Novas regras de circulação e distribuição

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Novas regras de circulação e distribuição"

Transcrição

1 Novas regras de circulação e distribuição Marcel Vaillant Seminário CONSOLIDAÇão DA UNIãO ADUANEIRA NO MERCOSUL Projeto de Cooperação Fortalecimento Institucional do MERCOSUL e Consolidação do Mercado Regional (ATN/SF-914-RG)-

2 Apresentação: Antecedentes da União Aduaneira Objetivos Status Quo Tarefas pendentes Novas regras Circulação Distribuição da renta tarifária comum Estimação Método Resultados Conclusões

3 Trabalhos realizados pelo SAT SAT-SM-CE, Estudo 1/4: Problemas da livre circulação no MERCSOUL. Como transitar um caminho à união aduaneira? SAT-SM-CE, Estudo 2/4: Redundância na cobrança da TEC e distribuição da renda aduaneira: propostas de cenários e opções alternativas para o MERCOSUL SAT-SM-CE, Documento de Trabalho Nº 17/4: Arecadação das tarifas às importações dos países do MERCOSUL: estimação da redundância na cobrança SAT-SM-CE, Documento de Trabalho No 19/4: Distribuição da renda SAT-SM-CE, Documento de Trabalho No 22/4 e 13/5: Cumprimento da Política Comercial Comum. Realizado com o apoio do projeto BID. SAT-SM-CE, Estudo 2/5: Assimetrias e disparidades da integração econômica em uma União Aduaneira Sul-Sul SAT-SM-CE, Estudo Nº 2/6: MERCOSUL: Arrecadação tarifária no comércio intrazona e extrazona. Realizado com o apoio do projeto BID. SAT-SM, 26: Novas regras de circulação e distribuição, Quinto Informe Semestral (Parte I)-SAT, 26

4 OBJETIVOS 4 Razões para a UA Lock in tarifa NMF: dilusión de preferências de pressões domésticas AU. Preservar margens preferências intra-zona Incrementar poder de negociação com terceiros Aprofundar a liberalização intra-zona Eixos para avaliar o alcançado Lock in hoje não. Credibilidade na TEC Preservar margens Parcialmente Incrementar poder ainda não Aprofundar. ainda não

5 Terminologia da União Aduaneira POLÍTICA COMERCIAL COMUM (PCC) TEC- Tarifa Externa Comum PC- Preferências comuns com terceiros POLÍTICA COMERCIAL NACIONAL (PCN) TN- Tarifa Nacional (Tarifa formal) TNA- Tarifa Nacional Aplicada (arrecadação /importações) PN- Preferências Nacionais com Terceiros

6 STATUS QUO UA AGORA: TEC=AN- 75% produtos e 5% importações; Exceções (listas setoriais e LNE): Desviação 1. TEC=AN=TNA 35% de importações (25% TEC=; 1% CET>): Desviação 2. Preferências comuns com terceiros

7 TAREFAS PENDENTES Convergência (D1) e nova TEC. Regras de circulação e ingressos tarifários comuns acordo na distribuição de Adoção da TEC pelo novo membro. Harmonização de regimes especiais de comércio (D2) Regras de comércio compensatórios) (D2) comuns (antidumping e dereitos Eliminar mecanismos promocionais de exportações no comércio intraregional Harmonizar (D2) as preferências comerciais com terceiros Código Aduaneiro Comum Instituições para administrar PCC

8 Mudanças nas regras de circulação e distribuição da arrecadação tarifária

9 Este tema esteve na agenda do MERCOSUL por mais de 1 anos. Negociação UE-MERCOSUL acelerou uma definição. Circulação dos bens como em ZLC- até 25 somente os originários se beneficiam da preferência no comércio intrazona. Decisão 54/24 e sua regulamentação 37/25- esquema para a adoção do princípio da livre prática. Problema vinculado- distribuição da arrecadação tarifaria comum.

10 Regras de circulação no comércio intra- zona Dos Países exportador A- PCC ou PCN; importador B- PCC ou PCN Bens transformados Status quo prévio decisões 54/4 e 37/5, até o ano 25 Período: Livre prática universal a partir do ano 29 Sem transformação Status quo prévio decisões 54/4 e 37/5, até o ano 25 Período: Livre prática universal a partir do ano 29

11 Regras de circulação para bens transformados Status quo prévio CMC decisões 54/4 y 37/5, até 25 Política comercial no país B importador Insumos em A / Origem Bens exportados de A a B Locais & importados RM PCC (TEC/PC) em A Locais & importados RM PCN (TN/PN) en A PCC (TEC/PC) PCC (TEC/PC) en B PCN (TN/PN) en B cumprem RO Circulação Livre Comércio Circulação Livre Comércio PCC (TEC/PC) en B Circulação restringida (TEC en B) Circulação restringida (TEC en B) não cumprem RO PCN (TN/PN) en B Circulação restringida (TN en B) Circulação restringida (TN en B)

12 Regras de circulação para Bens transformados Período transição: Política comercial no país B importador Insumos em A / origem bens exportados de A a B Locais & importados RM PCC (TEC/PC) em A Locales & importados RM PCN (AN/PN) en A PCC (TEC/PC) PCC (TEC/PC) en B PCN (TN/PN) en B cumprem RO circulação Livre Comércio circulação livre comércio PCC (/1) em B PCC (TEC/PC) en B não cumprem RO (TEC=/PC=1%) (TEC en B) (TEC en B) PCN (TN/PN) em B (TN en B) (TN en B)

