MYBRAND MARKETING SESSIONS 02 Conferência - Avaliação de Marcas

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1 MYBRAND MARKETING SESSIONS 02 Conferência - Avaliação de Marcas Tema: As Marcas e o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Orador: Pedro Aleixo Dias Senior Partner da BDO Membro da Comissão Executiva e do Conselho Geral da CNC 4 de Março de 2010 APRESENTAÇÃO Página 1

2 CONTABILIZAR TODAS AS MARCAS? Aspectos Gerais Somente são susceptíveis de ser reconhecidas separadamente nas contas de uma empresa as : Marcas adquiridas separadamente Marcas adquiridas numa concentração de actividades empresariais (fusões e aquisições) Página 2

3 INTRODUÇÃO Tratamento Contabilístico e Avaliação de Marcas Crescente relevância dos itens intangíveis nas empresas. Confusão sobre como devem ser tratadas as marcas, quer em termos da sua avaliação, quer na informação financeira apresentada pelas empresas/entidades. Esclarecer o tratamento contabilístico das marcas no âmbito do novo Sistema de Normalização Contabilística (SNC) aplicável em 2010 e em que medida se torna necessário, nessa perspectiva e para além de outras vantagens, a avaliação de marcas. Página 3

4 ENQUADRAMENTO CONTABILÍSTICO Jurisdições e Regimes Jurisdição Internacional UE Portugal Regime IFRS Regime NIC/IFRS 2005 EU vs IASB Regime Geral/Local 1978 EU Regime NIC/IFRS 2005 EU vs IASB Regime Geral/Local POC CNC Regime Geral/Local SNC Início em 2010 CNC Normas Regime Geral IFRS & IAS Regime PME IFRS for SME (2009) NIC (IFRS Adoptadas na UE) Directivas Comunitárias Contabilísticas NIC (IFRS Adoptadas na UE) POC, Diplomas Base Diplomas de Actualização Directrizes Contabilísticas Regime Geral NCRF Regime Pequenas Entidades NCRF-PE Interpretações IFRIC&SIC Interpretações Técnicas (IT) Normas Interpretativas NI) Página 4

5 ENQUADRAMENTO CONTABILÍSTICO A Nova CNC Página 5

6 ENQUADRAMENTO CONTABILÍSTICO NIC/IFRS e SNC - Normas a 4 Dimensões As 4 Dimensões das Normas Reconhecimento Especificação Quando e como contabilizar? Mensuração Valorimetria inicial e subsequente? Apresentação Divulgação Onde nos modelos das demonstrações financeiras? Notas de informação no anexo? Página 6

7 CONTABILIZAR TODAS AS MARCAS? Transição do POC para o SNC Passou recentemente para o mercado por via de acções de formação, mailings, artigos, etc. - a ideia, que não é correcta, de que as marcas têm obrigatoriamente de ser avaliadas e relevadas separadamente nas contas preparadas em base SNC e em especial no processo de transição do Plano Oficial de Contabilidade (POC) para o novo Sistema de Normalização Contabilística, já aplicável em Abrangendo quer a informação na Data de Relato em 31 de Dezembro de 2010, quer a informação respeitante ao Balanço de Abertura em 1 de Janeiro de 2009 e aos Comparativos de 31 de Dezembro de 2009 em base SNC. Página 7

8 CONTABILIZAR TODAS AS MARCAS? Transição do POC para o SNC Página 8

9 CONTABILIZAR TODAS AS MARCAS? Transição do POC para o SNC Página 9

10 CONTABILIZAR TODAS AS MARCAS? Transição do POC para o SNC Página 10

11 CONTABILIZAR TODAS AS MARCAS? Transição do POC para o SNC Página 11

12 CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO DAS MARCAS Aspectos Gerais Somente são susceptíveis de ser reconhecidas separadamente nas contas de uma empresa as marcas que: Cumpram os critérios de definição e de reconhecimento como um activo intangível (nomeadamente adquiridas separadamente) Não cumprindo aqueles critérios de reconhecimento, sejam adquiridas numa concentração de actividades empresariais (fusões e aquisições) desde que o custo desse activo intangível (que neste caso é o seu justo valor à data de aquisição) possa ser fiavelmente mensurado. Página 12

