Proteja o servidor web e o banco de dados com mod_selinux e SEPostgreSQL Um muro para a Web

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Proteja o servidor web e o banco de dados com mod_selinux e SEPostgreSQL Um muro para a Web"

Transcrição

1 Proteja o servidor web e o banco de dados com mod_selinux e SEPostgreSQL Um muro para a Web REDES O módulo mod_selinux do Apache ajuda a tapar os buracos que vão além do controle do firewall. por Thorsten Scherf Aplicativos web são um vetor de ataque popular na invasão de sistemas (figura 1). Sistemas de firewall tradicionais não conseguem proteger contra ataques de injeção SQL e cross-site scripting, o que significa que um erro em um aplicativo web pode ter consequências fatais. Por um lado, os aplicativos web são extremamente dinâmicos e complexos; por outro lado, o desenvolvedor de um aplicativo web não pode adivinhar o futuro para antecipar e eliminar perigos em potencial antes que eles ocorram. ModSecurity O módulo ModSecurity do Apache [1], que usa regras para filtrar conteúdo suspeito nos dados recebidos, tornou-se uma ferramenta popular para impedir a entrada de intrusos. Pacotes de dados que não correspondem aos padrões permitidos são descartados. Essa abordagem consegue barrar uma grande porcentagem de pacotes maliciosos antes que cheguem ao aplicativo web, mas o que acontece com aqueles que conseguem passar? Sistemas que dependem de casamento de padrões detectam apenas os padrões conhecidos e, portanto, falham ao encontrar algo desconhecido. Além disso, uma vez que o intruso já tenha entrado, as possibilidades de estender o ataque são infinitas. Com relação ao sistema operacional, os administradores conseguem resolver esse problema com a introdução de um esquema MAC (Mandatory Access Control Controle Obrigatório de Acesso), que permite o ajuste das permissões empregadas a recursos específicos. Nos últimos 64

2 mod_selinux SEGURANÇA Site Outros 47% 33% 7% 53% 67% 93% Figura 1 A porcentagem de ataques de rede direcionados a servidores web aumenta a cada ano. (Fonte: Little Earth Corporation) anos, o SELinux estabeleceu-se como uma importante ferramenta para implantar MACs em ambientes de alta segurança, mas o problema é que o SE apenas restringe o acesso aos recursos do sistema. Os novos ataques concentram-se em servidores de aplicativos web e bancos de dados. O SEPostgreSQL (Security Enhanced PostgreSQL) [2] e o mod_selinux [3] ampliam a proteção oferecida pelo SELinux a objetos de bancos de dados e aplicativos web. Como funciona O SEPostgreSQL é uma extensão do popular sistema de banco de dados PostgreSQL que suporta a atribuição de um contexto de segurança SELinux a objetos individuais. Em um banco de dados PostgreSQL clássico, o usuário se conecta usando um nome de usuário e uma senha. Com isso, ele tem acesso a todos os objetos disponíveis para sua conta. Com o SEPostgreSQL, o socket do cliente recebe um contexto de segurança que pode ser de um usuário buscando acesso ou o contexto do processo que o está acessando. O administrador do SEPostgreSQL pode atribuir rótulos de segurança a tabelas individuais e a qualquer objeto que elas contenham e, por isso, as regras centralizadas do SELinux definem qual usuário ou processo pode ou não acessar cada um dos objetos do banco de dados. Como no caso típico do SELinux, dois controles de acesso devem ser negociados antes que o usuário ou o processo tenha acesso ao objeto solicitado. Primeiro, as credenciais são verificadas pelo sistema de autenticação do banco de dados; em um segundo passo, o sistema verifica se o rótulo de segurança do socket de acesso possui privilégios suficientes para o objeto requisitado. Esses dois testes precisam ser efetuados com sucesso para que o banco de dados sirva o objeto requisitado. O administrador do banco de dados também só pode acessar um objeto específico caso o administrador de segurança tenha dado autorização explícita a esse acesso por meio de uma regra do SELinux. Diferentemente de objetos de sistema tradicionais, tais como arquivos e diretórios, onde o contexto de segurança é armazenado em seus atributos, o SEPostgreSQL armazena o contexto de segurança de um objeto do banco de dados em um catálogo de sistema especial. Catálogos de sistema de bancos de dados relacio- Listagem 1: Arquivo /etc/httpd/conf.d/mod_selinux.conf 01 <Directory /var/www/html > 02 # HTTP Basic Authentication 03 AuthType Basic 04 AuthName Secret Zone 05 AuthUserFile /var/www/htpasswd 06 Require valid-user 07 </Directory> Listagem 2: Arquivo /etc/httpd/conf.d/mod_selinux.conf 01 ### O mod_selinux.conf pode acessar um 02 ### arquivo local para mapear usuários 03 ### a contextos de segurança selinuxdomainmap /var/www/mod_selinux.map 06 selinuxdomainval anon_webapp_t:s0 07 selinuxdomainenv SELINUX_DOMAIN Linux Magazine #63 Fevereiro de

