BASES GERAIS DO V CONGRESSO DA UNTA. Artigo 1º (Definição e Constituição)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BASES GERAIS DO V CONGRESSO DA UNTA. Artigo 1º (Definição e Constituição)"

Transcrição

1 BASES GERAIS DO V CONGRESSO DA UNTA Artigo 1º (Definição e Constituição) 1- O Congresso é o órgão supremo da UNTA-CS, que s reúne de cinco em cinco anos e extraordinariamente sempre que necessário; 2- O Congresso é constituído pelas Associações Sindicais filiadas (Federações, Uniões de Sindicatos e Sindicatos Nacionais); Artigo 2º (Objectivos) O V Congresso da UNTA-CS tem como objectivos: 1. Avaliar os processos de actuação e adequação das formas de organização sindical ao actual sistema económico e sócio político; 2. Perspectivar acções com vista a uma activa e legal defesa dos interesses dos trabalhadores e a melhoria das suas condições de vida; 3. Assegurar a equidade do género em todos os níveis associativos; 4. Reafirmar o carácter independente, reivindicativo, democrático e unitário; 5. Reforçar a unidade e a solidariedade entre os trabalhadores e trabalhadoras e das suas associações e combater todas as formas de divisionismo. 1

2 Artigo 3º (Representação) 1. O V Congresso da UNTA-CS, será composto de 600 Delegados em representação da base social agrupada e organizada pelas Associações Sindicais filiadas; 2. A representação das Associações Sindicais será proporcional ao número de trabalhadores nelas filiados; 3. O número de Delegados a atribuir a cada Associação Sindical será determinado pela aplicação da proporção de (1) um Delegado por cada 440 trabalhadores filiados. Artigo 4º (Eleição de Delegados) 1. As Associações Sindicais elegerão os seus Delegados entre os filiados em pleno gozo dos seus direitos sindicais, inserindo-se esse processo nas actividades de preparação do V Congresso; 2. A qualidade de Delegado ao V Congresso deverá ser conferida pelas conferências sindicais, assembleias de Delegados Sindicais, e por eleição no seio dos órgãos de cada Associações Sindicais; 3. Na eleição dos Delegados ao V Congresso dever-se à ter a preocupação de assegurar a representação: Dos órgãos sociais das Associações Sindicais; Das empresas com maior número de trabalhadores filiados nos Sindicatos; Dos diferentes grupo sócio profissionais; Das mulheres, nunca inferior a 40% do total de delegados; Dos Jovens, nunca inferior a 10% do total de delegados e selecionados no seio dos delegados. 2

3 Artigo 5º (Participação do Conselho Confederal) 1. Os Membros do Conselho Confederal participam no V Congresso como Delegados de pleno direito; Artigo 6º (Participação das Uniões de Sindicatos, Federações e Sindicatos Nacionais) 1. Os Delegados ao V Congresso representarão simultaneamente as Uniões de Sindicatos, as Federações e Sindicatos Nacionais. Isto é, as Delegações organizar-se-ão por Província e no seio delas os Delegados deverão estar representados pelos ramo de actividade que conformam as Federações e Sindicatos Nacionais. Artigo 7º (Convidados) O Conselho Confederal poderá dirigir convites para assistir ao V Congresso às Organizações Sindicais Congéneres Nacionais e Estrangeiras, Organizações Internacionais e às Entidades ou pessoas singulares, de acordo com os critérios que previamente vierem a ser definidos. Artigo 8º (Data e Local) 1. O V Congresso realizar se - à em, Luanda; 2. O V Congresso realizar se -à no mês de Setembro de Artigo 9º (Lema) O Lema do V Congresso da UNTA-CS, será o seguinte: 3

4 Artigo 10º (Convocatória) A convocatória do Acto Central do V Congresso deverá ser feita em tempo não inferior a 60 dias e ela deverá anunciar de forma clara e objectiva os assuntos que deverão constituir matéria de discussão. Artigo 11º (Ordem de Trabalho) A Ordem de Trabalho vai fundamentar-se nas competência do Congresso enquanto órgão estatutário. 1. Aprovar do Regimento Interno do Congresso; 2. Apreciar, discutir e aprovar o relatório do Conselho Confederal; 3. Ratificação dos pedidos de adesão das Associações Sindicais cuja filiação tenha sido aprovado pelo Conselho Confederal; 4. Emendar, alterar e aprovar os Estatutos e o Programa de Acção; 5. Definir as grandes linhas de orientação política sindical à seguir durante o mandato; 6. Fixar as quotizações para as Associações Sindicais filiadas mediante uma resolução à aprovar pela Plenária; 7. Eleição do Conselho Confederal e do Secretário Geral; Artigo 12º (Dinamização do Congresso) 1. O Conselho Confederal elegerá a Comissão Organizadora que se encarregará de dirigir e controlar a preparação do V Congresso da UNTA-CS; 2. A Comissão Organizadora deverá ser integrado pelos membros da Comissão Executiva Nacional e pelos Sindicalistas a serem indicados. 4

