USINAS NUCLEARES NO NORDESTE Relatório de um ambientalista sobre o workshop Energia Nuclear no Nordeste.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "USINAS NUCLEARES NO NORDESTE Relatório de um ambientalista sobre o workshop Energia Nuclear no Nordeste."

Transcrição

1 USINAS NUCLEARES NO NORDESTE Relatório de um ambientalista sobre o workshop Energia Nuclear no Nordeste. O evento O workshop Energia Nuclear no Nordeste foi realizado em Recife/PE, no dia 14 de Agosto de 2009, nas dependências do Recife Palace Hotel (quarto melhor da cidade, segundo o Guia Quatro Rodas). O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN), em colaboração com a Eletrobrás Termonuclear S/A (ELETRONUCLEAR), com apoio do fabricante francês de reatores AREVA e das construtoras brasileiras Andrade Gutierrez, Queirós Galvão e Odebrecht. Segundo seu próprio material de divulgação, a ABDAN foi constituída em 1987 (embora eu não conheça ninguém que já tivesse ouvido falar dela), que congrega a maioria das mais importantes empresas de bens de capital, de construção e montagem, do setor de consultoria e engenharia, de operação de usinas e de unidades fabris de sistemas e equipamentos, que participam das atividades nucleares no Brasil. Dentre as associadas da ABDAN estão a alemã Siemens, a suíça Sulzer, a espanhola Iberdrola, a italiana Confab (leia se Techint) e a francesa Framatome (leia se AREVA). Também são associadas, as estatais Nuclebrás Equipamentos Pesados (NUCLEP), Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), Furnas Centrais Elétricas e ELETRONUCLEAR. Constam ainda da lista as empresas Camargo Côrrea, Bardella, Engevix, Jaraguá Equipamentos Industriais, Empresa Brasileira de Engenharia (EBE), Marte Engenharia, Leme Engenharia, UTC Engenharia e Megatranz Transporte, além da Andrade Gutierrez, Queirós Galvão e Odebrecht já mencionadas anteriormente. Até bem pouco tem atrás, a ABDAN tinha em seu site uma área dedicada à produção de armamentos nucleares. Hoje, o tal site traz muito menos detalhes sobre a organização.

2 Os participantes fonte: ABDAN O workshop foi um evento aberto ao público, divulgado pela mídia especializada em energia, e contou com a participação de cerca de cem pessoas, a maioria funcionários do próprio sistema elétrico: ELETRONUCLEAR, INB, Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD), Centrais Elétricas do São Francisco (CHESF), ELETROBRÁS, Ministérios das Minas e Energia (MME) e da Ciência e Tecnologia (MCT), etc. Contavam se nos dedos das mãos uns poucos representantes de empresas construtoras e professores e alunos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Aqui e ali se via um ou outro jovem de cabelo raspadinho, cortado a la Escola Naval ou Colégio Militar. Se havia alguém contrário à instalação de usinas nucleares no Nordeste, fez como eu e não se manifestou em nenhum momento do evento. Vale lembrar que o workshop foi precedido pela inauguração do escritório da ELETRONUCLEAR em Recife na noite anterior. O clima lá dentro O fato de não ter feito nenhuma consideração ou pergunta não significa que eu tenha passado despercebido. O almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex diretor do Centro Experimental da Marinha (ARAMAR, do submarino nuclear) e atual presidente da ELETRONUCLEAR, já nos instantes iniciais de sua fala notou a minha presença e, durante todo o tempo em que esteve na mesa, invariavelmente olhava na minha direção. Mais tarde, um participante postou se em pé, logo atrás da minha cadeira, esforçando se para ler as minhas anotações. Como não havia colocado meu crachá, foram inúteis os esforços de alguns outros ouvintes em me identificar. Tive a nítida

3 impressão de que meu rosto havia sido reconhecido, mas não conseguiam lembrar exatamente quem eu era. Durante todo o dia, nos momentos em perguntavam se alguém tinha alguma questão para formular aos palestrantes, vários olhares se voltavam para mim. No final do evento, ao encerrar os trabalhos, o presidente da ABDAN, Antonio Muller, disse (voltado diretamente para mim) que sem interferência externa, acabamos até mais cedo do que o previsto. O assessor do almirante Othon, Leonam dos Santos Guimarães, que trabalhou durante vinte anos no programa nuclear da Marinha, complementou a provocação. É fácil debater com os que são a favor; temos que convencer os que são contra. Veja como grande parte das pessoas de Angra é a favor. Esse é o temor do Greenpeace, que vai com meia dúzia de gatos pingados e encontra o Movimento Pró Angra 3. Já na saída do hotel, indo embora, alguém finalmente me reconheceu e, voltando se para o assessor Leonam dos Santos, apontou para mim e disse olha aqui, um inimigo infiltrado. O assessor do almirante Othon recusou se a apertar a minha mão, mas teve que ouvi de mim que eu não era um infiltrado já que a ELETRONUCLEAR é uma empresa pública e que tudo que faz deve ser transparente. Este foi o clima durante o dia todo. Os verdadeiros inimigos internos Mas havia, por outro lado, muita camaradagem entre os funcionários de governo. Na sua maioria, são amigos desde os tempos de faculdade, tiveram carreiras entrecruzadas e demonstram muita intimidade entre si. Um exemplo disso é o atual presidente da ELETROBRÁS, José Antônio Muniz Lopes, que estudou na UFPE (contemporâneo de vários outros dirigentes de estatais do setor) e dirigiu a CHESF (onde vários dos participantes trabalham/trabalharam) e a ELETRONORTE (antigo protetorado do Senador José Sarney). As relações muito estreitas com diversos dos participantes do evento ficaram claras nas várias piadas e citações de situações vividas em conjunto. Chegou a propor que a central nuclear nordestina tenha o nome de um antigo dirigente da CHESF. Tido como um opositor das usinas nucleares no passado, ele confessou que foi convencido pelos seus antigos colegas. Mas deixou transparecer mais do isso: o Othon é almirante, é muito sabido. Agora, a troca de posição por influência dos antigos colegas de faculdade não é fato grave, embora a diretoria da ELETROBRÁS fosse considerada um importante obstáculo à expansão termonuclear no país. Preocupante mesmo foi a participação do deputado federal Ciro Pedrosa (PV MG), membro da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, que, em sua fala, parecia seguir o script elaborado pela ELETRONUCLEAR há tempos.