3 SEGURANÇA mod_selinux Listagem 3: Arquivo /var/www/mod_selinux.map 01 foo *:s0:c0 02 bar *:s0:c1 03 _anonymous anon_webapp_t:s0 04 * user_webapp_t:s0 Listagem 4: Comando chcat 01 # chcat -L 02 s0 03 s0-s0:c0.c255 SystemLow-SystemHigh 04 s0:c0.c255 SystemHigh 05 s0:c1 Marketing 06 s0:c2 Payroll 07 s0:c3 IT chcat +IT /var/www/virtual/www1/index.html 10 ls -lz /var/www/virtual/www1/index.html 11 -rw-rw-r-- root apache root:object_r:httpd_sys_content_t:it /var /www/virtual/www1/index.html nais geralmente incluem dados de esquema e outras metainformações. O SEPostgreSQL introduz um outro catálogo intitulado sg_security e o usa para armazenar o mapeamento entre o contexto de segurança de um objeto e o OID (Object Identifier Identificador do Objeto) correspondente. Quando um novo objeto é criado no banco de dados, ele recebe um OID numérico. O próprio banco de dados faz a resolução do OID para uma string convencional necessária ao contexto de segurança. Módulo mod_selinux O módulo mod_selinux do Apache permite que o administrador inicie diferentes instâncias do servidor web com um contextos de segurança individuais em vez de usar o mesmo contexto para vários processos. O contexto de segurança designado a uma instância de um servidor web depende do usuário que a acessa. O método é semelhante ao login tradicional pelo shell. Após uma autenticação bem-sucedida pelo login ou ssh, o usuário do shell recebe um contexto de segurança. Com isso, ele pode trabalhar no sistema dentro das restrições de segurança desse contexto. Caso o usuário tente fazer algo que não seja permitido pelo contexto, o SELinux impedirá que isso aconteça. No caso do mod_selinux, é o Apache que age como agente ou proxy de um usuário. Se um usuário se conecta à sua conta, o processo do servidor web aplicará o contexto do usuário. Para ver os direitos concedidos a um processo, é possível consultar o servidor de segurança embutido no kernel para conferir os objetos que o usuário pode e não pode acessar. Quando o SEPostgreSQL é usado como back-end de um aplicativo web, os controles de acesso se estendem a objetos individuais dentro do banco de dados. Configuração do mod_selinux Antes de começar a configuração, é necessário instalar o pacote do mod_selinux, já presente nos repositórios da maioria das distribuições GNU/Linux; se sua distribuição não contém uma versão do módulo, é possível baixá-lo do repositório do Projeto Fedora [3]. Depois de terminar a instalação em um sistema Fedora 11, o arquivo mod_selinux.conf estará no diretório /etc/ httpd/conf.d. Contexto Após a instalação do mod_selinux, a próxima pergunta é: como os usuários receberão o contexto de segurança para um aplicativo web?. O mod_selinux pode atribuir um contexto de várias maneiras, todas descritas no seu arquivo de configuração. Em primeiro lugar, é preciso informar ao Apache qual o diretório ou local onde a autenticação do usuário é necessária. A listagem 1 mostra um exemplo de autenticação que utiliza um arquivo local com os nomes de usuários e hashes MD5 de suas senhas. Listagem 5: sesearch 01 # sesearch --allow -s user_webapp_t 02 Found 120 semantic av rules: 03 allow user_webapp_t public_content_t : file { ioctl read getattr lock open} ; 04 allow user_webapp_t public_content_t : dir { ioctl read getattr lock search open } ; 05 allow user_webapp_t public_content_t : lnk_file { read getattr } ; 06 allow user_webapp_t sysctl_kernel_t : file { ioctl read getattr lock open } ; 07 allow user_webapp_t sysctl_kernel_t : dir { ioctl read getattr lock search open } ;

4 mod_selinux SEGURANÇA O comando a seguir adiciona um usuário ao arquivo de senhas: # htpasswd -m /var/www/htpasswd foo A listagem 2 contém mais configurações. A instrução selinuxdomain- Map especifica um arquivo local que atribui um contexto de segurança para cada usuário; como alternativa, pode-se usar selinuxdomainval para estabelecer um contexto padrão. Um arquivo de mapeamento seria semelhante à listagem 3. Após a autenticação, os processos do servidor web para as duas requisições do usuário encontram-se no domínio do SELinux user_webapp_t, com a MLS (Multi-Level Security Segurança Multi-Nível) do SELinux com sensibilidade de nível s0 e categorias c0 (foo) e c1 (bar) na MCS (Multi-Category Security Segurança Multi-Categoria). O arquivo dá acesso a objetos que pertencem a essas categorias e que podem acessar o domínio user_webapp_t. As categorias MCS dos objetos de arquivos são determinadas pela ferramenta chcat (listagem 4). Se um usuário não estiver listado no arquivo de mapeamento, só poderá ter acesso por meio do domínio user_webapp_t, a menos que a categoria MCS esteja definida. A ferramenta sesearch informa se o acesso a objetos no domínio user_webapp_t é permitido (listagem 5). Essas regras são adicionadas à política do SELinux através do pacote mod_selinux. pp. Esse pacote é automaticamente carregado após a instalação do mod_ selinux, como confirma a chamada ao semodule: # semodule -l grep mod_selinux mod_selinux 2.2 Listagem 6: Tabela uaccount 01 # su sepgsql 02 # createdb web 03 # psql web web=# CREATE TABLE uaccount ( 07 web(# uname TEXT PRIMARY KEY, 08 web(# upass TEXT, 09 web(# udomain TEXT 10 web(# ); web=# INSERT INTO uaccount VALUES ( foo, pass, user_ webapp_t:s0:c0 ); 13 web=# INSERT INTO uaccount VALUES ( bar, pass, user_ webapp_t:s0:c1 ); Logicamente, é possível adicionar suas próprias regras à política, mas elas precisam estar reunidas em um pacote. Qualquer acesso não autenticado ao servidor web é roteado para o domínio anon_webapp_t do SELinux, como especificado no arquivo de mapeamento. Configurando o SEPostgreSQL Na autenticação de usuários em domínios maiores, é preferível armazenar os usuários em um banco de dados, principalmente se o sistema de banco de dados for necessário para hospedar seu aplicativo web. O exemplo a seguir usa o SEPostgreSQL como banco de dados. A vantagem é que o administrador pode mapear todos os objetos desse banco de dados para um contexto de segurança, o que não seria possível com outros sistemas de bancos relacionais. Na maioria das distribuições GNU/Linux, é possível usar o repositório de software padrão para a instalação; caso não seja possível, Listagem 7: Arquivo /etc/httpd/conf.d/mod_selinux.conf 01 LoadModule dbd_module modules/mod_dbd.so 02 LoadModule authn_dbd_module modules/mod_authn_dbd.so # Parâmetros para conexão ao banco de dados DBDriver pgsql 07 DBDParams dbname=web user=apache # Autenticação por digest <Directory /var/www/html > 12 AuthType Digest 13 AuthName Secret Zone 14 AuthDigestProvider dbd 15 AuthDBDUserRealmQuery \ 16 SELECT md5(uname : $2 : upass), udomain, \ 17 %s=%s as dummy FROM uaccount WHERE uname = $ # Mapeamento de contexto do SELinux selinuxdomainenv AUTHENTICATE_UDOMAIN 22 selinuxdomainval anon_webapp_t:s </Directory> Linux Magazine #63 Fevereiro de