5 3. Ao nível intermédio, as Uniões de Sindicatos, Federações e os Sindicatos Nacionais criarão Comissões para a dinamização das tarefas do V Congresso. Artigo 13º (Processo Orgânico) 1. O Processo Orgânico consistirá na dinamização de actividades inerentes ao V Congresso pelas Associações Sindicais designadamente: a) Acções de divulgação e debate dos documentos de forma a assegurar a possibilidade de participação à todos os trabalhadores privilegiando a discussão a partir dos locais de trabalho; b) Eleição dos Delegados e discussão dos documentos a submeter ao Congresso e incentivar os filiados a apresentarem propostas com vista ao seu enriquecimento; c) Renovação dos mandatos das Associações Sindicais. 2. O Processo Orgânico decorrerá de acordo com o Cronograma de Actividades previsto no ponto 15 do ponto IV do Memorando sobre o V Congresso da UNTA-CS. Luanda, aos 29 de Agosto de COMISSÃO EXECUTIVA NACIONAL 5

REGULAMENTO DO XIII CONGRESSO DA CGTP-IN

REGULAMENTO DO XIII CONGRESSO DA CGTP-IN REGULAMENTO DO XIII CONGRESSO DA CGTP-IN Almada, 26 e 27 de Fevereiro de 2016 Complexo Municipal dos Desportos Cidade de Almada REGULAMENTO DO XIII CONGRESSO DA CGTP-IN ARTIGO 1º (constituição) 1. O Congresso

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º (Natureza e Sede) 1 - A Associação X, adiante designada por Associação, é constituída por jovens 18 aos 30 anos

Leia mais

Federação Nacional dos Professores Regulamento do 12º Congresso Nacional dos Professores

Federação Nacional dos Professores  Regulamento do 12º Congresso Nacional dos Professores Federação Nacional dos Professores www.fenprof.pt Regulamento do 12º Congresso Nacional dos Professores I DAS COMPETÊNCIAS, DO LOCAL E DA DATA Artigo 1. (Lema) O 12.º Congresso Nacional dos Professores

Leia mais

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA ESTATUTO Artigo 1º (Definição) A Associação de Atletas Olimpicos de Angola, abreviadamente designada de AAOA é uma Instituição não governamental, de caracter associativo, autonóma e sem fins lucrativos,

Leia mais

Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro

Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Criado em 1979, pelo Decreto-Lei nº 513-L1/79, de 27 de Dezembro, então como Conselho Coordenador da Instalação dos Estabelecimentos de Ensino

Leia mais

Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa

Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza O Conselho Geral é o órgão deliberativo intermédio do Fórum Académico

Leia mais

Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS

Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação A Associação denominar-se-á A.F.P.L.P., Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa, adiante

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS

REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS REGULAMENTO DOS ESTUDANTES SOCIAIS-DEMOCRATAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Estudantes Sociais-Democratas) Os Estudantes Sociais-Democratas (adiante designados por ESD) são a estrutura sectorial

Leia mais

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Aprovado na VII Reunião da Conferência de Ministros da Juventude e do Desporto da Comunidade

Leia mais

LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E CORPOS DE BOMBEIROS

LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E CORPOS DE BOMBEIROS LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E CORPOS DE BOMBEIROS Comendador da Ordem de Benemerência 1935 Membro Honorário da Ordem Militar de Cristo 1980 Membro Honorário da Ordem da

Leia mais

Sociedade Portuguesa de Neurociências

Sociedade Portuguesa de Neurociências ESTATUTOS DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE NEUROCIÊNCIAS OBJECTIVOS E SEDE ARTIGO 1 A Sociedade Portuguesa de Neurociências, S.P.N., tem por objectivo a promoção, desenvolvimento e divulgação da investigação

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED. ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002)

