JUSTIFICATIVA OBJETIVOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "JUSTIFICATIVA OBJETIVOS"

Transcrição

1 CULTURA, MEMÓRIA E TEORIAS EM EDUCAÇÃO: O Ensino da História e Cultura dos Povos Indígenas nas Escolas Municipais de Barra do Bugres/MT Ederval Pereira de Souza 1 Resumo: Nesse projeto de pesquisa pretendo verificar como é efetivada a aplicação da Lei nº /2008, nas escolas municipais do ensino fundamental de Barra do Bugres/MT, localizadas na zona urbana do município, no tocante as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura dos povos indígenas brasileiros. Para a realização desse trabalho de pesquisa pretendo fazer pesquisa documental e pesquisa bibliográfica; e também pesquisa de campo através de entrevistas com profissionais da educação das escolas municipais e da SMEC Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Barra do Bugres, bem como com os alunos (as) e; fazer observações nas escolas municipais de ensino fundamental localizadas na sede do município. Palavras chaves: Implementação da Lei nº /2008; Indígenas Brasileiros, Ensino Fundamental, Município de Barra do Bugres/MT. PROBLEMA DA PESQUISA Como está sendo implementada nas escolas municipais de Barra do Bugres/MT, a lei Nº /2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura dos povos indígenas brasileiros? 1 Professor Especialista em Educação Interdisciplinar, Graduado em Pedagogia e Bacharel em Administração Pública pela UFMT, Professor Efetivo na Rede Municipal de Ensino de Barra do Bugres/MT desde 1992 e atualmente cedido para UAB/UFMT onde atuo como Professor Orientador no Curso de Pedagogia na Modalidade à Distância, também Técnico Administrativo Educacional Efetivo na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso.

2 2 JUSTIFICATIVA A partir do ano de 2008, com criação da lei Nº /2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro- Brasileira e Indígena, tornou-se obrigatório à inserção dessa discussão nas escolas de educação básica de todo Brasil. Considerando que a escola é um dos principais espaços para refletir, ensinar e aprender sobre os diferentes grupos étnico/raciais que formam a variedade de culturas do país é de extrema relevância que as escolas explorem temáticas que possibilitem a discussão acerca da origem e da influência de povos indígenas na construção do país. Por ser o Brasil um país onde seus primeiros habitantes eram povos indígenas e dos quais grande parte da população brasileira são descendentes, nada mais importante de que se conhecer a história e cultura desses povos. Diante dessa obrigatoriedade da implementação da história e cultura dos povos indígenas por parte das escolas e, devido o município de Barra do Bugres/MT ter no seu interior uma aldeia indígena reconhecida, bem como contar com a primeira Universidade Indígena da América do Sul, é importante que as escolas saibam aproveitar essa proximidade com esses espaços para fomentar ainda mais essa discussão em relação a esse objeto de estudo. Daí a importância de se verificar como as escolas municipais de ensino fundamental da zona urbana vêm realizando a discussão e trabalhando esse tema com seus educandos. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Verificar a aplicação da Lei Nº /2008, nas escolas municipais de Barra do Bugres/MT no que diz respeito à história e cultura dos povos indígena brasileiros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

3 3 Levantar as orientações da SMEC em relação à aplicação da Lei Nº /2008, nas escolas municipais de Barra do Bugres/MT; Verificar os tipos de trabalhos desenvolvidos nas escolas municipais de ensino fundamental da zona urbana do município sobre o tema; Conhecer os tipos de materiais didáticos utilizados pelas escolas que auxiliam no desenvolvimento do trabalho com o tema; FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E METODOLÓGICA As informações distorcidas e o desconhecimento em relação à história e cultura dos povos indígenas foram e ainda continuam evidentes na sociedade brasileira, apesar de nossas origens estarem enraizadas e intimamente ligadas a esses povos. Ainda hoje se desconhece que são e quais suas origens. Para Silva (2012): O pouco conhecimento generalizado sobre os povos indígenas está associado basicamente à imagem do índio que é tradicionalmente veiculada pela mídia: um índio genérico, com um biótipo formado por características correspondentes aos indivíduos de povos habitantes na Região Amazônica e no Xingu, com cabelos lisos, pinturas corporais e abundantes adereços de penas, nus, moradores das florestas, de culturas exóticas, etc. Essa ideia que temos em relação aos povos indígenas vem mudando ao longo dos anos, mesmo que a passos muito lentos, como afirma Silva (2012): Mas, essas visões sobre os índios vêm mudando nos últimos anos. E essa mudança ocorre em razão da visibilidade política conquistada pelos próprios índios. As mobilizações dos povos indígenas em torno das discussões e debates para a elaboração da Constituição em vigor aprovada em 1988 e as conquistas dos direitos indígenas fixados na Lei maior do país, possibilitaram a garantia dos direitos (demarcação das terras, saúde educação diferenciadas e específicas, etc.), e que a sociedade em geral (re)descobrisse os índios. Dentro desse contexto é importante definir o que significa HISTÓRIA, CULTURA, ÍNDIO e POVOS INDÍGENAS. Rodrigues et al. (2013), conceitua HISTÓRIA da seguinte maneira: História é o processo de constituição e de transformação das mais diversas sociedades e culturas criadas pelos homens ao longo do tempo.

