Ano 1 Volume 1 / Primavera de 2011 N 47 TEORIA E PRÁTICA EM EDUCAÇÃO PASSADO, PRESENTE E FUTURO: RENASCE UMA REVISTA DE EDUCAÇÃO

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1 Ano 1 Volume 1 / Primavera de 2011 N 47 TEORIA E PRÁTICA EM EDUCAÇÃO PASSADO, PRESENTE E FUTURO: RENASCE UMA REVISTA DE EDUCAÇÃO

2 DOIS PONTOS? PONTO SOBRE PONTO DÁ UM OLHO. DOIS PONTOS PARALELOS, DOIS OLHOS. OLHOS QUE NÃO PARAM, BUSCAM INFORMAÇÃO, TRAZEM O MUNDO PRA DENTRO DA GENTE. Andrea Costa Gomes respondeu a pergunta acima, que deu origem à arte da capa. Ela trabalha como designer e ilustradora. Adora olhar.

3 Diretora Executiva da Educação Básica: MÔNICA FERREIRA Editor chefe: FERNANDO CARAMURU BASTOS FRAGA Jornalista responsável: JOÃO CARLOS FIRPE PENNA (REG. PROF. MG 3362 JP) Conselho Editorial: ADÉLIA MARTINS DE AGUILAR, ADRIANA BATISTA GONÇALVES, CORNÉLIA CRISTINA SAMPAIO BRANDÃO, FERNANDO CARAMURU BASTOS FRAGA, JOÃO CARLOS FIRPE PENNA, LUANA FÉLIX DA SILVA E LUCIANA TOGNOLLI Produção Editorial: LUANA FÉLIX DA SILVA E LUCIANA TOGNOLLI Reportagem: ELIARA SANTANA FERREIRA, JOÃO CARLOS FIRPE PENNA, LUCIANA TOGNOLLI E RAQUEL ROSCÉLI Revisão de textos: CLAUDINE FIGUEIREDO ANDRADA, LÍLIAN DE OLIVEIRA, PRISCILA TREVIZANI E RENILDA DOS SANTOS FIGUEIREDO Charges e Ilustrações: AFO, CHIQUINHA E BRUNO NUNES Projeto Gráfico: GRECO DESIGN Criação, Arte e Editoração Eletrônica: EDITORA ARTE DIGITAL E GRECO DESIGN Revista Dois-Pontos é uma publicação da Rede Pitágoras destinada a todos os educadores do Brasil. Editora Educacional 2011 Todos os direitos reservados.

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5 UMA FÊNIX RENASCIDA A REVISTA DOIS-PONTOS ESTÁ DE VOLTA! Nesta primavera de 2011, relembramos outra edição publicada em meio a uma estação como esta nos idos de outubro de São duas primaveras que se unem por uma mesma notícia: nasce a Revista Dois- -Pontos. Mas como é possível nascer duas vezes? Só para uma publicação do porte, da história, da importância e respeitabilidade da Revista Dois-Pontos fica concebível que seu curso seja retomado como se nunca tivesse sido interrompido. E, em assim sendo e por tudo que esta revista representou, representa e representará no meio educacional brasileiro, eis que lhes apresento, na sequência do último número publicado em 2000, o número 47. Estamos de volta. Boa leitura! Mônica Ferreira Diretora da Educação Básica da Kroton Educacional

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8 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO O OLHAR DO CASEIRO 10 ENTREVISTA GUIOMAR NAMO DE MELLO 18 OS JOVENS E AS REDES SOCIAIS 24 TWITTERATURA: NASCE UM NOVO MEIO LITERÁRIO? 30 FILHO: ESTORVO OU TROFÉU POR PEDRO BORGES 36 GENTE ALUÍSIO PIMENTA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA PASSA POR SEU NOME 44 REFLEXÕES 6 SEGREDOS DE PROFESSOR PARA PROFESSOR POR PAULO VOLKER 52 A EDUCAÇÃO É A CARA DO PAÍS POR RITA ESPECHIT 60