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED. ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002) ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002) OBJECTIVOS e SEDE Artigo 1º Parágrafo 1. A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO. (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado)

ASSOCIAÇÃO. (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado) ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS (Documento complementar elaborado nos termos do nº 2 do artigo 64º do Código do Notariado) SOCIEDADE PORTUGUESA DE VIDA SELVAGEM CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, Duração, Sede e Objecto

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE LAGOA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE LAGOA REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE LAGOA Preâmbulo Considerando que os órgãos de poder local constituem a fonte mais próxima da soberania estatal junto dos cidadãos, reconhecidos como os

Leia mais

A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos

A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos A P P Associação dos Portos de Portugal Estatutos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E FINS Artigo 1º É constituída uma associação, sem fins lucrativos, denominada APP Associação dos Portos de Portugal,

Leia mais

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO Regulamento do Núcleo Empresarial da Ilha da Graciosa (Aprovado em Assembleia Geral de 1999) Princípios Gerais Artigo 1º O Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge,

Leia mais

SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES

SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES ESTATUTOS ARTIGO 1º (Constituição, designação e sede) 1. É constituída a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, adiante designada abreviadamente apenas

Leia mais

PROPOSTA DE Regulamento do Conselho Municipal de Juventude da Figueira da Foz PREÂMBULO

PROPOSTA DE Regulamento do Conselho Municipal de Juventude da Figueira da Foz PREÂMBULO PROPOSTA DE Regulamento do Conselho Municipal de Juventude da Figueira da Foz PREÂMBULO O Conselho Municipal da Juventude da Figueira da Foz, criado em 7/05/2007, surgiu por iniciativa da Câmara Municipal

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Lagoa - Açores

Regulamento do Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Lagoa - Açores Regulamento do Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Lagoa - Açores PREÂMBULO As políticas públicas dirigidas à juventude assumem nos dias de hoje uma transversalidade indiscutível. O estabelecimento

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO 9 de outubro de 2014 ESTATUTOS CAPITULO I Nome, sede, âmbito e objeto Artigo 1º. A Associação, denominada Associação Portuguesa para

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL

CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIAL Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de Palmela Nota Justificativa Reconhecendo: 1. A juventude como força motriz do desenvolvimento de uma comunidade, região, país, através das suas múltiplas

Leia mais

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO

ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ACORDO DE COOPERAÇÃO NO DOMÍNIO DA JUVENTUDE E DO DESPORTO ----- ENTRE ----- A REPÚBLICA DE ANGOLA, A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, A REPÚBLICA DE CABO VERDE, A REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU, A REPÚBLICA

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE VISEU. Artigo 1.º Disposições gerais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE VISEU. Artigo 1.º Disposições gerais REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE VISEU Artigo 1.º Disposições gerais O presente regulamento completa as disposições dos estatutos da Escola Superior Agrária

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAPSI DOS OBJETIVOS DO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAPSI

REGIMENTO INTERNO DO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAPSI DOS OBJETIVOS DO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAPSI REGIMENTO INTERNO DO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAPSI - 2017 CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA FENAPSI Art. 1 O Congresso Extraordinário da FENAPSI tem como objetivos: 1.Discutir

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Grupo de Trabalho Concelhio [Novembro de 2008] ÍNDICE CAPÍTULO I Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBMPC 3 ARTIGO 1.º Natureza 3 ARTIGO 2.º Objecto 4 ARTIGO 3.º Objectivos 4

Leia mais

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma

Leia mais

Capítulo I. Composição/eleição do Delegado. Artº 1º. Definição

Capítulo I. Composição/eleição do Delegado. Artº 1º. Definição Regimento do Grupo de Recrutamento 530 Secretariado Capítulo I Composição/eleição do Delegado Artº 1º Definição O Grupo de Recrutamento 530 é uma estrutura pertencente ao Departamento Curricular de Ciências

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O

REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O REGULAMENTO INTERNO DA MUSIKARISMA ASSOCIAÇA O O presente regulamento tem como objectivo complementar e regular as situações omissas dos Estatutos. CAPÍTULO I Do regulamento interno ARTIGO 1.º (Vigência)

Leia mais

IX CONGRESSO NACIONAL SINDICAL DOS ENFERMEIROS - CONSE REGIMENTO INTERNO

IX CONGRESSO NACIONAL SINDICAL DOS ENFERMEIROS - CONSE REGIMENTO INTERNO IX CONGRESSO NACIONAL SINDICAL DOS ENFERMEIROS - CONSE REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA CONVOCAÇÃO E REALIZAÇAO Art. 1º A Federação Nacional dos Enfermeiros FNE, por sua presidente, no uso de suas atribuições

