Índia e EUA chegam a acordo sobre energia nuclear

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1 Nome: Nº: Turma: Geografia 2º ano Energia nuclear Silvia Set/07 Índia e EUA chegam a acordo sobre energia nuclear Após dois anos de negociações, Estados Unidos e Índia anunciaram nesta sexta-feira que concluíram negociações sobre um acordo de cooperação na área de energia nuclear para uso civil. Uma nota divulgada por representantes dos dois governos define o entendimento como histórico. O acordo prevê que a Índia tenha acesso a combustível nuclear americano e também a equipamentos dos Estados Unidos para suprir sua demanda civil por energia, sem que o país asiático tenha que construir mais usinas termelétricas a carvão, que poluem muito. Em troca, a Índia se comprometeu a permitir inspeções em suas instalações nucleares. Testes Segundo o acordo, a Índia também passa a ter o direito de reprocessar combustível nuclear. No entanto, o entendimento entre os dois países deixou de fora a reivindicação indiana de realizar testes nucleares. Este acordo lida principalmente com cooperação nuclear para fins civis, disse o conselheiro nacional de Segurança da Índia, MK Narayan. Se houver um teste, nós abordaremos a questão depois. Os Estados Unidos vinham há anos resistindo a assinar um acordo de cooperação nuclear com a Índia porque o país asiático não aderiu ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP). Narayan descartou a possibilidade de que a Índia aproveite o acordo para construir um arsenal nuclear. Eu acho que certos países superaram o temor de que nós estamos interessados em proliferação, disse. Nós não estamos usando isso (o acordo) como uma desculpa para melhorar nossas capacidades estratégicas. O texto do acordo ainda precisa ser aprovado pelo Congresso americano antes de passar a vigorar. O acordo também precisa receber o respaldo do Grupo de Supridores Nucleares a organização que reúne os países que fornecem combustível nuclear, entre eles o Brasil. O grupo precisaria mudar suas regras para permitir que a Índia possa ter acesso ao combustível nuclear, o que atualmente não é permitido se o país receptor não fizer parte do TNP. (BBC Brasil 27/07/2007) Entenda o programa nuclear brasileiro O que é o programa nuclear brasileiro?

2 O programa nuclear brasileiro começou nos anos 50. A partir dos anos 70, o Brasil começou a construir e operar as usinas de Angra 1 e Angra 2, no litoral do Rio de Janeiro. O complexo é administrado pela estatal Eletrobrás Termonuclear (Eletronuclear) e gera menos de 2% da energia consumida em todo o Brasil. Além disso, o Brasil domina hoje o ciclo do combustível, que fornece material a ser usado nas usinas, através do enriquecimento de urânio no complexo de Resende, também no Rio de Janeiro. O Brasil tem a sexta maior reserva geológica de urânio do mundo (segundo dados de 2001). O programa está parado? Não, mas analistas acreditam que ele está atrasado. Em janeiro de 2006, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou a intenção de construir sete usinas nucleares nos próximos 15 anos. A primeira das usinas seria a de Angra 3, cuja construção precisa ser decidida pelo Executivo. Não há data prevista para a decisão. Entre os opositores do programa estão a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e grupos ambientalistas. O ministro da Ciência e Tecnologia é favorável. O objetivo do programa nuclear brasileiro, segundo ele, é fazer com que a energia nuclear responda por 5% da matriz energética nacional. Outra meta do plano é fazer com que a unidade de Resende abasteça Angra 1 e 2 com 60% do material nuclear necessário, até O Brasil tem planos para desenvolver tecnologia de armas nucleares? A legislação brasileira proíbe o uso da tecnologia para fins não-pacíficos. Nos anos 70, durante o regime militar brasileiro, houve temores de que o Brasil desenvolveria armas nucleares, já que o país não aderiu ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. A partir dos anos 80, no entanto, o Brasil manifestou diversas vezes a intenção de desenvolver a tecnologia somente para fins pacíficos: a Constituição de 1988 proíbe a difusão da tecnologia para fins que não sejam pacíficos; em 1991, o Brasil firmou com a Argentina um acordo que criou a Agência Brasileiro- Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC). em 1994, o Brasil aderiu ao Tratado de Tlatelolco, que cria uma zona livre de armas nucleares na América Latina e no Caribe. em 1998, o Brasil aderiu ao Tratado de Não-Proliferação. Qual é a postura das agências internacionais em relação ao programa brasileiro? O Brasil tem cumprido os principais tratados internacionais sobre energia nuclear. Em 2004, no entanto, o país se envolveu em uma polêmica com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que queria maior acesso à tecnologia de enriquecimento de urânio desenvolvida em Resende. O Brasil preside até 2007 o Grupo dos Supridores Nucleares, que define as regras de intercâmbio de material nuclear no mundo. (BBC Brasil 07/10/2006)

