PERFIL DO SETOR HOTELEIRO DO DISTRITO FEDERAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERFIL DO SETOR HOTELEIRO DO DISTRITO FEDERAL"

Transcrição

1 PERFIL DO SETOR HOTELEIRO DO DISTRITO FEDERAL

2 2005, Sebrae Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9.610). 1ª edição Projeto realizado por Sebrae/DF SIA Techo 3, lote CEP Brasília, DF Telefone (61) Internet Pesquisa Revisão Leila Maria Cavalieri Rezende Capa Suzana Cury Projeto gráfico e editoração eletrônica All Type Assessoria Editorial, Ltda.

3 PERFIL DO SETOR HOTELEIRO DO DISTRITO FEDERAL Brasília, 2005

4 2005, Sebrae/DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser fotocopiada, gravada, reproduzida ou transmitida sob qualquer meio eletrônico ou mecânico sem o prévio consentimento do autor. Estudo realizado por Sebrae/DF SIA Techo 3, lote CEP Brasília, DF Telefone (61) Internet Coordenação Unidade de Desenvolvimento Setorial Projeto Turismo Redação Regina Célia Xavier dos Santos Revisão Leila Maria Cavallieri Resende Projeto gráfico e editoração eletrônica All Type Assessoria Editorial, Ltda. Santos, Regina Célia Xavier dos. Perfil do setor hoteleiro do Distrito Federal / Regina Célia Xavier dos Santos. -- Brasília: SEBRAE / DF, p. 1. Turismo 2. Hotéis 3. Desenvolvimento Regional 4. SEBRAE/DF 5. Guimarães, Neljanir da Silva. I. Título CDU

5 Sumário 1. Introdução Metodologia e Histórico do Estudo Etapa Quantitativa Etapa Qualitativa Sugestões Resultados da Etapa Quantitativa do Estudo O Parque Hoteleiro no Distrito Federal Um pouco de história Hotéis Urbanos Evolução do setor Situação do empreendimento Motéis Hotéis Rurais Hoteis Fazenda Características do Setor Hoteleiro no Distrito Federal Perfil dos Empreendimentos Estrutura do empreendimento equipamentos das áreas sociais e áreas de lazer Ambientes para alimentação e consumo de bebidas Estrutura para eventos e reuniões de negócios Atendimento aos hóspedes Segurança, manutenção e conservação de energia Equipamentos e serviços nas unidades habitacionais Ocupação, Permanência Média dos Hóspedes e Determinantes da Demanda por Hospedagem Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 5

6 3.5 Comercialização Receitas e despesas Mão-de-obra Fornecedores Responsabilidade Social e Comentários Resultados da Etapa Quantitativa do Estudo Situação Atual da Hotelaria no Distrito Federal Problemas e Necessidades Vantagens e Potencialidades Desempenho do Setor Hoteleiro Posicionamento no mercado Modelos e Estilos de Gestão Profissionalização e Atendimento Percepções da Concorrência Impacto das redes internacionais e dos flats Os Pequenos Hotéis, Pousadas e Pensões Investimentos para a Modernização do Setor Legislação do Setor Hoteleiro O Futuro do Turismo e da Hotelaria no Distrito Federal Anexos Questionário Hoteís Urbanos Cadastro dos Hotéis Participantes do Estudo

7 1. Introdução Este relatório apresenta os resultados do estudo realizado pela WHO Pesquisa e Informações de Mercado, exclusivamente para o SEBRAE/DF, em parceria com a FECO- MÉRCIO e com o apoio do Brasília Convention e Visitors Bureau e ABIH/DF, tendo por objetivo a construção do Perfil do Setor Hoteleiro no Distrito Federal. Com o desenvolvimento do trabalho, pretendeu-se identificar e caracterizar o setor hoteleiro no Distrito Federal, com o propósito de construir uma fonte segura e bem fundamentada da realidade local em termos da oferta de meios de hospedagem, o que caracterizará o Perfil da Indústria Hoteleira do Distrito Federal. Os dados, obtidos de forma segura e sistematizada, retratam a realidade dos meios de hospedagem do DF, servindo como insumo essencial para o planejamento e alocação de investimentos no setor, de forma a torná-lo, cada vez mais, um importante vetor de desenvolvimento local. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 7

8

9 2. Metodologia e Histórico do Estudo O estudo desenvolveu-se em duas etapas, independentes e simultâneas. Uma de natureza quantitativa segundo a qual, por meio da abordagem direta aos empreendimentos do setor hoteleiro instalados no DF, buscou-se identificar e caracterizar realidades. Outra de natureza qualitativa desenvolveu-se mediante entrevistas pessoais junto aos principais representantes do trade turístico local, visando a contemplar o atual estágio da hotelaria no DF, enfocando-se, particularmente, o impacto da entrada de novos agentes, o desempenho das empresas, o aumento da concorrência, os investimentos em modernização e as perspectivas para o setor. 2.1 Etapa Quantitativa A etapa quantitativa teve início com a identificação e localização dos empreendimentos hoteleiros sediados no Distrito Federal, cuja atividade estivesse regularmente inscrita na Junta Comercial. A partir do cruzamento de informações de diversos cadastros de entidades ligadas ao setor, tais como EMBRATUR, ABIH, Brasília Convention & Visitors Bureau, Sindicatos e Junta Comercial, foram identificados e localizados 233 empreendimentos situados em área urbana, sendo 213 hotéis, pousadas e pensões e 20 motéis. Os empreendimentos situados em área rural do DF_ os hotéis fazenda _ não foram objeto da pesquisa direta, uma vez que o SEBRAE DF havia realizado recente- Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 9

10 mente estudo para caracterização do setor, e os dados encontravam-se disponíveis em fontes secundárias. Para a abordagem aos 213 hotéis localizados em área urbana, foi desenvolvido um instrumento detalhado para levantamento de dados (questionário 1), que contemplou as seguintes variáveis: Tipos de empreendimentos e classificação Tipos de estabelecimento Área ocupada Áreas arrendadas Linhas de financiamento Número de unidades habitacionais e de leitos Serviços de apoio Infra-estrutura de lazer disponível Apoio logístico Grau de informatização Espaços para eventos e sua utilização Estrutura para deficientes Sazonalidade e taxa de ocupação Valor médio das diárias Formas de pagamentos das diárias Benefícios oferecidos aos hóspedes Origem dos hóspedes e estratégia de captação Geração de emprego : mão-de-obra fixa e temporária Serviços de terceiros Aspectos da administração, organização e qualidade Qualificação gerencial Treinamento e qualificação da mão-de-obra Receitas e sua composição Despesas Fornecedores Concorrência Gestão ambiental Saúde e segurança no trabalho Questões associativas Eficiência energética Ações voltadas para o social. Para a abordagem ao segmento de motéis, em função de sua natureza específica, o instrumento de coleta de dados restringiu-se à identificação do empreendimento, a oferta de leitos e de serviços (questionário 2). Ambos os instrumentos foram desenvolvidos para auto-preenchimento, uma vez que pelo seu volume de informações e abrangência envolviam diversos interlocutores nos empreendimentos pesquisados. Foram encaminhados aos gerentes gerais dos empreendimentos, acompanhados de uma correspondência do SEBRAE/DF. 10 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

11 A entrega e a devolução dos questionários foram protocolizadas e, em cada hotel, uma pessoa ficou responsável pela coleta das informações. Na entrega do instrumento, esta mesma pessoa fazia uma leitura completa do questionário em companhia de um coordenador de campo, ocasião em que todas as dúvidas de preenchimento eram dirimidas. Durante todo o período em que o questionário ficou nos estabelecimentos para preenchimento, os coordenadores de campo mantiveram contínuo contato, visando a esclarecer eventuais dúvidas. Nos empreendimentos de pequeno porte, sempre que necessário, o preenchimento dos questionários foi feito em conjunto com o coordenador de campo. O trabalho de coleta de dados transcorreu no período de 5 de Julho a 30 de Setembro de Dos 213 hotéis urbanos identificados, 168 devolveram o questionário preenchido, 30 devolveram os questionários em branco, informando que não tinham interesse em participar do estudo e 15 recusaram sua participação e não devolveram o questionário. Além deste relatório, o estudo possibilitou a criação de um cadastro dos participantes contendo: razão social e nome fantasia do empreendimento; endereço completo, telefones, fax, home page e além do CNPJ e Inscrição estadual (CFDF). Este cadastro está disponível em meio magnético e é parte integrante deste relatório. Junto aos 20 motéis identificados, até o momento do fechamento deste relatório, apenas sete haviam respondido ao questionário. As informações relativas à receita, despesa, valores de diárias e taxas de ocupação geraram resistência por parte de alguns empreendimentos que deixaram de fornecê-las alegando tratar-se de dados confidenciais. Houve dificuldade em obter tais informações junto aos estabelecimentos de pequeno porte dada à informalidade e imprecisão com que são tratadas. Tendo em vista a existência de diferenças significativas entre os empreendimentos pesquisados, em função de seu porte, optamos por segmentar os resultados do estudo a partir desta variável. Analisando a realidade dos empreendimentos aqui citados, criamos critérios de segmentação, segundo o número de unidades habitacionais (UHS), buscando reunir empreendimentos o mais semelhantes possível, face as variáveis em estudo. Resultaram-se desta análise três segmentos: o primeiro reuniu empreendimentos de pequeno porte, com até 50 UHS, totalizando 122 casos. O segundo comportou os hotéis de médio porte, entre 51 e 99 UHS e totalizou 16 casos. Finalmente, o terceiro segmento reuniu hotéis com 100 ou mais UHS, aqui denominados hotéis de grande porte e somou 30 hotéis. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 11