9 BOA NOTÍCIA CRESCE A LEITURA ENTRE OS JOVENS 66 INSTITUIÇÃO EM DESTAQUE O COLÉGIO EMBRAER JUAREZ WANDERLEY 70 COEDUCAÇÃO O DIVÓRCIO DAS SIAMESAS POR ALCIONE ARAÚJO 78 QUEBRANDO PARADIGMAS... DE ESCOLA E DE MUSEU 84 INTERCÂMBIO PEDAGOGIA CRIATIVA A PARTIR DA CONDIÇÃO HUMANA POR ANGÉLICA SÁTIRO 90 RESENHA ESCOLA REFLEXIVA E NOVA RACIONALIDADE 100 HISTÓRIA DUAS OU TRÊS HISTÓRIAS DO MESTRE DOS MESTRES: PAULO FREIRE 104 MÃE TIGRE VERSUS MÃE EDUCADORA POR MARIA DO CARMO MANGELLI 110

10 APRESENTAÇÃO O OLHAR DO CASEIRO POR FERNANDO CARAMURU

11 Inicio dizendo que a gênese da Revista Dois-Pontos ocorre como todas as gêneses de tudo que é importante. No princípio, era apenas uma ideia vaga que relampejava na cabeça de um visionário. O visionário era um engenheiro que se tornou educador e de um educador que nunca deixou de ser engenheiro, pois ambas as profissões carecem do engenhar para ser exercida com maestria. Engenhar começa por conceber imagens do necessário e desejável, imagens do sensível e do racional; continua vislumbrando caminhos, empreendendo buscas, planejando projetos; e termina por realizar sonhos, não sem antes ampliá-los. O visionário se chama Evando Neiva. Não cairei na tentação perigosa de citar mais nomes dos envolvidos na criação da revista, pois poderei pecar por escassez e até por excesso, incluindo no rol quem não mereceria ou excluindo alguém relevante. Ademais, quando não se tem certeza da existência, ainda, do remédio Regulador Xavier, o único capaz de curar os males provocados por excesso e escassez, não é bom correr o risco de promover males incuráveis. Tampouco se sabe se esse tipo de fármaco serviria para as questões daquela natureza... E os que existiam em geral não passavam, pela apresentação e pelos projetos gráficos, de livros periodizados, com conteúdos acadêmicos e maçudos, editados pelas universidades. 11

12 > ERA MUITO IMPORTANTE CRIAR UMA REVISTA DE EDUCAÇÃO, UMA VEZ QUE NA ÉPOCA, AURORA DOS ANOS 80, NÃO HAVIA LÁ TANTOS QUANTOS NECESSÁRIOS PERIÓDICOS BRASILEIROS VERSADOS NOS ASSUNTOS EDUCACIONAIS < Compôs-se, então, um grupo de veteranos e neófitos professores e funcionários do Pitágoras. Na verdade, um seleto grupo de profissionais competentes em diversas áreas da experiência e do conhecimento, menos em confecção e edição de revistas de qualquer natureza, inclusive de educação. Vieram as reuniões, muito bem esquematizadas e orquestradas por Evando Neiva. Nelas fazem-se brainstormings, jogam-se fósforos acesos na palha seca das ideias, dos palpites, do humor e, também, das aspirações mais altaneiras à cata de criar a melhor revista de educação nunca antes feita ou até imaginada. Procuram-se benchmarkings no Brasil e no exterior. A vontade e o entusiasmo de cada participante afloravam com veemência, deixando às vezes, escaparem mecanismos compensatórios de egos feridos e, também, carentes de afirmação. Vez por outra, distribuía-se capim para os egos famintos. Afinal de contas, o processo de humano ser não nega no ser humano o animal que também é, graças a Deus! Mas a batuta, firme e imponente na mão do maestro, evitava desafinações para baixo ou para cima, dando o tom e promovendo 12