5 SEGURANÇA mod_selinux o código-fonte está disponível no Google Code [4]. Após a instalação, é necessário inicializar o banco de dados com os comandos abaixo: # /etc/init.d/sepostgresql initdb # /etc/init.d/sepostgresql start O acesso administrativo ao banco é feito por meio de uma conta padrão (sepgsql) criada pelos comandos acima. Ela permite que o administrador crie um banco de dados inicial para Listagem 8: Contexto de Segurança para entradas de bancos de dados 01 # su sepgsql 02 # createdb footballdb 03 # psql footballdb 04 Welcome to psql 8.3.7, the PostgreSQL interactive terminal Type: \copyright for distribution terms 07 \h for help with SQL commands 08 \? for help with psql commands 09 \g or terminate with semicolon to execute query 10 \q to quit footballdb=# CREATE TABLE clubs ( 13 footballdb(# id integer primary key, 14 footballdb(# nome varchar(32), 15 footballdb(# ranking integer, 16 footballdb(# pontos integer 17 footballdb(# ); footballdb=# INSERT INTO clubs (id, nome, ranking, pontos) 20 footballdb-# VALUES (1, Manchester United, 1, 72); footballdb=# SELECT security_context, * FROM clubs; security_context id nome ranking pontos unconfined_u:object_r:sepgsql_table_t:s0 1 Manchester United (1 row) footballdb=# UPDATE clubs SET security_context = system_u:object_r:public_content_t:s0 WHERE nome= Manchester United ; footballdb=# SELECT security_context, * FROM clubs; security_context id nome ranking pontos system_u:object_r:public_content_t:s0 1 Manchester United (1 row) armazenar os objetos do usuário (listagem 6). Com isso, é possível usar o arquivo de configuração mod_selinux.conf para acessar esses objetos na autenticação de usuários pelo aplicativo web. O contexto de segurança correspondente a cada objeto usuário já existe no banco de dados, o que elimina a necessidade de mapeamento. Os comandos necessários para configurar o mod_selinux estão na listagem 7. Em primeiro lugar, é preciso carregar os módulos do Apache necessários para acessar o banco de dados. Depois, os próximos dois parâmetros especificam os nomes do driver e as credenciais exigidas para acessar o PostgreSQL. Esses parâmetros são seguidos da autenticação do usuário, onde a variável AUTHENTICATE_UDOMAIN é usada para passar os dados de autenticação para o mod_selinux. O usuário que não conseguir se conectar ainda pode usar o contexto de segurança anon_webapp_t como segunda opção. SEPostgreSQL com MAC Como exemplo, as seções a seguir descrevem a configuração do SELinux em um sistema gerenciador de banco de dados relacional usando SEPostgreSQL. A listagem 8 mostra o fluxo esquematizado. Em primeiro lugar, é necessário conectar-se ao SGBD com privilégios de administrador e criar um novo banco de dados footballdb, neste caso. Depois, use o aplicativo cliente Psql para se conectar ao banco de dados e criar uma nova tabela clubs neste exemplo. Em seguida, é adicionar uma única entrada à tabela. A primeira declaração SELECT gera essa entrada. Como se pode ver, já há um contexto de segurança. O tipo deste contexto de segurança padrão é sepgsql_table_t para o acesso a partir do domínio unconfined_t. Apenas uma declaração de atualização é necessária para mudar o contexto. O último comando SELECT verifica se a entrada possui agora um novo contexto de segurança. O contexto pode ser aplicado individualmente a colunas, assim como a registros no banco de dados (listagem 9). A listagem 9 mostra uma tabela com dados de funcionários; a ideia é aplicar o contexto de segurança sepgsql_secret_table_t a essa coluna. Os usuários comuns no domínio de usuários do SELinux não têm per- 68

6 mod_selinux SEGURANÇA missão para acessá-lo, como confirmam as duas declarações SELECT. O comando SELECT sepgsql_getcon() retorna o contexto de segurança do socket de acesso; neste caso, o domínio de usuário user_t. O último SELECT tenta acessar todas as colunas da tabela de funcionários. Isso causa um erro no SELinux, pois o acesso ao tipo de objeto de banco de dados sepgsql_secret_table_t não é permitido ao domínio user_t. As regras para isso foram acrescentadas ao pacote de políticas sepostgresql-devel.pp, que contém a regra global do SELinux para instalar o SEPostgreSQL. Assim como no mod_selinux, é possível acrescentar suas próprias regras. A página de manual do sepostgresql lista todos os tipos do SELinux suportados e suas respectivas permissões. Para decidir sobre o acesso a objetos no banco de dados, o SEPostgreS- QL sempre usa o contexto do socket utilizado pelo cliente para acessá-lo. Esse contexto pode ser o de segurança do processo usado para o acesso (por exemplo, httpd_t) ou o contexto do shell do usuário (user_t, por exemplo). O psql usa uma declaração SELECT sepgsql_getcon() para exibir o contexto do socket que o está acessando. Se o acesso for originado em um servidor Apache ou em outra máquina, em vez da máquina local, o SEPostgreS- QL obviamente enxergará somente o contexto do socket de rede usado para acessá-lo. Porém, o uso de rótulos na rede é uma solução elegante, pois suporta túneis IPSec arbitrários entre vários sistemas para estender o contexto de segurança de um processo além das fronteiras da rede. Conclusões Graças ao mod_selinux, agora é possível iniciar processos individuais do servidor web (ou threads individuais, para ser mais exato) com um contexto de segurança individual. Com isso, o administrador pode usar as regras do SELinux para definir os objetos Listagem 9: Contexto de segurança para colunas 01 foo=# CREATE TABLE employee ( 02 foo(# mid integer primary key, 03 foo(# mname varchar(32), 04 foo(# esalary varchar(32) CONTEXT = system_u:object_r:sepgsql _secret_table_t:s0 05 foo(# ); foo=# GRANT ALL ON employee TO PUBLIC; foo=# SELECT sepgsql_getcon(); 10 sepgsql_getcon user_u:user_r:user_t:s0 13 (1 row) foo=# SELECT * FROM employee; 16 ERROR: SELinux: denied { select } \ 17 scontext=user_u:user_r:user_t:s0 \ 18 tcontext=system_u:object_r:sepgsql_secret_table_t:s0 \ 19 tclass=db_column name=employee.esalary que têm permissão de acesso a essas threads individuais. Examinando mais atentamente a documentação, notase que há muitas outras aplicações para isso. Por exemplo, é possível usar o mod_selinux para iniciar hosts virtuais individuais do Apache com seus próprios contextos de segurança, ou definir um contexto com base no endereço IP da máquina que está acessando o servidor. O mod_selinux oferece uma abordagem mais granular do que nunca Mais informações [1] Módulo ModSecurity: Gostou do artigo? Queremos ouvir sua opinião. Fale conosco em Este artigo no nosso site: para acessar objetos do SELinux. Apesar do AppArmor oferecer uma solução similar, ele requer um servidor Apache especial, o que não acontece com o mod_selinux. E, caso o SEPostgreSQL seja usado como banco de dados, o controle obrigatório de acesso pode ser estendido aos objetos do banco de dados. Uma combinação dos dois sistemas promete grandes benefícios de segurança no uso de aplicativos web. n [2] SEPostgreSQL: [3] Pacote do mod_selinux para Fedora: https://admin.fedoraproject.org/pkgdb/packages/name/mod_selinux [4] Download do SEPostgreSQL: Linux Magazine #63 Fevereiro de