Leia mais

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA VENDA DO PINHEIRO. Capítulo I Dos sócios ARTIGO 1º DIREITOS DOS SÓCIOS

REGULAMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA VENDA DO PINHEIRO. Capítulo I Dos sócios ARTIGO 1º DIREITOS DOS SÓCIOS REGULAMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA VENDA DO PINHEIRO Capítulo I Dos sócios ARTIGO 1º DIREITOS DOS SÓCIOS a) Participar nas Assembleias Gerais da Associação; b) Eleger e

Leia mais

Conselho Local de Acção Social de Pampilhosa da Serra REGULAMENTO

Conselho Local de Acção Social de Pampilhosa da Serra REGULAMENTO Conselho Local de Acção Social de Pampilhosa da Serra REGULAMENTO PREÂMBULO A REDE SOCIAL criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro, traduz-se numa estratégia de abordagem

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Avaliação 2009

Estatutos da Associação Portuguesa de Avaliação 2009 ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE AVALIAÇÃO ARTIGO 1º Denominação É constituída, por tempo indeterminado, uma associação de direito privado sem fins lucrativos denominada, Associação Portuguesa de

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ÍNDICE Instituição da Comissão de Vencimentos...

Leia mais

c) Organização de festas tradicionais e outras manifestações Artigo 5º O CCD cooperará com todos os organismos públicos e

c) Organização de festas tradicionais e outras manifestações Artigo 5º O CCD cooperará com todos os organismos públicos e ESTATUTOS DO CENTRO DE CULTURA E DESPORTO DOS TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA CAPÍTULO I (DENOMINAÇÃO, SEDE, CONSTITUIÇÃO OBJECTIVOS) excursões e viagens. c) Organização de festas tradicionais

Leia mais

LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E CORPOS DE BOMBEIROS

LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E CORPOS DE BOMBEIROS LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES E CORPOS DE BOMBEIROS Comendador da Ordem de Benemerência - 1935 Membro Honorário da Ordem Militar de Cristo - 1980 FUNDADA EM 18 DE AGOSTO DE

Leia mais

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS)

Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) CAPÍTULO I Natureza, Fins e Atribuições Artigo 1º (Natureza, Constituição, Localização) 1. O Instituto de Psicologia

Leia mais

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS Artigo 1º Denominação, Sede e Duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de Alentejo de Excelência - Associação para a Competitividade,

Leia mais

FLAVIENSE NO MUNDO ASSOCIAÇÃO

FLAVIENSE NO MUNDO ASSOCIAÇÃO FLAVIENSE NO MUNDO ASSOCIAÇÃO Estatutos Artigo 1º A Associação denomina-se Flavienses no Mundo - Associação e é constituída por tempo indeterminado. Artigo 2º É objeto da Associação reforçar as capacidades

Leia mais

Proposta do Conselho de Administração para a Alteração do n.º 3 do Artigo 1.º e do Artigo 3.º dos Estatutos da União das Mutualidades Portuguesas

Proposta do Conselho de Administração para a Alteração do n.º 3 do Artigo 1.º e do Artigo 3.º dos Estatutos da União das Mutualidades Portuguesas Proposta do Conselho de Administração para a Alteração do n.º 3 do Artigo 1.º e do Artigo 3.º dos Estatutos da União das Mutualidades Portuguesas Página 1 ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA CONVOCATÓRIA Nos

Leia mais

Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora

Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora O Conselho Geral da Universidade de Évora, adiante designado por Conselho Geral, é o órgão de governo previsto no n.º 1 da alínea a) do artigo 11.º

Leia mais

CAIS ASSOCIAÇÃO DE SOLIDADRIEDADE SOCIAL ESTATUTOS CAPITULO I GENERALIDADES ARTIGO 1º (DESIGNAÇÃO, DIURAÇÃO E SEDE)

CAIS ASSOCIAÇÃO DE SOLIDADRIEDADE SOCIAL ESTATUTOS CAPITULO I GENERALIDADES ARTIGO 1º (DESIGNAÇÃO, DIURAÇÃO E SEDE) VERSÃO ACTUALIZADA DOS ESTATUTOS DEPOIS DA ALTERAÇÃO DA SEDE SOCIAL, DELIBERADA PELA ACTA Nº 22, DE 26 DE ABRIL DE 2005. ---------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Conselho Local de Ação Social de Figueira de Castelo Rodrigo