13 Reglas de circulação para Bens transformados Livre prática universal desde 29 Política comercial no país B importador Insumos em A / origem bens exportados de A a B Locales & importados RM PCC (TEC/PC) en A Locales & importados RM PCN (TN/PN) en A PCC (TEC/PC) PCC (TEC/PC) en B PCN (AN/PN) en B cumplen RO circulação livre comércio circulação livre comércio circulação livre comércio? PCC (TEC/PC) en B circulação livre comércio (TEC em B) PCN (AN/PN) en B Desviación abajo no cumplen RO circulação livre comércio (TN em B) PCN (AN/PN) en B Desviación arriba (TN en B) (TN em B)

14 Regras de circulação de Bens importados RM sem transformação regional Status quo prévio CMC decisões 54/4 y 37/5, até 25 País A (exportador) País B (importador) Política Comercial comum em A Política comercial nacional em A Política Comercial Comum PCC em B (TEC em A & TEC em B ou PC em A & TEC em B) (TN em A & TEC em B o PN em A & TEC em B) PCN em B (TEC em A & TN em B ou CP em A & TN em B) (TN em A & TN em B o PN em A & TN em B)

15 Regras de circulação de Bens importados RM sem transformação regional Periodo transición: País A (exportador) País B (importador) PCC em B Política Comercial comum em A livre comércio (TEC=; PC=1%) (TEC em A & TEC em B ou PC em A & TEC em B) Política comercial nacional em A Política Comercial Comum (TN em A & TEC em B ou PN em A & TEC em B) PCN em B (TEC em A & TN em B ou CP em A & TN em B) (TN em A & TN em B ou PN em A & TN em B)

16 Regras de circulação de Bens importados RM sem transformação regional Livre prática universal desde 29 País A (exportador) País B (importador) PCC em B Política Comercial comum en A circulação livre comércio Política comercial nacional en A Política Comercial comum (TN em A & TEC en B ou PN em A & TEC em B) PCN (TN/PN) em B Desviação abaixo circulação livre comércio (TN em A & TN em B ou PN em A & TN em B) PCN (TN/PN) em B Desviação acima (TEC em A & TN em B ou CP em A & TN em B) (TN em A & TN em B ou PN em A & TN em B)

17 Três grandes alternativas para distribuir arrecadação comum da TEC Compensação fiscal Método aproximado (matrizes IP) Método exato (procedimentos aduaneiros) Regras de distribuição Importações, produção, população Misto com objetivos de desenvolvimento (ingresso per capita) Fundos comuns para financiar políticas comuns

18 Três grandes alternativas para distribuir arrecadação comum da TEC a) Compensação fiscal Características Mecanismo/ Propriedades Grau de desenvolvimento ou instituições regionais arrecadação tarifa a transferir ão fundo Criterio geral Ventagens Desventagens Método aproximado Baixo Só em livre prática e que circula na zona Destino final das importações Aproxima neutralidade fiscal, simples e fácil de aplicar Demanda alta qualidade de estatísticas básicas (matrizes IP) Método exato Médio baixo Só en livre prática e que circula na zona Destino final das importações Neutralidade fiscal Intensivo em uso informação e procedimentos aduaneiros

19 b) Regras de distribuição da arrecadação comum Características Mecanismo/ Propiedades Grau de desenvolviment o instituições regionais arrecadação tarifa a transferir ão fundo Critério geral vantagens Desvantagens Importações Médio Toda livre Prática Total, extra ou intrazona são usadas para assignar arrecadação. Resultados distintos Fácil de aplicar Pode gerar maus incentivos com a TEC Produção Médio Toda livre Prática Consumo aproximado pela produção Fácil de aplicar Aproximação má ao critério de destino final das importações População Médio Toda livre Prática Transferência soma fixa por indivíduo Fácil de aplicar Transferências ao grande e não a Paraguai Misto com ingresso per capita Médio Toda livre Prática Considera ingresso per capita de cada um em relação ão meio Fácil de aplicar além de assimetrias O maior não é o mais rico, reduzido espaço redistribuição.

20 c) Fundos Comuns Características Mecanismo/ Propiedades Grau de desenv. instituições regionais arrecadaçã ou tarifa a transferir ão fundo Critério geral vantagens Desvantagens Transferência a um fundo comum Alto Tudo livre Prática Se financiam políticas comuns Promove a integração econômica e reforça compromisso Difícil pela renúncia fiscal

21 Estimação da arrecadação tarifária comum incorporado no comércio intrazona: método aproximado

22 Método aproximado:resumo 1) Exportações intrazona 2) Produção necessária para atender tal demanda (Insumo Produto doméstico) 3) Importações necessárias para realizar essa produção (Insumo Produto importados) 4) Importações de extrazona (diretas e indiretas) 5) TEC ponderado 6) Renda incorporada Resultado: Compensação baseada em Renda tarifária de importações de extrazona incorporadas nas exportações intrazona.