Garanta a segurança de programas com um sandbox SELinux Sandbox segura

Garanta a segurança de programas com um sandbox SELinux Sandbox segura Garanta a segurança de programas com um sandbox SELinux Sandbox segura joseasreyes, 123RF CAPA É difícil manter seu navegador livre de scripts e aplicativos suspeitos. Um sandbox com SELinux mantém todas

Leia mais

Instalando servidor Apache

Instalando servidor Apache Instalando servidor Apache Apache é um software livre de código aberto que corre mais de 50% dos servidores web do mundo. Para instalar o apache, abra um terminal e digite o comando: 1- # yum install httpd

Leia mais

BANCO DE DADOS: SQL. Edson Anibal de Macedo Reis Batista. 27 de janeiro de 2010

BANCO DE DADOS: SQL. Edson Anibal de Macedo Reis Batista. 27 de janeiro de 2010 BANCO DE DADOS: SQL UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Departamento de Ciências da Computação. 27 de janeiro de 2010 índice 1 Introdução 2 3 Introdução SQL - Structured Query Language

Leia mais

SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE 27/02/2012

SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE SERVIDOR WEB - APACHE 27/02/2012 O servidor Apache é o mais bem sucedido servidor web livre. Foi criado em 1995 por Rob McCool, então funcionário do NCSA (National Center for Supercomputing Applications). Em maio de 2010, o Apache serviu

Leia mais

SELinux. Security Enhanced Linux

SELinux. Security Enhanced Linux SELinux Security Enhanced Linux Segurança da Informação A segurança da informação é um conjunto de medidas que se constituem basicamente de controles e política de segurança Objetivando a proteção das

Leia mais

Introdução ao Sistema. Características

Introdução ao Sistema. Características Introdução ao Sistema O sistema Provinha Brasil foi desenvolvido com o intuito de cadastrar as resposta da avaliação que é sugerida pelo MEC e que possui o mesmo nome do sistema. Após a digitação, os dados

Leia mais

Prof. Carlos Majer Aplicações Corporativas UNICID

Prof. Carlos Majer Aplicações Corporativas UNICID Este material pertence a Carlos A. Majer, Professor da Unidade Curricular: Aplicações Corporativas da Universidade Cidade de São Paulo UNICID Licença de Uso Este trabalho está licenciado sob uma Licença

Leia mais

Linux. - Comando básicos

Linux. - Comando básicos - Comando básicos Linux ls (- la) : lista os arquivos do diretório local cd : muda de diretório. Exemplos úteis : cd : muda para o home dir cd - : volta para o diretório de

Leia mais

5/7/2010. Apresentação. Introdução. Ponto de vista do usuário. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux

5/7/2010. Apresentação. Introdução. Ponto de vista do usuário. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux Apresentação Servidor Web Administração de Sistemas Curso Tecnologia em Telemática Disciplina Administração de Sistemas Linux Professor: Anderson Costa anderson@ifpb.edu.br Assunto da aula Servidor Web

Leia mais

Sistemas Operacionais Livres. Servidor Web Apache

Sistemas Operacionais Livres. Servidor Web Apache Sistemas Operacionais Livres Servidor Web Apache Apache Implementação do protocolo HTTP(80) e HTTPS(443) Arquitetura Client / Server Proviemento de páginas WEB Open Source Servidor Web mais utilizado no

Leia mais

No Fedora, instalamos os pacotes "mysql" e "mysql-server", usando o yum:

No Fedora, instalamos os pacotes mysql e mysql-server, usando o yum: Instalando o MySQL O MySQL é um banco de dados extremamente versátil, usado para os mais diversos fins. Você pode acessar o banco de dados a partir de um script em PHP, através de um aplicativo desenvolvido

Leia mais

Prova de pré-requisito

Prova de pré-requisito Prova de pré-requisito Curso Python e Django 1. Ao se acessar o site www.google.com qual comando e parâmetros são enviados para o servidor pelo navegador? a. GET / b. GET www.google.com c. PAGE index.html

Leia mais

Segurança de Acesso a Banco de Dados no MS SQL Server

Segurança de Acesso a Banco de Dados no MS SQL Server Segurança de Acesso a Banco de Dados no MS SQL Server Para efetuar com sucesso os exemplos que serão mostrados a seguir é necessário que exista no SQL Server uma pessoa que se conecte como Administrador,

Leia mais

Segurança com o MySQL

Segurança com o MySQL 1. Introdução Segurança com o MySQL Anderson Pereira Ataides O MySQL sem dúvida nenhuma, é o banco de dados open source mais conhecido do mercado e provavelmente o mais utilizado. Ele é rápido, simples,

Leia mais

Python Acessando o Banco de Dados MySQL

Python Acessando o Banco de Dados MySQL Python Acessando o Banco de Dados MySQL ANTONIO SÉRGIO NOGUEIRA PRESIDENTE PRUDENTE SP 2009 1 Sumário 1. Introdução...3 2. Interface MySQL...3 3.Instalando o MySQLdb...3 4.Verificando se o MySQL está instalado...4

Leia mais

MySQL. Prof. César Melo. com a ajuda de vários

MySQL. Prof. César Melo. com a ajuda de vários MySQL Prof. César Melo com a ajuda de vários Banco de dados e Sistema de gerenciamento; Um banco de dados é uma coleção de dados. Em um banco de dados relacional, os dados são organizados em tabelas. matricula

Leia mais

CAPA O Sumo disponibiliza um módulo de gerenciamento de usuários para suas aplicações web com poucas linhas de código.

