José Teófilo Oliveira inicia ciclo de palestras em 2008

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1 Informativo DO Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças Ano 16 nº 30 Março/ABRIL 2008 José Teófilo Oliveira inicia ciclo de palestras em 2008 Secretário da Fazenda mostra proposta do Governo Federal para Reforma Tributária. Págs. 4 e 5 José Teófilo Oliveira, Denise de Moura Cadete Gazzinelli Cruz e Tércio Luiz Tavares Pascoal durante almoço-palestra Executivos e empresários compareceram ao encontro DESTAQUE Marco Antonio de Paulo Maciel do BANIF analisa o cenário externo e as perspectivas macroeconômicas para o Brasil Pág. 3 ARTIGO aponta Energia, Alimentos e Inflação como preocupações dos líderes mundiais Pág. 8

2 INFORMATIVO DO Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 755 Edifício Palácio da Praia, sala 607 Cep Enseada do Suá Vitória ES Telefax: (27) Site: PROGRAME-SE 06 de junho 12h Almoço-palestra Tema: Copa do Mundo FIFA 2014 Brasil oportunidade e desafios Palestrante: Sr. José Evaldo Gonçalo - Secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo - Ministério do Turismo em Brasília-DF Local: Cerimonial Itamaraty ALMOÇO-PALESTRA Ambiente externo, crescimento e inflação O Cenário Econômico Nacional e Internacional e as suas implicações no mercado em pauta no IBEF-ES Diretoria do IBEF ES Presidente: Denise de Moura Cadete Gazzinelli Cruz 1º Vice-Presidente: Tércio Luiz Tavares Pascoal Vice-Presidente de Desenvolvimento Institucional: Vice-Presidente de Administração e Finanças: Juracy Spagnol Vice-Presidente técnico: Vice-Presidente Comercial: Carlos Canelas Magalhães Conselho Consultivo: Evandro Barreira Milet /2007 Otacílio Pedrinha de Azevedo /2005 João Carlos Ribeiro Vargas /2001 Adi Silva Gama /1999 Clóvis Abreu Vieira /1995 Déo Rozindo da Silva /1991 Sérgio Volk /1989 CONSELHO FISCAL EFETIVO: Rodrigo Zanol Santos Neves Sérgio Rogério de Castro Valter Luiz Sassen CONSELHO FISCAL SUPLENTE: Dário Fernando Figueira Cruz Sérgio Dominguez Sotelino Waldenor Cezário Mariot CONSELHO OPERACIONAL/ SETORIAL: Agamenon Vinícius Basílio da Gama Antônio Carlos Ferreira Antônio Lievori Neto Bruno Ottoni Tommasi Fábio Coser Teixeira Fábio Nascimento José Luiz Kfuri Simão Jossyl César Nader Luciano Rodrigues Machado Luiz Guilherme Gazzinelli Cruz Luiz Wagner Chieppe Patrícia Pretti Assef de Souza Renato Siqueira Barroso Rogério Zamperlini SecretáriA ExecutivA: Márcia Junger Jornalista Responsável: Giovanna Giovannotti - MTb 1147 Projeto Gráfico e DIAGRAMAÇÃO: Renon Pena de Sá / Fotos: Arquivo IBEF-ES Tiragem: 3000 exemplares Impressão: Gráfica Jep 2 VISITA TÉCNICA O IBEF-ES abre a programação de visitas técnicas em 2008 com uma visita técnica a Aracruz Celulose. O encontro está programado para o dia 08 de julho, e na ocasião os participantes terão a oportunidade de visitar as instalações da empresa e conhecer os setores produtivos e administrativos da Aracruz. Com essa iniciativa o Instituto pretende colaborar com a comunidade ibefiana no aumento do conhecimento histórico e campo de atuação das grandes empresas do Espírito Santo. IBEF JOVEM Com a missão de auxiliar a carreira do jovem executivo de Finanças o IBEF-ES realizará no dia 14 de junho uma palestra com o professor e consultor Miguel Leão Borges. Com temas voltados a Sustentabilidade Humana e Educação Financeira, Miguel despertará nos jovens entre 15 e 17 anos a importância do planejamento financeiro. O encontro que faz parte dos projetos da Câmara de Investimentos Pessoais, coordenada por Geraldo de Aquino Júnior, acontecerá no Iate Clube do Espírito Santo a partir das 11h. CONFRATERNIZAÇÃO A presidente do IBEF-ES Denise Cadete Gazzinelli convida todos os ibefianos e seus familiares para o grande encontro dos executivos de finanças que será realizado de 15 a 17 de agosto no Hotel Fazenda Bristol Monte Verde. Participe do IX Encontro Sócio-Esportivo. Estaremos esperando por vocês. Patrocinadores institucionais José Carlos de Oliveira, Marco Antonio de Paulo Maciel, Denise Gazzinelli, Fernando Oliveira e José Marcio Soares de Barros Ocontrole de risco existe. O problema é que os instrumentos financeiros criados escapam ao controle