Conselho Local de Ação Social de Figueira de Castelo Rodrigo REDE SOCIAL Conselho Local de Ação Social de Figueira de Castelo Rodrigo Regulamento Interno [9/04/2014] REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO CONCELHO DE FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

Leia mais

PARALISIA CEREBRAL-ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTO ESTATUTOS

PARALISIA CEREBRAL-ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DESPORTO ESTATUTOS P C A N D PP AA RR AA LL I SS I AA CC EE RR EE BB RR AA L AA SS SS OO CC I AA ÇÇ ÃÃ OO NN AA CC I OO N AA LL DD EE DD EE SS PP OO RR TT OO ESTATUTOS Coimbra, Dezembro 2000 1 PARALISIA CEREBRAL-ASSOCIAÇÃO

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação

Leia mais

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página1 Protocolo de Cooperação 2010 Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página2 A Rede de Bibliotecas de Almeida, adiante designada RBA, foi criada por protocolo assinado

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A.

Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A. Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A. ARTIGO 1.º - OBJETO 1. O presente regulamento estabelece as regras de organização e de funcionamento do Conselho de Administração do Banco

Leia mais

UNTA-CONFEDERAÇÃO SINDICAL COMUNICADO FINAL

UNTA-CONFEDERAÇÃO SINDICAL COMUNICADO FINAL 1 UNTA-CONFEDERAÇÃO SINDICAL IV CONFERÊNCIA DO COMITÉ NACIONAL DA MULHER SINDICALIZADA COMUNICADO FINAL Aos dias 21 do mês de Setembro de 2015, realizou-se na sala de Reuniões do Futungo II, a IV Conferência

Leia mais

UNTA- Notícias. UNTA-Notícias. Ano 6 Nº 12 Período: Setebmro à Dezembro de O 5º CONGRESSO UNTA-CONFEDERAÇÃO SINDICAL

UNTA- Notícias. UNTA-Notícias. Ano 6 Nº 12 Período: Setebmro à Dezembro de O 5º CONGRESSO UNTA-CONFEDERAÇÃO SINDICAL UNTA-Notícias UNTA- Notícias Ano 6 Nº 12 Período: Setebmro à Dezembro de 2015 20122012 O 5º CONGRESSO UNTA-CONFEDERAÇÃO SINDICAL DESTAQUES Secretário Geral da Unta Reeleito Pag 2 Novos membros do Secretariado

Leia mais

ESTATUTOS DO SINDICATO BANCÁRIOS DO NORTE

ESTATUTOS DO SINDICATO BANCÁRIOS DO NORTE ARTIGO 23º (Competência da Assembleia Geral) 1 Compete à Assembleia Geral eleger a MAGCGC, o Conselho Geral e a Direcção; 2 Compete, ainda, à Assembleia Geral deliberar sobre: a) A destituição, no todo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Quadriénio 2009/2013 ÍNDICE PREÂMBULO...3 Artigo 1º OBJECTO E ÂMBITO...4 Artigo 2º -COMPOSIÇÃO...4 Artigo 3º -QUADRO DE COMPETÊNCIAS...4 Artigo

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. Fevereiro 2012 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Deliberação nº8/vi/01 de 31 de Maio da Mesa da Assembleia Nacional. Artº. 1º (Aprovação) Artº. 2º (Entrada em vigor)

ASSEMBLEIA NACIONAL. Deliberação nº8/vi/01 de 31 de Maio da Mesa da Assembleia Nacional. Artº. 1º (Aprovação) Artº. 2º (Entrada em vigor) ASSEMBLEIA NACIONAL Deliberação nº8/vi/01 de 31 de Maio da Mesa da Assembleia Nacional Artº. 1º (Aprovação) É aprovado ao abrigo da alínea c) do nº 1 do artº. 30º do Regimento da Assembleia Nacional o

Leia mais

REGULAMENTO 9 CONGRESSO REGIONAL DA PSICOLOGIA DO PARANÁ (9 COREP) CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO 9 CONGRESSO REGIONAL DA PSICOLOGIA DO PARANÁ (9 COREP) CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS REGULAMENTO 9 CONGRESSO REGIONAL DA PSICOLOGIA DO PARANÁ (9 COREP) CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º - São objetivos do 9 Congresso Regional da Psicologia do Paraná: a) Promover a organização e mobilização