4 4 A História, enquanto campo do saber, é a ciência que estuda o processo de transformação da natureza e das mais diversas sociedades e culturas criadas pelos homens ao longo do tempo. (p. 15) Em relação ao significa de CULTURA Beleli et al. (2009), afirma que: O conceito de cultura é um dos mais polissêmicos que existem e pode se referir desde ao ato de cultivar a terra até ao ato de cultivar o espírito. De uma forma geral, a cultura pode ser definida como o conjunto de conhecimentos acumulados, de comportamentos, instituições, crenças, costumes, em uma determinada organização social, e que constituem um patrimônio desta sociedade (p. 19). Bandeira et al. (2010), esclarece que: Índio é um termo étnico reducionista, isto é, um termo que designa uma complexa diversidade de povos e culturas, reduzindo-a a um único elemento aparente: o de serem essas gentes tão distintas integrantes de um povo mais abrangente, o povo que se imaginava das Índias (p. 15). Sobre o significado de POVOS INDÍGENAS, Nações Unidas (1986) apud a Luciano (2006), diz que:... as comunidades, os povos e as nações indígenas são aqueles que, contando com uma continuidade histórica das sociedades anteriores à invasão e à colonização que foi desenvolvida em seus territórios, consideram a si mesmos distintos de outros setores da sociedade, e estão decididos a conservar, a desenvolver e a transmitir às gerações futuras seus territórios ancestrais e sua identidade étnica, como base de sua existência continuada como povos, em conformidade com seus próprios padrões culturais, as instituições sociais e os sistemas jurídicos. Outros conceitos importantes que serão discutidos e observados ao longo da minha pesquisa serão de RAÇA, ETNIA (GRUPO ÉTNICO) e IDENTIDADE SOCIAL. Para Santos et al. (2010): Raça refere-se ao âmbito biológico; referindo-se a seres humanos, é um termo que foi utilizado historicamente para identificar categorias humanas socialmente definidas. As diferenças mais comuns referem-se à cor de pele, tipo de cabelo, conformação facial e cranial, ancestralidade e genética. Portanto, a cor da pele, amplamente utilizada como característica racial constitui apenas uma das características que compõem uma raça. Entretanto, apesar do uso frequente na Ortodontia, um conceito crescente advoga que a cor da pele não determina a ancestralidade, principalmente nas populações brasileiras, altamente miscigenadas (p. 124). Entretanto, há interpretações diferentes para o conceito de raça, como destaca Beleli et al. (2009): Raça: do ponto de vista científico não existem raças humanas; há apenas uma raça humana. No entanto, do ponto de vista social e político é possível (e necessário) reconhecer a existência do racismo enquanto atitude. Assim,

5 5 só há sentido usar o termo raça numa sociedade racializada, marcada pelo racismo (p. 37). Santos et al. (2010), também esclarece que: Etnia refere-se ao âmbito cultural; um grupo étnico é uma comunidade humana definida por afinidades linguísticas, culturais e semelhanças genéticas. Essas comunidades geralmente reclamam para si uma estrutura social, política e um território. (p. 124). Berlatto (2009), afirma que:... a identidade social é construída na relação que o indivíduo estabelece com a sociedade. Ou seja, a identidade social é construída em oposição a outras e também a partir das expectativas estabelecidas pelos grupos sociais. (p. 151). O ensino no Brasil é eurocêntrico e exclui a história, a cultura e as contribuições do outros grupos formadores da sociedade brasileira, sendo eles os negros e povos indígenas. Para contrapor isto foi promulgada a lei 9.639/2002, obrigatoriedade do ensino e da Cultura afro-brasileira e posteriormente em 2008 foi corrigida a injustiça de ter excluído nessa obrigatoriedade o ensino da história e da cultura dos povos indígenas no Brasil com a criação da lei nº /2008. A lei nº /2008, que me embasará para a pesquisa e a discussão em torno do tema. Essa Lei Altera a Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei n o , de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. A supra citada Lei traz a seguinte redação: Art. 1 o O art. 26-A da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. 1 o O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. 2 o Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras. (BRASIL, 2008)

