A IMPORTÂNCIA DO PET/CT NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER THE IMPORTANCE OF PET / CT DIAGNOSTIC EARLY CANCER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMPORTÂNCIA DO PET/CT NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER THE IMPORTANCE OF PET / CT DIAGNOSTIC EARLY CANCER"

Transcrição

1 Centro de Imagem e Saúde CIMAS São Paulo SP A IMPORTÂNCIA DO PET/CT NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER THE IMPORTANCE OF PET / CT DIAGNOSTIC EARLY CANCER Juliana Thaina Lopes Pinéo Fone: (85) Endereço: Rua Nossa Senhora das Graças 758 Fortaleza - Ceará

2 A IMPORTÂNCIA DO PET/CT NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER THE IMPORTANCE OF PET / CT DIAGNOSTIC EARLY CANCER Trabalho de conclusão de curso apresentado à banca examinadora do curso de Pós Graduação em Tomografia Computadorizada e Medicina Nuclear, no Instituto Cimas, como requisito para obtenção do grau de Especialização em Tomografia e Medicina Nuclear. Orientador: Prof.:

3 A IMPORTÂNCIA DO PET/CT NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER ¹PINEO, Juliana Thaina Lopes. ² RESUMO O PET/CT é um exame que combina técnicas da Tomografia Computadorizada com a Medicina nuclear. É um tomógrafo projetado e arquitetado para a detecção de radioisótopos emissores de pósitrons e o único capaz de realizar imagens bioquímicas in vivo. Vem revolucionando grandes áreas da medicina moderna, particularmente a Oncologia, Cardiologia e a Neurologia. É um método capaz de detectar com enorme precocidade mínimas áreas de tumor (até 4 mm) que não podem ser vistas nos demais exames, senão tardiamente, quando o tumor já apresenta grandes dimensões e portanto maior gravidade para o paciente. É utilizado um traçador, o radiofármaco FDG, que é gerado por aceleradores Cíclotron, chamado fluordeoxiglicose, formada por moléculas de glicose marcada com o radioisótopo flúor-18. A dose absorvida é a mesma de um exame de TC, exigindo então salas planejadas e preparo dos pacientes. A fusão de imagens entre CT e PET permite a localização mais acurada do alvo a ser tratados com radiação. ABSTRACT The PET / CT is a test that combines techniques of CT with nuclear medicine. It is a CT scanner designed and engineered for the detection of positron-emitting radioisotopes and the only one capable of performing in vivo biochemical image. It has revolutionized large areas of modern medicine, particularly oncology, cardiology and neurology. It is a method capable of detecting with great precocity minimum tumor areas (up to 4 mm) that can not be seen in other tests, but later, when the tumor already has large and therefore more serious for the patient. It used a tracer, the radiopharmaceutical FDG, which is generated by Cyclotron accelerators, called fluordeoxiglicose, consisting of glucose molecules labeled with the radioisotope fluorine-18. The absorbed dose is the same as a CT scan, requiring then planned rooms and preparing the patients. The image fusion between CT and PET allows more accurate location of the target to be treated with radiation.

4 1- INTRODUÇÃO A medicina atual apresenta inúmeros desafios à prática clínica aos médicos assistentes no cuidado diário de seus pacientes. A crescente evolução e avanço dos métodos de imagem no diagnóstico e no acompanhamento de doenças geram um aumento considerável no custo referente à incorporação dessas novas tecnologias no sistema de saúde. Assim, um dos maiores desafios que a sociedade vem enfrentando é solucionar a questão sobre a utilização de métodos diagnósticos mais precisos nos cuidados aos pacientes. (Radiologia Brasileira, 2010). Em meados da década de 80, a tomografia por emissão de pósitrons (PET), utilizando a fluordesoxiglicose marcada com flúor-18 ( 18 F-FDG), foi introduzida como método de imagem in vivo da atividade metabólica do corpo humano. As células malignas, em sua grande maioria, apresentam alto metabolismo glicolítico comparado aos tecidos normais. Esta diferença no consumo de glicose favorece a detecção de doença pela 18 F-FDG PET. Assim, notou-se uma mudança no paradigma de avaliação dos tumores, historicamente avaliados através dos métodos de imagem morfológicos como a tomografia computadorizada (CT), para uma análise associada baseada no metabolismo. Uma vez que os processos metabólico-bioquímicos precedem as alterações morfoestruturais, é inexorável verificar as vantagens na avaliação, tanto no diagnóstico quanto no acompanhamento, de pacientes oncológicos através da PET. A 18 F-FDG PET auxilia no diagnóstico de neoplasias (diferenciando tumores benignos de malignos), no estadiamento, na avaliação da resposta terapêutica precoce e tardia, na avaliação de recidiva tumoral e no reestadiamento de pacientes oncológicos. Isto é importante porque as mudanças funcionais precedem as mudanças estruturais, portanto conseguimos, com o PET, demonstrar modificações antes que elas sejam visualizadas nos outros métodos. Como por exemplo, na tomografia e ressonância (IPEN, 2009). No Brasil, a metodologia PET foi inicialmente introduzida em 1998 com as câmaras de cintilação com circuito de coincidência. Posteriormente, em 2003, equipamentos PET/CT foram gradativamente incorporados ao arsenal diagnóstico. Recentemente, notou-se um aumento crescente no número de equipamentos instalados em instituições públicas e privadas, associado a um número, também crescente, de instalações de cíclotrons (equipamentos que produzem os isótopos emissores de

