Plano de Melhoria 2016/2019

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1 Plano de Melhoria Outubro

2 Índice INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVO... 4 ÁREAS DE MELHORIA... 4 IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIZAÇÃO... 5 PLANO DE MELHORIA... 6 CONCLUSÃO ANEXOS

3 INTRODUÇÃO Garantir o direito à educação inclui garantir as condições ótimas de desenvolvimento educativo a cada criança. ( ) A aprendizagem não é um local mas um processo. Significa isto que, para que a aprendizagem aconteça, não basta colocar o indivíduo num local (na escola), esperando que as características do mesmo produzam os seus efeitos na aprendizagem. ( ) Para que a aprendizagem possível aconteça, é necessário que os processos envolvidos na aprendizagem sejam favoráveis a que esse resultado aconteça. In Observatório da Melhoria e da Eficácia da Escola. Características de Municípios eficazes nos esforços de melhoria da escola. (Univ. Lusíada, 2010: 3,4), O presente Plano de Melhoria resulta, em grande parte, das reflexões retiradas da leitura atenta do Relatório de Avaliação Externa da Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), que expressa os resultados da avaliação externa do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, realizada pela equipa de avaliação, na sequência da visita efetuada entre 9 e 13 de maio de As conclusões desse relatório decorreram da análise dos documentos orientadores do Agrupamento, em especial da sua autoavaliação, dos indicadores de sucesso académico dos alunos, das respostas aos questionários de satisfação da comunidade e da realização de entrevistas. O Relatório de Avaliação Externa identifica pontos fortes e áreas de melhoria, e oferece elementos para a construção e aperfeiçoamento de planos de ação para a melhoria e desenvolvimento do agrupamento. A Equipa de Avaliação Interna concebeu como estratégia de envolvimento da comunidade educativa, na delineação do Plano de Melhoria, a reflexão sobre as áreas de melhoria identificadas pela IGEC. A partir desta análise reflexiva e das sugestões veiculadas pelos departamentos curriculares foram delineadas ações destinadas a melhorar os aspetos menos fortes do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho. Após a identificação clara das áreas de melhoria, definiram-se e priorizaram-se as ações a implementar, estabelecendo-se metas avaliáveis para cada uma. Espera-se que o impacto destas ações venha contribuir de forma positiva nas decisões das estruturas e lideranças intermédias e, consequentemente, na melhoria da prestação do serviço educativo. 2

4 Pretende-se com o Plano de Melhoria o fortalecimento eou mudança de práticas, em resposta às áreas destacadas no âmbito da avaliação externa, pretendendo assumir um comprometimento com um processo de melhoria e o estabelecimento de condições objetivas de como essa melhoria será alcançada. 3

5 OBJETIVO O presente Plano tem como objetivo apoiar a Direção do Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho e as suas estruturas intermédias na implementação de um conjunto de ações que permitam melhorar o seu desempenho, contribuindo desse modo para uma maior qualidade, eficiência e eficácia organizacional Os pontos considerados fortes serão igualmente objeto de acompanhamento, de modo a reforçar as boas práticas e a sustentabilidade dos esforços já realizados. ÁREAS DE MELHORIA Domínios Campos de análise Resultados Resultados Académicos ÁREAS DE MELHORIA (Conforme Relatório de Avaliação Externa) Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. Identificação rigorosa dos fatores que condicionam as aprendizagens dos alunos, tendo em vista a melhoria do trabalho pedagógico e a promoção do sucesso escolar. Prestação do Serviço Educativo Planeamento e articulação Práticas de ensino Reforço do trabalho colaborativo entre os docentes, tendo em vista aprofundar a articulação curricular, a sequencialidade de conteúdos programáticos e a partilha de práticas científico-pedagógicas, que contribuam para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem. Explicitação de um sistema de indicadores que permita a avaliação dos planos de trabalho dos gruposturma, segundo critérios de eficácia, coerência e pertinência, tendo em vista o desenvolvimento das aprendizagem e a melhoria dos resultados escolares. Acompanhamento e supervisão da prática letiva em sala de aula, no sentido de efetivar a monitorização da ação educativa, a eficácia das medidas de promoção do sucesso escolar e o desenvolvimento profissional dos docentes. Promoção de atividades práticas e experimentais, designadamente, no ensino básico, de forma articulada com o departamento curricular de Matemática e Ciências Experimentais, visando o desenvolvimento de competências específicas dos alunos e a promoção da literacia científica. 4