23 Importações dos países do MERCOSUL por origem geográfico no ano 24 (milhões de US$) Origem\Importações Argentina Brasil Paraguai Uruguai MERCOSUL INTRAZONA livre práctica (TEC=) livre Práctica (TEC>) Não livre Práctica EXTRAZONA TOTAL LP/TOTAL,131,358,9,243,293 EXTRA/TOTAL,632,898,479,555,811

24 Comércio intrazona por país do MERCOSUL e origem em 24 (milhones US$) Origem\Importador Argentina Brasil Paraguai Uruguai MERCOSUL Argentina Brasil Paraguai Uruguai arrecadação = zero Argentina Brasil Paraguai Uruguai arrecadação > zero Argentina Brasil Paraguai Uruguai INTRAZONA

25 Arrecadação à importações dos países do MERCOSUL por origem no ano 24 (milhones de US$) Origen\Importador Argentina Brasil Paraguay Uruguay MERCOSUR Argentina Brasil Paraguay Uruguay INTRAZONA livre prática (TEC=) livre prática (TEC>) Não livre Prática EXTRAZONA TOTAL TEC (meio ponderado) 4,42 4,34 4,23 1,98 4,28 TEC LP (meio ponderado) 3,5 2,16 8,17 2,5 2,37

26 Importações extrazona incorporadas em comércio intrazona em 24 Hipótesis mínima e máxima (milhones de US$) Origem\destino Argentina Brasil Paraguai Uruguai a) Só importações em LP diretas incorporadas no comércio intrazona Argentina Brasil Paraguai 5 4 Uruguai MERCOSUL MERCOSUR b) Todas importações extrazona diretas e indiretas incorporadas comércio extrazona Argentina Brasil Paraguai Uruguai MERCOSUL

27 Arrecadação TEC incorporada em comércio intrazona em 24 Hipótesis mínima e máxima (milhones de US$) Crédito\Débito Argentina Brasil Paraguai Uruguai MERCOSUL a) Só importações em LP diretas incorporadas no comércio intrazona Argentina, 3,5,2,5 4,2 Brasil 8,5, 1,1,8 1,4 Paraguai,4,3,,,8 Uruguai,4,8,1, 1,4 MERCOSUR 9,4 4,7 b) Todas importações extrazona diretas e indiretas incorporadas comércio extrazona 1,5 1,3 16,8 Argentina, 56,1 2,5 4,9 63,4 Brazil 116,2, 8,6 6,9 131,7 Paraguai 2,8 2,4,,2 5,4 Uruguai 4,5 6,7,9, 12,1 MERCOSUL 123,5 65,2 11,9 11,9 212,6

28 Estimação da arrecadação tarifária incorporada no comércio intrazona Transferências netas Argentina Mínimo Importações diretas en LP 5,2 Máximo Importações diretas e indiretas de extrazona 6,1 Brasil -5,8-66,5 Paraguai,7 6,6 Uruguai -,1 -,2

29 CONCLUSÕES

30 Muitas tarefas pendentes para UA, algumas estão programadas outras não. Dois casos. Primeiro- mudanças nas regras de circulação programa surgido da Dec. 54/4 livre prática. Como circulam os originários quando subsistem mecanismos de promoção de exportações no comércio intra-regional? Como se universaliza a CCPTC além de e 1 a partir do ano 28?

31 Regras de distribuição da renda tarifára comum: ainda não há um programa. trabalho aporta uma estimação com um método que pode ser preferido: neutralidade fiscal e escasa demanda institucional. Problema não é grave dado o baixo cumprimiento da PCC. Além disso, hoje se houvesse cumprimiento total o padrão de comércio intra-rergional estaria caracterizado por Bens muito originários que tem pouca renda incorporada, também não é relevante, a pesar de que o padrão do comércio pode mudar (endogeneidade respeito às regras). Todas as tarefas implicam mais instituições comuns capazes de gestionar a PCC. Modelo institucional UE e SACU Tem que ter um.

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS FORMULÁRIO DESCRITIVO DA NORMA INTERNACIONAL Norma Internacional: Acordo-Quadro sobre Meio-Ambiente do Mercosul Assunto: Agenda comum de meio-ambiente no âmbito do Mercosul Decreto: 5208 Entrada em vigor:

Leia mais

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA Nº 18 CELEBRADO ENTRE ARGENTINA, BRASIL, PARAGUAI E URUGUAI (AAP.CE/18) Centésimo Décimo Protocolo Adicional

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA Nº 18 CELEBRADO ENTRE ARGENTINA, BRASIL, PARAGUAI E URUGUAI (AAP.CE/18) Centésimo Décimo Protocolo Adicional ALADI/AAP.CE/18.110 23 de novembro de 2015 ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA Nº 18 CELEBRADO ENTRE ARGENTINA, BRASIL, PARAGUAI E URUGUAI (AAP.CE/18) Centésimo Décimo Protocolo Adicional Os Plenipotenciários

Leia mais

ATELEIR DE SENSIBILIZAÇÃO SOBRE A TARIFA EXTERNO COMUM DA CEDEAO (A TEC CEDEAO) BISSAU, 15 JULHO 2014

ATELEIR DE SENSIBILIZAÇÃO SOBRE A TARIFA EXTERNO COMUM DA CEDEAO (A TEC CEDEAO) BISSAU, 15 JULHO 2014 ATELEIR DE SENSIBILIZAÇÃO SOBRE A TARIFA EXTERNO COMUM DA CEDEAO (A TEC CEDEAO) BISSAU, 15 JULHO 2014 SUMARIO 1) Definição da Tarifa Externa Comum (TEC) 2) A Tarifa Externa Comum (TEC CEDEAO) 3) Aplicação

Leia mais

BENS DE CAPITAL. Que o acesso a bens de capital é essencial para manter os níveis de crescimento das economias da região.

BENS DE CAPITAL. Que o acesso a bens de capital é essencial para manter os níveis de crescimento das economias da região. MERCOSUL/CMC/DEC. N 34/03 BENS DE CAPITAL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Decisões Nº 07/94, 22/94, 69/00, 01/01, 05/01, 02/03 e 10/03 do Conselho do Mercado Comum.