4 Começou enfatizando que a energia nuclear tinha tido uma história conturbada, mas os que verdadeiramente entendiam do assunto seguraram a onda. Dentre estes, destacou a Marinha. Se intitulando um admirador de James Lovelock, disse que agora era um seguidor da energia nuclear. Apesar de o Partido Verde ter em seu programa um capítulo inteiro expressamente em oposição à energia nuclear, Ciro Pedrosa afirmou que mitos como Chernobyl atrapalharam e o PV contribuiu para isso. Em outro momento, acrescentou que foi difícil defender a energia nuclear dentro do PV, mas comecei defendendo o ciclo do urânio; o Brasil pode contribuir com o mundo todo na questão das mudanças climáticas, fornecendo urânio enriquecido para substituição do carvão. Ainda seguindo a mesma cantilena estabelecida pela ELETRONUCLEAR, o deputado mineiro procurou fazer uma comparação com o que chamou de exitosa indústria do etanol, que teve a necessidade inicial de massivos investimentos governamentais, mas que agora apresenta possibilidades de exportação para o mundo todo. No melhor estilo ufanista, Ciro Pedrosa complementou a sua fala profetizando a instalação de outras usinas nucleares: primeiro em Angra, agora no Nordeste e, depois, outras regiões; é muito gratificante ver os quatro Estados do Nordeste disputando a instalação dessa primeira usina na região. Esquecendo se de seu papel de controlador do Poder Executivo, o deputado verde adiantou que qualquer escolha do governo será segura! Nós, ambientalistas, ficamos mais tranquilos. Em seguida, sentou se ao lado do almirante Othon, com quem teve animadas conversas paralelas. Que fiquem atentos os ambientalistas mineiros e a direção do Partido Verde à conduta desse parlamentar, cujo discurso de Recife foi reiterado em entrevista à Folha de São Paulo do dia 30 de Agosto último. Ainda com o intuito de contextualizá los, destaco também a triste participação do deputado federal Fernando Ferro (PT PE), membro da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional. Afirmou que mesmo discordando do projeto de nação do Geisel, reconheço que havia um e que em vários aspectos ele era acertado. Esclareceu que o programa nuclear brasileiro era parte de um projeto da Escola Superior de Guerra (ESG), desenvolvido entre 1968 e 1973, chamado de Brasil Potência (ou Brasil Grande, como querem alguns), e que almejava nos equivaler aos EUA e a antiga URSS em vários aspectos. Fernando Ferro destacou que o que os militares da época pretendiam era o conhecimento e uso dos nossos recursos naturais e energia e ter como preservá los. Era um projeto de hegemonia!, acrescentou o deputado.

5 Dentro dessa sua visão, o deputado pernambucano bradou pelo uso da Amazônia e das terras indígenas também; se nós não o fizermos, outras nações o farão!. E complementou exaltado: não é à toa que estão instalando bases na Colômbia e reativando a frota do Atlântico. Embora não tenha sido taxativo, a fala de Ferro me deu a impressão que ele defendia a fabricação de bombas atômicas. A única coisa interessante desse discurso ultrapassado foi uma confirmação tácita de que há realmente outros interesses por detrás da indústria nuclear brasileira que não a geração de eletricidade. Para completar o quadro de surpresas, encontrei o nosso antigo conhecido prórenováveis Delman Ferreira, da Ilumina, companheiro da Laura Porto (ex MME, atualmente na Iberdrola), estreando como contratado da ELETRONUCLEAR para fazer a aproximação com as comunidades dos locais que forem pré escolhidos para a instalação das usinas do Nordeste. Pacote nuclear do Governo Lula As usinas nucleares que se avizinham, seja Angra 3, sejam as do Nordeste, são, na verdade, apenas a ponta de um iceberg muito maior. Como vimos alertando há anos, a intenção da indústria nuclear é ganhar uma escala que a torne irreversível. Novos reatores demandarão mais combustível, o que justificará uma ampliação da fábrica de elementos combustíveis de Resende/RJ, que irá precisar de mais urânio enriquecido, que, por sua vez, exigirá novas ultracentrífugas na unidade de enriquecimento que ainda está sendo construída (também em Resende/RJ), que decretarão a necessidade do aumento da produção de yellow cake e a ampliação da mineração de urânio para novas áreas. Seguindo a lógica dessa espiral sem fim, deverão fazer parte do Pacote Nuclear do Governo Lula as seguintes expansões da indústria nuclear (várias já em andamento): Prospecção: pesquisa mineral para ampliação das reservas conhecidas de urânio das atuais t para t em 2012 (sendo mais 50 mil toneladas em Caetité/BA e outras 100 mil toneladas na área do Rio Cristalino, no Sul do Pará). No entanto, nos planos megalômanos da indústria nuclear, as reservas conhecidas deverão ser ampliadas em outras t até Custo estimado pelo Governo para toda essa prospecção: R$ 50 milhões Mineração e beneficiamento: considerando se a entrada gradual em operação de Angra 3 e de outros seis reatores de MW até 2030, a produção nacional de yellow cake deveria saltar das correntes 400 toneladas/ano para t/ano.

6 fonte: INB Investimento estimado pelo Governo: R$ 72 milhões (público) e outros R$ 640 milhões (privado, já que a mina de Santa Quitéria/CE será explorada por uma empresa particular, a Galvani Engenharia, que extrairá fosfato da área e repassará o liquor uranífero obtido para a INB) Conversão: para atender às três usinas de Angra e a outros seis reatores até 2030, o país precisaria ampliar o atual projeto de sua primeira usina industrial de conversão (do yellow cake em hexafluoreto de urânio), planejada para 2014, triplicando a sua capacidade inicial de toneladas/ano. Investimento estimado pelo Governo para alcançar a produção de t/ano: R$ 660 milhões Enriquecimento: com base nos nove reatores já mencionados acima, haveria a necessidade do aumento da produção das ultracentrífugas da Marinha, de 100 mil UTS/ano em 2012 para mais de UTS/ano em 2030, demandando a construção novas instalações para produção, montagem e teste das mesmas. Estimativa de investimento pelo Governo: R$ 3,4 bilhões Produção de combustível: deverá atender às necessidades dos nove reatores já citados anteriormente, às demandas do protótipo e dos submarinos da Marinha e às requisições dos reatores experimentais (três já existentes e um projetado), além da produção de isótopos (para medicina, agricultura, indústria, construção civil e pesquisa) Não foram especificados investimentos adicionais. Usinas nucleares: a construção de Angra 3 já havia sido incluída no Plano Decenal de Energia (PDE) 2007/2016, que tinha a previsão de sua entrada em operação para Setembro de 2014.

7 No entanto, o cronograma das obras está atrasado e as novas previsões são de que a completa instalação do canteiro de obras e a concretagem de regularização e impermeabilização do terreno (para a execução das fundações) ocorram até Dezembro deste ano. O próximo dia 12 de Setembro está sendo chamado de o Marco Zero, com o início da concretagem da laje de fundação do edifício do reator. Segundo o cronograma revisto, a construção da usina deverá estender se até Maio de Custo estimado pelo Governo em Dezembro de 2007: R$ 7,3 bilhões (não computados os investimentos já realizados no passado, como a compra dos equipamentos estocados há anos na NUCLEP de Itaguaí/RJ, por exemplo). O Plano Nacional de Energia (PNE) 2030 trabalha com duas projeções diferentes: um cenário de referência, mais comedido, onde seriam incorporados ao sistema elétrico nacional mais MW, vindos de usinas termonucleares, e um cenário muito otimista, onde esse acréscimo subiria para 6 GW ou até 8 GW produzidos em usinas nucleares. O Pacote do Governo Lula para o setor prevê, ainda, a instalação de duas novas centrais nucleares: uma localizada no Nordeste (NE) e outra situada entre as regiões Sudeste (SE) e Centro Oeste (CO). Inicialmente, cada central dessas teria dois reatores, podendo, no entanto, acomodar ampliações para até seis reatores cada. Os prazos estipulados são: definição do local da central do NE até o começo de 2010, início dos estudos de localização da central do SE/CO em 2010, inauguração do primeiro reator no NE em 2019, entrada em operação do segundo reator do NE em 2021, inauguração da primeira usina do SE em 2023 e início da operação da segunda usina do SE em O assessor da presidência da ELETRONUCLEAR, Leonam dos Santos, defendeu a construção das novas usinas nucleares com o argumento de que elas requerem um volume de investimentos maior, mas esse investimento tem um caráter estratégico; as usinas nucleares têm um maior impacto econômico, mas há outras vertentes a serem consideradas..., estando a defesa entre elas. Custo estimado pelo Governo para as novas centrais do NE e SE/CO: de R$ 20 a 25 bilhões (cerca de R$ 5,2 a 6 bilhões por reator de MW de capacidade) Depósito de lixo radioativo: o estabelecimento de um depósito nacional para rejeitos de baixa e média intensidade (oriundos das usinas, da fabricação de elementos combustíveis, das atividades de defesa e das aplicações da energia nuclear na medicina, agricultura, indústria, construção civil e pesquisa) tem o seguinte cronograma proposto: escolha do local em 2011, construção em 2014 e entrada em operação em 2018 Estimativa de custo desse depósito feita pelo Governo: R$ 250 milhões

