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1 Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Centro Superior de Educação Tecnologia CESET Análise e Perspectivas Ambientais Referentes às Aplicações da Biomassa como Fonte de Energia Alternativa. Luciana Fernandes Torso, Thais de Salve Minutti. Limeira / SP 2006

2 i Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Centro Superior de Educação Tecnologia CESET Análise e Perspectivas Ambientais Referentes às Aplicações da Biomassa como Fonte de Energia Alternativa. Luciana Fernandes Torso Thais de Salve Minutti Orientador: Rafael Ulysses Miranda TGI apresentado ao Centro Superior de Educação Tecnológica CESET como requisito de conclusão do Curso de Tecnologia em Saneamento Modalidade Controle Ambiental. Limeira / SP 2006

3 ii Folha de Aprovação Trabalho de Graduação Integrado das alunas, Luciana Fernandes Torso e Thais de Salve Minutti, apresentado ao Centro Superior de Educação Tecnológica CESET, da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP em 08 de dezembro de 2006 e aprovado pela Banca Examinadora composta pelos professores: Profª. Ângela Maria Aparecida Albino. Profª. Marta Siviero Guilherme Pires Profª. Rafael Ulysses Miranda.

4 iii Agradecimentos Aos nossos pais por nos prover recursos, incentivo e sempre acreditar em nosso potencial. Ao professor Rafael Ulysses Miranda, pelo apoio e aprendizado. A todos os professores e amigos que contribuíram para a nossa formação profissional e pessoal.

5 iv SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO REVISÃO DE LITERATURA MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS ANÁLISE E DISCUSSÃO CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA ANEXOS...60

6 v ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO REVISÃO DE LITERATURA Cenário Mundial: Escassez do petróleo Cenário Energético Brasileiro Fontes de Energia, Não Renováveis Carvão Mineral Petróleo Gás Natural Energia Nuclear Fontes de Energia, Renováveis Energia Eólica Energia Solar Hidrelétrica Biomassa, como fonte de Energia Carvão Vegetal Biogás Álcool Óleos Vegetais Biodiesel MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS ANÁLISE E DISCUSSÃO CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA ANEXOS...60

7 vi LISTA DE TABELAS TABELA 01: Matriz energética brasileira no ano de TABELA 02: Reservas mundiais dos combustíveis fósseis e vida útil estimada TABELA - 03: Consumo de Carvão Vegetal em percentual...21 TABELA 05: Caracterização das Opções Energéticas Brasileiras...44 TABELA 06: Análise e quantificação dos diferentes fatores associados a cada opção energética...45

8 vii LISTA DE FIGURAS 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO REVISÃO DE LITERATURA Cenário Mundial: Escassez do petróleo...3 Figura 01: Reservas mundiais de petróleo, em bilhões de barris. Fonte: Adaptado de (ANP, (2005) citado por RATHMANN, et al., (2005))...3 Figura 02: Histórico e perspectivas referente à matriz energética mundial Cenário Energético Brasileiro...6 TABELA 01: Matriz energética brasileira no ano de Figura 03: Consumo energético no Brasil com 0,16 bilhões de habitantes em Fonte: Adaptado de (GOLDEMBERG, 2006)....7 Figura 04: Consumo energético nos países industrializados da OCDE, totalizando 1 bilhão de habitantes em Fonte: Adaptado de (GOLDEMBERG, 2006)...8 Figura 05: Característica da matriz energética brasileira em Fontes de Energia, Não Renováveis Carvão Mineral...9 TABELA 02: Reservas mundiais dos combustíveis fósseis e vida útil estimada Petróleo Gás Natural Energia Nuclear...13 Figura 06: Comparativo entre a geração de energia nuclear no Brasil e no mundo. Fonte: (IAEA, (2001) citado por INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL (INB), (2006)) Fontes de Energia, Renováveis Energia Eólica Energia Solar Hidrelétrica Biomassa, como fonte de Energia...17 Segundo o ministro da agricultura, Luis Carlos Guedes Pinto, o Brasil possui potencial para liderar mundialmente a produção de biocombustíveis devido à possibilidade de utilizar novas terras para o cultivo da matéria prima necessária ao processo sem ampliar as áreas desmatadas e sem reduzir as áreas destinadas à produção de alimentos, mantendo os impactos ambientais provenientes desta atividade socialmente aceitos. Além disso, através do processo de irrigação, pode-se realizar o cultivo de sequeiro em muitas áreas do país, fornecendo condições para o desenvolvimento destas regiões (MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, (2006)) Carvão Vegetal...20 TABELA - 03: Consumo de Carvão Vegetal em percentual...21