13 ITENS INTANGÍVEIS Tipos mais comuns? NCRF 6 Conhecimentos científicos ou técnicos, licenças. Concepção e implementação de novos processos ou sistemas. Propriedade intelectual. Conhecimento de mercado e marcas e objectivos comerciais (incluindo nomes comerciais e títulos de publicações). Exemplos comuns de itens englobados nestes grupos são: software de computadores, patentes, copyrights, filmes, listas de clientes, direitos de hipotecas, licenças de pesca, quotas de importação, franchises, relacionamentos com clientes ou fornecedores, fidelidade de clientes, quota de mercado e direitos de comercialização. Página 13

14 ITENS INTANGÍVEIS Tipos mais comuns? EUROSTAT Pesquisa e desenvolvimento. Aquisição de propriedade intelectual, patentes e licenças. Aquisição de propriedade industrial. Publicidade e formas de marketing. Investimento em aquisição e processamento de informação. Aquisição de software. Reorganização da gestão de uma empresa. Reorganização do sistema financeiro/contabilístico de uma empresa. Investimento em adaptação às alterações legais, fiscais, sociais, políticas governamentais. Investimento em inovação de produtos e processos. Página 14

15 DEFINIÇÃO COMO ACTIVO INTANGÍVEL Critérios? Em primeiro lugar importa compreender que as marcas são itens intangíveis cuja definição como activo intangível requer o cumprimento de três critérios: 1. Controlo. 2. Benefícios económicos futuros (os dois critérios necessários para em geral definir um activo). 3. Identificabilidade que é específica dos activos intangíveis, que, pela sua própria natureza, não têm substância física. Página 15

16 RECONHECIMENTO COMO ACTIVO INTANGÍVEL Critérios? Em segundo lugar e ainda que uma determinada marca cumpra os critérios de definição de um activo intangível, isso será necessário mas não será suficiente para se reconhecer (relevar) essa marca nas contas, pois têm ainda de ser cumpridos os critérios de reconhecimento, dos quais se destaca o parágrafo 21 da NCFR 6 que refere que um activo intangível deve ser reconhecido se e apenas se: 1. For provável que os benefícios económicos futuros esperados que sejam atribuíveis ao activo fluam para a entidade. 2. O respectivo custo do activo possa ser fiavelmente mensurado. Página 16

17 MARCAS GERADAS INTERNAMENTE Não são reconhecidas! Especificamente no âmbito dos activos intangíveis gerados internamente, referem os parágrafos 62 e 63 da NCRF 6 que: As marcas, cabeçalhos, títulos de publicações, listas de clientes e itens substancialmente semelhantes gerados internamente não devem ser reconhecidos como activos intangíveis. Os dispêndios com marcas, cabeçalhos, títulos de publicações, listas de clientes e itens semelhantes em substância gerados internamente não podem ser distinguidos do custo de desenvolver a empresa no seu todo e, por isso, tais itens não são reconhecidos como activos intangíveis. Página 17

18 POLÍTICA CONTABILÍSTICA Modelo do Custo ou Modelo de Revalorização? Estando asseguradas as condições para o reconhecimento inicial e relevação de uma marca nas contas como um activo intangível, importa então definir a política contabilística: No modelo do custo, após o reconhecimento inicial, um activo intangível deve ser escriturado pelo seu custo menos qualquer amortização acumulada e quaisquer perdas por imparidade acumuladas. No modelo de revalorização, após o reconhecimento inicial, um activo intangível deve ser escriturado por uma quantia revalorizada, que seja o seu justo valor à data da revalorização menos qualquer amortização acumulada subsequente e quaisquer perdas por imparidade acumuladas subsequentes mercado activo. Página 18

19 VIDA ÚTIL Finita ou Indefinida? Por outro lado e uma vez que a contabilização de um activo intangível se baseia na sua vida útil, a empresa/entidade deve avaliar se a vida útil de um activo intangível é finita ou indefinida: Se for finita, a duração de, ou o número de produção ou de unidades similares constituintes, dessa vida útil. Um activo intangível deve ser visto pela entidade como tendo uma vida útil indefinida quando, com base numa análise de todos os factores relevantes, não houver limite previsível para o período durante o qual se espera que o activo gere influxos de caixa líquidos para a entidade. Um activo intangível com uma vida útil finita é amortizado e um activo intangível com uma vida útil indefinida não é amortizado. Página 19