de risco. A afirmação é do economista-chefe do BANIF Banco de Investimento Brasil, Marco Antonio de Paulo Maciel, que realizou palestra em almoço promovido pelo IBEF-ES no dia 27 de março. Durante o encontro Marco Antonio Maciel analisou as perspectivas macroeconômicas para o Brasil e no cenário externo destacou a desaceleração da atividade e a queda da taxa básica, o crescimento dos lucros, a liquidez e a recuperação econômica dos Estados Unidos. Parte da liquidez corrente nos EUA está associada aos lucros retidos das empresas, os quais estão parcialmente investidos em Treasuries. Junto com a queda da taxa do Fed Funds, eles podem trazer a rápida recuperação dos investimentos privados e da atividade, mas isso depende da constrição de crédito nos EUA e das expectativas de crescimento do PIB norteamericano, afirmou. Sobre a desaceleração da atividade e a queda da taxa básica Marco Antonio Maciel enfatizou a função-consumo Parte da liquidez corrente nos EUA está associada aos lucros retidos das empresas, os quais estão parcialmente investidos em Treasuries Marco Antonio de Paulo Maciel Economista-chefe do Banif das famílias a partir do primeiro trimestre de 1990 até o primeiro trimestre em Segundo sua análise para cada dólar que as famílias norte-americanas receberam sobre a forma de renda gastaram em consumo US$1,04. Ele considera que esse gasto foi possível devido a variável do aumento do crédito e da valorização dos preços dos ativos de 1995 a 2001 além da valorização dos imóveis de 2001 a De acordo com o economista as bases para o crescimento estão sendo colocadas pelos Bancos Centrais Norte-americanos, Europeu e Banco Central Inglês. Somente a partir do segundo semestre de 2009 é que a economia dos Estados Unidos começa a se recuperar de forma mais significativa em torno de 1,5%, disse. Na oportunidade Marco Antonio Maciel também destacou o crescimento anual das variáveis internas da economia brasileira que é de 8,6%. A alta da Selic visa reduzir a absorção interna de 8,6% para um valor entre 6,0% e 6,5%, compatível com a soma do crescimento da oferta agregada de 4,0% e das importações líquidas de 2,3%. Esse cálculo leva-nos a contar com a elevação de Selic de 11,25% para o intervalo entre 13,25% e 13,75% em 2008, explicou. 3

3 ALMOÇO-PALESTRA Reforma Tributária: O que vem por aí? Teófilo prevê que com reforma vamos reduzir os prazos para creditamento do ICMS sobre bens de capital Em 10 de marco, ocasião em que conduzia a pasta da secretaria de Estado da Fazenda, José Teófilo Oliveira, fez um balanço das propostas do Governo Federal para a reformulação da carga tributária durante almoço-palestra, promovido pelo IBEF-ES, no Cerimonial Itamaraty. Na ocasião do evento que marcou o início do ciclo de palestras do ano de 2008 da Instituição, o então secretário explicou que desta vez o Governo Federal está propondo uma Reforma Tributária focada em grande parte na reformulação profunda do ICMS. A primeira coisa que pretendem fazer é unificar toda a legislação do imposto que não poderia ser mais legislado em um dos seus aspectos essenciais, individualmente pelos estados, disse. José Teófilo explicou que será criado um órgão supra-estadual, composto de representação dos estados, que juntamente com o Senado Federal legislarão sobre esse imposto. Outro problema apontado será a redução da alíquota interestadual. Hoje no Espírito Santo, quando vendemos mercadorias para outros estados, o recolhimento é de 12% de ICMS em favor do Estado. Em contrapartida, toda a mercadoria que vem de outros estados para cá, chegam oneradas em 7%. Então nós temos essa duplicidade de alíquota, uma de saída e outra para o ingresso de mercadorias no Estado, destacou. O evento reuniu executivos de finanças, autoridades e associados do IBEF que representam as principais instituições financeiras, unidades empresariais e comerciais em todo o Estado Com isso, o que se pretende progressivamente nesse projeto é trazer essas duas alíquotas, de 12% e 7% para 2%. A alíquota, a partir de 2010, por exemplo, se aprovado o Projeto de Emenda Constitucional, cairia para 11% e a de 7% para 6%, até que em 2015, estaria valendo a alíquota de 2% do comércio interestadual