PRESERVAÇÃO DIGITAL MIGUEL ÁNGEL MÁRDERO ARELLANO

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1 PRESERVAÇÃO DIGITAL MIGUEL ÁNGEL MÁRDERO ARELLANO

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3 2 MOVIMENTO AMBIENTALISTA

4 PRESERVAÇÃO DIGITAL

5 OS DOCUMENTOS PROCESSADOS POR UM COMPUTADOR PODEM SER MANIPULADOS SEM DEIXAR QUALQUER VESTÍGIO, SENDO INSTÁVEIS E EXTREMAMENTE VULNERÁVEIS À INTERVENÇÃO HUMANA E À OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA.

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9 POR QUANTO TEMPO GUARDAMOS OBJETOS? AS EMPRESAS GUARDAM INFORMAÇÃO POR DIAS, MESES OU ANOS. OS HUMANOS GUARDAM COISAS POR ANOS OU ENQUANTO ESTIVEREM VIVOS. OS ARQUIVOS, BIBLIOTECAS E MUSEUS GUARDAM COISAS POR CENTENAS DE ANOS.

10 QUEM PRESERVA OS OBJETOS DIGITAIS?

11 QUEM PRESERVA OS OBJETOS DIGITAIS? NO PASSADO, PROCURANDO DADOS HISTÓRICOS EM DOCUMENTOS ESCRITOS ENCONTRÁVAMOS: MUDANÇAS ENTRE DIFERENTES VERSÕES DE TRABALHOS CIENTÍFICOS OU LITERÁRIOS. CARTAS E CORRESPONDÊNCIAS ENTRE CIENTISTAS OU ESCRITORES, QUE AJUDAVAM A CONTEXTUALIZAR O TRABALHO E ACOMPANHAR O PROCESSO DE DESCOBERTA.

12 QUEM PRESERVA OS OBJETOS DIGITAIS? HOJE, ESSES DOCUMENTOS NÃO ESTÃO EM PAPEL, ELES ESTÃO EM FORMA DE: CORRESPONDÊNCIA DE , ARQUIVOS EM FORMATO WORD QUE NÃO MOSTRAM AS MUDANÇAS ENTRE RASCUNHOS/VERSÕES. QUEM SERÁ O RESPONSÁVEL PELA GUARDA DESSES TIPOS DE DOCUMENTOS PARA ESTUDOS FUTUROS?

13 E SE QUEM É O RESPONSÁVEL? OS EDITORES NÃO PERMITIREM QUE SEUS ASSINANTES ARQUIVEM OU COPIEM TEXTOS ELETRÔNICOS? OS EDITORES PERMITIREM ACESSO A APENAS ARQUIVOS CRIPTOGRAFADOS E, MAIS TARDE, FOREM À FALÊNCIA? OS FORMATOS DOS ARQUIVOS FOREM SOMENTE LIDOS POR PROGRAMAS QUE PODEM TORNAR-SE OBSOLETOS, E O DONO DOS ARQUIVOS NÃO PERMITIR QUE ELES SEJAM MIGRADOS PARA UM NOVO FORMATO? ALGUÉM JÁ PROPÔS O DIREITO AO RESGATE AGRESSIVO DA INFORMAÇÃO MAS NINGUÉM TEM A RESPOSTA AINDA.

14 QUEM PRESERVA OS OBJETOS NASCIDOS DIGITAIS? ATUALMENTE MAIS DE 90% DA INFORMAÇÃO É CRIADA EM FORMATO DIGITAL, OU NASCEU DIGITAL. OS OBJETOS DIGITAIS SÃO: INERENTEMENTE FRÁGEIS, FÁCEIS DE CORROMPER OU ALTERAR, PARA SEREM ACESSADOS REQUEREM TECNOLOGIAS QUE MUDAM CONSTANTEMENTE, E DIGNOS DE PRESERVAR TANTO QUANTO AS VERSÕES IMPRESSAS.