12 2.2 Etapa Qualitativa A etapa qualitativa de estudo desenvolveu-se por meio de entrevistas em profundidade com significativos representantes do trade turístico local e autoridades. Foram realizadas 27 entrevistas com representantes de entidades e instituições envolvidas com o Setor de Turismo no Distrito Federal, visando a identificar a compreensão que possuem do atual estágio da hotelaria e das perspectivas de um futuro próximo. Foram ouvidos representantes da Setur Secretaria de Turismo; da SDE Secretaria de Desenvolvimento Econômico; da Embratur Instituto Brasileiro de Turismo; da ABIH - Associação Brasileira da Indústria de Hotéis; do Brasília e Região Convention & Visitor s Bureau; da Fecomércio, do SINDHOBAR Sindicato dos Empresários de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares; do Senac; da ABAV Associação Brasileira dos Agentes de Viagens; do SINDETUR - Sindicato das Empresas de Turismo; do Sindicato dos Empregados em Hotelaria; da ABRASEL Associação Brasileira de Bares, Restaurantes e Similares; de empresas de Hotelaria, Eventos, Viagens (agências e operadoras); da Universidade de Brasília; de Universidades particulares; parlamentares distritais e formadores de opinião dentro do segmento. As entrevistas foram gravadas e, partindo de um roteiro temático, foram abordados aspectos relativos ao turismo no Distrito Federal e, mais particularmente, relativos à hotelaria local. O roteiro serviu apenas como eixo condutor, possibilitando ao entrevistado explorar com profundidade os temas mais identificados com sua atuação, bem como acrescentar pontos relevantes. Foram os seguintes temas apresentados no roteiro: Percepção do atual estágio da hotelaria no DF principais problemas e necessidades do setor principais vantagens e potencialidades do setor Avaliação do desempenho do setor de hotelaria no DF posicionamento no mercado modelos / estilos de gestão grau de profissionalização atendimento Percepção da concorrência impacto da entrada das redes impacto do aumento da quantidade de flats impacto do elevado volume de pequenos: hotéis / pousadas hotéis pequenos atuando como hotéis de alta rotatividade 12 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

13 Percepção dos investimentos para a modernização do setor dificuldades / necessidades linhas de crédito / incentivos Avaliação da legislação para o setor dificuldades / necessidades avanços percebidos avanços necessários Perspectivas e tendências para o turismo no DF e, em particular, para o setor hoteleiro para os próximos 10 anos Papel / contribuição da entidade (que o entrevistado representa) para o desenvolvimento do setor Papel das demais entidades Sugestões Os resultados destas duas etapas de estudo, quantitativa e qualitativa, constituem-se o objeto deste relatório final e são aqui apresentados. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 13

14

15 3. Resultados da Etapa Quantitativa do Estudo 3.1 O Parque Hoteleiro no Distrito Federal Um pouco de história A palavra hotel originou-se do francês hôlel, que significava, originalmente, residência do rei. O termo também era utilizado para designar os edifícios suntuosos e imponentes pertencentes à aristocracia francesa. Em meados do século XVIII, alguns hôlels passaram a alugar quartos para fidalgos e altos funcionários, como alternativa aos albergues, hospedarias, mosteiros e castelos e assim foram associados aos meios de hospedagem luxuosos. O desenvolvimento dos hotéis ocorreu com o aumento da procura por locais e instalações que oferecessem abrigo e alimentação temporários às pessoas que se encontravam distantes de suas residências. A demanda por hospedagem, por sua vez, foi estimulada pelo crescimento do número de viagens, com a expansão das ferrovias e o desenvolvimento dos barcos a vapor no século XIX. Outro fator importante para o setor hoteleiro foi o incremento do turismo. Essa atividade iniciou-se na Europa, no final do século XVII e início do século XVIII, com a criação dos resorts, estâncias balneárias voltadas para a cura e tratamento de doenças por meio de banhos de mar; e com os spas, estâncias localizadas próximas às estações de águas minerais, destinadas a tratamento médico. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 15

16 No Brasil, as hospedarias surgiram no século XVIII, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, para atender a viajantes europeus. No início do século XIX, vários edifícios foram transformados em estabelecimentos hoteleiros com o aumento da procura por hospedagem, provocado pela transferência da família real e pela abertura dos portos. No inicio do século XX, foi construído no Rio de Janeiro o primeiro edifício do país para abrigar um estabelecimento hoteleiro. Em São Paulo, diversos empreendimentos de pequeno e médio portes foram construídos, na capital e no interior, pelos fazendeiros de café para atender a viagens de negócios do final do século XIX e início do século XX. A partir do final dos anos 50, o crescimento do setor se acelera, com o desenvolvimento do transporte aéreo, caracterizado pela introdução dos aviões de grande porte, investimentos em aeroportos e construção de estradas interestaduais e a instalação da indústria automobilística no país. É em meio a esta efervecência desenvolvimentista que a construção de Brasília se torna um fato, transferindo-se para cá a capital federal. O início da indústria hoteleira local se confunde com a construção da cidade, uma vez que era necessário abrigar os que para cá se dirigiam Hotéis Urbanos Evolução do setor Segundo os resultados do estudo, dos 4 hotéis existentes em 1960 aos 213 existentes em 2003, o setor hoteleiro do DF percorreu um longo caminho, como pode ser observado na Tabela 1, a seguir. Tabela 1. Evolução do parque hoteleiro no Distrito Federal Ano Quantidade de hotéis em operação % de crescimento em relação ao período anterior Até ,00 Em ,00 Em ,00 Em ,73 Em ,75 Em ,22 A partir de 1960, observamos taxas de crescimento bastante significativas. Entre 1960 e 1970 o setor cresceu 125%, com o surgimento de cinco novos empreendimentos. Entre 1970 a 1980 a taxa de crescimento foi de 267% com a entrada em operação 16 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

17 de 24 novos hotéis. Entre 1980 e 1990 surgiram outros 24 hotéis. Entre 1990 e 2000 o crescimento foi de 101,75% (58 novos empreendimentos). A partir de 2000 até o presente momento, em apenas três anos, o aumento no número de empreendimentos hoteleiros já é da ordem de 85,22%, com a abertura de 98 novos hotéis. O histórico da evolução do segmento hoteleiro no DF pode ser observado na tabela 2, considerando-se desde a constituição das empresas, início da construção, efetivo início das operações, até as reformas ocorridas nos estabelecimentos. Tabela 2. Histórico da evolução do segmento hoteleiro no Distrito Federal Histórico dos hotéis Entre 1960 e 1980 Percentual de hotéis no período De 1981 a 2000 A partir de 2001 Não Informou Ano de constituição da empresa 15,5 51,8 21,4 11,3 Ano de início da construção 16,1 36,3 4,2 43,5 Ano de início das operações 19,7 48,8 23,8 7,7 Ano da última reforma - 12,5 52,4 35,1 Base : 168 hoteis A evolução da hotelaria local a partir de 1960, segundo o porte dos empreendimentos revela aspectos bastante interessantes, conforme pode ser observado na tabela 3. Tabela 3. Histórico da evolução do segmento hoteleiro no Distrito Federal segundo porte do empreendimento Histórico Percentuais de hotéis no período, segundo porte (%) Entre 1960 e 1980 De 1981 a A partir de P M G P M G P M G Constituição da empresa 9,84 31,1 30,0 55,7 56,3 33,3 23,0 6,3 23,3 Início da construção 10,6 31,3 30,0 35,3 37,5 40,0 4,1-6,7 Início das operações 13,2 43,8 30,0 53,3 43,8 33,3 23,8 6,3 33,3 Última reforma ,1 12,5 10,0 54,9 68,8 33,3 Base de hotéis P: hotel de pequeno porte, M: hotel de médio porte, G: hotel de grande porte Observando a tabela 3, verificamos entre 1960 e 1980 a predominância dos empreendimentos de médio e grande porte, que iriam constituir a rede pioneira da hotelaria local. Neste período, a participação dos empreendimentos de pequeno porte ainda é pouco significativa. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 17

18 No período de 1981 a 2000 observa-se uma elevação de todos os percentuais, o que reflete tanto a conclusão e o começo da operação dos empreendimentos iniciados no período anterior, quanto a constituição de novos empreendimentos e início de novas obras. Já a partir do ano 2000, o segmento de hotéis de médio porte perde participação junto aos novos empreendimentos, que passam a privilegiar pequenas e grandes estruturas. É, neste período, que tem início a instalação das redes hoteleiras no mercado local. Também no período entre 1981 e 2000 inicia-se o processo de reforma dos empreendimentos, processo que se intensifica a partir de 2001, particularmente junto aos hotéis de médio porte. Investigados sobre futuras ampliações, 32,7% dos hotéis relataram a existência de planos para ampliações, buscando, predominantemente, ampliar o hotel como um todo (63,6% dos casos). Intenções de instalar restaurantes, reformar quartos e construir salão de eventos também foram manifestadas, porém por menos de 10% dos participantes do estudo. 40% das ampliações não têm data prevista de início. As demais devem ocorrer no período entre 2003 e Situação do empreendimento 90,5% dos hotéis participantes do estudo são empreendimentos independentes e 9,5% estão vinculados a redes. Destes últimos, que somam 16 hotéis, um faz parte de uma associação de hotéis independentes; 6 pertencem a uma rede familiar local e 9 pertencem a cadeias hoteleiras. Tabela 4. Situação do empreendimento, segundo o porte Situação do empreendimento Percentual de hotéis segundo porte Hotel independente 90,5 05,9 93,8 66,7 Hotel vinculado a redes 9,5 4,1 6,3 33,3 Base de hotéis Apenas um dos hotéis pertencentes a cadeias hoteleiras é de médio porte, todos os demais são empreendimentos de grande porte com 100 ou mais unidades habitacionais (UHS). As cadeias hoteleiras atuando localmente são Atlântica (com 2 empreendimentos), Sol Meliá (com 2 empreendimentos), ACCOR (com 1 empreendimento), Blue Tree 18 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