5 pósitron utilizados na realização dos exames). Os cíclotrons existentes no Brasil estão localizados em diferentes regiões do país, o que possibilita a descentralização da realização dos exames de PET/CT. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1- PET / CT O PET / CT é um aparelho híbrido que combina e funde as imagens de um tomógrafo com as imagens captadas por detectores de radiação emitida pelo radionuclídeo incorporado no paciente. A medicina nuclear efetua seus exames com a monitoração de radioisótopos que foram ministrados ao paciente e sua atuação metabólica. Utiliza-se da marcação de medicamentos que irão se combinar com determinados elementos dentro do corpo humano permitindo mensurar o seu deslocamento ou acúmulo. O iodo, por exemplo, é particularmente incorporado pela glândula tireóide. Assim sendo, se um paciente ingere um composto contendo iodo radioativo, após algum tempo, com um conjunto de detectores de radiação, pode-se mapear os locais de maior concentração desse elemento no organismo. O tecnécio tem preferência de agregação aos ossos, em outro exemplo, permitindo observar e mapear o esqueleto após algum tempo da incorporação da dose. No caso do PET o radionuclídeo usado é um pósitron emissor, daí o seu nome (iniciais de Positron Emission Tomography). A emissão de uma partícula beta positiva resulta na desintegração com um fóton monocromático de energia igual 0,511 MeV. O elemento radioativo utilizado neste exame decai emitindo dois fótons de energia única, um na direção oposta do outro. Esta característica única permite localizar pequenas emissões ou pequenos volumes. A utilização mais difundida atualmente é o exame associado à moléculas de glicose. A glicose é requisitada pelo organismo em maior escala pelas células em multiplicação. Como o câncer tem associado uma multiplicação desordenada de células, é fácil detectar focos deste quando ainda muito pequenos. Com este método facilita-se o seu tratamento, pois é detectado mais precocemente. O PET/CT se mostra muito mais eficaz em relação aos outros métodos, devido à sensibilidade e exatidão das imagens, oferecendo mais que uma estrutura anatômica, ou seja, representa a fisiologia da lesão (CAMARGO, 2005). No decorrer da passagem pela matéria, os pósitrons, assim como os elétrons, perdem parte de sua energia cinética após causar excitação de elétrons externos presentes na matéria,

6 produzindo ionização e ainda radiação por bremsstrahlung, ou seja, o freamento da radiação pela matéria. Após perder a maior parte de sua energia cinética, o pósitron interage com um elétron, de maneira que a massa das duas partículas é convertida em radiação eletromagnética, na forma de dois fótons de 511 kev de energia, emitidos em direções opostas. Esse fenômeno é conhecido como aniquilação pósitron-elétron e serve de base para a técnica de diagnóstico PET, onde os pósitrons emitidos por radionuclídeos são aniquilados produzindo fótons que serão detectados. A medida da radiação é feita levando-se em conta a energia do fóton transferida para excitar os elétrons dentro do detector. Na maioria dos equipamentos de PET, utilizam-se cintiladores para detecção da radiação. O cintilador é normalmente constituído de um cristal que produz luz pela influência da radiação incidente, acoplado a um tubo fotomultiplicador que converte a luz em pulsos eletrônicos (LION, 2002). O poder extraordinário destas imagens, principalmente das imagens de fusão, fez-se sentir logo na primeira paciente a ser submetida a estes estudos na América Latina, no dia 30/5/2003. Era uma paciente de 49 anos de idade, com câncer de mama havia dez anos, submetida à mastectomia radical, quimioterapia e radioterapia, e que agora apresentava elevação do marcador tumoral. As imagens PET mostraram apenas duas lesões no terço proximal do braço direito, mas não era possível decidir a sua localização exata: partes moles, linfonodos, ossos... As imagens CT não mostravam as lesões. Mas a fusão de imagens mostrou claramente serem metástases no úmero direito, alterando significativamente a conduta para esta paciente. Para nossa sorte, o poder das imagens de fusão ficou evidente já nesta primeira paciente, e com toda a humildade procuramos captar e aprender a mensagem da melhor forma possível (CAMARGO, 2005). 2.2 MEDICINA NUCLEAR A medicina nuclear envolve o uso de materiais radioativos, chamados de radiofármacos ou radioisótopo, no estudo e tratamento de várias condições clinicas e doenças. Radioisótopos específicos, chamados de traçadores, são introduzidos no organismo através de injeção ou inalação, e/ou oralmente, para avaliar órgãos e funções metabólicas especificas. Esses traçadores se concentram em órgãos específicos, emitindo radiação gama que é medida por uma câmara gama de cintilação (equipamento de detecção de raios gama usado na medicina nuclear). Com base na intensidade do

7 sinal, pode-se determinar a função de um determinado órgão (BONTRAGER; LAMPIGNANO, 2006). A Medicina Nuclear é a modalidade da Medicina que utiliza a radioatividade para diagnosticar e tratar doenças. Os radiofármacos empregados em técnicas de Medicina Nuclear contêm, em sua estrutura, uma molécula, que direciona o radioisótopo para o órgão ou tecido em estudo e um radionuclídeo, que pode emitir radiação gama ou beta. Para uso em diagnósticos, o radioisótopo deve ser emissor gama, pois é penetrante e pode ser detectado externamente. Para fins de tratamento são preferidos os emissores beta, os quais podem causar destruição localizada de tecidos. É a única técnica que fornece informações estruturais e de funcionamento dos órgãos e está entre os mais seguros procedimentos em Medicina. Os testes in vivo requerem o uso de um radioisótopo que emitirá fótons ou pósitrons, para serem detectados externamente por instrumentos adequados. Atualmente, as técnicas de maior interesse para diagnóstico em Medicina Nuclear são a Tomografia por Emissão de Pósitrons (conhecida pela sigla inglesa PET. Em geral, os sistemas PET são constituídos de detectores múltiplos, variando de dois a oito detectores posicionados em forma de círculo ao redor do paciente. Cada detector é conectado a um detector oposto por um sistema de coincidência e dessa forma, todas as contagens coincidentes são adquiridas simultaneamente por um computador, para a construção da imagem (LION, 2002) FDG -18 (Fluordeoxiglicose) O radiofármaco Flúor-deoxiglicose apresenta a mesma biodistribuição da glicose, permitindo a diferenciação de lesões benignas e malignas com alto grau de precisão. Estudos demonstram que a intensidade de captação de 18 F-FDG pela lesão se relaciona com o grau de malignidade. Quando comparados ao tecido normal, vários tipos de câncer apresentam aumento do mecanismo anaeróbico de utilização da glicose como fonte de energia (NGHI et al., 2008). O flúor 18, associado à glicose, é avidamente captado por tecidos com intensa atividade metabólica, tais como o miocárdio, tecido nervoso e neoplasias. O radioisótopo irá decair emitindo pósitrons que irão se aniquilar com elétrons do meio adjacente, neste processo emitem dois feixes de radiação do tipo gama diametralmente opostos, sendo estes captados pelos detectores do Gantry do PET. Esse equipamento é constituído por uma unidade captadora de raios gama e por um tomógrafo