15 QUAL É O TEMPO DE VIDA DE UM PARA SEMPRE? OBJETO DIGITAL? PORQUE ELES PODEM SER COPIADOS PERFEITAMENTE (PROLIFERADOS SEM DEGRADAR). SE FOR GARANTIDO SEU ACESSO PERMANENTE, SUA CONFIABILIDADE, E SUA INTEGRIDADE.

16 UM OBJETO DIGITAL É MUITO MAIS DO QUE UM ARQUIVO Exemplo: acervo arquivístico EAD GDE EAD (Encoded Archival Description) GDE (Gerenciamento de Documentos Eletrônicos)

17 UM OBJETO DIGITAL É MUITO MAIS DO QUE UM ARQUIVO Exemplo: livro eletrônico Metadados Arquivos de imagens (JPEG) Arquivos de texto (TEI/XML) Arquivos de imagens em alta resolução (TIFF)

18 OBJETOS DE UMA BIBLIOTECA DIGITAL DIVIDIDOS EM: METADADOS DESCRITIVOS, ADMINISTRATIVOS, ESTRUTURAIS, PRESERVAÇÃO, ARQUIVOS DE PRESERVAÇÃO. ARQUIVOS PARA ENTREGA. CONECTADOS E ORGANIZADOS: HOJE: BOAS PRÁTICAS DE DESCRIÇÃO, DIRETÓRIOS ORGANIZACIONAIS, PROJETOS DE DOCUMENTAÇÃO. AMANHÃ: REPOSITÓRIO DE OBJETOS DIGITAIS.

19 PRESERVAÇÃO DIGITAL REFERE-SE AOS MECANISMOS QUE PERMITEM O ARMAZENAMENTO EM REPOSITÓRIOS DE DADOS DIGITAIS, E GARANTEM A PERENIDADE DOS SEUS CONTEÚDOS.

20 PRESERVAÇÃO DIGITAL O OBJETIVO É MANTER A HABILIDADE DE APRESENTAR, RECUPERAR, MANIPULAR E USAR A INFORMAÇÃO DIGITAL FRENTE ÀS CONSTANTES MUDANÇAS TECNOLÓGICAS.

21 PRESERVAÇÃO DIGITAL ESTRUTURAL ADOÇÃO DE PADRÕES ELABORAÇÃO DE MANUAIS METADADOS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL MONTAGEM DE INFRA-ESTRUTURA FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS OPERACIONAL CONSERVAÇÃO DE SOFTWARE/HARDWARE MIGRAÇÃO DE SUPORTE / CONVERSÃO DE FORMATOS EMULAÇÃO

22 NÍVEIS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL PRESERVAÇÃO DOS BITS: : PARA GARANTIR QUE O ARQUIVO CONTINUE EXATAMENTE O MESMO COM O PASSAR DO TEMPO SEM NENHUMA MODIFICAÇÃO ENQUANTO A MÍDIA FÍSICA F EVOLUI AO SEU REDOR. PRESERVAÇÃO FUNCIONAL: : O ARQUIVO MUDA COM O PASSAR DO TEMPO MAS, APESAR DISTO, O MATERIAL CONTINUA A SER USADO DA MESMA FORMA EM QUE ERA ORIGINALMENTE, ENQUANTO OS FORMATOS DIGITAIS (E A MÍDIA M FÍSICA) F EVOLUEM COM O PASSAR DO TEMPO. URL PERSISTENTES - HANDLES

23 DOCUMENTOS DIGITAIS - PROBLEMAS OS FORMATOS DIGITAIS REQUEREM UM TRABALHO ADMINISTRATIVO INTENSO E CONSTANTE... A INFORMAÇÃO DIGITAL REQUER UMA GRANDE INFRA-ESTRUTURA PARA SUA VISUALIZAÇÃO... CADA PEÇA DESSA INFRA-ESTRUTURA ESTÁ MUDANDO VELOZMENTE... MUDAMOS DA PRESERVAÇÃO DO ARTEFATO FÍSICO AO DESMEMBRADO CONTEÚDO DIGITAL...