Leia mais

Conselho das Comunidades Portuguesas

Conselho das Comunidades Portuguesas Regulamento Interno do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na América do Norte Aprovado nos termos do número 3 do artigo 39.º-A e do número 1 do artigo 39.º-C da Lei n.º 66- A/2007, de 11 de

Leia mais

ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº /12/2000

ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº /12/2000 ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº.2000 19/2000 de 20/12/2000 Nº de PAUTA 203.13 RECURSOS HUMANOS RECURSOS HUMANOS Assunto: Actividade Sindical Referência: Distribuição: Recursos Humanos Revogações: Enquadramento

Leia mais

ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA. CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza)

ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA. CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza) ESTATUTOS DO GRUPO DESPORTIVO SANTANDER TOTTA CAPÍTULO I SEÇÃO I CONSTITUIÇÃO ART.º 1.º (Denominação e Natureza) 1. O Grupo Desportivo Santander Totta, é uma Associação de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

Façamos um trabalho que conduza à felicidade, seguindo os preceitos do Mestre Mikao Usui

Façamos um trabalho que conduza à felicidade, seguindo os preceitos do Mestre Mikao Usui 2016-2018 Façamos um trabalho que conduza à felicidade, seguindo os preceitos do Mestre Mikao Usui Princípios Fundamentais A Associação foi criada para o esclarecimento e apoio aos praticantes de Reiki.

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adota a denominação ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. 2. A

Leia mais

CNM - Clube Nacional de Montanhismo Departamento de Montanhismo. Projecto de Regulamento do Departamento INDICE

CNM - Clube Nacional de Montanhismo Departamento de Montanhismo. Projecto de Regulamento do Departamento INDICE INDICE CAPITULO I Objectivos do Departamento CAPITULO II Estrutura do Departamento de Montanhismo - SECÇÃO I Assembleia de Montanheiros - SECÇÃO II Direcção do Departamento - SECÇÃO III Conselho Técnico

Leia mais

REGULAMENTO XXII CONGRESSO NACIONAL DA JSD

REGULAMENTO XXII CONGRESSO NACIONAL DA JSD REGULAMENTO XXII CONGRESSO NACIONAL DA JSD Artigo 1º (Local e data) O XXII Congresso Nacional da JSD reunirá nos próximos dias 14, 15 e 16 de Dezembro de 2012, no Concelho de Ourém. Artigo 2º (Ordem de

Leia mais

A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de

A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de Associação A CIVIDADE ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º A Associação A Cividade é uma instituição particular, sem fins lucrativos e de duração indeterminada. Artigo 2º

Leia mais

TÍTULO VIII PODER LOCAL

TÍTULO VIII PODER LOCAL TÍTULO VIII PODER LOCAL CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 235.º Autarquias locais 1. A organização democrática do Estado compreende a existência de autarquias locais. 2. As autarquias locais são pessoas

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MUSEU DACIÊNCIA

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MUSEU DACIÊNCIA ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MUSEU DACIÊNCIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Denominação e natureza A Fundação Museu da Ciência, adiante designada por Fundação, é uma pessoa colectiva de direito privado,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO LEADER OESTE

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO LEADER OESTE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO LEADER OESTE CAPITULO I - PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º (CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO, DESIGNAÇÃO, NATUREZA E SEDE) 1- É constituída uma Associação sem fins lucrativos, por tempo indeterminado,

Leia mais

Escola: Nome: Nº: Turma:

Escola: Nome: Nº: Turma: Escola: Nome: Nº: Turma: Skimming e scanning Skimming e scanning são duas técnicas de leitura de textos. Utilizamos frequentemente estas duas técnicas em conjunto para poupar tempo na identificação, localização

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DA BOBADELA. Estatutos. CAPÍTULO I Constituição, sede, natureza, objectivo

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DA BOBADELA. Estatutos. CAPÍTULO I Constituição, sede, natureza, objectivo ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DA BOBADELA Estatutos CAPÍTULO I Constituição, sede, natureza, objectivo ARTIGO 1º Constituição A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES

REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES Aprovado na Assembleia de Representantes de 25 de Março de 2000 CAPÍTULO I Natureza e composição Artigo 1.º Natureza