8 computadorizado, que irá gerar as duas imagens separadas e sobrepor as duas e assim obtendo a imagem anatômica e funcional da lesão. 2.4 APLICAÇÕES DO 18 F-FDG EM ONCOLOGIA maneiras: Segundo Nghi et al. (2008), o 18 F-FDG pode ser empregado na oncologia das seguintes Detecção do câncer primário Diferenciação de lesões benignas e malignas Avaliação do grau de malignidade Estadiamento da doença (corpo inteiro) Avaliação de lesões observadas ao CT e RM Planejamento da abordagem terapêutica Monitoração da resposta ao tratamento Detecção de recidiva local ou metastática. Aproximadamente um terço dos pacientes com câncer de região cervical desenvolvem o reaparecimento da doença, e a maioria desses reaparecimentos ocorrem dentro dos primeiros 2 ou 3 anos após completar a terapia. A FDG/PET tem demonstrado ter um papel relevante no monitoramento pós tratamento nestes pacientes. Baseado nos dados de tempo de recorrência da doença é recomendado que pacientes se submetam a rotina de inspeção incluindo um histórico, exames físicos e estudos da imagem clinicamente indicados. A rotina FDG-PET/CT deveria ser realizada três meses pós terapia, a cada 6 meses por 3 anos, a cada ano para 2 anos adicionais e então como clinicamente indicado.

9 2.5 - ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PET Oncologia: Em Oncologia, tem sido usados para distinguir processos malignos de benignos, no estadiamento, detecção de recidiva, avaliação precoce e tardia da resposta à terapia, na determinação do prognóstico e da mudança de conduta clínica de pacientes com diversos tipos de tumores malignos. O PET/CT é uma ferramenta valiosa para estudar o metabolismo dos tumores. Em geral, as células malignas apresentam uma alta taxa de metabolismo em virtude de seu crescimento desordenado, usando prontamente a glicose como fonte de energia (BONTRAGER; LAMPIGNANO 2006). No planejamento de Radioterapia de Câncer de pulmão de células não pequenas, deve-se atentar para a importância em se delimitar o volume (GTV) a ser irradiado com precisão; isso devido ao fato dos pulmões serem muito sensíveis à radiação. Por causa da respiração, o tumor e órgãos no tórax se movimentam. Com os equipamentos de FDG-PET/CT disponiveis no mercado, o tempo de aquisição da TC é de alguns segundos, mais o tempo de aquisição da PET é da ordem de 30 à 45 minutos. Dessa forma, o tumor visto na TC reflete apenas uma das posições onde ele se movimenta durante a respiração, enquanto a imagem vista pela PET reflete toda a area desse movimento. É mais apropriado seguir o volume mostrado pelo PET do que pela TC de simulação. (FIGURA 01). Nos casos de linfoma o resultado do exame modifica o tratamento proposto em cerca de 40% das situações, o que significa melhor qualidade de vida, menor sofrimento, menos ansiedade e até maior sobrevida para o paciente. Os linfomas correspondem a 8% dos tumores malignos e, em geral, acometem jovens. Com a evolução dos métodos terapêuticos, a taxa de cura em longo prazo é de mais de 80%. Mas, para chegar a esse resultado, é preciso individualizar o tratamento, o que só pode ser feito com o PET/CT que avalia com precisão a extensão da doença e a resposta terapêutica. No câncer de mama, o resultado pode alterar a conduta em até 40% dos casos. Em 36% dos casos de câncer de mama avançado, usando a PET, há mudança no estadiamento e pode ocorrer mudança na conduta clínica em 58% dos casos. Além disso, o exame mostra a resposta da paciente à quimioterapia já nos primeiros ciclos do tratamento, o que também pode levar à mudança de conduta.

10 3 - DISCUSSÃO Durante a realização deste trabalho, através de uma revisão de literatura concordo com Camargo(2005), Ipen (2009), que a PET/CT está aumentando a perspectiva de vida de pacientes oncológicos devido à sensibilidade e exatidão das imagens e a possibilidade de detectar antecipadamente as neoplasias. O equipamento registra, em um único exame, informações anatômicas e fisiológicas (in vivo) do paciente, permite a redução de custos de exames e de tratamentos desnecessários diminuindo intercorrências cirúrgicas e procedimentos invasivos. O alto custo deste exame tem sido a grande preocupação, devido às condições das pessoas de baixa renda. 4 - CONCLUSÃO De acordo com a revisão de literatura conclui-se que: O exame PET detecta precocemente o câncer. Essas informações obtidas podem mudar a conduta médica baseada no monitoramento da eficácia terapêutica, da diminuição de procedimentos invasivos e na identificação de metástases à distância. A fusão de imagens simultaneamente adquiridas em um único exame possibilita o mapeamento topográfico das lesões estudadas, onde é possível localizar áreas de maior atividade metabólica dentro do próprio tumor, verificando recidivas ou metástases, possibilitando aumentar as opções quanto ao planejamento radioterápico e cirúrgico. Este exame tem grande importância dentro da cardiologia e neurologia, onde o exame se torna precordial para diagnosticar lesões nestas regiões, O que muitas vezes o diagnóstico realizado por outros exames eram diagnosticados tardiamente.

11 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS IPEN. Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares. Ministério da Ciência e Tecnologia. São Paulo, Disponível em: <https://www.ipen.br/sitio>. Acessado em: 23 Agosto CAMARGO, E. E. Experiência inicial com PET/CT. Radiologia Brasileira, São Paulo,v.38, n. 1, BONTRAGER, K.L., LAMPIGNANO, J.P. Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada. Rio de Janeiro: Elsevier, p , LION, F.L. Desenvolvimento de novo método de produção de 'In a partir da irradiação de Cd com prótons. IPEN (Institui Autarquia Associada à Universidade de São Paulo), p. 6-7, NGHI, N. et al. F-18 FDG-PET and PET/CT imaging of cancer patients. SEMINÁRIO IN ULTRASOUND CT AND MRI. v. 27, p , Radiologia Brasileira Radiol Bras vol. 43 no.4 São Paulo July/Aug Disponível em: Acessado em: 23 set

12 Figuras relacionadas ao PET/CT. ANEXO TC PET PET/TC FIGURA 1 O Pet demonstra hiperatividade metabólica de glicose em tumor pulmonar. Fonte: Ata Médica- Javier. FIGURA 2 Aparelho usado para acelerar partículas carregadas em um padrão espiral para altos níveis de energia, usando um campo elétrico alternante. Fonte: IPEN, 2007.