3 Expedição russa segue para a conquista do Ártico A Rússia está enviando um minissubmarino para explorar o leito do oceano sob o Pólo Norte e encontrar evidências que apóiem sua reivindicação por território no Ártico. Entre a equipe que planeja mergulhar a 4,2 mil metros de profundidade no Oceano Ártico no domingo, estão dois parlamentares. Um deles é o explorador veterano Artur Chilingarov. O submarino Acadêmico Fiódorov, que partiu do porto de Murmansk, no Mar de Barents, na terça-feira, segue um navio quebra-gelo movido a energia nuclear. O derretimento de gelo no Ártico desperta esperança de acesso a reservas de energia na região. A Rússia reclama uma vasta área no Ártico que, acredita-se, possui reservas de petróleo, gás e minérios. Mas outras nações, inclusive os Estados Unidos, contestam a posição russa. O governo russo argumentou diante de uma comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2001 que as águas de sua costa norte eram, na verdade, uma extensão de seu território marítimo. A alegação é baseada no argumento de que um tipo de relevo submerso, conhecido como Cordilheira de Lomonosov, é uma extensão de seu território. A ONU ainda não anunciou uma decisão sobre o assunto. Prova geológica Uma equipe à bordo do minissubmarino Mir deverá realizar experiências científicas e fazer medições no leito do mar. Segundo notícias, ela também deverá colocar no Ártico uma bandeira russa e uma cápsula com uma mensagem para as futuras gerações. "O Ártico é nosso e nós deveríamos mostrar nossa presença", disse Chilingarov à TV russa. Seu colega, o parlamentar Vladimir Gruzdev, afirmou: "Nós precisamos lembrar ao mundo todo que a Rússia é uma grande potência polar e científica". A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar permite aos países uma zona econômica de 200 milhas náuticas que, em alguns casos, pode ser ampliada, dependendo de questões de relevo marinho. No momento, a plataforma de nenhum país se prolonga até o Pólo Norte, então há uma área internacional em torno do pólo administrada pela International Seabed Authority (ISA, em inglês, uma organização autônoma internacional estabelecida sob os auspícios da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar). (BBC Brasil 25/07/2007) Etanol 'come a paisagem' do cerrado, diz jornal

4 Uma matéria publicada nesta terça-feira no jornal Washington Post afirma que, depois da pecuária e do plantio de soja, outra atividade está causando a destruição do cerrado brasileiro: o plantio de cana-de-açúcar para a fabricação de etanol. Em reportagem intitulada "Perdendo a floresta para abastecer carros", o diário americano diz que nos últimos 40 anos o cerrado perdeu metade de sua área em conseqüência dessas atividades. Um analista da fundação Conservation International, baseada nos EUA, disse ao jornal que a taxa de desflorestamento do cerrado é mais alta que da Amazônia, e que se o ritmo for mantido toda a vegetação que caracteriza o centro-oeste do país poderia desaparecer até "O governo brasileiro e grandes companhias de agronegócio dizem que a expansão da soja e da cana-de-açúcar não necessariamente significa devastação do cerrado, onde vivem cerca de 160 mil espécies de animais, muitos em perigo de extinção", diz o Post. "Eles dizem que plantam em terras degradadas e pastos abandonados, melhorando a qualidade e a produtividade do solo." "Mas grupos ambientais argumentam que, à medida que a soja e a cana-de-açúcar substituem a pecuária e colheitas menos lucrativas, os fazendeiros penetram em áreas virgens do cerrado." O jornal lembra que tanto a soja quanto a cana-de-açúcar para o etanol são produtos fundamentais na pauta agrícola brasileira. A produção de ambos os produtos no Brasil tende a crescer para suprir a demanda dos EUA, diz a reportagem. No início deste ano, o presidente americano, George W. Bush, anunciou que até 2022 pretende elevar para 36 bilhões de galões por ano a demanda americana por etanol, seis