6 IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIZAÇÃO A implementação do presente plano de melhoria será efetuada ao longo dos próximos três anos letivos. A sua monitorização será feita pela Direção, pelas estruturas educativas e pela equipa de avaliação interna, que incorporará nos seus relatórios uma avaliação das ações implementadas no âmbito do presente plano de melhoria. Compete à equipa de avaliação interna, em articulação com as restantes estruturas da Escola, proceder à definição de momentos de verificação, de análise e de avaliação dos resultados. 5

7 PLANO DE MELHORIA Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos externos contextualizados Indicação de metas como referenciais de ação das estruturas educativas. Quantificação das metas, por disciplina, com base nos referentes e documentos de enquadramento anuais. Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. Departamentos curriculares Áreas disciplinares Equipas de trabalho Professores Melhorar os resultados académicos dos alunos, conforme quadros anexos. (anexos I e II) Direção Departamentos Áreas disciplinares Equipa de Avaliação Interna Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos externos contextualizados Coadjuvação em sala de aula. Trabalho colaborativo para planeamento e reflexão da atividade letiva coadjuvada e produção de materiais pedagógicos. Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. Professores do 5º e 7º anos de Português Professores do 5º ano de Matemática Professores coadjuvantes Melhorar em 2% os resultados à disciplina de Português e em 5 % à disciplina de Matemática do 5º ano. Melhorar em 10% os resultados à disciplina de Português do 7ºano. (anexo III) Direção Áreas disciplinares envolvidas Conselho de Turma Equipa de Avaliação Interna 6

8 Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos externos contextualizados Constituição de grupos de homogeneidade relativa: - Turma + Criação da Turma + nas disciplinas de Matemática dos 7º e 10º anos, Física e Química A e Biologia e Geologia do 10º ano. Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. Melhorar os resultados Direção Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Áreas disciplinares de Matemática e Ciências da Terra e da Vida. escolares nas disciplinas abrangidas pela medida. 7º ano: - Matemática 20% 10º ano: - Matemática 20% - Físico-química 20% - Biologia e Geologia 4% Melhorar os resultados dos exames nacionais nas disciplinas de Matemática A, Física e Química A e Biologia e Geologia. (anexo III) Direção Áreas envolvidas disciplinares Conselho de Turma Equipa de Avaliação Interna 7

9 Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos externos contextualizados 1. Promover um maior envolvimento das famílias no processo educativos dos seus educandos. Ações de sensibilização para Pais e Encarregados de Educação. Identificação rigorosa dos fatores que condicionam as aprendizagens dos alunos, tendo em vista a melhoria do trabalho pedagógico e a promoção do sucesso escolar. Direção Associação de Pais Serviço de Psicologia e Orientação Escolar (SPO) Outros parceiros Realização de pelo menos uma ação, por ano letivo, em cada escola EB2,3 e Secundária do Agrupamento, abrangendo todos os ciclos de ensino, durante a vigência do plano, com o objetivo de criar estratégias de acompanhamento efetivo dos seus educandos. Equipa de Avaliação Interna 2. Detetar factores que condicionam a aprendizagem dos alunos. Realização de reuniões com delegados de turma. Direção Delegados de turma Diretores de Turma Coordenadores de estabelecimento Realização de pelo menos uma açãoano em cada escola EB2,3 e Secundária do Agrupamento, abrangendo todos os anos de escolaridade, durante a vigência do plano, para identificar factores que condicionam a aprendizagem e para a apresentação de propostas que permitam melhorar o processo de ensino e de aprendizagem. Equipa de Avaliação Interna Coordenadores de estabelecimento 8

10 Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos externos contextualizados Utilização de documentos uniformizados a analisar em reuniões de reflexão. Análise dos resultados estatísticos por período. Dados da MISI - dados de referência Nacional. Resultados da avaliação externa. 3. Criar dinâmicas Relatórios referente às reflexivas entre Medidas de Promoção de professores acerca dos Sucesso. Grelha de análise de resultados dos alunos e indisciplina. das possíveis causas de Abandono escolar. insucesso escolar. Grelhas de avaliação diagnóstica. Grelha de avaliação do Plano de Turma. Grelha de cumprimento dos programas. Alunos acompanhados pela CPCJ. Alunos acompanhados pelo SPO. Identificação rigorosa dos fatores que condicionam as aprendizagens dos alunos, tendo em vista a melhoria do trabalho pedagógico e a promoção do sucesso escolar. Direção Departamentos Conselhos de Turma Áreas disciplinares SPO CPCJ Identificação das causas do insucesso escolar em contexto (turma, área disciplina), visando o estabelecimento de metas por disciplina. Coordenadores Departamento Representantes Áreas disciplinares Diretores de Turma de das Equipa de avaliação interna 9