6 6 Apesar de somente no ano de 2008 ter sido aprovada a lei específica, já em 1988 com a Constituição Federal Brasileira, o Brasil se reconhece como formado por diferentes grupos étnicos, constando isso nos artigos 215 e 216 da lei. Art O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. Art Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. Há no Brasil a existência de estereótipos negativos, preconceitos e discriminações contra negros e indígenas, o que torna perceptível a existência do racismo na sociedade brasileira. Os povos indígenas brasileiros ainda são tratados com indiferenças, sofrem com o preconceito e a discriminação. Os nãos indígenas, na sua maioria, pensam que esses povos têm que viver num grande aglomerado na floresta, esquecem que cada etnia tem costumes e culturas diferentes e que devem ser respeitadas, portanto não é possível essa junção. Outro fato interessante contestado pela maioria dos não indígenas é participação ativa dos povos indígenas no mundo social da sociedade brasileira, esquecem que os povos indígenas compõem o que chamamos de sociedade brasileira ou povo brasileiro. Nesse sentido o que se vê é a dificuldade de conviver com o outro, com o diferente, o que não deixa de ser uma relação etnocêntrica. Beleli et al. (2009), diz que: O etnocentrismo, ao avaliar o outro e compará-lo a sua própria cultura, acaba por reduzir o outro a um estereótipo. O estereótipo consiste na generalização da cultura do outro a algumas características, em geral consideradas negativas, reduzindo toda cultura a estas características (p. 35). É evidente o desconhecimento da importância da história e cultura dos povos indígenas na formação do povo brasileiro. Portanto, é de suma importância conhecer a história e cultura de nossos antepassados para saber que somos e de que somos descendentes. O conhecimento do outro sua história, cultura, origem e contribuições é importante por duas razões: o conhecer o outro é importante para reduzir os estereótipos negativos, preconceitos e discriminações, para o respeito às diferenças

7 7 étnico/raciais; é importante para a positivação da identidade (autoimagem) desse outro, evitando a introjeção dos estereótipos negativos e preconceitos. É importante salientar que com a publicação dessa lei a abordagem da questão indígena em todas as escolas de educação básica se tornou obrigatório. A intenção e a de corrigir distorções em relação ao assunto, bem como valorizar a identidade dos povos indígenas do Brasil e sua herança cultural na formação do povo brasileiro. Seguindo essa linha de raciocínio Silva (2012), entende que: A implementação da Lei possibilitará, estudar, conhecer, compreender a temática indígena. Superar desinformações, equívocos e a ignorância que resultam em estereótipos e preconceitos sobre os povos indígenas. Reconhecendo, respeitando e apoiando os povos indígenas nas reivindicações, conquistas e garantias de seus direitos e em suas diversas expressões socioculturais. que: Outro fato que julgo interessante que fora observado por Silva (2012), foi As secretarias estaduais e municipais incluam ainda a temática indígena nos estudos, capacitações periódicas e formação continuada, a ser abordada na perspectiva das sociodiversidades historicamente existentes no Brasil: por meio de cursos, seminários, encontros de estudos específicos e interdisciplinares destinados ao professorado e demais trabalhadores/as em educação, com a participação de indígenas e assessoria de especialistas reconhecidos. Assim como adquiram livros que tratem da temática indígena, destinados ao acervo das bibliotecas escolares. No ano de 2012, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso publicou um material intitulado Orientações Curriculares Diversidades Educacionais, o qual talvez seja algo mais recente que trata do como inserir as áreas de diversidades nos currículos escolares. Ainda que pouco discute a história e cultura dos povos indígenas no Brasil e sim mais voltada para os povos indígenas mato-grossenses, mas é sem sombra de dúvidas um parâmetro muito interessante para essa discussão. Outras bibliografias e documentos que importantes nessa discussão e que poderão ser utilizadas são: O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje do produzido pelo Ministério da Educação sob responsabilidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), o qual visa contribuir no sentido de difundir as bases conceituais para um renovado conhecimento da sociodiversidade dos povos indígenas no Brasil contemporâneo; Povos Indígenas no Brasil 2006/2010

8 8 produzido pelo Instituto Socioambiental que traz um resumo da situação dos povos indígenas no Brasil no período 2006 a 2010; os Parâmetros Curriculares Nacionais; bem como a LDB Lei Nº 9.394/1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. METODOLOGIA Então para realizar o trabalho de pesquisa, cujo objeto já definido, como esta sendo realizado nas escolas municipais de Barra do Bugres/MT, a aplicação da Lei Nº /2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Indígena? pretendo proceder da seguinte maneira: Pesquisa bibliográfica verificando a existência de trabalhos e publicações sobre a temática, tanto em Barra do Bugres, quanto no Brasil. para localizar textos referentes à lei /2008, seus objetivos, justificativa, orientações para a cultura e a história dos povos indígenas no Brasil. Pesquisa documental nos projetos políticos pedagógicos de cada uma das escolas que compõem meu rol do trabalho de pesquisa, nas orientações da Secretaria Municipal de Educação de Barra do Bugres e da Secretaria de Estado de Educação, nos relatórios de professores e de escolas pesquisadas. A pesquisa será realizada nas duas Escolas Municipais de Ensino Fundamental que estão localizadas no perímetro urbano do município, com o tempo previsto de duração de seis meses. Formulários com questões específicas direcionadas cada um dos grupos que compõem a comunidade escolar e a equipe da Secretaria Municipal de Educação e farei a aplicação dos mesmos, sendo para seis professores (as) de cada uma das escolas, dez alunos (as) de cada uma das escolas nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, a equipe gestora das escolas (coordenadores (as) pedagógicos (as) e diretores (as)), o (a) coordenador (a) pedagógico (a) da SMEC responsável pela coordenação do ensino fundamental das escolas municipais, bem como o (a) dirigente municipal de educação ou secretário (a) municipal de educação do município de Barra do