vezes mais que o volume que pode ser refinado nos EUA. Um porta-voz da empresa de agronegócio Bunge disse ao jornal que, "se os EUA iniciarem uma corrida em direção ao (plantio de) etanol, os preços da soja tendem a subir, e a demanda será coberta pelo Brasil". O porta-voz disse ainda que, com amplas áreas de plantio ainda disponíveis, o Brasil poderia ver sua produção de soja dobrar em três ou quatro anos. "O cerrado é perfeito para a agricultura, e será usado (se houver demanda) não há dúvida em relação a isso", disse o porta-voz da Bunge, segundo o Post. Amazônia Em outra reportagem sobre o meio ambiente no Brasil, o The New York Times afirma que o Brasil está "alarmado" com indicadores de que a mudança climática já causa efeitos na Amazônia, e que por isso o governo Lula já demonstra flexibilidade nas negociações internacionais sobre o tema. Tradicionalmente "desconfiado do envolvimento estrangeiro em sua gerência da Amazônia, que enxerga como um problema doméstico", o país passa a encarar com mais simpatia mecanismos de mercado que poderiam evitar o desflorestamento, diz o correspondente do jornal. Para o governo brasileiro, a alternativa mais palatável para evitar a perda da área de floresta seria um mecanismo em que doações fossem feitas a um fundo administrado em Brasília. Mas potenciais doadores mencionados em anonimato pelo jornal "preocupam-se com o desperdício e a ineficiência", e temem que seu dinheiro acabe indo parar em um "saco sem fundo". Uma seca na Amazônia, que levantou temores em relação à capacidade agrícola do país, e a ocorrência de um furacão no sul do país estão fazendo o Brasil mudar de idéia aos poucos.

5 "Negociadores e observadores que acompanham as negociações internacionais sobre clima dizem que o Brasil agora está disposto a discutir assuntos que recentemente considerava fora da mesa." Entre as propostas estariam programas de orientação mercadológica para reduzir as emissões de carbono resultantes de devastação em larga escala na Amazônia. De acordo com o jornal, cada vez mais os brasileiros deixam de ver o aquecimento global como um "problema distante", encarando-o como algo que "os afeta". (BBC Brasil 31/07/2007) Usina admite mais vazamento de radiação no Japão Os chefes da usina nuclear do Japão atingida por terremotos na segunda-feira admitiram que ocorreram mais vazamentos radioativos no local. Além do vazamento de água contendo material radioativo, gases radioativos também escaparam da usina nuclear de Kashiwazaki, uma das maiores do mundo. De acordo com a agência de notícias japonesa Kyodo News, 100 barris de lixo nuclear com resíduo de baixo nível tombaram durante o terremoto e foram encontrados sem a tampa. A Companhia de Energia Elétrica de Tóquio afirmou que o terremoto foi mais forte do que a usina de Kashiwazaki foi planejada para agüentar. As revelações trouxeram novos temores a respeito da segurança das usinas nucleares do Japão. Os terremotos no país deixaram pelo menos nove mortos, e milhares de pessoas tiveram que deixar suas casas. Devagar Segundo a Kyodo News, as autoridades identificaram um total de 50 casos de vazamento de água, incêndios, detecção de pequenas quantidades de radiação em um filtro de ventilação e outros problemas na usina de Kashiwazaki. Funcionários da usina afirmaram que estão investigando o possível impacto ambiental dos vazamentos. Os resíduos nucleares de baixo nível normalmente não precisam de blindagem durante o manuseio normal, e costumam consistir principalmente de itens como roupas de proteção e material que pode ter entrado em contato com radiação. Em Tóquio, o primeiro-ministro Shinzo Abe fez duras críticas à Companhia de Energia Elétrica de Tóquio por ser "devagar demais" ao relatar incidentes e afirmou que a companhia deve "refletir seriamente" sobre a maneira com que tratou dos eventos para assegurar que a maior prioridade seja a segurança do público. "Energia nuclear só pode operar com a confiança do público e, para isso, é preciso relatar de forma exata e rápida o que está acontecendo, revelar todas as informações para o público", disse Abe, segundo a Kyodo News. O Ministério da Indústria do Japão ordenou à Companhia de Energia Elétrica de Tóquio que a usina seja mantida fechada até que seja confirmada a segurança no local. Os terremotos de segunda-feira ocorreram em um intervalo de poucas horas. O primeiro e mais forte, que causou danos em Kashiwazaki, atingiu 6,8 pontos na escala Richter e foi registrado na região central do Japão.