13 O olhar do caseiro a harmonia. Montou-se o conselho editorial e foi contratada uma empresa de jornalismo e comunicação para participar das sistemáticas e produtivas reuniões. Continuo resistente no propósito de não citar nomes! Numa dessas reuniões, quando se discutia a necessidade cuja satisfação se daria com a criação da revista, evidenciou- -se, pela unanimidade dos partícipes, que o periódico se nutriria da diversidade de experiências e teorias do próprio Pitágoras. A comunhão de todas as conquistas pedagógicas e de administração da instituição dar-se-ia pela revista para todos seus agentes e agências de educação. Conversa vai, conversa vem e se estabeleceu que o periódico não temeria a controvérsia e que sua linha editorial estaria comprometida com as mudanças rápidas, constantes e ubíquas ocorridas no mundo moderno e pós-moderno. Para que essas transformações se dessem de modo desejável, haveria denúncias contra o que fosse deletério ao ser humano, à 13

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15 O olhar do caseiro sociedade e à vida. E, em contrapartida, se anunciaria o que os afirmasse e desenvolvesse. E vieram os nomes para a revista. Afinal, ter nome é, pelo menos, o encetamento da existência, visto que tudo que tem nome existe, nem que seja na imaginação de quem nomeia ou reconhece o nome. Contudo, a não citação de nomes por mim aqui não apaga a história e a importância de todos que compuseram nosso periódico. Entre os muitos nomes sugeridos, foi escolhido, como bem se sabe até hoje e está fadado a assim ser por muito e muito tempo, Dois Pontos Teoria e Prática em Educação. Neste momento da exposição, sou imperiosamente impelido, e não me furtarei a fazê-lo, data venia, a citar dois nomes de pessoas que contribuíram de modo magistral e imprescindível para a criação e sucesso da Dois Pontos nº 47. Faço-o pelo imperativo de que elas foram transferidas para outras esferas que não as de nossos convívios e desejos passaram a existir somente na dimensão das crenças, da saudosa memória e do reconhecimento dos que as conheceram e ainda não foram. São elas: Lívia Mara de França, psicóloga, e Edméia Passos, jornalista. Então se fez a Dois-Pontos nº 47. House organ incipiente, mas desde o nascimento descobriu-se world organ, pois que o Pitágoras tinha tentáculos de processo educacional mundo afora e adentro, formando cidadãos. Um periódico com capacidade de se autoproduzir sem, 15

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17 O olhar do caseiro contudo, abster-se das interações com o meio externo, onde quer que estivesse. Nasceu para ser uma revista que contemplasse a seriedade e a profundidade das acadêmicas com a flexibilidade e a comunicação das noticiosas um periódico com artigos, reportagens, charges, cartuns, textos de humor, molho. Com magia, razão, intersubjetividade. Desenvolveu- -se do meu ponto de vista para a vista de todos os pontos de onde se achavam os outros. E vice-versa. Revista de teoria e prática e, sobretudo, de dois-pontos, um sobre o outro, verticalizado. Não uma ou mais vírgulas, um só ponto intermediário, final ou mesmo um ou vários pontos de interrogação. Nem mesmo três pontos horizontalizados. Isto, sim: dois-pontos que anunciam algo em aberto, nunca do nada, mas de alguma coisa estruturada antes, com consequência e resistindo à análise. Não só dois pontos de dualidade, que se opõem maniqueisticamente entre o certo e o errado, o bom e o ruim, o belo e o feio, o yin e o yang, o sacro e o profano, o confessional e o laico, o científico e o vulgar... Mas dois-pontos que se abrem em janela, mostrando que o mundo é assim, assado e de outros jeitos. Dois pontos que questionam se um afirma sobre alguma coisa e outro nega sobre a mesma coisa: além da afirmativa e da negativa, que vocês têm a dizer sobre isso? 17

18 Revista Dois-Pontos Teoria e Prática em Educação, um periódico com a chancela da respeitabilidade cosmopolita do Grupo Pitágoras. Ressurge de uma inanição de novas edições de onze anos sem que tenha caído, em momento algum, no ostracismo. Pelo contrário, foi força sempre presente de sua presença que nos presenteia agora com seu retorno, sob os auspícios e as graças da atual liderança da Kroton. Como um clássico que é, permanece porque não foi datado e pelo fato de ter sabido ser vanguarda. Finalizo dizendo que tenho participado da Dois Pontos desde sua concepção, das primícias ao consummatum est (estágios processuais que se repetiram na edição de cada um de seus números), inicialmente como simples assessor da Superintendência de Programas Especiais do Pitágoras e depois, na função de editor. Pela continuidade da Dois-Pontos e do editor, por ambas, sinto-me distinguido e imensamente gratificado. Na qualidade de editor, sempre fui e serei um caseiro, cujo posto nobiliárquico me deu o prazer e a honra de cuidar do veículo de comunicação educacional, casa móvel que é. Cuidar é tomar conta, adubar o terreno, assentar as sementes (que tinha o privilégio de também escolher), regar as plantas, espantar as aves de rapina... E, depois, colher os frutos e deleitar-me com a beleza das flores. Fernando Caramuru Bastos Fraga, o caseiro. 18