Leia mais

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO DA REAF A REAF é um órgão assessor especializado do Grupo Mercado Comum (GMC), principal órgão executivo do MERCOSUL e do Conselho

Leia mais

Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008

Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008 Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008 Os interesses empresariais brasileiros na América do Sul Os interesses empresariais

Leia mais

Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidade:

Leia mais

XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados 17 de Julho de 2015

XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados 17 de Julho de 2015 XLVIII Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados 17 de Julho de 2015 1 INTRODUÇÃO A 48ª Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados será realizada em Brasília, no dia

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

Resumo dos resultados da enquete CNI

Resumo dos resultados da enquete CNI Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo

Leia mais

Geografia 03 Tabata Sato

Geografia 03 Tabata Sato Geografia 03 Tabata Sato IDH Varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1 maior o IDH de um país. Blocos Econômicos Economia Globalizada Processo de Regionalização Tendência à formação de blocos econômicos

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECEX SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR Grupo de Harmonização Estatística Brasil x China Em 2006 foi assinada em Beijing a criação do GHE Brasil x China, com o início do intercâmbio de dados. MINISTÉRIO

Leia mais

Medidas de lançamento, agosto de 2011

Medidas de lançamento, agosto de 2011 Brasil Maior Medidas de lançamento, agosto de 2011 ANÁLISE O plano BRASIL MAIOR é a terceira versão de política industrial dos governos do PT. É importante reconhecer o esforço destes três últimos governos

Leia mais

Mercosul: Antecedentes e desenvolvimentos recentes

Mercosul: Antecedentes e desenvolvimentos recentes Mercosul: Antecedentes e desenvolvimentos recentes O Mercosul, processo de integração que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, surgiu com a assinatura, em 26 de março de 1991, do "Tratado de Assunção

Leia mais

INVESTIR NO CHILE, UMA OPORTUNIDADE. www.inviertaenchile.cl

INVESTIR NO CHILE, UMA OPORTUNIDADE. www.inviertaenchile.cl INVESTIR NO CHILE, UMA OPORTUNIDADE www.inviertaenchile.cl www.inviertaenchile.cl www.investinginchile.cl Permite a um investidor nacional ou estrangeiro, encontrar produtos de seu interesse para alcançar

Leia mais

Acordo-Quadro de Associação entre o MERCOSUL e a República do Suriname

Acordo-Quadro de Associação entre o MERCOSUL e a República do Suriname Acordo-Quadro de Associação entre o MERCOSUL e a República do Suriname A República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai, a República Oriental do Uruguai, a República Bolivariana

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

Organizações internacionais Regionais

Organizações internacionais Regionais Organizações internacionais Regionais Percurso 4 Geografia 9ºANO Profª Bruna Andrade e Elaine Camargo Os países fazem uniões a partir de interesses comuns. Esses interesses devem trazer benefícios aos

Leia mais

FUNDO DE FINANCIAMENTO DO SETOR EDUCACIONAL DO MERCOSUL (FEM)

FUNDO DE FINANCIAMENTO DO SETOR EDUCACIONAL DO MERCOSUL (FEM) MERCOSUL/CMC/DEC N 33/04 FUNDO DE FINANCIAMENTO DO SETOR EDUCACIONAL DO MERCOSUL (FEM) TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão N 20/02 do Conselho do Mercado Comum.

Leia mais

1. Histórico. . Iniciativa para as Américas (Miami 94) . 34 paises, menos Cuba. . Cúpulas Presidenciais: - Santiago 1998 - Québec 2001

1. Histórico. . Iniciativa para as Américas (Miami 94) . 34 paises, menos Cuba. . Cúpulas Presidenciais: - Santiago 1998 - Québec 2001 1. Histórico. Iniciativa para as Américas (Miami 94). 34 paises, menos Cuba. Cúpulas Presidenciais: - Santiago 1998 - Québec 2001 1. Histórico. Reunião Ministeriais de negociação - Denver 1995 - Cartagena

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

AVII 8º ANO Globalização Qual é a mais próxima da realidade? Como será o futuro? Escola do futuro de 1910 Cidade-prédio de 1895 A era das redes aumentou ou diminuiu o tamanho do mundo?

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO Medidas Fiscais da Política Industrial 2 Redução de Tributos Equalização de taxas de Juros Simplificação de Operações Redução do

Leia mais

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

Leia mais

SECRETARÍA DEL MERCOSUR RESOLUCIÓN GMC Nº 26/01 ARTÍCULO 10 FE DE ERRATAS ORIGINAL

SECRETARÍA DEL MERCOSUR RESOLUCIÓN GMC Nº 26/01 ARTÍCULO 10 FE DE ERRATAS ORIGINAL MERCOSUL/GMC/RES. N 56/02 SECRETARÍA DEL MERCOSUR DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO E REVISÃO DE REGULAMENTOS TÉCNICOS MERCOSUL E PROCEDIMENTOS MERCOSUL DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE (REVOGAÇÃO DAS RES. GMC N

Leia mais

ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO

ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO MERCOSUL/CMC/DEC. N 64/10 ESTATUTO DA CIDADANIA DO MERCOSUL PLANO DE AÇÃO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão N 63/10 do Conselho do Mercado Comum. CONSIDERANDO:

Leia mais

CESA Comitê de Apoio ao Comércio Exterior

CESA Comitê de Apoio ao Comércio Exterior A ALCA E OS INTERESSES BRASILEIROS Thomas Benes Felsberg Agnes Borges O Brasil no Mercado Internacional Respondemos hoje por menos de 1% do comércio mundial. Exportações brasileiras não superam a marca

Leia mais

TARIFA EXTERNA COMUM. TENDO EM VISTA: o Art. 10 do Tratado de Assunção, as Decisões N 1/92 e 1/93 do Conselho do Mercado Comum.

