano: 3º Turma: 1º Ciclo Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto Telefone 253 662 338 * Fax 253 662 826 PLANO DE ATIVIDADES CURRICULARES 2º Período Ano: 3º Turma: 1º Ciclo Língua

Leia mais

INTRODUÇÃO À CRIMINOLOGIA. 19, 20 e 26 de Outubro

INTRODUÇÃO À CRIMINOLOGIA. 19, 20 e 26 de Outubro INTRODUÇÃO À CRIMINOLOGIA 19, 20 e 26 de Outubro Emergência do conceito de 2 personalidade criminal 1ª metade do séc. XIX Monomania homicida A justiça convoca a psiquiatria A difusão das ideias de Lombroso

Leia mais

Consciência coletiva segundo Émile Durkheim. Sociologia da Comunicação FLUL, Docente: Rita Marquilhas

Consciência coletiva segundo Émile Durkheim. Sociologia da Comunicação FLUL, Docente: Rita Marquilhas Consciência coletiva segundo Émile Durkheim Sociologia da Comunicação FLUL, 23.02.2016 Docente: Rita Marquilhas Bibliografia Durkheim, Émile. 1893. De la division du travail social (capítulo sobre solidariedade

Leia mais

O que é Sociologia?

O que é Sociologia? O que é Sociologia? A Sociologia é um ramo da ciência que estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam o indivíduo em associações, grupos e instituições. O que faz Sociologia?

Leia mais

1º Período Recursos materiais

1º Período Recursos materiais Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º Ciclo - Animação Cultural Plano de Actividades 2010/2011 Calendarização Actividades Objectivos Intervenientes 1º Período Setembro (Outono), a partir do dia

Leia mais

Tipo de Prova: ESCRITA

Tipo de Prova: ESCRITA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR ÓSCAR LOPES, MATOSINHOS 2014/2015 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS Prova 10 3.º Ciclo do Ensino Básico(Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de

Leia mais

ÁREAS OBJETIVOS ATIVIDADES

ÁREAS OBJETIVOS ATIVIDADES Ano lectivo 2015/2016 Departamento de Educação Pré-escolar PLANIFICAÇÃO 3º PERÍODO 3 e 4 ANOS ÁREAS OBJETIVOS ATIVIDADES - Atividades na sala e no exterior; - Pequenos registos individuais e coletivos;

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues Escola Cenecista Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues   Escola Cenecista Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Escola Cenecista Dr. José Ferreira Cultura Objetivo: Problematizar o desenvolvimento das diferentes sociedades humanas

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo

Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo Actividades Recepção aos novos alunos - Promover a integração dos novos alunos; Início do ano lectivo 15/09/2003 algumas regras de convivência

Leia mais

Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA FLOR ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR

Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA FLOR ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA FLOR 151841 ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR 346184 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ÁREA DISCIPLINAR DE FILOSOFIA PLANIFICAÇÃO ANUAL

Leia mais

DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 8º Ano

DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 8º Ano DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 8º Ano 1. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS COMPETÊNCIAS GERAIS Promover o pensamento de uma forma criativa e crítica, relacionando evidências e explicações, confrontando diferentes

Leia mais

Síntese da Planificação da Área de Português - 2º Ano

Síntese da Planificação da Área de Português - 2º Ano Dias de aulas previstos Período 2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª 1.º período 13 13 13 12 13 2.º período 9 9 9 11 11 3.º período 9 11 10 10 11 Síntese da Planificação da Área de Português - 2º Ano (Carga horária: Português

Leia mais

BIMESTRALIZAÇÃO DA DISCIPLINA TEATRO PARA O ENSINO MÉDIO

BIMESTRALIZAÇÃO DA DISCIPLINA TEATRO PARA O ENSINO MÉDIO BIMESTRALIZAÇÃO DA DISCIPLINA TEATRO PARA O ENSINO MÉDIO 1º ANO DO ENSINO MÉDIO 1º Bimestre Para o 1º Ano do Ensino Médio, propomos o estudo do Teatro Popular Tradicional, uma modalidade de representação

Leia mais

A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de

A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de Urie Bronfenbrenner A Ecologia do Desenvolvimento Humano O Microsistema O Mesosistema O Exosistema O Macrosistema Copyright, 2008 José Farinha, Prof.