19 ENTREVISTA / Guiomar Namo de Mello NOSSA ESCOLA ESTÁ AFASTADA DO ALUNO POR LUCIANA TOGNOLLI 19

20 EMPOSSADA NO ÚLTIMO MÊS DE AGOSTO COMO MEMBRO DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO, TEM NO CURRÍCULO A EXPERIÊNCIA DE DEPUTADA ESTADUAL, SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, PESQUISADORA DA FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS E CONSULTORA PARA PROJETOS DE INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO. TOM FIRME, COMPROMETIMENTO INDISCUTÍVEL E DISPOSIÇÃO PARA DEFENDER A FORMAÇÃO DO PROFESSOR COMO CONDIÇÃO PARA O BRASIL EXERCER DE FATO A DEMOCRACIA, GUIOMAR NAMO DE MELLO FALOU À REVISTA DOIS-PONTOS SOBRE JUVENTUDE, TECNOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS. A sociedade contemporânea vive um cenário de muitas e profundas mudanças, há vários modelos familiares, novos espaços comunicativos trazidos pela Internet, certa crise de valores entre os jovens. A escola está preparada para atuar nesse contexto? A escola brasileira não está preparada. Para começar, o Brasil ainda apresenta uma grande desigualdade educacional e a mudança de paradigma que está ocorrendo no mundo inteiro envolve não apenas a educação de uma elite. Isso implica que a grande massa das pessoas possa se apropriar 20

21 do conhecimento e constituir competências básicas para viver numa sociedade complexa, saturada de informação. Mal a escola se universalizou no Brasil e estamos longe de ter uma educação de qualidade. Nossa escola é afastada da realidade do aluno, tem um currículo enciclopédico, totalmente abstrato, completamente desconectado da vida real na qual há uma série de estímulos mais interessantes. Diante disso, a escola é aborrecida. Hoje os jovens estão cada vez mais desinteressados da escola, e isso acontece em todas as classes sociais. Alguns entendem que a escola é um mal necessário; então, passam pela escola, mas ela não passa pela vida deles de modo a fazer diferença. Entre os mais pobres, que constituem a maioria hoje, a distância entre seus interesses e capacidades e aquilo que a escola demanda é tão grande que inevitavelmente se sentem excluídos, sem projeto de futuro. Então, a escola não está preparada? Qual é o papel da escola nesse contexto? É muito difícil querer propor uma única fórmula, querer uma única resposta, uma única solução para um problema tão complexo. Mas o que a escola deveria estar fazendo nesse contexto é transformar o conhecimento do qual 21

22 Entrevista / Guiomar Namo de Mello é depositária e tratá-lo na situação de aprendizagem de modo a ser significativo para o jovem. A senhora mencionou o desinteresse do jovem em geral, não só do jovem de escola pública. A razão disso é somente o despreparo da escola? > DO LADO DA ESCOLA, A DIFICULDADE É PROMOVER A APRENDIZAGEM DE UM GRUPO ETÁRIO NATURALMENTE DIFÍCIL, E CADA VEZ MAIS HETEROGÊNEO, EXIGINDO TRATAMENTOS DIVERSIFICADOS PARA ALCANÇAR OS MESMOS OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM < A juventude sempre foi uma etapa difícil do desenvolvimento humano. O jovem está passando por uma série de mudanças, tentando se entender como pessoa, definindo a sua identidade. Seus hormônios estão em uma grande revolução. Seu aparato neurológico cognitivo está amadurecendo para o exercício de operações mais complexas. Todos nós fomos jovens e adolescentes e sabemos o que é isso. Acontece que é nessa fase crítica que o jovem precisa fazer escolhas que talvez decidam sua vida dali em diante, escolhas que dizem respeito ao uso do seu corpo, à escolha de uma profissão, ao exercício de uma cidadania responsável, entre muitas outras. 22