6 O segundo terremoto, que chegou a 6,6 pontos na escala Richter, atingiu a costa de Kyoto, no oeste do Japão. (BBC Brasil 17/07/2007 Governo da China anuncia proibição do etanol de milho A China anunciou nesta terça-feira que vai parar de produzir etanol à base de milho. Raízes como a batata doce, mandioca e sorgo substituirão o grão. As usinas produtoras do combustível terão um prazo de cinco anos para se adaptar. A decisão de banir o etanol de milho foi tomada há poucas semanas, porque o uso do grão na produção do combustível fez a demanda e o preço do milho aumentar muito. Apesar das safras recordes, o preço do milho sobe. Em 2006, o valor médio do quilo de milho cultivado na China chegou a 1,2 yuan (R$ 0,30), um aumento de 3% em relação ao ano anterior. O milho ainda é a principal matéria-prima do etanol. Até recentemente, 100% da produção do etanol vinha sendo feita de milho, segundo a agência de notícias estatal Xinhua. Mas a província central de Henan já mudou 20% da sua produção para mandioca. Por ter uma capacidade agrícola limitada e uma grande população, de 1,3 bilhão de pessoas, a China optou por dar prioridade ao uso do milho para a produção de alimentos. Xiong Bilin, vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR), disse à imprensa estatal que a mudança de matéria-prima na fabricação do álcool não vai ser cara nem complicada. Atualmente, a China é o terceiro maior produtor mundial de etanol, atrás apenas do Brasil e dos Estados Unidos. Mais etanol A China quer dobrar a sua capacidade de processar etanol dentro dos próximos três anos. O país espera pular de 1 milhão de toneladas para 2 milhões de toneladas ao ano até "Atingir nossa meta para 2010 não vai ser um problema", acredita Xiong. Segundo agências internacionais, a meta de dois milhões de toneladas foi revisada. Originalmente, a China ambicionava chegar a produzir 5 milhões de toneladas. Xiong ressaltou que ainda assim o país está determinado a diminuir o consumo de combustíveis fósseis para economizar energia e combater o aquecimento global. Em nove províncias a gasolina e o óleo diesel já são vendidos com uma mistura de 10% de álcool. No ano passado, esse consumo correspondeu a 1,3 milhão de toneladas de etanol. "O país vai gradualmente substituir petróleo por etanol como principal combustível de sua indústria química", explicou Xiong. O governo está considerando oferecer 5% de reembolso fiscal para os produtores de etanol. Além de dar mais de mil yuans (R$ 250) em subsídios por tonelada processada. De acordo com o jornal China Daily, a demanda anual de combustíveis da China é de mais de 50 milhões de litros. A maior parte dela ainda é suprida pelo petróleo. (BBC Brasil 17/07/2007)

7 ONU confirma desligamento de reator norte-coreano Os inspetores das Nações Unidas confirmaram o desligamento do principal reator da Coréia do Norte, disse nesta segunda-feira o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica das Nações Unidas (AIEA), Mohamed ElBaradei. O processo corre bem e a Coréia do Norte está cooperando, afirmou ElBaradei na capital tailandesa, Bangcoc. No sábado, a Coréia do Norte havia anunciado o desligamento do reator de Yongbyon. A iniciativa veio depois da chegada do primeiro carregamento de ajuda prometido ao país em um acordo de desarmamento nuclear. O desligamento do reator é a primeira etapa para desativar o programa nuclear da Coréia do Norte. "Passo importante" ElBaradei disse que sua equipe de dez especialistas, que chegaram à Coréia do Norte no sábado, confirmaram a veracidade da declaração do governo norte-coreano. "Este é um bom passo na direção certa", afirmou. O diretor da AIEA disse que o próximo passo é confirmar o desligamento de outros reatores e sua desativação, algo que, ElBaradei advertiu, será "um processo complicado". "É um passo muito importante que nós estamos dando nesta semana, mas há um longo caminho para seguir", disse ElBaradei, segundo a agência de notícias Reuters. Mais ajuda A Coréia do Norte chocou o mundo com seu primeiro teste nuclear em outubro de Intensas negociações diplomáticas levaram a um acordo em fevereiro. Ele previa o recebimento pela Coréia do Norte de 50 mil toneladas de combustível por desligar Yongbyon e mais 950 mil toneladas por desligar outras instalações nucleares. Nesta segunda-feira um