8 Já a construção de um depósito intermediário de longa duração (para 500 anos) para armazenamento dos combustíveis usados, originários das usinas nucleares, deverá percorrer um caminho bem mais longo e complicado. Os estudos iniciais têm usado as instalações de El Cabril (Espanha) como referência. No entanto, a proposta do Governo Lula é de desenvolvimento de uma unidade experimental até 2014, a análise dos seus resultados na operação prática e, só então, a construção de um depósito em escala. Assim, a seleção do local para esse depósito ficaria para 2017, o início da construção para 2019 e a sua entrada em operação para Não há uma estimativa de investimento para a construção da unidade experimental e nem do depósito intermediário de longa duração. Também não há uma previsão de custo de operação desse depósito por 500 anos. Previsão do Governo para investimento em P&D até 2014: R$ 50 milhões fonte: ELETRONUCLEAR Novo reator experimental: há quatro reatores experimentais atualmente sendo usados no país: o Triga (em Belo Horizonte), o Argonauta (no Rio de Janeiro), o EAN1 (no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares/IPEN, em São Paulo) e o MB (no Centro de Pesquisas da Marinha). O Governo propõe a construção de um novo reator de pesquisas até 2014 e acena com a possibilidade de sua instalação ocorrer em Pernambuco, provavelmente na UFPE. Como parte da justificativa para esse investimento, o MCT cita a atual crise mundial no abastecimento de radioisótopos, que tem impossibilitado a realização de diagnósticos e tratamentos médicos; um novo reator experimental ajudaria na produção desses radioisótopos.

9 Investimento previsto pelo Governo: R$ 1,4 bilhão Submarinos: segundo o Plano Estratégico Nacional de Defesa, as atividades da Marinha na área nuclear visam dois objetivos: a dissuasão de concentração de forças (a defesa da fronteira marítima distante e a negação do uso do mar, no jargão militar) e os usos pacíficos da energia nuclear (domínio da propulsão nuclear, conhecimento do projeto e construção de submarinos e estabelecimento de uma frota de submarinos nucleares). Sobre o primeiro objetivo, o assessor da presidência da ELETRONUCLEAR, Leonam dos Santos, fez uma acalorada explanação sobre como a hegemonia foi historicamente obtida por alguns países através do domínio do mar. Destacando os submarinos como os mais fortes instrumentos de negação do uso do mar, citou os exemplos da Alemanha, com sua supremacia naval nas duas Grandes Guerras, e da Inglaterra, que com apenas dois submarinos nucleares eliminou a ameaça da Marinha argentina, apesar de, segundo ele, também temerem os submarinos convencionais portenhos. Para Leonam dos Santos, um submarino nuclear é mais forte do que qualquer bomba [atômica] do Irã ou da Coréia do Norte, que tem um efeito mais político do que militar. Não foi feita nenhuma menção à recusa do Brasil, por pressão do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, em assinar o Protocolo Adicional ao Acordo de Salvaguardas Nucleares. O projeto de desenvolvimento do submarino nuclear brasileiro tem as seguintes metas: início da produção de hexafluoreto de urânio na usina de demonstração (para a fabricação do combustível dos submarinos nucleares) em Julho de 2010, implantação do estaleiro para a construção de submarinos em litoral sul fluminense até 2014, entrada em operação do protótipo de reator (LABGENE) em Dezembro de 2014, construção do primeiro submarino nuclear nacional entre 2015 e Não foi especificado o valor da construção do estaleiro e da base dos submarinos nucleares; notícias na imprensa fixam esse investimento em R$ 28,4 bilhões. Também não foi apresentada nenhuma estimativa de custo de construção de cada submarino nuclear a partir de Revisão da legislação: de acordo com a apresentação do assessor da presidência da ELETRONUCLEAR, deverá ser feito um esforço para a revisão paulatina da legislação do setor, para adaptação à realidade atual de retomada do Programa Nuclear Brasileiro. Os artigos da Constituição Federal sobre o tema, como o que trata da exploração de atividades nucleares de qualquer natureza (art.21) e o que versa sobre o monopólio da União no setor (art.177), deverão ser objeto de análise. Os artigos 49 e 225 também deverão ser avaliados na revisão proposta.

10 Admitiu se a necessidade premente de entrada de capital privado na indústria nuclear e até da privatização de certas atividades. Citou se o caso da INB e da ELETRONUCLEAR que são estatais, mas em regime de capital aberto. Segundo o palestrante, no mundo todo, a geração termonuclear tem participação do Estado em diferentes níveis. Mesmo no Brasil, de acordo com ele, a mineração poderia ficar sob o controle do Estado, mas operação ser privada. Ilustrou a sua tese comparando as minas de Caetité/BA (operada diretamente pela INB) com as de Santa Quitéria/CE e de Pitinga/AM (onde empresas privadas exploram fosfato, nióbio e outros minerais e repassam o urânio à INB). Pela Constituição de 1988, a construção de uma usina nuclear, por exemplo, precisa de lei específica. Segundo Leonam dos Santos, o problema está na interpretação: essa lei específica deve autorizar de modo genérico a construção de um reator nuclear ou deve ser absolutamente específica, detalhando o local da construção, o tipo de reator, etc. De acordo com ele, como precisar os detalhes no texto da lei, se ainda não houve o licenciamento, e como licenciar, se isto só pode ser feito depois da edição da tal lei específica? Agências e empresas: no bojo dessa revisão da legislação, a sobreposição de funções da CNEN deverá ser eliminada, com o fomento das atividades nucleares sendo separado da regulamentação do setor. Assim, como já tem sido anunciado pelos jornais há tempos, será criada a Agência Nuclear Brasileira (ANB), subordinada ao MCT. Também no âmbito desse Ministério, deverá ser criada a Empresa Brasileira de Gerenciamento de Rejeitos Nucleares e Radioativos (EBGR), responsável pela implantação e operação dos depósitos intermediários e finais, com fins comerciais de prestação de serviços a clientes, já que o lixo radioativo produzido nas várias aplicações da energia nuclear é hoje armazenado, de modo provisório, dentro das unidades da CNEN por todo o país e nos vasos dos próprios reatores, no caso das usinas de Angra dos Reis/RJ. Outra estatal a ser fundada no MCT é Empresa Brasileira de Radiofármacos (EBR), encarregada de atender à demanda nacional, garantindo a produção de elementos de baixo retorno econômico e assegurando a disponibilidade e distribuição de radiofármacos por todas as regiões do país. Dentro da programação do workshop em Recife, foi feita uma apresentação sobre o Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear (IBQN) que, em conjunto com a empresa certificadora alemã TUV Nord, tem realizado o monitoramento das usinas Angra 1 e 2. Estudos para a localização das novas usinas A construção de usinas nucleares no Nordeste, ao contrário do que muitos ambientalistas poderiam pensar, não é um projeto novo. Há várias décadas a CHESF acalenta esse sonho, tendo iniciado seus primeiros esboços logo após a conclusão