19 Hotels & Resorts do Brasil (com 2 empreendimentos) e Parthenon (com 1 empreendimento). A propriedade dos empreendimentos é individual em 31,5% dos casos ou de sociedade limitada em 58,3% dos casos. As sociedades anônimas e condomínios são minoria no setor de hotelaria local, sendo juntas proprietárias de menos de 10% dos empreendimentos. Tabela 5. Tipo de propriedade segundo porte do empreendimento Tipo de propriedade do empreendimento Percentual de hotéis segundo porte Individual 31,5 39,3 12,5 10,0 Firma ou sociedade limitada 58,3 59,0 81,3 43,3 Sociedade anônima 4,2-6,3 20,0 Condomínio 4,2 0,8-20,0 Outras formas 0,6 0,8 - - Não informaram 1, ,7 Base de Hotéis Os pequenos hotéis, em sua grande maioria, são propriedades individuais, familiares (39,3%) ou pequenas empresas (59,0%). Junto ao segmento de hotéis de médio porte já se observa um menor grau de empreendimentos familiares, com o aumento do número de hotéis de propriedade de sociedades limitadas em relação à propriedade individual. Finalmente junto aos hotéis de grande porte, observa-se alguma presença de sociedades anônimas e condomínios. A análise do número de proprietários, as fontes de recursos para viabilizar o empreendimento e o tipo de administração adotada volta a indicar a natureza familiar dos pequenos hotéis e a profissionalização crescente da propriedade em função do porte do empreendimento. (Tabelas 6 ) Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 19

20 Tabela 6. Quantidade de proprietários, fontes de recursos e tipo de administração segundo o porte do empreendimento Quantidade de proprietários dos empreendimentos Percentual de hotéis segundo porte Apenas 1 proprietário 32,7 36,9 31,3 16,7 2 proprietários 44,0 47,5 50,0 16,7 3 proprietários 7,1 4,9 12,5 20,0 + de 3 proprietários 6,0 4,9 6,3 10,0 Não informaram 10,1 5,7-36,7 Fontes de recursos para viabilizar o investimento Percentual de hotéis segundo porte Recursos próprios 94,0 95,9 93,8 86,7 Fundos regionais BNDES 1,2 0,8-3,3 Fundos de pensão Outras fontes 0,6-1,6 6,3 - Não informaram 4,2 2,5 6,3 10,0 Tipo de administração do empreendimento Percentual de hotéis segundo porte Direta pelos proprietários ,5 93,8 66,7 Por empresas administradoras 6,0 0,8-30,0 Por terceiros 2,4 1,6 6,3 3,3 Base de hotéis Importante ressaltar a resistência dos participantes do estudo em ceder informações relativas à propriedade e fontes de financiamento. Esta postura inviabilizou a obtenção dos valores de investimento no setor. Nos hotéis de menor porte, dada a sua natureza doméstica, tais valores eram desconhecidos pelos empreendedores. Nos hotéis mais estruturados, de médio e grande portes, esta informação ou foi negada ou declarada indisponível em função da idade do empreendimento. Embora não dispondo dos montantes de investimento, a pesquisa revela que os recursos provêm, na grande maioria dos casos, dos próprios empreendedores. A participação de Fundos Regionais e Fundos de Pensão é inexistente ou não foi informada e a do BNDES insignificante. A administração, em mais de 90% dos hotéis de pequeno e médio porte e em cerca de 67% dos de grande porte, é exercida diretamente pelos proprietários. A atu- 20 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

21 ação de empresas administradoras é percebida quase que exclusivamente junto aos hotéis de grande porte, assim mesmo em apenas um terço deles, representando 10 hotéis. Oito destes hotéis de grande porte são administrados mediante contrato de gestão, adotando a marca da administradora. Os outros dois possuem contrato de arrendamento. O único hotel de pequeno porte administrado por intermédio de administradora possui um contrato de arrendamento. A qualificação dos gestores do empreendimento também foi objeto de pesquisa. Foram considerados o nível de escolaridade e a formação do principal executivo e do administrador responsável, quando o empreendimento possuía este profissional além do principal executivo. Os resultados são apresentados nas tabelas 7 e 7 a, a seguir. Tabela 7. Qualificação dos gestores principal executivo, segundo porte do empreendimento Nível de escolaridade do principal executivo Percentual de hotéis segundo porte do empreendimento 1 o. grau 14,3 18,0 6,3 3,3 2 o. grau 36,9 41,8 43,8 13,3 Superior incompleto 10,1 10,7-13,3 Superior completo 29,2 25,4 37,5 40,0 Pós-graduação 7,1 3,3 12,5 20,0 Não informaram 2,4 0,8-10,0 Não tem Formação do principal executivo Percentual de hotéis segundo porte Não tem formação específica 61,3 70,5 50,0 30,0 Administração 13,7 8,2 12,5 36,7 Turismo e hotelaria 3,0 2,5-6,7 Outras diversas 18,4 16,3 12,6 26,6 Não informaram 3,6 2,55-10,0 Base de hotéis Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 21

22 Tabela 7 a Qualificação dos gestores - administrador responsável, segundo porte do empreendimento Nível de escolaridade do administrador responsável Percentual de hotéis segundo porte do empreendimento 1 o. grau 2,4 3, o. grau 11,9 13,9 12,5 3,3 Superior incompleto 3,6 0,8 18,8 6,7 Superior completo 13,1 5,7 25,0 36,7 Pós-graduação 4,2 1,6 6,3 13,3 Não informaram 1,2 1,6 - - Não têm administrador Responsável 63,7 73,0 37,5 40,0 Formação do administrador responsável Percentual de hotéis segundo porte Não tem formação específica 17,3 17,2 31,3 10,0 Administração 9,5 4,1 18,8 26,7 Turismo e hotelaria 1, ,0 Outras diversas 5,9 5,0 12,5 10,0 Não informaram 2,4 1,6-3,3 Não têm administrador Responsável 63,1 72,1 37,5 40,0 Base de hotéis Conforme podemos observar, 107 empreendimentos não possuem um administrador responsável além do principal executivo que, na maioria das vezes, é o proprietário do negócio. Esta situação é mais comum nos hotéis de pequeno porte. Com relação à qualificação profissional, percebemos, mesmo nos hotéis de grande porte, a presença significativa de profissionais oriundos de áreas diversas, distantes do setor hoteleiro. Nos hotéis de médio e pequeno porte, esta realidade é ainda mais presente, demonstrando um baixo grau de profissionalização do setor. A regulamentação junto à EMBRATUR e a filiação a entidades como ABIH, Brasília Convention & Visitors Bureau e Sindicatos Patronais também foram objeto de estudo. 22 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

23 Tabela 8. Regulamentação e filiação a entidades, segundo o porte do empreendimento Regulamentação junto à EMBRATUR e filiação a entidades Percentual de hotéis segundo porte Regulamentados junto à EMBRATUR 30,4 11,5 81,3 80,0 Filiados à ABIH 38,1 19,7 68,8 96,7 Filiados ao Brasília Convention & Visitors Bureau 19,6 3,3 31,3 80,0 Filiados a Sindicato Patronal 53,0 41,8 68,8 90,0 Base de hotéis Os resultados apresentados na tabela 8 revelam, mais uma vez, a diferença da realidade dos hotéis em função do porte. Enquanto nos pequenos hotéis a regulamentação junto à EMBRATUR e a filiação a entidades de classe existem em menos de 20% dos empreendimentos, junto aos hotéis de médio e grande porte estendem-se à maioria. A exceção ocorre relativamente à filiação ao Brasília Convention & Visitors Bureau, que é pequena também entre os empreendimentos de médio porte. Interessante observar que a filiação a Sindicato Patronal é elevada até mesmo entre os pequenos negócios, o que demonstra maior preocupação do empresariado do setor em organizar-se para fazer frente a questões mais afetas à sua realidade cotidiana Motéis Durante a pesquisa, foram identificados 20 motéis na região urbana do Distrito Federal. Destes, apenas 13 aceitaram participar do estudo (tabela 9), e a estes empreendimentos referem-se os resultados a seguir. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 23

24 Tabela 9. Motéis participantes do estudo Relação de motéis Carti Motel Sunset Motel Mon Chery Motel Motel Flamboyant Motel Parkway Paradise Motel Village Motel Casa Grande Motel Motel Fujiama Motel Flamingo Fantasy Motel Motel Colorado Playtime Motel Base de motéis 18 Considerando a especificidade dos motéis enquanto unidades de hospedagem, o estudo restringiu-se à identificação da quantidade de UHS oferecidas, número de leitos, tamanho médio das UHS, além de serviços e facilidades oferecidos aos hóspedes. O Conjunto de motéis pesquisados no DF oferece um total de 1191 unidades habitacionais com um tamanho médio de 32,1 m 2. Considerando uma média de 2 leitos por apartamento, em conjunto estes empreendimentos dispõem de leitos. A totalidade dos motéis oferece garagem ou estacionamento privativo aos hóspedes. Com relação aos serviços nos apartamentos, 92,3% dos motéis dispõem de serviço de café no quarto, bem como serviço de quarto 24 horas. Os serviços de restaurante 24 horas também estão disponíveis na quase totalidade dos empreendimentos pesquisados, não sendo oferecidos em apenas dois motéis Hotéis Rurais Hoteis Fazenda Visando ao enriquecimento do presente trabalho, apresentamos, a seguir, algumas informações extraídas de recente estudo desenvolvido pelo SEBRAE-DF, Diagnóstico das Atividades de Turismo Realizadas no Espaço Rural do DF e Algumas Áreas do Entorno, relativamente a pousadas rurais e hotéis fazenda. 24 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

25 A partir da análise dos dados deste estudo, foram elaboradas algumas estimativas que devem ser consideradas apenas como referências, uma vez que muitas propriedades rurais deixaram de responder a inúmeras questões, o que gerou bases de cálculo variáveis e, muitas vezes, estatisticamente pouco significativas. Segundo o estudo no meio rural, o Distrito Federal dispões de 18 empreendimentos rurais que oferecem serviços de hospedagem. (Tabela 10) Tabela 10. Hotéis rurais participantes do estudo Village dos Colibris Verdes Lagos Vale do Arco Íris Hotel Stracta Sol Nascente Sítio Paraíso Sítio Alegria Hotel RM Refazenda Recreio Mugy Rancho Aguilhada Pousada dos Angicos Jardim do Edem Jarapoa Irmão Sol Fazenda Capão Cume na Roça Águas Emendadas Relação de hotéis / pousadas rurais Base de Hotéis 18 Os espaços disponibilizados nestes empreendimentos variam segundo a natureza da acomodação, tendo sido identificados alojamento, chalés, apartamentos e áreas de camping. 11 propriedades possuem alojamentos (61% dos casos) com capacidade variando entre 20 e 60 leitos, por alojamento. Os chalés são oferecidos por 10 empreendimentos, somando um total de 92 unidades. A capacidade desse tipo de unidade de hospedagem varia entre 2 e 5 leitos. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 25

