NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

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2 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE 2

3 OBJETIVOS Entender as principais alterações contábeis referentes ao processo de convergência das normas brasileiras de contabilidade para as normas internacionais de contabilidade.

4 CONTABILIDADE NO BRASIL O estudo da contabilidade no Brasil é bem mais recente quando comparado com países desenvolvidos; Nossa única legislação tratando do assunto sobre práticas contábeis era a Lei 6.404/76 conhecida como a Lei das Sociedades Anônimas e mais recentemente com a Lei /07.

5 CONTABILIDADE NO BRASIL A Lei das Sociedades Anônimas estipulou regras contábeis e de apresentação das demonstrações financeiras que passaram a ser seguidas por todas as empresas; Com o tempo o mercado passou a exigir novos dados e informações para o processo decisório forçando a demais entidades normativas a ditarem práticas contábeis para as empresas pertencentes àquelas atividades.

6 CONTABILIDADE NO BRASIL Essas entidades não podiam implementar práticas contábeis que desrespeitassem a Lei 6.404/76; A Lei /07 deu poderes para a CVM emitir regras de contabilidade para todo o mercado; A CVM e demais órgãos reguladores apóiam e adotam as práticas contábeis divulgadas pelo CPC.

7 Principais pontos da Lei /07 Adoção de padrões internacionais de contabilidade; Extinção da DOAR; Adoção da Demonstração dos Fluxos de Caixa - DFC; Adoção da Demonstração do Valor Adicionado DVA; Criação de novos subgrupos de contas no balanço patrimonial; Novos critérios de avaliação de elementos patrimoniais; Outros;

8 USGAAP CPCs IFRS

9 IASB x FASB x CPC Todos os países da União Européia passaram a adotar as normas emitidas pelo IASB desde 2005; Com a globalização, demais países aderiram as normas emitidas pelo IASB; FASB e IASB estão em processo de convergência das normas americanas com as internacionais.

10 O Brasil e o Papel da CVM A Lei /07 determina que as normas de contabilidade expedidas pela CVM deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabilidade adotados nos principais mercados de valores mobiliários; Além da CVM, a própria Lei /07 já introduziu normas de convergência contábil.

11 O Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC) foi criado pela Resolução CFC n 1055/05 e foi idealizado a partir da união da esforços e comunhão de objetivos das seguintes entidades: ABRASCA; APIMEC NACIONAL; BOVESPA; Conselho Federal de Contabilidade; FIPECAFI; IBRACON;

12 ENTIDADES REGULADORAS NO BRASIL Conselho Federal de Contabilidade CFC Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC Comissão de Valores Mobiliários CVM Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - Ibracon Banco Central Bacen Superintendência de Seguros Privados Susep Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS Outros

13 ENTIDADES REGULADORAS NOS EUA AICPA American Institute of Certified Public Accounts APB Accounting Principles Board FASB Financial Accounting Standards Board SEC Securities and Exchange Commission

14 ENTIDADES REGULADORAS NOS EUA AICPA American Institute of Certified Public Accounts (Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados) Esse Instituto funcionou de 1938 a 1959 emitindo os ARB Accounting Research Bulletins; Alguns ARB ainda estão em vigor.

15 ENTIDADES REGULADORAS NOS EUA APB Accounting Principles Board (Junta de Princípios Contábeis) Essa Junta funcionou de 1959 a 1973 emitindo pronunciamentos sobre princípios contábeis em substituição ao AICPA. O APB emitiu os APB Opinion. Muitos ainda estão em vigor.

16 ENTIDADES REGULADORAS NOS EUA FASB Financial Accounting Standards Board (Junta de Normas de Contabilidade Financeira) Junta criada em 1973 com o objetivo de determinar e aperfeiçoar os procedimentos e práticas contábeis. O FASB emiti os SFAS (Statements of Financial Accounting Standars) conhecidos como FAS.

17 ENTIDADES REGULADORAS NOS EUA SEC Securities and Exchange Commission (Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio) Órgão responsável pela regulamentação do mercado de capitais americanos equivalente a nossa CVM Comissão de Valores Mobiliários

18 ENTIDADES REGULADORAS NA EUROPA IASC International Accounting Standards Committee IFAC International Federation of Accountants IASCF - International Accounting Standards Committee Foundation IASB International Accounting Standards Board

19 ENTIDADES REGULADORAS NA EUROPA IASC International Accounting Standards Committee (Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade) Esse Comitê foi criado em 1973 com objetivo de emitir normas internacionais de contabilidade; De 1973 a 2000, o IASC foi o responsável pela emissão de normas contábeis denominadas de IAS International Accounting Standards (Normas Internacionais de Contabilidade); Foi responsável pela emissão do SIC Standing Interpretations Committe (Comitê Permanente de Interpretações).