TARIFA EXTERNA COMUM. TENDO EM VISTA: o Art. 10 do Tratado de Assunção, as Decisões N 1/92 e 1/93 do Conselho do Mercado Comum. RCOSUL/CMC/DEC N 13/93 TARIFA EXTERNA COMUM TENDO EM VISTA: o Art. 10 do Tratado de Assunção, as Decisões N 1/92 e 1/93 do Conselho do Mercado Comum. CONSIDERANDO Que é necessário afirmar o propósito de

Leia mais

Exportação de Serviços

Exportação de Serviços Exportação de Serviços 1. Ementa O objetivo deste trabalho é dar uma maior visibilidade do setor a partir da apresentação de algumas informações sobre o comércio exterior de serviços brasileiro. 2. Introdução

Leia mais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais BLOCOS ECONÔMICOS O Comércio multilateral e os blocos regionais A formação de Blocos Econômicos se tornou essencial para o fortalecimento e expansão econômica no mundo globalizado. Quais os principais

Leia mais

HARMONIZAÇÃO FISCAL: COMPETIÇÃO OU COORDENAÇÃO NOS PAÍSES DO MERCOSUL

HARMONIZAÇÃO FISCAL: COMPETIÇÃO OU COORDENAÇÃO NOS PAÍSES DO MERCOSUL Banco Interamericano de Desenvolvimento Departamento de Integração e Programas Regionais Divisão de Integração, Comércio e Programas Hemisféricos HARMONIZAÇÃO FISCAL: COMPETIÇÃO OU COORDENAÇÃO NOS PAÍSES

Leia mais

* (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em

* (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em * (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em desenvolvimento) A atual crise financeira é constantemente descrita

Leia mais

Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul. Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015

Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul. Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015 Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015 Vantagens e oportunidades da Argentina Alguns dados estruturais Com mais

Leia mais

O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas

O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas JOÃO PAULO VIANA MAGALHÃES Departamento de Supervisão de Cooperativas de Crédito e Instituições

Leia mais

NOVA CONTRIBUIÇÃO. Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins Não cumulatividade plena. Agosto/2015. Ministério da Fazenda

NOVA CONTRIBUIÇÃO. Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins Não cumulatividade plena. Agosto/2015. Ministério da Fazenda NOVA CONTRIBUIÇÃO Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins Não cumulatividade plena Agosto/2015 Proposta de Instituição de Nova Contribuição (Receita e Importação) OBJETO: REFORMULAÇÃO DO PIS/COFINS PIS

Leia mais

COMÉRCIO INTERNACIONAL. Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex COMÉRCIO INTERNACIONAL COMÉRCIO INTERNACIONAL

COMÉRCIO INTERNACIONAL. Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex COMÉRCIO INTERNACIONAL COMÉRCIO INTERNACIONAL Instituições Intervenientes no Comércio Exterior do Brasil e Siscomex Prof.Nelson Guerra Órgãos acima + Ministério das Relações Exteriores. Conheça cada um deles CAMEX: Objetiva a formulação, adoção, implementação

Leia mais

Expressando que este processo de integração constitui uma resposta adequada a tais acontecimentos;

Expressando que este processo de integração constitui uma resposta adequada a tais acontecimentos; TRATADO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UM MERCADO COMUM ENTRE A REPUBLICA ARGENTINA, A REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, A REPUBLICA DO PARAGUAI E A REPUBLICA ORIENTAL DO URUGUAI (ASSUNÇÃO, 26/03/1991) A República

Leia mais

TRIBUTAÇÃO ESTADUAL INCENTIVOS FISCAIS E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: REGRAS E LIMITES DE IMPLEMENTAÇÃO

TRIBUTAÇÃO ESTADUAL INCENTIVOS FISCAIS E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: REGRAS E LIMITES DE IMPLEMENTAÇÃO X Congresso de Direito Tributário em Questão TRIBUTAÇÃO ESTADUAL INCENTIVOS FISCAIS E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: REGRAS E LIMITES DE IMPLEMENTAÇÃO Gramado, julho de 2011 André Luiz Barreto de Paiva Filho

Leia mais

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos Geografia Econômica Mundial Aula 4 Prof. Me. Diogo Labiak Neves Organização da Aula Tipologias de blocos econômicos Exemplos de blocos econômicos Algumas características básicas Blocos Econômicos Contextualização

Leia mais

Conjuntura do Leite Demanda de Importações

Conjuntura do Leite Demanda de Importações ARQ_86.DOC Conjuntura do Leite Demanda de Importações Março/95 ÍNDICE Págin a 1. INTRODUÇÃO... 3 2. O LEITE E AS POLÍTICAS PÚBLICAS... 3 3. COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL DOS DERIVADOS DO LEITE... 5 4.