9 Biogás Álcool...23 Figura - 07: Produção mundial de álcool combustível Óleos Vegetais Biodiesel...28 Figura 08: Percentuais mínimos de mistura de biodiesel ao diesel Lei /2005.Fonte: (CRESTANA, 2005) Figura 09: Distribuição dos produtores de Biodiesel no Brasil nas fases de operação, regularização, construção e planejamento MATERIAL E MÉTODOS...33 Figura 10: Esquema ilustrativo da Matriz de Relação. Fonte: Adaptação da metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha (FMEA), e do aplicativo Sistema Organizacional de Gestão Integrada (SOGI) RESULTADOS...36 TABELA 05: Caracterização das Opções Energéticas Brasileiras44 TABELA 06: Análise e quantificação dos diferentes fatores associados a cada opção energética ANÁLISE E DISCUSSÃO Figura 11: Comparativo entre a matriz energética dos países industrializados da OCDE e a matriz energética brasileira. Fonte: Adaptado de (GOLDEMBERG, 2006)...46 A apesar dos inúmeros benefícios gerados ao meio ambiente através do uso de biocombustíveis o fator decisivo para a realização de investimentos e incentivos governamentais na área é a dependência econômica de outros países e a escassez dos combustíveis fósseis viii Comparativo da Utilização das Fontes Energéticas no Brasil nos Anos 1998 e Contribuição (%) Carvão Nuclear Hidrelétrica Biomassa Petróleo Gás Natural

10 Figura 12: Matriz energética Brasileira nos anos de 1998 e Fonte: Adaptado de (GOLDEMBERG, 2006) e CRESTANA, (2005) Figura 13: Regionalização dos recursos energéticos no Brasil. 51 Localização de seis usinas de biodiesel em fase de construção ou projeto e três usinas em operação CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA ANEXOS...60 ix RESUMO A crise mundial no setor energético, devido ao aumento no consumo de energia e a escassez dos combustíveis fósseis, motivaram o desenvolvimento de um estudo sobre a matriz energética brasileira e os benefícios da adoção de fontes de energia limpas e renováveis, visando soluções sustentáveis em beneficio do homem e do meio ambiente. A avaliação ambiental procurou analisar as principais fontes de energia utilizadas atualmente, suas aptidões, vantagens e desvantagens discutidas a partir do embasamento teórico adquirido ao longo do curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental, modalidade Controle Ambiental e por um levantamento bibliográfico. O resultado deste estudo gerou uma matriz comparativa entre as opções energéticas, possibilitando analisar os impactos negativos e positivos causados no meio ambiente e na econômica, propiciando o desenvolvimento sustentável do país. A conclusão desta avaliação permitiu verificar que a biomassa é uma fonte de energia renovável em potencial para a matriz energética brasileira e se sua

11 exploração for adequadamente gerenciada, torna-se uma boa opção para investimentos no setor energético. x

12 1 1. INTRODUÇÃO Atualmente, a questão energética é uma preocupação global. As estimativas de escassez do petróleo, os fatores estratégicos de mercado, a crescente preocupação com a preservação ambiental, entre outros, são fatores que implicam na necessidade de desenvolvimento de pesquisas que propiciem um processo de transição planejado entre o uso do petróleo como uma das principais fontes energéticas mundiais, e o uso de fontes energéticas alternativas, em sua substituição. As fontes renováveis de energia como a energia eólica, solar e biomassa causam impactos ambientais substancialmente menores, quando comparadas às fontes não renováveis. Os impactos causados pela dependência de combustíveis fósseis contribuem para o interesse mundial por soluções sustentáveis no setor energético. Através da análise da matriz energética brasileira, verifica-se que o Brasil possui potencial para liderar a produção de energia alternativa através da biomassa, devido às condições climáticas, expansão territorial e experiência em programas como o Pró-álcool e atualmente, o Programa Nacional de Produção de Biodiesel. Além de agregar valor à produção agrícola, a bioenergia possibilita o desenvolvimento econômico brasileiro, pois se utiliza de recursos vegetais característicos de diferentes regiões do país para a geração de energia. Além de permitir seu uso em diversas formas e estado para obtenção dos mais variados tipos de energia, seja por conversão direta ou indireta.