como regra geral nacional. O projeto também prevê vamos reduzir os prazos para creditamento do ICMS sobre bens de capital que cairiam dos 48 meses de hoje, para zero, ou seja, o projeto prevê que até 2015, esse creditamento fique instantâneo, como se matéria-prima fosse, informou José Teófilo com a perspectiva de que seja uma medida eficaz. José Teófilo informou ainda que o segundo componente importante da Reforma é a criação de um Imposto sobre Valor Adicionado Federal (IVA-Federal). O Governo Federal deveria ter feito isso há muito tempo, e não fez agora de certa forma, nós estamos correndo atrás do prejuízo. Esse imposto, na verdade, vem da rotina do débito e crédito como é o ICMS, dando imunidade para as exportações, tributando as importações, e é mais ou menos o que o PIS/COFINS já faz hoje, avaliou. Segundo ele, o IVA, a médio e longo Os estudos da Secretaria da Fazenda mostram que o efeito sobre a arrecadação no Espírito Santo seria dramático, ocasionando a perda entre 20% e 25% da sua arrecadação de ICMS com a regra dos 2% José Teófilo Oliveira Secretário de Estado da Fazenda de janeiro de 2003 a abril de 2008 prazo, vai competir com o ICMS porque há uma incidência na mesma base de arrecadação. Na reforma tributária de 67, ficou reservado para os estados essa tributação de valor adicionado como uma base exclusiva. O IPI já estava presente evidentemente, e apesar de ser um imposto parcial, porque só alcança a indústria e o comércio atacadista, ele também é um IVA, considerou. Na análise de José Teófilo o IVA foi desenhado para ser um imposto federal e não um imposto estadual, na sua origem. Lá na frente nós vamos ver a fusão dos ICMS e do IVA Federal. José Teófilo ao encerrar sua palestra citou como desoneração os negócios dos bens de capital. As concessões de créditos tem um ganho financeiro a ser feito na medida em que vão se beneficiar do crédito em maior velocidade, ressaltou. Além dos patrocinadores institucionais Banco do Brasil, Banestes, Aracruz, Samarco e A Gazeta o evento teve o apoio da Caixa Econômica Federal. Sem título-1 1 6/9/ :45:31 4 5

4 ARTIGO PERFIL Otacílio Pedrinha de Azevedo Depois da boa nota... Imagine que uma determinada escola tenha três professores e um deles acaba de dar nota cinco para um determinado aluno. Essa é a analogia que se pode fazer com a nota BBBdada ao Brasil pela agência de classificação de riscos Standard & Poors. Tendo sido reprovado no mercado internacional de crédito em 1987 por inadimplência no pagamento da dívida externa, o Brasil acaba de receber, de um de seus três principais professores, uma nota boa para passar de ano. Os outros dois professores, as agências de classificação de risco Moody s e Fitch, ainda precisam dar notas para este mesmo aluno chamado Brasil. Para ser considerado um aluno nota 10, o Brasil deveria ser como os Estados Unidos, a Alemanha ou a Inglaterra, que demonstram condições de cumprir com os seus compromissos financeiros. Em outras palavras, é como se o Brasil tivesse recebido um selo de qualidade por todo um dever de casa que vem sendo realizado pelo atual e pelos governos anteriores, mostrando uma maior austeridade na gestão das contas públicas. Mas quem ganha com essa nova nota dada pela agência de classificação de riscos Standard & Poors? Direta ou indiretamente ganham todos. Ganham o governo, as empresas, as famílias e a economia como um todo. O governo irá beneficiar-se em função de um barateamento em suas taxas de captação. O risco Brasil caiu 8% no dia da notícia. Agora está em 200 basis points ou 2% acima da taxa de juros americanos. Para se ter uma noção comparativa com outros alunos da sala, o México e a Rússia, que já têm notas melhores do que o Brasil, pagam hoje, respectivamente, 82 e 100 basis points para tomar crédito no mercado internacional. Talvez esta seja uma boa hora para o Brasil voltar a emitir títulos no mercado internacional, o que não acontece desde junho de 2007, quando surgiu a crise da subprime americana. Com relação às empresas, alguns setores serão beneficiados, outros serão prejudicados. Por exemplo, o setor exportador ainda sofrerá com a valorização do real, em função da vinda de recursos externos. Foi assim