23 > DO PONTO DE VISTA PEDAGÓGICO, O ENSINO MÉDIO EM NOSSO PAÍS É INDIGENTE. É CLARO QUE HÁ BOAS ESCOLAS, HÁ GENTE FAZENDO ESFORÇO, MAS, COMO REGRA GERAL, A ESCOLA É MUITO RUIM < Do lado da escola, a dificuldade é promover a aprendizagem de um grupo etário naturalmente difícil, e cada vez mais heterogêneo, exigindo tratamentos diversificados para alcançar os mesmos objetivos de aprendizagem. Há um desencontro entre a escola e esse jovem, e esse desencontro hoje é mais acentuado por várias razões. Primeiro, no caso brasileiro, porque a escola cresceu e perdeu qualidade, independentemente de o conhecimento ser próximo ou distante. Ela perdeu qualidade. Do ponto de vista pedagógico, o Ensino Médio em nosso país é indigente. É claro que há boas escolas, há gente fazendo esforço, mas, como regra geral, a escola é muito ruim. Não tem instalações, não tem professores bem preparados. Hoje é muito mais difícil ser professor do que há algumas décadas, mas nós não mudamos nada na formação dos professores. Continuamos formando professores como se fazia no modelo dos anos 30.

24 Entrevista / Guiomar Namo de Mello Divulgação

25 Tanta informação disponível que poderia ser uma aliada, de alguma forma, compete com o professor? É claro que compete, e essa competição é tanto mais desigual quanto menos preparado o professor estiver. É uma concorrência muito grande com a escola e muito diferente da época em que ela era o único caminho para se ter acesso à informação, ao conhecimento. Hoje, há muitos outros caminhos para se chegar ao conhecimento. Temos um diagnóstico, o problema existe, a escola está repleta de alunos mas ainda se trabalha pelo básico. O que fazer? Em primeiro lugar, é preciso dar qualidade ao trabalho desse professor. Ele precisa dominar o conteúdo da disciplina que vai ensinar. E dominar a ponto de saber conectar esse conhecimento com a vida real e com conhecimentos das demais disciplinas. Dominar a ponto de fazer do conteúdo curricular uma experiência significativa para um alunado muito heterogêneo. Não é uma tarefa simples. Há o mito de que o professor se cria, se vira sozinho, faz e acontece. Ele não faz e não acontece. Não por sua culpa mas porque também não aprendeu. Na escola particular, o professor tem muito mais acompanhamento. É melhor, entre outras coisas, porque o professor é sistematicamente observado, apoiado nas suas dificuldades. É verdade que na escola particular há

26 seleção do alunado, talvez outro tipo de família, mas também é verdadeiro o fato de que, na escola particular o professor faz parte de algum projeto pedagógico e tem metas a cumprir. Nossa escola pública nem sempre tem um projeto e, quando tem, nem sempre ele é concretizado. A formação é precária, os recursos didáticos escassos e não se consegue ter um projeto conjunto. Tudo isso mostra que, depois do professor, a coisa mais importante é o diretor ou qualquer outra liderança pedagógica existente na escola. O bom diretor tem carisma, tem a heróica pancada para liderar um grupo e entusiasmá-lo. Educação tem de ser feita com entusiasmo, porque é trabalho muito duro! É preciso dar atenção ao professor, de perto, e isso custa caro. Hoje vemos vários projetos dando certo. O que faz com que alguns projetos deem certo? É aquilo que nós sabemos que funciona. É gestão, é ter um diretor presente, é ter acompanhamento, estímulo; é garantir melhor salário para o professor, que ganha muito pouco. Sabemos que o salário apenas não é solução, mas nada é solução isoladamente. O pagamento e reconhecimento satisfatório do professor fazem parte da cesta básica, dos fatores que impactam a qualidade do ensino. Uma boa escola exige estar perto, ajudando o professor, intervindo antes que o problema seja insuperável.