11 dos projetos de Xingó (no Rio São Francisco, na divisa entre Alagoas e Sergipe) e Tucuruí 2 (no Pará). Entre os velhos companheiros de UFPE, lembrou se de uma reunião realizada em Paulo Afonso/BA, ainda nos tempos da antiga NUCLEBRÁS (posteriormente desmembrada em INB e ELETRONUCLEAR durante o Governo Collor), onde se traçaram os primeiros planos para a construção. Lembraram que, em 1981, a fábrica da NUCLEP (em Itaguaí/RJ, ao lado da futura base de submarinos nucleares) já estaria preparada para produzir de 40 a 50% dos equipamentos pesados necessários para a quarta usina nuclear brasileira, a do Nordeste. Apesar de não precisarem as datas, os egressos da velha faculdade de engenharia do Recife, citaram como significativa certa ordem partida de Brasília para que a CHESF fosse responsável pela implantação das usinas nucleares que se seguiriam às de Angra (uma vez que o Governo de São Paulo havia barrado a instalação dos reatores previstos no Acordo de Cooperação Nuclear Brasil Alemanha em seu litoral, entre Peruíbe e Iguape, criando a Estação Ecológica Juréia Itatins no lugar pretendido para a obra. No entanto, como não havia condições de carga no Nordeste (leia se demanda ), o projeto teve que ser adiado. A apresentação dos estudos de localização foi feita por Dráusio Lima Atala, da ELETRONUCLEAR, e Carlos Frederico Barros (da COPPE/UFRJ, contratada para o serviço). Como não há norma brasileira que defina quais são os procedimentos ou critérios para a escolha de uma local adequado para esse tipo de empreendimento (a CNEN ainda trabalha para a edição dessa norma nacional), para as usinas nucleares do Nordeste serão utilizados critérios internacionais, mais especificamente os do Eletric Power Research Institute (EPRI), uma instituição de pesquisa e desenvolvimento do setor norte americana. O funcionário da ELETRONUCLEAR iniciou a sua fala destacando que a entrada de capital privado no setor é fundamental se quisermos construir mais de uma usina nuclear ao mesmo tempo. Com uma lógica muito particular, defendeu essa escala de crescimento da sua indústria baseado em um aumento cada vez maior do consumo de eletricidade: é sustentável consumirmos como o mundo desenvolvido. Explicou que sítio perfeito não existe; estamos procurando o melhor possível e que, apesar de estarem começando o processo de screening (peneiramento), qualquer resultado não será anunciado antes de haver um plano de comunicação. Atala disse ainda que os procedimentos de escolha e de contato prévio com as comunidades envolvidas serão incluídos já como parte do licenciamento ambiental. Nesse ponto, alguém da platéia sugeriu que se criasse um programa de monitoramento ambiental e que seus resultados fossem registrados em cartório antes mesmo do início da obra, para ser usado em eventuais contrastes quando alguém acusasse a empresa pela contaminação da área, por exemplo.

12 Houve também uma acalorada manifestação da audiência pela limitação das compensações socioambientais para que não inviabilizem futuros projetos energéticos. O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME e ex aluno da UFPE, Altino Ventura Filho, citou as exigência da construção de eclusas nas barragens do Rio Madeira como exemplos desses exageros. Eclusas são assunto do pessoal de transportes, pesca, turismo e não uma obrigação do construtor da hidrelétrica profetizou. Pelos cálculos da ELETRONUCLEAR, o atendimento às condicionantes do MMA alcançará valor equivalente à 4% do custo da construção de Angra 3, algo inadmissível para a maioria dos presentes ao workshop de Recife. Dráusio Atala retomou seu discurso dizendo que a ELETRONUCLEAR estava tomando todas as precauções com referência aos impactos sociais e ambientais de Angra 3. Como ilustração, mencionou medidas como a proibição da construção, por parte das empreiteiras, de dormitórios para os empregados da obra (para garantir que sejam contratados trabalhadores que já moram na cidade e não seja trazida mão de obra de fora, evitando migração e fixação de novos habitantes em condições precárias). Outra precaução tomada, segundo o engenheiro, foi a contratação da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) para realizar estudo comparativo da ocorrência de câncer e anencefalia em Cabo Frio/RJ e em Angra dos Reis/RJ (para comprovação das condições normais de vida nas proximidades das usinas). Também foi citado o estudo realizado pela COPPE/UFRJ sobre como seria a movimentação da população angrense no caso de uma eventual emergência na central nuclear. Merece destaque na fala de Atala a menção à obrigatoriedade da usina nuclear estar conectada a várias linhas de transmissão independentes, para poder escoar a energia produzida e não correr o risco de, como se diz no jargão técnico, se afogar nela própria. De fato, essas usinas não podem ser desligadas como em um passe de mágica, de uma hora para outra e, assim, não têm como ficar sem ter para onde despachar a energia nelas gerada, seja por falta de demanda, seja por alguma interrupção na transmissão! Ele previu que a aprovação do local pela CNEN leve de seis meses a um ano, se esse processo de escolha for bem completo. Ao contrário do que poderíamos supor, Atala defendeu que o licenciamento de uma nova usina nuclear deverá ser até mais rápido do que foi o de Angra 3 ( mais complicado por se tratar de uma máquina muito antiga, fabricada em um tempo em que a legislação não era tão avançada e rigorosa ). E completou: com máquinas novas e trabalhando o licenciamento com um fornecedor (Areva, Westhinghouse, etc.) já desde o começo, será mais rápido. Nunca se debateu tanto um empreendimento como no caso de Angra 3, disse o engenheiro da ELETRONUCLEAR. Foram dezessete reuniões comunitárias, com os moradores das praias ao redor da usina, duas audiências em Rio Claro/RJ, duas em Parati/RJ, duas em Angra dos Reis/RJ, uma na cidade do Rio de Janeiro, uma na sede