com outros países que receberam a mesma melhoria em suas notas. O maior impacto esperado, entretanto, deverá ser no mercado acionário brasileiro. Os grandes investidores internacionais, como os fundos de pensão americanos e europeus e os grandes fundos de investimento, deverão trazer algo entre 3 a 5% de seus ativos para o país. O ideal seria que esses recursos viessem para ser aplicados diretamente no setor produtivo, gerando emprego e renda. No entanto, é provável, que tais recursos cheguem via mercado de capitais. As duas principais vedetes da Bolsa, a Vale e a Petrobrás, já eram consideradas seguras na tomada de recursos externos. Por isso, o impacto na valorização dessas empresas em Bolsa não foi expressivo. As empresas do setor financeiro, por exemplo, experimentaram altas significativas, pois, com a nota dada, terão o custo de captação externa menores. Outro setor que mostrou valorização foi o da construção civil. A Notícia de que o Brasil recebeu investiment grade chega justamente quando há uma escassez de boas notícias no mercado. O que se aguarda é que, pelo fato de as empresas com ações comercializadas em Bolsa captarem com taxas mais atrativas, os investidores saiam em busca de lucros maiores no mercado acionário. É esperar para ver. É economista, vice-presidente técnico do IBEF-ES e diretor-presidente da Banestes DTVM. ser um ano eleitoral, os investimentos Por públicos também irão aumentar, favorecendo a expansão de obras públicas. Essa é a análise do diretor comercial do Banestes e membro do Conselho Consultivo do IBEF-ES, Otacílio Pedrinha de Azevedo, sobre a expectativa de crescimento econômico para Em entrevista Otacílio analisou o Grau de Investimento para o Brasil e destacou o alinhamento do Instituto para o Plano de Desenvolvimento Espírito Santo Entrevista IBEF-ES Como membro do Conselho Consultivo do IBEF-ES qual sua expectativa em termos econômicos para 2008? Otacílio Pedrinha de Azevedo Sobrevivendo à crise que se instalou nos EUA e impulsionada pelo consumo interno, por um cenário favorável de investimentos estrangeiros e com demanda externa aquecida, há a possibilidade de nossa economia crescer em torno de 5% em Esta expansão será liderada por uma maior performance industrial, frente ao crescimento agroindustrial e do setor de serviços. Espera-se maior geração de empregos e, por conseqüência, aumento de consumo. Com isto, a pequena ociosidade do nosso parque produtivo e o crescimento da produção nos levam a investimentos privados. Por ser um ano eleitoral, os investimentos públicos também irão aumentar, favorecendo a expansão de obras públicas. Não podemos esquecer do generoso e famoso PAC. Temos ainda a certeza de que o crescimento mundial deverá manter os preços das commodities em alta e isto tem influência direta na economia brasileira. Principalmente nas commodities minerais e agrícolas. IBEF-ES O que significa para o Brasil, tornar-se um país Grau de Investimento? Otacílio Significa que o nosso país é visto, à partir de agora, como um bom pagador, isto é, que honra seus compromissos. Investidores passarão a se interessar mais com o recebimento deste label de qualidade, ora investindo na compra de ações de empresas brasileiras, ora por investimentos multinacionais. É de fato, o reconhecimento de todo o esforço de nossa política monetária e a maturidade de nossas instituições, apesar da ressalva relacionada a nossa dívida pública. Com este rating, o Brasil também poderá receber recursos de grandes fundos internacionais que só têm autorização para investir em mercados que já conquistaram esta chancela. A necessidade de aperfeiçoamento da gestão fiscal e do controle da dívida pública validam a análise da Standard & Poors e nos consolida na busca de uma segunda avaliação de reconhecida agência internacional de rating. IBEF-ES O senhor presidiu o IBEF- ES durante quatro anos e comandou o IBEF Nacional de 2005 a Na sua avaliação o que deve ser feito para que o Instituto contribua para o crescimento e o desenvolvimento sustentável do estado? Perfil Otacílio O nosso instituto tem sido, continuamente, vetor de discussões importantes para a economia local e nacional. Formado por executivos e empresários