27 Se o aluno chegou ao Ensino Médio pré-alfabético, é urgente identificar esse aluno, saber porque chegou a esse ponto e, se for preciso, alocar um professor para acompanhar individualmente ou em pequenos grupos para assistir e recuperar esse aluno. Do ponto de vista pedagógico, é indispensável considerando a qualidade da formação do professor no Brasil disponibilizar material na mão do professor estruturando seu trabalho na sala de aula. Sem querer ser simplista, é fazer na escola pública o que se faz na escola particular. Em sua página na Internet, a senhora reúne material que considera relevante para a educação desse início de século. Algumas coisas ali foram escritas há vinte anos, mas se mantêm atuais. É um indício de que os progressos nas últimas décadas foram poucos? As últimas décadas foram importantes. Junto daquilo que eu disse, havia toda uma geração de gente como eu, dizendo coisas que inspiraram mudanças. Nós influenciamos a Constituição e a Lei de Diretrizes e Bases, demos o impulso inicial para uma importante reforma curricular. Infelizmente ela ficou pela metade durante a primeira década deste século, mas agora está sendo retomada.

28 Por que ela ficou pela metade? Por um erro estratégico, falta de visão ou de experiência de gestão estratégica da educação em países complexos, federativos e desiguais como o Brasil. Também por falta de uma história nacional de gestão educacional democrática. Não podemos nos esquecer de que a nossa democracia ainda não tem trinta anos. E, de repente, a democracia virou o aparelhamento do Estado pelos grupos de interesses particulares, os sindicatos, as corporações. Isso talvez seja o preço que, infelizmente, tenhamos de pagar. O lamentável é que as nossas lideranças políticas não tenham tido essa visão. Alguns tiveram mais do que outros. O Paulo Renato foi um ministro que deu uma contribuição enorme, mas muito do que ele fez precisava ser continuado, avançado, sobretudo na área da organização e da gestão pedagógica da escola. E ainda há o agravante que se repete na esfera pública, que é o fato de sucessores não darem continuidade a projetos já iniciados... Isso é uma praga! (risos) E o que isso exige? Exige que se tenha liderança política e respaldo da sociedade para colocar a educação como um assunto que não é apenas de governo, mas de interesse do Estado e da nação, para que se tenha um mínimo de continuidade para as políticas. Ou, se for o caso de terminar uma política para propor outra, é preciso que existam avaliações visando partir do que já está pronto. Até aqui nós estamos sem-

29 pre começando da estaca zero, inventando a roda. Cite exemplos de não continuidade de políticas públicas. Em 1998, foram aprovadas diretrizes curriculares para o Ensino Médio. Depois disso foram escritos dois ou três documentos oficiais em Brasília repetindo o que já estava nas diretrizes. No entanto, o que deveria ser feito pelos estados e municípios não ficou pactuado e só nesta década começou a ser feito. Veja que os Parâmetros e as Diretrizes curriculares são da segunda metade dos anos Só agora, nos últimos anos, é que os estados e os municípios começaram a estabelecer seus próprios currículos com conteúdos, com expectativa de aprendizagem, relacionados à capacitação de professores de acordo com as diretrizes. É preciso promover entendimentos para que cada governo novo não decida inventar a roda outra vez... As inovações tecnológicas fazem parte da vida dos jovens, até dos jovens mais carentes. É fundamental para o professor aderir às tecnologias de informação e de comunicação, ou ele pode prescindir dessa tecnologia? Ele não pode prescindir, mas esse é um tema complexo, porque não basta a alfabetização digital, embora ela seja importante. Sem que o professor domine o conteúdo que o aluno precisa aprender, a tecnologia será como uma nave espacial no meio de uma taba de índios. As TCIs são um recurso