13 da Ordem dos Advogados do Brasil OAB/RJ e uma na Assembléia Legislativa do Estado (RJ). Fizemos até uma audiência em Ubatuba/SP, que foi boa prá comprovar que eles não tinham direito a nenhuma compensação (risadas da platéia). Espero que nossos amigos de Ubatuba pensem melhor antes de aceitarem patrocínios da ELETRONUCLEAR para eventos como cursos de observação de borboletas. Esse é um dinheiro que sai bem caro! Atala continuou: Aprendemos a ser pró ativos. Para Angra 3, fizemos um análise de até onde incomodamos, traçamos um raio de cinquenta quilômetros ao redor da usina e iniciamos as dezessete reuniões comunitárias prévias. Salientou as sessenta condicionantes impostas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) no licenciamento prévio e as quarenta e cinco no licenciamento de instalação e assegurou o cumprimento dessas demandas já que todas entraram para o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) junto com Angra 3. Resta saber às custas de quem, se da ELETRONUCLEAR (sendo computadas no custo da eletricidade gerada em Angra) ou dos Tesouros nacional e estadual (como um subsídio indireto, para tornar a tarifa nuclear competitiva)? Como se fosse uma resposta a esta pergunta, o funcionário da ELETRONUCLEAR completou: mas o cumprimento das condicionantes depende também de outros órgãos. O presidente da ABDAN, Antônio Muller, interrompeu a oratória ufanista para ridicularizar as condicionantes impostas pelo MMA: temos que contemplar a evacuação dos animais domésticos no Plano de Emergência das usinas; eu pergunto: onça pintada é animal doméstico? (clara alusão à importância dada pelo MMA aos cães e gatos de estimação e à falta de preocupação com a fauna selvagem que habita a Mata Atlântica ao redor da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto CNAAA) Retomando o capítulo compensações, Dráusio Atala orgulhosamente incluiu dentre as melhorias possibilitadas com recursos da sua empresa: nove ônibus para levar os funcionários das usinas para estudarem no Rio de Janeiro todas as noites, um convênio com a Fundação ELETRONUCLEAR de Assistência Médica (que atende aos próprios funcionários) e uma verba de R$ 100 milhões para o hospital da Praia Brava (localizado na vila dos engenheiros da usina). Quanto ao compromisso socioambiental da empresa, foi enfático: para cada apoio que damos, há uma coleta de evidências para a área de Responsabilidade Social. Uma certa ajuda dada à Confederação das Mulheres foi louvada como exemplo dessa visão social e ambiental da estatal. Ao final do workshop, ainda no Recife Palace Hotel, Dráusio Atala, lançou o seu livro Usinas Nucleoelétricas: Escolha de Local, publicado pela ABDAN, onde discorre em 119 páginas como é feita a identificação do sítio para a construção de uma usina nuclear, tirando como base as normas do já mencionado EPRI norte americano.

O MERCADO DE TRABALHO E OPORTUNIDADES NO SETOR NUCLEAR

O MERCADO DE TRABALHO E OPORTUNIDADES NO SETOR NUCLEAR O MERCADO DE TRABALHO E OPORTUNIDADES NO SETOR NUCLEAR rimeira Semana de Engenharia Nuclear e Ciências das Radiações - UFMG 29/05/2012 Ilson Soares Chefe da Divisão de Treinamento SUMÁRIO INSTITUIÇÕES

Leia mais

A Opção Nuclear Brasileira Estratégia irreversível para o desenvolvimento nacional Oportunidades e desafios da engenharia e da indústria brasileira

A Opção Nuclear Brasileira Estratégia irreversível para o desenvolvimento nacional Oportunidades e desafios da engenharia e da indústria brasileira APRESENTAÇÃO O potencial hidrelétrico brasileiro, que atualmente é a prioridade do governo federal, começa a se esgotar dentro de aproximadamente 20 anos. Diante dessa perspectiva, a energia nuclear passou

Leia mais

INB inicia produção regular de urânio enriquecido

INB inicia produção regular de urânio enriquecido INB inicia produção regular de urânio enriquecido A Fábrica de Combustível Nuclear (FCN) de Resende iniciou a produção regular de serviços de enriquecimento de urânio para as usinas do país. O evento ocorreu

Leia mais

2014-LAS-ANS Symposium on

2014-LAS-ANS Symposium on Panorama do Setor Nuclear Brasileiro para Geração Elétrica 2014-LAS-ANS Symposium on Small Modular Reactors for Nuclear Power Rio de Janeiro, 21-24 July 2014 Luiz Soares Diretor Técnico 2014-LAS-ANS Symposium

Leia mais

O Globo 09/01/2011 Desmatobrás Construção de 61 hidrelétricas provocará desmatamento de 5,3 mil km2, equivalente à área do Grande Rio Liana Melo e

O Globo 09/01/2011 Desmatobrás Construção de 61 hidrelétricas provocará desmatamento de 5,3 mil km2, equivalente à área do Grande Rio Liana Melo e O Globo 09/01/2011 Desmatobrás Construção de 61 hidrelétricas provocará desmatamento de 5,3 mil km2, equivalente à área do Grande Rio Liana Melo e Henrique Gomes Batista Ogoverno planeja desmatar 5,3 mil

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

ALEXANDRE UHLIG Instituto Acende Brasil. EXPANSÃO DA GERAÇÃO NA ERA PÓS- HIDRELÉTRICA Guia para debates

ALEXANDRE UHLIG Instituto Acende Brasil. EXPANSÃO DA GERAÇÃO NA ERA PÓS- HIDRELÉTRICA Guia para debates ALEXANDRE UHLIG Instituto Acende Brasil EXPANSÃO DA GERAÇÃO NA ERA PÓS- HIDRELÉTRICA Guia para debates QUESTÕES PARA REFLEXÃO 1 2 Qual o padrão atual da oferta de eletricidade no Brasil? Qual o padrão

Leia mais

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS ENERGIA NUCLEAR

PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS ENERGIA NUCLEAR Programas mobilizadores em áreas estratégicas PROGRAMAS MOBILIZADORES EM ÁREAS ESTRATÉGICAS ENERGIA NUCLEAR Legenda: branco = PDP original Amarelo = modificação posterior ao lançamento da PDP Vermelho

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

17 a 19 de novembro de 2008 Auditório do Clube de Engenharia Rio de Janeiro RJ

17 a 19 de novembro de 2008 Auditório do Clube de Engenharia Rio de Janeiro RJ APRESENTAÇÃO Paralela à necessidade e a previsão de investimentos do Brasil na geração de energia elétrica, que deverá destinar recursos da ordem de R$ 274,8 bilhões nos próximos quatro anos, através do

Leia mais

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017) Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)

Leia mais

Energia nuclear 1 INTRODUÇÃO 2 FISSÃO NUCLEAR. leve usa como combustível o urânio 235 (também chamado de urânio enriquecido) e como

Energia nuclear 1 INTRODUÇÃO 2 FISSÃO NUCLEAR. leve usa como combustível o urânio 235 (também chamado de urânio enriquecido) e como 1 INTRODUÇÃO Energia nuclear Energia nuclear, energia liberada durante a fissão ou fusão dos núcleos atômicos. As quantidades de energia que podem ser obtidas mediante processos nucleares superam em muito

Leia mais

ETENE. Energias Renováveis

ETENE. Energias Renováveis Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito

Leia mais

Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação de Testagem

Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação de Testagem ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A. Diretoria de Administração e Finanças DA Superintendência de Recursos Humanos SH.A Gerência de Desenvolvimento e Capacitação- GDC.A Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação

Leia mais

PESQUISA RELATÓRIO 1/2 PESQUISA PRESIDENTE GOVERNADOR - SENADOR CONTRATANTE DA PESQUISA: PARTIDO DA REPÚBLICA-PR MINAS GERIAS ESTADO: MINAS GERAIS

PESQUISA RELATÓRIO 1/2 PESQUISA PRESIDENTE GOVERNADOR - SENADOR CONTRATANTE DA PESQUISA: PARTIDO DA REPÚBLICA-PR MINAS GERIAS ESTADO: MINAS GERAIS PESQUISA RELATÓRIO 1/2 PESQUISA PRESIDENTE GOVERNADOR - SENADOR CONTRATANTE DA PESQUISA: PARTIDO DA REPÚBLICA-PR MINAS GERIAS ESTADO: MINAS GERAIS PERÍODO DE REALIZAÇÃO DOS TRABALHOS: 12 A 19 DE SETEMBRO

Leia mais

O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios

O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios O Setor Elétrico Brasileiro e a Sustentabilidade no Século 21 Oportunidades e Desafios Português Resumo Executivo Esta é a segunda edição revista e ampliada da publicação: O Setor Elétrico Brasileiro e

Leia mais

A Opção Nuclear Brasileira Estratégia irreversível para o desenvolvimento nacional Oportunidades e desafios da engenharia e da indústria brasileira