13 FIGURA 3 Áreas de tratamento baseadas na imagem de fusão PET/CT. FIGURA 4 Exame de lesão neurológica, diagnosticado Astrocitoma. Fonte: Revista Imagem, 2006.

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer

Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer Data: 27/11/2012 Nota Técnica 23/2012 Medicamento Material Procedimento X Cobertura Solicitante: Bruna Luísa Costa de Mendonça Assessora do Juiz da 2ª Vara Cível Numeração Única: 052512020931-3 Tema: Uso

Leia mais

Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT)

Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Biociências Departamento de Biofísica Biofísica Biomédica III BIO10016 Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) Franciele Giongo e Luíza Fortes

Leia mais

MEDICINA NUCLEAR Lidia Vasconcellos de Sá 2011

MEDICINA NUCLEAR Lidia Vasconcellos de Sá 2011 MEDICINA NUCLEAR Lidia Vasconcellos de Sá 2011 APLICAÇÕES NA ÁREA MÉDICA RADIODIAGNÓSTICO RADIOTERAPIA MEDICINA NUCLEAR USO DE FONTES DE RADIAÇÃO NA ÁREA MÉDICA RAIOS-X DIAGNÓSTICO: equipamentos emissores

Leia mais

Sérgio Altino de Almeida

Sérgio Altino de Almeida Project and Uses of PET Scan LAS ANS SYMPOSIUM 2005 Sérgio Altino de Almeida Hospital Samaritano - Clínica Radiológica Luiz Felippe Mattoso Rio de Janeiro - Junho - 2005 Geração e Interpretação das Imagens

Leia mais

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE MEDICINA NUCLEAR Princípios e Aplicações

PROCEDIMENTOS DE MEDICINA NUCLEAR Princípios e Aplicações PROCEDIMENTOS DE MEDICINA NUCLEAR Princípios e Aplicações VIII Encontro de Técnicos de Radiologia da Alta Noroeste Marco Antônio de Carvalho Físico Médico e Supervisor de Radioproteção em Medicina Nuclear

Leia mais

GUIA PET-CT DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO

GUIA PET-CT DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO GUIA PET-CT TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA DEPARTAMENTO DE MEDICINA MOLECULAR MEDICINA DE EXCELÊNCIA E INOVAÇÃO TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE POSITRÕES COM TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA

Leia mais

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Imagenologia: Técnicas Radiológicas II Prof. Msc Ana Paula de Souza Paixão Biomedicina 5º P Método de diagnóstico

Leia mais

Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa

Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Introdução Na Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET), diferentemente dos exames de Raio-x ou CT, a emissão da radiação é realizada diretamente

Leia mais

Discussão do atual estágio de desenvolvimento tecnológico da produção de energia nuclear no país

Discussão do atual estágio de desenvolvimento tecnológico da produção de energia nuclear no país Discussão do atual estágio de desenvolvimento tecnológico da produção de energia nuclear no país José Soares Junior Presidente da SBBMN (Sociedade Brasileira de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular)

Leia mais

Juíz de Direito do 3º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre

Juíz de Direito do 3º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre NT 40/2013 Solicitante: NAPOLEÃO DA SILVA CHAVES Juíz de Direito do 3º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre Data: 04/04/2013 Medicamento Material Procedimento x Cobertura Numeração: 004561-6/13

Leia mais

Data: 07/12/2012. Medicamento X Material Procedimento Cobertura. TEMA: Pet CT no câncer de colon e no câncer gástrico

Data: 07/12/2012. Medicamento X Material Procedimento Cobertura. TEMA: Pet CT no câncer de colon e no câncer gástrico NT 43/2012 Solicitante: Ilma Dra Jacqueline de Souza Toledo e Dutra Juíza de Direito do 2º JESP do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre Numeração: 0162231-94.2012.8.13.0525 Data: 07/12/2012 Medicamento

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

Tainá Olivieri Física Médica - UFRJ Supervisora de Proteção Radiológica em Medicina Nuclear CNEN Especialista em Radiodiagnóstico - ABFM Mestre em

Tainá Olivieri Física Médica - UFRJ Supervisora de Proteção Radiológica em Medicina Nuclear CNEN Especialista em Radiodiagnóstico - ABFM Mestre em Tainá Olivieri Física Médica - UFRJ Supervisora de Proteção Radiológica em Medicina Nuclear CNEN Especialista em Radiodiagnóstico - ABFM Mestre em Radioproteção em Dosimetria IRD/CNEN Quem é o (sico médico?

Leia mais

PET- TC aplicações no Tórax

PET- TC aplicações no Tórax PET- TC aplicações no Tórax Disciplina de Pneumologia InCor- HCFMUSP Prof. Dr. Mário Terra Filho 1906 1863 Eisenberg 1992 (J. Kavakama) RxTC- Sec XIX-XX Lyons-Petrucelli 1978 Sec XIX PET- Sec XX-XXI PET

Leia mais

http://biosafety-level.wikispaces.com/radiação

http://biosafety-level.wikispaces.com/radiação Profa. Katia Aquino http://biosafety-level.wikispaces.com/radiação Radiação ionizante Arranca elétrons da matéria não ionizante Excitação da matéria partícula http://blogtecrad.blogspot.com/2010_09_01_archive.html

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

Diretriz para tratamento da dor óssea metastática com radioisótopos

Diretriz para tratamento da dor óssea metastática com radioisótopos Diretriz para tratamento da dor óssea metastática com radioisótopos Contribuição : Alexandre Barbosa Cancela Moreira Revisão : Bárbara Juarez Amorim Edição : Elba Cristina Sá de Camargo Etchebehere I.

Leia mais

2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado

2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado 2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado Neste capítulo são apresentados os tipos de dados utilizados neste trabalho e a anatomia do fígado, de onde foram retiradas todas as heurísticas adotadas para segmentação

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico PET/CT (FDG) Agradecimento a Dra. Carla Ono por ceder material científico EMENTA 1. PET/CT com FDG: Conceitos básicos 2. PET/CT-FDG no CA de Pulmão e NPS: a. Indicações aprovadas pela ANS b. Bases científicas

Leia mais

MODALIDADES DA RADIOTERAPIA: TELETERAPIA, BRAQUITERAPIA E RADIOCIRURGIA

MODALIDADES DA RADIOTERAPIA: TELETERAPIA, BRAQUITERAPIA E RADIOCIRURGIA MODALIDADES DA RADIOTERAPIA: TELETERAPIA, BRAQUITERAPIA E RADIOCIRURGIA BRUNA CRISTINA DE LIMA Discente do Curso de Tecnologia em Radiologia das Faculdades Integradas de LUIZ CORREIA LIMA JUNIOR Discente

Leia mais

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA

EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA PARECER Nº 2422/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 11/2013 PROTOCOLO N. º 10115/2013 ASSUNTO: CRITÉRIOS DE ALTA DE SERVIÇOS DE CANCEROLOGIA PARECERISTA: CONS. JOSÉ CLEMENTE LINHARES EMENTA: Câncer urológico

Leia mais

O que é câncer de mama?