11 Domínio: Prestação do serviço educativo Campo de análise: Práticas de ensino Referente: Acompanhamento e supervisão da prática letiva 1. Implementar a prática da coadjuvação em sala de aula. a) Identificar turmas disciplinas em que sejam sinalizadas, de forma persistente, dificuldades de aprendizagem, de atenção concentração e ou de disciplina. b) Propor o acompanhamento em sala de aula por um docente da mesma área disciplinar (se for um problema de aprendizagem) ou de qualquer área disciplinar, se se tratar de problemas de atenção ou disciplina. Acompanhamento e supervisão da prática lectiva em sala de aula no sentido de efetivar a monitorização da ação educativa, a eficácia das medidas de promoção do sucesso escolar e o desenvolvimento profissional dos docentes. Direção Departamentos Áreas disciplinares Conselhos de Turma Professores Superação de problemas condicionantes do sucesso escolar. Melhoria da eficácia do trabalho em sala de aula. Reforço da partilha de práticas científico-pedagógicas relevantes. Conselhos de Turma Professores titulares de turma Equipa de Avaliação Interna 10

12 Domínio: Prestação do serviço educativo Campo de análise: Práticas de ensino Referente: Acompanhamento e supervisão da prática letiva 2. Implementar a prática da coadjuvação em sala de aula. 3. Promover momentos de análise e reflexão sobre as práticas letivas e medidas de promoção do sucesso aplicadas. c) Promover a reflexão sobre a eficácia do acompanhamento em sala de aula, com base na observação das mudanças registadas no trabalho com a turma e nos resultados obtidos. Análise, em sede de conselho de docentes, conselho de turma e ou de área disciplinar da eficácia ineficácia das estratégias pedagógicas utilizadas, sempre que se justifique e partilha das principais conclusões, com vista à redefinição conjunta de estratégias pedagógicas. Acompanhamento e supervisão da prática lectiva em sala de aula no sentido de efetivar a monitorização da ação educativa, a eficácia das medidas de promoção do sucesso escolar e o desenvolvimento profissional dos docentes. Direção Departamentos Áreas disciplinares Conselhos de Turma Professores Departamentos Áreas disciplinares Conselhos de docentes Conselhos de turma Superação de problemas condicionantes do sucesso escolar. Melhoria da eficácia do trabalho em sala de aula. Reforço da partilha de práticas científico-pedagógicas relevantes. Ultrapassar dificuldades detectadas e intervir nas áreas mais problemáticas. Identificar e divulgar boas práticas pedagógicas Conselhos de Turma Professores titulares de turma Equipa de Avaliação Interna Conselho de docentes Conselhos de Turma Professores titulares de turma Áreas disciplinares Equipa de Avaliação Interna 11

13 Domínio: Prestação do serviço educativo Campo de análise: Práticas de ensino Referente: Metodologias ativas e experimentais no ensino e nas aprendizagens 1. Planificação conjunta de atividades experimentais a realizar por disciplina e por ano conforme os respectivos programas. 2. Oferta complementar no 1.º ciclo: - Práticas Experimentais. Definir, na planificação anual das disciplinas de Ciências Naturais e Físico- Química, um referencial de atividades experimentais a implementar. Planificação desenvolvimento e de atividades experimentais no 1.º ciclo, em articulação com o Departamento de Matemática e Ciências Experimentais. Promoção de atividades práticas e experimentais, designadamente, no ensino básico, de forma articulada com departamento curricular de matemática e ciências experimentais, visando o desenvolvimento de competências específicas dos alunos e a promoção da literacia científica. Os docentes das disciplinas Química. - Professores titulares de turma; - Professores do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais. Desenvolver competências específicas no âmbito das ciências experimentais. Promover a literacia científica. Coordenadora Departamento Matemática Ciências Experimentais. Áreas disciplinares: Matemática Ciências; Ciências Físicoquímicas; do de e e de Ciências Naturais e Físico- Ciências da terra e da Vida. Coordenador do 1.º ciclo Coordenadora Departamento Matemática Ciências Experimentais do de e 12