26 Os apartamentos são encontrados em 11 propriedades participantes do estudo, totalizando um conjunto de 91 unidades oferecendo, em média, 3 leitos. Assim, a partir dos dados disponíveis no estudo em análise, estima-se que a área rural do Distrito Federal ofereça cerca de leitos, sendo: 462 leitos em alojamentos, 322 leitos em chalés e 273 leitos em apartamentos. Além destes espaços edificados, 8 propriedades informaram a existência de áreas de camping, com capacidade para instalação de um conjunto estimado de 328 barracas. A totalidade das propriedades rurais dispõe de restaurante e oferece serviços de alimentação para café da manhã, almoço e jantar. Todas essas refeições são servidas em refeitórios coletivos, inexistindo o serviço de quarto. Relativamente a espaços para realização de eventos, eles são encontrados em 16 hotéis/ pousadas rurais. 5 propriedades informaram a existência de auditórios com capacidade que variam entre 40 e 300 lugares. 3 propriedades oferecem salões de festa entre 100 e 600 lugares e, ainda, 9 propriedades referem-se à existência de espaços de uso múltiplo que comportam entre 25 e 200 pessoas. Além desses espaços edificados, 7 empresários rurais declararam possuir, em seus hotéis, espaços ao ar livre para a realização de eventos, com capacidade para abrigar, no mínimo, 400 pessoas. Os equipamentos de apoio para a realização de eventos são poucos restringindo-se, na maioria dos casos, a aparelhos de tv, vídeo cassete e de som. Apenas 9 propriedades oferecem serviços para organização de eventos e serviços de buffet, as demais, quando necessário, terceirizam estas atividades. 3.2 Características do Setor Hoteleiro no Distrito Federal A partir deste momento, a análise aqui apresentada passa a referir-se exclusivamente à realidade dos hotéis urbanos, foco principal do estudo. Quando forem agregadas, à análise, informações de empreendimentos que não participaram do estudo, haverá uma nota de referência ao fato. Embora todos os empreendimentos pesquisados se definam como hotéis, eles se diferenciam em função da natureza do serviço, tipo de instalação e até mesmo localização. 26 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

27 Tabela 11. Características dos empreendimentos segundo o porte Localização Percentual de hotéis segundo porte Urbana 100,0 100,0 100,0 100,0 Rural Tipo do empreendimento Percentual de hotéis segundo porte Hotel 77,4 74,6 81,3 86,7 Motel 1,2 0,8 6,3 - Pousada / Pensão 12,5 17,2 - - Apart Hotel / Flat 8,3 7,4 12,5 10,0 Hotel de Lazer/ Resort 0, ,3 Categoria 1 Percentual de hotéis segundo porte Alto luxo / muito confortável 1, ,0 Luxo / confortável 23,8 10,7 18,8 80,0 Econômico / médio conforto 44,6 49,2 75,0 10,0 Simples 29,8 40,2 6,3 - Tipo de construção Percentual de hotéis segundo porte Vertical 89,3 86,9 100,0 93,3 Horizontal 10,7 13,1-6,7 Propriedade do terreno Percentual de hotéis segundo porte Próprio 78,0 71,3 100,0 100,0 Arrendado 19,0 26,2 - - Cedido 0,6 0,8 - - Não informaram 2,4 1,6-6,7 Base de hotéis (1) Auto-definição A localização dos empreendimentos é urbana, foco da pesquisa. Embora adotando a denominação genérica de hotéis, existem diferenças na natureza de suas operações, o que define os diferentes tipos de empreendimentos. Assim, 77,4% efetivamente operam como hotéis, 12,5% como pousadas ou pensões, Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 27

28 8,3% são flats ou apart hotéis e, ainda, um empreendimento oferece estrutura de hotel de lazer ou resort. Interessante observar que, embora apenas dois estabelecimentos com denominação genérica de hotéis, se definam como motéis, é bastante elevado o número de empreendimentos de pequeno porte que oferecem diárias com duração de poucas horas, com alta rotatividade de hóspedes. Esta realidade é comum em pequenos hotéis das Cidades Satélites e em pousadas e pensões. O segmento de pousadas e pensões está totalmente compreendido pelos empreendimentos de pequeno porte. Já os apart hotéis ou flats estão presentes nos três segmentos: pequenos, médios e grandes estabelecimentos. A classificação dos empreendimentos em categorias baseou-se no grau de conforto oferecido aos hóspedes sem, contudo, estabelecer parâmetros para tal. Assim, dentre as quatro opções apresentadas pela pesquisa _ alto luxo/muito confortável, luxuoso / confortável, econômico / médio conforto e simples_, os participantes do estudo enquadraram livremente seus empreendimentos. Os resultados obtidos a partir desta classificação, quando confrontados com outras variáveis, mostram-se consistentes. Assim temos os pequenos empreendimentos, em sua maioria, enquadrados na categoria de econômico/médio conforto ou simples (89,4%); os empreendimentos de médio porte concentrando-se na categoria de econômico/ médio conforto (75,5%), com apenas três casos de hotéis de luxo ; e os empreendimentos de grande porte situando-se predominantemente nas categorias luxo/ confortável (80,0%) ou alto luxo/ muito confortável, situação de apenas três empreendimentos. As construções são quase exclusivamente verticais, exceto no segmento de hotéis de pequeno porte em que 13,1% das construções são horizontais, caso das pousadas e pensões funcionando em. áreas residenciais. Apenas um hotel de grande porte possui estrutura horizontal, compatível com sua natureza de hotel de lazer. Na grande maioria das situações (78% do total de casos), os empreendimentos são proprietários dos terrenos em que estão construídos. O arrendamento de áreas ocorre em 19% do total de casos, exclusivamente junto a empreendimentos de pequeno porte. Apenas um empreendimento de pequeno porte informa possuir concessão de uso do terreno. Dois empreendimentos de grande porte recusaram a informação. A tabela 12 apresenta a distribuição dos hotéis segundo o tamanho dos terrenos e área construída. 28 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

29 Tabela 12. Áreas de terrenos e áreas construídas, segundo porte do empreendimento Área do terreno (em m 2 ) Percentual de hotéis segundo porte Até 500 m 2 41,1 52,4 6,3 13,4 De 501a m 2 20,8 15,6 50,0 26,7 De a m 2 7,8 4,9 12,5 16,7 De a m 2 0,6-6,3 - De a m 2 1,8-12,5 3,3 Acima de m 2 3,0 1,6 (1) - 10,0 Não informaram 25,0 25,4 12,5 30,0 Área construída (em m 2 ) Percentual de hotéis segundo porte Até 300 m 2 16,7 22,9 - - De 301 a 500 m 2 14,3 19,7-3,3 (2) De 501 a m 2 19,0 24,6 12,5 - De a m 2 11,9 11,4 37,5 - De a m 2 6,0 2,5 25,0 10,0 De a m 2 5,4-12,5 23,3 Acima de m 2 8,3-6,3 40,0 Não informaram 18,5 18,9 6,3 23,3 Base de hotéis (1) Área do Albergue da Juventude e Área de Camping em Planaltina (2) Colorado Hotel Podemos observar que os hotéis de pequeno porte estão localizados em sua maioria (68%) em terrenos de até m 2, confirmando a grande participação de pousadas e pensões instaladas em áreas residenciais. Em relação à área construída, o mesmo acontece com 67% dos empreendimentos de pequeno porte estando estes estabelecidos em prédios de até 1.000m2. No conjunto dos hotéis de médio porte, a verticalização das construções já é percebida, com áreas de construção significativamente superiores às áreas dos terrenos. Junto aos estabelecimentos de grande porte, esta tendência é ainda mais acentuada com predomínio de edificações superiores a 5.000m 2, em terrenos na faixa de 2.000m 2. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 29

30 O tamanho médio dos terrenos em que os empreendimentos foram edificados e a área média construída, apresentados na tabela 13, ilustram ainda mais estas considerações. Tabela 13. Áreas médias de terreno e construção segundo porte do empreendimento Áreas médias Áreas médias de terreno e de construção em m 2 segundo porte do empreendimento Pequenos Médios Grandes Área média de terreno 466,64m ,4m ,0m 2 Área média de construção 697,9m ,1m ,05m 2 Os resultados da tabela 12 voltam a demonstrar a tendência de verticalização dos empreendimentos hoteleiros, uma vez que a área média construída é sempre superior à área média de terreno. Importante salientar que as médias relativas aos pequenos empreendimentos é afetada pela elevada presença de pousadas e pensões funcionando em áreas residenciais, com terrenos de até 500m 2. Por outro lado, os hotéis de médio porte parecem estar localizados em áreas determinadas para hotelaria, com gabaritos de terreno e edificação próprios para este tipo de empreendimento. Os hotéis de grande porte estão instalados tanto nos setores hoteleiros centrais quanto em áreas ainda maiores quando instalados na orla do Lago Paranoá. Com relação à quantidade de unidades habitacionais (UHS) disponíveis no Distrito Federal, o estudo indica a existência de UHS em hotéis urbanos, UHS em motéis e 183 UHS em hotéis fazenda, totalizando UHS, excluindo os alojamentos. Considerando apenas os hotéis urbanos, foco principal do estudo, verificamos que a média de UHS em empreendimentos de pequeno porte é de 21 unidades. Nos hotéis de porte médio, a média passa a ser de 74 UHS, chegando a 207 unidades a média de UHS nos grandes empreendimentos. Uma vez que do total de 45 hotéis que recusaram participar da pesquisa 2 são de grande porte, somando UHS, e os 43 restantes de pequeno porte, para os quais podemos estimar um total de 903 UHS (a partir das médias identificadas no estudo), os hotéis urbanos do DF oferecem, na verdade, UHS. Agregando a estas, as UHS existentes em motéis e hotéis fazenda, podemos afirmar que o Distrito Federal oferece um total de UHS. 1 Dados obtidos via internet a partir dos sites dos hotéis 30 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