segundo carregamento de combustível foi enviado para a Coréia do Norte. Um petroleiro transportando 7,5 mil toneladas de combustível partiu do porto de Ulsan, na Coréia do Sul, para Nampo, Coréia do Norte, de acordo com autoridades sul-coreanas. Conversações entre representantes de seis países envolvidos no acordo - Coréia do Norte, Japão, China, Rússia, Estados Unidos e Coréia do Sul - sobre os próximos passos devem ser realizadas ainda nesta semana na capital da China, Pequim. Na próxima etapa, a Coréia do Norte terá que declarar todo o material nuclear que possui e dar detalhes de seu programa para enriquecimento de urânio, disse o correspondente da BBC em Seul, Kevin Kim. Mas diplomatas disseram que o desligamento do reator de Yongbyon foi apenas o começo e pode ser mais difícil conseguir que a Coréia do Norte desative o reator ou abra mão de armas nucleares que possa ter, acrescentou Kim. Metade da energia da Argentina vem do gás (BBC Brasil 16/07/2007)

8 Produto é usado para abastecer sistemas de calefação, carros e usinas termoelétricas; petróleo é segunda maior fonte País vê queda na produção das maiores origens de sua energia; para completar, escassez de chuva afeta as usinas hidrelétricas DE BUENOS AIRES A excessiva dependência do gás natural ajuda a explicar a crise energética que explodiu na Argentina ao lado do inverno mais rigoroso dos últimos anos. Usado tanto para alimentar as cozinhas e aparelhos de calefação dos argentinos como para combustível de cerca de 15% dos carros do país, o gás natural representa 49% da matriz energética argentina, contra uma média mundial de 23%. Em tempos de normalidade, 30% desse gás abastecem as indústrias, 21% são destinados a usinas termelétricas para produzir eletricidade e 8% são usados como GNV (gás natural veicular). A onda de frio levou o governo a redirecionar a maioria dessa produção para os consumidores domésticos, normalmente destinatários de 33% do gás produzido na Argentina e importado da Bolívia. Até o governo Menem, o Estado argentino controlava toda a cadeia de produção e distribuição do gás com as empresas Gás do Estado e YPF. Ambas foram privatizadas, e o monopólio, quebrado. Hoje, produção, transporte e distribuição estão na mão de empresas privadas, reguladas pela Enargas, agência do Estado, que dá ordens como a de suspensão por período indeterminado do fornecimento de GNV para realocá-lo a usuários residenciais. A filial argentina da Petrobras é uma das principais empresas no setor de exploração de gás natural na Argentina, além de controlar a TGS (Transportadora de Gás do Sul), uma das principais redes de gasodutos do país. Além disso, a estatal brasileira possui uma usina termelétrica, a Genelba, localizada na Província de Buenos Aires, que opera à base de gás natural explorado e transportado pela empresa e que pode produzir até 714 MWh, o que equivale a mais do que a energia que a Argentina vinha importando do Brasil antes de pedir ao governo brasileiro que elevasse o volume para MWh. Além do gás, a matriz energética argentina é basicamente composta pelo petróleo, com outros 41% das fontes de energia primária no país. Muito atrás vêm as energias hidráulica (4,4%) e nuclear (2,5%). O gás e os derivados de petróleo alimentam as 45 usinas termelétricas que produzem 50% da eletricidade do país. A outra metade é dividida entre as 33 hidrelétricas (45%) e as duas centrais nucleares (5%). Também esse setor foi descentralizado com as privatizações dos anos 90. Hoje, 80% das geradoras e 70% das distribuidoras são de empresas privadas. O resto se divide entre o governo federal e as Províncias. Também no setor elétrico é forte a presença da Petrobras: além da termelétrica, a empresa brasileira tem uma hidrelétrica e controla as duas principais redes de transmissão do país, a Transener e a Transba. Na crise energética vivida pela Argentina, somam-se problemas de todos os lados: a produção de gás atingiu seu pico em 2004 e vem caindo desde então, como caíram também as importações vindas da Bolívia. Nos anos 90, o país firmou um acordo em que chegou a exportar 22 milhões de m 3 /dia de gás natural para o Chile; hoje, tem dificuldades para cumprir o mínimo de 1,6 milhão de m 3 necessário para o vizinho. As hidrelétricas sofrem com a escassez de chuvas e operam abaixo de sua capacidade.