24 POR ONDE PASSA A SOLUÇÃO? ASSUMIR RESPONSABILIDADES DEFINIR POLÍTICAS TRABALHAR EM EQUIPE INVESTIR NA FORMAÇÃO E NA INVESTIGAÇÃO PARTILHAR CONHECIMENTO

25 CONTEXTO DA PRESERVAÇÃO DIGITAL

26 A PRESERVAÇÃO DIGITAL DEPENDE DA FORMA TRADICIONAL (TEMPO- ESPAÇO) MAS NÃO SE PODE ESPERAR QUE OS REGISTROS DIGITAIS DEMONSTREM A SUA IMPORTÂNCIA COM O TEMPO DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS GUIAS E MANUAIS COM POLÍTICAS DE SELEÇÃO (PANDORA)

27 A PRESERVAÇÃO DIGITAL DEPENDE DA CAPACIDADE DO OBJETO PRESERVADO PARA SERVIR ÀS UTILIZAÇÕES QUE LHES SÃO IMPUTADAS. DOS ATRIBUTOS DO OBJETO A SEREM PRESERVADOS PARA GARANTIR QUE ELE CONTINUE SATISFATÓRIO PARA POSTERIORES UTILIZAÇÕES DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA DOS CUSTOS

28 O CUSTO DA CONTINUIDADE

29 O CUSTO DA CONTINUIDADE INCLUI TODOS OS CUSTOS DURANTE O CICLO DE VIDA DOS OBJETOS DIGITAIS. CUSTOS SUPERIORES ÀQUELES GASTOS COM OS FORMATOS TRADICIONAIS. VALOR DIFÍCIL DE DETERMINAR NO DECORRER DO TEMPO. INCERTEZA SOBRE QUEM PAGARÁ.

30 O CUSTO DA CONTINUIDADE A PRESERVAÇÃO ENVOLVE UM CUSTO CONSTANTE. PARA OS FORMATOS TRADICIONAIS, A PRESERVAÇÃO OCORRE QUANDO A DETERIORAÇÃO APARECE. A PRESERVAÇÃO DIGITAL REPRESENTA UM CONTÍNUO, SUA RE-CRIAÇÃO É INERENTE O ESPAÇO ENTRE A CRIAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DIMINUI A CADA DIA. A CRIAÇÃO DE OBJETOS DIGITAIS É O MOMENTO DE PARTIDA PARA A PRESERVAÇÃO.

31 O CUSTO DA CONTINUIDADE AUTOR EDITOR BIBLIOTECAS E EDITORAS PROVEDORES DE DADOS REPOSITÓRIOS TERCEIRIZADOS DEPÓSITOS LEGAIS USUÁRIOS

32 O CUSTO DA CONTINUIDADE CUSTOS NA PRESERVAÇÃO ENVOLVEM CUSTOS NO ACESSO CUSTOS NA PRESERVAÇÃO DE OBJETOS COMPLEXOS DESCONHECIDOS VARIEDADE DE POSSÍVEIS MODELOS DE CUSTOS

33 O CUSTO DA CONTINUIDADE POUCA INFORMAÇÃO SOBRE CUSTOS ATUAIS. POUCAS DECLARAÇÕES SOBRE OS ELEMENTOS DE CUSTO E NADA PARA SER COMPARADO. CADA ESTRATÉGIA TÉCNICA DE PRESERVAÇÃO E DE ACESSO IMPLICA EM DIFERENTES CUSTOS E CRONOGRAMAS.