31 Segundo o porte dos empreendimentos, a oferta de UHS apenas nos hotéis urbanos do Distrito Federal é de 3495 UHS em estabelecimentos de pequeno porte, 1186 UHS em estabelecimentos de médio porte e 6689 UHS em hotéis de grande porte. Voltando exclusivamente à realidade dos hotéis urbanos participantes do estudo apresentamos, na tabela 14, a distribuição das UHS segundo o tipo delas. Conforme podemos observar na tabela 14, considerando apenas os hotéis urbanos participantes do estudo, estão disponíveis no Distrito Federal 9949 unidades habitacionais, sendo: 20 UHS presidenciais, 2409 UHS de luxo, 6235 UHS padrão, 981 suítes, 231 estúdios e 73 UHS adaptadas para portadores de necessidades especiais. Importante salientar a reduzida oferta de unidades habitacionais adaptadas para portadores de necessidades especiais, que não chegam a representar 1% do total de unidades ofertadas no Distrito Federal. Tabela 14. Quantidade e percentual de UHS segundo seu tipo e o porte do empreendimento Tipo de UHS Quantidade e percentual de UHS segundo tipo de UHS e porte do empreendimento Qt. % Qt. % Qt. % Qt. % Presidencial / Real 20 0, ,3 Luxo , , , ,7 Padrão , , , ,8 Suítes 981 9, , , ,7 Estúdios 231 2, ,3 6 0,5 35 0,6 Adaptadas portadores necessidades 73 0,7 8 0,3 15 1,3 50 0,8 Total , , , ,0 Base de hotéis A tabela 15 apresenta o tamanho médio dos diferentes tipos de UHS, segundo o porte dos empreendimentos. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 31

32 Tabela 15. Tamanho médio das UHS segundo tipo de UHS e porte do empreendimento Tipos de UHS Tamanho médio das UHS em m 2 segundo porte do empreendimento Pequenos Médios Grandes Presidencial m 2 Luxo 29,1 m 2 21,1m 2 41,7m 2 Padrão 15,3 m 2 23,7 m 2 34,3m 2 Suíte 29,6m 2 41,9 m 2 52,9 m 2 Estúdios 17,1 m 2 35,0 m 2 30,0 m 2 UHS adaptadas portadores necessidades especiais 16,6m 2 20,6 m 2 38,3m 2 Conforme podemos observar as UHS presidenciais, existentes apenas nos hotéis de grande porte, possuem em média 176,7m 2. O tamanho dos demais tipos de UHS varia significativamente conforme o porte do empreendimento. A média de leitos identificada pelo estudo é de 2,1 leitos por UHS, não sofrendo grandes variações em função do porte dos empreendimentos ou tipo de UHS. Utilizando esta média e o número total de UHS no DF, podemos projetar a oferta total de leitos no DF em leitos Perfil dos Empreendimentos A análise do perfil dos empreendimentos hoteleiros no Distrito Federal baseouse em dois diferentes aspectos: na estrutura física e na estrutura de serviços, separando-as entre áreas sociais e UHS Estrutura do empreendimento equipamentos das áreas sociais e áreas de lazer Inicialmente foram considerados os equipamentos disponíveis nas áreas sociais dos empreendimentos, áreas de lazer e outras facilidades para atendimento aos hóspedes, fora das unidades habitacionais. (tabelas 16, 16 a e 16b) 2 Total obtido considerando hotéis urbanos, motéis e hotéis fazenda 32 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

33 Tabela 16. Equipamentos disponíveis nas áreas sociais, segundo porte do empreendimento. Equipamentos disponíveis nas áreas sociais dos empreendimentos Percentual de hotéis segundo porte Banheiros sociais masculinos e femininos 47,0 31,1 75,0 96,7 Banheiros sociais p/ portadores de necessidades especiais 22,0 9,8 31,3 66,7 Elevador social (1) 30,4 9,0 62,5 100,0 Estacionamento/ garagem para hóspedes 50,0 41,0 68,8 76,7 Local próprio para embarque e desembarque de portadores de necessidades especiais Áreas sociais climatizadas c/ ar condicionado 31,5 18,9 50,0 73,3 17,9 3,3 18,8 76,7 Música ambiente nas áreas sociais 20,8 13,9 18,8 50,0 Jardim ou paisagismo 38,1 26,4 62,5 80,0 Telefone para hóspedes em áreas sociais em local aberto Telefone para hóspedes em áreas sociais em cabines ou local fechado 45,2 35,2 75,0 70,0 9,5 3,3 12,5 33,3 Acesso a equipamento de fax 51,8 34,4 93,8 100,0 Internet por meio de acesso discado 21,4 13,9 31,3 46,7 Internet por meio de acesso de alta velocidade 14,3 4,1 25,0 50,0 Base de hotéis (1) Quando instalado em prédio com dois ou mais pavimentos Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 33

34 Tabela 16a. Equipamentos de lazer, segundo o porte do empreendimento Equipamentos de lazer disponíveis Percentual de Hotéis segundo porte Salão de jogos 3,6 1,6 6,3 10,0 Piscina 12,5 1,6 6,3 60,0 Área para leitura 20,8 14,8 25,0 43,3 Campo / quadra poli-esportiva 4,2 1,6-16,7 Área para atividades recreativas orientadas Área para atividades culturais (shows, espetáculos...) 1, ,0 3,6-6,3 16,7 Sauna seca ou a vapor 13,1-12,5 66,7 Academia de ginástica ou área de fitness 20,8 9,0 18,8 70,0 Base de hotéis Tabela 16b. Oferta de outros equipamentos e serviços, segundo o porte do empreendimento Outros equipamentos e serviços Percentual de hotéis segundo porte Salão de beleza 9,5 0,8 12,5 43,3 Venda de jornais e revistas 10,1-6,3 53,3 Lojas de conveniência 10,1-12,5 50,0 Boutiques 4,2-12,5 16,7 Serviço de locação de automóveis 14,3 4,9 18,8 50,0 Serviço de reserva de espetáculos 6,5 1,6 6,3 26,7 Agência de turismo 6,5 0,8 12,5 26,7 Serviço de câmbio 8,3 0,8 12,5 36,7 Serviço de transporte especial 11,3 4,9 12,5 36,7 Serviço de city tour 20,2 9,0 31,3 60,0 Base de hotéis Ao analisarmos a estrutura das áreas sociais, torna-se ainda mais clara a diferença existente entre empreendimentos conforme o porte. (tabela 16) Mais uma vez os pequenos hotéis revelam a simplicidade de suas estruturas caracterizando-se como locais onde o hóspede deve apenas pernoitar. 34 Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal

35 Os hotéis de médio porte, mesmo apresentando melhor estrutura física, ainda oferecem pouco conforto para que os hóspedes permaneçam em suas áreas sociais. Os grandes hotéis apresentam boa estrutura física nas áreas sociais, oferecendo aos hóspedes a possibilidade de permanência nestas áreas com bastante conforto. Importante observar que, mesmo nos grandes hotéis, a adaptação das áreas sociais aos portadores de necessidades especiais ainda não é plena. Em termos de equipamentos para o lazer dos hóspedes, os empreendimentos hoteleiros do Distrito Federal apresentam uma oferta restrita. (Tabela 16 a) Nos pequenos hotéis, a oferta de espaço para lazer dos hóspedes restringe-se a poucas áreas para leitura. Mesmo nos médios e grandes hotéis, os espaços para lazer dos hóspedes não ocupam lugar de destaque. Isso se explica, em parte, pelo predomínio de empreendimentos funcionando em prédios verticais, com pouca área de terreno para uma oferta diversificada de espaços de lazer. Um outro aspecto a ser considerado é a natureza da demanda por hospedagem no Distrito Federal e a adaptação dos empreendimentos a esta demanda. Considerando que a demanda por hospedagem aqui é gerada, predominantemente, pelas viagens de negócios e participação em eventos, o que faz os hóspedes ficarem poucas horas nas dependências do hotel, a oferta diversificada de atividades de lazer pouco se justifica. Em relação a outros equipamentos e serviços a serem disponíveis aos hóspedes nas áreas sociais dos hotéis, mais uma vez a oferta é restrita e concentra-se nos empreendimentos de grande porte. Interessante observar que mesmo serviços facilmente terceirizáveis não estão sendo explorados por grande parte dos hotéis pesquisados. (Tabela 16 b) Ambientes para alimentação e consumo de bebidas O setor de alimentos e bebidas é responsável pela elaboração e pelo fornecimento das refeições e dos alimentos que são oferecidos aos hóspedes nos hotéis. Esse setor é considerado o segundo mais importante, tanto do ponto de vista da geração de receitas quanto da garantia de um bom atendimento. Seu grau de desenvolvimento varia conforme o porte e padrão do empreendimento e o segmento da demanda explorado. A tabela 17 apresenta a oferta de ambientes para alimentação e consumo de bebidas e a quantidade destes nos empreendimentos hoteleiros do Distrito Federal. Perfil do Setor Hoteleiro do Distrito Federal 35

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- UNESP Prof. Msc. Francisco Nascimento Curso de Turismo 5º Semestre Disciplina Meios de Hospedagem.