9 9 Bugres/MT. Os entrevistados professores (as) e alunos (as) serão escolhidos aleatoriamente. Observar os materiais didáticos pedagógicos existentes em cada uma das escolas (livros, CDs, DVDs e outros materiais); se há comemoração do dia do índio e de que forma é comemorado; como é inserido tema em questão nas aulas; se o assunto é discutido numa data específica numa única disciplina ou está destruído em todas as disciplinas e pode ocorrer em qualquer momento; se as escolas faz algum tipo de visita em loco com os alunos a comunidade indígena presente no município, bem como a Faculdade Indígena quando se encontra em período de aulas. REFERÊNCIAS BANDEIRA, Maria de Lourdes & FREIRE, Otávio. Antropologia Fascículo II Diversidades. Cuiabá: EdUFMT, 2.ed., BELELI, Iara, et al. Marcas da Diferença no Ensino Escolar. São Carlos: UFSCar/UAB, BERLATTO, Odir. A construção da identidade social. Revista do Curso de Direito da FSG, ano 3, n. 5, jan./jun Disponível em: <http://ojs.fsg.br/index.php/direito/article/viewfile/242/210>. Acesso em: 22. Set BRASIL. Constituição ed. Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, p. (Série textos básicos; n. 67). Presidência da República. LEI Nº Brasília, Ministério da Educação. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, MATO GROSSO. Orientações Curriculares: Diversidades Educacionais. Cuiabá: Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso, RICARDO, Beto & RICARDO, Fany. Povos Indígenas no Brasil: São Paulo: Instituto Socioambiental, 2011.

10 10 RODRIGUES, Cândido Moreira, et al. História: conceito, metodologia e ensino. Cuiabá: EdUFMT/UAB, SANTOS, Diego Junior da Silva, et al. Raça versus etnia: diferenciar para melhor aplicar. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/dpjo/v15n3/15.pdf>. Acesso em: 22. set SILVA. Edson. Povos indígenas: história, culturas e o ensino a partir da lei Petrolina: Revista Historien, v. 7, p , 2012.

O Conselho Estadual de Educação do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições e considerando:

O Conselho Estadual de Educação do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições e considerando: GOVERNO DA PARAÍBA Secretaria de Estado da Educação e Cultura Conselho Estadual de Educação RESOLUÇÃO Nº 198/2010 REGULAMENTA AS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O

Leia mais

AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Rosa Maria Cavalheiro Jefferson Olivatto da Silva UNICENTRO Resumo: No Brasil, a abordagem das questões relacionadas História e Cultura Afro-Brasileira e

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF Resumo A presente pesquisa se debruça sobre as relações étnico-raciais no interior de uma escola

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

TÍTULO: AFRO-EDUCAÇÃO: DESAFIOS PARA A SUPERAÇÃO DO RACISMO NAS ESCOLAS A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI N. 10.639/03.

TÍTULO: AFRO-EDUCAÇÃO: DESAFIOS PARA A SUPERAÇÃO DO RACISMO NAS ESCOLAS A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI N. 10.639/03. TÍTULO: AFRO-EDUCAÇÃO: DESAFIOS PARA A SUPERAÇÃO DO RACISMO NAS ESCOLAS A PARTIR DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI N. 10.639/03. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: LETRAS INSTITUIÇÃO:

Leia mais

RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/03

RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/03 RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DA RESUMO LEI 10.639/03 Anne Caroline Silva Aires Universidade Estadual da Paraíba annec153@yahoo.com.br Teresa Cristina Silva Universidade Estadual da

Leia mais

A Interdisciplinaridade e a Transversalidade na abordagem da educação para as Relações Étnico-Raciais

A Interdisciplinaridade e a Transversalidade na abordagem da educação para as Relações Étnico-Raciais CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS LEILA MARIA DE OLIVEIRA Mestre em Educação: Currículo pelo Programa de Pós Graduação da PUC-SP; professora de educação física; e integrante do Grupo

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS MARTA LÚCIA DA SILVA ROSANA CAPPUTI BORGES Educação Infantil: desigualdades de idade e raça, um grande desafio a ser conquistado. São Paulo 2012 EDUCAÇÃO

Leia mais

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL FACULDADE SETE DE SETEMBRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA ALUNA: NATÁLIA DE ARAGÃO PINTO ORIENTADOR: PROF. DR. TIAGO SEIXAS THEMUDO A IMPRENSA

Leia mais

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 AULA 05 Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS CONCURSO PMSP FUND II 2011 (em parceria com a APROFEM e o Jornal dos Concursos)

Leia mais

Índios do Brasil. Episódio 7: Nossas Terras. Modalidade Educação de Jovens e adultos Fundamental e Médio.

Índios do Brasil. Episódio 7: Nossas Terras. Modalidade Educação de Jovens e adultos Fundamental e Médio. Índios do Brasil Episódio 7: Nossas Terras Resumo A série "Índios no Brasil", com duração média de 20 minutos, traça um perfil da população indígena brasileira e mostra a relação dessa população com a

Leia mais

A INSERÇÃO DA CULTURA AFRO-BRASILIRA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES

A INSERÇÃO DA CULTURA AFRO-BRASILIRA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES A INSERÇÃO DA CULTURA AFRO-BRASILIRA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES Delydia Cristina Cosme e Silva 1 Resumo Este trabalho apresenta um panorama da inclusão da história e cultura afro-brasileira nos currículos

Leia mais

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Bases Fundamentais Convenção para a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais Consolida princípios

Leia mais

Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, História e Temas Transversais.

Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, História e Temas Transversais. Projeto Bolsa Escola pública e Universidade na Alfabetização Faculdade Morumbi Sul E.E. Prof.ª Maria JAnnuzzi Mascari Série: 4ª série H PIC Professor Responsável: Tiago Aquilano Aluna Pesquisadora: Milena

Leia mais

EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS MÓDULOS IV e V. Profa. Dra. Sueli Saraiva (colaboradora)

EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS MÓDULOS IV e V. Profa. Dra. Sueli Saraiva (colaboradora) EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS MÓDULOS IV e V Profa. Dra. Sueli Saraiva (colaboradora) EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS I MÓDULO IV Discutir sobre a educação das relações étnico-raciais na escola,

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

Ação Orçamentária - Padronizada Setorial 14U2 - Implantação, Instalação e Modernização de Espaços e Equipamentos Culturais

Ação Orçamentária - Padronizada Setorial 14U2 - Implantação, Instalação e Modernização de Espaços e Equipamentos Culturais Momento do Tipo de Temático Macrodesafio Fortalecer a cidadania Eixo Desenvolvimento Social e Erradicação da Miséria Valor de Referência para Individualização de Projetos em Iniciativas Esferas Fiscal

Leia mais

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução Marcos Serafim Duarte

Leia mais

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da

Leia mais

A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEITURA DOCENTE

A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEITURA DOCENTE A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL NA ESCOLA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEITURA DOCENTE Kallenya Kelly Borborema do Nascimento 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) E-mail: kallenyakelly2@hotmail.com Patrícia Cristina

Leia mais

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo:

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo: Resumo: Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1 Este artigo apresenta uma breve análise de como esta se desencadeando o processo de inclusão de crianças com necessidades especiais nas instituições

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL (PET) Tutor do Grupo PET: Prof. Vinicius Del Colle ENSINO PESQUISA EXTENSÃO

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL (PET) Tutor do Grupo PET: Prof. Vinicius Del Colle ENSINO PESQUISA EXTENSÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL (PET) Tutor do Grupo PET: Prof. Vinicius Del Colle ENSINO PESQUISA EXTENSÃO Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca Laboratório de Educação Química e Divulgação Científica

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

DIVERSIDADE CULTURAL: A VALORIZAÇÃO ATRAVÉS DO LÚDICO 1

DIVERSIDADE CULTURAL: A VALORIZAÇÃO ATRAVÉS DO LÚDICO 1 DIVERSIDADE CULTURAL: A VALORIZAÇÃO ATRAVÉS DO LÚDICO 1 Naiara de Souza Araújo 2 Raquel Leandro Portal 3 Resumo O Brasil é um país com uma ampla diversidade cultural que necessita ser valorizada e por

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Lei nº 10.639/03 Menos Preconceito na Sala de Aula. Palavras-Chave: Educação, Cultura, Preconceito, Lei 10.639, Africano e Afro-brasileiro.

Lei nº 10.639/03 Menos Preconceito na Sala de Aula. Palavras-Chave: Educação, Cultura, Preconceito, Lei 10.639, Africano e Afro-brasileiro. Lei nº 10.639/03 Menos Preconceito na Sala de Aula Palavras-Chave: Educação, Cultura, Preconceito, Lei 10.639, Africano e Afro-brasileiro. Prof.ª Sonia Helena Carneiro Pinto Justificativa: Este projeto

Leia mais

Plano de Aula As Ações Afirmativas Objetivo Geral: O objetivo da aula é demonstrar que as políticas de ação afirmativas direcionadas à população

Plano de Aula As Ações Afirmativas Objetivo Geral: O objetivo da aula é demonstrar que as políticas de ação afirmativas direcionadas à população Plano de Aula As Ações Afirmativas Objetivo Geral: O objetivo da aula é demonstrar que as políticas de ação afirmativas direcionadas à população negra brasileira são fundamentadas historicamente na luta

Leia mais

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular LICENCIATURA EM HISTÓRIA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO Área Temática: Educação Coordenador: Adilson de Angelo 1 Autoras: Neli Góes Ribeiro Laise dos

Leia mais

ANEXO I DIRETRIZES PARA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS

ANEXO I DIRETRIZES PARA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS ANEXO I DIRETRIZES PARA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS 1. Introdução As instituições porão propor o senvolvimento três cursos formação, na modalida cursos extensão: a) curso formação inicial para os

Leia mais

A EDUCAÇÃO QUILOMBOLA

A EDUCAÇÃO QUILOMBOLA A EDUCAÇÃO QUILOMBOLA Moura (2001) nos traz um desafio preocupante, não só a partir do debate sobre a melhoria estrutural das escolas em comunidades quilombola, da qualificação continuada dos professores,

Leia mais

Autor (Cláudio Robélio da Trindade); Co-autor (Karla Dayana Cardoso Veríssimo)