O que é câncer de mama? Câncer de Mama O que é câncer de mama? O câncer de mama é a doença em que as células normais da mama começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e deixando de morrer, formando uma massa de células

Leia mais

Raio X e Tomografia Computadorizada

Raio X e Tomografia Computadorizada Raio X e Tomografia Computadorizada Processamento de Imagens e Sinais Biológicos Aluno: Diego Cordeiro Barboza Professora: Aura Conci 04/2010 Sumário Introdução Descoberta Geração Imagens com Raio X Tomografia

Leia mais

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador 1. Introdução Identificar um material ou agente radiológico é de grande importância para as diversas

Leia mais

Radiações Radiação corpuscular Radiação eletromagnética

Radiações Radiação corpuscular Radiação eletromagnética Radiações Quando se fala em radiação, as pessoas geralmente associam esta palavra com algo perigoso. O que elas não sabem é que estamos expostos diariamente à radiação. Radiação nada mais é do que a emissão

Leia mais

Cintilografia Cerebral LARYSSA MARINNA RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA

Cintilografia Cerebral LARYSSA MARINNA RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA Cintilografia Cerebral LARYSSA MARINNA RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA A cintilografia tomográfica da perfusão cerebral (SPECT) detecta alterações da perfusão sanguínea cerebral inclusive na ausência

Leia mais

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012 PACS III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica Santa Casa de Porto Alegre, RS 24 de Novembro de 2012 III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica PACS - Agenda Histórico Workflow Modalidades

Leia mais

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância Câncer de Tireóide Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira O câncer de tireóide é um tumor maligno de crescimento localizado dentro da glândula

Leia mais

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS METÁSTASES HEPÁTICAS Carcinoma Metastático do Fígado METÁSTASES HEPÁTICAS Neoplasia primeira

Leia mais

Energia Nuclear. Apostila educativa. Por ELIEZER DE MOURA CARDOSO Colaboradores: Ismar Pinto Alves Claudio Braz Sonia Pestana

Energia Nuclear. Apostila educativa. Por ELIEZER DE MOURA CARDOSO Colaboradores: Ismar Pinto Alves Claudio Braz Sonia Pestana Aplicações da Energia Nuclear Por ELIEZER DE MOURA CARDOSO Colaboradores: Ismar Pinto Alves Claudio Braz Sonia Pestana Rua General Severiano, 90 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - CEP 22290-901 www.cnen.gov.br

Leia mais

A RADIAÇÃO IONIZANTE. O que é? Fontes de radiação Efeitos biológicos

A RADIAÇÃO IONIZANTE. O que é? Fontes de radiação Efeitos biológicos A RADIAÇÃO IONIZANTE O que é? Fontes de radiação Efeitos biológicos Palestra introdutória Curso de Física da Radiação I -2004/1 Resp.: Prof. Stenio Dore O que é radiação? Def. abrangente: É o transporte

Leia mais

Tratamento do câncer no SUS

Tratamento do câncer no SUS 94 Tratamento do câncer no SUS A abordagem integrada das modalidades terapêuticas aumenta a possibilidade de cura e a de preservação dos órgãos. O passo fundamental para o tratamento adequado do câncer

Leia mais

CÂNCER DE BOCA. Disciplina: Proteção Radiológica. Docente: Karla Alves Discentes: André Luiz Silva de Jesus Paloma Oliveira Carvalho

CÂNCER DE BOCA. Disciplina: Proteção Radiológica. Docente: Karla Alves Discentes: André Luiz Silva de Jesus Paloma Oliveira Carvalho CÂNCER DE BOCA Disciplina: Proteção Radiológica Docente: Karla Alves Discentes: André Luiz Silva de Jesus Paloma Oliveira Carvalho OBJETIVOS Descrever o processo carcinogênico geral e específico para o

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante.

CÂNCER DE MAMA. O controle das mamas de seis em seis meses, com exames clínicos, é também muito importante. CÂNCER DE MAMA Dr. José Bél Mastologista/Ginecologista - CRM 1558 Associação Médico Espírita de Santa Catarina AME/SC QUANDO PEDIR EXAMES DE PREVENÇÃO Anualmente, a mulher, após ter atingindo os 35 ou

Leia mais

Tópicos Imagens Médicas Ultrassonografia Ultrassonografia Ultrassonografia Doppler Ecocardiografia Doppler espectral fluxo a cores

Tópicos Imagens Médicas Ultrassonografia Ultrassonografia Ultrassonografia Doppler Ecocardiografia Doppler espectral fluxo a cores Tópicos Imagens Médicas Prof. João Luiz Azevedo de Carvalho, Ph.D. Aula na disciplina Processamento de Imagens Universidade de Brasília 17 de novembro de 2011 http://pgea.unb.br/~joaoluiz/ joaoluiz@pgea.unb.br

Leia mais

O USO DO EFEITO COMPTON NOS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM

O USO DO EFEITO COMPTON NOS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM O USO DO EFEITO COMPTON NOS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM Eduardo de Paula Miranda Pereira 1, Anderson Arleu da Silva 2, Mariana Cesário Fachini Gomes 3, Tatiane de Souza Silva 4, Gilberto Almeida da Silva 5,

Leia mais

OFERTA/DEMANDA DO RADIOISÓTOPO 99 MO NO BRASIL: UMA NECESSIDADE SOCIAL.