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- UNESP Prof. Msc. Francisco Nascimento Curso de Turismo 5º Semestre Disciplina Meios de Hospedagem. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA- UNESP Prof. Msc. Francisco Nascimento Curso de Turismo 5º Semestre Disciplina Meios de Hospedagem 1º Semestre 2013 O Cadastur Registro Hotel, Hotel histórico, hotel de lazer/resort,

Leia mais

CRESCIMENTO OFERTA LEITOS (%)

CRESCIMENTO OFERTA LEITOS (%) 3.9 Oferta Turística Para análise da oferta turística em Sergipe, o PDITS Costa dos Coqueirais apresenta a evolução da oferta turística no estado no período 1980-2000. Indica ainda o número atual de quartos

Leia mais

UGE Unidade de Gestão Estratégica Área de Estudos e Pesquisas

UGE Unidade de Gestão Estratégica Área de Estudos e Pesquisas Pesquisa Setorial Meios de Hospedagem Sebrae em em Goiás Goiás Conselho Deliberativo Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Presidente Diretoria Executiva

Leia mais

CABEÇALHO IDENTIFICAÇÃO

CABEÇALHO IDENTIFICAÇÃO Página 1 de 7 UF CABEÇALHO REGIÃO TURÍSTICA MUNICÍPIO DISTRITO TIPO SUBTIPO 1 - NOME IDENTIFICAÇÃO 1.1 NOME FANTASIA/COMERCIAL: 1.2 NOME JURÍDICO/ RAZÃO SOCIAL: 1.3 NOME DA REDE/HOLDING: 1.4 CNPJ: 1.5

Leia mais

BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE DOIS LAJEADOS LEI MUNICIPAL Nº 460/95

BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE DOIS LAJEADOS LEI MUNICIPAL Nº 460/95 BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE DOIS LAJEADOS LEI MUNICIPAL Nº 460/95 INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO A CONSTRUÇÃO OU AMPLIA- ÇÃO DE EDIFICAÇÃO COM FINALIDADE HOTELEIRA,

Leia mais

OPÇÕES DE HOSPEDAGEM EM BRASÍLIA

OPÇÕES DE HOSPEDAGEM EM BRASÍLIA OPÇÕES DE HOSPEDAGEM EM BRASÍLIA Fonte: Secretaria de Turismo do Distrito Federal Além do alojamento organizado pela Comissão Organizadora do NDesign, o participante também poderá se hospedar em uma das

Leia mais

Notas técnicas. Âmbito da pesquisa

Notas técnicas. Âmbito da pesquisa Notas técnicas Âmbito da pesquisa O âmbito da PEH incluiu os estabelecimentos que atenderam aos seguintes requisitos: ter exercido no ano de 2001 a atividade de alojamento, como atividade principal ou

Leia mais

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ (A) Teresina; (B) Cajueiro da Praia; (C) Luis Correia; (D) Parnaíba; (E) Ilha Grande Rota das Emoções: Jericoacoara (CE) - Delta (PI) - Lençóis Maranhenses (MA) Figura

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO TURISMO EM ALAGOAS, PARA JULHO DE 2015

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO TURISMO EM ALAGOAS, PARA JULHO DE 2015 ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO TURISMO EM ALAGOAS, PARA JULHO DE 2015 Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (SINC) Diretoria de Estatística e Indicadores A partir da análise da movimentação

Leia mais

COMO ABRIR UM HOTEL/POUSADA

COMO ABRIR UM HOTEL/POUSADA COMO ABRIR UM HOTEL/POUSADA Viviane Santos Salazar 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 O mercado Crescimento da demanda por hospedagem Copa do Mundo Olimpíadas Qual a representatividade

Leia mais

Por que Investir em Caldas Novas-GO? E Por que o Mirante da Serra?

Por que Investir em Caldas Novas-GO? E Por que o Mirante da Serra? Por que Investir em Caldas Novas-GO? E Por que o Mirante da Serra? Grupo Di Roma investe R$ 147 milhões em Caldas Novas --------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

3-5 TURISMO. Os dados sistematizados nesta seção referemse fundamentalmente à entrada e procedência de estrangeiros e aos índices de hotelaria.

3-5 TURISMO. Os dados sistematizados nesta seção referemse fundamentalmente à entrada e procedência de estrangeiros e aos índices de hotelaria. Anuário Estatístico do Município de Belém-2012 3-5 TURISMO 1 3-5 TURISMO Os dados sistematizados nesta seção referemse fundamentalmente à entrada e procedência de estrangeiros e aos índices de hotelaria.

Leia mais

Investimentos no Brasil: Hotéis & Resorts -2011

Investimentos no Brasil: Hotéis & Resorts -2011 Investimentos no Brasil: Hotéis & Resorts -2011 INVESTIMENTOS NO BRASIL: HOTÉIS & RESORTS - 2011 Este relatório foi realizado pela BSH Travel Research, divisão estatística da BSH International e apresenta

Leia mais

Período de exposição e funcionamento dos Quiosques

Período de exposição e funcionamento dos Quiosques Chamamento Público para empreendimentos da agricultura familiar que tenham a intenção de participar dos Quiosques Brasil Orgânico e Sustentável durante os dias 11 a 27/06 em 10 cidades sedes da Copa de

Leia mais

SÍNTESE: PESQUISA DE MEIOS DE HOSPEDAGEM IBGE

SÍNTESE: PESQUISA DE MEIOS DE HOSPEDAGEM IBGE SÍNTESE: PESQUISA DE MEIOS DE HOSPEDAGEM IBGE Divisão de Informações e Estudos Estratégicos do Turismo Secretaria do Turismo Governo do Estado do Rio Grande do Sul Agosto 2013 EQUIPE TÉCNICA Governador

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER PESQUISA DA OFERTA DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM NO MUNICÍPIO DE ITAPEMA Janeiro UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Leia mais

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach MINISTÉRIO DO TURISMO Ministro do Turismo Luiz Eduardo Barretto Filho Secretaria Executiva Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Diretor

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

Uso de Equipamentos de Informática e Telecomunicações

Uso de Equipamentos de Informática e Telecomunicações O SETOR SERVIÇOS DO ESTADO DO ACRE Estrutura Características Setoriais e Regionais A Paer pesquisou as unidades locais, com mais de 20 pessoas ocupadas, do setor serviços do, constatando a presença de

Leia mais

BOLETIM 02 INFORMAÇÕES SOBRE HOSPEDAGEM

BOLETIM 02 INFORMAÇÕES SOBRE HOSPEDAGEM XVIII CONGRESSO ESCOTEIRO NACIONAL XIX ASSEMBLÉIA ESCOTEIRA NACIONAL XVII FÓRUM NACIONAL DE JOVENS LÍDERES 27 A 29 DE ABRIL DE 2012 SÃO LUIS MARANHÃO BOLETIM 02 INFORMAÇÕES SOBRE HOSPEDAGEM Sempre com

Leia mais

DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS, PARA SETEMBRO DE 2015

DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS, PARA SETEMBRO DE 2015 DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS, PARA SETEMBRO DE 2015 Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (SINC) Gerência de Estatística e Indicadores Os resultados do turismo no estado

Leia mais

COORDENAÇÃO DE SERVIÇOS E COMÉRCIO

COORDENAÇÃO DE SERVIÇOS E COMÉRCIO COORDENAÇÃO DE SERVIÇOS E COMÉRCIO PESQUISA DE SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM - PSH Pesquisa realizada em parceria com o Ministério do Turismo OBJETIVO Quantificar os estabelecimentos de hospedagem localizados

Leia mais

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach MINISTÉRIO DO TURISMO Ministro do Turismo Luiz Eduardo Barretto Filho Secretaria Executiva Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Diretor

Leia mais

I DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA PRÉVIA (LP) IMOBILIÁRIO

I DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA PRÉVIA (LP) IMOBILIÁRIO I DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA PRÉVIA (LP) IMOBILIÁRIO ( ) Este documento Requerimento padrão do empreendedor ou representante legal; deve ser preenchido e assinado pelo requerente

Leia mais

reconversão de empreendimentos turísticos

reconversão de empreendimentos turísticos reconversão de empreendimentos turísticos 01. Reconversão de Empreendimentos Turísticos Com o objectivo de requalificar a oferta turística nacional, foi aprovado um novo regime jurídico dos empreendimentos

Leia mais

Inventário Anual aos Estabelecimentos Hoteleiros 2012. Folha de Informação Rápida

Inventário Anual aos Estabelecimentos Hoteleiros 2012. Folha de Informação Rápida Inventário Anual aos Estabelecimentos Hoteleiros 2012 Folha de Informação Rápida 2013 Instituto Nacional de Estatística Estatísticas do Turismo 2012 Inventario Anual dos Estabelecimentos Hoteleiros Presidente

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG)

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) SÉRGIO HENRIQUE DE CAMPOS ESPORTE 1 e ANA RUTE DO VALE 2 sergio_h13@hotmail.com, ana.vale@unifal-md.edu.br 1 Bolsista de iniciação científica

Leia mais

Bourbon Hotéis & Resorts

Bourbon Hotéis & Resorts Bourbon Hotéis & Resorts O jeito brasileiro de hospedar Mais que um conceito, é a principal filosofia da Bourbon Hotéis & Resorts. Desde 1963 administrando empreendimentos hoteleiros, conta atualmente

Leia mais

www.redeadm.com.br Fortaleza-CE

www.redeadm.com.br Fortaleza-CE www.redeadm.com.br Fortaleza-CE 03 Conhecendo a RAH. Seu hotel, flat ou condomínio em ótimas mãos. Com a RAH Rede Administradora Hoteleira, você tem à sua disposição uma empresa que garante a melhor administração

Leia mais

Invista no hotel certo

Invista no hotel certo Invista no hotel certo O QUE VOCÊ PROCURA EM UM INVESTIMENTO HOTELEIRO ESTÁ AQUI. A economia de minas gerais cresce acima da média nacional: 5,15% no 1º trim./2011. Fonte: Informativo CEI-PIB MG _Fundação

Leia mais

Dispomos de filiais em Natal/RN, bairro de Ponta Negra.