Autor (Cláudio Robélio da Trindade); Co-autor (Karla Dayana Cardoso Veríssimo) A LEI 10.639/03: OS DESAFIOS DOCENTES E A PÁTRICA PEDAGÓGICA EM TORNO DA RECEPÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS A RESPEITO DO ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA EM SALA DE AULA Autor

Leia mais

EE DR. LUÍS ARRÔBAS MARTINS

EE DR. LUÍS ARRÔBAS MARTINS QUAL É A NOSSA COR? Sala 3 Interdisciplinar EF I EE DR. LUÍS ARRÔBAS MARTINS Professoras Apresentadoras: DÉBORA CARLA M S GENIOLE ELIZABETH REGINA RIBEIRO FABIANA MARTINS MALAGUTI FERNANDA MARIA DE OLIVEIRA

Leia mais

Formulário de inscrição para Unidades Escolares:

Formulário de inscrição para Unidades Escolares: Presidência da República Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas 1. Contextualização: Formulário de inscrição para Unidades Escolares: a) Descreva

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 05/12 CAEPE

RESOLUÇÃO Nº 05/12 CAEPE RESOLUÇÃO Nº 05/12 CAEPE REVOGA A PORTARIA N.º 26/10 E DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DOS CURSOS SUPERIORES DA FACULDADE DE TECNOLOGIA TECBRASIL FTECBRASIL O de Conselho de Administração,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 28 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 FORMAÇÃO DE PROFESSORES A PARTIR DA LEI 10.639/03: UMA EXPERIÊNCIA NO PROJETO DE EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NO COTIDIANO ESCOLAR, DESENVOLVIDO PELA

Leia mais

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO, CURRÍCULO E DIVERSIDADE CULTURAL RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Michelly Spineli de Brito Campos Vieira/Prefeitura de Itapissuma-PE Paloma Viana de

Leia mais

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Tema: Consciência Negra Público-alvo: O projeto é destinado a alunos do Ensino Fundamental - Anos Finais Duração: Um mês Justificativa:

Leia mais

Palavras-chave: Formação continuada. Lei 11.645/08. Mato Grosso.

Palavras-chave: Formação continuada. Lei 11.645/08. Mato Grosso. FORMAÇAO CONTINUADA: UM EXERCÍCIO DE PESQUISA-AÇÃO INTERINSTITUCIONAL Resumo JocafLeitner - SME/CEFAPRO/SEDUC-MT/COEDUC BeleniSaléteGrando UFMT/COEDUC Este trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa-ação

Leia mais

Educação das Relações Etnicorraciais e A lei 10639/2003 : construindo uma escola plural

Educação das Relações Etnicorraciais e A lei 10639/2003 : construindo uma escola plural Educação das Relações Etnicorraciais e A lei 10639/2003 : construindo uma escola plural Coordenação de Diversidade SECAD/MEC Professora Leonor Araujo A escola é apontada como um ambiente indiferente aos

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB.

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. Otaciana da Silva Romão (Aluna do curso de especialização em Fundamentos da Educação UEPB), Leandro

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS A CHEGADA DOS PORTUGUESES A AMÉRICA E AS VIAGENS MARÍTIMAS Projeto apresentado e desenvolvido

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE TÍTULO DO TRABALHO Por: Ines Maria Azevedo do Nascimento Orientador Prof. Maria poppe Rio de Janeiro 2004 UNIVERSIDADE CANDIDO

Leia mais

Perfil das profissionais pesquisadas

Perfil das profissionais pesquisadas A PRÁTICA DO PROFESSOR FRENTE AO ENSINO DE HISTORIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NAS SALAS DE AULA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE NAZARÉ DA MATA PE. Lucicleide

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 416/2006

RESOLUÇÃO Nº 416/2006 RESOLUÇÃO Nº 416/2006 Regulamenta o Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africanas e dá outras providências. O Conselho de Educação do Ceará CEC, no uso de suas atribuições legais no uso de suas

Leia mais

Palavras-chave: Docência; cultura; Cultura afro-brasileira e indígena.

Palavras-chave: Docência; cultura; Cultura afro-brasileira e indígena. RELATO DA MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA NA DOCÊNCIA: 1º SEMINÁRIO DE CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA: DESCONSTRUINDO CONCEITOS, ROMPENDO PRECONCEITOS. Raquel Chaiane Amaro de Jesus 1 RESUMO Este trabalho

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores AÇÃO EDUCADORA: EXPERIÊNCIAS COM A AFROBRASILIDADE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Maria De Jesus

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 309 DE 2011 VOTO EM SEPARADO

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 309 DE 2011 VOTO EM SEPARADO COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 309 DE 2011 Altera o art. 33 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino religioso nas redes públicas de ensino

Leia mais

Diversidade Cultural X Estereótipos: Discursos Ideológicos em Livros Didáticos para o ensino de Língua Inglesa

Diversidade Cultural X Estereótipos: Discursos Ideológicos em Livros Didáticos para o ensino de Língua Inglesa Diversidade Cultural X Estereótipos: Discursos Ideológicos em Livros Didáticos para o ensino de Língua Inglesa Mary Clevely Mendes Programa de Iniciação Científica UEG / CNPq Orientador (Pesquisador-líder):