Leia mais

A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS

A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS www.observatorioasiapacifico.org A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS Ignacio Bartesaghi 1 O debate na América Latina costuma focar-se no sucesso ou no fracasso dos processos

Leia mais

Professora Ana Maria Matta Walcher Skype: ana.maria.walcher37

Professora Ana Maria Matta Walcher Skype: ana.maria.walcher37 Noções básicas de Comércio Exterior Professora Ana Maria Matta Walcher Skype: ana.maria.walcher37 Regimes Aduaneiros É o conjunto de procedimentos ou regras previstas em lei para efetivar uma importação

Leia mais

ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL

ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 32/04 ACORDO PARA A FACILITAÇÃO DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS NO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 26/03 do Conselho do Mercado

Leia mais

Cooperação internacional e pósgraduação. VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia XVIII IEA Congress of Epidemiology Porto Alegre 2008

Cooperação internacional e pósgraduação. VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia XVIII IEA Congress of Epidemiology Porto Alegre 2008 Cooperação internacional e pósgraduação VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia XVIII IEA Congress of Epidemiology Porto Alegre 2008 Papel da educação superior Fundamental para o desenvolvimento econômico

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 2º Ano Blocos Econômicos. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 2º Ano Blocos Econômicos. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 2º Ano Blocos Econômicos Prof. Claudimar Fontinele O mundo sofreu importantes transformações durante o século XX. O pós-segunda Guerra foi

Leia mais

índice AUTONOMIA, NÃO-INDIFERENÇA E PRAGMATISMO: VETORES CONCEITUAIS DA POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO LULA Maria

índice AUTONOMIA, NÃO-INDIFERENÇA E PRAGMATISMO: VETORES CONCEITUAIS DA POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO LULA Maria índice Apresentação Pedro da Motta Veiga... 7 Política Comerciale Política Externa do Brasil AUTONOMIA, NÃO-INDIFERENÇA E PRAGMATISMO: VETORES CONCEITUAIS DA POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO LULA Maria Regina

Leia mais

Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau»

Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau» Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau» Com o objectivo de reforçar o intercâmbio e a cooperação económica e comercial entre o

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: BRA/ 09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Medidas de Incentivo à Competitividade. Min. Guido Mantega 05 de Maio de 2010

Medidas de Incentivo à Competitividade. Min. Guido Mantega 05 de Maio de 2010 Medidas de Incentivo à Competitividade Min. Guido Mantega 05 de Maio de 2010 Devolução mais rápida de créditos tributários federais por exportações Devolução de 50% dos créditos de PIS/Pasep, Cofinse IPI

Leia mais

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

Anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas Avanços e Pontos para Reflexão Renato da Fonseca Secretário-Executivo do Conselho da Micro e Pequena Empresa da Confederação Nacional da Indústria Pontos para reflexão Por que devemos criar um regime especial

Leia mais

MERCOSUL/SGT N 4 / ATA N 2/04

MERCOSUL/SGT N 4 / ATA N 2/04 COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DO BRASIL XVIII REUNIÃO DO SUBGRUPO DE TRABALHO Nº 4 ASSUNTOS FINANCEIROS 20 A 22 DE OUTUBRO DE 2004 MERCOSUL/SGT N 4 / ATA N 2/04 Foi realizada na Cidade de Rio de Janeiro,

Leia mais

Proposta Aprovada no 8º Congresso Nacional de Profissionais Inserção Internacional do Sistema Confea/Crea

Proposta Aprovada no 8º Congresso Nacional de Profissionais Inserção Internacional do Sistema Confea/Crea Proposta Aprovada no 8º Congresso Nacional de Profissionais Inserção Internacional do Sistema Confea/Crea 31 de janeiro de 2015 Sãp Paulo - SP 8º Congresso Nacional de Profissionais Eixo Referencial -

Leia mais

Propostas do Governo para o ICMS

Propostas do Governo para o ICMS Propostas do Governo para o ICMS Audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 11 de março de 2013 Avaliação geral Proposta do Governo vai na direção correta em termos

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais Negócios Internacionais Capítulo 3.3 Integração da Economia Regional e Acordos Cooperativos International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Definir

Leia mais

Reforma Tributária ria e Política de Desenvolvimento Regional Cuiabá,, Agosto 2007 Reuniões com Governadores Natureza das reuniões anteriores: Governadores de diferentes regiões do país e dirigentes das

Leia mais

PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES

PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES MERCOSUL/GMC/RES. Nº 14/08 PAUTAS NEGOCIADORAS DO SGT N 1 COMUNICAÇÕES TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Resolução Nº 32/04 do Grupo Mercado Comum; CONSIDERANDO: Que

Leia mais

Internacional Samuel Pinheiro Guimarães: A União Europeia e o fim do Mercosul

Internacional Samuel Pinheiro Guimarães: A União Europeia e o fim do Mercosul Internacional Samuel Pinheiro Guimarães: A União Europeia e o fim do Mercosul Samuel Pinheiro Guimarães postado em: 26/04/2014 Integração regional e acordos de livre comércio 1. A conveniência da participação

Leia mais

O futuro da tributação sobre o consumo no Brasil: melhorar o ICMS ou criar um IVA amplo? Perspectivas para uma Reforma Tributária

O futuro da tributação sobre o consumo no Brasil: melhorar o ICMS ou criar um IVA amplo? Perspectivas para uma Reforma Tributária 1 XI CONGRESSO NACIONAL DE ESTUDOS TRIBUTÁRIOS O futuro da tributação sobre o consumo no Brasil: melhorar o ICMS ou criar um IVA amplo? Perspectivas para uma Reforma Tributária Osvaldo Santos de Carvalho

Leia mais

Encontrei as seguintes possibilidades razoáveis de recursos: 57- Sobre a Tarifa Externa Comum (TEC), é incorreto afirmar que:

Encontrei as seguintes possibilidades razoáveis de recursos: 57- Sobre a Tarifa Externa Comum (TEC), é incorreto afirmar que: Prezados, Encontrei as seguintes possibilidades razoáveis de recursos: 57- Sobre a Tarifa Externa Comum (TEC), é incorreto afirmar que: a) pelo regime de ex-tarifário, pode haver redução da TEC para bens

Leia mais

Resumo dos resultados da enquete CNI

Resumo dos resultados da enquete CNI Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo

Leia mais

O Uso do Poder Compra do Estado:

O Uso do Poder Compra do Estado: O Uso do Poder Compra do Estado: A Aplicação das Margens de Preferência para Produtos Manufaturados e Serviços Nacionais em conjunto com as demais preferências sobre o preço nas licitações: Fomento às

Leia mais

Agenda. Cenário atual enfrentado pelo exportador. O programa do próximo governo. Política comercial: agenda pendente.