Leia mais

EDUCAÇÃO VISUAL 6ºANO

EDUCAÇÃO VISUAL 6ºANO REPRESENTAÇÃO R6 TÉ CNICA T6 ESCOLA EB 23 LUÍS DE CAMÕES ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 2014/2015 EDUCAÇÃO VISUAL 6ºANO DOMÍNIO Objetivos Gerais METAS CURRICULARES Descritores de desempenho CONTEÚDOS RECURSOS

Leia mais

Dinâmica interpessoal e de grupo

Dinâmica interpessoal e de grupo Dinâmica interpessoal e de grupo CTC75 Grau 2 28, 29, 30 Set. 2007 Paula Biscaia Licenciada em Educação Física Licenciada em Educação Física Licenciada em Psicologia (Área da Psicologia Desportiva) Mestre

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO INTRODUÇÃO

RELATÓRIO DE GESTÃO INTRODUÇÃO RELATÓRIO DE GESTÃO INTRODUÇÃO Os factos contabilísticos gerados ao longo do Ano de 2007, na base das directrizes da gestão da Fundação Serrão Martins, foram registados na sua contabilidade de acordo com

Leia mais

O JOGO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO OJCC

O JOGO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO OJCC O JOGO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO OJCC O LÚDICO EM SEUS ASPECTOS PSICOLÓGICOS As brincadeiras e os divertimentos ocupavam um lugar de destaque nas sociedades antigas de acordo com ÁRIES (1981). Essa

Leia mais

Aula: Principais escolas da Psicologia: Gestalt

Aula: Principais escolas da Psicologia: Gestalt Aula: Principais escolas da Psicologia: Gestalt GESTALT O movimento gestáltico surgiu no período compreendido entre 1930 e 1940 tem como expoentes máximos: Max Wertheimer (1880-1943), Wolfgang Kôhler (1887-1967),

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE KRAV MAGA KRAV MAGA KIDS

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE KRAV MAGA KRAV MAGA KIDS FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE KRAV MAGA KRAV MAGA KIDS 1 Índice O Krav Maga e as Crianças 3 Benefícios 4 Estrutura das Aulas 5 Acompanhamento do desenvolvimento 5 Expectativas Krav Maga Crianças 5 Um pouco de

Leia mais

Planificação Anual Área de Integração 12º Ano de Escolaridade Turma C Curso Profissional de Técnico de Secretariado. Ano Letivo 2016/2017

Planificação Anual Área de Integração 12º Ano de Escolaridade Turma C Curso Profissional de Técnico de Secretariado. Ano Letivo 2016/2017 Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas Planificação Anual Área de Integração 12º Ano de Escolaridade Turma C Curso Profissional de Técnico de Secretariado Ano Letivo 2016/2017 Professor

Leia mais

Aula 4 Cultura e Sociedade

Aula 4 Cultura e Sociedade Sociologia e Antropologia em Administraçã ção Aula 4 Cultura e Sociedade Profa. Ms. Daniela Cartoni Leitura para a aula DIAS, Reinaldo. Sociologia Geral. Campinas: Alinea, 2008. PLT 254 Capítulo 2 CONCEITO

Leia mais

UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a especificidade do ser humano)

UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a especificidade do ser humano) ANO : 12º PSICOLOGIA B Curso Científico-Humanístico p.1/4 COMPETÊNCIAS A UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a humano) TEMA 1: ANTES DE MIM A genética, o cérebro e a cultura (12 aulas de 90`) ADN, genes e cromossomas.

Leia mais

Programa Pedagógico de Animação e Regulamento Interno. Alvará n 624/2010

Programa Pedagógico de Animação e Regulamento Interno. Alvará n 624/2010 Programa Pedagógico de Animação e Regulamento Interno Alvará n 624/2010 1 1. Programa Pedagógico de Animação Princípios orientadores: Os princípios orientadores do nosso projecto são para além do aumento

Leia mais

EXAME DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS PROVA DE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA COMUNICAÇÃO

EXAME DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS PROVA DE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA COMUNICAÇÃO Faculdade de Artes e Humanidades EXAME DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS PROVA DE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA COMUNICAÇÃO 16 de Junho de 2016 Sala 21 09h00 11h00 Duração: 120 minutos Faculdade

Leia mais

3ª Eduardo e Ana. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade

3ª Eduardo e Ana. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Matemática 3ª Eduardo e Ana 8 Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Competência 3 Foco: Espaço e Forma Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade

Leia mais

Teoria das Relações Humanas O comportamento humano é determinado por causas que, às vezes, escapam ao próprio entendimento e controle humano. Essas ca

Teoria das Relações Humanas O comportamento humano é determinado por causas que, às vezes, escapam ao próprio entendimento e controle humano. Essas ca Fatores Humanos na Organização do Trabalho: Satisfação, Motivação e Monotonia Ergonomia de Processo, V.2 Teoria das Relações Humanas O comportamento humano é determinado por causas que, às vezes, escapam

Leia mais

O Comportamento do Consumidor engloba o estudo dos que compram, por que compram e onde compram.