20 ENTIDADES REGULADORAS NA EUROPA IFAC International Federation of Accountants (Federação Internacional de Contadores) Entidade criada para estabelecer normas internacionais de auditoria e reconhecendo o IASC como órgão exclusivo para emissão de normas de contabilidade.

21 ENTIDADES REGULADORAS NA EUROPA IASCF - International Accounting Standards Committee Foundation (Fundação Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade) Criado em 2000, a Fundação sucedeu os trabalhos do IASC.

22 ENTIDADES REGULADORAS NA EUROPA IASB International Accounting Standards Board Criado em 2001, sucedeu aos trabalhos do IASCF; Os pronunciamentos emitidos pelo IASB são denominados de IFRS International Financial Reporting Standards (Normas Internacionais de Informações Financeiras); Os antigos pronunciamentos do IASC, os IAS, continuam vigentes até novas revisões; Em 2002, as interpretações dos pronunciamentos passaram a ser denominados de IFRIC International Financial Reporting Interpretation Committee (Comitê de Interpretações de Informações Financeiras).

23 NORMAS BRASILEIRAS CPCs 23

24 CPC 00 Pronunciamento Conceitual Básico Esta estrutura estabelece conceitos básicos que fundamentam a preparação e a apresentação de demonstrações contábeis.

25 CPC 01 Redução ao valor recuperável de ativos (IAS 36) Estabelece procedimentos visando assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por um valor superior ao seu valor recuperável; Teste de Impairment.

26 CPC 02 Efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis (IAS 21) Determina como registrar transações em moeda estrangeira e como converter as demonstrações contábeis.

27 CPC 03 Demonstração dos fluxos de caixa (IAS 7) Estabelece informações sobre preparação do fluxo de caixa: Método direto; Método indireto.

28 CPC 04 Ativo intangível (IAS 38) Define tratamento contábil dos ativos intangíveis: Vida útil definida; Vida útil indefinida; Goodwill.

29 CPC 05 Divulgação sobre partes relacionadas (IAS 24) Chama atenção sobre as transações com partes relacionadas e possíveis impactos na sua posição patrimonial e seu resultado.

30 CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil (IAS 17) Arrendamento mercantil financeiro: Tratamento contábil como se fosse um financiamento ativa o bem e reconhece o passivo; Arrendamento mercantil operacional: Tratamento contábil despesa de arrendamento.

31 CPC 07 Subvenção e assistência governamentais (IAS 20) Estabelece procedimentos para registro de subvenção e assistência governamentais: Efeito no resultado

32 CPC 08 Custo de transação e prêmios na emissão de TVM (IAS 39) Estabelece procedimentos para registro dos custos de transação incorridos no processo de captação de recursos por intermédio da emissão de títulos patrimoniais como ações.

33 CPC 09 Demonstração do valor adicionado Estabelece critérios para a elaboração da DVA: A DVA representa um dos elementos do Balanço Social; Geração e distribuição de riqueza.

34 CPC 10 Pagamento baseado em ações (IFRS 2) Estabelece critérios para registro das transações com pagamento baseado em ações realizadas pela entidade.

35 CPC 11 Contratos de seguro (IFRS 4) Estabelece critérios para registro dos contratos de seguro por parte de uma seguradora.

36 CPC 12 Ajuste a valor presente Estabelece requisitos básicos a serem observados quando da apuração do ajuste a valor presente de elementos do ativo e passivo.

37 CPC 13 Adoção inicial da Lei /07 e Medida Provisória N 449/08 Aplicável para demonstrações contábeis elaboradas a partir de 1 de janeiro de 2008.

38 CPC 14 Instrumentos financeiros Substituído pelo CPC 38, 39 e 40.

39 CPC 15 Combinação de negócios (IFRS 3) Fusão; Incorporação; Cisão.

40 CPC 16 Estoques (IAS 2) Estabelece tratamento contábil para os estoques.

41 CPC 17 Contratos de construção (IAS 11) Estabelece tratamento contábil para os contratos de construção nas demonstrações contábeis das contratadas (construtoras, incorporadoras e outras).