CAPA O Sumo disponibiliza um módulo de gerenciamento de usuários para suas aplicações web com poucas linhas de código. Restringindo acesso à Internet com o gerenciador de acesso SUMO Ajuda de peso CAPA O Sumo disponibiliza um módulo de gerenciamento de usuários para suas aplicações web com poucas linhas de código. por

Leia mais

Sumário Agradecimentos... 19 Sobre.o.autor... 20 Prefácio... 21 Capítulo.1..Bem-vindo.ao.MySQL... 22

Sumário Agradecimentos... 19 Sobre.o.autor... 20 Prefácio... 21 Capítulo.1..Bem-vindo.ao.MySQL... 22 Sumário Agradecimentos... 19 Sobre o autor... 20 Prefácio... 21 Capítulo 1 Bem-vindo ao MySQL... 22 1.1 O que é o MySQL?...22 1.1.1 História do MySQL...23 1.1.2 Licença de uso...23 1.2 Utilizações recomendadas...24

Leia mais

Armazenamento organizado facilitando SCRUD; Agiliza processo de desenvolvimento de sistemas;

Armazenamento organizado facilitando SCRUD; Agiliza processo de desenvolvimento de sistemas; Conjunto de informações relacionadas entre si; Armazenamento organizado facilitando SCRUD; Agiliza processo de desenvolvimento de sistemas; Conjunto de Tabelas onde cada linha é um vetor de dados específico;

Leia mais

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível

Leia mais

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível de independência do

Leia mais

Atividade Proposta da Disciplina: Laboratório de Rede de Computadores

Atividade Proposta da Disciplina: Laboratório de Rede de Computadores Atividade Proposta da Disciplina: Laboratório de Rede de Computadores Tratamento dos dados gerados pelo Servidor de Web a partir do arquivo de logs. Configuração do Servidor Web para armazenar em um arquivo

Leia mais

Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04

Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04 Tutorial para Instalação do Ubuntu Server 10.04 Autor: Alexandre F. Ultrago E-mail: ultrago@hotmail.com 1 Infraestrutura da rede Instalação Ativando o usuário root Instalação do Webmin Acessando o Webmin

Leia mais

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias 2 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias Modelo de dados: Conjunto de conceitos

Leia mais

Manual de Instalação. Instalação via apt-get

Manual de Instalação. Instalação via apt-get Manual de Instalação Instalação via apt-get Índice de capítulos 1 - Pré-requisitos para instalação......................................... 01 2 - Instalando o SIGA-ADM.................................................

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Sistema Operacional Linux > Servidor Web (Apache) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução O Apache é o serviço web (http) mais popular do mundo, sendo

Leia mais

Gestão de Desenvolvimento de Sistemas por Controle de Versão Utilizando SVN. Software para Controle de Versão SVN/Subversion

Gestão de Desenvolvimento de Sistemas por Controle de Versão Utilizando SVN. Software para Controle de Versão SVN/Subversion Gestão de Desenvolvimento de Sistemas por Controle de Versão Utilizando SVN Software para Controle de Versão SVN/Subversion Subversion é uma solução opensource Interação com o desenvolvedor Projetos que

Leia mais

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente Departamento de Engenharia Informática 2010/2011 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo

Leia mais

Passos Preliminares: Acessando a máquina virtual via ssh.

Passos Preliminares: Acessando a máquina virtual via ssh. CIn/UFPE Sistemas de Informação Redes de Computadores Professor: Kelvin Lopes Dias Monitor: Edson Adriano Maravalho Avelar {kld,eama@cin.ufpe.br Instalando o APACHE, PHP (PHPADMIN), MySQL. Este tutorial

Leia mais

Instalação Apache + MySQL + PHPMyAdmin CentOS

Instalação Apache + MySQL + PHPMyAdmin CentOS Segue descrição das atividades: Tratamento dos dados gerados pelo Servidor de Web a partir do arquivo de logs. Configuração do Servidor Web para armazenar em um arquivo texto os logs de acesso, conforme

Leia mais

AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS

AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS AULA 2 INTERAÇÃO COM O BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS POSTGRESQL O PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados dos mais robustos e avançados do mundo. Seu código é aberto e é totalmente gratuito,

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores LAMP Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br Acrônico para a combinação de Linux, Apache, MySQL e PHP ou Perl ou Python; Recentemente a letra P começou a fazer referência a Perl

Leia mais

Instalando um pacote LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP) no Mandriva

Instalando um pacote LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP) no Mandriva Instalando um pacote LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP) no Mandriva 1 Como instalar programas em Linux Para que possamos inicar o processo de instalação, precisamos configurar o gerenciador de pacotes do

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais

Programação WEB II. PHP e Banco de Dados. progweb2@thiagomiranda.net. Thiago Miranda dos Santos Souza

Programação WEB II. PHP e Banco de Dados. progweb2@thiagomiranda.net. Thiago Miranda dos Santos Souza PHP e Banco de Dados progweb2@thiagomiranda.net Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net PHP e Banco de Dados É praticamente impossível

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PROTOCOLOS DA INTERNET FAMÍLIA TCP/IP INTRODUÇÃO É muito comum confundir o TCP/IP como um único protocolo, uma vez que, TCP e IP são dois protocolos distintos, ao mesmo tempo que, também os mais importantes

Leia mais

Grupo 5 - SELinux. Aníbal Leite Nuno Cardoso

Grupo 5 - SELinux. Aníbal Leite Nuno Cardoso Grupo 5 - SELinux Aníbal Leite Nuno Cardoso Sumário O que é o SELinux? História do SELinux Arquitectura do SELinux Experiências realizadas Alternativa ao SELinux Conclusões Questões O que é o SELinux?

Leia mais

Protweb PHP. Instalação/Configuração

Protweb PHP. Instalação/Configuração Protweb PHP Instalação/Configuração Protweb PHP Instalação Requisitos: Servidor Web com suporte a PHP Banco de Dados MySQL Arquivos do Protweb Exemplo: Servidor Linux com: Apache 2.0.47, PHP 4.3.0 e MySQL

Leia mais

Manual de Instalação. Instalação via apt-get. SIGA-ADM versão 12.02

Manual de Instalação. Instalação via apt-get. SIGA-ADM versão 12.02 Manual de Instalação Instalação via apt-get SIGA-ADM versão 12.02 Índice de capítulos 1 - Pré-requisitos para instalação..................................................... 05 2 - Instalando o SIGA-ADM..............................................................