9 O petróleo argentino, por sua vez, teve seu pico de produção em 1998; cada vez mais, o país precisa recorrer a importações para suprir o consumo interno, no que muito ajuda a amizade entre os presidentes Néstor Kirchner e Hugo Chávez, da Venezuela. (RODRIGO RÖTZSCH) Falta de investimento cria apagão argentino Mais que o frio, tarifas congeladas e com defasagem em relação a custos são apontadas como as principais causas da crise de energia A longo prazo, especialistas apontam a necessidade de diversificar fontes de energia, com menor dependência do gás e do petróleo RODRIGO RÖTZSCH DE BUENOS AIRES A falta de investimentos na exploração de novos recursos, na criação de novas usinas e na ampliação dos sistemas de transmissão, gerada principalmente pela política do governo de não reajustar os contratos com as empresas concessionárias e criar um ambiente hostil a investimentos de longo prazo, é mais determinante para a crise energética argentina que o inverno rigoroso, apontam analistas do setor. Já em 23 de outubro de 2006, o Instituto Argentino de Energia, organização não-governamental centrada em estudos do setor, divulgou estudo de 15 páginas intitulado "O Instituto Argentino de Energia diante da inegável crise energética". Nele, dizia: "Nos primeiros meses de 2004, o desajuste entre oferta e demanda começou a ser evidente. Originou-se e agravou-se como conseqüência de efeito combinado de crescente demanda impulsionada pelo crescimento econômico e uma insuficiente oferta de gás natural para fazer frente aos requerimentos da demanda". Entre os motivos para a pouca oferta, o informe sinaliza como principal "os preços e tarifas com significativa defasagem em respeito a seus custos econômicos e em relação aos preços vigentes no Mercosul para produtos similares". O analista Francisco Medrazzi coincide com o diagnóstico do IAE e culpa os governos de Eduardo Duhalde ( ) e Néstor Kirchner. "Em 2002, violaram-se os contratos de concessão. Os preços do gás e da eletricidade foram congelados e não se respeitaram as regulações. Ali tudo começou. No governo Kirchner, não corrigiram o erro, mas o mantiveram e pioraram." Com a pesificação dos contratos, ao mesmo tempo em que as dívidas tomadas para investir se mantiveram em dólares, as empresas ficaram sem capacidade de investimento. "O que o governo fez foi alterar o regime econômico da energia de um Estado regulador e um setor privado que investia para um Estado interventor e empresas sem capacidade de investimento." Cecilia Laclau, da Fundação para o Desenvolvimento da Energia Elétrica, diz que o frio teve sua dose de influência na crise, mas ressalva: "As coisas não acontecem de um dia para o outro. Já há alguns anos que vêm postergando os reajustes para o setor elétrico, o que debilitou o mercado". O especialista Antonio Rossi acrescenta dados concretos à discussão. "Para atender ao aumento da demanda, é necessário incorporar por ano MW de geração adicional. A última termelétrica nova de grande porte, de 800 MW, entrou em serviço em Desde então, o consumo de energia subiu mais de 30% sem a ampliação do parque gerador, afirma Rossi.

10 Como resultado, explica Rossi, "o sistema está funcionando ao limite de sua capacidade técnica e sem reserva de proteção que permita atender qualquer evento inesperado", como o inverno mais rigoroso dos últimos anos. Nos primeiros dez dias do mês, a média de temperatura em Buenos Aires foi de 8,5 C, a mais fria em 45 anos. Os baixos investimentos também ficam claros ao comparar a abertura de poços novos de gás e petróleo. Em 1995, as petroleiras abriram 195 poços de petróleo. Dez anos depois, só 165. Em relação ao gás, entre 1990 e 1997, houve uma média de 160 novos poços por ano; em 2004 e 2005, só 25. O resultado da falta de investimento em novos poços é uma queda da reserva em ambos os casos. Soluções Os analistas coincidem em afirmar que a situação energética já está comprometida para o curto prazo e prevêem dificuldades para resolvê-la. "Poderá haver situações mais amenas quando a temperatura for mais moderada. Mas, em definitivo, nada do que se está fazendo reverte o fato de que há um déficit no parque de geração", diz Medrazzi. Rossi aponta dificuldades para suprir o déficit elétrico. "É diferente do setor petroleiro, que pode cobrir seu déficit com importações. O sistema elétrico depende de linhas de interconexão, e a única existente com o Brasil só permite transportar cerca de MW." A longo prazo, os especialistas apontam a necessidade