Agenda. Cenário atual enfrentado pelo exportador. O programa do próximo governo. Política comercial: agenda pendente. Agenda Cenário atual enfrentado pelo exportador O programa do próximo governo Política comercial: agenda pendente Parte da resposta Cenário Atual Problemas internos Entraves operacionais Infraestrutura

Leia mais

O Brasil e os acordos internacionais de comércio e investimentos

O Brasil e os acordos internacionais de comércio e investimentos O Brasil e os acordos internacionais de comércio e investimentos Seminário AMCHAM 29 de Agosto de 2013 1 1. Os acordos de comércio 2 Crise não freou celebração de acordos de comércio Soma de Acordos Preferenciais

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES

PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES PLANO NACIONAL DE EXPORTAÇÕES NOVO STATUS DO COMÉRCIO EXTERIOR NOSSAS EXPORTAÇÕES NÃO REFLETEM O TAMANHO DA ECONOMIA BRASILEIRA PIB EXPORTAÇÃO DE BENS PAÍSES US$ bilhões Part. % PIB mundial US$ bilhões

Leia mais

ACORDO SOBRE MEDIDAS DE INVESTIMENTO RELACIONADAS AO COMÉRCIO

ACORDO SOBRE MEDIDAS DE INVESTIMENTO RELACIONADAS AO COMÉRCIO ACORDO SOBRE MEDIDAS DE INVESTIMENTO RELACIONADAS AO COMÉRCIO Os Membros, Considerando que os Ministros acordaram em Punta del Este que "em seguida a um exame da operação dos Artigos do GATT relacionados

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO ANO LECTIVO 2010/2011

FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO ANO LECTIVO 2010/2011 FACULDADE DE ECONOMIA DO PORTO ANO LECTIVO 2010/2011 1 1G203 - ECONOMIA INTERNACIONAL A regulação das trocas internacionais: do GATT à OMC 1.3 OMC: Objectivos e princípios. Perspectiva histórica da liberalização

Leia mais

O BNDES e a Internacionalização das Empresas Brasileiras

O BNDES e a Internacionalização das Empresas Brasileiras O BNDES e a Internacionalização das Empresas Brasileiras Demian Fiocca Presidente do BNDES Apresentação no Seminário As Novas Multinacionais Brasileiras FIRJAN, Rio de Janeiro, 29 de maio de 2006 www.bndes.gov.br

Leia mais

O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO

O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA NO ENSINO SUPERIOR: REALIDADE E DESAFIOS PARA O FUTURO Participação no Desenvolvimento Econômico Social Brasileiro Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos

Leia mais

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Comunidade Europeia do Carvão e Aço. Comunidade Económica Europeia

Comunidade Europeia do Carvão e Aço. Comunidade Económica Europeia Processo de Integração Europeia Comunidade Europeia do Carvão e Aço Comunidade Económica Europeia Mercado Único Europeu União Europeia 60 anos União Económica e Monetária Europa dos 12... Sudoeste Portugal

Leia mais

Programa de Capacitação em RPP- Relação Público Privadas

Programa de Capacitação em RPP- Relação Público Privadas Programa de Capacitação em RPP- Relação Público Privadas O que é o BID Organismo multilateral de desenvolvimento que tem como propósito financiar projetos viáveis de desenvolvimento econômico, social e

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

ABINEE TEC 2005. Normalização e Avaliação da Conformidade. A Normalização nas Américas. Eugenio De Simone Diretor de Normalização da ABNT, Brasil

ABINEE TEC 2005. Normalização e Avaliação da Conformidade. A Normalização nas Américas. Eugenio De Simone Diretor de Normalização da ABNT, Brasil Normalização e Avaliação da Conformidade A Normalização nas Américas Eugenio De Simone Diretor de Normalização da ABNT, Brasil O QUE É A ABNT? FUNDADA EM 1940 ENTIDADE PRIVADA, SEM FINS LUCRATIVOS, DE

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Comércio exterior e política comercial da Venezuela Versão Preliminar Lia Valls Pereira * Introdução A partir de meados da década de 80, inicia-se uma mudança na orientação das políticas

Leia mais

EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

EMIRADOS ÁRABES UNIDOS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS Para os empresários portugueses Ajman Fujairah Sharjah Dubai Ras Al-Khaimah Umm Al Qaiwain O País Designação Oficial: Emirados Árabes Unidos Forma de Estado: Federação de sete Emirados

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e DECRETO Nº 6.195, DE 22 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a execução do Sexagésimo Sétimo Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica n o 2, entre os Governos da República Federativa do Brasil

Leia mais

OMC: suas funções e seus acordos de comércio

OMC: suas funções e seus acordos de comércio OMC: suas funções e seus acordos de comércio Prof.Nelson Guerra Surgiu para combater o protecionismo criado pelos países no período entreguerras. O GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio) surgiu em 1947