Leia mais

EDUCAÇÃO QUILOMBOLA: UM DIREITO A SER EFETIVADO

EDUCAÇÃO QUILOMBOLA: UM DIREITO A SER EFETIVADO EDUCAÇÃO QUILOMBOLA: UM DIREITO A SER EFETIVADO EDUCAÇÃO QUILOMBOLA: UM DIREITO A SER EFETIVADO Expediente Edição: Texto: Colaboradoras/ es: Revisão: Fotos: Projeto gráfico e Diagramação: Gráfica: Tiragem:

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

Ministério da Educação. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria Conselho de Graduação e Educação Profissional

Ministério da Educação. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria Conselho de Graduação e Educação Profissional Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Reitoria Conselho de Graduação e Educação Profissional Conselho de Graduação e Educação Profissional COGEP PROCESSO Nº. 038/13-COGEP Câmara

Leia mais

(RE)PENSANDO SOBRE O ENSINO DA TEMÁTICA AFRICANA

(RE)PENSANDO SOBRE O ENSINO DA TEMÁTICA AFRICANA (RE)PENSANDO SOBRE O ENSINO DA TEMÁTICA AFRICANA FRITZEN, Vanessa Mestranda em Letras - Literatura Comparada Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões vane.fritzen@gmail.com Resumo:

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 119-COU/UNICENTRO, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013. ALTERADA A NOMENCLATURA DESSE CURSO PARA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA COMPLEMENTAÇÃO, CONFORME RESOLUÇÃO Nº 182/2014-GR/UNICENTRO. Aprova o Projeto

Leia mais

Co-Autora: FERREIRA, Anne de Matos Souza- Pedagoga IFMT e-mail: anne.souza@plc.ifmt.edu.br. GT 19 Relações Raciais e Educação

Co-Autora: FERREIRA, Anne de Matos Souza- Pedagoga IFMT e-mail: anne.souza@plc.ifmt.edu.br. GT 19 Relações Raciais e Educação A IMPLEMENTAÇÃO DA LEI Nº 10.639/03 SOB A ÓTICA DAS GESTORAS DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MUNICÍPIO DE ARAPUTANGA-MT. Autora: MOREIRA, Rosana Antônia- Professora da Rede Municipal de Araputanga e-mail: rosantonia_2@hotmail.com

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

INDÍGENAS RESERVA DO VOTOURO E CHARRUA

INDÍGENAS RESERVA DO VOTOURO E CHARRUA INDÍGENAS RESERVA DO VOTOURO E CHARRUA Reserva com 210 famílias Escola com 280 alunos Todos os professores são formados ou estão se formando no ensino superior Há alunos do Município de Faxinal que estudam

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

célia collet mariana paladino kelly russo

célia collet mariana paladino kelly russo Apresentação Este livro é produto de uma inquietação resultante de nossas pesquisas e de práticas docentes e de extensão universitária, ao apreender o modo como as culturas e as histórias indígenas são

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

Resumo Aula-tema 09:A miscigenação étnico-racial e sua influência na construção social do Brasil

Resumo Aula-tema 09:A miscigenação étnico-racial e sua influência na construção social do Brasil Resumo Aula-tema 09:A miscigenação étnico-racial e sua influência na construção social do Brasil Introdução No Brasil, a questão étnico-racial tem estado em pauta, nos últimos anos, em debates sobre políticas

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

PROFESSORA: GISELE GELMI. LOCAL: SÍTIO BANDEIRANTES

PROFESSORA: GISELE GELMI. LOCAL: SÍTIO BANDEIRANTES EMEF ANTÔNIO ANDRADE GUIMARÃES PROJETO CONSCIÊNCIA NEGRA: EDUCAÇÃO NÃO TEM COR. PROFESSORA: GISELE GELMI. LOCAL: SÍTIO BANDEIRANTES Todo brasileiro, mesmo o alvo, de cabelo louro, traz na alma, quando

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

CURSOS NOVOS MATRIZ ORÇAMENTÁRIA 2013 UFRGS/FORPROF RENAFOR

CURSOS NOVOS MATRIZ ORÇAMENTÁRIA 2013 UFRGS/FORPROF RENAFOR CURSOS NOVOS MATRIZ ORÇAMENTÁRIA 2013 UFRGS/FORPROF RENAFOR Marie Jane Soares Carvalho Coordenadora Geral do FORPROF/RENAFOR/UFRGS Maio de 2013 Cursos SECADI - Catálogo EXTENSÃO, APERFEIÇOAMENTO E ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes daqueles que consideramos nossos. Costuma indicar desconhecimento

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO OLIVEIRA, Luiz Antonio Coordenador/Orientador ARAÚJO, Roberta Negrão de Orientadora O artigo tem como objetivo apresentar o Projeto

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM HISTÓRIA PARA INICIO DE ESCOLARIÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM HISTÓRIA PARA INICIO DE ESCOLARIÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM CURSO DE PEDAGOGIA HISTÓRIA PARA INICIO DE ESCOLARIÇÃO PLANO DE ENSINO: CULTURA AFRO-BRASILEIRA Do