A Opção Nuclear Brasileira Estratégia irreversível para o desenvolvimento nacional Oportunidades e desafios da engenharia e da indústria brasileira APRESENTAÇÃO O potencial hidrelétrico brasileiro, que atualmente é a prioridade do governo federal, começa a se esgotar dentro de aproximadamente 20 anos. Diante dessa perspectiva, a energia nuclear passou

Leia mais

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Região Norte 1. Qual a diferença entre região Norte, Amazônia Legal e Amazônia Internacional? A região Norte é um conjunto de 7 estados e estes estados

Leia mais

A Hora Legal Brasileira e o sistema de fusos horários Sabina Alexandre Luz

A Hora Legal Brasileira e o sistema de fusos horários Sabina Alexandre Luz A Hora Legal Brasileira e o sistema de fusos horários Sabina Alexandre Luz Estamos certamente acostumados a ouvir a indicação horário de Brasília quando a hora é anunciada na rádio. Esta indicação refere-se

Leia mais

Apresentação CEI. Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica

Apresentação CEI. Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica Apresentação CEI Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica A CEI é produtora independente de energia em MG, com 9 usinas em operação, 15 empreendimentos hidrelétricos em desenvolvimento (130MW) e

Leia mais

Iniciativas Futuro Verde" do Japão

Iniciativas Futuro Verde do Japão 1. Compreensão Básica Iniciativas Futuro Verde" do Japão 1. Nas condições atuais, em que o mundo está enfrentando diversos problemas, como o crescimento populacional, a urbanização desordenadas, a perda

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

PROGRAMA DE INCENTIVO PARA A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS NA ÁREA NUCLEAR

PROGRAMA DE INCENTIVO PARA A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS NA ÁREA NUCLEAR PROGRAMA DE INCENTIVO PARA A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS NA ÁREA NUCLEAR III ENIN 28 de Novembro de 2013 Wilson Jorge Montalvão Assistente do Presidente SUMÁRIO CENTRAL NUCLEAR ALMIRANTE ÁLVARO ALBERTO (Hoje)

Leia mais

COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 2.349, DE 2006 (MENSAGEM N o 489, DE 2006) Aprova o texto do Acordo sobre o Fortalecimento da

Leia mais

GrandAmazon. Energia para o futuro Os desafios da sustentabilidade. Wilson Ferreira Jr. e Miguel Saad 16/03/2012

GrandAmazon. Energia para o futuro Os desafios da sustentabilidade. Wilson Ferreira Jr. e Miguel Saad 16/03/2012 GrandAmazon Energia para o futuro Os desafios da sustentabilidade Wilson Ferreira Jr. e Miguel Saad 16/03/2012 A alta complexidade do sistema elétrico brasileiro traz 3 grandes desafios para a política

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 37 Discurso na cerimónia de retomada

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

O PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO E A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

O PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO E A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS O PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO E A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Primeira Semana de Engenharia Nuclear COPPE / UFRJ 15/08/2011 Ilson Soares Chefe da Divisão de Treinamento UMA PERSPECTIVA DA EMPRESA CONSUMIDORES

Leia mais

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo

Leia mais

XI CONGRESSO DOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO MEIO AMBIENTE. Relator: Gilberto Leme Garcia Promotor de Justiça de Meio Ambiente da Capital/SP

XI CONGRESSO DOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO MEIO AMBIENTE. Relator: Gilberto Leme Garcia Promotor de Justiça de Meio Ambiente da Capital/SP XI CONGRESSO DOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO MEIO AMBIENTE PAINEL VI 05/08/11 Relator: Gilberto Leme Garcia Promotor de Justiça de Meio Ambiente da Capital/SP Dráusio Barreto Secretário Municipal

Leia mais

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Agosto/2009 SDS Edifício Eldorado salas 106/109 CEP 70392-901 Brasília DF Telefax: (61) 3225-2288 E-mail: fneng@fne.org.br

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

Clipping, Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010 Jornal do Commercio PE (28/12/09) - online Porto Gente (04/01/10) online

Clipping, Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010 Jornal do Commercio PE (28/12/09) - online Porto Gente (04/01/10) online Clipping, Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010 Jornal do Commercio PE (28/12/09) - online Porto Gente (04/01/10) online Pernambuco Na indústria, mais demanda por trabalho Texto publicado em 28 de Dezembro

Leia mais

Responsabilidade Social, Preservação Ambiental e Compromisso com a Vida: -Sustentabilidade - Energia Renovável e Limpa!

Responsabilidade Social, Preservação Ambiental e Compromisso com a Vida: -Sustentabilidade - Energia Renovável e Limpa! Responsabilidade Social, Preservação Ambiental e Compromisso com a Vida: -Sustentabilidade - Energia Renovável e Limpa! Programa de Comunicação Social e Educação Ambiental Sonora-MS Outubro/2012 ONDE ESTAMOS?

Leia mais

Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho

Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho Pronunciamento do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Antonio Palocci Filho Brasília, 02/01/2011 (Saudações e agradecimentos)... Senhoras e senhores,

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

DE DÉCADAS DE ESTAGNAÇÃO DO MERCADO INDUSTRIAL, VERIA A REDUÇÃO DE OPORTUNIDADES, CEDIDAS À INVASÃO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS?

DE DÉCADAS DE ESTAGNAÇÃO DO MERCADO INDUSTRIAL, VERIA A REDUÇÃO DE OPORTUNIDADES, CEDIDAS À INVASÃO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS? CUMPRIMENTO AOS SENHORES E SENHORAS PRESENTES, NA PESSOA DO PRESIDENTE DA COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO, EXCELENTÍSSIMO DEPUTADO ROBERTO SANTIAGO, A QUEM PARABENIZO PELA CONVOCAÇÃO

Leia mais

PERNAMBUCO TERÁ UMA USINA NUCLEAR?

PERNAMBUCO TERÁ UMA USINA NUCLEAR? PERNAMBUCO TERÁ UMA USINA NUCLEAR? A usina nuclear será instalada no município de Itacuruba na Mesorregião do São Francisco em Pernambuco. Música: Rosa de Hiroshima Localização de Itacuruba O município

Leia mais

PAC Programa de Aceleração do Crescimento. Retomada do planejamento no país. Marcel Olivi

PAC Programa de Aceleração do Crescimento. Retomada do planejamento no país. Marcel Olivi PAC Programa de Aceleração do Crescimento Retomada do planejamento no país Marcel Olivi PAC PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO Lançado em 22/01/2007 o programa é constituído por Medidas de estímulo

Leia mais

NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP

NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP O abastecimento da RMSP foi concebido para atuação integrada entre seus sistemas produtores, buscando sempre a sinergia

Leia mais

Plano Básico Ambiental

Plano Básico Ambiental Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e Plano Básico Ambiental SEÇÃO VI - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO RÁDIOLÓGICO Projeto 3 Monitoramento Sismológico 0 Emissão inicial 14/06/2010

Leia mais

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia Urânio: Alguns Aspectos relacionados com as Pesquisas, Produção, Demanda e Mercado de Urânio no Brasil e no Mundo SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro

Leia mais

Geração Elétrica Total. Cenário de Referência (2007)

Geração Elétrica Total. Cenário de Referência (2007) Geração Elétrica Total Cenário de Referência (2007) Greenpeace Brasil Somos uma organização global e independente que atua para defender o meio ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem

Leia mais

São Paulo, 28 de abril de 2006. Ref.: Contribuição à Consulta Pública Plano Decenal de Energia Elétrica PDEE 2006/2015

São Paulo, 28 de abril de 2006. Ref.: Contribuição à Consulta Pública Plano Decenal de Energia Elétrica PDEE 2006/2015 São Paulo, 28 de abril de 2006 CT/301/2006 Excelentíssimo Senhor Silas Rondeau Ministério de Minas e Energia Brasília DF CC: Ministério de Minas e Energia Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA Nº 04

TERMO DE REFERENCIA Nº 04 TERMO DE REFERENCIA Nº 04 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PARA APOIO NA ELABORAÇÃO DE PRODUTO REFERENTE À AÇÃO 02 DO PROJETO OBSERVATÓRIO LITORAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO PÓLIS EM PARCERIA COM A PETROBRAS. Perfil:

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC

Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Notas sobre o balanço de um ano do PAC Brasília, 22 de janeiro de 2008 NOTAS SOBRE O BALANÇO DE UM ANO DO PAC AVALIAÇÃO GERAL Pontos positivos e destaques: 1)

Leia mais

Curso de Gestão de Águas Pluviais

Curso de Gestão de Águas Pluviais Curso de Gestão de Águas Pluviais Capítulo 4 Prof. Carlos E. M. Tucci Prof. Dr. Carlos E. M. Tucci Ministério das Cidades 1 Capítulo 4 Gestão Integrada Conceito Marcos Mundiais, Tendência e Estágio Institucional

Leia mais

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt)

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt) Esterofoto Geoengenharia SA Álvaro Pombo Administrtador (www.estereofoto.pt) Q. Conte-nos um pouco da historia da empresa, que já tem mais de 30 anos. R. A Esterofoto é uma empresa de raiz, a base da empresa

Leia mais

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL GESEL / SINERGIA / EDF A OPÇÃO NUCLEAR PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento

Leia mais

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR

Leia mais

AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO Aristides Pereira Lima Green 1 Frederico Cavadas Barcellos 2 Deborah Moreira Pinto 3 I. Introdução As regiões semi-áridas se

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA. PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA. PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 Altera dispositivos da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e da Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, para promover a geração e o consumo

Leia mais

Guerra fria (o espaço mundial)

Guerra fria (o espaço mundial) Guerra fria (o espaço mundial) Com a queda dos impérios coloniais, duas grandes potências se originavam deixando o mundo com uma nova ordem tanto na parte política quanto na econômica, era os Estados Unidos

Leia mais

Propostas de luta para tornar nossa. vida melhor. Maio de 2003

Propostas de luta para tornar nossa. vida melhor. Maio de 2003 Propostas de luta para tornar nossa vida melhor Maio de 2003 Companheiros e companheiras A s políticas capitalistas neoliberais, aplicadas com mais força no governo FHC, foram muito duras com os trabalhadores

Leia mais

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará ações de cidadania Onde o sol nasce ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará O triste cenário já é um velho conhecido por

Leia mais

Unidade de Conservação marinha passa a ser o 11º sítio Ramsar brasileiro e o primeiro na Bahia

Unidade de Conservação marinha passa a ser o 11º sítio Ramsar brasileiro e o primeiro na Bahia Unidade de Conservação marinha passa a ser o 11º sítio Ramsar brasileiro e o primeiro na Bahia Ao anunciar o título de "Sítio Ramsar" ao Parque Nacional Marinho de Abrolhos, o ministro do Meio Ambiente

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30

Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30 1 Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30 Entrevistador- Como o senhor vê a economia mundial e qual o posicionamento do Brasil, após quase um ano da quebra do

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A VIDA NO PLANETA: SOMOS CONSUMIDORES RESPONSÁVEIS?

REFLEXÕES SOBRE A VIDA NO PLANETA: SOMOS CONSUMIDORES RESPONSÁVEIS? REFLEXÕES SOBRE A VIDA NO PLANETA: SOMOS CONSUMIDORES RESPONSÁVEIS? Ensino Fundamental II e Ensino Médio O sistema capitalista move a nossa sociedade, sendo um modelo econômico atual que pressupõe uma

Leia mais

3º. Seminário Nacional de Segurança e Saúde no Setor Elétrico Brasileiro

3º. Seminário Nacional de Segurança e Saúde no Setor Elétrico Brasileiro SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA, SAÚDE OCUPACIONAL E MEIO AMBIENTE: A EXPERIÊNCIA DA Rio de Janeiro, 2002 ! A Light - Serviços de Eletricidade S.A. foi constituída em 9 de julho de 1904, no Canadá, e recebeu

Leia mais

O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas.

O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O que é o dever de Consulta Prévia? O dever de consulta prévia é a obrigação do Estado (tanto do Poder Executivo, como do Poder Legislativo)

Leia mais

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL *

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * Lúcio Alcântara ** Durante o dia de hoje estaremos dando continuidade aos debates que vêm sendo realizados desde o início do governo Lula sobre a reestruturação

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica LEI N o 5.899, DE 5 DE JULHO DE 1973. Dispõe sobre a aquisição dos serviços de eletricidade da ITAIPU e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

S.O.S TERRA. Associated Press

S.O.S TERRA. Associated Press S.O.S TERRA O mundo atravessa uma fase crítica com relação ao clima e aos desafios energéticos. Se a Terra falasse, com certeza pediria socorro! Mas os desastres naturais já falam por ela e dizem muito

Leia mais

Editorial. Stella Cintra Diretora-presidente

Editorial. Stella Cintra Diretora-presidente Editorial Em Março, com o início do período para envio das declarações de Imposto de Renda de 2009, recebemos algumas mensagens de colaboradores perguntando sobre a possibilidade de desconto dos valores

Leia mais

Como saber se sua empresa é. Sustentável Guia Definitivo para Diagnóstico

Como saber se sua empresa é. Sustentável Guia Definitivo para Diagnóstico Como saber se sua empresa é Sustentável Guia Definitivo para Diagnóstico Sumário 02 Introdução Presença na estratégia Práticas Pré produção Práticas Produção Práticas Gestão Como verificar 03 04 06 07

Leia mais

Pesquisa e Desenvolvimento que geram avanços

Pesquisa e Desenvolvimento que geram avanços P&D O compromisso das empresas com o desenvolvimento sustentável por meio da energia limpa e renovável será demonstrado nesta seção do relatório. Nela são disponibilizados dados sobre a Pesquisa, Desenvolvimento

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO JOÃO HERRMANN NETO (PDT/SP), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM.../.../... Senhor Presidente

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO JOÃO HERRMANN NETO (PDT/SP), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM.../.../... Senhor Presidente DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO JOÃO HERRMANN NETO (PDT/SP), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM.../.../... Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados, As águas subterrâneas que formam os aqüíferos

Leia mais

Como as empresas podem minimizar os efeitos da crise e manterem-se competitivas?

Como as empresas podem minimizar os efeitos da crise e manterem-se competitivas? Como as empresas podem minimizar os efeitos da crise e manterem-se competitivas? Professor e consultor Álvaro Camargo explica a importância dos processos de aproveitamento de lições aprendidas nas organizações

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Formação Socioambiental 3º Encontro Planejando intervenções Polo 6 P.E. Serra do Mar Núcleo Caraguatatuba Algo que pode provocar ou, também, inspirar...