Leia mais

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA N 2 CELEBRADO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA N 2 CELEBRADO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI ALADI/AAP.CE/2.75 20 de outubro de 2014 ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA N 2 CELEBRADO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI Septuagésimo Quinto Protocolo Adicional

Leia mais

órgão nacional interveniente no comércio internacional

órgão nacional interveniente no comércio internacional MDIC órgão nacional interveniente no comércio internacional CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: KEEDI, Samir. ABC DO COMÉRCIO EXTERIOR. São Paulo: Aduaneiras, 2007. www.desenvolvimento.gov.br

Leia mais

BRICS e o Mundo Emergente

BRICS e o Mundo Emergente BRICS e o Mundo Emergente 1. Apresente dois argumentos favoráveis à decisão dos países integrantes da Aliança do Pacífico de formarem um bloco regional de comércio. Em seguida, justifique a situação vantajosa

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

SEGUNDO PAINEL AS INSTITUIÇÕES DE SEGUNDO PISO SISTEMAS DE REAFIANÇAMENTO TEMA 4 FUNDO MERCOSUL DE GARANTIAS PARA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

SEGUNDO PAINEL AS INSTITUIÇÕES DE SEGUNDO PISO SISTEMAS DE REAFIANÇAMENTO TEMA 4 FUNDO MERCOSUL DE GARANTIAS PARA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SEGUNDO PAINEL AS INSTITUIÇÕES DE SEGUNDO PISO SISTEMAS DE REAFIANÇAMENTO TEMA 4 FUNDO MERCOSUL DE GARANTIAS PARA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS RAFAEL QUIRINO SANTOS FORMADO EM ECONOMIA PELA UNIVERSIDADE

Leia mais

EXISTE UM NOVO JEITO DE DELIGENCIAR. suas finanças. Ascent. Consultores

EXISTE UM NOVO JEITO DE DELIGENCIAR. suas finanças. Ascent. Consultores EXISTE UM NOVO JEITO DE DELIGENCIAR suas finanças Ascent MISSÃO Prestar serviços profissionais diferenciados que sejam uma ferramenta útil para a tomada de decisões e agreguem valor ao cliente, baseada

Leia mais

MEI Mecanismos de incentivo à inovação no contexto da crise

MEI Mecanismos de incentivo à inovação no contexto da crise MEI Mecanismos de incentivo à inovação no contexto da crise Proposta de Trabalho Brasília, 27 de setembro de 2012 São Paulo, Agosto 2011 Apresentação do projeto PEDRO PASSOS 1 Baixo crescimento das economias

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA Os Governadores e Governadoras, Intendentas e Intendentes, Prefeitas e Prefeitos do MERCOSUL reunidos no dia 16 de julho de 2015, na cidade de Brasília DF, por meio do Foro Consultivo

Leia mais

Zonas de Processamento de Exportação - ZPE

Zonas de Processamento de Exportação - ZPE Zonas de Processamento de Exportação - ZPE Histórico no mundo As Zonas Econômicas de Exportação surgiram em 1959 na Irlanda Anos 60: criação na Ásia e América Latina Anos 70: alcançam 79 em 25 países Anos

Leia mais

Blocos Econômicos. MERCOSUL e ALCA. Charles Achcar Chelala

Blocos Econômicos. MERCOSUL e ALCA. Charles Achcar Chelala Blocos Econômicos MERCOSUL e ALCA Charles Achcar Chelala Blocos Econômicos Tendência recente, com origens na década de 50, com a CEE Comunidade Econômica Européia Em 2007 fez 50 anos Objetivos Fortalecer

Leia mais

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário

Boletim Econômico. Federação Nacional dos Portuários. Sumário Boletim Econômico Federação Nacional dos Portuários Agosto de 2014 Sumário Indicadores de desenvolvimento brasileiro... 2 Emprego... 2 Reajuste dos salários e do salário mínimo... 3 Desigualdade Social

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

Os Acordos Regionais de Comércio, as Novas Regras e a OMC

Os Acordos Regionais de Comércio, as Novas Regras e a OMC Os Acordos Regionais de Comércio, as Novas Regras e a OMC Michelle R S Badin COSCEX/FIESP, March 13, 2013 Estratégias Política Econômica Jurídica Zona de influência Alianças Liberalização, contenção ou

Leia mais

Integração Produtiva MERCOSUL

Integração Produtiva MERCOSUL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Secretaria do Desenvolvimento da Produção Integração Produtiva MERCOSUL XLV Reunião Ordinária de Coordenadores Nacionais FCCR O tema Integração

Leia mais

O que é o Portugal 2020?

O que é o Portugal 2020? O que é o Portugal 2020? Portugal 2020 é o novo ciclo de programação dos fundos europeus, que substitui o antigo QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional). Foi acordado entre Portugal e a Comissão

Leia mais

Junho/2015. Comércio Exterior

Junho/2015. Comércio Exterior Junho/2015 Comércio Exterior COMÉRCIO EXTERIOR Objetivo: A área de atuação Regional da CMC Jr. tem desenvolvido estudos a respeito do comércio exterior que versam sobre a avaliação da estrutura de comércio

Leia mais

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau XII CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau FUNDAMENTOS

Leia mais

O Direito Empresarial no Mercosul Paulo Roberto Colombo Arnoldi

O Direito Empresarial no Mercosul Paulo Roberto Colombo Arnoldi O Direito Empresarial no Mercosul Paulo Roberto Colombo Arnoldi Sumário: 1. Mercosul; 2. Personalidade Jurídica e Fontes; 3. O Tratado de Assunção; 4. Estrutura; 5. Direito Comunitário, o Direito Empresarial

Leia mais