Leia mais

REGIMENTO DO DEPARTAMENTO

REGIMENTO DO DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS REGIMENTO DO DEPARTAMENTO Preâmbulo De acordo com a legislação em vigor e com o Regulamento Interno, o presente Regimento define as regras de organização e de

Leia mais

ESTATUTOS DO INSTITUTO DE APOIO À CRIANÇA

ESTATUTOS DO INSTITUTO DE APOIO À CRIANÇA ESTATUTOS DO INSTITUTO DE APOIO À CRIANÇA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS Artigo 1º (Denominação) Por iniciativa de um grupo de cidadãos, interessados em contribuir para a resolução dos problemas

Leia mais

Estatutos para associações, clubes e colectividades

Estatutos para associações, clubes e colectividades Estatutos para associações, clubes e colectividades Artigo 1.º Designação e Objectivos O/A (nome da colectividade ou associação), adiante designada por (sigla) é uma associação de fins (concretização dos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DA GOLEGÃ

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DA GOLEGÃ REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DA GOLEGÃ PREÂMBULO A Rede Social foi criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº197/97, de 18 de Novembro. Pretende-se através deste programa

Leia mais

Estatutos Associação de Pais e Encarregados de Educação Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo

Estatutos Associação de Pais e Encarregados de Educação Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo Estatutos Associação de Pais e Encarregados de Educação Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo Capítulo Primeiro Da denominação, natureza e fins Artigo 1º A associação de pais e encarregados de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OLHÃO PROGRAMA REDE SOCIAL

REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OLHÃO PROGRAMA REDE SOCIAL REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OLHÃO PROGRAMA REDE SOCIAL JANEIRO DE 2007 REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) A Comissão Executiva é designada pelo Conselho de Administração e tem como objectivo deliberar sobre as matérias

Leia mais

Estatutos da Musikarisma Associaça o

Estatutos da Musikarisma Associaça o Estatutos da Musikarisma Associaça o SECÇÃO I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º A Musikarisma é uma Associação Cultural, Sem Fins Lucrativos, tendo a sua sede na Rua José Estêvão, com o número cento e treze, na

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE BOTICAS REGULAMENTO INTERNO. Rede Social de Boticas CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE BOTICAS REGULAMENTO INTERNO. Rede Social de Boticas CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1. CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE BOTICAS REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º OBJECTO O presente regulamento interno destina-se a definir os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

Proposta de Regulamento nº 01/2015 do II CONSEJU De 25 de março de Capítulo I Da Realização

Proposta de Regulamento nº 01/2015 do II CONSEJU De 25 de março de Capítulo I Da Realização Proposta de Regulamento nº 01/2015 do II CONSEJU De 25 de março de 2015 Cria as regras para Eleição dos Delegados(as) e Observadores, e apresentação de teses ao II CONSEJU-SE. Capítulo I Da Realização

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO E DA EGE ATLANTIC BUSINESS SCHOOL DA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO E DA EGE ATLANTIC BUSINESS SCHOOL DA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA FACULDADE DE ECONOMIA E GESTÃO E DA EGE ATLANTIC BUSINESS SCHOOL DA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1º Denominação e

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS. Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015.

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS. Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015. ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESCOLA SECUNDÁRIA ANTERO DE QUENTAL ESTATUTOS Estatutos aprovados a 18 de Março de 2015 Página 1 de 15 CAPÍTULO I Princípios Gerais ARTIGO 1.º (Denominação, âmbito, sede, sigla

Leia mais

A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna

A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna Competências da Assembleia A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna ex.: elaboração do regimento; comissões ou grupos de

Leia mais

Grupo de Recrutamento 530/540 Electrotecnia/Electrónica

Grupo de Recrutamento 530/540 Electrotecnia/Electrónica Grupo de Recrutamento 530/540 Electrotecnia/Electrónica Cabe ao Grupo Disciplinar, tendo em consideração o número total de elementos, estabelecer as suas próprias regras de funcionamento de acordo com

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS

ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS ASSEMBLEIA NACIONAL REGULAMENTO INTERNO DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS REGULAMENTO INTERNO DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES CABO-VERDIANAS Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1 (Âmbito)

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º - Denominação e regime jurídico

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º - Denominação e regime jurídico ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Denominação e regime jurídico 1. É constituída a InComunidade Cooperativa de Solidariedade Social CRL, doravante designada como Cooperativa,

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (CLAS)