de destaque da sociedade capixaba, temos a possibilidade de instruir e encaminhar pautas positivas relacionadas ao desenvolvimento do nosso estado. Estamos alinhados com o Plano de Desenvolvimento Espírito Santo 2025, onde o objetivo principal é a erradicação da pobreza, aumento de competitividade e qualidade do nosso pessoal e de nossas empresas. Não vejo o IBEF fomentando e implementando ações isoladas, sem compartilhamento de idéias e ações com outros entes públicos e privados organizados. Acho que este é o caminho e a fórmula de sucesso e prosperidade. Nome Completo: Otacílio Pedrinha de Azevedo Naturalidade: Vitória, Espírito Santo Data de aniversário: 18/02 Formação profissional: Graduado em Administração - FAESA, Pós-graduado em Gestão Estratégica de Marketing e Negócios - FGV Cargo no IBEF-ES: Conselheiro Autor Preferido: Tenho alguns, mas sempre fica um gostinho de quero mais quando se acaba de ler um livro Khaled Hosseini Leitura Recomendada: O Caçador de Pipas e A Cidade do Sol Futuros Projetos: Continuar contribuindo positivamente com o Banestes, na Diretoria Comercial, função a mim conferida pelo querido Secretário José Teófilo e pelo Exmo Gov. Paulo Hartung, a quem devo, e não escondo de ninguém, grande parte de minha alegria, felicidade e crescimento profissional dos últimos anos. 6 7

5 ARTIGO Energia, Alimentos e Inflação Os três Temas dominam as preocupações dos líderes mundiais nas últimas semanas. O pujante crescimento econômico dos BRICs, Brasil, Rússia, Índia e China, impulsionam as cotações dos commodities no mercado internacional gerando uma expectativa de inflação maior para o mundo. A entrada dos Hedge Funds e Fundos Soberanos nos mercados futuros de commodities, também são responsáveis pela valorização destes ativos, devido ao enfraquecimento da economia americana estes players, encontraram oportunidades de lucros nas commodities. Estima-se que 40% dos contratos em aberto estão locados nos fundos. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, alerta que a produção de biocombustível a base de milho, pode repercutir diretamente na segurança alimentar no mundo, devido ao subsídio do governo americano a produção de etanol a partir desta matéria prima. A alta dos preços de petróleo deve-se principalmente a demanda e a oferta estarem muito próximas, gerando stress nos agentes quando ocorre qualquer problema com a produção, sendo o petróleo insumo básico do setor agrícola, praticamente extingue a possibilidade de redução de preços de alimentos no curto prazo. Após o controle da inflação, anos 90, nos encontramos em um momento ímpar da economia brasileira, crescimento econômico, Grau de investimento e o crescente fluxo de capital estrangeiro, abrem oportunidades para que possamos manter o crescimento sustentável. A inflação brasileira está em ascendência, reflexo dos preços dos commodities no mercado internacional e da demanda aquecida no mercado interno, impulsionada pelo crédito, motivo pelo qual o COPOM adotou novo ciclo de alta de juros. Portanto não podemos abrir mão do controle dos gastos públicos que levaram, no passado recente, ao processo inflacionário sem controle, e da independência de atuação do Banco Central. É administrador com especialização em Gestão de Recursos. No IBEF-ES é Vice-presidente de Desenvolvimento Institucional e Coordenador da Câmara de Investimentos Pessoais. PARCERIA Patrocinadores do IBEF-ES renovam parceria A Samarco, o Banco do Brasil, o Banestes e A Gazeta, patrocinadores institucionais do IBEF-ES, renovaram a parceria firmada com o Instituto por mais um ano, com a finalidade de dar continuidade ao crescimento e a implantação de novos projetos implantados pela gestão Além dessas empresas passam a integrar o grupo de patrocinadores institucionais em 2008 o Bandes e Aracruz. NOVOS ASSOCIADOS Ada Alcinéia Balliana da Mota Alexandre Buzato Fiorot Geraldo Majella Vervloet Bertollo Juliana Anholetti Munaldi Marinato Julio Wilson Amigo Ortega Leonardo Pellegrino de Freitas Maely Guilherme Botelho Coelho Filho Manoel Teodoro Araújo Júnior Paulo Renato Miranda Sarmento Roni Piumbini Castro Ruy Dias de Souza 8

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