34 O CUSTO DA CONTINUIDADE A PRESERVAÇÃO DIGITAL A LONGO- PRAZO, EM UMA ESCALA ADEQUADA ÀS DEMANDAS FUTURAS DE PESQUISA E CONHECIMENTO, EXIGIRÁ UMA INFRAESTRUTURA CAPAZ DE APOIAR UM SISTEMA DE ARQUIVOS DIGITAIS DISTRIBUÍDOS. PRESERVING DIGITAL INFORMATION, TASK FORCE ON ARCHIVING OF DIGITAL INFORMATION, MAY 1, 1996

35 O CUSTO DA CONTINUIDADE

36 O CUSTO DA CONTINUIDADE EM 2000 A LIBRARY OF CONGRESS DESENVOLVEU O NDIIP (NATIONAL DIGITAL INFORMATION INFRASTRUCTURE AND PRESERVATION PROGRAM), COMO UMA ARQUITETURA NACIONAL PARA A PRESERVAÇÃO DE MATERIAL DIGITAL, POR MEIO DE UMA REDE DE PARCEIROS FORMADA POR BIBLIOTECAS, EDITORAS, AGÊNCIAS FEDERAIS E DO SETOR PRIVADO.

37 O CUSTO DA CONTINUIDADE PLANO ESTRATÉGICO INICIAL APROVADO COM ORÇAMENTO DE US$ 25 MILHÕES. PARCERIAS COM COMUNIDADES NACIONAIS E INTERNACIONAIS DE EDITORAÇÃO, TECNOLOGIAS, DIREITOS AUTORAIS. PLANO INICIAL INCLUÍA A AQUISIÇÃO E PRESERVAÇÃO DE INFORMAÇÃO DIGITAL EM VIAS DE DETERIORAÇÃO. FINANCIAMENTO FEDERAL E CONTRIBUIÇÕES PARTICULARES SUPERIORES A US$ 75 MILHÕES.

38 O CUSTO DA CONTINUIDADE O CUSTO DO ARQUIVAMENTO DA MÍDIA DIGITAL NÃO TEM SIDO EFETIVAMENTE AVALIADO DEVIDO À RAPIDEZ COM QUE SEUS FORMATOS E FERRAMENTAS FICAM OBSOLETOS A CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO QUE AUMENTA EM CADA NOVA GERAÇÃO DE PRODUTOS DE INFORMAÇÃO O MERCADO NÃO PAGARÁ POR MÍDIA PARA ARQUIVAMENTO A LONGO PRAZO, ENQUANTO ESSA MARCHA PROGRESSIVA CONTINUE

39 O CUSTO DA CONTINUIDADE DEVEMOS, ENTÃO, COPIAR OS REGISTROS EM NOVAS MÍDIAS, ENQUANTO ELES ESTIVEREM LEGÍVEIS O MESMO VALE PARA REGISTROS NÃO DIGITAIS. CONTUDO, DEVE SER CONSIDERADA A OBSOLESCÊNCIA ASSIM COMO A VIDA FÍSICA DOS OBJETOS.

40 ARQUIVO NACIONAL CARTA PARA A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUIVÍSTICO DIGITAL (2004)

41 CARTA PARA A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUIVÍSTICO DIGITAL SUGERE: REQUISITOS FUNCIONAIS PARA OS SISTEMAS DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS (RESOLUÇÃO 20) E PROPÕE: ESTABELECIMENTO DE NORMAS PADRÕES E PROTOCOLOS REQUISITOS FUNCIONAIS METADADOS DE PRESERVAÇÃO SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DIGITAL.

42 REQUISITOS FUNCIONAIS ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS FUNCIONAIS E METADADOS PARA SISTEMAS ELETRÔNICOS DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS, QUE ATENDAM ÀS ESPECIFICIDADES DA LEGISLAÇÃO E PRÁTICAS ARQUIVÍSTICAS BRASILEIRAS DIRETRIZES PARA RECOLHIMENTO E TRANSFERÊNCIA DE DOCUMENTOS DIGITAIS ÀS INSTITUIÇÕES ARQUIVÍSTICAS