de diversificar a matriz energética, tornando-a menos dependente do gás e petróleo. Antes disso, apontam para a necessidade de um plano de racionamento que abranja também os usuários residenciais. (Folha de S. Paulo 16/07/2007) Jornal paraguaio critica venda de energia pelo Brasil O jornal paraguaio ABC Color, tradicional crítico do Brasil, diz nesta quarta-feira que o país está "se aproveitando" da crise energética argentina, e vendendo ao vizinho do rio da Prata energia elétrica "escamoteada" do Paraguai. "Enquanto o frio polar torna mais aguda a crise energética na Argentina, não se descarta que ao longo desta semana várias de suas hidrelétricas deixem de funcionar por causa da escassa quantidade de água acumulada em seus reservatórios pela falta de chuvas", diz o jornal. "O Brasil saiu em ajuda ao seu principal sócio na região, em troca de uma suculenta fatura. Para isto está utilizando parte da energia que espolia de nosso país em virtude do generoso Tratado de Itaipu, apesar das versões oficiais segundo as quais a binacional está à margem dessa operação." A matéria é publicada no momento em que a Argentina decide impôr restrições ao uso de gás natural em automóveis, a fim de priorizar a distribuição do combustível para residências. A demanda por gás e energia elétrica sobe na Argentina no momento em que o país registra temperaturas em torno de 0º C, uma onda de frio que gerou neve pela primeira vez nos últimos 80 anos. "A conclusão é muito simples: enquanto a Argentina sofre uma de suas piores crises energéticas, o Brasil começou a aumentar seus benefícios com parte da energia elétrica que escamoteia do Paraguai na Itaipu binacional."

11 Brasil deve aceitar reunião com Bolívia sobre hidrelétricas (BBC Brasil - 11/07/2007) O governo do Brasil deverá aceitar a reunião solicitada pelo governo boliviano para discutir a construção das duas hidrelétricas no rio Madeira, disse à BBC Brasil um diplomata que acompanha o assunto em Brasília. "A orientação é: o dia que a Bolívia quiser, terá a reunião com o Brasil", afirmou o diplomata. Segundo ele, a determinação partiu do próprio ministro Celso Amorim. No eventual encontro, os representantes brasileiros deverão reafirmar a posição brasileira de que as obras não afetarão o país vizinho e que não há necessidade de estudos ambientais na Bolívia. Impacto ambiental A reunião com o Brasil foi pedida pelo ministro das Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca. Durante uma entrevista coletiva em La Paz na quarta-feira, Choquehuanca disse que espera que o Brasil realize estudos sobre o impacto ambiental destas hidrelétricas no território boliviano. "O Brasil só fez este estudo do lado brasileiro", queixou-se. Numa carta que enviou ao ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o chanceler boliviano se diz "contrariado" com a decisão brasileira. O governo brasileiro tem argumentado que o estudo de impacto ambiental na Bolívia é desnecessário porque as usinas ficarão em um trecho do rio muito abaixo da fronteira com a Bolívia. A hidrelétrica de Jirau deverá ser construída a cerca de 80 quilômetros da fronteira, e a de Santo Antonio, a aproximadamente 300 quilômetros mais próxima de Porto Velho do que da Bolívia. O argumento, porém, não tem convencido as autoridades bolivianas. Numa reunião realizada este ano no Rio de Janeiro, técnicos brasileiros utilizaram uma maquete para explicar às autoridades bolivianas porque entendiam que a Bolívia não tem razão para se preocupar. Dúvidas Na ocasião, eles destacaram as distâncias das hidrelétricas para o território boliviano. Mas as satisfações não convenceram os bolivianos, que passaram a ter "ainda mais dúvidas", como afirmou um assessor de Morales, depois dos "vários meses" que o Ibama levou para aprovar as licenças prévias. Nesta quinta-feira, diferentes organizações não-governamentais da Bolívia criticaram a decisão do Ibama. As ONGs Fórum Boliviano do Meio Ambiente (Fobomade) e a Liga da Defesa do Meio Ambiente (Lidema) rejeitaram a instalação das duas usinas na região. A representante da Fobomade, Patrícia Molina, defendeu que a Bolívia inicie uma "batalha legal" nos tribunais internacionais para impedir as construções no Brasil. Já a Lidema afirmou, em comunicado: "Estamos conscientes de que as hidrelétricas poderão gerar inundações de bosques, terras usadas pelas pessoas do campo e afetar os peixes, que são a base do sustento das comunidades locais".

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