14 Domínio: Prestação do serviço educativo Campo de análise: Práticas de ensino Referente: Metodologias ativas e experimentais no ensino e nas aprendizagens 3. Criação da área Práticas Experimentais para alunos com Currículo Específico Individual, no âmbito da disciplina Expressões Integradas. Planificação desenvolvimento atividades e de experimentais para os alunos CEI, em articulação com o Departamento de Matemática e Ciências Experimentais. Promoção de atividades práticas e experimentais, designadamente, no ensino básico, de forma articulada com departamento curricular de matemática e ciências experimentais, visando o desenvolvimento de competências específicas dos alunos e a promoção da literacia científica. - Professores de Educação Especial - Professores de Ciências Naturais ou de Física e Química Desenvolver competências específicas no âmbito das ciências experimentais. Promover a literacia científica. Coordenadora Departamento Educação Especial Coordenadora Departamento Matemática Ciências Experimentais do de do de e 13

15 Domínio: Prestação do Serviço Educativo Campo de análise: Planeamento e articulação Referente: Trabalho cooperativo entre docentes Consolidação dos projetos atividades, transversais no Agrupamento, entre os diferentes níveis de ensino e docentes das várias áreas disciplinares. a) Planificação conjunta e articulada, entre os docentes dos vários departamentos curriculares e biblioteca escolar, de projetos e atividades. b) Elaboração partilha de experiências e práticas, construção de materiais pedagógicos em comum, bem como utilização de materiais e documentação produzida e aprovada pelo Conselho Pedagógico. Reforço do trabalho entre docentes, tendo em vista aprofundar a articulação curricular, a sequencialidade de conteúdos programáticos e a partilha de práticas científicopedagógicas, que contribuam para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem. - Professores de todos os departamentos curriculares - Conselhos de turma - Biblioteca Escolar - Coordenadores de Departamento Melhorar os processos de ensinoaprendizagem. Incluir nos planos de turma propostas de práticas de interdisciplinaridade. Direção Conselhos de Turma Departamentos Áreas disciplinares Equipa de Avaliação Interna 14

16 Domínio: Prestação do Serviço Educativo Campo de análise: Planeamento e articulação Referente: Trabalho cooperativo entre docentes Consolidação dos projetos atividades, transversais no Agrupamento, entre os diferentes níveis de ensino e docentes das várias áreas disciplinares. c) Implementação de testes uniformizados a todas as disciplinas, pelo menos uma vez por período no 1º ciclo, e uma vez por ano nos restantes ciclos e disciplinas, de acordo com plano aprovado no Conselho Pedagógico. d) Interação entre as diferentes disciplinas e áreas disciplinares na elaboração execução de atividades constantes do PAA. Reforço do trabalho entre docentes, tendo em vista aprofundar a articulação curricular, a sequencialidade de conteúdos programáticos e a partilha de práticas científicopedagógicas, que contribuam para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem. - Professores de todos os departamentos curriculares - Conselhos de turma - Biblioteca Escolar - Coordenadores de Departamento Melhorar os processos de ensinoaprendizagem. Incluir nos planos de turma propostas de práticas de interdisciplinaridade. Direção Conselhos de Turma Departamentos Áreas disciplinares Equipa de Avaliação Interna 15

17 Domínio: Prestação do Serviço Educativo Campo de análise: Planeamento e articulação Referente: Trabalho cooperativo entre docentes Consolidação dos projetos atividades, transversais no Agrupamento, entre os diferentes níveis de ensino e docentes das várias áreas disciplinares. e) Intensificação do Trabalho colaborativo entre áreas disciplinares, com parceria das bibliotecas escolares. Reforço do trabalho entre docentes, tendo em vista aprofundar a articulação curricular, a sequencialidade de conteúdos programáticos e a partilha de práticas científicopedagógicas, que contribuam para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem. - Professores de todos os departamentos curriculares - Conselhos de turma - Biblioteca Escolar - Coordenadores de Departamento Melhorar os processos de ensinoaprendizagem. Incluir nos planos de turma propostas de práticas de interdisciplinaridade. Direção Conselhos de Turma Departamentos Áreas disciplinares Equipa de Avaliação Interna 16

18 Domínio: Prestação do Serviço Educativo Campo de análise: Planeamento e articulação Referente: Gestão articulada no currículo Definir um referencial de avaliação do Plano de Turma. Construir um sistema de indicadores que permitam a avaliação dos Planos de Turma com base na eficácia, coerência e pertinência. Explicitação de um sistema de indicadores que permita a avaliação dos planos de trabalho dos gruposturma, segundo critérios de eficácia, coerência e pertinência, tendo em vista o desenvolvimento das aprendizagens e a melhoria dos resultados escolares - Coordenadores dos Diretores de Turma - Coordenadores de Departamento (Pré-escolar e 1º Ciclo) Comparar e avaliar os resultados internos de cada turma, com vista a melhorar os resultados escolares. Conselho Diretores de Turma Departamentos de (Pré-escolar e 1º Ciclo) 17