13 2 2. OBJETIVO O presente trabalho tem como objetivo fazer uma análise sobre a matriz energética brasileira, disponibilidade de recursos, desenvolvimento econômico e os possíveis impactos ambientais provenientes deste setor além de avaliar as perspectivas referentes ao uso da biomassa como energia alternativa.

14 3 3. REVISÃO DE LITERATURA 3.1. Cenário Mundial: Escassez do petróleo Segundo GOLDEMBERG, (2006) os recursos energéticos são essenciais para o desenvolvimento econômico de uma nação. Atualmente, o cenário energético atual possui uma significante dependência dos combustíveis fósseis, principalmente entre os países industrializados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) revelam que o consumo estimado de petróleo no ano de 2005 foi de 80 milhões de barris por dia e que as reservas mundiais deste combustível fóssil totalizavam 1.147,80 bilhões de barris assim, há previsão de escassez deste recurso energético no ano de Esta estimativa desconsidera a tendência de crescimento no consumo devido ao desenvolvimento econômico e o aumento vegetativo, portanto a possibilidade de esgotamento das reservas é ainda maior caso não ocorra à descoberta de novas jazidas ou desenvolvimento de novas fontes de energia alternativa (RATHMANN, et al., 2005). A figura 01 apresenta a distribuição das reservas mundiais de petróleo no mundo, totalizando 1.147,80 bilhões de barris. Figura 01: Reservas mundiais de petróleo, em bilhões de barris. Fonte: Adaptado de (ANP, (2005) citado por RATHMANN, et al., (2005)).

15 4 A dependência do petróleo como principal fonte de energia na sociedade moderna; a instabilidade política e militar da região do Golfo Pérsico, responsável pela maior reserva mundial, cerca de 726,6 bilhões de barris e a finitude das jazidas de petróleo com conseqüente valoração devido sua escassez; são situações que determinam à necessidade do desenvolvimento de fontes de energia alternativa para o suprimento das necessidades energéticas mundiais. O processo de transição entre o uso do petróleo, como uma das principais fontes energéticas, e o uso de fontes energéticas alternativas, em sua substituição, somente ocorrerá de forma planejada se a implantação de projetos e o desenvolvimento de pesquisas sobre este assunto forem incentivados possibilitando o conhecimento dos aspectos envolvidos nesta mudança. Segundo RIPOLI (2004), por motivos de viabilidade econômica, aproveitamento das condições regionais e preocupação com a escassez do petróleo, alguns países estão investindo em novas possibilidades de geração de energia como, por exemplo: - Israel, que investe maciçamente em equipamentos para aproveitamento de energia eólica, das marés e solar. - Finlândia, onde a biomassa representa cerca de 20% da energia produzida no país. - Estados Unidos, cuja capacidade de produção de energia através da biomassa passou de 200MW, no final dos anos 1970 para 8,4 GW no início da década de 90. Segundo a UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, (2006) na costa oeste dos Estados Unidos, no norte da Alemanha e na Dinamarca, a energia eólica funciona como complemento à geração elétrica convencional. Além da preocupação com a escassez dos combustíveis fósseis, os fenômenos naturais como furacões, maremotos, secas, inundações, climas rigorosos e extremos climáticos mais freqüentes e severos em todo o mundo, chamam a atenção aos impactos negativos gerados pelo uso destes combustíveis (BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, 2006). Na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento realizada em Joanesburgo em 2002 o comitê brasileiro propôs uma meta de 10% de energias renováveis em todo o mundo até o ano de Devido aos interesses particulares de alguns grupos, não houve um consenso entre

16 5 todos os países em relação a esta iniciativa, porém a proposta foi bem vista pela maioria dos representantes (MELLO, 2004). A figura 02 apresenta o histórico e uma perspectiva referente à matriz energética mundial, segundo NAKICENOVIC, et al., (1998) citado por CRESTANA, (2005), verifica-se que no período de 1850 a 1910 a lenha e o carvão eram utilizados como única fonte de energia. A perspectiva para o ano 2100 é a redução do consumo do petróleo, do gás natural e do carvão e o aumento de geração de energia através da biomassa moderna e fontes solares. Figura 02: Histórico e perspectivas referente à matriz energética mundial. Fonte: Adaptado de (NAKICENOVIC, et al., (1998) citado por CRESTANA, (2005)). Segundo a British Petroleum, (2006), citado por BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, (2006) as jazidas mundiais de petróleo possuem recursos para abastecimento do mercado até As reservas de gás natural e reservas brasileiras de petróleo durariam até aproximadamente 2073 e 2024 respectivamente. Ao contrário da matriz energética mundial, que possui cerca de 80% da participação representada por fontes de carbono fóssil, sendo 36% de petróleo, 23% de carvão e 21% de gás natural, o Brasil, devido a sua disponibilidade