20 VIDA ÚTIL FINITA Período e Método de Amortização? Considerando que estamos na presença de uma marca, reconhecida separadamente como um activo intangível, que tenha uma vida útil finita, é necessário então definir: O período de amortização e o método de amortização, sendo que a quantia depreciável (custo valor residual que no caso dos activos intangíveis deve regra geral ser assumido como zero) de um activo intangível com uma vida útil finita deve ser imputada numa base sistemática durante a sua vida útil. O método de amortização usado deve reflectir o modelo pelo qual se espera que os futuros benefícios económicos do activo sejam consumidos pela entidade. Podem ser usados vários métodos de amortização para imputar a quantia depreciável de um activo numa base sistemática durante a sua vida útil. Página 20

21 VIDA ÚTIL FINITA Período e Método de Amortização? Se não for possível determinar fiavelmente esse modelo de amortização deve ser usado o método da linha recta. O período de amortização e o método de amortização para um activo intangível com uma vida útil finita devem ser revistos pelo menos no final de cada exercício. Se a vida útil esperada de um activo for diferente das estimativas anteriores, o período de amortização deve ser alterado em conformidade. Se tiver havido uma alteração no modelo de consumo esperado dos futuros benefícios económicos incorporados no activo, o método de amortização deve ser modificado para reflectir o modelo alterado. Página 21

22 VIDA ÚTIL INDEFINIDA Não Amortização do Activo Intangível! Já um activo intangível com uma vida útil indefinida não deve ser amortizado. Exigível que a empresa teste a imparidade desse activo intangível, comparando a sua quantia recuperável com a sua quantia escriturada, anualmente e sempre que haja uma indicação de que o activo intangível pode estar com imparidade. A vida útil de um activo intangível que não esteja a ser amortizado deve ser revista a cada exercício para determinar se os acontecimentos e circunstâncias continuam a apoiar uma avaliação de vida útil indefinida para esse activo. Página 22

23 IMPARIDADE DE ACTIVOS INTANGÍVEIS Procedimentos? Depois de já termos referenciado por várias vezes o tema das imparidades, vejamos resumidamente os principais requisitos relacionados com activos intangíveis que fundamentalmente se dirigem ao modelo do custo e sempre que seja interrompido o modelo da revalorização. Como regra geral, estamos na presença de uma perda por imparidade quando a quantia escriturada do activo excede a sua quantia recuperável que corresponde ao maior entre o justo valor menos os custos de vender e o valor de uso (cashflows descontados). Relativamente aos activos intangíveis com vida útil finita, são realizados testes de imparidade quando existirem indicações de imparidade. No que respeita aos activos intangíveis com vida indefinida são obrigatoriamente sujeitos a testes de imparidade, como já referimos, anualmente e sempre que haja uma indicação de que o activo intangível pode estar com imparidade. Página 23

24 IMPARIDADE DE ACTIVOS INTANGÍVEIS Indicadores de Imparidade? Fontes externas de informação: O valor de mercado de um activo diminuiu significativamente. Alterações significativas com um efeito adverso na entidade, relativas ao ambiente tecnológico, de mercado, económico ou legal em que a entidade opera ou no mercado ao qual o activo está dedicado. As taxas de juro de mercado ou outras taxas de mercado de retorno de investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afectarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor de uso de um activo e diminuirão materialmente a quantia recuperável do activo. A quantia escriturada dos activos líquidos da entidade é superior à sua capitalização de mercado. Página 24

25 IMPARIDADE DE ACTIVOS INTANGÍVEIS Indicadores de Imparidade? Fontes internas de informação: Obsolescência ou dano físico de um activo. Alterações significativas com um efeito adverso na entidade. Existe evidência nos relatórios internos que indica que o desempenho económico de um activo é, ou será, pior do que o esperado. Página 25

26 IMPARIDADE DE ACTIVOS INTANGÍVEIS Indicadores de Imparidade? Indicação de Imparidade: Se houver uma indicação de que um activo possa estar com imparidade, isto pode indicar que a vida útil remanescente, o método de depreciação (amortização) ou o valor residual do activo precisa de ser revisto e ajustado de acordo com a Norma aplicável ao activo, mesmo que não seja reconhecida qualquer perda por imparidade relativa a esse activo. Página 26

27 DESRECONHECIMENTO Quando? Um activo intangível deve ser desreconhecido no momento da alienação ou quando não se esperam futuros benefícios económicos do seu uso ou alienação. Página 27