43 EXPECTATIVAS LEGÍTIMAS PROPOR LEGISLAÇÃO ELABORAR RECOMENDAÇÕES E NORMAS DISPONIBILIZAR APOIO TÉCNICO OFERECER CONDIÇÕES PARA RECEBER E PRESERVAR DOCUMENTOS DE ARQUIVOS ELETRÔNICOS AUTÊNTICOS

44 EXPECTATIVAS LEGÍTIMAS ALCANÇAR UMA MELHOR ADMINISTRAÇÃO DOS RISCOS CONSTRUIR PARCERIAS CHAMAR A ATENÇÃO DOS PRINCIPAIS ATORES ENVOLVIDOS COM OS OBJETOS DIGITAIS EVITAR REDUNDÂNCIA MAXIMIZAR OS ESFORÇOS DE PRESERVAÇÃO.

45 EXPECTATIVAS LEGÍTIMAS APLICAR TECNOLOGIAS QUE COMBINEM ESTRATÉGIAS DE MIGRAÇÃO, EMULAÇÃO, ENCAPSULAMENTO DE DADOS, METADADOS DE PRESERVAÇÃO E REPOSITÓRIOS... IMPLANTAR DIRETRIZES PARA A SELEÇÃO DOS MÉTODOS APROPRIADOS PARA CADA TIPO DE OBJETO... A TECNOLOGIA NÃO É UMA SOLUÇÃO PER SI!

46 COMO PRESERVAR INFORMAÇÃO DIGITAL?

47 COMO PRESERVAR INFORMAÇÃO DIGITAL? TODOS OS REGISTROS DIGITAIS DEPENDENTES DE SOFTWARE SÃO ARMAZENADOS EM FORMA DE CÓDIGO, LIDO APENAS POR PROGRAMAS DE SOFTWARE NÃO PODEM SER ACESSADOS, LIDOS OU IMPRESSOS SEM UM PROGRAMA DEVEM SER INTERPRETADOS PARA SEREM INTELIGÍVEIS AOS HUMANOS SÃO ESSENCIALMENTE PROGRAMAS (ASCII, HIPERLINKS, BASE DE DADOS, FILMES, VÍDEO GAMES

48 COMO PRESERVAR INFORMAÇÃO DIGITAL? A INTERPRETAÇÃO DO DADO ENVOLVE HARDWARE OS CÓDIGOS ASCII PODEM SER INTERPRETADOS POR UM IMPRESSORA OU VISUALIZADOS NA TELA DO COMPUTADOR AS MAIS COMPLEXAS ENTIDADES SÃO INTERPRETADAS PELO SOFTWARE OU APLICATIVOS MAS TODA S/W É INTERPRETADA POR UM HARDWARE UM PROGRAMA É UMA SEQÜÊNCIA DE COMANDOS EM UMA LINGUAGEM FORMAL QUE PRETENDE SER INTERPRETADO POR UM INTÉRPRETE QUE ENTENDE ESSA LINGUAGEM UM INTÉRPRETE É UM PROCESSO ATIVO QUE SABE COMO EXECUTAR COMANDOS ESPECIFICADO EM UMA LINGUAGEM FORMAL

49 COMO PRESERVAR INFORMAÇÃO DIGITAL? SALVAR OS BITS É NECESSÁRIO MAS NÃO O SUFICIENTE SALVAR O BIT STREAM DE UM REGISTRO SEM SALVAR O SEU INTÉRPRETE É COMO SALVAR OS HIEROGLÍFICOS SEM SALVAR A PEDRA DE ROSETTA VISTO QUE O INTÉRPRETE NÃO É APENAS UM REGISTRO ELE É UM SOFTWARE QUE DEVE SER EXECUTADO E O REGISTRO DEVE SER INTERPRETADO

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51 ...O QUE HÁ DE NOVO?

52 ...O QUE HÁ DE NOVO?

53 LOCKSS...O QUE HÁ DE NOVO? STANFORD S LOCKSS PROJECT

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