17 de recursos hídricos, clima tropical e extensão territorial, destaca-se pela participação de fontes renováveis em sua matriz energética Cenário Energético Brasileiro Segundo BRASIL. Ministério das Minas e Energias, (2006) o Brasil não possui geração de energia suficiente para atender à demanda interna. A produção energética, em 1999, por exemplo, foi equivalente a 202,7 milhões de toneladas de petróleo, resultando num déficit de 28,3 milhões, suprido por importações. A produção nacional está concentrada nas fontes de energia renováveis como a energia hidráulica, lenha e derivados da cana-de-açúcar, que correspondem a 66% do total produzido. As fontes não renováveis como o petróleo, gás natural, carvão e urânio, são responsáveis por 34%. Entre os anos de 1990 e 1999, houve uma redução na produção de energia através de fontes renováveis; principalmente a lenha, que caiu de 15% para 8,4%, e um aumento na matriz energética proveniente de fontes não renováveis, sobretudo do petróleo e seus derivados, que cresceu sua participação de 30,2% para 33,8% no mesmo período. A tabela 01 apresenta o consumo de energia no Brasil em TABELA 01: Matriz energética brasileira no ano de Fonte de Energia Participação (%) Eletricidade 39 Óleo diesel 12 Lenha e carvão vegetal 8 Gasolina 6 Óleo combustível 5 Carvão mineral 4 Álcool 3 Energia nuclear (maior percentual), energia solar e eólica. 23 Fonte: BRASIL. Ministério das Minas e Energias, (2006).

18 7 GOLDEMBERG, (2006) considera a disponibilidade de recursos energéticos, indispensável e estratégica para o desenvolvimento socioeconômico. No Brasil, o consumo per capita de energia tem crescido à taxa de 2,2% ao ano. As figuras 03 e 04 fazem um comparativo entre o consumo energético nos países industrializados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com o consumo brasileiro no ano de Figura 03: Consumo energético no Brasil com 0,16 bilhões de habitantes em Fonte: Adaptado de (GOLDEMBERG, 2006).

19 8 Figura 04: Consumo energético nos países industrializados da OCDE, totalizando 1 bilhão de habitantes em Fonte: Adaptado de (GOLDEMBERG, 2006). Observa-se que 42% das necessidades energéticas dos países industrializados da OCDE são supridas através do petróleo, 21% por gás e 18% por carvão. Ao contrário destes países, os quais possuem apenas 10% do suprimento energético proveniente do uso de hidroelétricas e biomassa, no Brasil este tipo de suprimento totaliza 55%. O consumo de petróleo representa 33%. Segundo OSAWA, (1997) os países tropicais terão a sua maior riqueza constituída pelos mecanismos de produção vegetal ativado pela luz solar, sendo o Brasil o país que mais acumula tecnologia e conhecimento na geração de energia através de biomassa. Segundo dados do BRASIL. Ministério das Minas e Energia, citado por CRESTANA, (2005) a matriz energética brasileira no ano de 2004 passou a possuir a configuração indicada na figura 05.

20 9 Figura 05: Característica da matriz energética brasileira em Fonte: Adaptado de (Ministério das Minas e Energias, (2004) citado por CRESTANA, (2005)) Fontes de Energia, Não Renováveis Carvão Mineral De acordo com BORBA, (2001) o carvão mineral é formado a partir de um processo denominado Carbonificação, em que a matéria orgânica vegetal é depositada em bacias sedimentares sendo exposta às condições específicas de temperatura, pressão, e ausência de oxigênio. Ao longo do tempo geológico a matéria orgânica é solidificada, perdendo oxigênio e hidrogênio e se enriquecendo em carbono. Quanto mais intensos forem os fatores pressão, temperatura e tempo de exposição, maior será a qualidade do carvão. O processo de carbonificação passa pelas seguintes fases: turfa, sapropelito, linhito, carvão sub-betuminoso, carvão betuminoso, antracito. O estágio mínimo para a utilização industrial do carvão é o do linhito. A tabela 02 apresenta um comparativo entre as reservas mundiais e vida útil dos recursos carvão, petróleo e gás natural. Entre os recursos energéticos não