Leia mais

André Milani. Novatec

André Milani. Novatec André Milani Novatec Sumário Agradecimentos...19 Sobre o autor...21 Prefácio...23 Capítulo 1 Bem-vindo ao PostgreSQL...25 1.1 O que é o PostgreSQL?...25 1.1.1 História do PostgreSQL...26 1.1.2 Licença

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Guia de instalação para ambiente de Desenvolvimento LINUX

Guia de instalação para ambiente de Desenvolvimento LINUX Guia de instalação para ambiente de Desenvolvimento LINUX Conteúdo deste manual Introdução O guia de instalação... 3 Capítulo 1 Instalando o servidor Web Apache... 4 Teste de instalação do Apache... 9

Leia mais

Manual de Instalação do Curso Informática Instrumental

Manual de Instalação do Curso Informática Instrumental Manual de Instalação do Curso Informática Instrumental As informações contidas no presente documento foram elaboradas pela International Syst. Qualquer dúvida a respeito de seu uso ou relativa a informações

Leia mais

Gerência de Banco de Dados

Gerência de Banco de Dados exatasfepi.com.br Gerência de Banco de Dados Prof. Msc. André Luís Duarte Banco de Dados Os bancos de dados são coleções de informações que se relacionam para criar um significado dentro de um contexto

Leia mais

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Introdução e configuração de bases de dados com Postgre e MySQL

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Introdução e configuração de bases de dados com Postgre e MySQL Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Introdução e configuração de bases de dados com Postgre e MySQL Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando nossas aulas sobre

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LABORATORIO DE REDE

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LABORATORIO DE REDE FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LABORATORIO DE REDE PROFESSOR: Dinailton Laboratorio De Rede DISCENTES: Helton Klinthon Douglas Silva Dyonathan Rodrigues Laboratório de

Leia mais

O essencial do comando mysqladmin, através de 18 exemplos

O essencial do comando mysqladmin, através de 18 exemplos O essencial do comando mysqladmin, através de 18 exemplos Elias Praciano O mysqladmin é uma ferramenta de linha de comando que vem junto com a instalação do servidor MySQL e é usada por administradores

Leia mais

PostgreSQL. www.postgresql.org. André Luiz Fortunato da Silva Analista de Sistemas CIRP / USP alf@cirp.usp.br

PostgreSQL. www.postgresql.org. André Luiz Fortunato da Silva Analista de Sistemas CIRP / USP alf@cirp.usp.br PostgreSQL www.postgresql.org André Luiz Fortunato da Silva Analista de Sistemas CIRP / USP alf@cirp.usp.br Características Licença BSD (aberto, permite uso comercial) Multi-plataforma (Unix, GNU/Linux,

Leia mais

Troubleshooting Versão 1.0

Troubleshooting Versão 1.0 Troubleshooting Versão 1.0 As informações contidas neste documento estão sujeitas a alteração sem notificação prévia. Os dados utilizados nos exemplos contidos neste manual são fictícios. Nenhuma parte

Leia mais

Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização

Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Manual do Nscontrol Principal Senha Admin Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Aqui, você poderá selecionar quais programas você quer que

Leia mais

Introdução à Engenharia da Computação. Banco de Dados Professor Machado

Introdução à Engenharia da Computação. Banco de Dados Professor Machado Introdução à Engenharia da Computação Banco de Dados Professor Machado 1 Sistemas isolados Produção Vendas Compras Banco de Dados Produtos... Banco de Dados Produtos... Banco de Dados Produtos... Desvantagens:

Leia mais

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1 Segurança na Web Capítulo 9: Segurança em Aplicações Web Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW Page 1 Introdução Quando se fala em segurança na WEB é preciso pensar inicialmente em duas frentes:

Leia mais

Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos

Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Roteiro 9 - SQL Básico: chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Objetivos: Criar restrições para atributos, chaves primárias e estrangeiras; Explorar consultas SQL com uso de

Leia mais

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente. Figura 1. Base de dados de exemplo

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente. Figura 1. Base de dados de exemplo Departamento de Engenharia Informática 2012/2013 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo

Leia mais

BANCO DE DADOS WEB AULA 4. linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

BANCO DE DADOS WEB AULA 4. linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com BANCO DE DADOS WEB AULA 4 linguagem SQL: subconjuntos DCL, DDL e DML professor Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com O que é SQL? Structured Query Language, ou Linguagem de Consulta Estruturada ou SQL,

Leia mais

Projeto Integrador Projeto de Redes de Computadores

Projeto Integrador Projeto de Redes de Computadores Projeto Integrador Projeto de Redes de Computadores IMPLEMENTAÇÃO DO PROTOCOLO 802.1x UTILIZANDO SERVIDOR DE AUTENTICAÇÃO FREERADIUS Aluno: Diego Miranda Figueira Jose Rodrigues de Oliveira Neto Romário

Leia mais

Projeto Integrador Programação para Internet

Projeto Integrador Programação para Internet FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Projeto Integrador Programação para Internet AYLSON SANTOS EDFRANCIS MARQUES HEVERTHON LUIZ THIAGO SHITINOE AYLSON SANTOS EDFRANCIS MARQUES HEVERTHON

Leia mais

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase.

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase. Prof. Omero, pág. 63 O que é o InterBase? O InterBase é um SGBDR - Sistema Gerenciador de Banco de Dados Cliente/Servidor Relacional 1 que está baseado no padrão SQL ANSI-9, de alta performance, independente

Leia mais

LABORATÓRIO VII. LAMP Server Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135

LABORATÓRIO VII. LAMP Server Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 LABORATÓRIO VII LAMP Server Documento versão 0.1 Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 Orientado pela Professora Kalinka Regina Lucas Jaquie Castelo Branco Agosto / 2010 Laboratório VII LAMP Server

Leia mais

Guia passo a passo de introdução ao Microsoft Windows Server Update Services

Guia passo a passo de introdução ao Microsoft Windows Server Update Services Guia passo a passo de introdução ao Microsoft Windows Server Update Services Microsoft Corporation Publicação: 14 de março de 2005 Autor: Tim Elhajj Editor: Sean Bentley Resumo Este documento fornece instruções