28 APRESENTAÇÃO Onde nos Modelos das Demonstrações Financeiras? As marcas reconhecidas separadamente são apresentadas nos modelos das demonstrações financeiras como segue resumidamente: Balanço Activo não Corrente Activos Intangíveis Activo Corrente Activos não Correntes Detidos para Venda Capital Próprio Excedentes de Revalorização Demonstração dos Resultados por Naturezas Imparidade de Investimentos não Depreciáveis/Amortizáveis (Perdas/Reversões) Gastos/Reversões de Depreciação e de Amortização Imparidade de Investimentos Depreciáveis/Amortizáveis (Perdas/Reversões) Página 28

29 APRESENTAÇÃO Onde nos Modelos das Demonstrações Financeiras? Demonstração das Alterações no Capital Próprio Excedentes de Revalorização de Activos Intangíveis Realização do Excedente de Revalorização de Activos Intangíveis Demonstração de Fluxos de Caixa Fluxos de Caixa das Actividades de Investimento Pagamentos respeitantes a Activos Intangíveis Recebimentos provenientes de Activos Intangíveis Página 29

30 DIVULGAÇÕES Notas de Informação no Anexo? Para além do reconhecimento, mensuração e apresentação nas contas, os activos intangíveis obrigam a divulgações em notas no anexo, abrangendo fundamentalmente, informação sobre: Distinção entre os activos intangíveis. Vidas úteis. Amortizações. Adições, revalorizações, alienações, activos classificados como detidos para venda, amortizações, perdas de imparidade e suas reversões e outras alterações. Quantia escriturada e o período de amortização restante de qualquer activo intangível individual que seja materialmente relevante para as demonstrações financeiras da entidade. Página 30

31 DIVULGAÇÕES Notas de Informação no Anexo? Subsídios do Governo. Activos intangíveis dados como garantia de passivos. Compromissos contratuais para aquisição de activos intangíveis. Modelo de revalorização. Dispêndio de pesquisa e desenvolvimento reconhecido como um gasto durante o período. Página 31

32 TRANSIÇÃO DO POC PARA O SNC Excepções? Ainda que o dispêndio com um item intangível que tenha sido inicialmente reconhecido como um gasto não deva ser reconhecido no SNC como parte do custo de um activo intangível em data posterior, a NCRF 3 Adopção pela Primeira Vez das NCRF isenta deste requisito, entre outros, somente aquando da transição para o SNC, permitindo o reconhecimento de activos intangíveis que não se encontravam reconhecidos no POC, desde que: Preencham os critérios de definição e de reconhecimento. Não preenchendo os critérios de reconhecimento, sejam activos intangíveis identificáveis adquiridos numa concentração de actividades empresariais cujo custo (neste caso o justo valor) possa ser mensurado com fiabilidade. Página 32

33 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DAS MARCAS Especialistas de Avaliação e Gestão de Marcas As 4 Dimensões das Normas Intervenções dos Especialistas de Avaliação de Marcas Reconhecimento Verificação do cumprimento dos critérios de definição de um activo intangível (controlo, benefícios económicos futuros e identificabilidade). Verificação do cumprimento dos critérios de reconhecimento de um activo intangível (benefícios económicos futuros e fiabilidade da mensuração do custo). Página 33

34 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DAS MARCAS Especialistas de Avaliação e Gestão de Marcas As 4 Dimensões das Normas Intervenções dos Especialistas de Avaliação de Marcas Mensuração Verificação da fiabilidade da mensuração inicial do custo (que será o justo valor se a marca for adquirida numa concentração de actividades empresariais). Definição da política contabilística (modelo do custo ou do modelo da revalorização). Revalorizações anuais dentro do modelo da revalorização. Definição e revisão da vida útil vs período de amortização. Definição e revisão do método de amortização. Análise dos indicadores de imparidade. Realização dos testes de imparidade (apuramento da quantia recuperável e da perda por imparidade). Página 34

35 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DAS MARCAS Especialistas de Avaliação e Gestão de Marcas As 4 Dimensões das Normas Apresentação - Intervenções dos Especialistas de Avaliação de Marcas Divulgação Informações a divulgar no anexo. Página 35

36 MYBRAND MARKETING SESSIONS 02 Conferência - Avaliação de Marcas Tema: As Marcas e o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Orador: Pedro Aleixo Dias Senior Partner da BDO Membro da Comissão Executiva e do Conselho Geral da CNC 4 de Março de 2010 OBRIGADO Página 36

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