OFERTA/DEMANDA DO RADIOISÓTOPO 99 MO NO BRASIL: UMA NECESSIDADE SOCIAL. 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 OFERTA/DEMANDA DO RADIOISÓTOPO

Leia mais

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29 Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina Física B RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS ONDA ELETROMAGNÉTICA Sempre que uma carga elétrica é acelerada ela emite campos elétricos

Leia mais

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015 Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015 Amélia Estevão 10.05.2015 Objetivo: Investigar a vantagem da utilização da RM nos diferentes tipos de lesões diagnosticadas na mamografia e ecografia classificadas

Leia mais

4.2. Técnicas radiográficas especiais

4.2. Técnicas radiográficas especiais SEL 5705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS (III. Raios-X) Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 4.2. Técnicas radiográficas especiais 4.2.1. Abreugrafia Chapa, em

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

CINTILOGRAFIA E PET/CT NAS NEOPLASIAS MALÍGNAS

CINTILOGRAFIA E PET/CT NAS NEOPLASIAS MALÍGNAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL RAFAEL STORTE TONIN CINTILOGRAFIA E PET/CT NAS NEOPLASIAS MALÍGNAS 333333333 Porto Alegre 2011 RAFAEL STORTE TONIN CINTILOGRAFIA E PET/CT NAS NEOPLASIAS MALIGNAS

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama

Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama Diretrizes Assistenciais Protocolo de Conduta da Assistência Médico- Hospitalar - Mama Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo de Conduta da Assistência Médico-Hospitalar Objetivos: - manuseio

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

Nota referente às unidades de dose registradas no prontuário eletrônico radiológico:

Nota referente às unidades de dose registradas no prontuário eletrônico radiológico: Nota referente às unidades de dose registradas no prontuário eletrônico radiológico: Frente aos potenciais riscos envolvidos na exposição à radiação ionizante e com a reocupação de manter um controle transparente

Leia mais

André Salazar e Marcelo Mamede CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY. Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil.

André Salazar e Marcelo Mamede CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY. Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil. F-FDG PET/CT AS A PREDICTOR OF INVASIVENESS IN PENILE CANCER PATIENTS: CORRELATION WITH PATHOLOGY André Salazar e Marcelo Mamede Instituto Mário Penna e HC-UFMG. Belo Horizonte-MG, Brasil. 2014 CÂNCER

Leia mais

Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista. Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com

Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista. Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com Produção dos raios X Na Cardiologia Intervencionista não existem fontes naturais

Leia mais

Radiação Espalhada no Paciente

Radiação Espalhada no Paciente Interação dos Raios X com a Matéria Os Raios-X podem ser: Transmitidos, Absorvidos, Espalhados. A probabilidade da interação depende da energia do fóton incidente, da densidade do meio, da espessura do

Leia mais

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Objetivo: Definir a extensão da doença: Estadiamento TNM (American Joint Committee on Cancer ). 1- Avaliação

Leia mais

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso do PET Scan no diagnóstico de nódulo pulmonar solitário Canoas, junho

Leia mais

História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen.

História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 22 de dezembro de 1895, Röntgen fez a primeira radiografia

Leia mais

ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL N.º 13/2015-IEP/HCB

ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL N.º 13/2015-IEP/HCB ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL N.º 13/2015-IEP/HCB Por este instrumento o Conselho de Pós-Graduação (CPG) do Programa de Pós-Graduação em Oncologia do Hospital de Câncer de Barretos Fundação Pio XII, torna

Leia mais

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde. Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso

Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências. Avaliação de Tecnologias em Saúde. Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Sumário das Evidências e Recomendações sobre o uso do PET Scan no diagnóstico, e r do câncer de pulmão pequenas células

Leia mais

Tomografia Computadorizada

Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Características: não sobreposição de estruturas melhor contraste ( menos radiação espalhada) usa detectores que permitem visibilizar pequenas diferenças em contraste de tecido

Leia mais

MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO

MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO COMPLICAÇÕES EM ESVAZIAMENTO CERVICAL UBIRANEI O. SILVA INTRODUÇÃO Incidência melanoma cutâneo: 10% a 25% Comportamento

Leia mais

Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013

Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013 Resolução CFBM Nº 234 DE 05/12/2013 Publicado no DO em 19 dez 2013 Dispõe sobre as atribuições do biomédico habilitado na área de imagenologia, radiologia, biofísica, instrumentação médica que compõe o

Leia mais

8ª série / 9º ano U. E. 16

8ª série / 9º ano U. E. 16 8ª série / 9º ano U. E. 16 Radiação O dicionário de física descreve radiação como: Designação genérica da energia que se propaga de um ponto a outro do espaço, no vácuo ou em um meio material, mediante

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA MÓDULO II

CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA MÓDULO II CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA MÓDULO II BASES CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS PARA AS AÇÕES DO TÉCNICO EM RADIOLOGIA NOS PROCEDIMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (704 HORAS TEÓRICO-PRÁTICAS + 500 HORAS DE ESTÁGIO)

Leia mais

Detectores de Radiação Ionizante

Detectores de Radiação Ionizante Detectores de Radiação Ionizante As radiações ionizantes por si só não podem ser medida diretamente, a detecção é realizada pelo resultado produzido da interação da radiação com um meio sensível (detector).

Leia mais

FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui

FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui FÍSICA DAS RADIAÇÕES Prof. Emerson Siraqui CONCEITO Método que permite estudar o corpo em cortes ou fatias axiais ou trasversais, sendo a imagem obtida atraves dos Raios-X com o auxílio do computador (recontrução).

Leia mais

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina

Governador Geraldo Alckmin entrega o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina MATEC ENGENHARIA ENTREGA O MAIOR LABORATORIO PARA PESQUISA DE CÂNCER DA AMÉRICA LATINA Qui, 14/04/11-11h00 SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina Instituto do Câncer também

Leia mais

Radiografias: Aplicações

Radiografias: Aplicações Radiografias: Aplicações Prof. Emery Lins Curso de Bioengenharia CECS, Universidade Federal do ABC E como ocorre uma radiografia? Fundamentos físicos para imagens Filtragem dos Raios-X O feixe é atenuado

Leia mais

FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed

FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed FÍSICA DO RX Cristina Saavedra Almeida fisicamed O QUE É RADIAÇÃO Pode ser gerada por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem. Possuem energia variável desde valores pequenos até muito

Leia mais

TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS CIRURGIA QUIMIOTERAPIA SISTÊMICA

TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS CIRURGIA QUIMIOTERAPIA SISTÊMICA TIPOS DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS Prof a Dra. Nise H. Yamaguchi Prof a Dra Enf a Lucia Marta Giunta da Silva Profª. Dra. Enf a Maria Tereza C. Laganá A abordagem moderna do tratamento oncológico busca mobilizar