Dispomos de filiais em Natal/RN, bairro de Ponta Negra. Quem Somos? Atua há 22 anos firmada no mercado como agência especializada na negociação, planejamento, divulgação e execução das atividades turísticas. Empresa esta, devidamente cadastrada pelos órgãos

Leia mais

Apartamentos Disponíveis em Salvador

Apartamentos Disponíveis em Salvador Apartamentos Disponíveis em Salvador Não é surpresa que um apartamento em Salvador seja a escolha de muitos compradores que querem viver ou investir nessa linda cidade litorânea. Tem tudo o que um investidor

Leia mais

Bourbon Hotéis & Resorts

Bourbon Hotéis & Resorts Bourbon Hotéis & Resorts O jeito brasileiro de hospedar Mais que um conceito, é a principal filosofia da Bourbon Hotéis & Resorts. Desde 1963 administrando empreendimentos hoteleiros, conta atualmente

Leia mais

SETOR DE HOTÉIS NO BRASIL

SETOR DE HOTÉIS NO BRASIL SETOR DE HOTÉIS NO BRASIL Previsão de abertura de hotéis no Brasil por região (422) (2014-2016) 10% 7% Sudeste Nordeste 11% Sul 13% 59% Centro- Oeste Norte FONTES: JLL Jones Lang LaSalle/FOHB/BSH Travel

Leia mais

ANÁLISE DAS ADPTAÇÕES NA ACESSIBILIDADE NOS MEIOS DE HOSPEDAGENS DE FOZ DO IGUAÇU

ANÁLISE DAS ADPTAÇÕES NA ACESSIBILIDADE NOS MEIOS DE HOSPEDAGENS DE FOZ DO IGUAÇU ANÁLISE DAS ADPTAÇÕES NA ACESSIBILIDADE NOS MEIOS DE HOSPEDAGENS DE FOZ DO IGUAÇU Andriélle Pereira de Oliveira 1 RESUMO As normas de acessibilidade nos meios de hospedagens de Foz do Iguaçu são constituídas

Leia mais

1ª Avaliação Parlamentar Copa do Mundo 2014. Logística

1ª Avaliação Parlamentar Copa do Mundo 2014. Logística 1ª Avaliação Parlamentar Copa do Mundo 2014 Logística Economia Brasileira Gráfico 1 Crescimento Econômico Brasileiro e Mundial PIB 2002 a 2016 (em %) 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0 7,5 61 6,1 5,7 4,6 5,3 5,2

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE.

A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE. A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE. Autor: ANTÔNIO CARLOS DE SOUZA E SÁ FILHO Introdução O Turismo de Eventos está em plena ascensão

Leia mais

QUALIDADE DE ATENDIMENTO PARA UMA HOSPEDAGEM DE ALTO PADRÃO

QUALIDADE DE ATENDIMENTO PARA UMA HOSPEDAGEM DE ALTO PADRÃO QUALIDADE DE ATENDIMENTO PARA UMA HOSPEDAGEM DE ALTO PADRÃO Idealizada há mais de 50 anos pela família Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts consolida sua atuação no mercado da América Latina, como um grupo

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

ESTUDOS E PESQUISAS MINISTÉRIO DO TURISMO. Ministério do Turismo

ESTUDOS E PESQUISAS MINISTÉRIO DO TURISMO. Ministério do Turismo ESTUDOS E PESQUISAS MINISTÉRIO DO TURISMO DEMANDA TURÍSTICA INTERNACIONAL EXECUÇÃO FIPE APOIO INFRAERO DPF RECEITA ÓRGÃOS OFICIAS DE TURISMO Caracterizar e dimensionar o turismo internacional receptivo

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

PROJETO DE BANCO DE DADOS LISTA 002 Projeto Conceitual

PROJETO DE BANCO DE DADOS LISTA 002 Projeto Conceitual LISTA DE EXERCÍCIOS 002 6. AGÊNCIA DE TURISMO Faça a modelagem de dados de uma agência de turismo, que tenha: controle de clientes, com todas as informações detalhadas; controle de companhias aéreas que

Leia mais

FÁCIL ACESSO ÀS MELHORES OPÇÕES DA CIDADE

FÁCIL ACESSO ÀS MELHORES OPÇÕES DA CIDADE FÁCIL ACESSO ÀS MELHORES OPÇÕES DA CIDADE Idealizada há mais de 50 anos pela família Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts consolida sua atuação no mercado da América Latina, como um grupo internacional

Leia mais

OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO

OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DO DISTRITO FEDERAL Novembro de 2010 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO E O ACESSO AO SISTEMA PÚBLICO DE EMPREGO, TRABALHO E RENDA Em comemoração ao Dia da Consciência Negra

Leia mais

RÁDIO E TV TÉCNICO EM ATUAÇÃO NO MERCADO

RÁDIO E TV TÉCNICO EM ATUAÇÃO NO MERCADO O CEET - Centro Estadual de Educação Técnica Vasco Coutinho é uma Instituição de Ensino criada e mantida pelo Governo do Estado do Espírito Santo e transferido através da lei n 9.971/12, para Secretaria

Leia mais

MANUAL DE INVESTIMENTOS

MANUAL DE INVESTIMENTOS IPEA - INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA MANUAL DE INVESTIMENTOS PROPOSTA DE COLETA E CADRASTRAMENTO DE INFORMAÇÕES SOBRE INTENÇÕES DE INVESTIMENTOS EMPRESARIAIS (Segunda Versão) Luciana Acioly

Leia mais

PROGRAMA PARANÁ MICE PROJETO DE PESQUISAS DE DEMANDA

PROGRAMA PARANÁ MICE PROJETO DE PESQUISAS DE DEMANDA PROGRAMA PARANÁ MICE PROJETO DE PESQUISAS DE DEMANDA PROMOTORES DE EVENTOS ASSOCIATIVOS ESTADUAIS ASSOCIATIVOS LOCAIS CORPORATIVOS TURISTAS NEGÓCIOS ( 2016) EVENTOS FEIRAS CONGRESSOS 2 SEMINÁRIO PARANÁ

Leia mais

Não residentes foram cruciais para o crescimento da atividade turística em 2013

Não residentes foram cruciais para o crescimento da atividade turística em 2013 Estatísticas do Turismo 2013 24 de junho de 2014 Não residentes foram cruciais para o crescimento da atividade turística em 2013 Em 2013, de acordo com os dados provisórios da Organização Mundial de Turismo,

Leia mais

Bourbon Hotéis & Resorts

Bourbon Hotéis & Resorts Bourbon Hotéis & Resorts O jeito brasileiro de hospedar Mais que um conceito, é a principal filosofia da Bourbon Hotéis & Resorts. Desde 1963 administrando empreendimentos hoteleiros, conta atualmente

Leia mais

A revista Segue Viagem é uma publicação bimestral, um indicador de tendências em turismo. Recheada de informações úteis, sugestões de locais e

A revista Segue Viagem é uma publicação bimestral, um indicador de tendências em turismo. Recheada de informações úteis, sugestões de locais e A revista Segue Viagem é uma publicação bimestral, um indicador de tendências em turismo. Recheada de informações úteis, sugestões de locais e hospedagens no Brasil e no mundo, também revela dicas valiosas

Leia mais

Centro POP Infraestrutura

Centro POP Infraestrutura CENTRO POP Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua Centro POP Infraestrutura Onde deve ser localizado o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser fotocopiada,

Leia mais

www.idestur.org.br - info@idestur.org.br

www.idestur.org.br - info@idestur.org.br ROTEIROS PAULISTAS DE TURISMO EQUESTRE O Turismo Eqüestre que tem nos eqüídeos o principal atrativo ou, pelo menos, uma das principais motivações, já é reconhecido em diferentes países como um importante

Leia mais

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach MINISTÉRIO DO TURISMO Ministro do Turismo Luiz Eduardo Barretto Filho Secretaria Executiva Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Diretor

Leia mais

Tarifários especiais Vestibular Medicina - Petrópolis

Tarifários especiais Vestibular Medicina - Petrópolis Tarifários especiais Vestibular Medicina - Petrópolis Hostel 148 End.: Rua Alberto Torres nº 148 - Centro (24) 2246-5848 contato@hostel148.com.br www.hostel148.com.br Tarifas em dormitório coletivo: 02

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

9º Lugar. População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB :

9º Lugar. População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB : População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB : per capita R$ 7.701,00 9º Lugar Principais distâncias: Goiânia: 154 km Brasília:

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Especialistas descartam uma possível bolha imobiliária. 38ª Edição Comercial Agosto de 2013 de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Especialistas descartam uma possível bolha imobiliária. 38ª Edição Comercial Agosto de 2013 de 2012 + Boletim de Conjuntura Imobiliária 38ª Edição Comercial de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br Econsult

Leia mais

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Vantagens de casas e apartamentos em condomínios fechados. 35ª Edição Comercial - Maio de 2013 de 2012

Boletim de Conjuntura Imobiliária. Clipping. Vantagens de casas e apartamentos em condomínios fechados. 35ª Edição Comercial - Maio de 2013 de 2012 + Boletim de Conjuntura Imobiliária 35ª Edição Comercial - Maio de 2013 de 2012 Secovi-DF, Setor de Diversões Sul, Bloco A, nº44, Centro Comercial Boulevard,Salas 422/424, (61)3321-4444, www.secovidf.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS COMUNICAÇÃO, TURISMO E LAZER PESQUISA DA OFERTA DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM NO MUNICÍPIO DE LUIS ALVES Janeiro 2013 UNIVERSIDADE DO VALE

Leia mais

SINOPSE DE PESQUISA 2012/2013 INDICADORES ECONÔMICOS DAS VIAGENS CORPORATIVAS ALAGEV VERSÃO FINAL

SINOPSE DE PESQUISA 2012/2013 INDICADORES ECONÔMICOS DAS VIAGENS CORPORATIVAS ALAGEV VERSÃO FINAL SINOPSE DE PESQUISA 2012/2013 INDICADORES ECONÔMICOS DAS VIAGENS CORPORATIVAS ALAGEV VERSÃO FINAL São Paulo Janeiro/2014 1 Associação de Apoio à Pesquisa ALAGEV Associação Latino Americana de Gestores

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo

Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo 1 Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo DESTINO: São Paulo/SP INSTITUIÇÃO PROMOTORA: São Paulo Turismo S/A RESPONSÁVEL: Tasso Gadzanis Luiz Sales

Leia mais

Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo

Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo PERFIL PROFISSIONAL Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo É o profissional que atua em agências de viagens, em meios de hospedagem, em empresas de transportes e de eventos; promove

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TURISMO - PDTur. Prefeitura Municipal de Mairiporã

ATUALIZAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TURISMO - PDTur. Prefeitura Municipal de Mairiporã ATUALIZAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TURISMO - PDTur Prefeitura Municipal de Mairiporã Secretaria de Meio Ambiente e Turismo Departamento de Turismo - DeTur Apresentação Um Plano Diretor de Turismo é uma ferramenta

Leia mais

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR Data: 9 de Dezembro de 2005 Horário: 13:00 às 17:00 horas (hora de Brasília) e-mail: Nota: INSTRUÇÕES Você deve responder a todas as questões. O total máximo de pontos da prova é de 100 pontos (100%),

Leia mais

HOTELARIA DE CURITIBA: UM GOL DE PLACA NA COPA 2014

HOTELARIA DE CURITIBA: UM GOL DE PLACA NA COPA 2014 HOTELARIA DE CURITIBA: UM GOL DE PLACA NA COPA 2014 INDUSTRIA HOTELEIRA EM CURITIBA Curitiba e região possui atualmente 18 mil leitos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH).