42 CPC 18 Investimento em coligada e controlada (IAS 28) Aplicado na contabilização dos investimentos em coligadas e controladas.

43 CPC 19 Investimento em empreendimento controlado em conjunto joint venture (IAS 31) Como contabilizar e divulgar participações conjuntas.

44 CPC 20 Custos de empréstimos (IAS 23) Entidades devem aplicar este pronunciamento da contabilização dos custos de empréstimos: Ativo qualificável capitalização de encargos financeiros.

45 CPC 21 Demonstração intermediária (IAS 34) Estabelece conteúdo mínimo de uma demonstração contábil intermediária: ITR (CVM); IFT (BC).

46 CPC 22 Informações por Segmento (IFRS 8) Estabelece conteúdo mínimo de divulgação por segmento de negócio; Exemplo Petrobrás Exploração e Produção Abastecimento Gás e Energia Distribuição Internacional Corporativo

47 CPC 23 Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro (IAS 8) Mudança em prática contábil; Mudança em estimativas contábeis; Correção de erros cometidos em períodos ou exercícios anteriores.

48 CPC 24 Evento subseqüente (IAS 10) Eventos subseqüentes ajustes; Eventos subseqüentes - divulgação.

49 CPC 25 Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes (IAS 37) Registro do passivo de acordo com a probabilidade de perda: Provável registra e divulga; Possível - divulga; Remota não divulga.

50 CPC 26 Apresentação das demonstrações contábeis (IAS 1) Critérios para apresentação das demonstrações contábeis.

51 CPC 27 Ativo imobilizado (IAS 16) Custo atribuído; Depreciação; Valor residual; Vida útil; Vida econômica;

52 CPC 28 Propriedade para investimento (IAS 40) Reconhecimento, mensuração e divulgação de propriedade para investimento.

53 CPC 29 Ativo biológico e produto agrícola (IAS 41) Tratamento contábil relacionados aos ativos biológicos e aos produtos agrícolas.

54 CPC 30 Receitas (IAS 18) Tratamento contábil - competência.

55 CPC 31 Ativo não circulante mantido para venda e operação descontinuada (IFRS 5) A entidade deve mensurar o ativo classificado como mantido para venda pelo menor entre o contábil e seu valor justo.

56 CPC 32 Tributos sobre o lucro (IAS 12) Imposto de renda diferido.

57 CPC 33 Benefícios a empregados (IAS 19) Benefícios de curto prazo Benefícios pós-emprego Plano de contribuição definida Plano de benefício definido Outros benefícios de longo prazo Benefício por desligamento

58 CPC 35 Demonstrações separadas (IAS 27) Estabelece critérios contábeis para entidades que, muitas vezes por força legal, deve apresentar demonstrações separadas e não consolidadas.

59 CPC 36 Demonstrações consolidadas (IAS 27) Estabelece critérios para consolidação.

60 CPC 37 Adoção inicial das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS 1) Muitas sociedades brasileiras estão obrigadas a adotar, por exigência de órgão reguladores, as Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS); Este pronunciamento estabelece critério para a implantação das primeiras demonstrações contábeis em IFRS.

61 CPC 38, 39 e 40 Instrumentos financeiros (IAS 32 e 39 e IFRS 7) Estabelece critérios para reconhecer, mensurar e apresentar instrumentos financeiros.

62 CPC 41 Resultado por ação (IAS 33) Estabelece princípios para a determinação e a apresentação do resultado por ação.

63 CPC 43 Adoção inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40 (IFRS 1) Estabelece princípios para a adoção dos pronunciamentos a partir de 1 de janeiro de 2010.

64 CPC PME Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (IFRS for SME) Estabelece critérios simplificados para as PMEs.

65 Vantagens do novo padrão contábil: Modernização das demonstrações contábeis; Maior credibilidade; Fortalecimento do mercado de capitais do Brasil; Inserção de empresas brasileiras nos mercados globais; de capitais; Flexibilidade para alterações futuras.

66 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As demonstrações financeiras requeridas pelo IFRS são: Balanço patrimonial; Demonstração do resultado do exercício; Demonstração da mutação do patrimônio líquido; Demonstração dos fluxos de caixa; Notas explicativas; Demonstração do valor adicionado é exigido pela Lei /07 somente para S/A de capital aberto.

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