21 renováveis, o carvão ocupa a primeira colocação em abundância e perspectiva de vida útil. 10 TABELA 02: Reservas mundiais dos combustíveis fósseis e vida útil estimada. Recurso Reservas mundiais (milhões de toneladas em carvão equivalente) Vida útil estimada (anos) Carvão Petróleo Gás Natural Fonte: (Engineering & Mining Journal citado por BORBA, (2001)). Os impactos ambientais no ciclo do carvão mineral têm início na sua obtenção. A mineração gera muita poeira, prejudicando a saúde dos trabalhadores e da população, além de trazer danos aos recursos hídricos, ao solo e ao relevo da região. Na abertura dos poços de acesso e na utilização industrial ocorre a emissão de gases poluentes, dos quais se destacam os óxidos de enxofre e nitrogênio e o monóxido de carbono, causadores da chuva ácida. O processo de drenagem das minas lança no ambiente água rica em sulfatos e ferro. Os rejeitos depositados no local de extração, percolam no solo causando a lixiviação de substâncias tóxicas no lençol freático (ANEEL, 2005). Apesar das pressões ambientalistas na redução do uso do carvão mineral como fonte energética, devido às emissões atmosféricas e conseqüentes impactos como o aquecimento global e redução da camada de ozônio, o uso deste mineral vem se mantendo relativamente inabalável no cenário mundial. Esta resistência deve-se à dificuldade tecnológica dos recursos renováveis aumentarem sua participação na matriz energética mundial (ALBUQUERQUE, 1993).

22 Petróleo O petróleo é composto por uma mistura de hidrocarbonetos originada pela decomposição de matéria orgânica, em ambientes com baixo teor de oxigênio. Ao longo dos anos, este material se acumula no fundo de oceanos, mares e lagos, sendo pressionado pelos movimentos da crosta terrestre, podendo ser encontrado em bacias sedimentares formadas por camadas ou lençóis porosos de areia, arenitos ou calcários (ANEEL, 2005). Embora, conhecido a muitos anos, sua exploração somente foi iniciada em meados do século XIX. A partir de então, a indústria petrolífera teve grande expansão, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. Mesmo com a forte concorrência do carvão e de outros combustíveis considerados nobres naquela época, o petróleo passou a ser utilizado em larga escala, especialmente após a invenção dos motores a gasolina e a óleo diesel (ANEEL, 2005). O Brasil, principalmente através da Petrobrás, desenvolveu e mantêm tecnologia de ponta na extração e utilização do petróleo. De acordo com PAFFENBARGER, (1997) o petróleo é utilizado predominante no setor de transportes e em menor proporção, é o principal responsável pela geração de energia elétrica em diversos países do mundo, representando cerca de 7,9% de toda a eletricidade gerada. A partir de 1970, com a crise mundial do petróleo, a participação deste recurso sofreu uma redução considerável na matriz energética brasileira, entretanto a contribuição de fontes renováveis de energia como a cana-de-açúcar e a energia hidroelétrica aumentaram (GOLDEMBERG, 2006). No processo de queima deste combustível há a emissão de poluentes como o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso, os quais contribuem para o aquecimento global provocando o derretimento de geleiras e o aumento no nível do mar. Além disso, nas termoelétricas ocorre a emissão de material particulado, material este que caso não seja controlado através do uso de ciclones e precipitadores associados a filtros, pode afetar a saúde da população e a biodiversidade local (ANEEL, 2005).