30 precioso para aperfeiçoar o processo pedagógico e o trabalho com o conteúdo curricular. Mas é imprescindível que esse conteúdo exista! Não podemos é achar que já resolvemos o problema de dominar o conteúdo e que agora só falta a tecnologia. Isso não é verdade. Mas agora nós temos a oportunidade, veja só, não de fazer o professor dominar a tecnologia digital, mas de capacitá-lo na Matemática, na História ou na Biologia, usando uma ferramenta digital para aprendizagem dele, professor. Usar a tecnologia para que uma pessoa possa aprender é o primeiro passo para que essa pessoa use a tecnologia para ensinar. Se nossos professores não sabem aquilo que deveriam saber, porque não ensinar a eles esse conteúdo, usando pedagogicamente as TCIs? Em seu artigo de 2001, a senhora considerou que o uso do computador pessoal precisaria de aperfeiçoamento e que isso estava longe de ser concluído. Dez anos depois, o aperfeiçoamento obtido acompanhou o que demanda o processo de ensino e de aprendizagem? A educação escolar é uma coisa muito grande e muito difícil de mudar. Quando ela dá um passo, ela também faz um movimento e faz um barulho grande, dado seu tamanho. É muito interessante acompanhar, por exemplo, o raciocínio do Bill Gates, que tem investido muito em educação, em pesquisas sobre o professor. Outro dia ele publicou um artigo no jornal The New York Times afirmando que nunca viu uma coisa tão difícil quanto

31 a educação escolar, e reconhece que quando começou a ocupar-se disso ele desconhecia o nível de dificuldade de se fazer uma mudança e criar um impacto de massa. Fazer uma escola boa é fácil. Fazer duzentas mil escolas boas é que é difícil. Isso é difícil por não haver investimento também na formação do cidadão? Claro! A formação, o apoio, os recursos disponíveis para o professor em sala de aula. E não apenas de formação do ponto de vista de conhecimento, mas do tipo de entusiasmo que você tem de injetar nesse professor para que ele seja inspirador de seus alunos. Veja bem, a educação de qualidade é cara. Basta ver quanto é a mensalidade das boas escolas particulares que têm alunos selecionados, de origem econômica e cultural favorecida. A educação de qualidade para um aluno que não teve nem tem as condições do aluno de classe média e alta, é ainda mais cara. É preciso focalizar o financiamento e investir muito mais na aprendizagem de crianças e jovens de baixa renda. A cidadania está sempre presente nos programas escolares, mas de que forma, efetivamente, as escolas podem formar cidadãos? Quanto mais a escola propiciar a construção de um conhecimento signifi-

32 cativo que tenha sentido, com o qual o aluno saiba lidar, que ele consiga usar na vida dele, mais haverá formação para a cidadania. A escola não forma para cidadania como o partido, nem como a igreja. A escola forma para a cidadania na constituição do conhecimento, das competências cognitivas e sociais. Esse é o papel da escola. Talvez no futuro seja diferente, mas até agora esse é o papel dela. Então, quanto mais o aluno aprender na escola e, partindo de lá, apoderar- se de um conhecimento que de fato seja útil para a vida dele, da sua comunidade e da sua família, melhor ela está formando um cidadão. Afinal, o que é um cidadão bem formado? É aquele indivíduo que sabe tomar decisão, que tem autonomia, que respeita o coletivo, mas que não se dilui no coletivo, que é dono da sua própria individualidade, que sabe estabelecer seu projeto de vida. O que é preciso para isso? Dominar a língua, saber ler, ter um bom raciocínio quantitativo, lógico e matemático, e entender como é a sociedade, e como funciona a natureza. Então, a formação do cidadão por meio da escola é mais eficiente se ela permeia o currículo como um todo, e não sendo apenas um conceito presente no currículo... A cidadania na escola não existe fora do currículo. Se você colocá-la fora do currículo, ela vira uma alma penada. Ela começa a flutuar, e o único meio de fazê-la aterrissar é tendo o domínio dos conteúdos curriculares. O cidadão é formado por quanto mais ele dominar a história, quanto mais