Leia mais

RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO

RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO Adriana Rosicléia Ferreira CASTRO Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/ UERN - CAMEAM Pós-graduanda em Psicopedagogia

Leia mais

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana)

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana) Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros (textos e fotos Maurício Pestana) Responsável pelo parecer do Conselho Nacional de Educação que instituiu, há alguns anos, a obrigatoridade do ensino

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

Plano de Ação de Educação em Direitos Humanos

Plano de Ação de Educação em Direitos Humanos Plano de Ação de Educação em Direitos Humanos 1 - Diagnóstico População do Estado de Goiás: 5.647.035 87,88% urbana 12,12% rural IDH de Goiás: 0,800 50,18% mulheres 49,82% homens 43,6% brancos 50,9% pardos

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE UNIPLAC PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E APOIO COMUNITÁRIO Projeto do Curso de Extensão ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO

Leia mais

A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Vagner Ferreira Reis 1 ; Jacqueline da Silva Nunes Pereira 2 RESUMO:

Leia mais

O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Palavras chaves: Ensino da História. Relações étnico-raciais. Formação acadêmica.

O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Palavras chaves: Ensino da História. Relações étnico-raciais. Formação acadêmica. O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Nilvaci Leite de Magalhães Moreira¹ Resumo: Mesmo após 12 anos da promulgação da Lei nº 10.639/03, a História e cultura afrobrasileira ainda

Leia mais

Currículo em Movimento: o compromisso com a qualidade da educação básica

Currículo em Movimento: o compromisso com a qualidade da educação básica Currículo em Movimento: o compromisso com a qualidade da educação básica Ministério da Educação Secretaria da Educação Básica Diretoria de Concepções e Orientações Curriculares para Educação Básica Qualidade

Leia mais

TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA.

TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA. TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA. Liélia Barbosa OLIVEIRA(UEPB) lielia20@yahoo.com.br Thomas Bruno OLIVEIRA(UEPB) thomasbruno84@hotmail.com

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Entrevista com o antropólogo Luis Donisete Benzi Grupioni

Entrevista com o antropólogo Luis Donisete Benzi Grupioni 1 Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental 1, publicação mensal da Editora Lua ( entrevista do mês da edição de abril de 2009. Ano 06, No. 62). ISBN 1679-9879. Entrevista com o antropólogo Luis

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/ CONSELHO PLENO/DF

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/ CONSELHO PLENO/DF CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/ CONSELHO PLENO/DF RESOLUÇÃO Nº1, DE 17 DE junho 2004 4 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História

Leia mais

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO 1 DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO INTRODUCÃO Patrícia Edí Ramos Escola Estadual Maria Eduarda Pereira Soldera São José dos Quatro Marcos Este trabalho tem por objetivo uma pesquisa

Leia mais

DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UMA EXPERIÊNCIA ATRAVÉS DO PIBID Cristiane Rosa Lopes*

DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UMA EXPERIÊNCIA ATRAVÉS DO PIBID Cristiane Rosa Lopes* DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: UMA EXPERIÊNCIA ATRAVÉS DO PIBID Cristiane Rosa Lopes* Resumo Este trabalho insere-se no campo da Linguística Aplicada, e tem como eixo central a

Leia mais

CONTOS DE TODAS AS CORES

CONTOS DE TODAS AS CORES Antonia Gabriela Pereira de Araújo 1 Graduando em Ciências Sociais UFC Rua: Nelson Mandela 269, Coaçu Fortaleza/CE 60872406 - (85)87274235 E-mail: gabi_reggae_17@hotmail.com Elen Cássia Ferreira Albano

Leia mais

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE Autor(a): Josineide Braz de Miranda Coautor(es): Anderson Carlos Maia da Silva, Josefa Sandra de Almeida Silva, kelren Jane

Leia mais

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES JUSTIFICATIVA Este projeto tem como objetivo maior: Criar mecanismos para efetivar a implementação

Leia mais

OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI.

OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI. OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI. Sabrina Silveira Silva Universidade Federal de Uberlândia\FACIP sabrinasilveiramgsasa@hotmail.com Luciane Ribeiro Dias

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso. Instituto de Linguagens. Curso de Graduação letras-libras, licenciatura

Universidade Federal de Mato Grosso. Instituto de Linguagens. Curso de Graduação letras-libras, licenciatura Universidade Federal de Mato Grosso Instituto de Linguagens Curso de Graduação letras-libras, licenciatura Prof. Anderson Simão Duarte Coordenador do Curso Letras-Libras Mestre em Estudos Linguísticos

Leia mais

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA Pedro Henrique Santos da Silva - Bianca dos Santos Cristovão - Luciana Maria da Silva* - RESUMO O Programa Institucional

Leia mais

Documento Final do Seminário

Documento Final do Seminário Documento Final do Seminário Gestão de Acervos Culturais em Centros de Formação, de Documentação, de Cultura e Museus Indígenas no Brasil Entre os dias 17 e 20 de setembro de 2013, um grupo de 30 pessoas,

Leia mais

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 RELATÓRIO FINAL ATIVIDADE SOBRE DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Leia mais