19 CONCLUSÃO Na elaboração do Plano de Melhoria, foram consideradas as áreas de melhoria apontadas no Relatório de Avaliação Externa da Inspeção-Geral de Educação e Ciência (IGEC), elaborado na sequência da visita efetuada entre 9 e 13 de maio de Na sequência deste relatório, perante as dificuldades aí apontadas, foram auscultados os Departamentos Curriculares, bem como outras estruturas educativas, contribuindo assim para a definição das ações de melhoria a desenvolver. Foram ainda integradas medidas constantes do Plano de Ação Estratégica de Promoção da Qualidade das Aprendizagens para , constituindo-se como valores de referência e metas intermédias os dados constantes nesse plano e que se apresentam nos quadros em anexo (anexo III e anexo IV). O presente Plano de Melhoria foi delineado para um período de três anos ( ), começando a ser implementado no decorrer deste letivo. No ano letivo , proceder-se-á sua avaliação final e à consolidação das medidas implementadas. O Plano de Melhoria sofreu a apreciação do Conselho Pedagógico e do Conselho Geral, seguindo para as várias estruturas educativas para implementação. 18

20 ANEXOS Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos contextualizados Anexo I Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. 1º CICLO Taxa conclusão no 4º ano Taxa de sucesso no 1º ciclo Ano letivo % de sucesso 97,93 98,77 98,85 97,32 98,51 97,46 Nº de alunos retidos Meta para % 98,5% Quadro 1 2º CICLO Taxa conclusão no 6º ano Taxa de sucesso no 2º ciclo Ano letivo % de sucesso 91,08 97,77 96,47 90,59 94,23 95,55 Nº de alunos retidos Meta para ,5% 96% Quadro 2 3º CICLO Taxa conclusão no 9º ano Taxa de sucesso no 3º ciclo Ano letivo % de sucesso 89,88 93,14 96,00 86,88 88,59 90,60 Nº de alunos retidos Meta para ,1% 91,6% Quadro 3 19

21 Secundário Taxa conclusão no 12º ano Taxa de sucesso no Secundário Ano letivo % de sucesso 55 72,62 65,15 81,03 79,12 83,11 Nº de alunos retidos Meta para % 86% Quadro 4 20

22 Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados externos contextualizados Anexo II Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. 3º CICLO Exames 9º ano Português Matemática Ano letivo % de sucesso 81,29 89,87 88,41 65,88 59,49 65,24 Nº de alunos Nº de níveis > Meta para % 66% Quadro 5 Ensino Secundário Exames 12º ano Português Matemática Ano letivo Média dos alunos internos da escola Média dos alunos internos nacional Meta para Superar em 1 ponto a média nacional, calculada para os alunos internos. Quadro 6 Ensino Secundário Exames 11º ano Física e Química Biologia e Geologia Ano letivo Média dos alunos internos da escola Média dos alunos internos nacional Meta para Superar em 1 ponto a média nacional, calculada para os alunos internos. Quadro 7 21

23 Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos contextualizados Anexo III Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. Avaliação Interna Ano lectivo Ano lectivo Ano de escolaridade Disciplina Taxa de insucesso em % (% de insucesso) 5º ano Matemática 25,31 20,31 5º ano Português 9,26 7,26 7ºano Matemática 44,39 24,39 7º ano Português 17,65 7,65 10º ano Matemática 42,11 22,11 10º ano Física e Química 41,07 21,07 10º ano Biologia e Geologia 9,09 5,09 Dados extraídos do Plano de Ação Estratégica de Promoção da Qualidade das Aprendizagens para Quadro 8 22

24 Domínio: Resultados Campo de análise: Resultados académicos Referente: Evolução dos resultados internos contextualizados Anexo IV Adequação das metas para os resultados académicos à realidade dos alunos, para que se constituam referenciais de ação no trabalho das equipas pedagógicas, orientando-as para os resultados. de sucesso Taxa de Sucesso (%) Ano letivo º Ciclo 98,1 98,4 2º Ciclo 94,4 95,2 3º Ciclo 90,1 91,5 Secundário 83,1 85,5 Dados extraídos do Plano de Ação Estratégica de Promoção da Qualidade das Aprendizagens para Quadro 9 23

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