33 ele entender o corpo dele. No dia em que ele for dono de si, capaz de dizer o que ele vai fazer com o corpo dele, se ele vai fazer dieta, se não vai fazer dieta, se ele vai fumar, se ele vai beber, se ele vai usar drogas, ou se ele vai fazer sexo antes do casamento, estará decidindo como cidadão. Não adianta a cidadania servir para entrar na faculdade. Antigamente, a família dava conta disso, hoje não. A cidadania fora do currículo, no meu modo de ver, é uma alma penada, ela vira um mantra. No Conselho Estadual de Educação de São Paulo, com a sua vivência formulando, propondo, estudando, há como priorizar necessidades? A prioridade é: gestão da escola e do professor. A prioridade é ter um currículo que seja mais enxuto, não se pode ter um currículo que seja uma árvore de natal. Se olharmos tudo o que foi emendado na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) criando disciplinas, vemos bem como é a cabeça do brasileiro. A LDB foi muito econômica no currículo, depois todo o mundo fez uma emenda instituindo a disciplina de sua preferência como obrigatória: a Sociologia, a Filosofia, os estudos afro-brasileiros, a educação indígena, a música. A LDB nunca disse que a Língua Portuguesa é obrigatória e os congressistas, com apoio do Conselho Nacional de Educação, fizeram a Sociologia e a filosofia obrigatórias. Essas são ações para atender a interesses de mercado? Há outras razões aí que não ampliar o conhecimento?

34 Somos uma democracia jovem que não consegue ver o Estado como representante, em primeiro lugar, do bem coletivo. Então, o Estado é um aparelho para eu criar mais aulas para os professores. Do mesmo jeito que o Estado é um aparelho para eu comprar voto. Há uma relação com o Estado como se ele fosse interesse da propriedade privada. Menos que a economia de mercado, é a economia dos interesses corporativos que prejudica a educação. Os pontos que a senhora considera como negativos, ou, digamos, os pontos a trabalhar, os imprescindíveis, a senhora deixa muito claros. O enxugamento do currículo, dar ênfase para aquilo que é básico. A língua portuguesa, a leitura, a matemática, os estudos da sociedade e os estudos da ciência. O que a senhora mencionaria como os maiores problemas da educação brasileira? A formação do professor é o maior problema. É o que a senhora destacaria como ponto positivo na educação brasileira? A primeira coisa é a conquista quantitativa. Nós conseguimos universalizar

35 o Ensino Fundamental, estamos caminhando para universalizar o Médio e isso é uma conquista do povo brasileiro que demorou muito tempo. Acho que esse é o primeiro ponto. O segundo é que nós temos um ordenamento legal, um sistema de financiamento, temos normas já estabelecidas. Avançamos muito criando todo esse aparato normativo, que é fundamental para a educação num país democrático. Há um caminho já percorrido que permite seguir em frente... O balanço que eu faço hoje me diz que ainda tem muita coisa ruim. Então, como é que nós poderemos avançar? Em vez de ficarmos o tempo inteiro lamentando o que passou, é preciso dizer eu caminhei até aqui, falta ir até lá.

36 REPORTAGEM OS JOVENS E AS REDES SOCIAIS: VIDA PÚBLICA OU PRIVADA? POR RAQUEL ROSCÉLI

37 Dois bilhões. De acordo com dados da ONU, esse é o número de pessoas que fazem uso da internet ao redor do mundo. No Brasil, 99% dos internautas dedicam parte do tempo na web conectados às redes sociais. Orkut, Facebook e Twitter são as preferidas. Nesse espaço virtual, a vida > MUITOS JOVENS PARECEM TER ESQUECIDO DE QUE A INTERNET É UM ESPAÇO PÚBLICO < social anda tão intensa, ou mais, do que na real. Na maré da virtualidade das relações, como os jovens estão lidando com essas ferramentas? Nem sempre da melhor maneira. Fotos comprometedoras e declarações ofensivas são parte do arsenal para as saias justas que muitos adolescentes vêm recebendo em função de suas performances na rede. Um problema que está intrigando alguns educadores é como proceder quando a publicação online afeta a escola. Muitos jovens parecem ter esquecido de que a internet é um espaço público. O que é postado na rede pode se reproduzir de forma viral. Vários episódios registrados na mídia demonstram isso. Recentemente, por exemplo, em uma escola de Osasco (SP), durante um intervalo, alguns alunos decidiram se deitar em colchonetes que estavam no pátio para uma aula de Educação Física. Um deles tirou uma foto e postou no Facebook sob a legenda: Olha as aulas que temos aqui. Uma professora, que também faz parte da rede social, alertou a direção da 37

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