23 Gás Natural O gás natural é um combustível fóssil constituído da mistura de hidrocarbonetos gasosos, originados da decomposição de matéria orgânica fossilizada ao longo de milhões de anos. Sua composição no estado bruto consiste em metano, com proporções variadas de etano, propano, butano, hidrocarbonetos mais pesados e também CO2, N2, H2S, água, ácido clorídrico, metanol e outras impurezas. Os maiores teores de carbono são encontrados no gás natural nãoassociado, onde as jazidas de extração não contêm concentrações significativas de petróleo (GASNET, 1999). A utilização do gás natural como fonte de energia ocorreu no início do século XX e desenvolvendo-se de forma irregular nas diversas regiões do planeta. O aumento dos preços do petróleo no mercado internacional e a construção de gasodutos foram fatores determinantes para o seu uso. Aproximadamente oito países são responsáveis por 75% da produção mundial de gás, entre eles destacam-se a ex-urss, os EUA, o Canadá e a Argélia (LAUREANO, 2004). Com o esgotamento dos melhores potenciais hidráulicos e a construção do gasoduto Bolívia Brasil, o gás natural passou a contribuir mais intensamente na matriz energética brasileira, apesar do baixo rendimento das turbinas. O gás natural participa com 16% da matriz energética brasileira, com tendências de crescimento devido à falta de investimento no setor hidrelétrico. O setor industrial é o maior consumidor do gás natural, utilizando aproximadamente 53% de todo gás consumido no Brasil, seguido pelas termoelétricas com 26,7%, pelo setor automotivo que utiliza 13% e pelo uso residencial e comercial. Segundo notícia publicada em 01/05/2006 no jornal Folha de São Paulo, 50% do abastecimento de gás natural do Brasil são provenientes da Bolívia. A nacionalização dos hidrocarbonetos bolivianos pelo governo de Evo Morales faz com que o Brasil vivencie uma crise devido às estimativas que o valor pago pelo m 3 do gás tenha uma alta de 60% em O aproveitamento energético do gás natural produz impactos indesejáveis ao meio ambiente, principalmente na geração de energia elétrica. As usinas termelétricas movidas a gás natural, utilizam cerca de 90% do consumo total de água em seus sistemas de refrigeração, causando preocupações como o consumo, perdas e descarte de água. No processo de queima do gás, são liberados na

24 13 atmosfera poluentes como o dióxido de nitrogênio, que quando combinado ao dióxido de enxofre é responsável pelo fenômeno smog nos grandes centros urbanos e o óxido nitroso que contribui para o efeito estufa e redução da camada de ozônio (ANEEL, 2005) Energia Nuclear Segundo a Agência de Energia Atômica Internacional (IAEA), citado pelas INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL (INB), (2006) a energia nuclear, em 2001, era a terceira fonte mais utilizada mundialmente, Mundo Brasil Figura 06: Comparativo entre a geração de energia nuclear no Brasil e no mundo. Fonte: (IAEA, (2001) citado por INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL (INB), (2006)). Segundo a ANEEL, (2005) o Governo Brasileiro começou a investir na geração de energia termonuclear em 1972, através da construção da usina nuclear Angra I, com capacidade nominal da ordem de 657 MW, e posteriormente, em 1975, com a aquisição das usinas de Angra II e Angra III (em construção), na cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A energia nuclear embora evite a emissão de consideráveis quantidades de dióxido de carbono e outros poluentes, possui uma remota, mas não desprezível possibilidade de contaminação do solo, do ar e da

25 14 água por radionuclídeos, além de causar o aquecimento das águas do corpo receptor da descarga de efluentes devido ao descarte da água do sistema de refrigeração. A Usina de Angra I, por exemplo, descarta cerca de 30 m 3 /s de água. O Brasil possui uma das mais significantes provinciais uraníferas do mundo. O urânio possui como principal aplicação comercial a geração de energia como combustível para reatores nucleares. Estima-se que a reserva localizada no estado da Bahia contenha toneladas de urâneo, quantidade suficiente para suprir a Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (usinas Angra I, II e III) por 100 anos (ANEEL, 2005). Segundo publicação do jornal Folha de São Paulo (5/11/2004) na Alemanha, principal parceira do governo brasileiro na construção da usina Angra II, foi aprovado em 2000 um acordo para a desativação gradativa do programa de energia nuclear. A partir do começo do ano de 2001, as usinas terão 20 anos para a total desativação. A Alemanha possuía 19 usinas, porém uma não está mais em funcionamento, a Usina Nuclear Stade encerrou suas atividades em 2003 dando inicio ao plano de desativação do governo alemão, primeiro país do mundo a banir inteiramente a energia nuclear. Apesar deste do acordo assinado em 2000, o programa de desativação das usinas alemãs pode não ocorrer, pois há a possibilidade de mudanças na política energética do país caso a oposição assuma o poder. A oposição é contra a lei de desativação, podendo liberar o funcionamento das usinas, sem previsão de encerramento de suas atividades, conforme notícia do jornal Folha de São Paulo, (13/05/2001). O acordo formado de mais de 30 anos pelo Brasil e Alemanha para o uso pacífico da energia nuclear foi encerrado em novembro de O país europeu procura firmar acordos com o Brasil para estudos de fontes alternativas e renováveis de energia, interessado também na compra de créditos de carbono brasileiro, que viabilizara a construções de termelétricas que tomaram o lugar das usinas nucleares desativadas (GREENPEACE, 2004).