O Comportamento do Consumidor engloba o estudo dos que compram, por que compram e onde compram. Refere-se ao aspecto de como os indivíduos tomam decisões de gastar seus recursos disponíveis (tempo, dinheiro, esforço etc.) em itens relacionados ao consumo. O Comportamento do Consumidor engloba o estudo

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 8º Ano

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 8º Ano PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Ciências Naturais 8º Ano COMPETÊNCIAS TEMAS/UNIDADES CONTEÚDOS 1º Período SUSTENTABILIDADE NA TERRA 28 Compreender o significado dos conceitos: espécie, população, comunidade,

Leia mais

GEOGRAFIA (Prova Escrita) Maio de 2014

GEOGRAFIA (Prova Escrita) Maio de 2014 1. OBJETO DE AVALIAÇÃO Competências As competências avaliadas, no exame de equivalência à frequência de Geografia, estão de acordo com as orientações curriculares definidas para o 3.º ciclo na referida

Leia mais

Ricardina Bridges Solicitors Advogados

Ricardina Bridges Solicitors Advogados Ricardina Bridges Solicitors Advogados 47 South Lambeth Road SW8 1RH London Reino Unido Tel: (+44) 0207 5825108 Fax: (+44) 0207 5825250 www.rbsolicitors.com Emigração Angolana e o Associativismo na Diáspora

Leia mais

Segunda forma de jogo SIMBÓLICO OU FAZ-DE-CONTA

Segunda forma de jogo SIMBÓLICO OU FAZ-DE-CONTA 2. Primeira forma de jogo - EXERCÍCIO A principal característica do jogo, nesta fase, é seu aspecto prazeroso e funcional, expresso nos sorrisos que acompanham a atividade. A criança brinca inicialmente

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA ARTE E EXPRESSIVIDADE Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA ARTE E EXPRESSIVIDADE Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA ARTE E EXPRESSIVIDADE Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos

Leia mais

Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova º Ano de Escolaridade

Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova º Ano de Escolaridade ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOSÉ AFONSO Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova 340 2014 12º Ano de Escolaridade Objeto de avaliação A prova a que esta informação se refere incide nos conhecimentos e nas competências

Leia mais

orientar. Esta obra tenta, pois, pôr ordem no afluxo de elementos que balizam o campo psicossocial. A fim de perseguir essa intenção, privilegiou-se

orientar. Esta obra tenta, pois, pôr ordem no afluxo de elementos que balizam o campo psicossocial. A fim de perseguir essa intenção, privilegiou-se INTRODUÇÃO Cem anos após o nascimento da Psicologia Social, é a partir de agora possível fazer o balanço da evolução desta disciplina. Nessa perspectiva, Elementos de Psicologia Social responde a um duplo

Leia mais

Sociedade e indivíduo. Cultura e socialização: cultura.

Sociedade e indivíduo. Cultura e socialização: cultura. Sociedade e indivíduo Cultura e socialização: cultura. Todo este património de artefactos materiais ou espirituais em que o Homem se movimenta e de que se serve para satisfazer as suas necessidades físicas,

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS ESTRUTURA PROGRAMÁTICA DO CURSO MÓDULOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Acolhimento dos formandos e Apresentação do Curso A entidade formadora;

Leia mais

Unidade 1 Introdução à Análise de Sistemas. Objectivos

Unidade 1 Introdução à Análise de Sistemas. Objectivos Unidade 1 Introdução à Análise de Sistemas Objectivos 1 2 Objectivos Definir a análise de sistemas Reconhecer as funções do analista de sistemas Definir conceitos de sistema Reconhecer a finalidade do

Leia mais

GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. Prof. Walfredo Ferreira

GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. Prof. Walfredo Ferreira GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Prof. Walfredo Ferreira Estrutura do estudo: (Onde estamos no programa?) O Ambiente dos Negócios Internacionais o Aspectos culturais dos negócios internacionais o Aspectos