Leia mais

Radiografias: Princípios físicos e Instrumentação

Radiografias: Princípios físicos e Instrumentação Radiografias: Princípios físicos e Instrumentação Prof. Emery Lins emery.lins@ufabc.br Curso de Bioengenharia CECS, Universidade Federal do ABC Radiografias: Princípios físicos Roteiro Definições e histórico

Leia mais

IMAGEM FUNCIONAL PET E fmri EDUARDO TINOIS (A)

IMAGEM FUNCIONAL PET E fmri EDUARDO TINOIS (A) IMAGEM FUNCIONAL PET E fmri EDUARDO TINOIS (A) (A) Físico do Grupo de Radiodiagnóstico da Área de Física Médica do Centro de Engenharia Biomédica da UNICAMP (desde 1996, atuando na Área de Medicina Nuclear

Leia mais

Ensaios não Destrutivos

Ensaios não Destrutivos CONCURSO PETROBRAS ENGENHEIRO(A) DE EQUIPAMENTOS JÚNIOR - INSPEÇÃO Ensaios não Destrutivos Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO DRAFT Produzido por Exatas Concursos www.exatasconcursos.com.br

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS USADOS EM ENERGIA NUCLEAR

GLOSSÁRIO DE TERMOS USADOS EM ENERGIA NUCLEAR GLOSSÁRIO DE TERMOS USADOS EM ENERGIA NUCLEAR A Acelerador Aparelho para aumentar a velocidade e a energia de partículas elementares carregadas, como elétrons e prótons, utilizando campos elétricos e/ou

Leia mais

VISUALIZAÇÃO VOLUMÉTRICA DE EXAMES DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA MAMA

VISUALIZAÇÃO VOLUMÉTRICA DE EXAMES DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA MAMA PIBIC-UFU, CNPq & FAPEMIG Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação DIRETORIA DE PESQUISA VISUALIZAÇÃO VOLUMÉTRICA DE EXAMES DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DA MAMA Gabriel Jara

Leia mais

Raios X. Riscos e Benefícios. Faculdade Novaunesc. Rosa de Hiroshima. Ney Matogrosso. Tecnologia em Radiologia. Turma: 2011.1

Raios X. Riscos e Benefícios. Faculdade Novaunesc. Rosa de Hiroshima. Ney Matogrosso. Tecnologia em Radiologia. Turma: 2011.1 Rosa de Hiroshima Ney Matogrosso Pensem nas crianças Mudas telepáticas Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas Pensem nas feridas Como rosas cálidas Mas, oh, não se esqueçam

Leia mais

ACORDAM, em Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por votação unânime, negar provimento ao recurso.

ACORDAM, em Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por votação unânime, negar provimento ao recurso. ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SAO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÂTICA REGISTRADO(A) SOB N III H *02536027* Piano de saúde - Recusa de cobertura de exame prescrito por médico especialista para paciente em

Leia mais

Aula 2 Aplicações das Radiações. F 107 Física para Biologia 1º Semestre de 2010 Prof.Dr. Edmilson JT Manganote

Aula 2 Aplicações das Radiações. F 107 Física para Biologia 1º Semestre de 2010 Prof.Dr. Edmilson JT Manganote Aula 2 Aplicações das Radiações Radiografias Análise de Materiais O XPS (X-Rays Photoelectron Spectroscopy - Espectroscopia Fotoelétrica de Raio-X). Também conhecido como ESCA ( Electron Spectroscopy for

Leia mais

Boletim nº. 003 Resumo de Termos e procedimentos, usado com radiações ionizantes em diagnóstico médico

Boletim nº. 003 Resumo de Termos e procedimentos, usado com radiações ionizantes em diagnóstico médico Boletim nº. 003 Resumo de Termos e procedimentos, usado com radiações ionizantes em diagnóstico médico Colaboração: Paulo Mota Craveiro - Docente da Faculdade de Marília Igor R. de Castro Bienert Médico

Leia mais

Câncer: mais 500 mil casos

Câncer: mais 500 mil casos Página 1 de 5 Quarta, 18 de Maio de 2011 ENTREVISTA Câncer: mais 500 mil casos O oncologista afirma que o Brasil não tem estrutura física e médica para tratar outro meio milhão de pessoas com câncer em

Leia mais

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP 42883

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP 42883 ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP 42883 Fisiopatologia do Processo Maligno As células são conhecidas desde o século XVII, quando foram observadas com microscópios muito

Leia mais

A RADIOTERAPIA NA CURA DE CÂNCERES

A RADIOTERAPIA NA CURA DE CÂNCERES A RADIOTERAPIA NA CURA DE CÂNCERES INTRODUÇÃO Elder Alves Moreira dos Santos UNESC* Julho César Soares da Silva UNESC** Karinn de Araújo Soares UNESC*** Ronald Gerard Silva - UNESC **** A radioterapia

Leia mais

Data: 22/07/2014. NT 153/2014 Solicitante: Liliane Antunes de Souza Escrivã judicial em substituição. Medicamento Material Procedimento x Cobertura

Data: 22/07/2014. NT 153/2014 Solicitante: Liliane Antunes de Souza Escrivã judicial em substituição. Medicamento Material Procedimento x Cobertura NT 53/204 Solicitante: Liliane Antunes de Souza Escrivã judicial em substituição Número do processo: 433.4.025693-7 Data: 22/07/204 Medicamento Material Procedimento x Cobertura TEMA: PET TC SUMÁRIO. RESUMO

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

USO DE MARCADORES TUMORAIS PARA DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER. Orientadora, docente do Curso de Farmácia, UnuCET Anápolis - UEG

USO DE MARCADORES TUMORAIS PARA DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER. Orientadora, docente do Curso de Farmácia, UnuCET Anápolis - UEG USO DE MARCADORES TUMORAIS PARA DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO DO TRATAMENTO DO CÂNCER Gyzelly Gondim de Oliveira 1 ; Cristiane Alves da Fonseca 2 1 Graduanda do Curso de Farmácia, UnuCET Anápolis - UEG

Leia mais

INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA

INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA RAIOS-X + MATÉRIA CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS EFEITOS DAZS RADIAÇÕES NA H2O A molécula da água é a mais abundante em um organismo biológico, a água participa praticamente

Leia mais

INTRODUÇÃO Arnolfo de Carvalho Neto (arnolfo@ufpr.br) TEÓRICA

INTRODUÇÃO Arnolfo de Carvalho Neto (arnolfo@ufpr.br) TEÓRICA INTRODUÇÃO Arnolfo de Carvalho Neto (arnolfo@ufpr.br) TEÓRICA A Radiologia tem como objetivo principal auxiliar o médico a estabelecer o diagnóstico, de forma precisa e rápida, utilizando imagens. Até