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

Aplicabilidade: visão geral

Aplicabilidade: visão geral CURSO BÁSICO SAXES 2 Aplicabilidade: visão geral BI Comércio Indústria nf-e Serviços Software house Enterprise Business Bus Banco financeiro Instituição Sindicato ERP html Casos 3 6 Customização: importação

Leia mais

PostgreSQL 9.4 Primeiros Passos no Microsoft Windows

PostgreSQL 9.4 Primeiros Passos no Microsoft Windows www.masiena.com.br marcio@masiena.com.br masiena@hotmail.com PostgreSQL 9.4 Primeiros Passos no Microsoft Windows Uma das maiores dificuldades quando se começa a trabalhar com qualquer software é dar os

Leia mais

Mecanismos de Segurança Sistemas Linux

Mecanismos de Segurança Sistemas Linux Mecanismos de Segurança Sistemas Linux Bruno Loureiro bruno.loureiro@fe.up.pt 1 Sumário Conceitos introdutórios Técnicas de Controlo de Acesso Modelo Bell-LaPadula Mecanismos de segurança Linux Abordagem

Leia mais

Gestão de Segurança da Informação. Segurança de Banco de Dados ( SQL Injection, APBIDS, Modelagem )

Gestão de Segurança da Informação. Segurança de Banco de Dados ( SQL Injection, APBIDS, Modelagem ) Segurança de Aplicações e Banco de Dados Gestão de Segurança da Informação pós-graduação Lato Sensu Segurança de Banco de Dados ( SQL Injection, APBIDS, Modelagem ) Patrick Tracanelli Francisco Temponi

Leia mais

Sensor de temperatura Parte 5 Cleiton Bueno www.cleitonbueno.wordpress.com. Preparando o ambiente do Banco de dados Mysql

Sensor de temperatura Parte 5 Cleiton Bueno www.cleitonbueno.wordpress.com. Preparando o ambiente do Banco de dados Mysql Criar database: Sensor de temperatura Parte 5 Cleiton Bueno www.cleitonbueno.wordpress.com Preparando o ambiente do Banco de dados Mysql CREATE DATABASE `tempuino` DEFAULT CHARACTER SET utf8 COLLATE utf8_bin

Leia mais

PRÁTICA APACHE. Prof. Claudio Silva

PRÁTICA APACHE. Prof. Claudio Silva 1) Instalação do Apache yum install httpd chkconfig --level 35 httpd on apachectl start 2)Instalação navegador de linha de comando: yum install elinks elinks 127.0.0.1 3)Pastas de configurações do Apache:

Leia mais

PHP e MySQL Autenticação de Usuários

PHP e MySQL Autenticação de Usuários PHP e MySQL Autenticação de Usuários Programação de Servidores Marx Gomes Van der Linden http://marx.vanderlinden.com.br/ Controle de Acesso A maioria das aplicações web envolve em algum ponto um mecanismo

Leia mais

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 INTRODUÇÃO PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 Leonardo Pereira leonardo@estudandoti.com.br Facebook: leongamerti http://www.estudandoti.com.br Informações que precisam ser manipuladas com mais segurança

Leia mais

Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br

Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br 1. Abordagem geral Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br Em primeiro plano, deve-se escolher com qual banco de dados iremos trabalhar. Cada banco possui suas vantagens,

Leia mais

Instalação e Configuração do Servidor HTTPD Apache

Instalação e Configuração do Servidor HTTPD Apache Instalação e Configuração do Servidor HTTPD Apache Aqui iremos utilizar uma distribuição Linux no caso o CentOS, após a instalação do CentOS, iremos para a parte de instalação e configuração do Servidor

Leia mais

CONFIGURAÇÃO PARA ENVIO DE E-MAIL

CONFIGURAÇÃO PARA ENVIO DE E-MAIL CONFIGURAÇÃO PARA ENVIO DE E-MAIL RMS Software S.A. - Uma Empresa TOTVS Todos os direitos reservados. A RMS Software é a maior fornecedora nacional de software de gestão corporativa para o mercado de comércio

Leia mais

M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o d o

M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o d o M a n u a l d e I n s t a l a ç ã o d o Q C a l l * C e n t e r WWW.QUALITOR.COM.BR / WWW.CONSTAT.COM.BR PÁGINA 1 Todos os direitos reservados a Constat. Uso autorizado mediante licenciamento Qualitor

Leia mais

Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0. Versão 7.0A

Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0. Versão 7.0A Guia de administração para a integração do Portrait Dialogue 6.0 Versão 7.0A 2013 Pitney Bowes Software Inc. Todos os direitos reservados. Esse documento pode conter informações confidenciais ou protegidas

Leia mais

MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico

MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico O GCO é um sistema de controle de clínicas odontológicas, onde dentistas terão acesso a agendas, fichas de pacientes, controle de estoque,

Leia mais

Nomes: Questão 1 Vulnerabilidade: SQL Injection (Injeção de SQL):

Nomes: Questão 1 Vulnerabilidade: SQL Injection (Injeção de SQL): Nomes: Questão 1 Vulnerabilidade: SQL Injection (Injeção de SQL): Nos últimos anos uma das vulnerabilidades mais exploradas por usuários mal-intencionados é a injeção de SQL, onde o atacante realiza uma

Leia mais

Trabalhando com MySQL: Uma Introdução

Trabalhando com MySQL: Uma Introdução Trabalhando com MySQL: Uma Introdução 1. A linguagem PHP A linguagem PHP é uma linguagem de programação criada especialmente para o uso em páginas Web. Mas nem por isso ela não pode deixar de ser usada

Leia mais

Curso PHP Aula 08. Bruno Falcão brunogfalcao@gmail.com

Curso PHP Aula 08. Bruno Falcão brunogfalcao@gmail.com + Curso PHP Aula 08 Bruno Falcão brunogfalcao@gmail.com + Roteiro Conectividade com BD SQL + SQL Structured Query Language. Padrão para interagir com banco de dados relacionais. + Banco de dados Um banco

Leia mais

LEIA ISTO PRIMEIRO. IBM Tivoli Configuration Manager, Versão 4.2.1

LEIA ISTO PRIMEIRO. IBM Tivoli Configuration Manager, Versão 4.2.1 LEIA ISTO PRIMEIRO IBM Tivoli, Versão 4.2.1 O IBM Tivoli, Versão 4.2.1, é uma solução para controlar a distribuição de software e o inventário de gerenciamento de recursos em um ambiente multiplataformas.