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: Centro de Comunicação e Letras Curso: Publicidade e Propaganda Disciplina: PSICOLOGIA DO CONSUMIDOR I Professor(es): NORA ROSA RABINOVICH Carga horária: 34 h/a. (25,5 h). Ementa:

Leia mais

Teoria da Gestalt. Introdução

Teoria da Gestalt. Introdução Teoria da Gestalt Introdução A teoria foi criada pelos psicólogos alemães Max Wertheimer (1880-1943), Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1940), nos princípios do século XX. A teoria da Gestalt,

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE SANTARÉM

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE SANTARÉM INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE SANTARÉM PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DOS CURSOS DE LICENCIATURA DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE SANTARÉM,

Leia mais

Agradecimentos. Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho. e nas minhas capacidades,

Agradecimentos. Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho. e nas minhas capacidades, Agradecimentos Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho e nas minhas capacidades, pelo apoio incansável nos momentos mais aflitivos, pelas

Leia mais

SOCIALIZAÇÃO E CULTURA

SOCIALIZAÇÃO E CULTURA SOCIALIZAÇÃO E CULTURA CULTURA Sentido comum Sentido sociológico -indivíduo com conhecimentos em vários domínios do saber -quando o indivíduo é portador de cultura, que varia de grupo social -cada grupo

Leia mais

VISÃO DE MUNDO E CTS

VISÃO DE MUNDO E CTS VISÃO DE MUNDO E CTS Visão de mundo A visão de mundo caracteriza-se como um conjunto pré-estabelecido de suposições que dá suporte para a formação da visão da realidade (CORBEN, 1991,1996) e constitui

Leia mais

Integridade Familiar na velhice: o caso de ex-emigrantes Portugueses

Integridade Familiar na velhice: o caso de ex-emigrantes Portugueses Integridade Familiar na velhice: o caso de ex-emigrantes Portugueses Filipa Marques e Liliana Sousa Secção Autónoma de Ciências da Saúde - Universidade de Aveiro II Congresso Internacional A voz dos avós:

Leia mais

As Actividades de Lazer e Recreação: A Dança Tradicional na Ocupação dos Tempos Livres nas Diferentes Idades. Batalha, Ana Paula - FMH / UTL

As Actividades de Lazer e Recreação: A Dança Tradicional na Ocupação dos Tempos Livres nas Diferentes Idades. Batalha, Ana Paula - FMH / UTL 8º Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa FMH/Portugal 13-16 Dez/ 2000 As Actividades de Lazer e Recreação: A Dança Tradicional na Ocupação dos Tempos Livres

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo Turma: Docente Responsável pelo projeto:

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo Turma: Docente Responsável pelo projeto: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO Escola Ano letivo 2013-2014 Turma: Docente Responsável pelo projeto: SEXUALIDADE (...) É um aspeto central do ser humano, que acompanha toda a vida e que envolve o sexo,

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONCEITOS FUNDAMENTAIS ECONOMETRIA É a aplicação de métodos estatísticos e matemáticos na análise de dados econômicos com o propósito de dar conteúdo empírico a teorias econômicas e confirmá-las ou não.

Leia mais

Aspectos de conteúdo. A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal e inter-grupal

Aspectos de conteúdo. A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal e inter-grupal Aspectos introdutórios rios Aspectos de conteúdo Copyright, 2005 José Farinha Natureza, objecto e âmbito da Psicologia Social Natureza A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal

Leia mais

Estrutura FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL Sandra Almeida Área de Integração

Estrutura FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL Sandra Almeida Área de Integração Estrutura FAMILIAR E DINÂMICA SOCIAL Sandra Almeida 21115 Área de Integração 1 CONCEITO DE FAMÍLIA 2 3 RELAÇÕES DE PARENTESCO ESTRUTURAS FAMILIARES/MODELOS DE FAMÍLIA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA 4 5 FUNÇÕES

Leia mais

Função Fundamental do SO

Função Fundamental do SO Função Fundamental do SO Gestão do Hardware Uma das funções fundamentais do sistema operativo é gerir os recursos do hardware de um modo o mais transparente possível ao utilizador Recursos principais a

Leia mais

Diogo Soares da Silva Elisabete Figueiredo Isabel Rodrigo Universidade de Aveiro, Portugal

Diogo Soares da Silva Elisabete Figueiredo Isabel Rodrigo Universidade de Aveiro, Portugal Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua.pt Isabel Rodrigo isarodrigo@isa.ulisboa.pt Universidade de Aveiro, Portugal Através da técnica de Análise de Conteúdo: Analisar, a

Leia mais