Leia mais

SISTEMA DE CONSTRUÇÃO DE MODELO DE VOXELS A PARTIR DE IMAGENS DE CT OU MR PARA SIMULAÇÃO DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS VIA MCNP

SISTEMA DE CONSTRUÇÃO DE MODELO DE VOXELS A PARTIR DE IMAGENS DE CT OU MR PARA SIMULAÇÃO DE TRATAMENTOS ONCOLÓGICOS VIA MCNP 2005 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2005 Santos, SP, Brazil, August 28 to September 2, 2005 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 85-99141-01-5 SISTEMA DE CONSTRUÇÃO DE

Leia mais

Há momentos na vida em que os segundos parecem horas, principalmente quando o assunto é saúde. Por isso seriedade, qualidade e agilidade são

Há momentos na vida em que os segundos parecem horas, principalmente quando o assunto é saúde. Por isso seriedade, qualidade e agilidade são Há momentos na vida em que os segundos parecem horas, principalmente quando o assunto é saúde. Por isso seriedade, qualidade e agilidade são fundamentais no processo de um laboratório, levando até cada

Leia mais

PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar?

PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar? PET/CT no estadiamento do câncer de esôfago e gástrico. Quando indicar? ESÔFAGO ESÔFAGO - AVALIAÇÃO DO TUMOR PRIMÁRIO ULTRASSONOGRAFIA ENDOSCÓPICA É o método de escolha ESTADIAMENTO TUMORAL extensão do

Leia mais

CENAP- CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CURSO TÉCNICO RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM RAFAEL CIPRIANO DA SILVA

CENAP- CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CURSO TÉCNICO RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM RAFAEL CIPRIANO DA SILVA CENAP- CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CURSO TÉCNICO RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM RAFAEL CIPRIANO DA SILVA RADIOPROTEÇÃO EPI`s: AVENTAL PUMBLÍFERO E PROTETOR DE TIREÓIDE CASCAVEL-PR RAFAEL CIPRIANO

Leia mais

RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica

RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E INSTRUMENTOS Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Geração de Raios Gama Geração de Raios-x Geração de Raios gama Raios-γsão as radiações eletromagnéticas de mais alta energia

Leia mais

RADIOLÓGICA. Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com

RADIOLÓGICA. Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com TECNOLOGIA RADIOLÓGICA Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com EMENTA Produção de Raios X : O Tubo de Raios X Sistema de geração de imagens por raios X Formação de Imagem radiográfica

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE UNB GAMA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA - MESTRADO

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE UNB GAMA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA - MESTRADO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE UNB GAMA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA - MESTRADO AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE QUALIDADE E SEGURANÇA DOS EQUIPAMENTOS PET INSTALADOS EM REGIÕES

Leia mais

VARIAÇÃO DE DOSE NO PACIENTE EM VARREDURAS DE TC DE CRÂNIO USANDO UM FANTOMA FEMININO

VARIAÇÃO DE DOSE NO PACIENTE EM VARREDURAS DE TC DE CRÂNIO USANDO UM FANTOMA FEMININO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 VARIAÇÃO DE DOSE NO PACIENTE

Leia mais

Elisane Michelon 2, Beatriz Colenci 3 e Valnir de Paula 4 RESUMO

Elisane Michelon 2, Beatriz Colenci 3 e Valnir de Paula 4 RESUMO Disciplinarum Scientia. Série: Ciências Naturais e Tecnológicas, Santa Maria, v. 13, n. 1, p. 81-91, 2012. Recebido em: 28.03.2011. Aprovado em: 25.09.2012. ISSN 2176-462X RESUMO DIFERENÇAS ENTRE OS EXAMES

Leia mais

Aspectos Metrológicos na Estimativa da Atividade Administrada em Pacientes de Medicina Nuclear

Aspectos Metrológicos na Estimativa da Atividade Administrada em Pacientes de Medicina Nuclear Aspectos Metrológicos na Estimativa da Atividade Administrada em Pacientes de Medicina Nuclear A Ruzzarin 1,AM Xavier 2, A Iwahara 1, L Tauhata 1 1 Laboratório Nacional de Metrologia das Radiações Ionizantes/Instituto

Leia mais

O QUE É? O NEUROBLASTOMA. Coluna Vertebral. Glândula supra-renal

O QUE É? O NEUROBLASTOMA. Coluna Vertebral. Glândula supra-renal O QUE É? O NEUROBLASTOMA Coluna Vertebral Glândula supra-renal O NEUROBLASTOMA O QUE SIGNIFICA ESTADIO? O QUE É O NEUROBLASTOMA? O neuroblastoma é um tumor sólido maligno, o mais frequente em Pediatria

Leia mais

Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes

Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes Desigualdades no Acesso à Tecnologia: Relevância para Grupos de Pacientes Capacitação ACS /FEMAMA 2012 Eduardo Cronemberger Oncologia em 120 anos Willian Halsted Aqui está minha sequencia! Mastectomia

Leia mais

DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL

DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL DIA MUNDIAL DO CÂNCER 08 DE ABRIL Enviado por LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 04-Abr-2016 PQN - O Portal da Comunicação LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 04/04/2016 Que tal aproveitar o Dia Mundial do Câncer

Leia mais

III EGEPUB/COPPE/UFRJ

III EGEPUB/COPPE/UFRJ Luiz Otávio Zahar III EGEPUB/COPPE/UFRJ 27/11/2014 O que é a próstata? A próstata é uma glândula pequena que fica abaixo da bexiga e envolve o tubo (chamado uretra) pelo qual passam a urina e o sêmen.

Leia mais

Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.;

Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.; VALOR DO 99m Tc-SESTAMIBI EM PACIENTES COM MELANOMA MALIGNO Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.; Braga, Helton M.; Moraes, Renata F.; Rezende,Marta O.;

Leia mais

Manejo do Nódulo Pulmonar

Manejo do Nódulo Pulmonar Manejo do Nódulo Pulmonar Bruno Hochhegger MD, PhD Médico Radiologista do Pavilhão Pereira Filho e INSCER PUC/RS Professor de Radiologia da UFCSPA e PUC/RS brunohochhegger@gmail.com Manejo do Nódulo Pulmonar

Leia mais