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS DO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (CLAS) Preâmbulo A Resolução do Conselho de Ministros nº197/97 de 18 de Novembro, visa a criação e implementação do Programa. Esta é uma mediada da política social activa, que tem como objectivo desenvolver parcerias

Leia mais

a. O Conselho Pedagógico é composto por docentes e discentes, eleitos pelos membros de cada um dos respectivos cursos.

a. O Conselho Pedagógico é composto por docentes e discentes, eleitos pelos membros de cada um dos respectivos cursos. Regulamento Interno do Conselho Pedagógico da ESAP (Nº de Membros para o biénio 2013/2015: 14) Aprovado por unanimidade na reunião de 27.02.2014 1. Funcionamento a. O Conselho Pedagógico é composto por

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR PREÂMBULO A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, diploma que estabelece, entre outros, o regime jurídico das autarquias locais, veio atribuir, no

Leia mais

ESTATUTOS DO CÍRCULO TEIXEIRA GOMES ASSOCIAÇÃO PELO ALGARVE TÍTULO I. Denominação, Natureza, Sede e Fins da Associação. Artigo Primeiro.

ESTATUTOS DO CÍRCULO TEIXEIRA GOMES ASSOCIAÇÃO PELO ALGARVE TÍTULO I. Denominação, Natureza, Sede e Fins da Associação. Artigo Primeiro. ESTATUTOS DO CÍRCULO TEIXEIRA GOMES ASSOCIAÇÃO PELO ALGARVE TÍTULO I Denominação, Natureza, Sede e Fins da Associação Artigo Primeiro Denominação A Associação terá a denominação de CÍRCULO TEIXEIRA GOMES

Leia mais

C.N.O.D. Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes

C.N.O.D. Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes Membro do Conselho Económico e Social Membro do Fórum Europeu da Deficiência PLANO DE ACTIVIDADES 2015 Preâmbulo Temos Direitos Pelos Quais Vale a Pena Lutar Guiando-nos pelos objectivos consignados nos

Leia mais

Regulamento Eleitoral para a eleição dos Órgãos Sociais da APM CAPÍTULO I. Dos princípios gerais. Artigo 1º. Assembleia Eleitoral

Regulamento Eleitoral para a eleição dos Órgãos Sociais da APM CAPÍTULO I. Dos princípios gerais. Artigo 1º. Assembleia Eleitoral Regulamento Eleitoral para a eleição dos Órgãos Sociais da APM CAPÍTULO I Dos princípios gerais Artigo 1º Assembleia Eleitoral 1 - Em cumprimento do disposto no capítulo sexto dos Estatutos da APM, o presente

Leia mais

Regulamento Conselho Municipal de Juventude Santa Maria da Feira

Regulamento Conselho Municipal de Juventude Santa Maria da Feira Regulamento Conselho Municipal de Juventude Santa Maria da Feira Preâmbulo No âmbito da aplicação da sua política de juventude, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, sempre reconheceu aos jovens

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESA/IPB

REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESA/IPB REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESA/IPB SECÇÃO I Definições Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define as normas de organização e funcionamento do Conselho Pedagógico da Escola Superior Agrária

Leia mais

Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Preâmbulo Nos termos do Art. 12, n.º 1 dos Estatutos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, homologados

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO REGISTADA SOB O Nº527/2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE LOURES 1

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO REGISTADA SOB O Nº527/2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE LOURES 1 ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA GRANDE IDADE INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO REGISTADA SOB O Nº527/2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE LOURES 1 CAPITULO I Princípios Gerais Artigo 1º (Natureza e Sede) 1.

Leia mais

ESTATUTOS DA COMISSÃO NACIONAL PORTUGUESA

ESTATUTOS DA COMISSÃO NACIONAL PORTUGUESA ESTATUTOS DA COMISSÃO NACIONAL PORTUGUESA DO ICOM Capítulo I Da origem e dos fins da Comissão Nacional Artigo 1º A Comissão Nacional Portuguesa do ICOM (International Council of Museums), adiante designada

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR (retirado de www.inscoop.pt site do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo) Podem constituir-se por instrumento particular as cooperativas

Leia mais

Plataforma Supraconcelhia do Tâmega

Plataforma Supraconcelhia do Tâmega Regulamento da Plataforma Supraconcelhia do Tâmega Artigo 1º Objecto O presente regulamento define o processo de organização e funcionamento da Plataforma supraconcelhia do Tâmega, abreviadamente designada

Leia mais