26 Fontes de Energia, Renováveis Energia Eólica O uso da energia eólica como alternativa de energia apresenta reduzido impacto ambiental na implantação e operação, baixo custo de manutenção e versatilidade, pois possibilita atender residências e sistemas de elevada potência. Devido à baixa capacidade na geração de energia, a energia eólica ainda não apresenta competitividade frente a outras tecnologias, porém mostra-se interessante na aplicação em regiões ou pontos isolados, onde a implantação de sistemas de transmissão é inviável. (BURANI, 2006). As centrais eólicas podem promover o desenvolvimento regional por atraírem turistas, gerando emprego e renda, além de contribuem na redução da emissão de poluentes atmosféricos e reduzirem a necessidade da construção de grandes reservatórios, porém causam impactos ambientais negativos como a alteração da paisagem natural, poluição sonora devido aos ruídos dos rotores, poluição visual decorrente do agrupamento de torres, possibilidade de interferência eletromagnética nos sistemas de comunicação e transmissão decorrente do material utilizado na fabricação das pás e uma possível interferência nas rotas de aves (ANEEL, 2005). Segundo dados estimados da ANEEL, (2005) o potencial eólico brasileiro é maior que MW. A primeira turbina eólica do Brasil foi instalada no ano de 1992, em Fernando de Noronha, Pernambuco, proporcionando uma economia de litros de óleo diesel por ano e respondendo por abastecer 10% do arquipélago. Com a instalação de uma segunda turbina em maio de 2000, a qual entrou em operação em 2001, o sistema eólico passou a responder por 25% da eletricidade consumida em Fernando de Noronha que tornou-se o maior sistema híbrido eólico-diesel do Brasil. Outras centrais eólicas estão instaladas nos estados de Minas Gerais, Ceará e Paraná. A Associação Européia de Energia Eólica prevê que até 2020, a energia eólica suprirá 10% de toda a energia elétrica requerida mundialmente.

27 Energia Solar Em países tropicais como o Brasil, os quais possuem ótimas condições de radiação solar ao longo de todo o ano, o aproveitamento da energia solar mostra-se como uma opção energética promissora por ser uma fonte renovável; gerar impactos ambientais menores, quando comparada com aqueles provenientes da exploração e do uso de energias fóssil e nuclear; viabilizar a aplicação junto às fontes consumidoras, eliminando a necessidade de transporte através de grandes distâncias. Segundo CAVALCANTI, (1999) no período das secas, enquanto os recursos hídricos decrescem afetando a matriz energética brasileira, predominantemente hidráulica, aumenta o potencial solar devido a menor interferência de nuvens e radiação solar mais intensa. Além disso, o país possui grandes extensões territoriais com disponibilidade de radiação solar em virtude da proximidade ao equador. A região Nordeste brasileira apresenta as melhores condições climáticas para a instalação de plantas térmicas solares por apresentar baixa nebulosidade, precipitação reduzida, baixa umidade e alta insolação. Segundo dados da ANEEL, (2005) as principais restrições técnicas para a implantação de projetos que convertam a energia solar em energia é a baixa eficiência na conversão e a necessidade de grandes áreas para captação. A radiação solar pode ser utilizada: - Como fonte de energia térmica através de coletores solares utilizados para o aquecimento da água e concentradores solares utilizados em situações que exigem temperaturas mais elevadas, podendo gerar energia mecânica com o auxílio de uma turbina a vapor, e eletricidade por meio de um gerador. - Para geração de potência elétrica através dos efeitos da radiação (calor e luz) sobre determinados materiais semicondutores - Diretamente na forma de energia elétrica, por meio de efeitos sobre determinados materiais, entre os quais se destacam o termoelétrico e o fotovoltaico. - Nos projetos de arquitetura e construção, aproveitamento da iluminação natural e do calor para aquecimento de ambientes, A energia proveniente da incidência solar oferece vantagens econômicas e ecológicas por ser renovável e gratuita, não emitir poluentes atmosféricos e necessitar de reduzida necessidade de área quando comparada a outras fontes

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