Leia mais

Guia de conceitos básicos API Version 2010-01-01

Guia de conceitos básicos API Version 2010-01-01 : Guia de conceitos básicos Copyright 2011 Amazon Web Services LLC ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Conceitos básicos do Amazon RDS... 1 Cadastre-se no Amazon RDS... 2 Inicie uma instância

Leia mais

Configuração Definitiva do Samba

Configuração Definitiva do Samba Configuração Definitiva do Samba 1 2 Sumário 1. Vantagens... 5 2. Desvantagem... 5 3. Conclusão Final... 5 4. Vamos botar a mão na massa!... 6 5. Instalação... 6 6. Configuração Parte 1 (Criando os diretórios)...

Leia mais

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1 1 Sinopse do capítulo Problemas de segurança para o campus. Soluções de segurança. Protegendo os dispositivos físicos. Protegendo a interface administrativa. Protegendo a comunicação entre roteadores.

Leia mais

Manual de Instalação do SGA Livre

Manual de Instalação do SGA Livre Manual de Instalação do SGA Livre Retornar à Página Inicial Índice Introdução Instalação do Servidor Web e Banco de Dados Instalação do Controlador de Painéis Configuração do Cron Instalação do Painel

Leia mais

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício Introdução à Banco de Dados Nathalia Sautchuk Patrício Histórico Início da computação: dados guardados em arquivos de texto Problemas nesse modelo: redundância não-controlada de dados aplicações devem

Leia mais

Disciplina de Banco de Dados Parte V

Disciplina de Banco de Dados Parte V Disciplina de Banco de Dados Parte V Prof. Elisa Maria Pivetta CAFW - UFSM Modelo de Dado Relacional O Modelo Relacional O Modelo ER é independente do SGDB portanto, deve ser o primeiro modelo gerado após

Leia mais

Segurança em Virtualização utilizando o KVM

Segurança em Virtualização utilizando o KVM Klaus Heinrich Kiwi Engenheiro de Software, IBM Linux Technology Center 11 o Forum Internacional de Software Livre Julho 2010 Segurança em Virtualização utilizando o KVM Klaus Heinrich Kiwi, IBM LTC 2010

Leia mais

BANCO DE DADOS. info 3º ano. Prof. Diemesleno Souza Carvalho diemesleno@iftm.edu.br www.diemesleno.com.br

BANCO DE DADOS. info 3º ano. Prof. Diemesleno Souza Carvalho diemesleno@iftm.edu.br www.diemesleno.com.br BANCO DE DADOS info 3º ano Prof. Diemesleno Souza Carvalho diemesleno@iftm.edu.br www.diemesleno.com.br Na última aula estudamos Unidade 4 - Projeto Lógico Normalização; Dicionário de Dados. Arquitetura

Leia mais

LABORATÓRIO 0 Revisão GNU/Linux

LABORATÓRIO 0 Revisão GNU/Linux FACULDADE PITÁGORAS Tecnólogo em Redes de Computadores Redes Sem fio Prof. Ulisses Cotta Cavalca LABORATÓRIO 0 Revisão GNU/Linux OBJETIVOS Rever os principais comandos do sistema

Leia mais

Aplicação web protegida

Aplicação web protegida Sua aplicação web é segura? SEGURANÇA Aplicação web protegida Aplicações web oferecem grandes riscos à segurança. Aprenda a proteger todos os elementos dessa complexa equação. por Celio de Jesus Santos

Leia mais

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO. Guia para criação do banco de dados de redes sociais

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO. Guia para criação do banco de dados de redes sociais Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO Programa de Pós-Graduação em Informática Guia para criação do banco de dados de redes sociais Edvaldo Artmann de Oliveira edvaldo.oliveira@uniriotec.br

Leia mais

LABORATÓRIO V. NAT E FIREWALL Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135

LABORATÓRIO V. NAT E FIREWALL Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 LABORATÓRIO V NAT E FIREWALL Documento versão 0.1 Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 Orientado pela Professora Kalinka Regina Lucas Jaquie Castelo Branco Julho / 2010 Laboratório V NAT e Firewall

Leia mais

TUTORIAL DE CRIAÇÃO DE BANCO DE DADOS ESPACIAL

TUTORIAL DE CRIAÇÃO DE BANCO DE DADOS ESPACIAL TUTORIAL DE CRIAÇÃO DE BANCO DE DADOS ESPACIAL Este tutorial tem por objetivo explicar a criação de bancos de dados espaciais usando o Postgis que é a extensão espacial do PostgreSQL. Os passos que serão

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 7 Samba, SSH e Backup

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 7 Samba, SSH e Backup Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 7 Samba, SSH e Prof.: Roberto Franciscatto Samba Samba Samba Samba Servidor de compartilhamento de arquivos e recursos de rede É compatível com

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução App de exemplo Implementação do exemplo Testes realizados

Leia mais

PL/pgSQL por Diversão e Lucro

PL/pgSQL por Diversão e Lucro PL/pgSQL por Diversão e Lucro Roberto Mello 3a. Conferência Brasileira de PostgreSQL - PGCon-BR Campinas - 2009 1 Objetivos Apresentar as partes principais do PL/pgSQL Apresentar casos de uso comum do

Leia mais

Nesse artigo abordaremos os principais aspectos de instalação e uso do NTOP no Fedora Core 4.

Nesse artigo abordaremos os principais aspectos de instalação e uso do NTOP no Fedora Core 4. Diego M. Rodrigues (diego@drsolutions.com.br) O NTOP é um programa muito simples de ser instalado e não requer quase nenhuma configuração. Ele é capaz de gerar excelentes gráficos de monitoramento das

Leia mais

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 2

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 2 ABRIR CONEXÃO PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 2 Professor: Leonardo Pereira Email: leongamerti@gmail.com Facebook: leongamerti Material de Estudo: http://www.leonti.vv.si Antes de podermos acessar informações

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Samba Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br 1 Conhecido também como servidor de arquivos; Consiste em compartilhar diretórios do Linux em uma rede Windows e visualizar compartilhamentos

Leia mais

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente. Figura 1. Base de dados de exemplo

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente. Figura 1. Base de dados de exemplo Departamento de Engenharia Informática 2014/2015 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo

Leia mais