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

TRADIÇÃO E QUALIDADE DE SERVIÇOS NO CHARMOSO CENTRO DE HISTÓRICO DE SÃO PAULO

TRADIÇÃO E QUALIDADE DE SERVIÇOS NO CHARMOSO CENTRO DE HISTÓRICO DE SÃO PAULO TRADIÇÃO E QUALIDADE DE SERVIÇOS NO CHARMOSO CENTRO DE HISTÓRICO DE SÃO PAULO Idealizada há mais de 50 anos pela família Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts consolida sua atuação no mercado da América

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

(Fonte: SETUR, 2002) (Fonte: SETUR, 2002)

(Fonte: SETUR, 2002) (Fonte: SETUR, 2002) 3.13 Investimentos futuros do setor privado no setor turístico 3.13.1 Investimentos em construção ou projeto Em toda a ÁREA DE PLANEJAMENTO existem 14 empreendimentos em fase de construção ou projeto,

Leia mais

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários MININSTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários Programa: Urbanização Regularização

Leia mais

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES Ferramentas para a Sustentabilidade do Turismo Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural Castro Verde, 7 Março 2012 Teresa Bártolo 2012 Sustentare Todos os direitos reservados www.sustentare.pt 2 Turismo

Leia mais

Material de Treinamento Uso exclusivo dos corretores Sujeito a alterações

Material de Treinamento Uso exclusivo dos corretores Sujeito a alterações Material de Treinamento Uso exclusivo dos corretores Sujeito a alterações DICAL CONSTRUTORA Grandes idéias, requinte e inovação. A vocação da Dical Construtora em construir produtos diferenciados vai conquistar

Leia mais

O HOTEL DAS ESTRELAS NA CAPITAL DO PARAGUAI

O HOTEL DAS ESTRELAS NA CAPITAL DO PARAGUAI O HOTEL DAS ESTRELAS NA CAPITAL DO PARAGUAI Idealizada há mais de 50 anos pela família Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts consolida sua atuação no mercado da América Latina, como um grupo internacional

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

* Respectivamente, gerente, administradora e engenheiro da Gerência Setorial 4 do BNDES.

* Respectivamente, gerente, administradora e engenheiro da Gerência Setorial 4 do BNDES. HOTEL DE NEGÓCIOS Mary Lessa Alvim Ayres Ilka Gonçalves Daemon Paulo Cesar Siruffo Fernandes* Resumo Muito têm-se falado de hotéis de negócios: oportunidades de investimentos, grupos estrangeiros alardeando

Leia mais

Bourbon Hotéis & Resorts

Bourbon Hotéis & Resorts Bourbon Hotéis & Resorts O jeito brasileiro de hospedar Mais que um conceito, é a principal filosofia da Bourbon Hotéis & Resorts. Desde 1963 administrando empreendimentos hoteleiros, conta atualmente

Leia mais

QUALIDADE EM HOSPEDAGEM AO LADO DO AEROPORTO INTERNACIONAL AFONSO PENA

QUALIDADE EM HOSPEDAGEM AO LADO DO AEROPORTO INTERNACIONAL AFONSO PENA QUALIDADE EM HOSPEDAGEM AO LADO DO AEROPORTO INTERNACIONAL AFONSO PENA Idealizada há mais de 50 anos pela família Vezozzo, a Bourbon Hotéis & Resorts consolida sua atuação no mercado da América Latina,

Leia mais

Estimativa do Número de Visitantes no Município de Ouro Preto

Estimativa do Número de Visitantes no Município de Ouro Preto Estimativa do Número de Visitantes no Município de Ouro Preto Sumário 1. Apresentação e Justificativa... 3 2. Método de Monitoramento nas Entradas da Cidade... 3 3. Método Misto de Ocupação Hoteleira e

Leia mais

PROJETO BÁSICO SERVIÇO DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO PARA OS EVENTOS CULTURAIS

PROJETO BÁSICO SERVIÇO DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO PARA OS EVENTOS CULTURAIS PROJETO BÁSICO SERVIÇO DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO PARA OS EVENTOS CULTURAIS ANEXO I PROJETO BÁSICO 2/9 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO ORGÃO / ENTIDADE PROPONENTE SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA CGC / C.P.F:

Leia mais

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE RONDA ALTA

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE RONDA ALTA TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 Análise de Projeto

Leia mais

Processo Inmetro N.º 5926/01 EDITAL N.º 001/02

Processo Inmetro N.º 5926/01 EDITAL N.º 001/02 Processo Inmetro N.º 5926/01 EDITAL N.º 001/02 O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro, através do Comitê do, instituído pela Portaria Inmetro n.º 092, de 25 de

Leia mais

CHAMADA DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR

CHAMADA DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR Carta Projeto MDA N 002/2012 IPD Curitiba, 13 de janeiro de 2012. IPD - INSTITUTO DE PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO CHAMADA DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR Chamada de Seleção de Empreendimentos

Leia mais

SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC

SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC 1 INTRODUÇÃO Alice Mecabô 1 ; Bruna Medeiro 2 ; Marco Aurelio Dias 3 O turismo é uma atividade que hoje é considerada um dos meios econômicos que

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO CLÍNICA DE ESTÉTICA

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO CLÍNICA DE ESTÉTICA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO CLÍNICA DE ESTÉTICA 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser fotocopiada,

Leia mais

(Melhor visualização em Tela cheia) Av. Rui Barbosa, s/nº - Itaparica - Bahia Brasil

(Melhor visualização em Tela cheia) Av. Rui Barbosa, s/nº - Itaparica - Bahia Brasil (Melhor visualização em Tela cheia) A Ilha de Itaparica está localizada em uma das mais belas ilhas do litoral brasileiro. Única estância hidromineral à beira-mar das Américas. Possui 146 km 2 de superfície

Leia mais

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach MINISTÉRIO DO TURISMO Ministro do Turismo Luiz Eduardo Barretto Filho Secretaria Executiva Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Diretor

Leia mais

REGULAMENTO PRÊMIO MINIEMPRESA 2014

REGULAMENTO PRÊMIO MINIEMPRESA 2014 REGULAMENTO PRÊMIO MINIEMPRESA 2014 O Prêmio Miniempresa é uma competição nacional entre as Miniempresas do Brasil, organizada pela Associação Junior Achievement do Brasil. O objetivo é incentivar nos

Leia mais

Estudo ABERJE 2012 Comunicação Interna. Comunicação Interna

Estudo ABERJE 2012 Comunicação Interna. Comunicação Interna Estudo ABERJE 2012 JULHO DE 2012 20 2012 ABERJE Pesquisa 2012 Associação Brasileira de Comunicação Empresarial Concepção e planejamento: Prof. Dr. Paulo Nassar Coordenação: Carlos A. Ramello Desenvolvimento:

Leia mais

Legado turístico pós-copa: as potencialidades de BH. Roberto Luciano Fagundes Presidente do BHC&VB

Legado turístico pós-copa: as potencialidades de BH. Roberto Luciano Fagundes Presidente do BHC&VB Legado turístico pós-copa: as potencialidades de BH Roberto Luciano Fagundes Presidente do BHC&VB Legado turístico pós-copa: as potencialidades de BH O que é Belo Horizonte Convention & Vistors Bureau

Leia mais

Formulário de Qualificação da Empresa / Empreendimento

Formulário de Qualificação da Empresa / Empreendimento Formulário de Qualificação da Nome da Empresa/Empreendimento: Formulário de Qualificação da Empresa - V09-1 /15 - Tipo de projeto a ser implantado: ( ) Instalação da matriz no município ( ) Transferência

Leia mais

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach

FICHA TÉCNICA EQUIPE DO MINISTÉRIO DO TURISMO. Coordenação Geral Rosiane Rockenbach MINISTÉRIO DO TURISMO Ministro do Turismo Luiz Eduardo Barretto Filho Secretaria Executiva Secretaria Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Diretor

Leia mais

RETRATO DO TURISMO RURAL PELO SEBRAE NACIONAL

RETRATO DO TURISMO RURAL PELO SEBRAE NACIONAL RETRATO DO TURISMO RURAL PELO SEBRAE NACIONAL PEC Nordeste - 2015 Evelynne Tabosa dos Santos Gestora Estadual do Programa de Turismo do Ceará TURISMO NO BRASIL - HISTÓRICO Atividade presente na Constituição

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

ROSEMARY OLIVEIRA DE LIMA

ROSEMARY OLIVEIRA DE LIMA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - CCT CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS - CESA MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO DE NEGÓCIOS TURÍSTICOS MPGNT ROSEMARY OLIVEIRA DE LIMA

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DE TURISMO NA SERRA DA IBIAPABA 1 1. Localização (discriminação): Municípios de Viçosa do Ceará, Ipú, Tianguá, Ubajara, São Benedito, Carnaubal e Guaraciaba do Norte. (Total de

Leia mais

Carga horária e duração. O curso tem carga horária de 360 horas/aula. Duração: aproximadamente 24 meses Horário: terças e quintas 7h às 9h30

Carga horária e duração. O curso tem carga horária de 360 horas/aula. Duração: aproximadamente 24 meses Horário: terças e quintas 7h às 9h30 Pós-Graduação em Gestão do Entretenimento Público-alvo Indicado para profissionais que atuam com entretenimento e cultura tanto em produtoras de cinema, de eventos e de conteúdo, centros culturais, consultorias

Leia mais