Leia mais

A Cooperação Energética Brasil-Argentina

A Cooperação Energética Brasil-Argentina 9 A Cooperação Energética Brasil-Argentina + Sebastião do Rego Barros + Rodrigo de Azeredo Santos Os atuais desafios brasileiros na área energética fizeram com que as atenções de técnicos, investidores,

Leia mais

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo

As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo As Principais Fontes De Energia Presentes No Mundo INTRODUÇÃO: Desde a pré-história o homem vem se utilizando de diversas fortes e formas de energia, para suprir suas necessidades energéticas, por isso,

Leia mais

Posicionamento sobre gás de xisto, óleo de xisto, metano em camada de carvão e fracking

Posicionamento sobre gás de xisto, óleo de xisto, metano em camada de carvão e fracking Posicionamento sobre gás de xisto, óleo de xisto, metano em camada de carvão e fracking Nós, uma aliança de organizações não governamentais dedicadas à saúde e ao meio ambiente, temos sérias preocupações

Leia mais

EDITAL 03/2012/COMUNICAÇÃO BOLSA VERDE TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR PRODUTO

EDITAL 03/2012/COMUNICAÇÃO BOLSA VERDE TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR PRODUTO EDITAL 03/2012/COMUNICAÇÃO BOLSA VERDE TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATO POR PRODUTO I. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO PROJETO BRA/11/021 - PROGRAMA DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS COM INCLUSÃO SOCIAL (PSA)

Leia mais

Células de combustível

Células de combustível Células de combustível A procura de energia no Mundo está a aumentar a um ritmo alarmante. A organização WETO (World Energy Technology and Climate Policy Outlook) prevê um crescimento anual de 1,8 % do

Leia mais

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis usados, além do crescimento de renda da população e

Leia mais

Energia Nuclear: oportunidades, riscos e desafios

Energia Nuclear: oportunidades, riscos e desafios Energia Nuclear: oportunidades, riscos e desafios Por: Drausio Atalla DATA Energia Elétrica é fator fundamental para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida que somente ocorrerá no Brasil se

Leia mais

Proposta para Elaboração do Relatório Ambiental

Proposta para Elaboração do Relatório Ambiental 2009 Proposta para Elaboração do Relatório Ambiental André Paternostro [CDM Energy] 30/3/2009 Proposta para Elaboração do Relatório Ambiental Proposta n 002/2009 PRESERVE AMBIENTAL Salvador /BA Atenção:

Leia mais

Manifesto em Defesa da Renovação das Concessões do Setor de Energia Elétrica Já!

Manifesto em Defesa da Renovação das Concessões do Setor de Energia Elétrica Já! Nosso país possui um dos mais invejáveis sistemas elétricos do mundo, de dimensões continentais. Formado majoritariamente por usinas hidrelétricas, constituise numa das matrizes energéticas mais limpas

Leia mais

ESPELHO DE EMENDA DE APROPRIAÇÃO DE DESPESA

ESPELHO DE EMENDA DE APROPRIAÇÃO DE DESPESA PLN 6 / 9 - LOA Apoio a estudos de viabilidade e projetos de pesquisas em energia hidrelétrica e outras energias renováveis Aprop.- Inclusão Data: 18/11/9 Página: 1 de 6 ÁREA DE GOVERNO Minas e Energia

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

XXI Conferência Nacional dos Advogados

XXI Conferência Nacional dos Advogados DIFICULDADES RELACIONADAS AO E À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. XXI Conferência Nacional dos Advogados Eng. Florestal MSc. Dr. Joesio D. P. Siqueira Vice-Presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Leia mais

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Lisboa, 10 janeiro 2014 António Rendas Reitor da Universidade Nova de Lisboa Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas Queria começar

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DA ENERGIA NUCLEAR E A ESTRUTURA DO SETOR NUCLEAR NO PAÍS

ASPECTOS GERAIS DA ENERGIA NUCLEAR E A ESTRUTURA DO SETOR NUCLEAR NO PAÍS ASPECTOS GERAIS DA ENERGIA NUCLEAR E A ESTRUTURA DO SETOR NUCLEAR NO PAÍS Apresentação no Senado Federal Aquilino Senra COPPE/UFRJ 23/03/2011 AS PRINCIPAIS ÁREAS DA ENGENHARIA NUCLEAR TECNOLOGIA NUCLEAR

Leia mais

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito 1. INTRODUÇÃO O setor de energia sofreu, nos últimos anos, importantes modificações que aumentaram sua complexidade. Para trabalhar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

Cliente: Sindicerv Veículo: www.diariodepetropolis.com.br Data: 09-05-2010 Imagem Corporativa Lei Seca: número de acidentados no trânsito cai 11,6% em abril Núcleo de Imprensa A operação Lei Seca que tem

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE RAÇÕES

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE RAÇÕES ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE RAÇÕES Agosto/15 Análise de Competitividade Rações Resumo da Cadeia de Valores Painel de Indicadores de Monitoramento da Competitividade Setorial Percepção empresarial da competitividade

Leia mais

Estudos e projetos para o Oceanário de Salvador. Categoria Valorização e gestão de atrativos turísticos e criação de novos produtos

Estudos e projetos para o Oceanário de Salvador. Categoria Valorização e gestão de atrativos turísticos e criação de novos produtos Componente 1 Título da Ação Estratégia de Produto Turístico Item 1.4 Objetivos Estudos e projetos para o Oceanário de Salvador Categoria Valorização e gestão de atrativos turísticos e criação de novos

Leia mais

Fusões e Aquisições no Setor Sucroalcooleiro e a Promoção da Bioeletricidade

Fusões e Aquisições no Setor Sucroalcooleiro e a Promoção da Bioeletricidade Fusões e Aquisições no Setor Sucroalcooleiro e a Promoção da Bioeletricidade Nivalde J. de Castro 1 Guilherme de A. Dantas 2 A indústria sucroalcooleira brasileira passa por um intenso processo de fusões

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO As condições para o financiamento do desenvolvimento urbano estão diretamente ligadas às questões do federalismo brasileiro e ao desenvolvimento econômico. No atual

Leia mais

Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia lançamento do Marco Regulatório da Mineração - Brasília/DF

Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia lançamento do Marco Regulatório da Mineração - Brasília/DF Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia lançamento do Marco Regulatório da Mineração - Brasília/DF Deputado André Vargas, presidente em exercício da Câmara dos Deputados.

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG Tamiris Batista Diniz tamirisbdiniz@hotmail.com Discente Geografia UNIFAL-MG 349 Ana Rute do Vale ana.vale@unifal-mg.edu.br

Leia mais

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil Página 1 de 5 Sobre a Revista Ed 24 - fev 04 Home Medical Infocenter Med Atual Edição Atual Serviços Global Home Brasil Home Busca Mapa do Site Fale Conosco Edição Atual Edição Atual Matéria de Capa Artigo

Leia mais

Conheça a trajetória da empresa no Brasil através desta entrevista com o Vice- Presidente, Li Xiaotao.

Conheça a trajetória da empresa no Brasil através desta entrevista com o Vice- Presidente, Li Xiaotao. QUEM É A HUAWEI A Huawei atua no Brasil, desde 1999, através de parcerias estabelecidas com as principais operadoras de telefonia móvel e fixa no país e é líder no mercado de banda larga fixa e móvel.

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às obras da usina hidrelétrica de Jirau

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às obras da usina hidrelétrica de Jirau , Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às obras da usina hidrelétrica de Jirau Porto Velho-RO, 12 de março de 2009 Gente, uma palavra apenas, de agradecimento. Uma obra dessa envergadura não poderia

Leia mais